Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
O TIGRE DOS MARES
ESTE FILME FOI REALIZADO A BORDO DE NAVIOS E
INSTALA��ES DA MARINHA DOS EUA. AGRADECEMOS
A MARINHA AMERICANA E AO DEPARTAMENTO DE DEFESA
POR TORNAREM POSS�VEL A SUA REALIZA��O.
Entre todas as frotas da Marinha americana
nenhuma traz tantas marcas de combate
do que a destes velhos submarinos.
Estes navios, logo ap�s os eventos de Pearl Harbor,
al�m de manter a seguran�a de nossas linhas
tamb�m participavam de combates.
Esta � a hist�ria de um deles e seu oficial: Kenneth White.
Muito bem. D� uma olhada, se for preciso.
Mas n�o far� diferen�a. Acabou.
Voc� sabe. E � bom saber, finalmente.
Acabou naquele dia, h� cinco anos.
Observe e lembre.
Este nunca foi o seu navio. Era de Joshua.
E sempre ser�.
Comandante Joshua Rice.
11 de setembro de 1943 a 14 de agosto de 1945.
14, de agosto de 1945. Um dia f�cil de lembrar.
Marcou o fim da guerra com o Jap�o.
O �ltimo dia de Joshua Rice como comandante.
A v�spera, dia 13, foi o meu grande dia.
O inicio de minha guerra pessoal.
As coisas surgem do nada, e t�o rapidamente
que nem percebemos a ordem dos eventos.
Mil vezes eu a mudei, buscando uma resposta
que jamais obtive.
Naquela tarde de 13 de agosto
o inimigo tinha acabado de desaparecer.
� nossa frente apenas o mar e sua imensid�o
cinzenta, calma e deserta.
N�o havia sinal de que meu primeiro conflito pessoal
estava prestes a come�ar.
- Proteger a ponte! - Proteger a ponte!
- Baixar press�o a bordo! - Baixar press�o a bordo!
Permiss�o para ir � ponte.
Concedida.
Belo dia para nadar.
N�o gostaria. A �gua est� a 15 graus.
- Press�o baixa, senhor. - Muito bem.
Em Michigan isso � tepidez.
Em Kentucky ficar�amos congelados.
- Permiss�o para subir. - Concedida.
Um porta-avi�es perdeu uma aeronave.
Piloto em bote de borracha a zero ponto cinco.
O que o deixa a 24km de onde estamos.
Avan�ar a tr�s-um-zero, curso total.
Certo. Tr�s-um-zero, curso total.
Embarca��o a zero-um-zero.
Muito bem. Preparar tripula��o de resgate.
Manter o curso a quatro-tr�s-quatro-cinco.
- Baixar velocidade. - Baixar velocidade.
Desligar motores.
- Puxem com cuidado. - Calma! Assim.
- Que bom v�-los! - J� almo�ou, senhor?
- Gostaria muito! - Vamos, pessoal!
- Algum problema, senhor? - S� dor nas costas.
Devia ter trazido uma revista. Seria menos tedioso.
Ele quer voltar � ativa. Sou Ken White.
Pete Morris. � o capit�o?
Imediato.
O capit�o est� na ponte.
Voc� est� bem?
- Afundem o bote. - Sim, senhor!
Ten. Pete Morris, Comandante Rice.
- Muito prazer. - Agrade�o a "carona".
- O que houve? - Persegui o inimigo e fiquei
- sem combust�vel. - Voc� o pegou?
- Pode apostar. �timo. Arranjaria
- roupas secas para ele? - Vou dar um jeito.
- Venha. - L� para baixo?
- Leme � direita. - Leme � direita.
- Manter curso normal. - Manter curso normal.
Sargentos McKeaffe e Jambert, tamb�m "pescados".
- Comandante Morris. - O que pilotavam?
- Um B-29. - Que tal um submarino?
- �timo! - Tem de provar o "rango"!
- J� esteve na Austr�lia? - N�o.
N�o sabe o que est� perdendo.
- Devia process�-los. - Vou me lembrar disso.
Art. 3-7-6-1-1. Sydney: que lugar!
Fui parar l� em miss�o especial.
- N�o que goste da �gua. - Em que navio?
O "Thaikanderoga".
Como fazem a guerra nesta cabine telef�nica?
Submarinos! Perece coisa para oficiais de academia.
Eu sou oficial de academia.
Agora, s� me suicidando.
Para Ken, com todo o meu amor. "'Carol".
- Tem uma bela esposa. - N�o � minha esposa.
N�o est� casado com ela?
Acho que precisa fazer um exame completo.
Ela ainda n�o aceitou.
- Pois conven�a-a. - � dif�cil.
� independente, e tem uma carreira.
� publicit�ria em San Francisco.
Melhor ainda. Se fosse comigo
aproveitaria a hora do almo�o paria me casar.
Acho que faria isso mesmo.
Ronnie, Pete Morris. Ronnie Carlson.
- Thomas? - Senhor?
- Dois caf�s. - Sim, senhor.
- Um joguinho, depois? - Se estiver acordado!
Que vida! S� o que tem a fazer e pescar pilotos
e jogar cartas?
�s vezes fazemos outras, coisas.
Dezoito. Cinco eram navios de guerra.
Retiro o que disse. S�o grandes guerreiros.
Todos menos eu. Acabei de embarcar.
Nenhum combate?
Fiquei, em New London tr�s cruzadores e um Star Rish.
Nunca vi um japon�s.
Que diferen�a faz? A guerra praticamente acabou.
Daqui a pouco estaremos em casa. bebericando
o velho u�sque, vendo garotas passeando.
- Diga-me uma coisa. - Claro.
Pensa em outra coisa al�m de mo�as?
A pergunta de Morris ficou em minha mente.
"Nenhum combate"?
Levou na brincadeira. Ele podia.
Tratou como banalidade, e fiquei agradecido.
Mas e a tripula��o? Se ele lhes contasse?
Era o que imaginava, no escuro.
De novo a mesma coisa!
- Ainda n�o acabou? - Temos muito, para todos.
- Voc�s reclamam muito. - H� dois meses comemos isto.
- Bonita escuna. - Obrigado, mas � uma chalupa.
Mas s� se ver� depois de pronta.
Sabe quanto medir� a que vou construir?
- Trinta p�s? - Sessenta.
- Boa sorte. - Obrigado.
Cem p�s, j� que n�o passa de sonho.
Sonho? Engajei-me na Marinha para ver o mundo,
cruzar os sete mares. E h� 12 anos estou submerso.
Assim que sair vou construir esta gracinha.
E logo estarei numa praia dos Mares do Sul
com belas nativas me abanando com folhas de coqueiro.
Eu irei para Joplin, Missouri.
Por que Joplin, Missouri?
Por que fica a 2.500km do mar seja para que lado for.
E voc�s, o que far�o quando acabar?
Entrar para a Marinha.
- Como est� l� em cima? - �timo.
Calmo e tranquilo.
Parece que a guerra j� acabou.
Acho que sim.
- O que faremos agora? - Quem me dera saber.
Nunca participei de uma guerra.
Mas n�o ser� nada sofisticado.
Pelo menos estaremos vivos.
Claro. Mas h� mais uma coisa.
Os tempos de paz tamb�m n�o s�o f�ceis.
Vai descobrir quando se esquecerem de voc�.
Pior, porque voc� ainda ficar� por a�
fazendo alguns servicinhos. E acabar�
rodeado pela burocracia.
Ver� os civis progredindo, ganhando muito dinheiro.
E s� restar� a certeza de que o pa�s poder�
precisar de voc� outra vez, desesperadamente.
� alguma coisa.
Como oficial da Marinha isso � tudo.
N�o se engane, Ken. Daqui por diante, � s� isso.
Tenho de terminar esta carta para Alice.
- Mande lembran�as. - Mandarei.
Capit�o falando.
Estou subindo.
Navios � vista. Vamos ter trabalho.
Um petroleiro, dois cargueiros e duas escoltas.
- Briga feia. - At� o �ltimo tiro.
- Preparar torpedos! - Preparando torpedos, senhor!
Todos para a sala de torpedos!
- Preparar para submergir. - Entendido!
Ken, localize-os no perisc�pio.
Est�o a zero-tr�s-cinco.
- Localizados. - Est�o no perisc�pio.
- Evacuar a ponte! - Descendo!
Verificar press�o da proa.
Vamos nivelar a 60 p�s.
Nivelar a 60 p�s!
Ken, voc� comandar� este ataque.
Pegue dois, e chegaremos a 20.
Vou tentar.
60 p�s. Aprontar baterias!
Navio principal, preparar bateria.
Verificar posi��o a bombordo.
- Descer perisc�pio. - Calcular alcance.
Disparar tr�s torpedos no primeiro navio,
tr�s no segundo. Concentrar fogo no petroleiro.
Preparar. Profundidade: 10 p�s.
- O que est� havendo? - Se forem para o conv�s
ter�o vis�o muito melhor.
- Posi��o. - Zero-dois-seis.
Subir perisc�pio.
Preparar para atirar.
Lan�ar primeiro torpedo no navio principal.
Atirar na proa, trinta a bombordo.
- Marcar alcance. - Alcance 1-3-0-0.
Marcar posi��o!
- Pronto! - Aguardar.
- Disparar! - Um: disparado!
Dois: disparado!
Tr�s: disparado!
Perisc�pio!
Segundo navio: posicionar 35 a bombordo.
- Marcar alcance! - Alcance: 1-300.
- Marcar posi��o. - Pronto!
- Disparar! - Quatro: disparado!
Cinco: disparado!
Seis: disparado!
- Seguir a toda. - Seguir a toda.
J� temos 18, certo?
Os torpedos v�o explodir...
agora!
Dezenove!
Bingo!
Desculpe, senhor.
Estou vendo o petroleiro.
N�o foi atingido.
Vamos ver.
Est� indo para �guas rasas com as escoltas.
Fechar v�lvula da popa.
- Bom trabalho, Ken. - Podemos peg�-lo.
- Qual � a posi��o? - Dezoito, senhor.
Raso demais. N�o conseguir�amos.
Vamos ver se h� algu�m para recolhermos.
Poderemos saber as not�cias. Deixe-me ver.
Agarrem! Como se diz "salva-vidas" em japon�s?
- N�o v�o agarrar, senhor. - Tente novo.
Avi�o inimigo � vista!
Evacuar conv�s e ponte!
Para baixo!
Essa passou perto!
- E o capit�o? - Tarde demais!
Vamos descer!
- Pare a submers�o! - Des�a a 100 p�s!
- Checar arredores. - Sim, senhor.
- Vou subir. - O avi�o est� l�.
- S� tinha uma bomba. - Como saber.
S� levar� um minuto. Vou arriscar.
O Cap. Rice faria o mesmo por n�s.
Ent�o, senhor?
Inimigo aproximando-se a 3-5-0.
- Estabelecer curso 2-2-0. - Curso 2-2-0 estabelecido.
- N�o pode deix�-los... - Cale-se e des�a!
- Sim, senhor. - Curso est�vel, senhor.
- Muito bem. - Contato feito, senhor.
Repetir ataque e manter curso.
- Curso 2-2-0, senhor. - Muito bem.
- Est�o vindo atr�s de n�s. - Ligue o alto-falante.
Est�o nos perseguindo. Parece um destr�ier.
Preparem-se.
Est� sobre n�s.
- Avan�ar a toda. - Avan�ar a toda.
Todos os compartimentos: reportar.
Pegaram-nos!
Voc� n�o queria vir para a Marinha?
Vou ficar com o que tenho.
- Essa foi perto. - N�o muito.
Quando fazem "clique" e "bum", n�o se preocupe.
S� quando for "clique-bum".
Entendeu?
Entendi.
Compartimento n� 3 tem vazamento.
Equipe de reparo: para o local.
Equipe de reparo: ir para o local.
O ru�do parou!
Ele parou de girar.
H� odor de g�s perto da sala das m�quinas.
Odor de g�s perto da sala das m�quinas.
Odor de g�s clorine.
Temos de subir. Fa�a soar o alarme.
Comando para servi�o. Vamos agir!
Vamos emergir! Emergir!
Alcance 1-2-0-0, escala 9-4-8.
Alcance 1-2-0-0, escala 9-4-8.
- Abrir fogo! - Abrir fogo!
Cessar fogo Cessar fogo
- N�o entendo. - Os japoneses se renderam!
A guerra acabou!
Avan�ar a toda!
N�o os acharemos mais.
Vamos tentar. Cuidado na ponte!
Ken, a guerra acabou para eles h� uma hora.
Estabelecer curso 2-7-0!
Vasculhamos a �rea buscando o capit�o e o contramestre.
De nada adiantou. Sumiram sem deixar rastro.
Quando aportamos na Baia de San Diego
fazia 4 meses que a guerra havia terminado.
Mesmo com todas as suas bandeiras, nosso navio
n�o chamou muita aten��o.
Eu estava l�. O inexperiente que perder�
o capit�o e o contramestre no primeiro combate.
A tripula��o n�o se importou. Queriam paz.
Ansiavam por ver as fam�lias e as namoradas.
E Boyer mal podia esperar para se livrar
do comandante que fracassar� h� miss�o.
Popa 0-9-1.
Desembarque �s 16h.
Licen�as e baixas est�o na sala do capit�o.
Parada total!
Meu querido!
- Adeus, senhor. - Adeus. OHara.
- Obrigado, capit�o. - Boa sorte.
- Obrigado. Adeus, senhor. - Felicidades, OHara.
Adeus. Foi um prazer servir sob seu comando.
Obrigado, Bixby.
- At� qualquer dia, Sr. Barton. - Obrigado, Boyer.
Foi um prazer servir com o senhor.
- Moore! - Senhor?
A placa.
- Vai direto � casa de Perkins? - Sim, senhor.
Se quiser, falo com a Sra. Rice.
� tarefa minha, Ronnie.
- Vou deixar o navio. - Capit�o no conv�s!
Ken!
Bem-vindo, marujo.
- Seu rosto est� mais fino. - Mas continuo bonito.
Pensei que estivesse em San Francisco.
Estava. E divertindo-se comigo.
Soubemos que o Tiger Shark ia chegar.
Ficamos ansiosos para v�-lo.
- Como se envolveu com ele? - Foi h� semanas.
Coincid�ncia. Liguei para todas as agencias
de publicidade, tomei t�xis, bondes, andei quarteir�es
- e a encontrei por acaso! - O que esperamos?
Vamos festejar no Blue Room. Junte a turma e lhes mostro
- o que � divers�o. - Eu vou depois.
- Tenho de ir a Coronado. - Ken, agora n�o!
- Posso ir com voc�? - V� com Pete.
Se demorar, onde estar� o corpo?
Na casa de Rice. Vou visitar sua esposa.
Ou melhor, sua vi�va.
At� logo.
- Ken! - Ol�, Alice.
Entre.
Podia ter telefonado dizendo que vinha.
Seriam boas-vindas adequadas para a volta de um marujo.
- Como se- sente? - Ainda n�o sei.
- Falou com Carol? - Ela foi ao cais.
O que est� fazendo aqui, se ela est� na cidade?
Bem, primeiro...
Quer�amos lhe dar isto. Do Tiger Shark.
Sua placa comemorativa. Muito atencioso.
Muito atencioso, mas...
n�o deveria ficar no Tiger Shark?
Ele vai para o estaleiro m�s que vem.
Fico muito grata, mas...
prefiro que fique a bordo.
� o lugar dela.
- Eu o magoei? - N�o.
- Explicar� aos outros? - Claro.
H� uma outra coisa.
Quero contar o que aconteceu entre mim e Josh.
Nada aconteceu.
- Voc� n�o sabe... - Sei, sim.
- Que n�o devia ter submergido? - que perderia o navio
- se o fizesse. - Qualquer um teria arriscado.
- Menos eu! - Ken, sente-se.
Foi bom ter vindo em sua primeira noite em terra.
Al�m de saber o que houve, sei o que tem passado.
- Boa noite, Alice. - Ken, este � o pai de Joshua.
Este � o Tenente-comandante White, almirante.
- Conhe�o-o de nome. - Obrigado.
- Alice lhe serviu uma bebida? - Sim.
Sorte sua. A mim ela n�o serve.
Ken e eu fal�vamos de Josh.
Ele acha que o est�o culpando pelo que houve.
- Bobagem. - Quisera pensar assim.
E por que n�o? Todos queriam ir buscar
Joshua e Perkins. Mas voc� tinha de impedi-los.
�s vezes � dif�cil agir corretamente, assim como..
Agir com coragem?
Sentiu medo?
- Acho que n�o, senhor. - Tamb�m acho.
Voc� agiu certo, e com coragem.
Josh, em seu lugar, teria feito o mesmo.
Seria o navio em primeiro lugar.
N�o �?
Acho que sim, senhor.
Ent�o por que pensar nisso? A guerra acabou!
Esque�a o Tiger Shark! V� ter com Carol, e aproveitem!
Alegre-se!
- Vou tentar. - Promete?
� uma ordem, White.
Sim, senhor.
- Boa noite. - Boa noite.
O que est� fazendo?
Achou que n�o haveria revanche?
Embaralhe.
A �ltima vez que me diverti fui parar na cadeia.
O que dizem os m�dicos sobre esse u�sque?
S�o as costas que doem, n�o o cotovelo. Ele est� �timo.
N�o acho que tenha nada.
Nem eu. Mas os m�dicos n�o lhe davam alta.
Isso! A Marinha quer proteger minha fant�stica?personalidade.
Importa se dan�armos?
Permiss�o concedida.
Senti saudade, Ken. At� meu sangue afinou.
Isso me parece grave.
Vamos conversar sobre isso.
Tenho um presente para voc�.
A presa de uma f�mea de javali, um amuleto africano.
Sabia que ela tem, em m�dia, 63 filhotes?
Apenas em m�dia.
- Onde arranjou isso? - Em uma loja de quinquilharias.
O vendedor disse que, na �frica,
quando uma mo�a quer se casar com seu eleito..
ela p�e isso no bolso dele.
- Magia pura. - E se ele recusar?
� devorado por um crocodilo uma semana depois.
Trabalho garantido mesmo.
Espero que sim, Ken.
Pedi demiss�o, entreguei meu apartamento
- e fiz as malas. - E o que significa?
N�o quero que um crocodilo o devore.
Minha resposta �: farei uma experi�ncia de 30, 40 anos.
Amo voc�.
A Marinha n�o � uma divis�o dos Fuzileiros Navais.
- Foi o que ele disse. - Nem somos instrutores de nado.
- Deem-nos os parab�ns. - Concedi-lhe minha m�o.
- Que maravilha! - Parab�ns!
Fa�a o que quiser, mas devo dizer a verdade.
Perdeu a chance de uma vida muito po�tica.
Ela n�o � seu tipo de mulher.
Ora, eu n�o...
Voc� deve ter raz�o.
Preciso mesmo � de uma velha rica,
com paralisia, sempre derrubando seus diamantes.
Levantar copos! Querida, levante o seu.
�s melhores pessoas que j� conheci.
E a n�s. Vamos, bebam!
A n�s. Que tenhamos muita divers�o e poucas tristezas.
� nossa!
N�o houve tristezas nos anos seguintes.
A guerra ficar� no passado, e eu me ocupava do presente.
Dois anos em New London, dois com o Almirante Rice.
O lugar n�o importava, porque havia Carol.
Pete Morris passava seu tempo conosco e em treinamento.
As coisas iam bem. Trabalhava no
no Depto. de Manuten��o, e era de tudo um pouco:
almoxarife, zelador e cuidava das reclama��es.
- Bom dia. - Bom dia, senhor.
- Bom dia, senhor. - Bom dia. Jack.
Relat�rio dos materiais, inspe��o mensal,
requisi��o de vassouras e pinc�is. Nove c�pias de cada.
- Assino todas elas? - S� oito.
- A nossa � rubricada. - Que bom.
A esposa do Cap. Cornwell reclamou do incinerador.
- De novo? - Havia cinzas na sala de jantar.
O Comandante Roberts reclamou das cascas de laranja.
Assim que chegarem as vassouras mandaremos uma.
White falando.
Sim, senhor. Imediatamente.
Almirante Rice. Deve ter achado um abric� sob sua mesa.
- O Comandante White chegou. - Mande-o entrar.
Sim, senhor.
- Bom dia, Ken. - Bom dia, almirante.
Sente-se.
- Um cigarro? - N�o, obrigado.
- Como v�o as coisas? - Bem, que eu saiba.
- Gosta de seu trabalho? - N�o, senhor.
N�o tiro sua raz�o.
Soube dos problemas com a Sra. Cornwell.
Ela n�o gosta da forma como incineramos o lixo.
Todos na Marinha t�m sua chance.
Pelo menos n�o explodiu o incinerador
como fiz em Norfolk.
- N�o, senhor. - N�o aconselharia isso.
H� uma tarefa para voc�. Gavin, rep�rter de Nova York,
quer tirar o nosso mofo. Mostre-lhes os submarinos.
- A que horas? - Estar� em sua sala �s 11h.
- � tudo, senhor? - Sim, Ken.
Sim, senhor.
- Quantos s�o? - Sessenta e quatro.
A USS 6 milh�es cada s�o quase USS 400 milh�es.
Por que n�o acabar com eles? Os contribuintes agradeceriam.
- E se precisarmos deles? - �... a pr�xima guerra
- ser� apertando bot�es. - Antes, precisamos dos bot�es.
Tem raz�o.
Quanto tempo levaria para "exumar" um desses?
Em uma emerg�ncia, duas semanas.
Tudo teria acabado, menos o Tratado de Paz.
Gavin, achei um que vale a pena.
Vinte bandeiras japonesas. Posso fotografar?
- � vontade. - Significa que afundou
vinte navios. Como � o nome dele?
- Tiger Shark. - Tiger Shark...
- Li alguma coisa sobre ele. - Certamente.
Perdeu o comandante no dia em que a guerra acabou, n�o?
- Isso mesmo. - O respons�vel deve ter
se sentindo muito mal.
Aposto que n�o conseguia dormir.
- O senhor sabe quem era? - Sim.
- Quem? - Eu.
Com licen�a, comandante.
Acorde, White. Deve ter se sentido mal.
Tudo voltou... de fato sempre esteve aqui.
Ainda era inexperiente que perder� seu capit�o
e contramestre em seu �nico combate.
Quem eu tentar� enganar?
- Caro! - Estou ao telefone!
- Quem era? - Pete Morris. Ele vem jantar.
Ele n�o tem outro lugar para ir?
- Ora, querido! - Eu sei, Pobre. Pete.
Foi internado, fez tr�s opera��es, est� em terra
e d� duro treinando recrutas.
- Ent�o, vou cancelar. - Diga que estou com c�licas.
- Mas que h� com voc�? - Nada.
- Algo aconteceu, n�o �? - O que a faz pensar assim?
D� para notar.
- Estou cheio! - De qu�?
Muitas coisas! A rotina, o trabalho de zelador,
- almoxarife, tudo junto! - Por que m�o muda de fun��o?
Claro! Vou dizer ao Chefe de Opera��es que
quero comandar a frota do Atl�ntico!
N�o posso mudar de fun��o! E a Marinha, lembra-se?
- N�o d� para esquecer! - Nem do emprego que deixou
para se casar comigo.
Vou p�r a mesa.
Carol n�o merecia aquilo, nem outras coisas.
Queria me desculpar, mas n�o sabia como.
E como qualquer marido esperava que um presente
e uma noite no clube falassem por mim.
Mais assinaturas, e dois novos itens.
Um novo marujo veio apresentar-se.
E Parsons telefonou. Quer saber se temos algu�m
qualificado para submarinos.
- Por qu�? - O Tiger vai voltar
� ativa. Est�o com pouca gente.
O Tiiger Shark...
- Por que o escolheram? - N�o sei.
- N�o temos ningu�m. - Aviso o Parsons?
Eu farei isso.
- � aqui que cuidam do lixo? - Ol�, Pete.
- Achou petr�leo? - Claro!
Rel�gios de ouro, jantares... como consegue?
Porque trabalho muito, n�o sou um playboy como voc�.
Tem raz�o.
Treinar recrutas � f�cil.
Nada a ensinar fora Navega��o, Armamento,
Engenharia, Hist�ria Naval, Costumes e Tradi��es Navais.
Comunica��es, Manobras, exerc�cios pr�ticos; semanais,
uma noite na Reserva, duas preparando provas,
tr�s corrigindo-as, e o resto do tempo atualizando-me para
alunos que nem sabem se querem a Marinha.
Nem tenho tempo para cuspir. Queria um emprego assim.
- Est� pronto para ir? - Tenho telefonemas a dar.
Senhor!
Oficial Boyer apresentando-se.
Que surpresa, Boyer.
- De onde veio? - San Diego.
- Lembra-se do Cap. Morris? - Claro!
- Como est� sua vida? - Muito bem.
Achei que estava aposentado, navegando em sua escuna.
Ainda pensa nisso?
Solicito transfer�ncia Ir para outro setor, senhor.
Por qu�?
Deveria ser o �ltimo a me perguntar isso.
Est� bem, Boyer. Apresente-se � Frota de Reserva.
Eles t�m uma fun��o para voc�.
N�o demore muito.
O ruim do DTOR � que n�o h� garotas. Uma pena!
- Voc� mal tocou em seu jantar. - Estava sem' fome.
- Agosto est� melhor este ano. - Ameixas aos montes.
H� uma banda �tima em New London.
Excelente lugar. A poucas horas de Nova York.
com muitos shows. Para quem prefere,
- h� os jogos de beisebol. - A temporada come�ou?
Os Brooklyns v�o vencer, como no ano passado.
Foram os Yankees.
Antes, ent�o. Venceram na Divis�o.
� regional, n�o a Divis�o!
- Que diferen�a faz? - Nem sabe
quando come�ada temporada e diz quem vencer�?
Pelo que li nos jornais.
Quando? Ano passado? � t�pico.
Voc�s n�o ligam para o beisebol o ano todo.
Chega o campeonato. leem alguns artigos
e se julgam peritos.
Ele apenas gosta dos Bnooklyns.
- J� � mania. - Algu�m quer mais caf�?
Todos o adoram. Sabem por qu�?
- Esta de mau humor. - Vai piorar.
- Trate de esquecer o Boyer. - Cuide de sua vida.
Ora, Ken. � a sua festa. Vamos brindar.
- Ergam os copos, pessoal. - Ergam os copos.
� s� do que sabe falar.
Quando morrer far� um brinde ao coveiro. Trate de crescer!
Com licen�a. Vou matar meu marido. Volto j�.
- O que foi? - Nada.
N�o pode sair, a festa � sua.
- N�o estou a fim. - Estava. O que houve?
- Nada aconteceu. - Foi o Boyer?
Ele n�o tem nada com isso.
Estou cansada de seu mau humor.
Como acha que me sinto? Devem pensar que est� louco.
- N�o me importo. - Pois eu, sim.
- N�o podemos ir embora. - N�o pedi que fosse.
E ent�o?
Est� com dor de cabe�a.
Algo errado com dores de cabe�a?
N�o, se n�o forem demais.
Soube da resposta de Pete, e ele estava certo.
Eu tinha dores de cabe�a demais.
E piorava ter Boyer chefiando os trabalhos no Tiger Shark.
Mas eu n�o conseguia ficar longe disso.
Algo me puxava para l�, como um im�.
Talvez, sem saber, eu estivesse esperando
pela maior de todas as dores de cabe�a.
Est�o fazendo progresso.
Logo far� o teste no cais.
Ouvi dizer.
Gostaria de servir num submarino.
- Afastem-se! - Onde �?
- Na sala de torpedos. - Afastem-se.
- Isolou o local? - Sim. H� um homem l� dentro.
Tragam dois extintores!
- R�pido, vamos! - Abra a porta, senhor.
- Morreria em 30 segundos. - H� um homem l�!
- Vamos arriscar. - Como o Cap. Rice e Perkins?
- Segui as regras e... - Siga de novo! Vista-se!
Prenda a mangueira.
Desligar baterias no controle!
Sim, senhor!
Depressa com isso!
- Pronto! - Amarrem-no.
Tragam os extintores!
Cuidado! Vou abrir!
Cuidado.
Bom trabalho, Boyer.
Doutor! Como est� ele?
Resistindo. Mas as queimaduras s�o muito graves.
N�o se culpe. Fez a coisa certa.
Talvez devesse ter feito a coisa errada.
- Obrigada por vir. - N�o h� de que.
Agora conte-me o seu problema.
- Problemas em casa. - Sinal de ansiedade.
Estou desesperada. As coisas pioraram muito.
Chego a pensar que ele me odeia.
Ele n�o pensa em nada, a n�o ser no Tiger Shark.
Pete, o que h�?
Sou uma pobre crian�a inocente. Nada sei.
Preciso de ajuda, ou vou perder o controle.
- A� n�o ser� nada bom. - Exceto para mim.
N�o precisa se preocupar. Sou daqueles que
admiram a mulher dos outros, mas de longe.
- Est� bem. Fale. - E se Ken fosse ver
um psiquiatra?
Quem faz isso precisa examinar a cabe�a.
- Brincadeira. - N�o brinque.
Sei que parece tolice...
Mas at� pensei em Ken deixar a Marinha.
Por que seria tolice?
Ent�o � isso! Voc� sabe de algo.
Sei que seu casamento vai mal.
Se n�o � em casa, deve ser no trabalho.
Se for isso, livre-se dele.
- Seria uma solu��o? - A �nica.
Mas ele adora a Marinha!
E desistir de um emprego � admitir o fracasso.
Ora, Ken jamais seria um fracasso!
Diga-lhe que se ocupe, que procure um emprego!
Melhor: voc� tem contatos. Arranje alguma coisa!
Voc� conseguira. Isso acabar� com as rusgas
e voc�s viver�o felizes para sempre.
A consulta � USS 25.
- Vou aceitar um drinque. - �timo!
Fred!
Agora que voltou a ser bem casada, estou interessado.
Mais caf�, querido?
Sim, vou pegar.
- Algo interessante? - A chance de me tornar
um capit�o da ind�stria, na Matthews Electric.
Precisamos de algu�m experiente em RH
- e manuten��o. - Sou eu.
- "O Almirante Rice o sugeriu. - Que gentileza!
Sei que poderemos chegar a um bom acordo.
Assinado: A.E. Matthews, Presidente".
� fant�stico, sobretudo parte do acordo.
Por que Rice me escolheu?
Voc� tem a experi�ncia.
- Que tal Portland? - Dizem, que � lindo!
Precisaremos de guarda-chuvas e roupas quentes.
H� belas casas perto da f�brica.
Como sabe?
Creio que li em algum lugar.
Como que chama o empres�rio com quem almo�ou h� meses?
Fez folhetos para suas geladeiras.
A.E. Matthews, se bem me lembro.
Que tipo de idiota pensa que sou, e por quanto tempo?
Ou pensou que eu pudesse ser manipulado.
Como foi isso? Fazendo publicidade de gra�a?
- Eu s� quis que... - Ou chorando as m�goas
- em seu ombro? - Pedi seu conselho e ele
- concordou com Pete, que... - Pete?
Qual deles esqueceu? E o carteiro, o que acha?
Escreveu aos jornais? Ao Congresso?
Est� certo, Ken! Desculpe sobre o emprego.
Eu sei que errei, mas pensei que fosse a solu��o.
- Para qu�? - Para n�s!
Est� entediado com seu emprego, comigo, com si mesmo!
Alguma coisa tem de acabar!
Quer que seja nosso casamento?
- N�o, e voc� sabe. - Ent�o tem de mudar.
- Para Portland? - Para qualquer outro emprego.
Como fazendeiro, pintor, qualquer coisa!
S� assim terminar�o nossos problemas.
Acha que deixar a Marinha far� isso?
Acho.
Acho que tem raz�o.
Ou o almirante n�o a apoiaria.
Aonde vai?
At� o escrit�rio.
Vou pedir minha baixa.
A� est�. Come�o, meio e fim.
Tudo isso sobre a mesa do almirante.
Assunto: pedido de baixa da Marinha dos EUA.
O fim, depois de olhar o Tiger Shark pela �ltima vez.
E recordar o que aconteceu.
Onde est� a resposta? Era s� o que pensava:
onde est� a resposta.
Por que n�o se despede de uma�vez?
N�o se � casado com um navio.
E a placa de Rice ainda pertence a este lugar.
Guarde-a e v� embora.
Ken, voc� far� este ataque.
Pegue dois e teremos 20.
Evacuar conv�s e ponte!
Pare a submers�o!
Quero ir at� l�, senhor.
Checar a superf�cie!
Para eles a guerra acabou h� uma hora.
Achei que estivesse aqui, para um �ltimo olhar.
H� tanto a fazer:
chamar a transportadora fazer reservas...
Portland n�o vai dar, certo.
N�o vou resolver nada fugindo.
Devolva o papel, Ken. Tem o telefone da
transportadora. Quero empacotar minhas coisas.
- Olhe... - Por favor, Ken.
- Vamos conversar. - J� esgotamos o assunto!
N�o resolver� seu problema em Portland,
nem resolverei o meu na Marinha.
N�o � assim?
Queria que desse certo.
Voc� � um bom homem.
N�o d� para ler, est� amassado.
� um seis ou um oito?
Pela esta��o deve ser um oito.
- Ol� Mike. - Boa tarde, senhor.
Entre, Ken.
Desculpe, n�o percebi que estava a�.
Queria anular meu pedido de baixa, se puder.
Melhor assim. N�o teria sido aceito. As coisas
mudaram desde que o recomendei para Portland.
Mudaram esta manh�. Por isso estou aqui.
Os norte-coreanos cruzaram o Paralelo 38.
- Vai afetar a situa��o? - Afetar� voc�.
Falei com o Bureau. Suas ordens est�o a caminho.
- Que ordens, senhor? - Vai comandar o Tiger Shark.
Esteja pronto para zarpar em 5 de julho.
Podemos desconectar o telefone do conv�s?
- Fa�a isso. - Desconecte a linha.
- Chegamos, meu bem. - Acho que Carol n�o veio.
Tamb�m, diriam a ela:
Lindo dia, perfeito para navegar.
Pessoal na doca! Embarcar!
- Adeus, Art. - Adeus, Sue.
- Cuide-se. - Voc� tamb�m.
Pessoal na doca! Embarcar!
Use sua medalha e tenha cuidado.
- Adeus. - Adeus. N�o vai
- se despedir do Andy? - N�o quero acord�-lo.
Preparar para zarpar!
Soltar amarras!
Recolher um, tr�s e quatro!
Segurar dois!
Proa a um ter�o... Popa a um ter�o.
Preparar curso.
Recolher dois.
Para tr�s dois ter�os.
Verificar o cais.
O Tio Sam nos mandou para uma longa viagem.
Oito mil milhas. Puxa!
- Oito mil milhas para qu�? - Salvar vidas.
Est� no di�rio de bordo.
O meu diz: "chuva, neve e sono".
Al�m de navegar a esmo como um barquinho de borracha.
Deve preferir estar em casa cercado de garotas.
- N�o exagere. - Ou�a, marujo.
Voc� est� navegando num apartamento de USS 6 milh�es.
com luz, aquecimento, r�dio, ar-condicionado,
servi�o postal por um destr�ier e a melhor comida do mundo.
S� existe uma coisa errada.
O que �?
Espero que jamais descubra.
- Est� mais frio. - � o vento.
- Meus p�s congelaram. - Sua rendi��o vir� logo.
J� distribu�ram a correspond�ncia?
O Natal n�o passar� em branco.
Papai Noel descer� pelo perisc�pio?
- Permiss�o para ir � ponte.. - Concedida.
Desculpe. Estava ouvindo noticias de Nam.
- E quais s�o? - No hor�rio.
Tudo correndo bem. Est�o carregando bem r�pido.
- Quantos faltam? - Mais de 20 mil.
- O que temos aqui? - Vou descer.
Curso 3-5-5.
Velocidade moderada, continuamos na linha.
Sem perigo de inunda��o. Prontos para submergir.
J� separou a correspond�ncia?
Sim, senhor.
- S� uma para o senhor. - Obrigado.
Puxa! Sue sabe mesmo usar uma caneta.
"QUERIDO KEN, SUA CARTA S� CHEGOU ONTEM.
ESPERO QUE ESTA CHEGUE A TEMPO DE LHE DESEJAR
FELIZ NATAL, ESCREVEREI QUANDO HOUVER NOVIDADES.
CAROL.
- Permiss�o para subir! - Concedida.
J� viu isto?
"Tiger Shark: alinhar com o Concorde: 0-7-0-0-1-9,
Zebra - Dezembro.
Latitude Norte 39-50, longitude Leste 1-52-03.
Instru��es para miss�o especial.
- Temos trabalho. - � na praia!
Oficial comandante aguardando transfer�ncia para o Concorde.
C�mbio.
Afastem-se todos da pista!
Afastem-se todos!
- Bem-vindo, comandante. - Obrigado.
0 Comandante Morris lhe mostrar� tudo.
- Como veio parar aqui? - Simples. Disse-lhes que
n�o queria deveres. Mas n�o queria ficar s�.
- Teve noticias de casa? - Est� tudo bem.
- N�o est� preocupado? - Com o qu�?
Para come�ar, ela pediu demiss�o.
- N�o lhe escreveu? - Uma carta muito impessoal.
Leu nas entrelinhas? A mensagem devia estar l�.
Mensagem? Conte que hist�ria � essa.
- Melhor perguntar a ela. - Estou perguntando a voc�.
Esqueci que sou mensageiro da Western Union.
O almirante est�, esperando.
Queremos retirar todos da Praia de Nam at� o Natal.
Tudo est� indo bem. Mas aqui,
48km da costa, h� um campo de prisioneiros,
com talvez 200 americanos al�m do Cel. Garth Walsh
e seu grupo da Intelig�ncia. Ele tem informa��es
que ser�o de grande valor para n�s no futuro.
- De que tipo? - Devem ser perigosas.
As ordens s�o para tirar esses homens de l�.
Paraquedistas vir�o de T�quio para fazer o resgate.
Destr�ieres brit�nicos fara� ataques para distra�-los
por toda a costa. Agora a nossa parte na opera��o.
O estudo fotogr�fico do Com. Morris mostra
a �nica rota para os avi�es de paraquedistas:
sobrevoar Koyosan. Mas h� dois grandes obst�culos.
Aqui, em Point Hokomo, o inimigo tem
uma esta��o de radar. E aqui, na pr�pria Koyosan.
o inimigo tem um centro telef�nico. Essas bases
ser�o destru�das antes da aproxima��o de nossos avi�es.
Essa � sua parte, comandante.
O senhor desembarcar� o pessoal, receber�
o sinal de miss�o bem sucedida e me avisar� por r�dio.
O Com. Morris lhe dar� todos os detalhes.
- Com. Morris? - Ele ir� com o senhor.
Tudo depende de n�s. Se n�o os pegarmos
de surpresa, matar�o os prisioneiros.
Para isso teremos de cortar sua comunica��o.
O Major Kim, do ex�rcito sul-coreano,
o Ten. Barton e eu somos respons�veis pelos radares.
Faremos um desembarque em Point Hokomo.
Eles ficar�o � espera por cerca de uma hora.
Enquanto isso, o Tiger Shark ir� para a entrada da ba�a.
� quando voc�s dois entram em cena.
Um longo trecho a nado.
N�o podemos passar desse ponto.
- Sim, senhor. - Exatamente �s 4:30h
come�ar� a destrui��o dos alvos. Ao terminar,
sinalizem e informarei ao porta-avi�es.
Alguma pergunta?
Capit�o, ponto estabelecido a 2-9-5.
Muito bem. Estejam prontos em 15 minutos.
- Tudo pronto? - Sim, senhor.
- Des�am o bote. - Aprontem-se.
Pelo flanco, devagar.
Barton, est� pronto? Vamos indo.
Bote a 20 graus, avan�ando.
Dezessete milhas em uma hora.
Temos de correr. Estabelecer curso 1-7-5.
- J� foram. - Esperem aqui.
Vou checar o caminho. Conhe�o a �rea.
Pode ir, major.
Trinta minutos para chegar e destruir o centro telef�nico.
- � suficiente. - Melhor que seja.
Sei atrasarem, por�o em risco a opera��o inteira.
- � tudo. - Capit�o!
Precisamos reparar o motor principal.
- Por qu�? - Est� quente demais.
- Quanto tempo levar�? - Meia hora no m�nimo.
Toda velocidade na h�lice a bombordo.
Fa�a o que for preciso.
- Ajude-os. - Sim, senhor.
Tudo bem? A esta��o de radar est� a 400m.
Dois homens a patrulham em c�rculos largos.
Outro fica junto � torre. Passamos pelos dois...
- E pegamos o terceiro. - Matamos. Silenciosamente.
Vestirei seu uniforme. Darei cobertura a voc�s
do mastro da antena.
- �timo. - Ter� de sair antes da explos�o.
- O tempo ser� curto. - Conseguirei.
Vamos l�.
- Velocidade! - Quatorze e meio.
- O tempo est� passando. - Quanto falta?
Seis milhas at� a entrada da baia.
Mais o tempo para puxar a �ncora.
L� est�.
L� est�. Bem � frente. Consegue ver?
Nem uma foca conseguiria.
- Posso entrar na ba�a. - N�o far� isso.
� um jogo, mas desta vez as chances s�o boas.
Um navio, 200 vidas. Temos chance.
Evacuar ponte!
- Espero que ele consiga. - Conseguir�, vai ver.
Passe-me isso.
Sonar! Quinze graus na proa!
- H� minas por aqui. - Sim, senhor.
- Aonde vamos? - Ao jardim deles.
- Chame os dois passageiros. - Mandar os passageiros
- para a torre. - Duzentas jardas e avan�ando.
Direto�� frente em um ter�o!
J� chegamos � entrada.
- Cabo de mina. - Virar a proa!
- Que livro � esse? - A b�blia.
Fique assim.
Deixe-os sair.
Popa, 2-2-5.
Preparar para abrir o compartimento.
Sinalize.
Descer perisc�pio.
Trinta e tr�s p�s.
Trinta p�s.
- Homens na escotilha. - Preparar escotilha!
- Estabilizado. - Abrir escotilha!
A caminho! Boa sorte.
Capit�o!
Mensagem do Com. Morris. A esta��o foi destru�da.
- Escotilha fechada. - A 50 p�s.
Vamos p�r tudo aqui.
Espere!
N�o atirem!
- Bem na hora! Como foi tudo? - Como planejado.
- Passe o equipamento. - E agora?
Com sorte, os paraquedistas.
Pronto, major? Vamos!
- Nenhum sinal? - Nada.
Pedirei o retorno dos paraquedistas.
Vamos dar-lhes mais uns minutos.
Nenhum sinal deles.
Eles est�o sinalizando.
Descer perisc�pio. Vamos emergir.
- Estamos na baia. � a �nica forma
de contatar o porta-avi�es.
Telegrafista! Assim que emergirmos chame o comando.
Miss�o bem sucedida.
Emergir!
Posto de combate. preparar, canh�es!
- Abrir fogo! - Abrir fogo!
Almirante, o Tiger Shark cumpriu a miss�o.
- Podem mandar o avi�o. - Sim, senhor.
- Carga dupla! - Ao contar de dois!
- Fomos atingidos! - Onde?
Junto � sala das m�quinas.
Estamos afundando.
Tripula��o, abandonar o navio. Soar alarme!
Pode precisar disto, senhor.
Obrigado, Boyer.
Vamos!
O senhor est� bem?
Nossos paraquedistas.
Bem na hora.
Ai vem os jatos.
V�o nos ajudar na praia.
Parece que n�o comem h� um m�s.
- Seus homens chegaram? - Todos bem.
S�o sete ao todo.
Perdemos 14 homens. Mas n�o foi um pre�o alto
pela liberdade de mais de 200.
- E o grupo da Intelig�ncia? - Eles est�o bem.
Conseguiram o que vieram buscar.
Veja quem est� chegando!
Eu disse que eles estariam aqui.
Voc� conseguiu! � bom ver seu rosto sorridente!
Voc�s fizeram um trabalho e tanto.
Qualquer her�i o teria feito. E aqui est� ele.
Obrigado por traz�-lo de volta, major.
Onde est� o Tiger Shark?
Afundou. Paul. Tivemos um probleminha.
Probleminha? Ele atravessou um campo minado submerso.
Quase foi para a terra com os mergulhadores.
Emergiu no meio da baia e combateu at� afundar.
E diz que teve "um probleminha".
- Leve-os para comer. - Claro. Venham!
Parece que ganhou o concurso de popularidade.
- Com um voto contra. - Dois votos.
- Como assim? - Prometi a Carol n�o contar.
Ela achou que pareceria um golpe baixo,
com todos os seus problemas, mas...
est� na hora de saber.
Sua esposa vai ter um beb�.
Voc� vai ser pai.
Vamos comer, estou morto de fome.
Foi aqui que ele afundou. Triste fim para um bom navio.
Triste, n�o. N�s nos orgulhamos dele, Boyer.
E est� em boa companhia.
Esse navio jamais ser� esquecido.
N�o � o fim.
Eu o batizo USS Tiger Shark!
Ei, queremos ver tamb�m! L� vai ele, benzinho.
Diga adeus!
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.