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- Maldito seja! - Vamos.
- Monta no teu cavalo! - N�o o encontro.
O qu�? Como pode perder uma coisa t�o grande?
Porque voc� est� montado nele, desgra�ado!
Sai do meu cavalo antes que te arrebente a cabe�a!
Filho de uma cadela! Desgra�ado!
Maldito seja, me acertou.
- N�o deixem que escapem! - Eu te amo.
Cadela!
O meu dinheiro!
- Ficamos aqui? - N�o, n�o ficamos.
Vamos seguir at� encontrar um bom lugar para morrer de fome, idiota.
- A perna est� me matando. - Espero que sangrar seja bom, Frank,
porque isso � que � sangrar!
- Cale-se. - Por que n�o me cala?
Rufus!
Frank e eu vamos roubar cavalos de descansados. Cobre-nos.
N�o vamos matar mais do que o necess�rio.
- Quem disse? - Eu digo e basta.
Est� bem.
Frank, vamos.
N�o s�o os melhores cavalos que roubei?
Procuram por alguma coisa?
Sou o Jim Caulder, propriet�rio deste lugar.
Ol�, Jim Caulder, o propriet�rio.
Pene Bluff est� mais � frente. N�o mais do que uma milha.
N�o vamos para Pene Bluff.
Pois deem �gua aos seus cavalos e v�o embora.
- Acertei nele? - Acertou no corpo inteiro!
- Foi em leg�tima defesa. - Procure algo para comer.
- E fa�a comida. - Isso � coisa de mulher.
- Faz o que te digo! - Maldita seja.
Sempre me provocando.
Vou te fazer uma torta de ma�� podre!
Olha o que temos para jantar.
Frank, Emmett!
Vamos.
Tem u�sque, senhorita?
U�sque?
N�o!
Est� com muita roupa.
Cale-se e olha para mim.
Assim � que eu gosto.
O po�o.
Eu e os meus cavalos precisamos de �gua.
D�-me isso.
N�o � casada com um desses que est�o com a cabe�a � pr�mio?
Voc� � um ca�ador de recompensas?
Sou.
Mata homens por dinheiro?
Conhece uma raz�o melhor?
� claro que sim.
O seu marido fugiu com uma �ndia?
Gostaria que fosse isso.
Pode me ensinar a disparar?
- Para que, quer matar a algu�m? - Sim.
Besteira.
Ontem � noite n�o pode deixar um homem ca�do na terra fria.
- Vou aprender. - Vai esquecer, � o que vai fazer.
Seja l� o que te aconteceu, deve esquecer.
No inferno � que vou esquecer.
N�o sei o que te aconteceu. Nem me importa.
Mas seja l� o que for,
n�o vai resolver com um rev�lver.
Em outras palavras, n�o vai me ajudar?
Sim, isso mesmo.
Vou te recompensar.
Essa manta n�o tem bolsos.
- N�o falava de dinheiro. - Minha nossa!
Tem muita vontade de matar algu�m.
Se lhe ensinar a disparar,
algu�m acabaria atirando no seu rabo.
� o meu rabo.
Seria uma pena deix�-lo cheio de buracos.
� um dos mais bonitos que j� vi.
Se tiver sorte, poder� fazer mais do que olhar.
Eu nunca me arrisco, n�o preciso.
- O que isso significa? - Que mente mal, senhora.
Se a tocasse, atiraria com o Winchester na minha nuca.
A resposta � n�o, definitivamente, n�o.
N�o.
N�o.
Meu Deus!
Quantos eram?
Tr�s.
E o seu marido?
O mataram.
A minha camisa boa.
Cuidado, Rufus!
Por causa desse idiota, acertaram-me.
Assim que me curar, vou ench�-lo de chutes.
Sempre dois contra um.
N�o seria assim se o pai estivesse vivo.
Estaria vivo se n�o o tivesse matado.
Quantas vezes tenho que dizer que estava limpando o rev�lver?
N�o passo uma noite sem sonhar com a cara do pai.
O que sobrou dela. Os soldados nos seguir�o?
Estou certo que sim. A� est�o eles.
- Prepararemos uma emboscada. - Seu Deus! Vamos embora daqui.
Toma, vista isto.
Est� t�o vestida com esta manta como meu cavalo.
Meu nome � Price,
Thomas Luther Price.
Eu sou a senhora...
Hannie Caulder.
Bem. Vamos, Hannie Caulder.
Aonde?
Para o M�xico, l� tem um bom armeiro.
Um armeiro?
Bem, n�o posso te ensinar, sem uma arma, n�o �?
Se n�o se importa de cavalgar com um morto...
N�o me importo.
Compre umas cal�as e botas.
Temos muito que andar.
Estarei no bar se precisar de mim.
E, o que fa�o com o que estou vestindo?
Lave-os.
Sinto n�o ter o seu tamanho.
Toma um banho com eles vestidos que encolher�o.
Logo ver� como servem. N�o tire at� que estejam bem secos.
Pelo que falou, poderia ser qualquer um do povoado.
S�o irm�os. Um deles chama-se Rufus.
Os Clemens. Passaram por aqui a semana passada, mas n�o pararam.
Sabe para onde foram?
O mau cheiro deles chegou aqui h� dois dias,
e ainda n�o se foi.
- Obrigada, Xerife. - De nada. A sua disposi��o.
Se n�o fosse o Xerife, chamaria um.
- Tem o traseiro molhado. - O seu queixo tamb�m.
Que belas formas...
Estou dentro.
As suas cal�as, Thomas.
Thomas!
Thomas Luther Price.
Isso mesmo.
Hannie.
Outro?
Foi ele quem escolheu. Harrington, Samuel.
Vivo ou morto.
$750 d�lares, Union Pacific.
Bom pagamento por um minuto de trabalho.
Se puder provar quem ele �.
Talvez o conhe�a.
Entendo que ele est� na sua cidade h� mais de um m�s.
Voc� mesmo poderia t�-lo apanhado...
...se o conhecesse.
A prop�sito o meu nome � Price, Tom Price.
Lamento, Sr. Price.
- N�o tinha nem ideia... - Tem o dinheiro?
Faz um trabalho maravilhoso, trazer para c� esta esc�ria.
Quem me dera que fossemos iguais...
� voc�, me refiro.
- As minhas desculpas, senhora. - Por qu�?
Temia que me resfriasse com as cal�as molhadas.
Certamente, Sr. Price.
Para o enterro.
Voltarei a passar por aqui, para ver o t�mulo.
Estar� ali. Estar� ali.
Isso.
Vamos para o M�xico.
Quem est� l� em baixo?
Deixe-me adivinhar.
Abaixe-se. Quer que lhe estourem a cabe�a?
- Como saberemos a diferen�a? - Ou�a, estou cheio de voc�...
Abaixe-se. Abaixe-se.
- Tenho um plano. - Qual? Mat�-los de fome?
- � uma boa ideia... - Cale-se.
- Vamos embora. - Esse � o plano?
- Exato. - E, o que fazemos depois?
Continuamos a fugir, chama-se sobreviv�ncia.
Vamos, venha.
Chama-se Bailey.
Ningu�m sabe porque se estabeleceu no M�xico.
Abriu uma loja em Nova Orleans.
Quando come�ou a guerra, passou a fazer armas para os confederados.
Quando os Nortistas tomaram a cidade em 1963, teve que desaparecer.
Os ianques dificultaram as coisas pra ele.
S� seria poupado se fosse Abe Lincoln ou uma prostituta.
Um armeiro rebelde, teria partido a cabe�a.
Bailey fez para essa pistola pra voc�?
N�o, a tirei de algu�m, que j� n�o ia us�-la mais.
Mas, a arrumou tanto,
que � como se a tivesse, reconstru�do duas vezes.
Seria muito mais c�modo se vivesse mais perto da civiliza��o,
mas, tem uma mulher � mexicana.
E tem mais filhos que dedos nas m�os.
Acredito que n�o seja uma vida m�. Um lar e filhos.
Um homem deveria deixar algo para tr�s,
al�m das marcas dos seus passos.
E uma mulher tamb�m.
Temos companhia, rapazes.
Thomas, que alegria te ver.
Digo o mesmo, compadre.
Esta � Hannie Caulder.
- Bem-vinda ao M�xico, Sra. Caulder. - Senhorita.
Bem-vinda ao M�xico, Srta. Caulder.
Afinal, partiu o cano dessa Adams?
N�o, est� boa. S� vim ver se tinha mais filhos.
Dois. Aqui, faz frio de noite.
Vamos para casa.
Maldito seja, maldito seja!
- Aconteceu alguma coisa? - Alguma coisa?
- Claro que sim. - Cale-se, Rufus!
Eu vou te dizer o que foi.
Quatro golpes em duas semanas e continuamos arruinados.
- E com fome! - Ainda temos caf�.
E tr�s cavalos para comer.
Se tocar num, s� cabelo do meu animal...
N�o tocaria em nada que tivesse estado entre suas pernas.
E o que me diz, da garota de Sonora Town?
Voc� nem a cheirou.
Claro que a cheirei. N�o � verdade?
E eu, � que sei?
N�o se lembra daquela noite que vim cheirando � l�rios?
- Isso n�o prova nada. - Est� me chamando de mentiroso?
- Ele me chamou de mentiroso. - Por que voc� �!
Diz-me uma vez que menti.
Quando disse que n�o havia guardas na dilig�ncia que tentamos assaltar!
- E dispararam em n�s todos. - Isso.
Mas isso foi um engano, n�o uma mentira!
Al�m disso, nunca disse que era perfeito.
- Tudo o que disse... - Cale-se, Rufus. Quero pensar.
- Com o qu�? - Seu filho da...
Era uma brincadeira, ok. Perdeu o seu senso de humor?
Perderei o meu irm�o mais novo,
se esse grande filho da m�e, n�o se calar!
- Frank. - Sim.
Onde podemos roubar dinamite?
- Vamos explodir com este idiota? - N�o, n�o faremos isso.
Vamos roubar outro banco.
Lembra de quando disse...
- Que lugar disse? - Sonora Town.
Sonora Town. Lembrei-me de um cara...
� uma mulher muito bonita.
Quer ser um homem.
Jamais conseguir�.
- N�o, � improv�vel. - Devemos dar gra�as a Deus.
Posso saber por qu�?
- � uma longa hist�ria. - E n�o � assunto meu.
Bem... e...
quanto a sua arma...
Dever� ser leve, � obvio. Isso sempre d� algum problema.
Quanto mais leve, mais fino o a�o,
e a� est� a sua fraqueza.
Embora se possam usar, alguns truques.
Thomas?
Vai estar uma noite muito fria.
Certamente.
Toma, segura-o.
Segura-o com as duas m�os, no alto, com os bra�os estendidos.
No alto, isso.
P�e na altura do ombro e vai enrolando, meia volta cada vez.
Bem. Agora, volta a desenrolar devagar.
N�o deixe que escorregue.
Baixa at� ao fim, da mesma maneira que subiu.
Vamos.
Mais r�pido!
Bem. Fez muito bem.
Repete dia e noite,
at� que possa faz�-lo 30 vezes.
A� estarei preparada?
A� vamos te dar uma pedra maior.
P�s no cano o triplo da p�lvora que normalmente usar�.
Se n�o explodir na sua cara, dever� durar bastante.
Quem �?
Parece um pregador.
N�o �.
Antec�mara nova.
Duas semanas.
Talvez em uma.
Cuido tanto do exterior,
porque nunca vi atra��o na morte.
Algo mau e podre, de onde n�o se volta atr�s.
Pelo menos posso, acrescentar um pouco de estilo.
- Por que tem dois gatilhos? - � parte da magia Bailey.
Evita de se puxar o percussor com o polegar.
Use o dedo do meio para o gatilho inferior.
O percussor retrocede. Ent�o, dispara outra vez.
Nunca aperte o gatilho, a menos que esteja apontando.
Embora esteja descarregado.
Esta � sua primeira li��o de tiro.
Vamos.
Disparamos daqui.
N�o faz sentido se aproximar,
at� que seja r�pida.
Bem...
Saca a arma do coldre, devagar e com cuidado.
N�o...
Devagar e com cuidado. Melhor ser boa, que r�pida.
Est� bem.
Com o bra�o estendido. Olha por cima do cano.
Os dois olhos, bem abertos. Logo explico isso.
Aperta o gatilho, n�o tire os olhos dele.
O que acha? Duro como uma mula, n�o �?
- Sim. - Calibre 45.
Calibre 45. Levanta um homem pelos ares.
- Mas nem toquei. - Acertou no ch�o,
adiante, um pouco para a direita.
N�o est� nada mau.
Tente de novo.
Agora incline-se um pouco. Tamb�m apontam para voc�, sabe?
Em frente.
Outra vez.
Outra vez.
Outra vez.
Outra vez.
Calcular a dist�ncia n�o � o mais importante, embora.
Ao entardecer, as sombras se alargam...
e d� a impress�o de que h� mais dist�ncia.
A meio-dia, n�o h� sombra. O sol est� na vertical.
Parece que pode toc�-lo.
Se estiver muito perto de um homem, o v� muito.
O v� suar,
engolir a saliva a piscar...
e enquanto olha para ele, ele pode te matar.
Afaste-se,
observa tudo,
e nada,
e dispara aqui.
Bem aqui.
E, depois de disparar, mexa-se.
Anda.
Balan�a enquanto dispara, ele tamb�m est� disparando.
Al�m da dist�ncia, leva em conta a natureza humana.
Olha, h� um rapaz ali, a sua esquerda,
parece um canalha,
todo r�gido ao sol,
os polegares no coldre, pernas abertas e o chap�u para tr�s.
� direita h� outro que n�o se v� o rosto,
o chap�u enterrado na cabe�a parecendo que nem te viu.
E ter� que matar aos dois.
� conveniente matar primeiro o mais r�pido.
Repete.
Aqui.
Mesmo aqui. Continuemos trabalhando.
N�o se parece com um homem que anda pela vida matando.
Vamos.
Bailey!
S�o clientes?
Poderia passar sem eles.
Pessoal, para casa.
Corram.
- Bom dia. - Bom dia.
Em que posso ajudar?
Winchester.
Bailey.
Outra vez, Hannie!
Outra vez, Hannie!
Rufus, abaixe-se. O cofre vai explodir!
- S� um momento. - Para o ch�o!
Eu disse...
Estragou o dinheiro!
Idiota, Idiota!
Vamos, Rufus.
- Ok? - Jesus Cristo!
Obrigado, ok.
O rapaz disse que os viu bem.
Ontem no Congresso. Poderiam chegar esta tarde.
Repito mais uma vez, deixe-os, Hannie.
- N�o posso. - Ou seja, n�o quer.
Quero dizer que n�o posso.
- V�o ter o que merecem! - Mas voc� n�o.
Ganhe ou perca, perder�.
N�o vai ser a mesma pessoa.
- Isso que eu espero. - � a sua vida, mo�a.
Que tipo de vida se qualquer homem que olho...
- Eu tamb�m sou um homem! - E, o que v�?
A mulher a que apoiei por pura mesquinharia.
Melhor se a tivesse deixado l�.
Deveria saber.
V� em frente. J� n�o preciso de voc�.
S� me usou, n�o foi?
Sim.
Como disse,
voc� mente mal, Hannie.
Como que n�o tem dinheiro? Onde est� a sua parte do �ltimo golpe?
Que parte? J� faz algum tempo.
Frank tem raz�o, Emmett. As mulheres custam dinheiro.
Para que quer mulher? Tem a cal�as mais vazias que a cabe�a.
Cale-se! Fa�a-o se calar.
Cale-se!
E dois mais dois s�o quatro!
Cheira bem, Frank. N�o se vire.
Se conseguir fazer tudo o que eu digo,
a sua vida ser� mais f�cil...
e muito mais longa.
Tira o coldre,
e atira para o ch�o.
D�-lhe um pontap�, e vire-se.
Frank Clemens, n�o � verdade?
- � o que dizem. - Pagam $100 d�lares pela sua cabe�a.
Isso que eu chamo de infla��o.
O escrit�rio do Xerife fica do outro lado da pra�a.
Vamos ver se conseguimos chegar l� juntos.
Thomas.
Thomas.
Tira-me daqui.
Tinha raz�o sobre mim,
eu minto mal.
E n�o sabe disparar tamb�m.
Quem mente agora?
V�o te matar, Hannie.
V�o tentar.
Promete-me...
Promete-me que n�o...
Hannie...
eu seria um filho da m�e!
Sim, senhora?
Os irm�os Clemens, sabe onde est�o?
Os outros, n�o sei, Frank est� no quarto 22.
Isso d� para o come�o.
N�o me recordo de ter te contratado.
Claro que n�o. Ando procurando algu�m.
Se estiver a� acima, n�o vale a pena encontr�-lo.
Para mim, sim.
- J� come�ou, Herman? - Termino tarde, senhora.
- Vamos estar l� fora tomando sol. - Sim, senhora.
Levante-se.
P�e isso.
Posso p�r as cal�as?
N�o vai precis�-la por muito tempo.
O que significa isto?
Que vou te matar.
Ir� "tentar".
Assim que estiver preparado.
Outra vez, Hannie.
Outra vez, Hannie.
Outra vez.
Parece que caiu o p�ster!
Aqui est�. Exatamente $100 d�lares.
Maldita seja, mulher, n�o precisava parti-lo em dois.
Ambas as partes combinam, n�o?
- Para o enterro. - Sim...
� um gesto pouco comum.
Aprendi com um homem pouco comum.
E espero que todo o dinheiro, v� para o enterro.
N�o sei se gosto do que insinua, senhora.
N�o tem que gostar, apenas lembre-se.
Odiaria ser como voc� quando os outros irm�os Clemens souberem disto.
Eu n�o gostaria de ser como voc� nunca.
Roubei uma b�blia.
Quer ler em mem�ria do Frank?
Sabe que n�o sei ler! Vai para o inferno!
N�o deveria ter feito isso. Deus se vai zangar e nos...
- Cala a boca de uma vez! - Quero dizer algo pelo Frank.
- Pois diga e acaba de uma vez! - Est� bem.
Frank,
voc� est� morto.
Meu Deus...
Sinto a sua falta, canalha miser�vel!
Em vez de chorar, deveria procurar � cadela que fez isso.
Diabos! Sim, quando ver essa maldita...
perdoa-me, meu Deus... todo poderoso. Andei procurando.
E ela est� tentando acabar com a nossa fam�lia.
- Com que diabos acha isso? - Temos que mat�-la.
Vamos procur�-la e acabar com ela.
O que fazem ali?
- Pouco me importa. - Vai saber!
Disseram que est�o cavando mais duas covas.
Mandaram eles cavarem.
- Quem? - Uma mulher do povoado.
Ela mandou eles fazerem...
Diz que cavem s� uma, � tudo que ela vai precisar.
- Ela? - Ela! Porque vamos mat�-la!
- D�-me um quarto disso. - Isto n�o vem como o u�sque, senhora.
No entanto temos garrafas maiores.
Solta a maldita garrafa.
Ol�, Rufus.
Acredito que est� mais esperta do que da �ltima vez.
N�o disseram-me o mesmo de voc�.
Bem...
Passamos por bons momentos na sua casa, n�o foi?
Depende do que considera "bons momentos".
N�o tinha te reconhecido de imediato.
Porque n�o tinha te visto, vestida!
Sabe? Emmett e eu estamos muito bravos
pelo que fez ao Frank.
Era nosso irm�o.
E os irm�os n�o crescem nas �rvores.
Vou dizer o que vamos fazer.
Voc�, eu e Emmett vamos fazer uma festinha pelos velhos tempos,
e depois vamos separar a sua cabe�a do resto do corpo.
Vamos, bom bonzinho.
Mexe o seu rabo.
Eu disse mexe o seu...
- Isso � para o enterro. - Mas tem o suficiente para dois.
Exato.
Me faria um grande favor, se sa�sse da minha cidade,
antes que morra algum inocente em tantos tiroteios.
Por que n�o disse o mesmo para os Clemens?
N�o incomodavam. Foram de um lado para outro porque os perseguiam.
Voc� est� mandando bala pra todos os lados!
Vou te dizer uma coisa, Xerife.
Diga ao �ltimo Clemens que a Hannie Caulder o espera na velha pris�o.
Vou acabar o que tenho que fazer e n�o vou te incomodar mais.
Voc� � uma mulher muito forte, Hannie Caulder.
Algu�m disse:
N�o h� mulheres fortes, s� homens fracos.
Aquela desgra�ada!
Que diabos ela pensa que �? Pagando o enterro da minha fam�lia?
Onde diabos ela est�?
Onde ela est�?
Na velha pris�o. Disse que estaria te esperando.
Ela disse, n�o foi?
Assegure-se de que seja em leg�tima defesa.
Se estiver perto de um homem,
o v� muito bem...
...o v� suar...
...engolir a saliva...
...e piscar.
Observa as m�os, observa os olhos.
Lembra-se que ele tamb�m te aponta.
Escolhe um lugar.
Pronta, Hannie, prepare-se.
Agora!
Outra vez, Hannie, outra vez.
Ganhando ou perdendo, voc� perder�, Hannie Caulder.
A vida...
...nunca � tranquila,
...n�o at� que...
...encontre a maneira...
...de o fazer...
...que deixe de ser uma batalha.
Fa�amos que seja mais tranquila,
...dia a dia.
Tantas lutas...
...e rixas...
...fazem montanhas...
...de um nada.
Gente que ri,
...gente que canta,
...gente que ama,
...isso � o que vale.
A vida...
...nunca � tranquila,
...n�o at� que...
...encontre uma maneira...
...de o fazer...
...que deixe de ser uma batalha.
Assim, quando for tranquila,
...faz que dure.
Que continue a ser.
Que continue a ser.
Que continue a ser.
Tradu��o PT-PT Por: lhalves PT-BR por: virtualnet
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