Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
-O que quer tomar? -Qualquer bebida.
-S� tenho u�sque. -� uma bebida.
Cheio?
Ol�, xerife.
-Acalma-se, j� foi embora. -Quem?
-O xerife. -Do que est� falando?
Est� tudo bem, j� te disse. � meu amigo.
Ainda bem.
N�o fique nervoso. Eu te pago uma bebida.
-Porqu�? -Parece que est� precisando.
Obrigado.
Agrade�a a quem a pagou, ao Kruger.
-Quem � o Kruger? -Meu patr�o.
Tem uma mina fora da cidade. E � dono da cidade tamb�m.
Agrade�a-lhe por mim.
-J� trabalhou em uma mina? -J� andei ao min�rio.
Temos falta de bra�os na mina. Est� interessado num emprego?
N�o, estou pensando em me instalar aqui. Obrigado de qualquer modo.
Est� perdendo uma boa oportunidade.
Se trabalhar para o Kruger, ele paga bem, n�o faz perguntas
e n�o gosta de pessoas que as fa�am. Nem os xerifes.
Onde quer chegar?
N�o deixe que o nome desta cidade te engane.
� um ref�gio, mas n�o � pac�fico.
N�o ligue para o Tippy. Ele delira b�bedo ou s�brio.
Peaceful Haven (Ref�gio Pac�fico). Quem acha que deu o nome a terra?
O velho Kruger. Um cavalheiro extravagante.
J� bebeu bastante.
Tenho de ir andando.
Quando partir vire ��direita. O gabinete do xerife � � esquerda.
J� estive metido em v�rias confus�es. E o Kruger tamb�m.
Por isso � que ele � bom para tipos como n�s.
Quando se domina uma cidade
tem de haver um entendimento com as autoridades, por assim dizer.
E esse emprego, quanto � que d�?
$80 por m�s, cama, comida e porcentagem na explora��o.
Ent�o talvez eu aceite.
Mais cedo ou mais tarde o rato fugido encontra um buraco.
N�o � verdade, Benson?
Que fique bem claro. Aceito este emprego porque preciso de apoio
e � essa a �nica raz�o.
At� parece que estava a duvidar da tua palavra, n�o �, xerife?
Precisa de apoio, mais nada.
Entra, temos mantimentos para levar da cidade.
Aqui o Benson dava um bom capataz.
Peaceful Haven. � aqui que fica, sr. Milburn.
Desculpe, senhora, ainda tem pela frente uma longa viagem.
� melhor beber enquanto pode.
Por favor, ali tem um homem que pode fazer perguntas.
Se fizer, diga que me conhece, que somos amigos e viajamos juntos.
Me chamo Eleanor Frederick. Lembra-se disso?
N�o entendo.
Eu explico depois. Por favor, � importante.
-Qual seu primeiro nome? -Aubrey.
Aubrey Milburn. N�o me esque�o.
Diga qualquer coisa, por favor.
Deseja alguma coisa?
Procurada - Foragida da Pris�o de Mulheres de Indiana- Judith Burns
Que semelhan�a extraordin�ria, n�o �?
� extremamente parecida comigo, n�o �, Aubrey?
N�o sei que cara tenho, mas tenho sido tomada por tanta gente.
Lembra daquela experi�ncia embara�osa em St. Louis, Aubrey?
Est� perdendo tempo, srta. Volte para o leste na primeira dilig�ncia.
N�o, n�o partirei.
Que grandes garras!
Deixem-na ir.
Ela n�o sabe guiar os cavalos. � capaz de se matar.
N�o seria nada mal.
O que aconteceu?
Que esquisito. N�o tem condutor.
-Talvez tenha ido pedir ajuda. -N�o se sai andando de um desastre.
Ainda respira.
Olhe a mo�a.
� bem bonita, n�o �?
-Como ela est�? -Muito ferida.
O que faremos, ficaremos aqui?
N�o podemos deixar aqui para morrer. Leve-a para a carro�a.
-Tem coisas na vida pior que a morte. -O quer dizer com isso?
Nada. O Tippy gosta de falar muito.
N�o h� nada mais lament�vel e horr�vel
que os gemidos de um doente, n�o �?
Com o tempo se acostuma, sr. Peters.
A sua nova casa. Parece uma grotesca pris�o, n�o �?
�, sr. Peters, e s�o homens como o senhor e eu
que a fizemos o que �.
Vai ver, sr. Peters, vai ver.
O que � que ele tem?
Acho que est� batendo as botas.
O que aconteceu?
Ficou farto. Tentou atravessar o deserto a p�.
Porque ele fez isso?
H� tr�s maneiras de sair daqui.
Atravessando o deserto pelas montanhas
ou regressando a Peaceful Haven. S�o todas iguais.
Est� morto.
Bandy, Smith, v�o buscar p�s e abram uma cova.
Benson, o juiz...
N�o est� em condi��es de assistir ao funeral.
-B�bado? -Inconsciente. Est� dormindo.
Talvez o sr. Milburn queira presidir.
Tem ar de quem sabe umas ora��es de cor.
Milburn, venha c�.
-Como sabe meu nome? -Vi em sua carteira.
Pelo estado do meu tornozelo,
terei que abusar da sua hospitalidade mais um tempo.
-Fique o tempo que quiser. -� muito generoso. Mal fique...
N�o � generosidade, sr. Milburn.
Pode trabalhar, tenho falta de homens.
Mas eu mal posso andar. Pode ver isso.
Al�m do que, n�o entendo nada de minas..
N�o � verdade, � muito delicado.
O Tippy lhe arranja trabalho na cozinha.
Peaceful Haven fica h� cerca de 56 km � leste.
Ningu�m � obrigado a ficar, sr. Milburn.
Talvez se me emprestasse uma carro�a e um cavalo...
Isto � uma mina, n�o uma cocheira.
-Estou pronto para pagar. -N�o preciso do seu dinheiro.
O que aconteceu � mo�a?
Parece que n�o passa desta semana. Talvez seja o melhor.
-Ou n�o sabia? -N�o sabia o qu�?
V� dizer umas ora��es.
Voc� a�, o homem novo, venha c�.
-Como se chama? -Peters.
O Benson deve ter te encontrado debaixo de uma rocha.
Ainda n�o acabei.
Ent�o fale de outra maneira. Essa n�o me�agrada.
-� duro. De onde voc� �? -De al�m.
J� trabalhou numa mina?
O que est� fazendo aqui?
O m�dico me disse que o ar faria bem aos meus males.
Qual deles? Assassinato ou roubo?
� muito emotivo, Peters.
Deixa que esse calor te acalme.
S� estou interessado no trabalho que fizer.
N�o na tua hist�ria pessoal.
Falta um homem para a p�lvora. J� que � dos duros,
a partir de agora fica com o trabalho dele.
Fique com o trabalho.
N�o quero ir pelos ares nem por voc� nem por ningu�m.
Achei que nunca tinha trabalhado numa mina.
Li num livro.
Ou te agrada ou vai embora. Aceita este emprego ou nada.
Ou talvez seja covarde demais para ele.
J� arrebentei tipos por me falarem assim.
Ent�o venha.
Lamento. O meu tornozelo est�...
Ent�o, Kirby, n�o � maneira de tratar um convidado distinto.
Ele � um palerma. Saia daqui.
Arranjou uma boa carga nesta �ltima viagem, Benson.
Tanto ele como o espertalh�o do Peters, s� tive encrencas.
O que tem o Peters? Faz o seu trabalho, n�o faz?
� bom trabalhador, quando n�o anda por a� fazendo perguntas.
Peguntas n�o fazem mal, desde que n�o sejam respondidas.
A �nica resposta que lhe dou � um soco na cara.
Se isso n�o segurar, o que n�o tirar de mim, tira dos homens.
O que eles podem dizer? S� se voc� come�ar a falar.
Nunca abri a boca, certo?
Os maus fogem quando n�o s�o perseguidos.
mas os justos s�o corajosos como le�es.
Se algu�m tiver a l�ngua solta...
Eles descobrem um dia. N�o � melhor dizer o que os espera?
Talvez ele tenha raz�o. Podemos precisar deles para lutar.
-Eles lutam. -Por que est� t�o certo?
Lutam pela mesma raz�o que me toleram apesar de me odiarem.
O que mais podem fazer?
Homens desesperados �s vezes se viram
para um poder maior que o seu, Kruger.
N�o, Kruger! Por favor, Kruger!
Pronto, juiz, agora � um homem desesperado.
Vejamos o grande poder deixar escorregar-lhe isto pela barriga.
Kruger, n�o devia falar assim. N�o est� certo.
A f� de um homem � a sua for�a. N�o devia zombar.
O que fez por voc�? Impediu que o expulsassem do seu cargo?
Impediu que se tornasse um vigarista ordin�rio e baixo?
N�o � verdade. Fui respeitado no tribunal, era uma autoridade.
Ensinei em Universidades.
S� cometi um erro.
Qualquer um pode cometer um erro.
Se deixar que sintam o cheiro do dinheiro. � essa a sua f�.
A �nica coisa em que acredita, a �nica coisa que lhe faz bem.
Vamos, deixe escorrer isto pela barriga abaixo.
H� muito tempo que trabalha para o Kruger?
Bastante.
-Deve ser um homem muito rico. -Me contento com a metade do que tem.
� pena que n�o tenha fam�lia ou parentes a quem deixar tudo isto.
N�o conhece o Kruger. Se tivesse fam�lia,
fazia quest�o de lhes sobreviver a todos.
-Ele descobriu esta mina ou... -Ou o qu�?
Pensei que pudesse ter comprado a concess�o de algu�m.
Pensa de mais. Meta o nariz no balde do lixo.
N�o o meta nos neg�cios dos outros. Depressa!
� pago para trabalhar, n�o para fazer perguntas.
� uma hora esquisita para fazer seu trabalho, sr. Milburn.
A perna me atrasa. Pensei fazer isto enquanto comia.
Muito sensato.
� uma sala interessante, n�o �, sr. Milburn?
Cheia de coisas interessantes.
O que quer daqui? O que anda a procura?
J� disse que estava limpando.
� mentira. O que quer daqui? Diga-me.
-Juro que est� imaginando. -Sente-se!
Detesto pessoas dissimuladas, sobretudo cavalheiros.
No futuro, se quiser saber alguma coisa, me pergunte.
O que acha do meu quadro?
Sei pouco de arte.
Ricardo III. Um grande homem.
Depende do que chamar grandeza.
O que teria feito no lugar dele, sr. Milburn? Acho que sei.
Provavelmente encolheria em um canto e morria a lamber as feridas.
cheio de pena de si pr�prio.
Ele n�o, tornou-se Rei.
Assassinando, pela brutalidade, sem consci�ncia.
"A consci�ncia n�o passa de uma palavra que os covardes usam,
destinada a manter os fortes em respeito.
Que os nossos bra�os fortes sejam a nossa consci�ncia,
as espadas da lei".
Eu li Shakespeare.
H� sempre uma cita��o para responder a outra.
"O que aproveita um homem ganhar o mundo, se perder a alma?"
A alma! Eu jogo na imortalidade do homem e fico com o que puder
enquanto puder. E, se tiver de pagar ao diabo,
palpita-me, que nos entendemos muito bem. Estou certo que ele o fez.
-Parece identificar-se com ele. -Podia fazer pior.
Ao defend�-lo, est� simplesmente tentando justificar as suas a��es.
Ele n�o precisa de defesa. Nem eu.
A minha for�a � a minha justifica��o.
Quando quero alguma coisa, eu agarro, me entende?
-Acho que come�o a perceber. -Saia!
-Tudo pronto? -Sim, tudo pronto.
A terceira carga falhou. O que acha, Benson?
A terceira carga falhou.
Damos -lhe 5 minutos.
Os 5 minutos passaram, Peters.
Acha que eu vou l� dentro agora?
� quem p�e a p�lvora, a responsabilidade � tua.
N�o tem assim tanto dinheiro, Kruger.
O rastilho pode ter apagado ou pode estar �mido.
a arder devagar. N�o tenho pressa de saber.
Tem medo.
Tenho? Porque n�o entra?
Lamento te desapontar.
Foi por pouco, n�o foi?
O espect�culo acabou. Voltem ao trabalho.
Est� bem, patr�o?
N�o devia fazer essas coisas. N�o vale a pena.
Ele s� est� irritando-o.
Da pr�xima vez que aquele malandro...
Viu as caras dos homens esperando, rezando para eu ir pelos ares?
E depois, quando explodiu, devia ver a cara deles.
O que �? O que quer?
� a mo�a que trouxemos. Acho que est� morrendo.
E o que quer que eu fa�a?
Benson, se encarregue das coisas.
O que est� fazendo? Devia estar descascando batatas.
Eu o chamei.
Chamou? Volte para a cozinha onde � o seu lugar.
Cala-se, Tippy. Voc� que colocou esta ligadura?
Sim. Tentando salvar-lhe a vida.
N�o admira que esteja assim. Essa ligadura est� nojenta.
Provavelmente infectada.
Kruger, esta mo�a precisa de um m�dico j�.
� pena, quem adoece aqui fica nas m�os do Tippy.
� um inconveniente, confesso,
mas � o mais parecido com um m�dico que temos
deste lado de Peaceful Haven.
Que pena.
Kruger, ela precisa de cuidados.
� um homem inteligente e com cultura, vejamos o que pode fazer.
Mas eu n�o sei nada de medicina.
Pelo menos pode tentar.
Afinal esta mulher tem uma d�vida para com a sociedade.
N�o podemos mand�-la para a pris�o, se estiver morta.
Vai mand�-la de volta?
� um homem de honra e moral. O que faria?
Preciso de �lcool e outras coisas. Onde as arranjo?
No armaz�m, a n�o ser que o Juiz tenha bebido tudo.
V� buscar e depois saia daqui. D�em uma oportunidade � mulher.
Trate disso, doutor.
Posso fazer alguma coisa?
Fizemos tudo o que pod�amos.
Receio que j� n�o esteja nas nossas m�os.
"O Senhor � meu pastor, nada me faltar�.
Fez-me deitar em prados verdes.
Conduziu-me junto as �guas calmas."
Por favor, senhor.
Precisa de dormir. Por que n�o se deita?
Eu estou bem, obrigado.
Se ela se salvar, vai se casar com ela?
Mal nos conhecemos. Por que pergunta isso?
Pensei...
pela mane�ra como olhava para ela.
Porque � que tinha que ficar metido nesse buraco?
O meu tornozelo.
Leva tempo para sarar, n�o �?
Eu n�o sei. �?
N�o se aborre�a. O que faz do seu tempo � problema seu.
Quem me dera que fosse um tornozelo machucado que me mantivesse aqui.
O que � que o mant�m aqui, Peters?
� f�cil, � escolher entre o Kruger e a pris�o.
Pessoalmente acho que o Kruger d� comida melhor.
-A pris�o? O que � que... -Respondo a isso, tamb�m.
Umide�a-lhe os l�bios.
Agredi um tipo. Um grande propriet�rio numa cidade pequena.
Ele merecia.
Mas me condenaram a um ano, e eu n�o queria perder o meu tempo.
-Por isso fugiu. -Fugi.
Onde pensa que vai?
Acabei as panelas.
Ent�o pode come�ar a arranjar os frangos para o jantar.
-Arranjo-os depois. -Come�a j�.
Grande malandro, eu...
Tamb�m sou um pouco m�dico. Volte ao trabalho.
Isto � que � viver. Eu dou as ordens e o senhor trabalha.
Assim � que est� bem.
N�o � mesmo bom?
Sr. Kruger, posso apresentar-lhe a srta. Burns?
Srta. Burns, � bom v�-la de p� e recomposta.
Sr. Kirby, sr. Benson.
Tem muito melhor aspecto do que quando a vi pela �ltima vez.
Quase n�o davamos nada por voc�.
O Senhor foi bom para ela.
Estamos cientes desse fato. Mas nem o Senhor desmerecia
da assist�ncia m�dica do sr. Milburn.
Ajudou a salvar sua vida. Creio que est� ocupado.
Est� limpando uns frangos.
Claro que quer lhe agradecer. Mas pode faz�-lo depois.
Queria que conhecesse alguns dos meus homens.
Senhores, apresento-lhes srta. Burns.
Vai ficar conosco uns tempos.
Pelo menos at� mandar uma carro�a de mantimentos
a Peaceful Heaven.
Tenho que regressar a Peaceful Heaven?
� que ia a caminho de Terry's Junction quando...
Gostaria de fazer tua vontade,
mas Terry's Junction fica h� cerca de 140km de deserto.
N�o estou equipado com esse tipo de transporte.
Algum problema, srta. Burns?
N�o, receio estar ainda um pouco fraca.
Esteve em muito tempo. Melhor lev�-la agora.
Com licen�a, desculpem.
N�o faz mal, eu compreendo.
Srta. Burns, est� satisfeita com as suas instala��es?
-Estou, obrigada. -�timo.
Se precisar qualquer coisa, esteja � vontade para me procurar.
Podia por lhe p�o e �gua no quarto.
se isso a fizesse sentir mais em casa.
O sr. n�o podia deixar de falar, tinha de lhes dizer.
Sabiam tudo sobre voc� 10 horas depois de terem nos recolhidos.
Est� mentindo.
Pronto, sr. Kruger, j� se divertiu. Agora me d� uma oportunidade.
-O que posso fazer? -Me mandar para Terry's Junction.
J� disse que � imposs�vel.
Pelo menos me d� um cavalo. Vou sozinha.
-Juiz, leve-a para o quarto. -Ent�o deixe-me ficar, por favor.
� melhor vir comigo, n�o adianta.
Por favor, sr. Kruger, me d� uma oportunidade.
Pare de pedir! Pare de pedir!
Pedir? Eu lamberia suas botas. Eu faria tudo para n�o regressar.
Tudo! N�o sabe o que � estar na pris�o.
O que pensa que estou fazendo nesta ratoeira?
Entre, sr. Milburn.
Se me chamou para agradecer por salvar sua vida,
n�o se incomode. Foi um acidente.
Parece que lamenta.
Nem lamento, nem estou satisfeito. Aconteceu, mais nada.
N�o acredito, acho que sabia exatamente o que estava fazendo.
Acho que voltaria a fazer a mesma coisa.
Isso � um cumprimento?
N�o, um coment�rio do tipo de homem que �.
N�o tenho sido um anfitri�o am�vel, n�o �?
Acho que pagou a sua estadia este tempo.
Pode ficar aqui at� estar pronto para partir.
Prefiro ficar estar onde estou.
-Sabe se os homens gostam? -Arrisco.
� um tolo. Os homens queriam me ver com a faca nas costas.
N�o te perdoam ter lhes tirado esse prazer.
-Pelo menos posso dormir de noite. -Pensa que eu n�o durmo?
Acabou?
-Tenho muita pena de voc�. -O que quer dizer com isso?
A princ�pio pensei que era cruel
pelo simples prazer de ver os outros sofrer.
Mas n�o se trata disso. Construiu um pequeno imp�rio.
Encheu-o com os desesperados e miser�veis
que p�de encontrar.
Trata-os como animais, a pontap�.
Priva-os da dignidade a que qualquer homem tem direito.
E tem prazer a todo o momento.
Porque quanto mais baixo eles ca�rem, mais alto o sr. sobe.
Porque lhe d� a sensa��o de ser algu�m.
uma coisa que nunca consegui numa sociedade normal.
N�o sabe o que est� dizendo.
E agarra-se a isto como se disso dependesse a sua vida.
Luta, suborna e mata para o conservar.
Mas n�o � um grande homem, Kruger, � terrivelmente inseguro.
E n�o podia ter mais medo.
N�o � verdade.
N�o tenho medo de nada. De nada no mundo.
O que � que quer?
N�o quero interferir, Kruger.
Mas a maneira como tratou a mo�a, foi horr�vel.
Porque n�o pode mudar? Porque n�o pode parar
de atormentar as pessoas e trat�-las como seres humanos?
Ainda n�o � tarde, Kruger, nunca � tarde.
N�o comece a fazer um serm�o. Juiz, n�o estou para a� virado.
Como pode esperar que tenham miseric�rdia consigo
quando n�o tem nenhuma com os outros?
Eu n�o preciso de miseric�rdia.
Quando se tem medo, pede-se miseric�rdia e eu n�o tenho medo de nada.
De nada que vejo ou n�o posso ver.
Eu estava enganado, n�o muda nunca.
-Mas os homens... -Julga que s�o diferentes?
Podiam ser se lhes desse uma hip�tese.
Se me deixasse falar com eles, explicar-lhes as coisas, mudavam.
-V�, Milburn... -N�o eram...
� o que faz a bebida. Transforma-nos em aut�nticos cruzados.
Como o Juiz aqui.
Vai reformar o mundo, salvar a humanidade.
Se acha capaz de mudar os homens?
Est� bem, Juiz, eu n�o interfiro, sou todo a favor.
Est� mesmo a falando s�rio?
Claro que estou, vou reunir os homens imediatamente.
Talvez fa�a deles homens, quero ver isso.
N�o sei como lhe agradecer, Kruger. Vou provar que tinha raz�o.
Ver�, eles mudam. Obrigado, Kruger.
Pronto, Juiz, pare com a choradeira. Venha, Milburn.
Sil�ncio um momento.
Eu e o Juiz tivemos uma longa conversa.
Chegamos a conclus�o que s�o um bando de malandros.
mas o Juiz acredita que ainda tem salva��o.
Ele acha que ainda pode salvar alguma coisa.
Ser�o reformados a partir de agora.
Calem-se! Ou�am.
Talvez ele tenha raz�o e n�o faz mal nenhum.
O Juiz ir� falar e quero que lhe mostrem o respeito...
e a aten��o a que ele tem direito.
Muito bem, Juiz, est�o � sua disposi��o.
Pedi para lhes falar hoje porque quero restaurar
a coragem e a f� que perderam.
Se lhes vai dar f�, d�-lhes f�.
Deixem-me agarr�-lo. Ele vai apanhar.
Kruger, diga-lhes que o deixem em paz.
Socorro! N�o! Me-larguem!
� um velho, Kruger. � capaz de morrer.
Chega, Juiz, des�a!
Para qu�? Para continuar a viver com eles?
Para ser ridicularizado e insultado?
-N�o, chega, Kruger! -Eu disse que volte aqui!
O que �, Kruger, tem medo de ouvir a confiss�o de um velho moribundo?
Claro que tem medo. Sabem porqu�?
Porque tem na cabe�a a marca de Caim.
Pela �ltima vez, des�a!
Diga-lhes como conseguiu a mina, como assassinou seu irm�o.
Fale de seu sobrinho, o Clay.
Ele tentou recuperar a mina e jurou vingar a morte do pai e vir aqui um dia.
Cale-se, seu tolo est�pido!
Sou tolo? Sabem porque ele me mantem aqui?
Porque era seu conselheiro legal.
Sabia todos os seus truques e vigarices. Fazer se parecer honesto.
Fazer com que um assassinato parecesse leg�tima defesa.
E voc�s, porque pensam que est�o aqui?
Uma mina em que trabalham ladr�es , condenados e assassinos?
Est�o aqui com uma finalidade. Como a cerca
e o barrac�o cheio de armas e muni��es.
Est�o aqui para manterem o sobrinho afastado.
Para lutarem quando chegar a hora.
Quando Clay e os seus homens invadirem isto
para ocupar o que lhe pertence.
N�o o ou�am, ele � louco.
Pronto, continuo a viver sem orgulho.
Deixem que lhes trate como esc�ria enquanto esperam a morte.
N�o o Juiz!
A dignidade � uma coisa engra�ada.
H� homens que se negam a viver sem ela.
O que quer?
O Peso disse que estaria aqui. Te trouxe comida.
N�o quero nada.
Talvez se sinta melhor se comer alguma coisa.
V� embora, se te encontram aqui, h� mais encrencas.
N�o seria nada que j� n�o me tenha acontecido.
Espere!
Fecha a porta. Quero falar contigo.
Quero lhe agradecer isto.
Era o m�nimo que podia fazer. Afinal foi por minha causa que...
Esquece!
N�o foi s� por voc�. Estava desejando um confronto.
� engra�ado. Julguei que te conhecia.
Isso mostra como uma pessoa pode se enganar.
O que quer dizer com isso?
Nunca pensei que fosse rastejar ao Kruger, como foi.
Que esp�cie de mulher � voc� afinal?
N�o t�o m� como me julga. Nem t�o boa como gostaria de ser.
Isso n�o � resposta.
Tamb�m a tua n�o � pergunta. Tem de aceitar as pessoas como s�o.
Acho que sim.
Pensei muito em voc� desde esta manh�.
Tem alguma luz aqui?
Porque? Tem medo do escuro?
Digamos que sempre que estiver perto de um homem.
Eles te cortaram, n�o foi?
S�o especialistas nisso. O que pensa de mim?
Tem �gua aqui?
Est� no balde. O que est� pensando?
Que tenta ser um her�i louco do Oeste.
Acho que ambos est�vamos enganados.
O que vai fazer?
Se conseguir tirar parte desse lixo, se sentir� melhor.
E ter� melhor aspecto tamb�m.
Fique quieto. H� quanto tempo est� com o Kruger?
Vim no mesmo dia que voc�, porque?
Pela mesma raz�o. Fugindo.
N�o somos diferentes, voc� e eu.
N�o � cumprimento para nenhum de n�s.
-Voc� n�o � feia. -Claro, sou uma beleza espantosa.
De verdade.
Gosto mais quando � duro. Mas obrigada, de qualquer modo.
Posso confiar em voc�?
N�o est� na hora de come�ar a confiar em algu�m?
Tenho um plano. H� muito tempo que penso nele.
Se der certo, sa�mos daqui de vez, os dois.
Voc� n�o precisa de fugir, basta ir a p� ver com o xerife.
� isso mesmo. N�o voltaremos, continuaremos pelo deserto.
Achas que podemos? N�o est� s� a tentar...
Estou dizendo, quero que venha, se quiser.
Eu vou.
Acalma-se.
-Est� pronto? -Ent�o?
Ent�o o qu�?
Parecem areias movedi�as. Quando entramos nelas, � dif�cil sair.
Era essa a minha ideia, n�o era?
Estamos prontas.
Tr�s minutos?
Kerby, onde est� o Kruger?
Est� no barrac�o.
Peso e Peters est�o com problemas em instalar os explosivos.
Parece que o veio est� a estreitar.
O veio a estreitar? Isso n�o faz sentido.
Eles pensam que pode estar mudando de dire��o.
Querem que v� l� ver antes da explos�o.
Vamos l�.
N�o entendo isto. Parece que o veio devia continuar
mais uns quil�metros.
N�o faz sentido.
-O que foi? -Cala-se!
Saia daqui! Para fora, depressa!
Kruger, olhe. Podemos abrir caminho para sair.
Cala-se, Benson!
N�o me interessa o que lhe aconte�a. Eu n�o vou morrer assim.
Se tiver de morrer, vai ser r�pido.
Ou�a, Benson, n�o vai morrer, n�o vai morrer.
N�o podemos sair. Para qu� se enganar?
Vamos sufocar aqui. Devagar.
Isso n�o � maneira de um homem morrer.
Vamos sair. Se houver ar suficiente, sa�mos.
Claro, desejamos que haja uma sa�da.
Vamos escavar a sa�da com as m�os, se for preciso.
-A que dist�ncia fica? -140 Km.
-� muito longe. -Quer voltar?
� melhor ter certeza.
Tenho certeza.
Vamos.
N�o posso, n�o posso continuar. As minhas m�os.
Olhe para elas. N�o adianta tentar, n�o sa�remos daqui vivos.
N�o desista! Vamos sair!
Vamos sair, s�o mais 3 metros, mais nada.
Depois conseguimos nos livrar.
3 metros? At� podiam ser 150.
Tira-se uma rocha e caem mais 3, o que adianta?
Est� aparecendo! Est� aparecendo! Continua a tirar.
Continua dizendo que vai sair.
Vamos sair! Vamos sair!
Adeus, Bob.
Adeus, Jim.
Adeus, Peso. Mantenha o nariz limpo.
Voc� tamb�m, Bob.
Bandy, se voltar � civiliza��o, nos procure.
Depois de desenterrarmos o corpo do Kruger.
Ainda h� muito ouro na mina. E a tua parte?
O que fizerem com a mina � com voc�s. Eu n�o quero nada.
Custa muito dinheiro manter uma senhora bem vestida.
Porque n�o quer uma parte?
J� ouviu falar de trabalhar para viver?
-N�o me parece interessante. -Mas vive-se mais tempo.
Nunca pensei nisso.
Continua por aqui ou ainda n�o sabe?
O seu amigo j� n�o est� conosco.
-V� embora, Bob. -Assim parece, n�o �?
Porque n�o aceita a sugest�o?
Pretendo partir logo de manh�, se puderem me arrumar um cavalo.
Era barato pelo dobro do pre�o.
Mas antes de ir h� uma coisa que todos deviam saber.
Lembram-se do que o Juiz disse antes de morrer?
Esta mina pertencer ao sobrinho do Kruger, o Clay?
-Era verdade. -O que sabe disso?
Bastante.
� que sou advogado. A firma para que trabalho
representa o Clay h� v�rios anos.
O Kruger sabia disso?
N�o. Claro que eu n�o queria que ele soubesse.
O que estava fazendo aqui?
-Estava investigando. -Chame assim, se quiser.
Se sabe que o Kruger n�o � o dono da mina, porque n�o a tomou?
Porque n�o t�nhamos provas, agora com o Kruger e o Juiz mortos.
Parece um caso desesperado.
N�s aqui dizemos, o que apanhamos, � nosso...
at� que algu�m possa provar.
Eu sei. � exatamente isso que diz o Clay.
Se n�o pode conseguir a mina legalmente,
vem apoderar-se dela pela for�a.
E acreditem, est� perdendo a paci�ncia.
Ou�a, Milburn, deixe que nos preocupemos com o Clay,
n�s tratamos dele.
-S� achei que gostariam de saber. -Est� bem, j� sabemos.
Digam-me o que acontecer.
Tudo isso me deu sede. Vamos beber.
O que foi, sr. Kirby? N�o aprecia a dan�a?
Eu sei o que tem. Est� de luto, claro.
A morte do seu querido e nobre amigo Kruger penaliza-o muito.
N�o pode ficar assim. Precisa de se animar.
Precisa de uma bebida. Que tal?
Tem de o desculpar, � um pouco acanhado.
V� l�, beba at� ao fim. � da reserva particular do Kruger.
Beba como um homem.
Quem foi, Tippy?
O Peso, o Peters e o Brandy.
Onde est� o Peters?
Ele e a mo�a partiram esta noite.
Liberta-o!
Abre a porta, Tippy.
Arrebento os miolos do primeiro homem que entrar por essa porta.
Segure-os, Kirby.
Pronto, Kirby.
Agora ou�am-me, homens.
Continua, Kruger, talvez consiga apanhar todos.
Isso n�o � inteligente. Se morrermos, n�o tem ningu�m
para lutar contra o Clay.
N�o � verdade, Kruger?
Sabem tudo do Clay. O Milburn contou-lhes.
� advogado do Clay.
Pare, Milburn!
Claro, o Clay vai aparecer e quando isso acontecer, lutem.
Todos lutem por uma coisa em que tem uma parte.
Cada um de voc�s tem uma parte desta mina, n�o se esque�am.
Est�o surpresos, n�o �? N�o devia surpreend�-los.
Se continuarem a dar ouvidos a homens como o Peters
acabam cortando a cabe�a uns aos outros.
Esta mina � grande e rica, h� muito min�rio.
O bastante para cada um ter a sua parte.
Talvez tenhamos de lutar para a manter, mas j� lutaram antes
e a parada n�o era t�o alta.
Pensem bem esta noite, amanh� podem sair daqui s�cios da mina
ou podem ter uma viagem de gra�a para Peaceful Haven. Escolham.
A prop�sito, sei quem foram os homens que tentaram me matar.
Foram o Brandy, o Peters e o Peso.
Os nomes foram passados por um informante.
E acho que devem saber quem ele �.
Venha c�, Tippy!
Aqui est� o seu informante.
Socorro! Socorro!
Ent�o � o advogado do Clay.
N�o sabe mais agora do que quando chegou.
Mas se fosse voc�, n�o faria planos para partir.
O que acontece, se n�o concordar com isso?
Eu o mato!
N�o sou o �nico homem com quem tem de se preocupar, Kruger.
-E os outros? -Que outros?
Enquanto esteve morto, alguma coisa aconteceu.
Os homens tomaram o gosto a liberdade.
O suficiente para quererem mais.
Eu entendo esses homens, Milburn. Tem de se entender para vencer.
Foi mal n�o ter entendido o Peters.
Ele volta. E a mo�a.
Duvido.
Amanh� de manh� esses homens voltam � mina.
E dou ao Peters 24 horas depois disso.
Est� sempre assim t�o quente?
Dizem que s� h� um lugar mais quente.
O Kruger deve estar queimando l� neste momento.
Que dist�ncia acha que j� andamos?
N�o o suficiente. S� estamos andando h� 6 horas.
-Tem fome? -Sobretudo sede.
� melhor fazer alguma comida. Precisamos dela.
Al�m de que os cavalos precisam de descansar.
-O que foi? -A �gua est� salgada.
N�o percebo, fomos n�s que enchemos os os sacos de �gua.
O Kruger n�o � tolo. Calculou que algu�m tentasse fugir,
mais cedo ou mais tarde e salgou todos os sacos.
O que vamos fazer?
Voltamos, vamos buscar �gua e recome�amos.
Olhem para aqueles porcos nojentos.
S� o que querem � encher as goelas de comida e bebida.
N�o h� um homem entre eles. S� escravos, porcos.
Ele deu-lhes mais que comida e bebida.
Prometeu-lhes uma parte do ouro.
Promessas! Eu conhe�o as promessas do Kruger.
Ouvi ele prometer e faltar as promessas durante anos.
Est� surpreso em encontrar os le�es t�o mansos hoje, Milburn?
Eu e o sr. Milburn temos teorias diferentes.
para domesticar animais selvagens. Ele diz...
Olhe ali!
-� o Clay. -Tem a certeza?
Por que est��a� parado?
Kirby, abre o barrac�o e distribua as armas.
Ou�am-me, homens. Dentro de minutos
esta mina ou � nossa ou do Clay. Faremos ele lamentar ter vindo.
Lutaremos daqui e ele ter� de vir at� n�s.
Esperem ele chegar perto antes de dispararem.
Agora espalhem-se e se abriguem.
Est�o todos loucos?
Deixam se convencer a lutar e morrer
por uma coisa que n�o � de voc�s nem nunca ser�?
O que acontece com voc�s, homens?
A mem�ria � assim t�o curta?
Deixam que a promessa de ouro os cegue completamente?
Milburn, cale-se e saia daqui.
De que valem suas promessas?
Fala quando precisa de n�s e esquece quando n�o precisa.
Esqueceram que matou o irm�o para conseguir a mina?
O que aconteceu ao Juiz? O que ele fez ao Tippy?
Querem saber porque o Tippy os entregou? Eu digo.
Porque ele sabia...
N�o � prova suficiente? Quem se meter na frente...
N�o v�em?
O que foi?
Talvez o calor me fa�a ver coisas.
Olhe ali.
Parece que h� fogo.
Parece que sa�mos a tempo.
O Clay apareceu. � ele ali no ch�o.
Morto?
Est�o todos mortos, exceto o Milburn.
E est� muito perto disso.
-Podemos fazer alguma coisa? -Com dois buracos de bala?
Talvez o pud�ssemos levar a um m�dico.
Deve haver algum em Peaceful Heaven.
Tamb�m h� um xerife l�.
N�o podemos deixar aqui a morrer.
O que quer que eu fa�a?
Que lhe salve a vida e acabe com a nossa?
Um ano a mais ou a menos n�o vai mudar nada.
Se n�s n�o quisermos que mude.
Est� bem. Lembre-se que ningu�m nos agradece isto.
Bem vindo, Peters. Tenho estado � tua espera.
N�o, n�o sou um fantasma. Enganei voc� e o Clay.
Estou bem vivo.
Gostou da �gua? Estava salgada demais para voc�? Anda c�.
Queria fugir, n�o queria?
Isso s� se faz de uma maneira. De p�s para a frente.
Vai sair daqui como veio. Deitado de costas.
Porque essa cara?
Esperava me sentir livre. Mas n�o est� acontecendo isso.
Detesto dever a minha felicidade � morte de homem.
O Kruger n�o merecia outra coisa.
Acho que sim.
Judy, se te incomoda, te levo onde quiser ir e continuo.
Se � isso que quer...
N�o, n�o � o que eu quero. Eu quero...
Se me quer, resolveremos isto juntos.
Sim, resolveremos.
Mais alguma pergunta que precise de resposta?
Algumas perguntas parecem n�o precisar de resposta.
N�o por palavras.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.