All language subtitles for Winnetou - Trovões na Fronteira - 1966 - Winnetou Und Sein Freund Old Firehand - Pierre Brice, Rod Cameron

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Original subtitles

- WINNETOU - - TROV�ES NA FRONTEIRA -

- Serks, apanha os outros Mustangs! - Ok! Vamos! Atr�s dos animais!

- Vince! - O que foi?

- N�o quero testemunhas. Trata disso! - Est� bem! Vamos, em frente, rapazes!

Vamos voltar para o acampamento!

- H� problemas ou qu�? - Tens raz�o, meu jovem.

- Tenho um mau pressentimento. - Podem arrumar as vossas armas.

S�o s� Apaches.

- Quem �s tu? - Winnetou, chefe dos Apaches.

- Eu disse-Ihes! - O que aconteceu?

Silers e o seu bando perseguem-nos. Mataram tr�s irm�os nossos.

- Ent�o vamos tratar deles. Vamos! - Vamos, Billy!

Deixa de fazer olhinhos � menina e vem ajudar-me. V� despacha-te.

- Hoje ainda acontece uma trag�dia, Moses.

- Ainda bem que trouxe uma muda de roupa.

- Eles desmontaram! - Sigam-me!

Se querem briga vamos dar-Iha! E tu pensa antes de disparar.

- Falhaste dois tiros. - Ntscho-tschi! Fica aqui!

Fogo!

Protejam-se!

Para tr�s!

Temos que fugir! Vamos! Est�o a acertar-nos como se fossemos coelhos!

- E o que dizes agora? - J� n�o era sem tempo.

Estou em divida consigo. Posso saber quem �?

Chamam-Ihe Old Firehand.

Old Firehand? O batedor das montanhas. Agora entendo tudo.

Dizem que nunca errou um alvo...

As pessoas exageram, mas � verdade. N�o gosto de desperdi�ar muni��es.

Firehand!

Vivemos e vivemos para o senhor...

Morremos e morremos para o Senhor.

O viver e ao morrer � por ordem do senhor.

- Am�n... - Am�n... Am�n...

V�o ter com o vosso povo e contem o sucedido ao Urso Grande.

Bem, Chefe, infelizmente os nossos caminhos separam-se. At� � vista.

N�o. Winnetou e Nscho-tschi v�o convosco at� � cidade.

- Vamos l� para exigir justi�a. - Se est�o decididos, venham conosco.

Est�s a come�ar de novo, seu diabinho!

Parece que tiveste dificuldade em lidar com alguns peles vermelhas.

Parem!

- Onde est�o os outros? - Ca�mos numa armadilha.

- Onde est�o... os outros? - Mortos, chefe...

Para a pr�xima n�o te safas com esta facilidade.

- Chefe... Apanharam o Billy Bob! - O que queres dizer com isso?

Em Miramonte, tivemos no saloon a jogar cartas com o German Joe

- E beberam... - Cala-te!

Algu�m disse que o Billy Bob tirou um �s da manga

E Billy-Bob matou-o. E Mendoza prendeu-o.

Sempre digo que um azar nunca vem s�, chefe.

Mais algum coment�rio?

Pedro!

Olha ali!

Vai!

Alto!

- N�o � uma bela recp��p, caballero. - De onde v�m?

E de onde v�m voc�s?

- Se quer mesmo saber... do Passo. - Em frente!

Penso que � melhor ir com ele.

Vamos, Billy.

Sil�ncio! Sil�ncio!

S�o cobardes ou s�o homens? Se deixarmos o jovem Silers ir

- est�o perdidos. Est�o todos perdidos.

- Escutem o Mendoza! Se o bandido for libertado

- o seu irm�o n�o poupar� ningu�m!

- N�o conversem! Deixem o tipo ir embora.

Assim n�o precisamos mais de ter medo do Silers. Tenham ju�zo.

Escutem! Enquanto tivermos o Billy Bob Silers na nossa m�o, o seu irm�o n�o...

- nos atacar�. Seria tolice libert�-lo!

- Vamos ver quem � que tem raz�o.

Guarda estes estranhos.

Tu e tu venham comigo!

- Eu volto j�. - Vamos! R�pido.

Sil�ncio, Gringo!

Ele matou o meu filho e eu exigo que seja enforcado ainda hoje!

E as nossas mulheres e crian�as? Ele s� pensa nele, esse tolo!

Todos falam de mansinho mas ningu�m quer escutar um homem velho.

- De onde v�m? O que querem daqui? - Eles vieram do Passo, Sargento.

- Quem s�o? Falem! - Eu sou Winnetou, chefe dos apaches.

- E o que procuram por aqui? - Espero encontrar justi�a em Miramonte.

Um tal Silers e o seu bando

assaltaram-nos, roubaram os nossos Mustangs

e mataram quatro dos meus guerreiros. Tamb�m perdemos um amigo branco.

Ele morreu a combater os bandidos. Queremos que sejam castigados.

Agora ouviram tudo com os pr�prios ouvidos. E eu aviso-os mais uma vez!

Se deixarem escapar este canalha v�o pagar com a vossa pr�pria vida!

- Quem garante que o indio diz a verdade?

- Eu sou testemunha.

Pode ser, mas temos os nossos pr�prios problemas para resolver.

N�o pode pensar assim. Teriamos perdido a luta contra os bandidos

- se Firehand n�o nos tivesse ajudado. - Voc� � o Old Firehand?

N�o posso mentir-Ihe. Mas pode dizer-me porque a cidade

est� t�o cheia de soldados?

- Do�? - N�o... quase nada.

Jason, mon dieu, algum dia ainda partes o pesco�o.

- Senhora? - Mas est� ferida.

- N�o � nada. � s� um arranh�o. - Vamos j� tratar disso, ma petite.

- Venha, a minha casa � j� ali. - Mas o meu irm�o est� aqui dentro.

- Ele vai ficar preocupado. - O meu filho vai avis�-lo. Vamos!

Que charmosa...

- Ningu�m pode sair daqui! - Ai n�o?

Vamos j� ver isso.

Agora vamos.

Isso � que � uma mulher, hein?

Quantas vezes temos que Ihe dizer? S� queremos a nossa paz.

E acreditamos que Silers nos v� deixar em paz se soltarmos o seu irm�o.

E a morte do meu filho fica impune? N�o! Como diz a biblia:...

- Olho por olho... dente por dente! - Ele tem raz�o!

Vamos pendurar o tipo, homens!

Eu atiro em qualquer um que o tentar agarrar!

O assassino do teu filho ser� enforcado, eu juro-o.

Mas s� depois de ser julgado.

Assim determina a lei que eu represento.

Ou�am-no, homens. O que ele diz � justo.

N�o podemos pagar uma morte com outra morte. Pensem nisso.

- Tragam o prisioneiro. - Sim.

A sua irm� est� na nossa casa. A minha m�e est� a tratar dela.

- Tio Leon, venha tamb�m. - Eu vou ter com ela.

Podes ir. Aqui tamb�m n�o vamos resolver nada, por agora.

Gringo!

Estou farto de ti,p�! Vou beber alguma coisa, ok?

Vira isto para outro lado. Pode enfiar-se f�cilmente no olho.

Endoideceste?

Vamos, d�-Ihe! Vamos, d�-Ihe!

Vamos, vamos! Mais!

- Gostei do espect�culo. - Porqu�? J� acabou?

Um duplo kO!

Est�o com sono.

- Olha, ainda mexem... - � claro.

Erva daninha n�o se estraga.

- Quem � aquele? - Um doido.

� o sr. Robin Eugene Robert Ravenhurst de Londres. Vai ter com a minha m�e...

para a pedir em casamento. Pela 72� vez!

Esta luta fez-me sede. Vamos beber.

Argus.

Venha isso!

Saude!

� triste ver algu�m que � t�o bom com facas e armas,

ser fraco quando n�o tem nada al�m dos seus punhos.

Se quisesse tinha-Ihe partido o pesco�o.

- De onde conhe�es o Sargento? - De Taos.

Havia l� uma doce senhorita e eu s� queria...

- Amore...

- P�ra com isso. Imagino o que aconteceu.

Era o amor da tua vida e o Mendonza roubo-a.

Diabos! Isto � �gua de cozedura ou qu�?

Para os meus clientes, s� coisa do melhor.

Vou ver os cavalos. Anda comigo, D. Juan.

- Conhe�es-me de algum lado? - Acho que n�o.

Pois sen�o lembrar-me-ia de si.

Talvez sejas a ma�� de alguma arvore em que atirei.

- N�o entendo... - N�o faz mal. Senta-te. Como te chamas?

Jason... Mas chamam-me Jace...

- Quem � o teu pai? - Nunca o conheci.

- J� morreu h� muito. - E a tua m�e?

A minha m�e � francesa. Chama-se Michelle Sorell.

- � de Sant Louis? - Sim. Mas pouco depois de eu nascer

- veio com o tio Leon para Miramonte. - Julgo que tens... 17 anos?

Estou quase com18 anos. Disseram. me que era batedor e vivia nas montanhas.

- E? - Isso � verdade?

- Eu tamb�m quero ser isso. - Mas a tua m�e � contra, n�o �?

Sim, infelizmente. Mas � o que quero ser. E quando meto uma coisa na cabe�a

- nada me pode demover. - Herdaste isso da tua m�e, hein?

- O qu�? - A teimosia.

- Ent�o queres ser um batedor, hem? - A todo o custo. A minha m�e disse:

"O teu pai era batedor... e dos bons. "

Mas hoje j� n�o quer falar mais nisso.

Ouve...

Vai ter com a tua m�e e diz que falas-te com Jason Reed.

Reed. Com dois ees. E depois ver�s o que acontece.

Sim. Vou fazer isso.

Vou j� ter com ela... desculpe.

- Ent�o, o que fazemos agora? - Tamb�m quero saber.

Se bebo mais deste material, j� n�o saio daqui.

O qu�?

- Foi s� de rasp�o. J� est�. - Num par de dias est�ra sarado.

- Obrigado. - Estamos muito agradecidos.

- M�e! Tenho que te dizer uma coisa. - N�o grites assim!

- Mas � mesmo importante. Ouve-me. - Au revoir, pequena.

- Adeus. - Boa viagem.

Eu volto j�.

- Onde est�o as tuas maneiras? - N�o importa. Vou para as montanhas.

- Os estranhos que vieram levam-me com

eles. - Ent�o queres ir para as montanhas...

- E quem � que autorizou?

- Eu, m�e. Falei sobre isso com o Jason Reed

Reed com dois "ee"s.

M�e... n�o ser� para sempre.

E onde est�...

Onde est� esse senhor que te quer levar?

Na cantina...

Cantina...

E quem � ele para decidir por ti? Na cantina!

Onde esteve estes anos todos? Onde estava ele quando nasceste?

Onde estava quando tive que ferir as m�os para te alimentar e vestir?

- Onde estava ele? - E achas que eu sei?

Sa�ste-me mesmo um idiota! Incroyable!

Vem um homem desconhecido das montanhas e... pum, vais com ele!

Mas fica a saber que nesta casa eu decido o que se pode fazer

- E isso n�o vai mudar. Compreendes? - M�e! Tenho quase 18 anos!

V� como falas com a tua m�e.

- J� est�o de partida? - Sim... e t�o r�pido como poss�vel.

Sabem... j� decidi n�o libertar o jovem Silers.

Independentemente de ficar c� ou for obrigado a deixar a cidade.

Mas se conseguir atrai o pr�prio Silers para aqui, temos uma hipotese.

- Se nos ajudarem. - N�o � a nossa luta, Mendonza!

- Deixa-o falar. - Eu n�o o ajudo.

- Nem que ele fosse um dos 12 ap�stolos. - A tua boca n�o nos vai ajudar.

- Deixa-o conversar! - Gracias, outra vez...

V�ces tem boas armas. E homens que t�m armas dessas

- devem de ser bons atiradores.

- Est� ciente que se ele vier com o bando

- pode destruir a cidade de Miramonte? - � natural que Silas em raiva...

atacar� e ir� colocar a cidade em perigo.

Espero que ele venha. N�o ir� encontrar nenhum homem com medo!

- De manh� falaste de maneira diferente. - Porque n�o deixas o tipo fugir

- e esperas para ver o que acontece? - Isso � o que ele est� � espera.

Assim que o irm�o esteja em seguran�a, ele cercar� a passagem

- e mata-nos homem por homem. - Isto n�o nos diz respeito, Firehand.

- N�o devemos deixar c� as nossas peles. - Momento. Isto n�o se trata de peles

- mas de homens, rapaz. - Mendoza... � me indiferente

contra quem eu luto. Mas sim com quem eu luto! E esses escolho eu.

Eu n�o sou t�o complicado. Eu aceito ajuda de quem a quiser dar.

O que diz isso?

"� assim que acabam os habitantes se

o meu irm�o n�o for libertado! Silers!"

Tirem-no dai.

Vem.

Agora viu com os seus pr�prios olhos. Precisamos de todos os Homens

- para proteger estes cidad�os de Silers.

- Anda.

Madame!

- Eu ficaria de qualquer modo. - Gracias.

- O que resolveram, chefe? - Temos muito a agradecer-te.

- O nosso lugar � a teu lado. - Obrigado.

- E voc�s os dois? - Pois...

Cara vamos embora, coroa ficamos.

Saiu o qu�? Despacha-te.

V� Tom, experimenta tu.

Para qu�?

- Ficamos. - Ficamos? A minha moeda! D� c�!

- Senhor, n�o � o momento... - Madame, preciso falar consigo!

- Est� bem, monsieur. - Robin. Por favor trate-me por Robin.

- Sim, Robin. O que deseja afinal? - O que desejo, madame?

N�o me esque�o que me salvou a vida quando ardia em febre.

Vida que para a minha familia n�o tem valor, mas � o que mais valioso tenho.

Foi a� que o meu peito se encheu de amor. N�o de paix�o, madame...

mas sim o verdadeiro e s�rio amor.

- Mas Robin, j� me disse isso - 100 vezes.

Mas tamb�m estou grato a si.

- Robin. Os seus sentimentos - Deixe-me falar, por favor...

Quero expressar o meu amor e minha gratid�o como um Ravenhurst

com um pedido.

- um pedido de casamento. - Monsieur.

Perd�o, Robin.

Esquece-se que eu tenho um filho e um irm�o para cuidar.

E um cora��o que bate por v�s enquanto eu viver.

- Querida... e por isso... - Est� a segurar de novo a minha m�o?

Sim... e... tudo o resto que est� agarrada a ela.

Boss, est�o todos assustados. A piada foi boa.

Isso � tudo?

Metade da cidade fugiu quando apareceu o cavalo com o tipo morto.

Aposto que v�o libertar o Billy Bob.

Espero que sim.

Bom trabalho, Serks.

Ouviste isto?

- Podes seguir o meu exemplo. - Rua!

Homens que atiram facas �s costas dos outros metem-me nojo.

N�o passam de c�es sarnentos.

- N�o repitas isso, ratazana! - Tu � que �s uma ratazana!

Est�s enganado. Ratazana ainda � pouco. Tu �s � um porco covarde.

Wirz! Fallaghan!

Mais algu�m � servido?

- De que lado � que tu est�s? - Ele andava a chatear-me h� muito tempo.

Como o Gordon e o Ross.

Cuidado, para que n�o me chateies um dia destes.

Chamei-os aqui porque aqui ningu�m nos interrompe nem ouve.

Acredita que h� homens em Miramonte que est�o aliados ao Silers?

Tudo � possivel.

- O que foi? N�o disse nada. - Essa � a minha irm�, Michele.

Ela faz o melhor caf� do Oeste. O meu sobrinho Jace j� conhecem.

Desculpe.

Obrigado.

Continuemos.

Parece-me, que temos que lutar, quer queiramos ou n�o.

E por muitos motivos. Pergunto-me o que podemos fazer

- para proteger a cidade do Silers. - Esse � o nosso problema.

- Que s� podemos solucionar com a vossa ajuda.

- O que prop�em?

Deixar a cidade e ir com os habitantes para uma cidade maior

- que o Silers n�o se atreva a atacar. - As pessoas daqui s�o pobres.

A n�o ser algumas mulas e bois toda a sua fortuna est� no ch�o.

- N�o se esqu�a do seu bem mais precioso.

- E qual seria esse?

- A vida deles. - Quanto menos se tem

- mais f�cilmente separamo-nos disso. - Isso pode ser v�lido para si.

Mas as pessoas nunca abandonar�o as suas casas para irem para outro sitio.

- Pergunte-Ihes. Depressa. - Venha tamb�m, Leon.

- A sua palavra � respeitada por eles. - Est� bem.

Mendoza, mande-me duas pessoas de confian�a, que conhe�am o terreno.

- Est� bem. - Bom.

Temos que pensar onde � que vamos fazer uma linha de defesa.

Vou verificar o terreno e depois apresentar-te o relat�rio

E levaria o meu fil... Podes levar este jovem contigo?

- Pode aprender muito contigo. - Com prazer.

Momento, Monsieur! Eu tamb�m estou aqui! Quem � que acha que �?

- E voc�, senhor? Tamb�m vem? - Fiz muitas expedi��es.

- Nada de especial, mas muitas. - Em Londres?

N�o, na India, como tenente dos lanceiros de Bengala.

- Isso foi h� 30 anos. - N�o. H� 29.

Ent�o v� com Caleb e vejam em que casas � que podemos...

- fazer postos de observa��es. - Sim. O qu�? Eu e ele?

Sim, tu com ele.

- Tem alguma espingarda? - Sim. Tenho muitas armas.

- Mas por agora esta deve chegar. - Sim. Talvez como palito

para os dentes. Para os molares.

Desculpe, minha querida, mas esta pessoa estava...

- a d�vidar da minha pessoa. - Lutava com isso na India?

N�o, n�o comprei esta coisinha, quando frequentava...

as piores zonas do mundo... as casas de jogo de Londres.

- Diabo, diabo. - Podem ir. E n�o jogue poker com ele

- porque ele tem um �s na manga. - E? Eu tenho dois.

Oh, Menina Sorell! Pode dar-me outro caf�?

Lamento, n�o h� mais, Monsieur. Perd�o, mais um pouco de caf�?

Madame Sorell. Posso falar consigo por um momento?

- Mas oui, Monsieur. - Espere l� fora.

Tenho que ficar no baile. N�o me lembro de ouvir uma resposta...

- da sua boca. - Resposta?

- Dividir a vida e a riqueza comigo. - � melhor esperarmos.

- Quem sabe se amanh� ainda vivemos? - Isso � verdade.

E tamb�m tenho que continuar com a minha miss�o. Mas n�o esque�a:

- No meu cora��o arde a chama da esperan�a. - Deixe-a arder.

Madame!

Maravilhoso!

- Vai. Leva a Nscho-tschi. - Ela � uma menina.

- Sim, mas quatro olhos ve�m melhor. - Mas mesmo assim ela n�o deve ir.

Nscho-tschi aprendeu com o seu irm�o, como se desenrascar.

- Nscho-tschi sabe lutar. - Como queiras.

N�o a vou proibir. Mas sou contra as mulheres

que confundem uma espingarda com uma colher de pau.

Vamos.

- Posso entrar? - Sim.

Se n�o tivesses o vestido cor de morango, que me dava a volta � cabe�a...

n�o estarias um dia mais velha do que naquela altura em St. Louis.

- Estou mais velha. O meu flho � a prova.

- Um bom rapaz.

Espero que ele mais tarde fa�a melhor do que o seu pai.

- Ainda bem que concordamos. - Como antigamente.

A sua lingua entra mais depressa na pele do que uma faca india.

Algumas mulheres nascem com uma lingua afiada,

- outras ganham-na com o tempo. - Eu n�o sabia que esperavas

- uma crian�a, quando eu parti. - E n�o podias saber.

N�o te queria prender a mim, depois de nos termos separados.

- Foi assim? - Oui. Tamb�m n�o terias sido

- feliz se vivesses numa cidade. - E tu foste feliz?

A minha felicidade � o Jace. E agora chegas tu e queres lev�-lo contigo!

Prometo-te que ele n�o vai se tu n�o quiseres.

Como aconteceu ao seu pai, certo?

- Porque fizeste isto? - Temos um filho.

Eu tenho um filho! Tu tens os teus amigos, as tuas armadilhas e cavalos.

A tua liberdade, a pradaria e as montanhas. �s um homem da montanha

- e n�o de uma familia. - N�o consigo ver-te a chorar.

Quem est� a chorar? Tu tamb�m, choravas se descascasses cebolas.

Vou ver as nossas peles. Podes vir, se quiseres.

E porque n�o?

Um urso! Um urso!

Que eu consiga por uma mi�da a gritar, � novidade para mim.

Posso tamb�m fazer de girafa.

Bonita, n�o �?

- Querem lev�-las at� St. Louis? - Sim. Os negociadores aqui pagam

- apenas um quinto do seu valor. - Desejo do fundo do cora��o

- que consigam l� chegar. - Vamos conseguir.

Foi um dia longo para ti. Deves estar cansadissima.

Gra�as a si e aos seus amigos s� estou cansada. E n�o morta.

Os teus olhos s�o profundos como o mar. Os mais belos que j� vi.

O que est� a fazer?

Se n�o sabes o que � um beijo, acho que � a altura de o descobrires.

Espera, sua gata selvagem.

Interessante.

- Um gole de Tequila. - Obrigado.

Abre depressa!

- L� fora est� um cavalo, r�pido! - O meu irm�o n�o se vai esquecer disso!

N�o tenham medo, ele est� do nosso lado.

Sou s� um espectador. N�o ajudo nem magoou-o ningu�m. Eu s�...

sirvo a quem me paga.

Vou me lembrar disso.

Libertamos-te, para manter a paz por aqui, e n�o para que...

cometas outro assassinato. Desaparece!

M�os ao alto!

- Jogaste o nosso trunfo, Caleb. - Misturaram as cartas?

N�o!

- Foi o Puglia. - Sim. Queria libertar o homem

porque � a �nica maneira de salvar a nossa cidade do Silers!

- Vais ser castigado por isso, Puglia.

- Ent�o tem que castigar metade da cidade!

Mas j� n�o vai ser necess�rio. Ao nascer do sol deixo Miramonte.

E quem n�o quiser morrer aqui, � melhor vir comigo!

Para onde?

Billy Bob Silers era uma m� pessoa.

Billy Bob Silers n�o servia a Deus, mas aos pecados...

e ao crime. Era maligno. Mas foi batizado tal como tu

e por isso deve ser enterrado aqui. O Senhor quer Ihe perdoar.

Podes ir. Eu fico aqui.

Escolhem o caminho errado.

- Devolva-nos as nossas armas. - Depois do que fizeram? N�o!

Com a vossa teimosia ainda iam morrer todos.

Ainda v�o ver, como � tolo, enfrentar algu�m como o Silers

Eu mantenho a minha posi��o. Esperamos e veremos quem � mais esperto.

- Sim, vamos esperar. Hasta la vista! - Em frente!

Sejam bem vindos, Senores.

Viemos de Miramonte e...

- Sem armas, sem muni��es! - Tentamos salvar o seu irm�o...

- Por isso tiraram-nos as armas. - E? Que mais?

Ele... ele est� morto.

Foi morto.

N�s arriscamos a nossa vida para o libertar.

- E ent�o um batedor matou-o. - N�o foi nenhum de n�s.

- Foi um dos forasteiros. - Sim. N�o o pudemos evitar.

N�o queremos lutar contra voc�s, por isso deixamos Miramonte.

N�s somos amigos.

Quem � amigo ou n�o, decidimos n�s. Em todo o caso n�o os que s�o covardes...

- e que tenham medo de perder a vida. - Amigo!

- Eles voltaram! Puglia voltou! - Eu n�o vos disse?

Toda a excita��o foi desnecess�ria.

Puglia est� de volta.

- Puglia est� de volta. - Puglia est� de volta!

J� ouvi, n�o sou surdo.

Meu deus.

Protejam-se! Voltem para as vossas casas! Saiam das ruas!

Protejam-se!

R�pido, para a Igreja! Depressa, saiam das ruas!

Vamos, desapare�am!

- Pobre crian�a! - N�o podem ficar aqui! Vamos!

Leva-a!

Julia!

Julia!

- Julia! - Hernando!

Vamos, depressa!

Ajudem o meu filho! Socorro!

Madre mia!

A minha crian�a!

Madre mia! Gracias!

Muchas gracias! A minha crian�a! Est� viva!

Tragam-me �gua.

Ainda d�i?

- Tome. - Muchas gracias.

Gracias.

- Est� tudo bem, amigo? - Porque � que Silers n�o atacou?

Porque ele pensou que depois deste ataque n�o sobrasse ningu�m.

Tem raz�o. Temos que acreditar nisso. O que sugere?

Temos que nos agrupar...

Pelo menos temos mais muni��es para as armas.

Pois. Temos que nos reagrupar e arranjar uma fortifica��o.

Cavalheiros, ao vosso dispor! Onde � o meu posto?

J� Ihe vou dizer. D�em-me esse pau.

Tome.

Vamos supor que isto aqui � Miramonte.

Aqui est� a cantina, a Igreja,

o armaz�m e as barracas.

Destes pontos podemos atingi-los por todos os lados.

Al�m disso � volta de cada um destes pontos faremos...

- uns fossos. - Sim, e faz�-las � o seu trabalho.

- Com prazer, senhor. - Para campo livre j� basta o de Silers.

Infelizmente. Por agora � tudo. Encontramo-nos logo na cantina.

- Est� bem. - Sr. Ravenhurst? - Sim?

O meu segundo de pavor � um dos mais curtos que eu conhe�o.

- Se eles descobrirem... - Quero saber se o seu dedo

- � t�o male�vel como a sua lingua. - Como merc�rio, Senhor.

At� que uma vez, num jogo de cartas, me aconteceu um acidente.

Jogou mal e teve que se alistar no exercito, certo?

N�o foi bem isso, mas parecido. Embora eu agora entenda...

que isso me estava destinado.

Sabem onde s�o os vossos postos. Para defesa da Igreja:

- Caleb. - E Robin Eugene Robert Ravenhurst,

- mais alguns homens. - As barracas...

- O chefe e eu. - A cantina: Mendoza e seus homens

E os outros sitios os restantes. A merceria, Leon Mercier, Jace e eu.

Mulheres e crian�as ficam na Igreja. Voc� � o respon�vel por elas, Padre.

Em cada ponto de defesa tem que haver comida, muni��es e �gua.

Os postos exteriores trocam a cada duas horas. � tudo.

Cada minuto pode significar a salva��o das nossas vidas.

N�o a fa�as t�o grande, para poderes chegar � parte esquerda e � direita.

Est� bem.

N�o, n�o! Nem pensar! Isso � muito dificil.

� um rapaz magnifico o nosso rapaz, n�o �?

Eu � que tenho um filho magnifico.

Tamb�m tem um pouco de mim, n�o tem?

Ok.

Oh, seu Filou!

Bravo! Bravo!

- Pronto e com rastilho.. - Os cantores s�o elegantes.

� como as mulheres, meu amigo. Quanto mais elegante a embalagem

- mais perigosas s�o elas.

- E tamb�m se consegue disparar com isto?

Sim! Da �ltima vez fiz um grande buraco numa cabe�a pequena.

� pena que esse pequena cabe�a tivesse um Lorde importante agarrado.

- Foi por isso que eu tive que fugir. - Nunca aprendemos pois n�o?

Claro que aprendemos. Quando encontrarmos as pessoas certas.

Meu filho, n�o fa�as isso na Igreja!

- Desculpe, Padre. - N�o foi a Igreja...

Foi o meu sapato.

Barrica com esses paus!

N�o pergunta como � que nos podem ajudar?

Tenho coisas melhores a fazer do que brincar �s guerras.

S� pensa em si, n�o �?

- Tem alguma coisa contra? - S� contra traidores, Joe Alem�o!

E eu contra her�is, Mendoza.

O que fazes aqui? O lugar das mulheres � na Igreja.

Procuras o teu irm�o? Ele est� de vigia l� fora.

- N�o, trouxe-te comida. - Para mim?

Pensei que devia estar com fome.

- Admito que fiquei sem palavras. - Queres que eu v� embora?

N�o... n�o.

Mas n�o fa�a isso novamente.

Sen�o... fico de novo atrevido.

Como sempre.

Mam�.

Mam�.

Mam�.

Podes ir dormir. Eu vigio.

Acho que sei o que pensas sobre os batedores.

A dan�arem no Taos Fandango todas as noites com se�oritas quentes

- e a jogarem sempre �s cartas. - N�o me interessa Taos,

quero as montanhas. Aqui est� seco do sol. N�o h� nada verde.

Apenas pedras e areia cinzenta.

Vais dizer mal das montanhas quando ao ca�ar castores...

atravessares �gua fria e te tiveres que secar com vento gelado.

Os animais cheiram um fogo a milhas. Muitas vezes s� comes

- ra�zes e bagas. - Sempre � melhor que feij�es.

E se ficares retido na neve, s� podes fazer sopa de pele.

N�o podes levar espingardas para ca�ar. Indios inimigos podem ouvir-te.

Tens que ca�ar com arco e flecha. E quando acordares na manh� seguinte

podes agradecer o facto de ainda teres um cavalo e o teu escalpo.

- Ent�o porque volta para a montanha? - Porque talvez seja louco.

Acho que o somos os tr�s. Tom, Caleb. Mas somos livres.

Deve ser por isso. Somos livres como o vento e rapidos como a tempestade.

Isso � mesmo o... Isso � mesmo o que eu quero.

Quero ir para onde me apetece e quando me apetece. Isso � viver.

Mas tamb�m pode significar morte. J� pensaste nessa parte?

V�m a�.

Aos vossos postos!

Eu disse: aos vossos postos! Vamos!

Vamos!

Em frente!

Em frente, vamos!

Temos que sair! Vamos!

Para tr�s!

Vamos, eles cobrem-nos!

- Est� ferido! - N�o � nada!

Firehand, as nossas peles foram para o diabo!

Vamos, saiam!

Vamos! Saiam daqui! R�pido!

E agora a cantina!

Vamos para a Igreja!

Saiam daqui! Para tr�s! Para tr�s!

As barracas est�o perdidas, a cantina explodiu, a mercearia...

j� n�o oferece protec��o. Temos que desistir dela e lutar aqui.

Podes dizer-me na cara que foi um erro meu, explodir a cantina.

Podemos ter perdido um barril de dinamite mas assustamos o bando.

- Obrigou o Silers a desistir da luta. - Cada coisa tem dois lados.

Sim. Mas e se ele voltar? Podemos na melhor das hip�teses

- resistir a um ataque. - Com a muni��o dos bandidos mortos

- podemos resistir um pouco mais.

- Por outras palavras: a situa��o � preta

- mas acho que temos que ter esperan�a. - Ela vai ficar desesperada

- se n�o acontecer um milagre. - Meu irm�o, a maravilha � ter f�

minha filha, mas isso n�o � para mim. Ainda n�o.

- Onde � que ele vai? - Winnetou vai buscar ajuda.

Quem � que te mandou ordenar a retirada?

- Estavamos a perder homens... - Responde � minha pergunta.

Responde!

Como querias. Desapareceste, e eu pensei que te tinham morto.

Isso era o que te convinha a ti, que me tivessem morto.

- O que � que querias ouvir? - Enquanto em Miramonte viver

um homem, mulher ou crian�a n�o h� descanso. Vou vingar o meu irm�o.

Eu juro-o. E nem que voc�s tenham que morrer todos. Todos!

Vem ai dois cavalos!

- Temos que deixar a casa. - Porqu�?

Sem a protec��o das barracas e da cantina, ela fica muito vulner�vel.

- Tragam as coisas para a Igreja. R�pido!

- E as nossas coisas?

- Isso s� o Silers pode responder. - Mas temos que levar algumas coisas!

- S� as mais importantes. N�o h� tempo! - Levem as ligaduras.

- Toma! - Mas o que � isso?

- N�o vamos para nenhum baile. - Este vestido vai comigo!

Mas m�e, acabaram de dizer-te, s� o mais importante!

- O vestido � muito importante! - Mas m�e!

Cala-te! �s mesmo t�o teimoso como o teu pa...

Como quem?

Como o teu pai!

- M�e! - Cuidado.

Estou a ficar enjoada.

Voc�s tem muito humor. Mas eu n�o tenho tempo para brincar.

- Escutem-me. - Quem �s tu?

Eu conhe�o o tipo! � o Winnetou, chefe dos Apaches. J� Ihe mostro

- o que � brincar! - �s mesmo Winnetou?

Sim, caballero. Esse homem n�o mentiu.

Mas agora escute-me, antes que eu mostre o que ainda posso fazer.

Soltem esse homem!

- O que queres? - Venho pedir a vossa ajuda.

- Os indios nunca foram nossos amigos. - Eu sei. Estou a pedir a vossa ajuda

n�o para mim, mas para os meus irm�os brancos.

- Bandidos atacaram Miramonte. - Bandidos?

- Silers e os seus homens. - Miramonte ficou t�o rico

- que tenha interesado ao Silers? - A riqueza, que Miramonte possui

encontra-se na Igreja. Se ajudar os habitantes dessa pequena cidade

eles n�o ir�o morrer. Mas tens que te decidir imediatamente.

- Cada minuto � precioso. - Vou ajudar esses corajosos habitantes.

Eu agrade�o-vos. Posso saber quem �s?

- Sou o Capit�o Sanchez Quilvera. - Muchas gracias, Capit�o.

N�o me agrade�as, amigo.

Podes juntar-te �s minhas tropas.

Nscho-tschi.

- Sim? - Nscho-tschi.

Um nome rom�ntico.

Como o eco nas montanhas.

A tua pele brilha como seda.

Tens a lingua do diabo. E a sua esperteza tamb�m.

Ent�o deve ter melhorado. Porque antes n�o tinha esperteza nenhuma.

Vem.

- Toma... p�o. - � gentil. Muchas gracias.

- Tem algo para beber? - O que quiseres. O bom do Tom

- foi buscar um barril de cerveja. - E bifes de cavalo. Muito ternos.

T�m que racionalizar com exactid�o as provis�es!

Sen�o o meu esfor�o � em v�o. Quem � que eu estou a ver?

Madame, tenho que Ihe falar sobre o meu trabalho.

Este pequeno truque vai surpreender os nossos amigos. N�o � novo...

mas funciona sempre:"Uma espingarda ser� sempre uma espingarda",

como me dizia a Tia Trudchen. At� ao belo dia em que

o tio Aston, quando ca�ava patos, foi enviado para o ce�.

Um acidente, como nos disse a tia Trudchen. Mas depois disso...

ela n�o foi nenhuma vi�va triste. Foi como em "Hamlet".

Conhece Hamlet?

- Talvez. Quando � que ele veio para c�? - Ai! Essa doeu.

Esqueci-me que estavamos num novo mundo n�o civilizado.

Pois. A sua grande intelig�ncia.

� de admirar como conseguiu acabar este trabalho.

Fabuloso!

Amigo, ouvimos falar das vossas dificuldades e viemos logo.

Para oferecer a nossa ajuda.

Eu sou...

Capit�o Sanchez Quilvera. Os meus cavaleiros t�m experi�nica

em conquistar cidades. Principalmente quando os habitantes t�m riquezas.

- Vai ganhar muito com isso? - N�o.

- Por alguma quest�o de honra? - N�o, vingan�a.

Entendo.

O meu irm�o foi preso por uns simples desacatos.

- Depois mataram-no a sangue-frio. - Uma pena!

Chegaram uns batedores a Miramonte. E as suas espingardas s�o certeiras.

- Tiveram que se retirar. - Mas eu n�o desisto! Nunca!

- Eu vou de novo a Miramonte... - para a transformar num cemit�rio.

- Cala essa boca! - Vais parar ao cemit�rio!

Achas que nos enganam? N�o somos nenhuns idiotas,

que se assustem contigo. O diabo veio buscar o teu irm�o!

E mais quem?

Vejo que � um homem com cora��o, amigo, e gosto de homens assim.

Vamos vingar o teu irm�o mas com uma condi��o...

E qual seria ela?

Ter� a sua vingan�a, mas o que houver em Miramonte, ser� meu.

- Quando partimos? - Imediatamente!

Vamos, muchachos!

Firehand! Est�o de novo a atacar!

Acalme-se, vai acabar tudo em breve.

- Volte! Volte para tr�s! - Padre! Volte para tr�s!

N�o! N�o no Padre!

- N�o! - Em frente!

- Para tr�s! Todos para tr�s! - Temos que sair daqui!

Conseguimos afugent�-los! Gra�as a Deus!

Fiquem todos nos vossos postos. N�o confio nesses canalhas.

V�o de certeza voltar novamente.

Levem o padre.

- Ei, amigo! - H�!

Est� na hora de acordares. Acho que vamos precisar de ti.

O que estamos a fazer � tolice! Entrar de livre vontade numa armadilha!

Que n�o tenhamos todos sido mortos foi um milagre! Toca a desmontar!

Temos que atacar a Igreja de perto. Eu vou assumir o comando.

- Tamb�m sobre os seus homens. - N�o! N�o vou sacrificar mais homens.

- Vou explodir tudo! - A Igreja n�o vai ser explodida!

- Quem � que diz isso? - Eu! Essa � uma das condi��es.

Capit�o!

O que quer o dinamiteiro?

- Protejam-se! - Protejam-se! Protejam-se!

- Explodiu alguma coisa! - O que?

- Houve uma explos�o daquele lado! - Talvez apanhasse o bando.

Algu�m deve ter-nos ajudado!

Vamos saber quem foi.

Dez homens ficam aqui de guarda, os outros v�m comigo. Vamos!

- Fiquem parados! - Voltem! Voltem!

Fiquem aqui!

Fiquem parados!

- Aqui tem o seu ataque, Quilvera. - Idiota!

Protejam-se todos. S� disparam ao meu comando.

Sargento! Rendam-se!

- Assim poupamos os seus homens! Saiam! - N�o pode ser!

O sargento n�o pode sair agora. Ele est� a tomar o pequeno-almo�o.

Talvez possa falar comigo.

O Se�or de las Monta�as.

Ent�o diga aos seus homens para se renderem.

- N�o pode ser. Est�o com muito sono. - Est� bem. Ent�o conto at� tr�s.

Um...

Dois...

� pena. � um homem corajoso.

Mas agora... v� para o inferno!

Winnetou!

Fique parado! M�os ao alto! Larguem as armas!

Firehand!

Tom! Tom!

Eu n�o me... posso mexer.

N�o � uma bala que te vai deter.

Nscho-tschi.

Nscho-tschi, como o eco da montanha...

Perdemos um amigo.

A sua morte... tr�s tristeza aos nossos cora��es.

D�-me o seu arco, chefe, uma bala � mal empregada nele.

Silers!

Tenho curiosidade em saber quanto tempo estes senhores aguentam.

O meu recorde � de 6 horas e 55 minutos.

Ele era um homem corajoso.

- Um homem muito corajoso. - Gostaria de Iho ter dito pessoalmente.

- Bons dias. - Bons dias.

- Obrigado. - Tem um belo vestido.

Sim.

A cor de morango...

- Pareces ter 18 anos. - Jason, j� temos um filho crescido.

Sim, e � um belo rapaz! Assim temos a familia completa.

Mas acho que temos algu�m a mais.

- A quem te referes? - Ao sr. Ravenhurst. Fala com ele.

- E porqu� eu? - Achas que eu falo com ele?

- Claro que vais falar com ele! - Vais esclarecer tudo com ele!

N�o estou a pensar nisso! Tu deves...

Tu!

General.

- Monsieur Ravenhurst. - Madame.

- Eu... - Vamos.

- N�o fui muito sincera consigo. - O qu�? N�o estou a entender.

Eu n�o estava livre, para me poder casar consigo. O sr. Jason Reed �...

Muito bem. Continue...

Como... como � que Ihe hei-de explcar?

Ele � meu... quer dizer, ele foi...

Conhecemo-nos h� 18 anos e o Jace � nosso filho.

- Mas eu pensei que... - Que era vi�va? Nunca fui casada.

Nunca casou? Quer dizer, que esta fabulosa mulher criou a crian�a

sem a ajuda do pai? E que deixou este maravilhoso ser

� sua sorte neste grande mundo?

- Sim, foi quase isso. - Sir! Protesto pela sua aus�ncia

de responsabilidade neste crime de 18 anos!

Vou castig�-lo, meu senhor! Um, dois...

- N�o, Robin! A culpa foi minha. - J� estou decidido.

Acha que sou covarde? Um, dois, tr�s!

Pare quieto, para que eu o possa castigar apropriadamente!

- Um, dois... - Tr�s!

Jace, trata disso.

Podes ficar descansado, pai.

- Como � que vim parar ao ch�o? - Voc� escorregou.

Voc� ia em direc��o ao meu Pai e escorregou. Ele ia para o emparar

- mas bateu no seu queixo com o punho. - Sou mesmo desastrado.

Tenho que me recompor...

Muito obrigado pela sua preocupa��o.

Vou ter que o recompensar.

- Posso ficar com isso? - Ainda tenho duas.

Pai!

� verdade que vais comprar uma quinta quando voltarmos para St. Louis?

E nunca mais te vais embora?

Jace, n�o digas nada a tua m�e mas talvez n�s os dois...

at� podemos ca�ar de vez em quando. Talvez.

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