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Original subtitles

SANGUE

Ele n�o colocou o pingo!

FRENTE A FRENTE COM ASSASSINOS (1949)

Legendas em Portugu�s-Br: Walter Santos

Hotel Caverna Perdida a 5 km

Ei, Joe, quem � esse Strickland?

Tantos rep�rteres e metade dos h�spedes perguntando por ele.

Que detetive de hotel voc� �?

S� l� sobre corridas nos jornais?

Amos Strickland � o advogado criminal n�mero um do pa�s.

Por que toda essa confus�o?

Outros advogados j� visitaram o Caverna Perdida antes.

Sim, mas quando Amos Strickland

adia um caso importante, alguma coisa h�.

- Sem fotos, rapazes! - Alguns esclarecimentos?

Sem entrevista e sem fotos!

Vamos, rapazes, dispersando. Ou�am este homem.

Dispersando. Em frente.

- Deve ser o Sr. Strickland? - De fato.

Deve ser o detetive do hotel.

- Jeff, O Sr. Strickland. - Boa noite, Sr. Strickland.

Desculpe o transtorno, mas conhece os jornalistas.

Infelizmente, sim. Diga ao Sr. Crandall que cheguei.

Sinto muito, ele n�o est�.

Mas a sobrinha dele est� ansiosa para lhe ver.

Se eu quisesse ver a sobrinha, perguntaria por ela.

Assim que ele chegar, diga-lhe que quero v�-lo.

Sim, senhor.

Fred, por favor, leve o Sr. Strickland ao 125.

Sim, senhor.

Oh, minha perna! Cuidado, homem!

- Sinto muito. - Meu guarda-chuva!

- Sim, senhor. - Pegue a minha sacola!

Veja! Veja s� o que fez com os meus �culos!

- Quebrou. - Vou tomar seu emprego por isso.

N�o � velho demais pra este trabalho?

Vou mandar demiti-lo!

Pegue minha sacola! Voc� � muito descuidado!

Seu est�pido! Saia daqui!

- Qual � o problema - Quem � voc�?

- Sou o Sr. Melton, gerente do hotel. - O gerente?

Pois olhe os meus �culos!

Quem � o respons�vel por isso?

Foi ele. Se n�o tivesse vindo, n�o teria quebrado.

Insisto para demitir imediatamente esse idiota!

Tire o uniforme e v� embora.

Est� demitido!

Est� certo. S� me resta ir.

Mas vou te dizer uma coisa, Sr. Strickland: Vou me vingar.

Todo mundo tem seu momento de gl�ria e eu terei o meu.

Vai me pagar por isso.

- Voc� est� me amea�ando - Em uma palavra: Sim!

- Ent�o, voc� foi demitido - Sim, eu fui.

E vou dizer a mesma coisa que disse pra ele:

Cada um tem o seu momento de gl�ria!

Vou gui�-lo ao seu quarto. Casey, leve a bagagem.

- Quem, eu? - Voc�. A chave por favor, Jeff.

Por aqui.

Jeff, me d� uma m�o.

Jeff foi rebaixado a carregador?

N�o, s� ajudando o Casey. Isso � do grande Sr. Strickland.

Jeff, pedi que me avisasse logo que ele chegasse.

Disse que n�o quer falar com voc�, s� com seu tio.

Ningu�m discute com o Sr. Strickland.

Ele fez o Fred ser despedido.

Fred foi despedido novamente.

O qu�? Oh, Fred.

Vou falar com o meu tio.

- Algum problema? - Absolutamente nada.

- Minha chave, por favor. - Sim, senhora Grimsby.

Obrigada.

Sr. Strickland, desculpe entrar assim,

mas vim me desculpar.

Sinto muito pelo modo como eu lhe falei.

Realmente, me arrependo, Sr. Strickland.

E tamb�m sinto ter deixado o saco de golfe cair nos seus p�s.

Deve ter do�do.

Sr. Strickland, outra coisa que queria dizer:

Me desculpe, se quebrei seus �culos.

Muito obrigado por me deixar pedir desculpas.

Sr. Strickland,

agora que me desculpei, poderia dizer ao Sr. Melton...?

Sr. Strickland,

n�o era melhor ir pro quarto? Tem uma cama l�.

Nem precisa andar muito.

Sr. Strickland,

n�o se sente bem?

Esse cara est� muito doente.

Ainda bem.

Precisa � de ar.

E n�o vai ser abanando com este len�o.

Precisa de ar puro.

Sr. Strickland, vamos, por favor!

Tenho que fazer alguma coisa pra ajud�-lo. Vamos l�, eu...

Sangue.

Sangue.

Ele est� morto.

Quem fez isso, Sr. Strickland?

Puxa, isso � engra�ado.

Sempre pensei que se ficasse sozinho com um cad�ver

teria medo.

Mas... Casey!

- Ei, Sr. Melton! - Solte-me!

Sr. Casey! Por favor!

N�o, n�o. O que foi, Sr. Melton?

Esse idiota me atacou. Leve-o antes que mate algu�m!

N�o fui eu! Eu s� encontrei o corpo!

Ele est� l�! Mas n�o fiz nada!

- Que Corpo? - Quem morreu?

- Do que voc� est� falando? - Sr. Strickland, foi assassinado!

Assassinado? Imposs�vel! N�o permitimos isso aqui!

- Ah, Sr. Smelton... - Melton!

O pobre homem est� morto, morto, morto!

Entrei e cumprimentei ele com meu chap�u. Venha!

Com licen�a.

A� est�!

- Ele est� morto! - Foi o que eu disse.

Estou tentando dizer. Ele est� morto! E eu vou embora.

Um minuto! N�o v� embora. Ningu�m toca no corpo.

Tocar? N�o quero nem olhar.

Nem uma palavra. Vamos manter segredo.

Deixe um len�ol extra pra cobrir o corpo.

O corpo?

Basta.

Fa�a ela calar a boca e n�o toquem em nada.

Vou chamar a pol�cia.

Al�!

O que est� acontecendo?

- Houve um acidente. - � s�rio?

- Um assassinato. - Assassinato?

Telefonista, o inspetor Wellman.

Mas � o Sr. Strickland!

Jeff, leve Betty para o quarto.

Quero falar com o Sr. Wellman, n�o com o sargento!

� horr�vel. Ele era um bom homem.

- Voc� tem um len�o? - Sim.

O que aconteceu?

Strickland foi assassinado.

Est� morto.

Quero falar com o inspetor Wellman, n�o com o sargento!

E depressa!

O que est� acontecendo?

Eu o peguei tentando fugir com a pasta, pode conter provas.

Me pegou tentando fugir com esta pasta? Seu vigarista!

Como se atreve a ofender o Sr. Brooks? Pe�a desculpas!

Desculpas?

Sr. Brooks, sinto muito que seja um patife.

- Imbecil! - Vigarista!

Sr. Melton, mantenha isso o mais discreto poss�vel.

Vou guardar num local seguro.

Al�!

Al�, inspetor Wellman?

Aqui � Casey do Hotel Caverna Perdida.

� melhor vir pra c�.

Parece que temos um assassinato nas m�os. Certo.

Sr. Casey, meu nome � Relia. Cheguei hoje de manh�.

O que posso fazer por voc�?

Ouvi falar de um assassinato.

Minha arma sumiu do meu quarto h� algumas horas.

Ela est� registrada em meu nome.

Se for a arma do crime, s� quero que a pol�cia saiba.

- Tem ideia de quem foi? - Arrumadeira, carregador, gar�om...

Carregador, isso faz sentido. Eles t�m chaves-mestras.

Poderia ser um carregador, eu fui um e sei.

Tinha chave e entrava em qualquer quarto.

O que estou dizendo?

Reviste-o. Pode estar com a arma de Relia.

Sil�ncio, sil�ncio.

N�o sei como fui me envolver nesta hist�ria!

Casey, reviste-o.

- Isto � meu. - Nada nele.

Sr. Smelton... Melton...

N�o vai me incriminar e ficar livre.

Eu o vi amea�ando o Sr. Strickland.

N�o o perca de vista at� a pol�cia chegar.

Criadores de caso!

Casey, estou preocupado.

N�o pensa que estou metido nisso, pensa?

N�o, mas as coisas est�o feias.

Mas tem duas coisas a seu favor:

1, n�o encontraram manchas de sangue em voc�.

2, ainda n�o encontraram a arma do crime.

Isso me deixa muito feliz.

Mas todas as evid�ncias s�o contra voc�.

Voc� foi visto brigando com ele.

Depois perdeu o emprego.

Claro, isso � um motivo.

Ent�o, vi voc� amea��-lo e depois saindo do seu quarto.

O que est� fazendo?

Preciso ir na lavanderia.

Na lavanderia?

- Sim. - Espere um minuto. Venha aqui.

- Ei! Onde conseguiu essa arma? - Eu n�o sei.

Pela �ltima vez, onde conseguiu essa arma?

- Eu n�o sei. - De onde tirou isso?

Disse que era a �ltima vez e eu respondi.

Estou tentando te ajudar.

Esta � a arma do Relia, sem d�vida.

E sem d�vida algu�m a colocou aqui.

Devolveremos antes que a pol�cia chegue, ou voc� estar� acabado.

Por que a colocariam aqui?

Se descobrirmos isso, achamos o culpado.

- Quem � o culpado? - O mesmo que assassino.

- Verdade? - Vamos.

Vamos, mexa-se.

Esconda-se.

Tem algo misterioso nesta mulher.

Acho que tem raz�o. Vou interrog�-la.

Ele foi por ali. Pro outro lado.

N�o se esque�a, se ele estiver a�, vamos fingir que foi engano.

- Chave errada! - Experimente esta.

- Onde conseguiu isso? - Na rua.

- Na rua? - Sim, por a�.

Abre todas as portas.

- Mas olhe! - Que bagun�a!

Revistaram o quarto.

Ser� que foi a mulher que vimos no corredor?

- Fizeram um bom trabalho. - Tamb�m acho.

Vamos deixar a arma aqui e ir embora.

Espere! Tem telegrama para Michael Relia. Olhe s�:

Vou incluir o seu caso em minhas mem�rias.

Esteja no Hotel Caverna Perdida.

Assinado: "Amos Strickland."

Isso pode estar relacionado ao assassinato.

Vou investigar este Relia. Veja se o caminho est� livre.

Vou deixar a arma num dos ternos dele no arm�rio.

Voc� n�o me viu!

Voc� n�o me viu!

Voc� n�o me viu!

Eu n�o estive aqui.

Tudo bem, vamos. O que deu em voc�?

- N�o o vi. - N�o viu quem?

- O homem que n�o esteve aqui. - Que homem?

Eu s� abri a porta pra ver se o campo estava livre.

Minha mente apagou.

Sua mente apagou a vida toda.

Vamos. Feche a porta.

Eu disse... Vamos!

Eu n�o o vi.

Vou ter o relat�rio da aut�psia amanh� de manh�, Sr. Inspetor.

Perfeito.

Vejamos, Milford, disse que foi

secret�rio de Strickland por quase 20 anos.

- Mais de 20 anos. - Ele tinha inimigos?

Naturalmente, Inspetor Wellman,

acontece com grandes advogados criminalistas.

Mas n�o conhe�o nenhum que pudesse vir mat�-lo.

Perde seu tempo.

J� tem o assassino. Phillips, o carregador.

Se me permitir, cuidarei do caso do meu modo.

- Sargento, traga o carregador. - O Inspetor quer v�-lo.

Seja firme!

Deixe comigo. Sei lidar com esses tipos.

Pode ir, Melton. Ent�o, Phillips?

N�o fui eu, Inspetor, eu juro!

N�o fui eu! N�o me bata! N�o tor�a minha m�o!

Eu sou inocente! N�o me bata na cabe�a

com um cassetete! N�o, por favor!

Ele me bateu na cabe�a com uma mangueira de borracha!

Cale-se! Nem sequer tocou o dedo em voc�.

- Que interrogat�rio � esse? - N�o usamos de viol�ncia!

- Malvado. - O que h� com ele?

Foi assim toda a sua vida. � muito burro pra matar algu�m.

Por que falou o tempo todo sobre mangueira?

Mostre-lhe o telegrama.

- Que telegrama? Esconde algo? - Eu ocultar provas?

N�o Inspetor. Ele � todo seu. Encontramos no quarto de Relia.

Verifico isso mais tarde. Ele est� sob sua cust�dia.

N�o pode deixar o hotel.

Mas o Sr. Melton disse que eu podia ir.

Vai ficar como h�spede do Estado.

- H�spede? - Sim.

Com todas as despesas pagas?

Inspetor, se tiver uma chance, venha fazer uma visita.

Obrigado. Tchauzinho.

Opa, desculpe.

Um momento.

Por favor, pode me trazer o telefone?

Al�! Sim.

Claro.

Com muito prazer. Obrigado.

Vamos ter um h�spede.

Casey, pe�a meio fais�o pra mim.

Alguns crepes com molho de laranja

e tamb�m caviar com presunto da Bolonha.

Sei que voc� � h�spede do estado,

mas n�o acha que est� indo longe demais?

A Calif�rnia � um grande Estado.

Se fosse Rhode Island, seria diferente.

- US $8,55, Sr. Phillips. - Sabe soletrar "Calif�rnia"?

- Claro! - Ent�o, assine a nota.

E uma boa gorjeta pra todo mundo.

- Obrigada. - Por favor!

Tchauzinho. At� amanh�.

- Voc� n�o estar� aqui amanh�. - Sim, eu vou.

Espere o Inspetor ver

o relat�rio que fiz sobre Michael Relia.

Voc� voltar� a ser um simples carregador.

N�o pretendo voltar a ser um simples carregador.

Al�m do mais, tenho um encontro com Angela Gordon.

Tem um encontro com aquela bela mulher?

- Sim. - N�o acredito.

Angela, minha Angela.

Por favor...

Entre querida...

Querida? O seu terno.

Angela, hein?

Angela!

- Atrapalho? - N�o, mas ele atrapalha.

Angela...

N�o quer sentar?

Acho que sim. Por ali.

- Sente-se. - Por favor...

- Voc� � muito bonita... - Aposto que diz isso a todas!

Sim, s� n�o digo isso para os rapazes.

Voc� � ador�vel.

E ainda acham que voc� matou Strickland! Isso � rid�culo.

Se me mandarem pra c�mara de g�s, estar�o matando o cara errado.

E eu vou lamentar.

Tem id�ia de quem � o assassino?

Sim.

Quem?

O canalha.

Mas quem � o canalha?

Ent�o?

O assassino. Casey tem um relat�rio sobre ele.

S� tem que ver uma coisa.

- E o que �? - Se foi ele.

- Se foi quem? - O canalha.

- Quem � o canalha? - O assassino, n�o entende?

Se puder provar quem foi, voc� ser� um her�i.

E eu adoro her�is. Fa�a-o assinar uma confiss�o.

- Quem assinar a confiss�o? - O assassino.

- Quem � o assassino? - O canalha, n�o entende?

Sim, entendi!

Se ele assinar a confiss�o, provar� que sou inocente.

Por que n�o pensei nisso antes?

Se tivesse l�pis e papel, sabe o que eu faria? Obrigado.

Eu dito e voc� escreve.

Pode come�ar.

Tenho a honra de confessar...

- Voc� confessa? - N�o, Fred. Escreva!

Por esta eu confesso o assassinato de Amos Strickland.

Agora assine.

- Eu assinar? - Claro.

Vai ser a testemunha. Quando o o verdadeiro assassino assinar,

todos saber�o que voc� o fez confessar.

Sim, � verdade.

Fred Phillips.

Nada mau! Casey vai se orgulhar de mim.

N�o conte a ele. Ser� o nosso segredo.

Com licen�a. Tem algu�m � porta.

- Pra mim? - Eu pedi. Isto � tudo.

Achei que seria bom ter um pouco de champanhe.

Puxa, nunca pensei ter uma vida assim.

Tenho um relat�rio sobre todos voc�s,

gra�as ao secret�rio do Sr. Strickland.

Todos t�m experi�ncia com a lei pra saber que

quanto antes cooperarem, mais cedo terminaremos.

Ok, quem vai falar?

Ningu�m?

Preciso falar com o senhor em particular.

J� resolvi o caso. Tenho o assassino.

Michael Relia.

Talvez por isso n�o o encontramos. Tem prova?

Sim, mandei suas impress�es pra central! Tenho toda a ficha.

Strickland o defendeu num caso de assassinato em 1940.

Nada de novo. J� sabemos disso.

Espere, isto se encaixa com o telegrama recebido.

- A� est� o motivo! - Sim, exceto por um detalhe.

Todos receberam um telegrama semelhante, menos a garota.

E todos tinham muito a perder como Michael Relia.

- Crandall tamb�m? - Crandall tamb�m.

Sinto, Casey. Continue tentando!

Sargento, traga Michael Relia e a Srta. Gordon.

- Mandei dois homens procur�-lo. - E a Angela Gordon?

Foi julgada por dar coquet�is de champanhe para o marido.

Tr�s doses de champanhe pra cada uma de veneno.

C�us! Ela est� no quarto de Fred.

Vi o carrinho com champanhe indo naquela dire��o.

Devem estar bebendo agora!

- H� um ant�doto na sala do doutor. - Vamos l�!

Estou sentida, Fred. Fiz um dos meus coquet�is

especiais de champanhe s� pra voc�.

E nem quis provar.

- Tenho uma confiss�o a fazer. - Foi voc�?

N�o, � que nunca bebo nada. Parece veneno.

Ah, s� um golinho.

Ah, pare. As bolhas fazem c�cegas no nariz.

Pela sua pequena Angela.

N�o beberia nem por duas Angelas. Chega! N�o empurre o copo.

- Beba! - N�o vou beber!

J� cansei disso!

Viu, Inspetor? Como eu disse. Ele j� bebeu!

- O ant�doto! Leve-o daqui. - Espere. O que est� acontecendo?

Tenho um encontro com Angela!

- O que �? - Mostarda com leite.

Mostarda com leite? N�o vou tomar isso!

Isso � um ultraje!

J� disse a eles quem voc� �. Pare de fingir.

Tamb�m dei ao Inspetor a ficha dos seus amigos,

inclusive o falso guru do Brooklyn.

- O que mais voc� tem? - Farinha com �gua.

- O que est�o fazendo? - Quieto, quieto!

Voc�...

Quando vai come�ar a cooperar conosco, Srta. Gordon?

Inspetor, qualquer coisa, menos meu nome nos jornais.

Estou prestes a casar e isso arruinaria minha vida.

- O que mais tem a�? - �leo de c�nfora com lim�o.

Pra dentro, vamos!

Quem matou Strickland, Srta. Gordon?

Eu n�o sei. Acredite em mim. Se soubesse, eu falaria.

- O que mais voc� tem? - Atropina e beladona.

Vamos l�, vamos l�.

Inspetor, n�o h� nada nesta bebida.

Logo descobriremos. Enquanto isso vou det�-la!

J� tentei de tudo.

Dei tudo a ele, mas n�o adianta.

Casey, o que est� fazendo comigo?

Desculpe o inc�modo, Fred, mas o coquetel pode estar envenenado.

Est� tentando me dizer...

- N�o bebi nada disso! - Por que n�o me disse?

Toda vez que eu abria a boca, voc� jogava coisa dentro!

"Confesso o assassinato de Amos Strickland. Fred Phillips"

De que serve esta confiss�o, se o carregador ainda est� por a�?

Voc� falhou conosco, Angela.

Ficamos surpresos quando a pol�cia n�o encontrou nada no coquetel.

N�o pensem que eu pretendia mat�-lo!

S� queria deix�-lo b�bado e mand�-lo embora daqui.

N�o seria permanentemente. Ele voltaria.

Se Michael Relia n�o tivesse sumido,

saberia como nos tirar desta situa��o.

Fiz a minha parte: consegui a confiss�o.

Acho que depende de mim.

O carregador vai se suicidar esta noite,

e isso ser� encontrado com o corpo.

Suic�dio?

Eu tenho meios.

Voc� est� num sono muito profundo.

N�o ouve nada, apenas o som da minha voz.

Vai fazer o que eu mandar. Obedecer� sem fazer perguntas.

Abra os olhos.

Fred, seu futuro � negro.

Um terr�vel destino o aguarda. N�o h� mais raz�o para viver.

- Mas h� uma sa�da. - Uma sa�da?

Sim, o sono eterno. O sono que traz a paz.

O sono que dura para sempre.

- Como se eu estivesse morto? - Isso mesmo, Fred.

- Levante-se! - Eu levanto.

Obede�a-me! Fa�a o que eu digo!

Agora, continue andando!

Fique no p� da cama.

Ponha a corda no pesco�o.

Agora, quando eu contar at� tr�s, pule!

Um...

dois...

tr�s!

Vamos, levante-se, Fred.

Fique em p� no ch�o.

Tire a corda do pesco�o.

Teremos que tentar outra coisa.

Fred, tem uma arma?

Ent�o, pegue-a!

Pegou a arma, Fred?

Ent�o, n�o demore. Coloque na cabe�a e use-a!

N�o, n�o, n�o!

Talvez queira escolher o seu pr�prio meio de autodestrui��o.

Como gostaria de morrer?

De velhice.

Fred, venha at� a janela.

Suba no parapeito.

Agora Fred, pule!

N�o pro quarto, pra fora, idiota!

Suba mais uma vez!

Vai cometer suic�dio

nem que seja a �ltima coisa que eu fa�a.

Agora, pegue esta faca!

Use-a!

Fred...

Ou�a-me.

Vai fazer o que eu mando.

Vai me obedecer sem questionar.

Fred, pegue esta faca e espete no seu cora��o.

Fa�a o que eu digo!

Incr�vel. Mesmo sob hipnose,

o idiota s� quer agarrar-se � vida.

Voc� enfiaria a faca no homem que v� no espelho?

�timo. Pegue a faca.

Enfie a faca no cora��o do homem que v� no espelho.

N�o... n�o...

N�o, Fred, eu n�o! Eu n�o, seu idiota!

O homem no espelho, Fred. Obede�a-me!

O homem no espelho!

Fred! Fred!

Acorde, Fred! Me d� isso!

Que ideia � essa de me perseguir com uma faca?

Como posso persegui-lo estou na cama?

Espere. O que eu fiz? Estava andando dormindo?

O que significa isso?

Acho que andei no teto tamb�m.

Casey, que sonho eu tive!

Esque�a! Relia fugiu.

Temos que encontr�-lo e faz�-lo falar.

Vista-se enquanto eu lavo as m�os. Depressa!

Como fui parar l� em cima?

Acho que subi a parede e fui at� ali.

Devo ter goma de mascar nos p�s.

Ol�!

Casey!

Casey! Casey!

O que est� acontecendo? O que � isso?

O que est� tentando dizer? Saia da frente!

� Michael Relia.

Ele est� morto. Foi apunhalado!

Voc� n�o fez isso enquanto dormia, fez?

- N�o matei ningu�m, voc� sabe. - Eu sei, mas e a pol�cia?

Se descobrirem isso, ser� o seu fim.

Devemos tirar o corpo daqui.

- O que faremos? - Sim, o que faremos?

Vou pegar um carro de roupas sujas.

Voc� leva o corpo.

- Roupa suja... corpo... - Vamos! Ponha vida nisso!

N�o acha que � pedir um pouco demais?

Mam�e!

Vamos Fred, temos que tirar o corpo daqui.

Por que n�o posso usar meu terno marrom?

Pra ningu�m reconhec�-lo quando empurrar o carrinho.

R�pido com isso, vamos.

Vamos nos livrar deste corpo.

Pois bem, vamos! Fred, Fred, onde est� voc�?

Estou aqui.

Vamos l�!

Vamos!

- Ol�, Casey. - Ol�, Sr. Inspetor.

- Teria uma toalha de banho? - � claro.

Vamos, pegue uma toalha para o Inspetor!

A prop�sito, alguma novidade sobre o assassinato?

Espero um telefonema de Stone, que incriminar� o carregador.

- Est� de olho nele? - Sim, tudo sob controle.

- Pois �, tudo sob controle! - Depressa com esta toalha!

� a pior arrumadeira do hotel.

J� pedi ao patr�o pra despedi-la, mas n�o adiantou nada.

Talvez ela saiba onde enterraram o cad�ver.

- Aqui est� a sua toalha. - Obrigado.

- N�o h� de qu�. - � o telefone.

- Vamos! - Empurre!

Ei, vamos coloc�-lo na cama?

N�o, no arm�rio. Que outra pessoa o encontre!

Abra depressa! Acenda a luz!

Assim. Vamos, puxe.

Coloque-o na prateleira aqui.

Espere, vou tirar o len�ol.

Vamos com cuidado!

Ajude-me aqui.

Vamos cair fora daqui. Depressa.

Apague a luz.

Vamos! Espere um pouco!

Se encontrarem o carro a�, Wellman ligar� isso a voc�.

- V� pegar o carro. - Peg�-lo?

- Sim! Depressa! - Sempre assim.

Sempre fa�o o servi�o pesado.

Vamos, vamos.

Vamos, apresse-se! Saia logo daqui!

Depressa.

Antes que algu�m apare�a e nos veja.

Vamos nos livrar disso. Coloque ali.

Feche a porta.

- Estou aliviado! - E como!

- Vamos! Est� emocionado? - Estou sim.

- Estou feliz que isso acabou! - Obrigado por tudo.

Ficamos encrencados por alguns minutos.

Agora, livre-se desse disfarce, e depressa, vamos.

Estou cansado. Vou deitar um instante.

Cuide dessas coisas. E n�o me perturbe.

Casey!

Falei pra n�o perturbar!

N�o pendurou meu palet� nem o chap�u ainda?

O que h� com voc�? N�o posso mais ter confian�a?

Cad� o carro? Cad� o carro?

A� mesmo. Se assustou, hein?

Sim, eu admito.

- Voc� � o assassino? - Claro que n�o!

Grande idiota.

� Milford, o secret�rio de Strickland.

N�o tinha outro lugar pra ele se pendurar?

Ele est� morto, idiota!

Temos que tirar o corpo daqui.

- Prepare o carro! - Sim.

- O que houve agora? - Mais um!

� Relia! Espere, acabamos de deix�-lo no quarto dele.

Tem algo estranho aqui. Mortos n�o andam!

Esse a� andou, sim.

O que vamos fazer? N�o podemos voltar ao quarto.

Podemos encontrar o Inspetor de novo.

Sim.

- Tive uma id�ia. - Qual?

O sal�o de jogos. Ningu�m est� jogando l� agora.

- Levamos os dois e deixamos l�. - Boa id�ia, garota.

- Ajude-me com este corpo. - Casey!

O qu�?

Ser� que eles sabem jogar cartas?

Pare de dizer besteira! Vamos tirar isso daqui. Vamos!

Ah, mocinha?

Voc� � nova aqui, n�o �?

Sim, esta � a minha primeira noite.

Deve estar muito ocupada. Olhe quanta roupa!

N�o fa�a isso! N�o fa�a isso, ora!

Quer saber? Voc� � muito bonitinha.

Olhe, deixe seu trabalho de lado

e venha me fazer companhia.

As coisas andam meio mortas esta noite, n�o acha?

Muito mais mortas do que voc� pensa.

Oh, n�o. N�o fa�a isso.

O que est� acontecendo aqui?

Uma pobre jovem n�o pode mais trabalhar em seguran�a.

Com licen�a, o telefone.

Vamos dar o fora daqui.

- Vamos nos livrar desses corpos. - Isso, nos livrar deles.

- Por que faz essa voz? - N�o sei. Estou confuso.

Vamos logo!

Quem? Fred Phillips, o carregador?

N�o, Inspetor Wellman, n�o o vi.

N�o senhor. Ningu�m deixou o hotel esta noite.

Casey? Oh, sim, estava aqui agora.

Vai descer? Certo.

Vamos sair daqui.

A� vem o Abernathy. Livre-se disso, vamos!

Nada como um jogo de bridge entre amigos.

Eu adoro bridge.

Bridge? Com duas m�os abertas?

Esse � um bridge que se joga no escuro.

Oh, tem uma carta no ch�o. A m�o dele est� morta.

N�o � s� a m�o.

N�o, n�o. N�o olhe as minhas cartas. Sempre trapaceando!

- Voc� tem um f�sforo? - Sim, tenho.

Deixe disso. Eu tenho aqui. Tome.

Quem abriu?

Ela abriu.

- Abriu com o qu�? - Com a mesa.

Abriu com a mesa com esta m�o?

Sim.

Quer saber?

- O qu�? - Com esta voc� morre.

Com licen�a.

Deveria ficar comigo de parceiro.

O que voc� tem � meio morto.

Desculpe. N�o quis deix�-la nervosa.

N�o foi minha inten��o.

Sabe que eu n�o faria isso, n�o � verdade?

N�o me toque!

Tire as m�os de mim! Tire as m�os de mim!

Estou parcialmente comprometida. Ent�o, deixe-me em paz!

E fique sabendo...

Qual � o problema?

Quero falar com voc�. Venha aqui.

Como voc� � forte!

Agora que me trouxe at� aqui, o que quer de mim?

Que tal uma beijoca?

Voc� sabe, s� uma beijoquinha.

O que aconteceu?

Ele pediu uma beijoca, e eu dei uma na cara dele.

Tire o carro. Mude essa roupa. Vou ver se o caminho est� livre.

Tudo bem. Desculpe, pessoal, mas j� jogaram demais.

A� v�m Wellman e Stone.

Casey, estive � sua procura. Onde est� o carregador?

- Que carregador? - Fred.

Oh, Fred! Eu conhe�o um Fred Kitsmaier da Filad�lfia.

- Um cara legal. Quero dizer... - N�o, Fred Phillips.

Aquele gordinho com cabelo preto? Ele � o carregador?

Ele foi despedido.

Eu sei que ele foi despedido. O que est� tentando fazer?

Por um momento pensei que estivesse escondendo algo.

- Quem, eu? - Sim, voc�. Onde est� Phillips?

Gostaria de saber.

MANTENHA ESTA �REA LIVRE

Que detetive! Falei pra n�o tirar os olhos dele.

� grande demais pra entrar num buraco do rato. Onde est� ele?

Eu j� disse: Eu n�o sei. Talvez em seu quarto.

N�o, n�s fomos l� quando descemos.

Stone, ligue pra central. Disparem um alerta.

- Ei, voc�! - Sim! Ah, sim?

Precisamos ter uma conversa.

Concordo plenamente. Vamos falar noutro lugar!

- Talvez um lugar mais confort�vel. - N�o tenho tempo pra isso.

- O que sabe sobre o crime? - Qual dos tr�s?

O papai urso, a mam�e urso e um...

Basta. Por que matou Strickland?

Eu n�o matei.

Eu j� disse, ele � burro demais.

- E o que chama isso? - Talvez sejam cinzas.

Encontrado no quarto dele. S�o os restos de um len�o.

Um len�o queimado n�o prova nada.

Prova porque os testes dizem que havia sangue nele.

Eu queimei.

Ent�o voc� admite?

N�o! O Sr. Strickland estava morto no ch�o do quarto.

Eu perguntei se ele estava morto.

Ent�o o len�o estava l�...

Um momento. Por que n�o me disse isso antes?

Sou um idiota.

Pensei que todos achariam que eu era o assassino.

Poderia ser um monograma nele ou uma marca de lavanderia!

Uma prova assim poderia ter nos levado ao assassino.

Acho que j� o fez.

N�o olhe pra mim.

N�o tire conclus�es precipitadas. Vamos conversar com calma.

Pare. Vamos ficar aqui.

Diga uma coisa, Phillips, voc� e Relia estavam de acordo?

A �ltima vez que o vi, ele n�o falou comigo.

Se pudesse encontr�-lo, eu o faria falar.

Isso seria um bom truque.

- Voc� n�o conhece o Wellman. - N�o conhece o Relia.

Pare de enrolar a gente. Pode estar escondido no seu quarto.

- N�o h� ningu�m l�. - Vamos ver.

Boa id�ia. Vamos l� pra investigar.

Voc� vem comigo!

Me chamou.

E eu sou t�o jovem...

Senhores, voc�s j� podem subir agora.

Fique junto comigo.

O que houve?

Sangue.

Procure se controlar. O que aconteceu?

Estive tentando entrar aqui a noite toda, mas n�o consegui.

Quando consegui entrar eu vi aquilo!

- De quem � este quarto? - Do Sr. Milford.

O secret�rio de Strickland.

Este caso est� ficando cada vez mais complicado.

Chamarei se precisar.

Algum de voc�s viu o Sr. Milford nas �ltimas horas?

Estive na portaria at� tarde e n�o o vi sair.

Come�amos com voc�, Swami.

Por que est� usando traje completo a esta hora?

Apenas um jogo de cartas com o Sr. Brooks.

- E voc�? - Eu era a terceira m�o.

- Naturalmente as duas estavam l�. - Naturalmente.

Muito conveniente. Um por todos e todos por um,

em rela��o aos seus �libis.

E voc�, Sr. Crandall?

N�o conseguia dormir, fui dar uma volta.

Posso confiar nas suas palavras,

- ou voc�...? - Eu estava com ele.

Podem voltar aos seus quartos. Casey e Phillips n�o.

Os outros permane�am.

- E quanto a mim? - Pode ir. Voc� tamb�m, Wilson.

Gostaria de ficar se poss�vel, Inspetor.

A reputa��o do hotel est� em jogo.

OK.

Betty?

Eu n�o entendo,

por que n�o disse que est�vamos juntos no terra�o?

Por favor, n�o me pergunte. E obrigada por n�o me denunciar.

Algu�m aqui nesta sala sabe mais do que admite.

E eu pretendo descobrir quem �.

- Isso � uma acusa��o, Inspetor? - Talvez.

Todos voc�s tinham motivo pra impedir Strickland

de publicar suas mem�rias.

Ontem ele foi assassinado.

Esta noite o seu secret�rio some.

- Talvez esteja vivo, talvez n�o. - N�o est�.

- Como voc� sabe? - Porque...

Porque a mancha no tapete n�o � molho de tomate.

Pode significar que Milford foi morto.

Ou talvez s� pra despistar.

N�o � alpiste, n�o. Nem molho de tomate.

N�o perca mais tempo, Inspetor. J� tem o assassino.

Era o que eu pensava tamb�m,

mas Phillips me deu um �libi muito concreto.

Obrigado, Inspetor.

Ouviu, Casey? Um �libi muito concreto.

Vou localizar Milford e Relia,

mesmo que tenha que desmontar esse hotel com as pr�prias m�os.

Ningu�m sai sem minha permiss�o. Podem ir agora.

Voc� n�o, Casey.

"Voc� n�o, Casey"! Lamento que seja suspeito.

Farei tudo que puder pra tir�-lo desta posi��o.

Phillips, quero falar com voc�.

- Eu? - Sim.

Est� nisso at� o pesco�o, mas n�o confio naqueles patifes.

Vou te dar mais uma chance de se inocentar.

Estou cansado de todo mundo ficar me acusando.

Qualquer um pode ser o assassino, at� voc�!

Est� tentando escapar?

- Cale-se! - Casey! Casey!

Fiquem calmos.

- Escute aqui... - Pare com isso!

Enquanto Phillips era suspeito, o assassino se sentia seguro.

Mas agora ter� pressa em reaver o len�o.

Ent�o Phillips, colocar� o len�o � venda.

Quem vai comprar um monte de cinzas?

Ningu�m sabe, apenas n�s que voc� o queimou.

Entendi! Quem comprar o len�o ser� o assassino.

Certo.

Ent�o, espalhe que tem o len�o

e quer vend�-lo por uns US$ 5.000.

E n�o tente fugir enquanto isso.

Tem certeza que � bastante esperto pra isso?

Eu sou muito esperto.

Vou at� o meu quarto planejar tudo.

Ah, �? Onde est� a chave do quarto?

- Est� no meu bolso e... - � mesmo?

- Estava... - Aqui est�.

Fiz isso de brincadeira.

- Isso � seu. - Vamos.

- Onde escondeu os corpos? - No elevador.

No elevador? Vamos!

Precisamos nos livrar dos corpos.

- N�o � esse a�, � este aqui. - N�o tem nenhum corpo a�.

Pois �, algum canalha os roubou.

Pelo menos nos livramos deles.

Precisamos achar algu�m que pague US$ 5.000 por aquele len�o.

Espere, Casey, e se o assassino n�o tiver dinheiro?

Ent�o, matar�o voc� pra conseguir o len�o.

De qualquer forma ir�o se revelar.

Mas se me matarem, talvez eu morra!

Pelo menos provar� a sua inoc�ncia.

� verdade, de toda forma, eu n�o posso perder.

- Isso mesmo. - Tenho muita sorte! Sorte?

- Nunca devia ter sa�do de casa. - Vamos subir.

N�o preciso de nenhum len�o. Tenho muitos.

Mas esse eu vendo bem barato.

- Apenas US$ 5.000. - US$ 5.000? Voc� � maluco.

Mas este � muito bom. N�o d� pra desperdi�ar.

US$ 5.000 tamb�m n�o.

Por favor, compre esse len�o.

N�o vai se arrepender, pode pagar em parcelas.

Tr�s. Dep�sito de US$ 500 e pequenas parcelas mensais.

- Quinze meses? - N�o.

- Dezoito meses? - N�o.

Vinte e um meses � o melhor que posso fazer.

N�o.

Ai, ele � bandido!

- E ent�o? - N�o adianta.

Ningu�m quer compr�-lo. � mais barato me matar.

� melhor que parem de enrolar e resolvam logo isso!

- J� est�o resolvendo isso! - Foi s� um gatinho.

- Mas algu�m o colocou l�. - Voc� � um rapaz de sorte.

Agora s�o os �ndios querendo me matar.

Ei, cara-p�lida, me d� a minha flecha.

Outro alarme falso.

Melhor que fa�am algo. Meus nervos est�o me matando.

� terr�vel, n�o �?

Falou sobre esse len�o com todo mundo?

- Todos, menos o Sr. Brooks. - Acabei de v�-lo na sauna.

Fred, se ele for o assassino,

voc� ser� vingado. � sua �ltima chance.

Se for ele, serei perfurado, assassinado, e frito.

Bem, que seja!

- S� mais um pouco, Sr. Brooks. - Tudo bem.

Aqui mesmo, Fred.

- Essa � a minha c�mara? - Sim.

- Ol�, Sr. Brooks. - Ol�.

- Tomando um banho turco, hein? - Naturalmente.

Pra fazer bem, deve ficar pelo menos uns 10 minutos.

� preciso encontrar alguma coisa pra fazer.

O senhor joga cartas?

Sr. Brooks, o senhor pega muitos resfriados?

N�o, por qu�?

Tenho um len�o que gostaria de lhe vender.

Barato. US$ 5.000.

Ora, isso � rid�culo!

J� chega.

Pelo jeito que est� suando, o len�o seria bem �til.

� bem grande!

- Quero massagem no meu quarto. - Certo, Sr. Brooks.

- S� um momento, Fred. - Muito bem, Sr. Bozzo.

Ei, Sr. Brooks! Sr. Brooks!

Quero lhe falar mais um pouco.

Voc�...

Nem me deixou baixar o pre�o. Poderia pechinchar um pouco.

� isso mesmo.

Se voc�...

Casey!

Se deixar o carregador por minha conta,

arranco a confiss�o dele.

Se ningu�m cair no conto do len�o, ele � todo seu.

Ainda h� uma chance de Brooks ser o assassino.

- Fred est� com ele agora. - Tem at� esta noite pra provar.

Amanh� sai um trem �s 21h00 e aquela gente vai embora nele.

- N�o vai deix�-los ir, vai? - Conhecem a lei tanto como eu.

Ou os prendo ou os deixo ir. N�o posso prend�-los sem provas.

Socorro! Ajudem! O hotel est� queimando!

� a sauna. Fred est� l�. Vamos!

- Fred, onde voc� est�? - Casey!

Espere at� eu desligar o vapor!

Tirem-no daqui depressa!

- Viram? Algu�m queria me assar. - O que quer dizer?

Eu vi uma m�o que puxou todo o vapor.

E era muito vapor, puxa vida.

Acho que algu�m tentou me matar.

Isso parece falso.

Est� tentando afastar as suspeitas de si.

N�o � t�o est�pido como parece!

Deixe-me em paz. N�o quero mais nada de voc�.

Sou um cidad�o que pago os meus impostos,

gra�as a ele o senhor tem a sua arma e o seu distintivo.

Os meus impostos � que pagam o seu sal�rio, viu?

Portanto, trabalha pra mim.

- � um funcion�rio p�blico! - Sim, e da�?

- Ent�o, me traga um pouco d'�gua. - Tudo bem.

O qu�?

O Inspetor n�o est� mais brincando.

Ouviu o que ele disse?

Se n�o houver nada at� �s 21h00,

ele vai acus�-lo de assassinato.

- Assassino, �? - Est� nervoso. Me d� a chave.

Eu abro!

- S� um minuto. Afaste-se. - O que � isso?

- Vamos! Entre! - Mas o que h� com voc�?

Que diabos � isso?

- Uma armadilha. - Pra qu�?

Pra mim. N�o vou arriscar que algu�m entre aqui pra me matar

- sem eu saber. - Seu imbecil!

Como vai impedir que algu�m entre pela janela?

Isso � bom, hein?

Nunca vi nada mais rid�culo!

� mesmo?

Se o assassino entrar aqui sozinho,

outra pessoa ter� que carreg�-lo.

Traidor miser�vel!

Preparamos tudo pra que algu�m

tentasse mat�-lo e voc� quer impedir.

- Voc�s... - Venha aqui. Venha aqui.

Acho que preparou esta janela tamb�m?

N�o podem me machucar. Estamos no 3� andar.

Estamos com sorte. Algu�m finalmente quer mat�-lo.

Meus parab�ns.

Espere at� o Inspetor saber disso.

Rapaz!

Chame o Inspetor Wellman.

Olhe pra esses buracos! Que formid�vel!

Por que todos ficam felizes quando algu�m quer me matar?

Rapaz, realmente est�o querendo a sua morte!

Ora, vamos. Ponha um sorriso em seus l�bios.

Vamos, aproveite a vida. � isso mesmo.

V� at� o seu quarto e repouse um pouco.

- Eu vou. - V� descansar, vamos.

Excelente.

Como? Ele n�o est� no seu quarto?

Procure-o na portaria.

Todos est�o felizes que eu vou ser morto.

N�o estou entendo nada desta hist�ria.

Toda vez que abro um arm�rio, cai um cad�ver na minha cabe�a.

Por acaso tem algu�m a�?

Casey! Casey!

N�o ouvi voc� entrar.

Devia estar l� fora falando com o Inspetor Wellman.

Todos est�o querendo me matar e voc� fica a� deitado.

Oh, voc�! Casey!

Devia ter vergonha! Ah, j� sei, ficou t�mido.

Por isso cobriu o rosto. Vamos!

Que traje preto � esse? Estava vestindo outro...

Qual o problema? O que aconteceu?

- Quero lhe mostrar uma coisa! - Acalme-se.

Est� bem! Desarrumou a cama. E da�?

- N�o, ele estava aqui. Milford. - Como?

Est� tentando me dizer

que o corpo de Milford estava a� e desapareceu?

Tenha calma. Tenha calma. V� tomar um copo d'�gua.

Vai lhe fazer bem. V�.

Calma. Acalme-se. N�o fique nervoso.

V�.

O que h� agora?

O Milford.

- Escoou pelo ralo. - Venha aqui.

Acalme-se!

N�o h� ningu�m no apartamento. Agora cale a boca!

S� pra tranquilizar, vou verificar. Pegue o telefone

e veja se o Inspetor est� subindo.

- V� depressa! - Est� bem.

Ele n�o sabe o que est� fazendo aqui.

Ele n�o sabe o que est� acontecendo.

Eu sei, estava no outro quarto quando voltei e vi.

Vi o que estava acontecendo. Fui fazer um gargarejo

e me abaixei assim, foi que eu vi.

Estava l�.

Eu sei que n�o estou maluco, eu sei.

Poderia ser uma alucina��o, mas sei que n�o foi.

Al�!

Ol�!

- O que foi agora - Venha aqui.

Mais uma vez?

Oh, n�o, n�o, n�o! De novo, n�o.

Quer me dizer que Milford estava a�?

Estava.

Ou�a, estou cansado dessas suas bobagens.

- Mas ele estava. - Chega disso tudo!

Milford estava ali, estava l�. Acol�.

Como isso � poss�vel? Ele est� morto.

Pra algu�m morto, ele anda muito, hein?

Vou provar de uma vez por todas, que ele n�o est� aqui.

- Est� ali? - N�o.

- Venha c�. Ele est� aqui? - N�o.

N�o. Ent�o venha c�.

Muito bem. Ele est� a�?

Est�.

- Milford! - Como pode?

Tem algo estranho por aqui.

Querem assust�-lo pra que saia do quarto.

Eu sei quem �.

- Quem? - Ele.

� o Inspetor,

temos que despist�-lo antes que descubra o corpo.

Vamos!

Ol�, Inspetor.

Desculpe-me o inc�modo, foi um engano.

- Foi imagina��o dele. - Sim, Inspetor.

V� os buracos de bala na janela?

N�o foi imagina��o.

Isso � tudo.

Onde estava quando foram disparados os tiros?

Estava sentado aqui, mas n�o por muito tempo.

Michael Relia!

Casey, estou no quarto certo?

Est�.

Stone, v� at� o quarto pegar um len�ol.

N�o, n�o precisa!

Cale-se.

- Claro... - Cale-se!

- Cale a boca! - Eu n�o disse nada.

- O que sabe sobre isso? - Oh, sim, sim. O que eu sei...

N�o me enrole!

Agora est� envolvido em dois assassinatos.

Melhor aumentar pra tr�s, Inspetor.

- Milford! - Puxei o len�ol e o vi.

Fred n�o poderia fazer isso.

Os corpos foram trazidos pra c�.

Plantaram um aqui, outro l�...

N�o entendo mais nada. Tranquei todas as portas.

Ningu�m entra nem sai.

O quarto est� cheio de armadilhas. Eu vou mostrar.

- Olhe l�, Inspetor. - Mas que diabos � isso?

Vou mostrar como funciona. Quando eu saio,

deixo a porta aberta, eu passo a m�o nisso,

e passo em volta da ma�aneta da porta, certo?

Se algu�m abrir a porta, puxa pra baixo

e cai tudo na cabe�a.

As janelas do terra�o tamb�m t�m armadilhas.

Por estas janelas n�o se entra, estamos no 3� andar.

Aquela porta ali, leva ao apartamento do Sr. Crandall.

Ele � um homem educado, n�o deixar� corpos por a�.

Receio que desta vez n�o.

Phillips disse a verdade. Eu coloquei estes corpos aqui.

- Esta � uma confiss�o? - Claro que n�o.

Meu tio nada tem a ver com os assassinatos.

Com licen�a, Inspetor.

Foi voc� que brincou de esconde-esconde

comigo e com Milford?

N�o sei do que est� falando.

Encontrei os corpos em meu quarto.

N�o havia outro lugar, por isso os trouxe pra c�.

Como encontrou no seu quarto? Eu os coloquei no elevador!

Agora acabou!

J� basta pra mim. Est� preso por crime premeditado.

Obrigado, Sr. Crandall, Srta. Falaremos mais tarde.

- Certo, Phillips, fale. - Por que matou tr�s pessoas?

N�o os matei. N�o ando por a� matando pessoas.

Mas todas as evid�ncias s�o contra mim.

Podem me levar.

Fred Phillips.

- O que disse, Inspetor? - N�o disse nada.

Fred Phillips.

- O Sr. me chamou? - Fred Phillips.

Fred Phillips.

Est� vindo daqui.

Fred Phillips.

Eu o assustei com os corpos?

Claro que assustou!

Agora ou�a bem, se n�o quer morrer,

venha �s cavernas �s 7:30 da noite.

Leve o len�o.

Estarei no setor oeste do Po�o Sem Fundo.

N�o diga a ningu�m. V� sozinho.

- V� sozinho! V� sozinho! - Persistente ele, n�o �?

� uma grava��o. Est� vindo do por�o.

- Algu�m reconhece a voz? - N�o conhe�o ningu�m que more ali.

Acho que o nosso plano finalmente funcionou.

Fred ir� � caverna e pegar� o assassino em flagrante.

- � sua �ltima chance. - N�o vou sozinho, tenho medo!

Espere, prefere morrer como her�i, ou viver como um rato?

- Ent�o? - Prepare o queijo.

Casey, olhe.

Diz: "N�o entrar". Puxa vida, melhor ir embora.

N�o adianta. Fazer o qu�?

CAVERNA PERDIDA Perigo - N�o entre

Fred, v� sozinho. S�o quase 19h30.

- Est� escuro. - V� logo. N�o estaremos longe.

Quando encontrar o sujeito que quer o len�o, grite!

- Vamos! Vamos logo! - Tenho que ir?

Sim!

Desculpe, � o homem que quer comprar o len�o?

Voc�!

Onde ele poderia ir t�o depressa?

- Fred... O que � isso? - S� uma coruja.

Vamos encontrar Fred antes que aconte�a algo. Vamos!

O que faremos agora?

O assassino foi mais inteligente que n�s.

Precisamos encontrar o Fred.

H� uma outra entrada a 800 metros. Vamos l�.

O que aconteceu?

Torci o tornozelo. Ter�o que ir sem mim, rapazes.

N�o podem errar, � a primeira curva � esquerda.

Podem ir. Voltarei para o hotel.

Casey! Casey!

Casey!

- Isso � um eco? - Isso � um eco?

Inspetor Wellman! Sargento Stone!

Casey! Ainda est�o atr�s de mim?

- Eu estou sozinho. - Oh, n�o! Voc� n�o est�!

Ah, sim...

Puxa, nunca vi uma coisa dessas.

"Cuidado com o po�o sem fundo."

"Se voc� se perder, n�o se mova."

"Chame o guia."

Sr. guia!

Sr. guia!

Vou me sentar aqui e esperar por ele.

Queria que o cara que quer o len�o

viesse pra me tirar daqui.

N�o gosto deste lugar.

Uma pedra m�vel?!

Preciso de outra vela.

Vamos l�! Isso n�o vai funcionar.

Vou pegar outra.

Ei, senhor! O que aconteceu...

Cuidado, eu disse cuidado.

Segure-se. Segure-se, Fred!

Venha aqui que vou ajud�-lo.

- Vamos! Um pouco mais perto. - Segure minha m�o.

Me d� o len�o que eu salvo sua vida.

Salve a minha vida primeiro.

N�o.

Est� ficando s�rio.

Casey! Oh, Casey!

Oh, Casey! Inspetor Wellman!

Ei!

Agarre a corda!

Ok, jogue aqui embaixo!

Bravo. Muito bem.

Vou tentar alcan��-la.

Chegue um pouco mais perto!

N�o alcan�o; Escapou!

Mas por que...

Por que balan�ar...

Por que n�o se decide?

Ei, acho que o meu casaco est� preso.

Amarre ao redor da cintura.

Sim... sim.

- Est� pronto? - Ok. Ok. Pode subir!

Fred!

Fred Philips!

- Agora me d� o len�o. - N�o est� comigo.

Se me tirar daqui, eu o levo at� ele.

Est� no meu quarto. Eu o levo l�.

Eu mesmo vou encontr�-lo.

O que est� fazendo? O que est� fazendo?

- O que voc� fez? - Em dois minutos

�gua vai cobrir sua cabe�a.

Casey! Casey!

Casey! Inspetor Wellman!

- Phillips Onde est� voc�? - Acho que veio de l�.

Inspetor Wellman!

Que maneira de morrer!

- Ele n�o est� aqui. - Olhe!

Cad� o Casey?

Deixe o Casey pra l�. Viu quem � o assassino?

- Sim, � o assassino mesmo. - Voc� viu quem era?

N�o, estava com uma m�scara no rosto.

- E sobre o len�o? - Disse que estava no meu quarto.

Vamos que ainda temos chance de peg�-lo.

Minha armadilha funcionou, eu o peguei! Eu o peguei!

A armadilha pegou o assassino. Vamos l�, pegue o arm�rio.

Sabia que iria funcionar. Segure o assassino.

Casey!

Seu lun�tico! N�o me disse que tinha rearmado aquilo!

Coloquei a armadilha pra pegar o assassino.

- Oh! Ent�o, voc� � o assassino? - Tolice!

- O que est� fazendo aqui? - Vim descansar. Meu tornozelo do�a.

- Veio aqui pra pegar o len�o. - Ficou maluco?

� mesmo? Estou come�ando a entender.

Voc� queria me incriminar.

Era o �nico aqui comigo quando o corpo foi movido.

Pode ter sido a sua voz que saiu do respiradouro.

- Voc� estava aqui comigo. - Ent�o voc� � ventr�loquo, hein?

- N�o diga isso, sou seu amigo. - Meu amigo?

Tentando me matar? Inspetor, exijo que prenda esse man�aco.

N�o posso fazer nada pra ajud�-lo.

Pare de p�r id�ias na cabe�a do inspetor.

Nem � preciso. Ainda bem que est�o aqui.

Nem precisei mandar busc�-los.

Agora podem se sentar.

Casey � o assassino. Peguei ele em flagrante.

Sem nenhuma ajuda do Inspetor.

Eu o peguei.

Eu mesmo o peguei!

- Sr. Melton, eis o assassino. - Quer parar com isso?

J� sabia h� algum tempo porque Amos Strickland foi assassinado.

Era para que n�o descobrisse

que Milford estava chantageando Crandall.

- Milford? - Exato.

Amos Strickland n�o sabia de nada.

Quando voc� lhe telefonou que n�o pagaria mais nada,

ele veio aqui para saber mais a respeito.

Mas Milford n�o poderia matar Strickland.

Ele estava a 600 km de dist�ncia.

Ent�o, deveria ter um parceiro neste hotel,

um s�cio na chantagem.

Casey, o chantagista.

Agora eu sei porque p�de pagar aqueles charutos.

Matou Strickland pra ele n�o poder falar com Crandall.

Fred, n�o fale assim. Afinal somos primos.

Temos o mesmo sangue.

Sim, e quero preservar o meu.

Milford sabia que Strickland seria morto,

assim, reuniu alguns ex-clientes no mesmo local

para espalhar suspeitas em muitas dire��es.

- Por favor! - E quanto �s suas mem�rias?

Tudo falso. Milford inventou isso para atra�-los aqui.

Strickland n�o pretendia se aposentar.

Qualquer advogado que publicasse um livro desses,

- nunca mais teria clientes. - Bonito, hein?

Voc� e Milford? Fiquei contente que o pegaram.

- Fred, por favor. - Est�o vendo?

Tentando me estrangular. Ele n�o conhece a pr�pria for�a.

Voc�s viram isso?

Quando Relia desapareceu,

suspeitei que fosse c�mplice de Milford.

Mas quando Relia e Milford foram encontrados mortos,

sabia que tinha que procurar noutro lugar.

- E est� olhando pra ele! - Pare com isso!

- Acredite em mim, sou inocente. - Voc� inocente?

Inocente? Pois me deixe dizer uma coisa:

Esqueci o que eu ia dizer.

Garoto de sorte!

O motivo do assassinato de Relia ainda me intriga.

Eu tenho uma teoria, Inspetor.

Lembra que o assassino roubou arma de Relia para o crime?

Talvez Relia tenha descoberto algo e teve de ser eliminado.

Brilhante conclus�o, Sr. Melton.

Voc� est� certo, Inspetor.

Foi Casey! Ele p�s a arma no meu quarto pra que

suspeitassem de mim.

Mas por que o assassino tirou os corpos do elevador e p�s

- no quarto do meu tio? - � �bvio.

- � claro que � �bvio. - Cale-se!

Vamos, diga a ela.

Quando Phillips j� n�o era mais suspeito,

o assassino queria fazer do Sr. Crandall o suspeito n� 1.

- Viu? - Ainda bem que ficou esclarecido.

Neste exato momento,

o �nico problema do assassino era recuperar o len�o.

O len�o! � isso a�!

Casey veio aqui procurar o len�o e n�o encontrou!

- Conclus�o inteligente. - Foi o que eu achei.

Exceto por uma coisa, Sr. Melton: Casey sabia que n�o havia len�o.

Phillips o havia queimado.

Inspetor, achei o que est�vamos procurando.

Obrigado, sargento. Tenho uma confiss�o a fazer:

- Voc� � o assassino? - Ora, n�o, n�o, n�o!

Os trouxe aqui para que o sargento Stone

revistasse seus quartos.

H� lama mineral nas cavernas.

Assim, quem esteve l� h� alguns minutos,

tem lama nos sapatos.

Muito bem. Todos contra a parede. R�pido.

- N�o poder� escapar, Melton. - Acho que posso, sim.

- Vai sair por essa porta? - Eu vou.

Isso � para o caso da grande n�o funcionar.

A� est�, Inspetor. Tire-o daqui.

Agora que resolvi o crime, vamos todos descer

e tomar uma limonada por minha conta.

- Muito bem, est� recontratado. - Obrigado, Sr. Crandall.

- Casey, quero dizer uma coisa: - O qu�?

Nunca achei que voc� fosse o assassino.

- Eu sempre soube disso. - Fiz aquilo pra despistar.

- Ok, garoto. - Isso, grande cara.

Fred, quero parabeniz�-lo.

Sem as suas armadilhas, n�o ter�amos resolvido o crime.

Obrigado. Vou tirar essas roupas molhadas.

Claro.

Como fui esquecer desta armadilha?

Legendas em Portugu�s-Br: Walter Santos

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