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EXPLORAR NARRATIVAS
LITERATURA AMERICANA
URGENTE ÚLTIMO AVISO
BASEADA NO ROMANCE DE
MARGO TEM PROBLEMAS DE DINHEIRO
BEM-VINDO À BAIXA DE FULLERTON
É óbvio que ele quer guerra.
Ele quer guerra!
O pedido da guarda exclusiva, a avaliação, a queixa na CPCJ.
Está a jogar para ganhar.
Agora, com um teste de droga positivo...
Jinx.
Tem boas hipóteses de ganhar.
A nossa melhor opção é fazer com que ele recue.
Queres que sejamos afáveis com aquele imbecil?
Não lhe vamos chamar isso.
A segunda sessão de mediação já está marcada.
Vamos tentar apaziguá-lo.
Então, ele detém o poder,
e se não recuar...
Estamos lixados!
Portanto, entre agora e a sessão de mediação,
há a avaliação psicológica.
Tens de ser adequada e responsável e deixar todas as psicoses à porta.
A psiquiatra tem de te ver no teu melhor.
E tu tens de pedir desculpa à mãe do Mark.
Nem morta.
Pensa nisso como a forma de o Bodhi continuar a viver com a tua filha.
Eu posso fazer algo?
Já fizeste que chegue.
Fecha os olhos ao que te rodeia
e arranja um passatempo.
Tudo menos tricô. Não queremos que as agulhas te tentem.
Boa.
E tens de sair da casa da Margo. Não podes deixar qualquer vestígio lá.
Não é assim tão mau.
A CPCJ ter aparecido.
Foi só preventivo.
Sim, Kenny.
É mais ou menos como o SEF bater à porta.
Só querem confirmar que está tudo um mimo.
Certo.
Eu...
Não gosto quando dizes o meu nome com desdém.
Faz-me sentir mal.
Desculpa. Estou ansiosa.
Tenho de pedir desculpa à mãe.
Vais pedir?
Nem que me mate.
E é bem possível.
E a avaliação da Margo?
Uma psiquiatra vai à casa dela
fazer-lhe perguntas como se ela fosse doente mental.
- Aqui tem. - É horrível.
Vamos ultrapassar isto.
Como podes saber isso?
Como planeava sustentar o bebé?
Não tinha um plano.
Olhando para trás, fui ingénua.
Pensei que as coisas se iam resolver.
Hoje em dia, vejo o mundo de forma mais clara.
- Olá. - Olá.
Quer um chá?
Agradecia imenso.
Jinx!
Dizem: "Não é a queda que importa,
é como nos levantamos."
Tretas!
Não é só voltar à ação.
Temos de dar cabo do canastro de quem nos levou ao chão!
CAMPEÃO
Obrigada por se encontrar comigo.
Posso sentar-me?
O meu maxilar está imobilizado.
Não interprete a minha falta de ânimo como cedência.
Claro.
Peço desculpa.
Eu...
Perdi a cabeça.
Não é desculpa,
mas espero que consiga arranjar forma...
... de me perdoar.
Aceito o seu pedido de desculpa.
Obrigada.
Obrigada.
Gostaria de saber porque o aceito?
Sim, gostaria.
Como mãe, tinha grandes esperanças e expectativas para o meu filho.
Esperava que ele vencesse um Pulitzer,
imagine.
Vê-lo acabar como professor de Literatura do primeiro ano,
na Fullerton, ainda por cima...
Uma mãe sente uma dor insuportável
quando os seus filhos a desiludem.
Nem consigo imaginar a sua.
Quem é?
Olá.
Olá, pequenote.
A Margo não está.
Na verdade, era contigo que queria falar.
Comigo?
Devo-te um pedido de desculpa.
Falou-se muito de como desiludi a Margo.
Mas percebi que também te deixei ficar mal.
Não tenho muitos amigos.
Mas gostaria de ter a sorte de continuar a poder considerar-te uma.
Pregou-me um susto.
Um grande susto.
E à Margo.
Não pode voltar a fazer aquilo.
Sim.
- A advogada disse que era mau estar aqui. - Certo.
Eu digo à Margo que veio cá.
Está bem.
E deseja-lhe sorte para amanhã.
- Sim. - Shadowhat.
Shadowheart.
Shadowheart.
Shadowheart.
FANTASMA FAMINTO
FÃS
Tive de pagar a avaliação.
Tenho de pagar à advogada.
É sempre a somar.
Então, e as fotografias do mealheiro?
A vagina é o mealheiro da natureza.
Se estás com tanta falta de dinheiro, as pessoas já sabem quem és.
Podes definir o preço.
Não, não é o melhor momento.
Tenho de manter o conteúdo adequado.
E eu não faço pornografia, faço arte.
Trata tu disto, porque ela...
- Certo. - Sabes que me irrito.
- Sim. - Ela...
A tua "putofobia" interiorizada é fofa.
Estás na tua própria jornada.
Nós percebemos isso, mas...
Todo o trabalho sexual é arte.
Desempenho, fantasia, arte.
Estamos a tentar vender uma fantasia às pessoas.
Vê a nossa roupa e a nossa dedicação.
Vais mesmo subestimar-te?
Tens um dia muito importante amanhã.
Se quiseres ir para casa descansar, tudo bem.
Obrigada.
Vem cá, Biotch.
- Maluca. - Maluca.
- É por isso que nos damos com ela. - E a adoramos.
Dá cá.
Pronta?
Mais é impossível.
O Jinx e a Shyanne?
- Estão longe daqui. - Boa.
Muito bem. Praticas algum desporto?
- Desculpa? - É dia de jogo.
A hora do gladiador.
Isso mesmo.
Ramo de oliveira.
Menina bonita.
Sejam bem-vindos.
Antes de começarmos, tenho notícias.
Tenho os resultados da avaliação da Dra. Sharp.
Vou passar à parte sublinhada.
"Do que observei,
a Margo Millet está psicologicamente apta
para manter a guarda exclusiva do Bodhi."
- Ótimo. - Muito bem.
Este assunto surgiu com base na crença do requerente
de que a Margo não estava psicologicamente apta.
Dadas as conclusões da psiquiatra, pretende retirar o seu pedido?
Não.
Porque não?
Não duvido da tua aptidão geral, Margo.
Da tua capacidade de alimentar o Bodhi,
de lhe mudar a fralda, de lhe limpar o nariz...
Ótimo. Então, que se passa?
As crianças de hoje enfrentam desafios morais inéditos.
Precisam de cuidados éticos.
Tu papaste uma aluna.
- Pronto. Margo... - Vou dizer-te uma coisa.
Tu sabias que eu era casado, que tinha filhos e uma mulher.
Só porque não os conhecias, não significa que não foram tuas vítimas.
Fomos ambos cúmplices da infidelidade. A diferença foi o risco.
Eu tinha tudo a perder, e tudo perdi.
Mas, para ti, foi só uma brincadeira.
Eu fui parvo, mas tu foste cruel.
- Como te atreves? - Não estamos à procura de culpados.
Queremos seguir em frente.
Certo. E isso implica as pessoas mais chegadas.
No caso dela, são profissionais do sexo,
pais violentos, um deles toxicodependente,
e uma colega de casa que acredita ser um elfo.
Eu aceitaria a guarda partilhada.
- Boa. - Mas, nos primeiros dois anos,
quero que todas as interações entre o Bodhi e a Margo sejam vigiadas.
Vai-te foder.
Vamos dar um passinho atrás.
Ele deu um salto gigantesco para trás.
Fizeste queixa à CPCJ.
Mandaste uma psiquiatra examinar-me.
- Margo. - De que tens tanto medo, Mark?
- Que o Bodhi fique igual a mim? - Margo.
E se ficar igual a ti?
Um cobarde.
Muito bem. Já chega.
- Não deixo o meu filho... - Agora.
- ... ser criado por uma pervertida. - Margo.
Quero que fique registado que ela me atacou.
A violência corre-lhe no sangue.
Ela fez a única coisa que lhe disseram para não fazer.
Provocou-o.
E agora?
Tribunal.
E, segundo a Lace, calhou-lhe um juiz horrível,
que também teve uma luta pela guarda e perdeu.
Não está famoso.
Bastava ela portar-se bem.
A Lace disse-lhe: "Porta-te bem, não reajas."
E que fez ela?
Ela sai à mãe.
Esta família não tolera rufias.
Que vamos fazer?
- Ela... - Quando é a audiência no tribunal?
Na próxima terça. A Lace quer-nos a todos lá, toda a...
- ... trupe. - Então, lá estaremos.
A trupe inteira.
Não podes aparecer mocado ou com uma seringa no pescoço.
Desculpa.
Se o juiz lhe tirar o bebé, ela nunca mais o recupera.
Nunca mais o vê.
Este quarto era da Katie e da Katherine.
Nesta história, vamos chamar-lhes as meias-irmãs más.
Não eram más, só críticas.
Elas eram más.
Não lhe ensines estereótipos indelicados.
Tudo bem.
Depois, passou a ser do teu avô,
e vamos chamar-lhe o urso encantado capaz de falar.
Vais vê-lo amanhã.
Vais ver o avô e a Susie.
Olá.
- Mãe. - Olá.
Tu, caladinho. Não te vou tocar.
Dás-nos um minuto, Susie?
Sim.
Temos de acabar este conto de fadas, não é?
- Que se passa? - Bem...
Amanhã é o grande dia.
Trouxe-te sapatos e umas coisinhas da Cartier
para o teu visual no tribunal,
para pareceres arranjada e responsável,
e também trouxe um conjunto para o cocozito.
Que se passa aqui?
É...
Vou fazer uma sessão fotográfica alienígena para a minha...
Sim. A tua coisa do OnlyFans.
- Sim. - Sim.
Bem,
muita gente gosta de ficção científica e extraterrestres.
Sim! Deve estar tudo muito bem escrito.
Mãe,
mais vale preparar-te já para o que aí vem.
Não vai ser hoje nem amanhã,
nem antes de isto da custódia estar resolvido,
mas, a dada altura, para eu poder...
... alcançar satisfação criativa e segurança financeira,
vou, de forma artística...
... mostrar o meu túnel do amor.
Certo.
Bem...
Linda,
eu abdico da minha casa, dos meus cremes faciais, de tudo.
Eu posso arranjar dinheiro.
Podemos...
- Podemos arranjar uma solução. - Fiz as contas, mãe.
Isto paga os cuidados de saúde, a creche, a renda.
E posso fazê-lo a partir de casa.
Sinceramente, mesmo se me desses o dinheiro para parar,
não sei se o quereria.
E este quarto ainda não está pronto,
mas tens de confiar em mim.
O que vou fazer é arte.
Esplendor criativo e de ficção científica.
O esplendor do teu berbigão.
Não o digas assim, como se fosse nojento.
Sabes onde ouvi isso? Que os corpos não são nojentos?
- Foi o Elmo? - Quando tinha três anos,
vi-te nua.
Em plena glória.
E foi isso que lhe chamaste, a tua glória.
- Lembras-te? - Não.
E fizeste toda uma diatribe sobre...
... a anatomia humana
e sobre como as mulheres não deviam sentir vergonha.
E não estavas envergonhada.
Aliás, disseste que tinhas a melhor vagina do planeta.
Eu não disse isso.
- Eu não disse isso. - Sim.
Meu Deus!
Bem, eu...
Posso ter exagerado.
Estava em pânico.
Tu entraste de rompante,
- e eu improvisei. - Do planeta!
Está bem. Não vais contar isso no tribunal.
Mãe, tenho medo.
Vem cá. Eu sei.
Eu sei.
Eu sei, querida. Eu sei.
- Tenho tanto medo. - Eu sei, querida. Eu sei que sim, linda.
E se mo tirarem?
Isso não vai acontecer. Não.
Vamos ganhar isto.
CIDADE DE FULLERTON CALIFÓRNIA
CÂMARA MUNICIPAL DE FULLERTON
Tudo pronto?
- Basicamente. - Boa.
Tal como falámos,
decidida, mas humilde.
Tenho de ir à casa de banho.
Claro. É ali.
E um lembrete em relação ao decoro.
Este juiz pode ser um tirano, mas é justo.
Vamos ter de testemunhar?
Duvido, mas com ele tudo é possível.
Espera aqui com o Bodhi.
Se precisarmos de alguma coisa, eu digo.
- Pronta? - Prontíssima.
A postos.
É assim que se diz?
Sim.
Tens de ganhar isto pela minha filha.
Ela é que tem de ganhar.
Mas eu vou estar ao lado dela.
Desculpa.
- Pelo quê? - Não sei.
Talvez...
Talvez por tudo.
A situação da Margo, o Jinx...
Porque pedirias desculpa por isso?
Provavelmente, não o devia fazer.
Na vida, conheci muitas pessoas que deviam pedir desculpa.
Tu não és uma delas.
Obrigada.
A postos.
Certo.
A postos.
A postos.
Olá.
Vamos para ali.
Intimaram a KC e a Rose.
- Sim, eu vi. - Porque as intimaram?
Concentra-te nisto.
De pé.
Caso número 32643, relativo a Millet,
com o Meritíssimo Juiz Andrew Spence.
A sessão começou. Sentem-se.
Li os documentos, e isto é um disparate pegado.
Quando a disputa pela guarda chega a este ponto,
quando chega ao tribunal, o disparate levou a melhor.
O senhor, de pé!
Engravidou uma aluna
e agora atreve-se a pedir a guarda do bebé?
Fica já a saber, Sr. Pai Biológico.
Este caso cheira a esturro,
e tenho motivos para achar que o fedor começa por si.
Eu mereço a culpa.
Contudo, ei-lo a pedir que a Mna. Millet pague o preço.
Eu também paguei o preço.
- De quem é a culpa? - Como disse, minha.
Meritíssimo, tem sido muito difícil ver-me ao espelho.
Mas quando o faço, quando vejo o meu reflexo,
a grande pergunta que surge é: "E o bebé?"
Isto não se trata de quem ganha.
Trata-se de impedir que uma criança inocente perca.
A Margo é uma profissional de sexo. Publicou fotografias ainda esta semana.
Eu posso proporcionar um lar mais estável.
E é o que farei.
E a menina.
Está orgulhosa de si, jovem?
Duvido que alguém se sinta verdadeiramente orgulhoso de si.
Isso é resposta?
Eu dei um bom lar ao Bodhi.
Criei-o com o meu amor e o amor dos avós dele.
Eu cuidei do meu filho.
E, só porque as pessoas consideram o que faço de mau gosto,
isso não o torna ilegal ou errado nem me incapacita de ser a mãe dele.
Quer a minha resposta? Sim, estou orgulhosa.
Discorda que o pai deva ter a guarda.
O Bodhi não o conhece.
Considera-o inadequado? Perigoso?
Considero-o um estranho.
O senhor aí! É o avô?
- Sou. - Muito prazer. É recíproco?
Gosta de conhecer pessoas? De lhes apertar a mão?
Quer apertar a minha mão como apertou a dele?
Não.
Pediu-lhe desculpa?
- Não. - Porquê?
A ordem de restrição.
- Toma drogas? - Metadona.
- É toxicodependente? - Sem dúvida.
Um cuidador da criança. Estava sozinho com ele?
Após a minha recaída, deixei de ser um cuidador e saí de casa.
E a avó? Deixaram-na em casa?
Eu sou a avó.
Gosta de bater nas pessoas? De lhes dar um soco na boca?
Só a ela, e já pedi desculpa.
A senhora! Que lhe disse?
Não me lembro bem.
Levou um soco na boca por causa disso. Não se lembra?
Desaprovei que a filha dela atacasse sexualmente o meu filho.
"Patareca pestilenta." Palavras suas?
Temos aqui um belo grupo, não é?
Quem é o senhor?
Sou o avô-padrasto.
Pedi-lhe que se levantasse?
E aquelas duas ali atrás.
São as duas colegas dela que intimaram?
- São, Meritíssimo. - Nenhuma lei
proíbe profissionais do sexo de serem pais.
Meritíssimo, o nosso argumento é o todo.
O trabalho sexual, o avô toxicodependente, a avó má.
- Posso falar? - Por favor.
- Não, Jinx. Eu trato disto... Jinx! - Ele rebaixou a minha família.
Senta-te.
- Tragam a criança. - Sim.
Pai, não te podes levantar assim.
Ele tem de te chamar.
Não estamos num ringue em que podes saltar das cordas.
Aproxime-se.
- É a colega de casa? - Sim.
E este é o pequeno Bodhi.
Dê o bebé à mãe, por favor.
Olha a mamã.
E a unidade familiar que o requerente deprecia na acusação.
- É esta a unidade? - Sim, Meritíssimo.
Passe o bebé ao avô.
Olá, pequenote.
Que se passa?
Que se passa?
Passe o bebé à avó.
Olá.
Assim.
Olá.
Olá.
Olá, bebé.
Porque está a chorar?
Alergia.
Entreguem o bebé ao pai dele.
Pronto.
Porque está a chorar?
Foi a primeira vez que peguei no meu filho.
Enquanto a vi a pegar nele...
... poder-se-ia dizer que a minha falta de bom senso concedeu uma grande dádiva.
A eles.
A mim.
Estás a ver-me a pegar nele.
Estás a vê-lo no meu colo.
Uma mãe a segurar no seu filho.
Este é o meu filho.
Eu sou a mãe dele.
Eu sou a mãe dele.
Este bebé deveria conhecer o pai.
Guarda principal para a mãe, o pai tem dois fins de semana por mês.
O oficial vai emitir a decisão. Sessão encerrada.
- Que aconteceu? - Que aconteceu?
Ganhaste.
Ganhaste.
Meu filhote.
Olá.
Sim.
A sério?
Boa.
Sim.
Sim.
Eu sou um ótimo pai.
Vais ver quando me conheceres.
Ainda bem.
Porque quero muito que o conheças.
Agora, não mais tarde.
Este é o teu pai.
Olá.
Vou fazer a minha lasanha especial comemorativa.
Estão todos convidados.
E eu vou fazer as minhas margaritas.
- Olá. - É ela.
- Parabéns! - Parabéns.
- Obrigada. - Ganhaste.
- Olá, lindão. - Ganhaste.
- Ganhaste, Bodhi! - Pois ganhaste!
- Ganhámos! - Meu Deus!
- Foi incrível. - Permitam-me dizê-lo.
Vocês estão lindas.
Um elogio teu?
Obrigada.
Já agora, eu nunca chamei a CPCJ.
Não fui eu.
Eles não podem responder a queixas anónimas.
Tem de ser de uma fonte segura.
Se não foi ele, quem foi?
Quem faria uma coisa dessas?
Foi só...
Foi só por precaução.
Só para ter a certeza de que o Bodhi estava bem.
Quando vi o Jinx na cama do hospital,
e todos se recusaram a responsabilizá-lo...
Não queria que a Margo perdesse a guarda, como é óbvio.
Envolveste as autoridades na nossa família.
Tu trouxeste-me para esta família, Shyanne.
Não me compete tentar protegê-la?
Nas minhas costas?
Que outra escolha tinha?
Talvez estivesse só a tentar proteger-te.
A dar-te a possibilidade de negares tudo, porque tu não o farias.
Não ias fazer queixa da Margo, Shyanne.
Porque a adoras demasiado.
E também não o farias ao Jinx.
Porque também o adoras demasiado.
A Margo veio de um clã caótico e complicado.
Um grupo que amava com tanta força que, por vezes, era doloroso.
E o filho dela terá de crescer nesse emaranhado.
Mas vai prosperar. Porque que escolha tem?
E saberá de forma inata que a adversidade gera amor
com um tipo de vigor especial
que nos permite confiar no chão que pisamos
e lançar o nosso barco para o mar selvagem e desconhecido, à procura da nossa sorte.
FANTASMAFAMINTO SEGUE-ME PARA CONTEÚDO EXCLUSIVO
E talvez...
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... fisgar uma grande oportunidade.
Boa noite, bebé.
Um trabalho de amor.
Está perfeito, Susie.
O comando.
Quando estiveres pronta.
Estou pronta.
Eu sou o Fantasma Faminto.
Rastejaram para o meu telemóvel.
Estão aqui aprisionados.
Para sempre.
Vou devorar-vos a todos.
Não haverá sobreviventes.
Legendas: Diogo Grácio
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