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Devastada pelos senhores da guerra corruptos...
Oprimida pelas grandes pot�ncias mundiais
que a subjugaram h� um s�culo atr�s...
China... Um pa�s de fac��es a tentar a unidade nacional... pela revolu��o...
XANGAI
- Tem a guia de marcha? - Sim.
Registe-se. Evite andar na rua. N�o h� licen�a.
Est� bem.
- Onde est� o Mitch? - Morreu h� dois meses.
- Que aconteceu? - N�o acordou um dia de manh�.
Fui colega dele. Chamo-me Baxter. Ex-chefe de sinaliza��o. Exploro isto.
- � tudo? - Sim, � tudo.
Sirva-me um u�sque.
- Ele era boa pessoa. - Come�aram a dar licen�as?
N�o. Transferem-me para outro navio. O San Pablo.
Pode ficar com a minha parte. Essas canhoneiras n�o s�o nada.
- T�m motores, n�o t�m? - Claro.
Ent�o s�o alguma coisa.
- Gosta de mim? - Oh, gosto muito de marinheiros.
O uniforme impressiona-as.
N�o os podemos for�ar a serem nossos amigos.
- Exactamente. - Ent�o porqu� tentar?
Pode odiar as canhoneiras e o que representam, Jameson,
mas os vossos mission�rios s� s�o tolerados porque as temos.
- Eu questiono isso. - Os chineses corriam convosco.
Eles odeiam e desprezam-vos. Ousa a saber isso?
Ouso a gostar deles, e ter f� em Deus e n�o nas armas.
Sim. E quando h� motins contra estrangeiros,
quantas vezes se refugiou na canhoneira?
Duas vezes. Mas nunca mais.
Chamo-me Hamilton.
- Holman. - Como est�? Esta � a Miss Eckert.
E o Sr. Jameson. O Sr. Jameson � mission�rio. A Miss Eckert, tamb�m.
- E este � o Sr. Outscout. - Como est�?
Brit�nico.
- Para onde vai? - San Pablo. A canhoneira.
Se fosse a si, saltava borda fora enquanto pudesse.
- Sabe alguma coisa sobre ela? - Sei.
As canhoneiras americanas na China central s�o uma anedota, Sr. Holman.
- E a pior � a San Pablo. - Ah, sim?
� algo que voc�s herdaram da Espanha ap�s a guerra hispano-americana.
Eu n�o estive nessa.
N�o a deixam andar no Yang-ts�. Apenas num pequeno rio.
Devem conhec�-la. Opera perto de Changsha.
- Sim. Conhecemos. - O Sr. Jameson detesta canhoneiras.
Seja qual for a bandeira. Inglesa, francesa, americana...
S�mbolos do que as grandes pot�ncias fizeram a esta na��o.
Na��o? N�o diga tolices.
Isto � uma mistura de bandidos, chefes militares, viola��es, saques e caos.
A China ser� incapaz de p�r a casa em ordem
at� se libertar dos vossos tratados injustos e escravizantes.
Os estrangeiros cobram os impostos, tomaram conta da Alf�ndega, correios...
Os estrangeiros gozam de imunidade. Ser� que toler�vamos um franc�s
a praticar um crime na Am�rica sem ser julgado pelos nossos tribunais?
Conhece a justi�a chinesa.
Confiss�es pela tortura, corrup��o...
J� viu o carrasco dos chefes militares a andar pelas ruas? ''Oh, tu. ''
''Ah. Tu. ''
Acha engra�ado?
Diz isso de forma engra�ada.
Sim, essas coisas acontecem. Mas eles esfor�am-se.
Os l�deres chineses respons�veis tentam p�r a casa em ordem.
- Do sul, o Partido Nacionalista... - Ral�, s� vejo isso. Que nos amea�a.
Confuso, n�o �? E doloroso.
Lego a China e as suas agonias a v�s jovens, com piedade,
e na esperan�a que talvez compreendam o que se passa,
possam compreender aquilo que vai ser a causa da morte de muitos.
Os bons, os maus, os inocentes.
- Desculpe, mas s� diz disparates. - Compreens�vel.
M�o firme, � o que � preciso.
� por essa raz�o que aqui est�o.
Escute, eu cuido do motor.
O resto � s� conversa.
- Como? - Exibicionismo. Algo para os oficiais.
Eu n�o brinco.
N�o pare.
N�o sei fazer mais nada. S� borboletas e coelhos.
� a sua primeira viagem rio acima?
�.
Percebeu do que falavam ontem � noite?
- Pol�tica. - Gostava de ficar a saber mais.
N�o sou mission�ria, sou professora. E por isso devia saber mais.
Vai ensinar os chinocas?
Vou.
Ensinava num liceu. Em Vermont.
- De onde � voc�? - Nasci em Grover, no Utah.
Mas a minha casa � o navio onde estou.
Voc� � oficial de m�quinas, n�o �?
Pensava que o motor num navio grande era mais interessante que numa canhoneira.
H� muita gente a dar ordens.
Num pequeno navio n�o h� nada dessas tretas militares.
Eles... deixam uma pessoa em paz.
Tive um irm�o na marinha durante a guerra.
Era tenente na reserva.
- H� quanto tempo est� na marinha? - Nove anos.
- E por c�? - Sete.
A maioria dos marinheiros n�o volta.
Fazem 20, 30 anos e juntam-se a uma chinesa, abrem um bar.
Estou a ver.
Pergunto-me o que fa�o por aqui.
Tenho um certo receio.
Pode ser rom�ntico, mas queria ser arrebatada por algo.
Uma noite, o Sr. Jameson mostrou-me slides no r�s-do-ch�o da igreja.
Slides da miss�o dele, China Light.
- Por quanto tempo se alistou? - Sete anos.
Esses chinocas precisam de aprender.
Espero que seja boa. Desde que o seja, eles n�o a podem lixar.
Tal como eu, com o motor.
Se calhar o padre diz-lhe que n�o deve falar com marinheiros.
Isto n�o � a marinha do seu irm�o.
Desculpe se o embaracei.
N�o.
Adeus.
Sinto uma esp�cie de tristeza pela vida dele.
Sim, seria triste, se ele quisesse outra coisa.
Eles n�o querem. Reduzem a vida a algo muito simples, ou mesmo nada.
Desde que obede�am a ordens, a marinha cuida deles.
O estilo de vida que apela a um certo tipo de homem.
Pode ir.
- Eu levo. - Eu levo.
- Eu levo coisas do marinheiro. - Leve. Leve.
- Aquele gosta de carregar coisas. - Ganha o p�o assim.
Voc� deve ser o Holman, certo? Pergunt�vamos quando chegaria.
Xangai atrasou-me um bocado. Custou a encontr�-los.
S� vimos � civiliza��o de 2 em 2 anos para uma vistoria.
Bem-vindo a bordo do Sand Pebble. � assim que lhe chamamos.
- Sou Frenchy Burgoyne. - Voc�s t�m oficial de m�quinas?
N�o, apenas o comandante e o imediato. Voc� vai ser o oficial superior.
- Sim? - O Wong leva-o ao seu beliche.
Quero primeiro ver o motor.
Tudo bem. Pode ver, mestre.
Tudo OK.
Ol� motor.
Chamo-me Jake Holman.
Quer caf�, marinheiro?
Bom rapaz, Wong.
J� acabaste com a manteiga?
Bem-vindo a bordo. Chamo-me Bronson.
- Viva. - Como se chama, companheiro?
- Holman. - Stawski. Ajudante de m�quinas.
- O Farren. Contramestre, 2� classe. - Viva.
- O ruivo � Shanahan, carpinteiro. - Sim, sou eu. Red Dog.
- Red Dog ''arrasa com eles'' Shanahan. - Red Dog, p�ra com isso!
- Jennings, ajudante de farm�cia. - Holman.
Quando andamos com as vacas do Red Candle em Changsha, ele � o melhor amigo.
N�o �, Crosley?
Holman, qual foi o seu �ltimo navio?
Flagship. Frota asi�tica.
- Harris, electricista, fala barato. - N�o comecem.
- Que quer comer? Pe�a ao Wong. - Ovos.
- Claro. Quantos? - Meia d�zia?
- � para j�. Estrelados, ou qu�? - Sim, estrelados.
- Fiambre? - Sim.
- OK, Wong? - OK.
N�o h� muito para ver no Sand Pebble, mas somos bem tratados.
- Sim, claro, Frenchy. - Conta-lhe tudo.
Holman. Aqui o Clip-Clip faz as barbas.
Eu fa�o a minha barba.
� o ganha p�o dele.
N�o quero que ningu�m passe mal.
OK.
- Boa, Clip-Clip. - Belo pequeno-almo�o esta manh�!
Vamos. Andem.
Andem.
Mexam-se. Andem. Em sentido.
Andem. Depressa.
Vamos. Em sentido.
Preparar!
Para a frente! Responder � chamada.
Holman. Burgoyne.
Perna. Shanahan.
Colgate. Troys. Crosley. MacDonald. Haythorn.
- Apresentar. - Conv�s e artilharia presentes.
T�cnicos e navega��o todos presentes.
- Toda a tripula��o presente. - Muito bem.
- Guarni��es! - Oito horas em ponto, Capit�o.
Que assim seja.
Aten��o!
- Tripula��o destro�ar. - Sim, meu Capit�o.
Contramestre, destro�ar.
Sair da fileira e meia volta.
Bem-vindo a bordo. Sou Wellbeck, contramestre chefe de inspec��o.
J� viu a folha do novo homem, Sr. Bordelles? Que acha?
Parece ser um oficial de primeira.
- Viu bem a folha de servi�o dele? - Sim, senhor. Apenas notas 4.0.
Em tudo excepto lideran�a. E foi transferido 7 vezes em 9 anos.
Est� na hora do treino de batalha. Que fazemos esta manh�?
- Repelir abordadores a estibordo. - Sim, Capit�o.
Repelir abordadores a estibordo!
- Repelir abordadores! - Depressa, Holman.
Ajude a operar a mangueira na coberta. Sou o Contramestre Franks.
Segure nisto.
Coberta com homens e pronta.
Para tr�s, seus chinocas!
Para tr�s! Para tr�s.
Desapare�am!
Estejam a postos nessa mangueira.
Apontem l� para baixo.
Em seguran�a!
Em seguran�a!
- Fazem isto muitas vezes? - Todos os dias excepto ao domingo.
Que fazem aos domingos? Apontam-lhes a metralhadora?
Venha.
Mestre.
Todos v�s. Voltem ao trabalho.
Continuem. Continuem.
- Tu... - Po-han, mestre.
Quero ver o por�o. Levanta a placa. Percebe?
- Mim perceber. - Tarefa de por�o n�o fazer.
Hoje dever lavar bombordo.
- Quem � voc�? - Chien. Chefe dos ajudantes.
Sim? Eu fa�o isso. Quero ver os tubos.
Conhe�o tudo sobre tubos. Percebe?
Isto n�o � a marinha chinesa. Levanta.
Mestre! Mestre!
Encerrem-na! Encerrem-na!
Que se passa?
- Aquele ainda vai levar na cabe�a. - O qu�?
- Ele abriu-me a v�lvula de vapor. - Calma.
Fazemos sempre isso na mudan�a de turno.
- Ah sim? - Sim.
Se calhar n�o sabia que l� estava.
Ele sabia.
Nunca vamos ao por�o. E se quiser o respeito do Chien, n�o entre l�.
- N�o quero saber disso. - Seria melhor!
- N�o podemos trabalhar sem ele. - Eu posso.
- Quem trabalha para quem aqui? - � um sistema que eles t�m.
Para um ajudante de por�o, pede ao Chien. Para um de conv�s, pede ao Pappy Tung.
O chefe de todos � o Lop-eye Shing. Ele � tipo capit�o.
- Tal como o Collins para a tripula��o. - Sim?
- Como � que isto come�ou? - H� muito, antes de vir para c�.
Os barcos ficavam debaixo da lavagem, e os chineses lutavam pelo lixo.
Por fim o cozinheiro deu contrato a um barco. Ora essa.
Calma, sim?
Pouco depois, n�o s� o apanhavam, como j� lavavam os pratos.
Numa semana, cada cozinheiro da messe tinha um ajudante chin�s.
Depois, dormiam nos corredores da cozinha.
Depois ficavam no navio para sempre, em todos os departamentos.
- Claro, isso n�o � oficial. - Como � que eles s�o pagos?
Oh, subornos. Um aqui, outro ali. O tio Sam n�o nota. Tem um minuto?
- Sim. - Venha. Eu mostro-lhe.
Eles vivem nas antigas casernas.
Nunca c� vimos. O Capit�o nem sequer inspecciona.
Venha. Ele j� perdeu face que chegue.
Se quiser bater-lhes, d� um pontap�. Nunca lhes toque com a m�o.
N�o fa�a amizades com eles. Isso d� sarilho.
- E fazem o trabalho todo? - Claro.
Isso deixa-nos livres para fazer vigias do conv�s e o nosso dever.
Fogueiros n�o devem fazer vigias no conv�s.
- Neste navio, todos. - Qual � o nosso primeiro dever?
- Lutar. - Contra quem?
Ningu�m. E talvez nunca lutaremos. Como disse o Capit�o, estamos sempre prontos.
Olhe, Jake, temos aqui boa vida.
N�o vim da frota para isso. Sou um oficial de m�quinas.
J� disse. Deixe o Chien cuidar do motor. Ele conhece-o bem.
Calma, sim?
Hoje come�amos a navegar para mostrar a bandeira no lago Tungting e rio Hunan.
Quero prestar as honras como deve ser.
Na Am�rica, hoje � dia 14 de Junho.
Para n�s que usamos uniforme, todos os dias s�o o 14 de Junho.
Diz-se que n�o vai haver mais guerras. Temos de fingir que acreditamos.
Mas quando ela vier, recebemos o 1� impacto, e empatamos o inimigo.
Somos n�s que mantemos a f�.
N�s servimos a bandeira.
A negocia��o que se segue � em fun��o das baixas de cada lado.
� para isso que o povo americano nos mant�m.
Quem acreditar que tem um emprego como outro, pelo qual recebe sal�rio,
� ladr�o da comida que come,
e transgressor no beliche onde dorme.
Sr. Bordelles, preparar para partir.
- Quando foi a �ltima vistoria? - H� um m�s.
Meu Capit�o?
- Sim, Holman? - Temos uma chumaceira gasta.
Pode romper a cambota. Gostava de parar o motor e repar�-lo.
Holman, desde que andemos e saia fumo da chamin�,
damos aos chineses a ideia que quero.
Vai dar-nos problemas.
Nunca deu.
Sim senhor.
Tenho aqui uma mensagem.
Em frente a toda a velocidade.
Em frente a toda a velocidade.
Diga ao Capit�o que o motor n�o aguenta mais rota��es.
Lubrificar as juntas!
Lubrificar as juntas. Mais.
- Holman, porque n�o vamos a todo o g�s? - N�o aguenta mais rota��es.
Temos ordens para chegar depressa a Changsha.
N�o vamos conseguir.
Nunca tivemos de parar.
Bem, estou s� a dizer-lhe.
� isso.
Diga ao Capit�o que temos de parar.
Assim que a biela subir, travamos a catraca. Isso segura
- Tem muita folga, Jake. - Tem sim.
OK. Travem-na.
Dois homens. Tu e tu.
Catraca no lugar.
Para o po�o. Mando eu.
- N�o vou. - Voc� � chefe. Fa�a isso.
- Quer ser despedido? - Fa�a voc�.
Passe-me a chave.
Mim pegar na chave. Mim pegar na chave.
OK, Chien.
O martelo.
- Cuidado! - A catraca cedeu!
O Jennings que des�a!
A placa desceu. Se a tentar retirar corta-o em bocados.
Frenchy.
- As v�lvulas de purga est�o abertas? - Est�o.
E Frenchy? N�o deixes acumular vapor.
V�. Fora daqui.
V�.
Calma.
Jennings, agarra-lhe as m�os. Devagar.
OK.
Reduzir a velocidade do motor.
A postos junto �s cordas.
Limpe-se. O Capit�o espera por si.
Pela primeira vez morreu um homem neste navio. Quero saber porqu�.
- Saltou uma chave na catraca. - Porqu�?
- Vibra��o. - E a raz�o da vibra��o?
Por causa do golpe da chumaceira. H� muito que deve faltar uma chave.
E a outra est� presa pela ferrugem.
Assume alguma responsabilidade pessoal por isto?
- Pela catraca? - Pelo acidente, Holman.
Sem o golpe na biela, n�o haveria vibra��o.
Chien fez a vistoria. Ele devia ter feito a repara��o.
Est� a dizer que o Chien se suicidou?
Ele trabalhava sob supervis�o.
N�o se pode fazer vistorias e vigias no conv�s ao mesmo tempo.
Os fogueiros devem estar atentos na casa das m�quinas.
Lop-eye Shing diz que voc� matou o Chien.
Fez reiniciar o motor de forma misteriosa.
Pode ser supersti��o, Holman, mas � real para eles.
A sua antipatia pelo Chien era bem evidente.
O sistema que o senhor tem neste navio foi o que o matou.
Vai treinar um novo ajudante para substituir o Chien.
- Eles n�o t�m os miolos. - Eles trabalham bem.
Eles s� imitam, nada sabem de motores.
- Nem t�m de saber. - Deixe-me tratar disso como � meu dever.
- Dou-lhe 12 n�s, sem avarias... - Holman.
Aqui quem decide sou eu.
A tripula��o deste navio � como as m�quinas que o movem.
O San Pablo foi feito para uma miss�o especial nas �guas interiores da China.
Mas os homens n�o se mant�m unidos como o lat�o e o a�o.
Temos de nos adaptar todos os dias.
� o nosso objectivo no San Pablo.
Para tal, n�o pode fazer aquilo que quer, mesmo que o fa�a muito bem.
Vai treinar o seu novo ajudante e volta aos seus deveres militares.
� tudo, Holman.
- Venham. Aqui. - Red Dog! Serve o nosso u�sque!
- N�o querem u�sque? - Oh, n�o, querida.
N�o de est�mago vazio, digo eu.
Jake.
Jake.
- Como te sa�ste com o Capit�o? - Um u�sque.
- Acabou-se a lua-de-mel. - Que aconteceu?
O Collins diz que n�s Sand Pebbles somos como m�quinas, apenas diferentes.
Temos de mudar, porque n�o somos feitos de lat�o. Pensa nisso.
Ela nada disse sobre o Chien?
Disse. Tenho de ensinar um novo ajudante.
- O qu�? - Sim, um desses chinocas.
� imposs�vel, Frenchy. Eles acham que o motor tem fantasmas.
- Marinheiro? - Estou teso.
Mama Chunk.
- Onde est� o novo material? - Voc�s s�o sempre os mesmos.
Que se passa? N�o gostam da mesma rapariga?
Frenchy!
- Ol�, Mama. - Que se passa, n�o a levas para cima?
- Ah, d�-me tempo. - Oh, acho que est�s velho.
Muito velho, h�? Muito velho, h�?
Tu novo marinheiro. Como te chamas?
- Holman. - Homang. Homang.
- Sim. Homang. - Tenho uma mo�a nova l� em cima.
Novinha. Est� a preparar-se. Quer v�-la j�?
- Bem, eu... - Mande-a, Mama.
- Oh, belo Frenchy. - Ski!
Tens mais olhos que...
Oh, OK.
Aqui, patinha querida. A melhor mesa na casa. Senta aqui.
Fora daqui, seus porcos.
Chamo-me Ski.
Ski. Percebes?
Como te chamas?
Chamo-me Maily.
Como?
- Chamo-me Maily. - Ouviste? Uma mo�a educada.
- Ol�, Maily. - Ski, sou teu amigo.
- Sai daqui, Restorff. - Ski. Amigo? Ora.
Voltem para os vossos peda�os de carne.
Ponham-se a andar daqui! V�, desapare�am.
Maily, que bebes?
Aviso-te que recebo comiss�o sobre as bebidas.
S� bebo ch� frio, mas tem de pagar como se fosse u�sque.
Estou a ver. Sim, claro.
Dois u�sques.
Calma. Calma, Maily.
Fa�o a escrita do Sr. Shu.
E sou anfitri�. � um prazer conhec�-los a todos.
Sim.
Onde aprendeste a falar ingl�s assim?
Meu segredo.
- De onde � voc�? - New Jersey.
- Oh, sim. Trenton. - Sim, Trenton � em New Jersey.
- Onde Washington atravessou o Delaware. - Isso foi h� muito tempo.
Como anfitri�, tenho de dividir o meu tempo entre todas as mesas.
Foi um prazer conhec�-los, mas tenho de ir.
Oh, n�o. N�o antes duma viagem pelo Delaware.
N�o vou l� cima. Sou anfitri�.
- Ski, ela n�o te ama. - Ski, vai apanhar ar.
Sr. Ski. Por favor n�o!
- Ski, deixa-a em paz! - Vai para o diabo.
Por favor.
P�ra, Frenchy. Caso n�o saibas, ela tem deveres, como os marinheiros.
- Oh, por favor. - Oh, larga-a.
Frenchy, quieto. � uma ordem.
N�o brinques com a mulher de outro antes de ele acabar com ela.
Que se passa? Espere. Que se passa?
Quer ir l� para cima com ela? Pague.
- Dinheiro. - Dinheiro, dinheiro.
- Vamos. L� para cima. - Espere.
A primeira vez dela. Tem de pagar 200 d�lar.
200 d�lares?
- Dou-lhe 10 mexicanos. Vamos. - 200 d�lar.
- Acha que sou almirante? - Esse � o pre�o da primeira vez.
- Quem o diz? - Victor Shu.
- 200 d�lar. - Ningu�m tem tanto.
- 200 d�lares. - Raios me partam.
- Ainda estou a beber com ela. - N�o. Ela vai para outra mesa.
N�o pode mudar as regras assim.
- Desde que pague as bebidas, ela fica. - Que se passa? Est� doido?
V�, saiam.
Parem com isso.
Parem. Voltem �s vossas vacas.
Gosta de falar com menina bonita?
Sim, claro, Mama.
- V� para uma mesa. - Sim.
Sentemo-nos.
- Como se chama? - Frenchy.
- E voc�? - Jake Holman.
- Eu chamo-me Maily. - Como est�?
- Obrigada por me ajudar. - Oh, n�o tem de qu�.
- De onde �, Sr. Holman? - Utah.
Oh, Salt Lake City.
- Eu sou de Filad�lfia. - Sim, o Sino da Liberdade.
- O Utah � bonito? - Para algumas pessoas.
� melhor eu voltar ao navio.
- H�? - Sim. Obrigado.
- Adeus. - A� est� algu�m que sabe sair.
Onde aprendeu a falar ingl�s t�o bem, Maily?
Meu segredo.
Porqu� 200 d�lares? H� algo de especial nos 200 d�lares?
Sim, eu sei. O teu segredo.
Que acontece quando Shu receber os $200?
Vou at� Hankow, at� Shanghai.
Sou livre.
Quem me dera ter 200 d�lares.
Oh... para te dar.
Faria isso?
Claro que sim.
Olha... eu arranjo-os.
Acabou o tempo. Mesa seguinte. Tens de ser r�pido.
Chamo-me Farren. N�o sou de lado nenhum e n�o quero falar de geografia.
- Algu�m quer jogar dados? - N�o me sacas 200 d�lares.
Na pr�xima semana, Frenchy.
Vem c�.
Tu... queres ser chefe?
Como o Chien?
Como quem?
Chien. Ajudante de m�quinas n� 1.
Ele morreu.
Sim, morreu. E foi uma pena.
Mas quero um novo chefe, percebes? Ensino tudo.
O motor n�o trabalha bem?
N�o, o motor est� bem. Eu ensino-te a trabalhar com ele.
A v�lvula.
� igual a esta.
- V�lvula. - U�lvula.
V�lvula.
U�lvula.
- U�lvula. - Sim?
Est� bem. U�lvula.
V�lvula de reten��o de vapor vivo.
U�lvula de leten��o de vapol vivo.
Onde?
Procura tu.
N�o, n�o.
N�o, u�lvula errada.
U�lvula de leten��o de vapol vivo.
- U�lvula de leten��o de vapol vivo? - Sim.
- U�lvula de leten��o de vapol vivo? - Sim, essa mesma.
Mas eu n�o sei.
Voc�, eu, posso fazer.
Jake.
OK.
Se fizeres assim, andamos para tr�s. Percebes?
O gerador. Faz electricidade para as luzes.
Est�s a ver?
OK.
Isto � a caldeira. L� dentro h� vapor vivo. Percebes?
Vapor forte.
- Vapol. - Vapor.
Vapol.
O vapor vivo passa por este tubo.
O vapor vivo entra na bomba.
Vapor vivo! Faz andar a bomba...
Vapor vivo, hein?
Vapor vivo... Vapor vivo... Vapor vivo.
Vapor de descarga.
Condensador. Faz vapor passivo.
Vapor com sono.
Vapor vivo, vapor passivo.
Antes, vapor vivo.
Agora �gua. �gua � vapor passivo.
� vapor passivo.
Vapol passivo. Vapol passivo!
Isso. Isso mesmo.
Agora percebeste! Isso tudo! � assim que funciona!
E isso � o regulador.
Um dia ensino-te tudo sobre ele.
V�. Toca-lhe.
N�o. N�o h� fantasmas.
Ora!
- Quem � o teu novo ajudante, Homang? - Fora daqui.
Pergunta-lhe se podes tomar um caf�. Talvez te d� a ch�vena dele.
Sim. Porqu�, seu sacana...
Holman, cuidado.
Deixar o chinoca beber caf� aqui, tocar no regulador...
Cuidado, Holman.
Pega na tua ch�vena.
Parece que j� n�o vai ser o chefe, Lop-eye.
Ser� sensato p�r de lado o Lop-eye em rela��o ao ajudante?
N�o foi o que fiz. A tripula��o n�o quer Po-han no navio.
Acreditam no Stawski quanto ao sucedido na casa das m�quinas.
- Acredita no Holman? - N�o necessariamente, mas faz sentido.
Mas Lop-eye despediu Po-han. E perde o orgulho se o Holman nos convencer a mudar.
Isso pode servir um fim.
Lop-eye tem tend�ncia a esquecer-se do lugar dele.
� isso. Foi o que aconteceu, Holman.
O chinoca bateu-me e tu detiveste-me antes de eu o poder matar.
- Certo, Perna? - Isso mesmo.
Foi uma sorte eu ter aparecido. Se ele te batesse, matava-te.
O chinoca matava-me?
Tu nunca... J� viste algum a lutar?
- J� viram algum a lutar. - Sim.
Holman, �s doido. Ele teria-o morto.
- Ele punha-te a dormir. - Quem o diz?
- Aposto 50 d�lares. - Aceito.
- Tens mais? - Fico com algum desse.
Esperem a�. Esperem! Um momento! Esperem!
Quem luta aqui? N�o luto se n�o apostar 100 d�lares.
- Tens 100 d�lares? - Sim, tenho.
E preciso de 200 d�lares para comprar um presente especial.
Por 100 ele diz que te ganha.
Oh, Maily. Maily, aqui vou eu!
Esperem.
Al�m do dinheiro, se Po-han ganha, fica c�. � a minha proposta.
- Claro. - Ele n�o vai ganhar.
- Apostas aqui. - Disseste 50 d�lares?
Tens mais, Homang?
- Sim, tenho mais 50. - Holman?
- Aposto 10 que o chinoca n�o luta. - Ele luta.
Aposto 10 d�lares.
Quando come�amos?
- Frenchy, n�o te preocupes. - Como podes dizer...
- Desculpa. - Se Ski ficar comigo, � o destino.
- Aquele grande macaco. - Significa que sou castigada.
- Pelo qu�? - Meu segredo.
P�ra com essa do ''meu segredo''.
- Quem te vai castigar? - Deus.
- Quem? - Deus.
Que lhe fizeste?
Eu...
Roubei dinheiro aos mission�rios americanos.
Encontraram-me e criaram-me de pequena.
Porque raz�o roubaste?
Para fugir. Queriam que fosse mission�ria.
Tencionava ir para Xangai e ganhar o suficiente para lhes devolver.
Mas n�o consegui. Vim para Changsha e o Sr. Shu emprestou-me.
E agora tenho de lhe pagar. E a Deus tamb�m.
Est�s doida, Maily. Que religi�o te ensinam?
- N�o se preocupem. - O chin�s n�o sabe lutar.
Tragam-me cerveja.
Sim, ele � grande e gordo.
Como podes lutar e beber cerveja?
Po-han. Manda-lhe para a garganta, rins, barriga. Aleija-o.
Muito frio deste lado. N�o posso lutar.
Lutas muito com os chineses. Porque n�o tocas no Stawski?
- Ski n�o � igual. - Vamos, rapaz!
Escuta. Ele vai aleijar-te.
Esquece a cor dele. Queres voltar ao navio, luta.
Luta!
Toquem o sino.
- Aproximem-se. - Vamos.
- Vamos. - Po-han, vem c�.
Vamos.
Nada de pontap�s, nem arranhadelas. Nada disso, percebes?
- Mim percebe. - Mim n�o percebe.
Tu!
V�. Esperem, esperem.
Toquem o sino.
Vamos.
Vai a ele. Anda.
V�. Bate-me. V�. Bate-me.
Que se passa? O teu homem n�o luta?
Dou-te dinheiro Ski, mas n�o d�s cabo dele no primeiro assalto.
P�ra de andar � volta, sim?
Bate-lhe!
Que fa�o agora, mam�?
Anda. Luta!
Luta! Luta! Luta!
Bate-lhe.
Separem-se.
- Ol�, Haythorn, como est�s? - Bate-lhe!
Levanta-te, Ski. Levanta-te!
Bate-lhe!
- Um... - Est� a sangrar. Ele sangra, Ski.
Acaba com ele.
- Um. Dois. - Deste cabo dele, Ski.
- Tr�s. - Ele quer a m�e, Ski.
Quatro. Cinco.
Obrigado pelos 50, Homang!
Ele est� a ficar cansado.
Ser� que se cansou de me bater?
Ele est� a ficar sem for�as.
Bate-lhe, Po-han. Acerta-lhe na barriga.
Bate-lhe. Bate-lhe!
Faz as malas para atravessar o Delaware!
Bate-lhe.
Manda-lhe! Manda-lhe!
Apanha-o, Ski!
Bate-lhe!
Anda, Ski, aperta-o!
Rebenta-lhe a cara!
Arranca-lhe a cabe�a!
Anda, Ski, acerta-lhe!
Manda-lhe!
Manda-lhe!
Isto acontece quando se treina com cerveja.
Acaba com ele. Precisas da for�a para o pr�mio.
Oh, sim!
Manda-lhe! Ele vai ceder. Manda-lhe! Manda-lhe!
Sim, manda-lhe.
Manda-lhe para a barriga. Na barriga!
Diz adeus � massa, Holman.
- Jake, se perdermos, perde a massa. - Tr�s. Quatro.
- Cinco. Seis. Sete. - Sim. Perco o dinheiro e tu o navio.
Oito.
Anda. Luta.
Um. Dois.
Tr�s. Quatro.
Um. Dois.
Tr�s. Quatro.
Deita-o para o ch�o!
- Acerta-lhe, Ski. - Manda-lhe!
Manda para o cu!
Manda-lhe!
Um. Dois.
- Tr�s. - Quatro!
Levanta-te, porco.
Um. Dois. Tr�s.
Quatro. Cinco.
Emerg�ncia. De volta para o navio depressa.
Acaba a contagem. Seis.
- Deixem-no s�. - Oito.
- Nove. Dez. - Ena!
Maily! Eu disse que ele conseguia. Eu sabia. Que � que eu disse?
Mim voltar ao navio?
Claro que sim.
- Andem! Vamos! - Que se passa ali, Waldron?
Quem sopra o assobio?
Depressa, ali!
Mexam-se!
- Que se passa? - Vamos, vamos!
- Tragam-nos a bordo. Parecem vivos! - V�!
Tomar press�o. Preparar para largar cabos e afastarmo-nos.
Ancoramos no canal. Os homens curem a bebedeira.
- Podemos ter de repelir abordadores. - Preparar para partir.
Agora escutem. Preparem-se para partir.
Holman! Tomar press�o no motor depressa.
- V�, Red Dog. - Um momento.
L� em cima na ponte.
- Tomar press�o no n� 2. - Eu trato da bomba de vapor.
Onde vais? Agora �s o chefe.
- Estejam atentos a essas cordas! - Todos a bordo, Capit�o.
Muito bem.
Largar as cordas!
Puxem-nas. Vamos.
Puxem a prancha, depressa.
Ontem � noite, em Wanxian nos estreitos do Yang-ts�,
dois navios brit�nicos lutaram com o chefe militar local.
Morreram 200 chineses e 150 brit�nicos.
Os bolcheviques dizem que foram chacinados 2000 chineses inocentes.
- � uma nova estrat�gia de mentiras. - Estou a ver.
Os estudantes apoiam um novo l�der, Chiang Kai-shek do Partido Nacionalista.
Ele leva um ex�rcito para norte para matar os militares.
- Que devemos fazer? - Temos novas ordens, Sr. Bordelles.
- N�o ripostar. - Como?
- N�o ripostar. - N�o entendo.
Parece que somos culpados por tudo. ''Os diabos estrangeiros''.
� um velho truque, unir o povo fazendo com que odeie algo ou algu�m.
N�s somos o alvo. Querem livrar-se de n�s.
Chiang Kai-shek pacificamente, os comunistas pela for�a.
E temos de sorrir e aguentar isso.
Se ripostarmos, damos-lhes nova propaganda para usarem contra n�s,
e fazemos o jogo dos comunistas, que querem que comecemos uma guerra
para que a R�ssia venha em apoio da China e assumir o comando.
� um acidente da hist�ria em que n�s no San Pablo somos os primeiros americanos
a enfrentar esta nova ordem.
Como a enfrentamos pode ser a nossa grande honra, ou desgra�a.
Pretendo que seja a nossa honra.
O nosso governo decidiu para j�
n�o tratar as lutas entre Chiang Kai-shek e os outros chefes
como outra escaramu�a entre eles.
Consideramos isso guerra civil, na qual seremos neutros.
O governo dos EUA ordenou a evacua��o da China central.
Faremos uma �ltima viagem a Baoshan para salvar os mission�rios na China Light.
Preparar para partir.
Parar o motor.
Aqueles s�o de China Light, n�o vejo o Jameson. Onde est� Jameson?
N�o quis vir.
- V� a China Light e traga-o. - Sim, meu Capit�o.
V� imediatamente.
Esquerda, esquerda, direita. Esquerda, esquerda e direita volver.
Esquerda, direita, esquerda, direita, esquerda, direita e esquerda volver.
Esquerda, esquerda, direita, esquerda Esquerda, direita, esquerda e parar.
Meia volta � esquerda.
O Sr. Jameson est� sob minha cust�dia.
- Sim? - O Sr. Jameson, por favor.
Entre. Ele est� ao fundo do corredor.
Viva.
Ela � professora. Conheci-a quando vim de Xangai.
- Sim? - � uma senhora.
Davam jeito no San Pablo, n�o? O Collins obrigava-os a estar assim todo o dia.
- Ol�. - Ol�. Obrigado.
- Obrigado. - Sou Shirley Eckert.
- Prazer em conhec�-la. - Como est�?
Se esses mi�dos ficarem assim mais tempo, derretem.
Que m�quinas s�o aquelas?
Coisas que n�o entendemos. Pensei em si quando as vi.
- Gosta de estar na canhoneira? - Mais ou menos.
- Gosta de ensinar aqui? - Sim muito.
Esta � para fazer a��car de beterraba, e esta luz el�ctrica.
Devia p�-las a funcionar.
- Cho-jen? - Porque raz�o n�o trabalham?
N�o sabemos como. Foram enviadas por uns homens ricos de Filad�lfia.
Cho-jen.
O Cho-jen � o l�der estudantil neste distrito.
Quero que o conhe�a. Ele � inteligente.
Cho-jen, este � o Sr. Holman. Oficial de m�quinas.
- Viva. - Ol�.
Onde est�o os manuais de instru��es? Estas m�quinas normalmente trazem-nos.
Acho que o Sr. Jameson os tem.
Aten��o! Olhar em frente!
Aquele Cho-jen, ele � bolchevique?
N�o. Chiang Kai-shek � o Deus dele.
Para todos eles � a esperan�a.
Ele n�o prendeu o padre?
O Sr. Jameson foi julgado num tribunal chin�s. Foi condenado � morte.
Por cultivar �pio na propriedade da miss�o.
Ele n�o sabia, mas tecnicamente � respons�vel.
Porque foi a tribunal chin�s? Podia ter fugido.
Ele n�o quis. Est� sob a cust�dia de Cho-jen.
Vamos a Changsha recorrer da senten�a. Decerto ser� comutada.
Depois podemos voltar para c�.
Changsha? N�s vamos para l�.
Ouvimos dizer que levavam os mission�rios para Hankow.
Changsha.
Shirley.
O San Pablo vai para Changsha. � mais r�pido do que ir por terra.
Cho-jen aceitou. Partimos quando estiverem prontos.
Vou fazer as malas.
N�o leve muita coisa. Decerto voltamos.
Marchar!
Sr. Bordelles, partimos quando o barco estiver em seguran�a.
Sim, senhor.
- Repelir abordadores a bombordo. - Repelir abordadores a bombordo!
Repelir abordadores a bombordo!
N�o disparem a n�o ser que ataquem.
Esperem pela ordem.
� o ajudante de por�o, Capit�o.
N�o disparem!
- Que fazia em terra? - Eu mandei-o.
- Cho-jen? - N�o s�o dos nossos.
Deixem-no! � nosso compatriota!
- Que diz ele? - ''Vejam o que vamos fazer ao c�o. ''
- Quem � meu Capit�o? - O Po-han.
Ofere�a resgate. Diga que pago 100 d�lares.
- N�o senhor. - Diga.
Soltem-no. Os americanos pagam 100 d�lares se o soltarem.
Desafiamos a que disparem.
- O qu�? - Desafiam o navio a disparar.
Sim. Querem outro incidente. Querem guerra. Diga-lhes 200.
Ele paga 200 d�lares. Ele paga 200 d�lares.
400!
- Sua escumalha! - Crosley, afaste-se dessa arma!
- V�o matar o ajudante! - Afaste-se! Bronson, assuma o comando.
Ocupe o seu posto, Holman.
500!
$500, o Capit�o paga-lhes.
Soltem-no! Soltem-no!
Calma. Ao seu posto, Holman.
Ofere�a 1.000 d�lares!
1.000 d�lares!
- Volte ao seu posto. - Fa�a algo!
- Des�a, ou mando-o matar por revolta. - Dispare alguma coisa!
Salvem-me! Matem-me!
Po-han pede que o matem.
Holman. Holman!
Holman!
- Jake. - Sai daqui.
Aquele homem esta tarde, quem era?
Era um ajudante de por�o que treinei.
Tamb�m virou professor?
Sim.
Isso � bom.
Se tivesse morto um chin�s, haveria um massacre.
Ter�amos de abrir fogo, e seria a guerra que os bolcheviques querem.
Assim, ao matar o ajudante...
Embora perceba o que sente, n�o posso concordar com o que fez.
Mas ignoro o facto oficialmente, desde que pe�a a transfer�ncia.
Voc� op�e-se a todo o esp�rito a bordo do San Pablo. Quebrou a moral.
Esteve envolvido nas duas mortes que ocorreram neste navio,
e os homens consideram-no um Jonas.
Se n�o pedir a transfer�ncia para ter a sua folha limpa, eu pe�o-a.
Eu pe�o-a. Quer que continue a cuidar do motor?
Sim. O substituto demora a chegar.
� tudo.
INTERVALO
Motor em frente a um ter�o.
- Preparar para largar a �ncora. - A postos para a �ncora.
Parar o motor.
Larguem a �ncora.
Soube o que aconteceu aos manuais do motor?
O Sr. Jameson diz que os tem.
V�O EMBORA
- Liguem a mangueira caso se aproximem. - Sim, senhor.
- Tragam aqui uma mangueira de fogo. - Est� bem.
O sindicato dos embarcadi�os declarou greve no seu navio.
Quando os mission�rios sa�rem, mandem uma escolta armada.
- Com que guias de marcha? - As mesmas do navio.
Disparar apenas para salvar vidas americanas e em �ltimo recurso.
Exigimos que libertem os cidad�os da Rep�blica da China
que det�m contra a sua vontade.
Raios os partam. Ligar a mangueira.
D�em-nos �gua.
Aprumem-se! Em frente!
Esquerda, direita, esquerda.
Sentido, parar.
Sr. Jameson.
Miss Eckert, que bom v�-los.
Meia volta � esquerda.
Sr. Bordelles, este � o Major Chin do Ex�rcito Nacionalista Chin�s.
- Qual � a sua miss�o aqui? - Pergunto-lhe isso, Major Chin.
- Isto � propriedade americana. - � solo chin�s.
Tenho autoridade segundo a lei chinesa de a requisitar para n�s.
N�o podem estar aqui armados. T�m de ser escoltados at� ao navio.
Advirto-o, Major Chin.
Se os seus superiores n�o est�o preparados para a guerra com os EUA,
decerto desautorizam os vossos actos e corrigem as vossas ordens.
Est� a perceber? J� aconteceu antes.
Muitas vezes. Mas j� chega disso.
Eu cito-lhe a sua hist�ria, Sr. Bordelles.
''Se quer guerra, que comece aqui. ''
Senhores. Sr. Bordelles, estamos seguros aqui com o Major Chin.
Os seus homens levam as armas ao ombro ou as dep�em.
V�o sob escolta ou sob pris�o. Escolha.
E tem de ser j�.
Apresentar armas.
Armas... ao ombro.
Volver � direita!
Meia volta.
Direita e esquerda... volver.
Sentido, marchar!
- N�o laves isso. Queima-a! - Deita isso fora.
Jamais estar� suficientemente limpa para a vestir.
- Que aconteceu? - Calado!
Lava isto, sim?
- As licen�as continuam? - N�o tenho ordens em contr�rio.
- Eles arrasam a cidade. - Limitem-nas ao lugar onde v�o.
Sim senhor.
- Onde estiveste? - Ningu�m me alugava quarto para a Maily.
- Arranjaste um? - Finalmente. Custou uma fortuna.
- Que se passa? - Ela est� com eles desde que cheguei.
- Puseram-na a beber. - Contaste-lhe?
N�o tive oportunidade. D�-me a massa, Frenchy.
Eu falo ao Shu, ele tira-a das m�os deles.
Tira.
Shu?
Tenho os 200 d�lares para a Maily. Vamos fazer isto sem alarido.
Afaste-a deles por uns minutos e traga-a para fora.
Eu tenho os 200 d�lares.
- L� fora. - Eu digo 210 d�lares.
Que tal marinheiro?
210 d�lares?
Disse que o pre�o era 200, Shu.
- E eu disse 210. - N�o se intrometa.
- Parem com isso, voc�s a�. - N�o manda em mim, marinheiro.
Ele tem raz�o.
Cubra a parada.
- Eu pago 210 d�lares. - 220.
- Leil�o! Que acha Sr. Shu? - Sim, � uma boa ideia.
Ainda n�o tivemos um leil�o. Vamos a isso.
Porque n�o?
- Espere. Afastem-se. - Ponha-a em cima da mesa.
Senhoras e senhores! Olhem esta mercadoria.
Ora, quanto oferecem por este delicioso peda�o de chicha?
- Quanto oferecem? - $230.
E 40.
Rapazes. Isso n�o d� para uma perna.
Mercadoria fresca, intocada pela m�o humana.
- Vamos licitar aqui. - 250 d�lares!
- 275! - Mais! Mais!
Quem diz 300 e vemos tudo?
Bem, vamos v�-la.
- 300. - 300 eu tenho...
- 300. Largue-a, diabo! - Ela ainda n�o � tua.
325.
- 350! - 350, eu...
Dispa-a!
Dispa-a! Dispa-a! Dispa-a!
Eu disse 350! Acabou!
- Ofere�a 400 d�lares e despimo-la. - OK. 400.
Jake, v� l�.
Aten��o aos degraus. Escorregam. � por aqui.
- H� algu�m atr�s de n�s? - N�o.
- Deixa-me voltar. - Depois daquilo tudo?
- Por favor. - N�o.
Aqui.
- Se ponho as m�os naqueles gajos... - J� tens problemas que cheguem.
Que sucede agora?
Volto amanh� e pago ao Shu os 200 d�lares.
� tudo quanto ela lhe deve.
- OK. - Adeus.
N�o. Espera a�. Eu vou contigo.
Est�s bem?
Desculpa...
Ficas bem aqui.
Eu volto amanh� e pago ao Shu o que lhe deves.
Depois ponho-te no comboio para Xangai.
Se n�o puder p�r-te num comboio imediatamente, podias ficar aqui?
Talvez eu... possa visitar.
Pe�o desculpas. N�o sei o que dizer daqueles gajos. Eles...
Est�s bem?
Deixa-me ir. Deixa-me ir.
N�o. Quero que v�s para Xangai como desejas, mas embora assim n�o.
Fa�o o que quiseres. Compraste-me.
N�o. N�o te comprei.
Claro, vou pagar algum dinheiro, mas n�o te compro.
N�o quero que seja...
N�o quero isso entre n�s.
Quero algo diferente.
Tem de ser algo diferente.
Tu vais ficar bem.
Por favor n�o me deixes.
- Jake? - Sim?
- Quero casar com ela. - Ora, espera a�...
N�o sei o que tenho feito. Desperdicei anos com vacas...
Eles t�m uma lei. N�o te podes casar com uma chinesa.
- Os mission�rios podem casar-nos. - N�o o v�o fazer.
Porque n�o vais viver com ela?
N�o. N�o quero isso.
Que tal uma cerim�nia chinesa?
S� sei que quero casar com ela.
Seis d�lares.
OK.
Obrigado.
� estranho, mas apanham estas aves para as porem em liberdade.
Que importa... Apenas pelo gozo.
- V� l�. - � uma bela ideia.
F�-la sentir como se estivesse a ajudar uma velhinha a atravessar a rua.
Vai, amigo.
� mesmo. � rid�culo, mas faz-nos sentir bem.
- Que acontece se conseguir? - Pede um desejo.
Jake, conseguiu! Voc� pede um desejo.
Que quer?
- N�o sei. - Tem de haver algo.
Sim. J� quis um motor.
O motor j� n�o � importante?
N�o como era.
- Porque n�o fica com o meu desejo? - Est� bem.
Ah, o Sr. Jameson disse que lhe podia emprestar isto.
S�o os manuais das m�quinas.
- Vou dar uma vista de olhos. - Est� bem.
- V�. Leve o seu desejo. - OK.
- Jake? - Sim?
- N�o quer saber? - Saber o qu�?
N�o quer saber o que desejei?
Est� bem.
Desejei que um dia contasse mais coisas sobre si.
Um dia.
Quando lhe apetecer.
Est� bem.
Ent�o? Que aconteceu depois?
- � persistente, n�o �? - N�o pode parar a meio.
Porque n�o?
Porque � sobre si. Gostava de saber.
Formei-me como o melhor da turma.
Jake!
Fui expulso da escola.
- Oh... - Oh?
N�o, a s�rio. Que aconteceu?
Um colega e eu and�mos � bulha num piquenique da turma.
Ele trouxe as bebidas e cobrava o dobro.
Nunca simpatizei muito com ele, por isso bati-lhe.
Mas, eu ia receber o meu diploma da� a dois meses.
Fui falar com o director. Ele era um fulano todo simp�tico.
E disse ''Se assinares isto a declarar que trouxeste as bebidas, ponto final. ''
Eu, palerma, assinei. Depois ele olha para o papel e sorri.
Diz ele ''Vou ter de pensar. ''
Eu comecei a bater-lhe.
Esqueci-me que usava �culos, e desloquei-lhe o olho.
Depois o juiz disse ''Tens tr�s op��es: o ex�rcito, a marinha, o reformat�rio. ''
Porque raz�o escolheu a marinha?
N�o h� muita �gua no Utah.
Jake. Ningu�m o defendeu perante o juiz?
A minha m�e. Mas ela n�o tinha influ�ncia nenhuma.
Mas era boa mulher.
Estamos a cruzar as nossas vidas, Maily.
N�o podemos voltar atr�s. E n�o vamos querer faz�-lo.
Aceito-te pelo que �s, e junto a tudo que eu sou.
E n�o escondo nada.
Quando tiveres frio, fome e medo, eu tamb�m.
Vou ficar contigo o mais que puder, e cuidar de ti o melhor que puder.
E amar-te... at� � morte.
Agora diz tu.
Amar-te-ei sempre, honrar-te-ei e te servirei,
e ficarei junto de ti,
e farei tudo por ti,
e viverei para ti.
N�o viverei outra vida sen�o a nossa vida juntos.
Amar-te-ei, Frenchy, toda eu, amor eterno.
Agora estamos casados.
Queres p�r a tua m�o sobre a nossa para dar sorte?
Desejo-vos felicidade, e que tudo corra bem.
Obrigado por ter vindo.
Parece que se amam.
- O Frenchy sim. - A Maily n�o?
Sim, mas ela sabe. Ela sabe no que se est� a meter.
- Acerca do qu�? - Por um lado, � chinesa.
E por outro, um dia ele vai partir.
- Ela podia ir com ele. - Onde?
O que t�m agora n�o serve.
Algo chamado ''comit� do bairro'' est� a tentar expuls�-los.
Para onde podem ir?
Fogem de buraco em buraco.
Mesmo assim, invejo-os.
Jake...
N�o vai dar resultado, Shirley.
Porqu�?
Porque vais voltar em breve a China Light, e eu � frota.
Jake? Vem para China Light connosco.
Sabes como eles s�o duros com desertores, Shirley?
E que lhes acontece quando os apanham?
Bem... eu pensei...
Sabendo o que sentes pelos militares, e o que ensinaste ao Po-han...
N�o � disso que falamos.
Aquilo � bom l�, Jake. Pode ser uma boa vida.
O tribunal aceitou o regresso do Sr. Jameson.
Podias vir como mission�rio t�cnico.
Eu n�o o deveria ter sugerido.
Desculpa.
Eu disse-te para n�o falares com marinheiros.
PARASITAS IMPERIALISTAS
Que se passar�? Eles est�o a saltar.
S�o os ajudantes. Saltam do navio!
ENVENENADORES DA CHINA, ENTREGUEM O �PIO
Atem-no.
- Que aconteceu? - Shing trouxe �pio para bordo.
- Ski, o palerma, atirou-o � fornalha. - O Capit�o disse para o deitar fora.
- O navio n�o anda sem ajudantes. - Vai ter de andar.
Camuflamos o fumo com borracha, meu Capit�o?
Demasiado tarde, Sr. Bordelles.
O San Pablo est� cercado, e ficamos aqui o Inverno todo.
O n�vel da �gua no canal est� demasiado baixo para partirmos antes da Primavera.
N�o haver� licen�as.
N�o se vai a terra salvo o correio ao consulado uma vez por semana.
Cada um de v�s poder� faz�-lo uma vez.
Escolheram o San Pablo para ser destru�do,
usando as suas novas armas de boicote e propaganda.
Esperam no fim arrear a bandeira em humilha��o e desonra.
N�o vamos deixar que o fa�am.
Quando chegar a hora, defenderemos a nossa bandeira com o nosso sangue.
V�o vigiar-nos a cada momento.
Eles v�o vangloriar-se com qualquer sinal de fraqueza, ou sinais de indol�ncia militar.
Esperam destruir-nos. Mas isso fortalece-nos.
� tudo. Prossiga.
Muito bem. Prossiga.
Aten��o! Destro�ar.
No pr�ximo incidente, podem mat�-lo.
Pelo menos, j� n�o � da nossa responsabilidade.
A nossa miss�o principal � defender vidas americanas.
Mesmo que sejam as de idiotas.
Reze por uma Primavera antecipada.
Ou autoriza��o para disparar.
Frenchy, n�o devias c� vir mais.
- Devias ficar no navio. - N�o.
�s vezes, quando c� venho, temo que j� te tenhas ido embora...
Que te tenham perseguido para um lugar onde n�o te encontre.
- Talvez fosse melhor. - N�o, querida, n�o digas isso.
N�o posso fazer nada.
N�o sou nada. N�o sou chinesa, nem americana.
E o beb� nada ser�.
Ser� nossa.
Como �s minha. S� precisamos disso.
Harris, limpa as tuas merdas! N�o fa�o o teu trabalho.
- Nem eu as tuas vigias. - Harris, desaparece!
- Perna, tu... - Disse-te para desapareceres!
Harris!
- Parem com isso! - Larga-o!
- Os ajudantes de conv�s que te ajudem. - Que se passa convosco?
- J� chegam os problemas com chinocas? - Levem-no para baixo!
- Sou electricista. - Parem com isso!
E voc�s a�! Que fazem aqui?
Comece a andar armado. O Franks, tamb�m.
Quando a �gua no canal subir e pudermos chegar a Xangai,
fica tudo bem.
At� l�, os homens n�o s�o respons�veis. Devem ser protegidos.
- Afaste-se deles. - Sim, meu Capit�o.
Nunca houve um motim a bordo de um navio de guerra dos EUA.
N�o lhes vou dar hip�teses aqui neste.
Compreendo.
C�NSUL DOS EUA, CHANGSHA
Disse-lhe para voltar ao navio para ser visto por um m�dico.
Mas receava que o prendessem.
H� quanto tempo est� morto?
Ontem � noite.
Voc� n�o pode ficar aqui.
Eu fico bem.
Volte ao navio.
J� n�o vou voltar.
Venha para China Light comigo.
N�o posso.
Ou�a. Ou�a.
O Frenchy decerto gostaria.
L� vai ser diferente.
Ningu�m lhe vai perguntar se � chinesa ou americana,
onde est� o seu pai, ou algo assim.
V�o ser todos, tudo junto.
E tem de pensar no seu filho.
A Shirley diz que cultivam legumes,
e t�m uma cabra leiteira.
N�o pode ficar c�. Saia. Ele tamb�m. Acorde-o, puta do branco!
- O porco branco est� morto. - Levem-na.
Pare! Que faz aqui? Venha connosco. V�!
N�o volte �quela parte da cidade.
Que aconteceu?
N�o fales disto no navio, est� bem?
Est� bem.
Capit�o. Sr. Bordelles.
Capit�o?
- Repelir abordadores. - Todos aos vossos postos.
Repelir abordadores!
Que... ?
ENTREGUEM O ASSASSINO HOLMAN
- Traga aqui o Holman depressa. - Sim, senhor.
O ASSASSINO HOLMAN � JUSTI�A DO POVO
- O Capit�o quer v�-lo. - Que se passa agora?
N�o sei.
- Que � isto? - N�o sei.
Ontem foi a terra. Que sucedeu? Diga-me. � uma ordem.
- Nada sei de crime algum. - Ele � um assassino!
Matou uma chinesa gr�vida que estava gr�vida dele!
Que �? Que diz ele?
A mulher do Frenchy. Maily.
Acho que eles a mataram.
Que aconteceu?
O Frenchy morreu. Adoeceu e n�o conseguiu voltar.
Quando l� fui v�-los os chineses entraram...
N�o pensei que o fariam.
Dizem que foi voc�. Isso � que conta. Como sabem o seu nome?
Devem ter encontrado o meu bon�.
Daqui a dois dias isto torna-se um incidente internacional.
''Marinheiro de Canhoneira americana mata chinesa. ''
- O canal j� tem profundidade? - Acho que conseguimos sair.
Talvez tenhamos de lutar.
N�o por si pessoalmente, Holman.
Voc� s� conta como s�mbolo do seu pa�s.
� s�.
- Em seguran�a. - Sim, senhor.
Queremos falar contigo. Dizem que n�o nos largam sem ti.
Enquanto estiveres a bordo, eles n�o desistem.
T�m armas daqui at� Hankow. Arrasam connosco.
Tu devias entregar-te.
Diz ao Capit�o que vais a terra e sujeitas-te a julgamento.
- Eu n�o matei a Maily. - Ent�o n�o tens problemas.
Eles p�em-te em liberdade.
Entrega-te, Holman. Tem sido um Jonas desde o dia em que chegaste.
Capit�o.
Parecem ser soldados nacionalistas.
Repelir abordadores. Tragam o Holman � ponte.
Pela lei justa das na��es,
exigimos que entreguem o criminoso Holman � justi�a do povo.
Segundo a mesma lei, voc�s s�o piratas. N�o negoceio.
Negociamos n�s!
Venham busc�-lo!
- Venham busc�-lo! - Sil�ncio no conv�s!
Homang, desce.
Homang! Desce!
Homang, desce. Homang, desce.
Homang, desce. Homang, desce.
Homang, desce. Homang, desce. Homang, desce. Homang, desce.
Holman, se se esfor�ar e entregar-se...
Voc�s a� v�o-se embora.
V�, ou disparo.
Crosley, dispare para a �gua.
Crosley, raios, dispare!
A arma est� encravada.
- Bronson, dispare uma rajada. - A arma est� encravada.
Homang, desce! Homang, desce! Homang, desce!
Homang, desce! Homang, desce!
Sr. Bordelles, preparar para partir.
- Ancore longe do alcance de rifles. - Sim, senhor.
Capit�o...
Preparar para partir.
Sim, senhor.
Tome. Leve isto. Volte quando estivermos em seguran�a.
Preparar para partir.
Capit�o?
H� uma mensagem urgente.
Os nacionalista tomaram Nanking. Est�o a matar americanos.
A cidade foi bombardeada por brit�nicos e americanos. Os fuzileiros est�o em Xangai.
Est�o a mandar as pessoas para a costa.
Executa-se o Plano Vermelho sob confirma��o de Washington.
Sr. Bordelles, chame o Franks.
Venham � minha cabina, todos v�s.
O sucedido esta manh� ainda n�o foi escrito.
N�o faz hist�ria se n�o for escrito.
O que vai ser escrito sobre o fim do San Pablo � muito diferente.
Estamos sem comunica��es.
Estamos sozinhos.
N�o recebemos ordens superiores.
De madrugada partimos. Seguimos para o lago.
Depois, em vez de ir para Xangai, atravessamos o lago,
e subimos o rio Chien at� China Light.
O objectivo ser� salvar os mission�rios em China Light.
Depois do massacre em Nanking ir�o querer salvar-se.
Faremos um �ltimo, ataque feroz no interior da China,
e se o San Pablo perecer, perece com honra.
� a minha obriga��o para com o navio.
E para com os homens.
Estiveram sob grande tens�o.
Merecem esta �ltima oportunidade.
O rio Chien est� bloqueado por uma barreira de juncos
unidos por cordas de bambu e defendidos por mil�cias.
Vamos quebrar essa barreira e depois salvamos as pessoas em China Light.
Muito bem. Eis a barreira.
12 juncos, a 15 e 20 m entre si, um cabo de proa a proa.
Meia velocidade.
Parece que as sampanas trazem mais homens de terra.
- Aos postos de combate. - Todos aos vossos postos.
Vamos!
Mexam-se.
Poucos homens na casa das m�quinas. Todos ao conv�s.
Sim, senhor.
Poucos homens na casa das m�quinas. Todos os outros ao conv�s.
Stawski, toma o regulador. Perna e MacDonald, para a caldeira.
O resto, para o conv�s.
Bronson.
Holman! Prepare a espingarda. Voc�s ajudem.
- Sim, senhor. - Eu vou buscar.
A partir da antepara.
- Postos de combate prontos. - Hastear a bandeira.
Sim, senhor. Bandeira!
A toda a velocidade.
- Holman, arreie a bandeira de proa. - Vamos!
Aqui vamos.
- Rumar para o centro do canal. - A rumar ao centro do canal.
Preparar para concentrar o fogo no junco do meio.
- O Wellbeck para o leme. - Contramestre, pegue no leme.
J� est�.
- Eles j� est�o ao nosso alcance. - Ter�o de disparar primeiro.
Meia velocidade.
Meia velocidade, meu Capit�o.
Bateria, fogo.
Prontos.
Prontos!
Capit�o.
Fogo.
- Fogo! - Fogo!
Metralhadora.
Tomem.
E aquilo? O mastro!
Capit�o.
Abrandar.
- Bateria, cessar fogo. - Cessar fogo.
- Grupo de embarque, peguem nas armas! - Sim, meu Capit�o.
Grupo de embarque, peguem nas armas!
Grupo de embarque, peguem nas armas!
Primeiro grupo, �s posi��es.
- Atracar agora. - Sim, meu Capit�o.
Colocar as baionetas.
Preparar para lan�ar arp�u.
Lan�ar arp�us!
Grupo de embarque, vamos!
Porqu�, seu...
Vamos.
Atacar, segundo grupo!
Vamos!
Baixem-se!
Vem, Holman. Vem!
Capit�o!
Voltar ao navio. V�, Bronson. Ajudem os feridos.
Eles tentam reparar a barreira. N�o temos for�a para a quebrar.
Se n�o voltar ao amanhecer, a miss�o falhou. Partam sem mim.
- Capit�o, n�o posso fazer isso. - � tudo. � uma ordem.
Quem desembarca comigo?
Est�o todos em mau estado, mas � o melhor que conseguimos.
O Farren trata do barco, e o Bronson e o Crosley.
Holman ser� o contramestre.
- N�o se esque�am das ordens. - Sim, meu Capit�o.
- Os homens lutaram bem, Sr. Bordelles. - Sim, senhor.
Capit�o?
Boa sorte.
Tenente Collins, seria melhor para n�s se se fosse embora j�.
- N�o fazemos ten��o de partir. - As vossas vidas correm perigo.
- N�o deveriam ter vindo c�. - Jameson, vai ter de regressar comigo.
Tem cinco minutos para fazer as malas.
Os nosso estudantes milicianos lutaram contra v�s na barreira.
Esperava v�-los regressar vitoriosos e n�o v�s.
- Sabe o que aconteceu em Nanking? - Sei.
Mas isso n�o se reflecte aqui.
S� o senhor nos coloca em perigo.
Pe�o-lhe que parta.
O meu dever � proteg�-lo.
N�o mais. Shirley, traga aquele papel da minha secret�ria?
Declaramo-nos ap�tridas. Envi�mos os nomes para Genebra.
Isso � imposs�vel.
Leia isto.
- Jake. - Tentei voltar antes. N�o pude.
- Ficas? - Sim. Que aconteceu na barreira?
Nessa declara��o assinada renunci�mos � nacionalidade.
O seu uniforme n�o lhe d� autoridade nem responsabilidade sobre n�s.
- Disparate rom�ntico. - Convencemos a maioria das pessoas
que n�o h� liga��o entre n�s e as canhoneiras.
- A vossa presen�a p�e-nos em perigo. - Estamos em guerra. Eles matam-no.
N�o matam nada.
Talvez outrora isto o protegesse, mas n�o agora.
Agora � tiroteio e mortes. Tarde demais para distin��es.
Isso protege-nos.
Esta tarde, o meu navio ultrapassou a barreira.
Houve mortes dos dois lados. Voc� n�o vai tirar o significado a isso.
N�o queremos dar sentido � sua heroicidade. As nossas vidas t�m-no.
- Renunci�mos � nacionalidade! - Foi condenado � morte!
Sou livre, sob a protec��o de um aluno.
Eles n�o se importam com isso. N�o depois de Nanking.
E n�o ser�o as mil�cias que a� v�m, mas as tropas regulares.
Miss Eckert, eles v�o viol�-la.
E este vale ser� destru�do quando o nosso pa�s vier vingar a sua morte.
Quer isso?
N�o os conhece.
J� alguma vez se importou com chinesas violadas e mortas
pelas tropas militares que ajudam com os vossos tratados?
- Por amor de Deus, deixem-nos! - J� chega!
Holman, ajude-os a arrumar as coisas.
N�o.
� uma ordem.
Volte ao seu navio, Capit�o. Eles ficam. E eu tamb�m.
Sabe o que isto �?
Deser��o em frente ao inimigo.
N�o tenho mais inimigos. V�-se embora, Capit�o.
Jameson... Jameson...
Jameson...
Jameson...
Cho-jen morreu na barreira. V�m a� soldados. Tem de partir.
Shirley, o Cho-jen est� morto.
Oh, n�o.
N�o.
Voc� matou-o na barreira.
E agora v�m para mim.
Por sua causa
e o seu orgulho cego.
Raios partam a sua bandeira.
Raios partam todas as bandeiras.
Tarde demais para as bandeiras.
As luzes! Apaguem as luzes.
Esperem. Esperem.
Escutem-me.
Esperem. Escutem...
N�o!
H� outra forma de sair daqui?
Uma cabana no muro de tr�s tem uma porta que d� para os campos.
Mostre-nos.
Protejam-nos. Vamos.
Muni��es.
- Por que lado? - A sa�da � por ali.
Holman, assuma o comando e saiam todos daqui.
Voc� � o oficial de maior patente.
Eu fico e assim pensam que ainda c� estamos. A espingarda.
Quando estiver seguro, eu sigo.
Lutou bem na barreira.
Todos v�s.
Espere at� eu disparar, depois tire-os daqui.
Cubra o resguardo!
Voc�s cobrem os muros!
Porque esperamos?
Dispare contra tudo que se mexa.
Jake...
Est� morto. Levem-na daqui.
- Vamos embora. - Algu�m tem de os deter.
Eles apanham-nos antes de chegarmos ao rio, se a apanham sabes o que sucede.
- Jake, por amor de Deus! - V�o.
N�o! Jake!
Vai � frente. Eu vou j�.
N�o dispares, Bronson.
N�o dispares at� veres algo.
Como est�s, Crosley?
Cuidado, Crosley!
Vamos sair daqui, Bronson! Aten��o aos muros.
OK, saiam todos!
Est� na hora de ir, Holman. Certo!
Certo.
Eu estava em casa.
Que aconteceu?
Que diabo aconteceu?
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