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N�VEL ZERO
GROUND ZERO
�FRICA OCIDENTAL
Esse � o �ltimo m�ssil, Deke.
Aproximam-se tr�s rebeldes.
Apanhem-no!
- Tens de sair da� - Eu sei, Que.
- Tens dois minutos. - Eu sei.
Tens de te afastar dos m�sseis, antes que eles deflagrem.
N�o me digas, Que!
Eles est�o a ganhar terreno.
J� percebi. lmportas-te de sintonizar o r�dio numa esta��o de m�sica?
- J� tens tr�s jipes a perseguir-te. - Sabes, Que...
Sempre adorei desfiles.
- Sabes que h� uma ravina � frente? - Eu sei, Que. Eu sei.
Ent�o, faz qualquer coisa.
- Risca uma base de m�sseis. - Excelente trabalho, Deke.
Ouviste a Que buzinar-me aos ouvidos
enquanto tentava sair dali? - Sim, ouvi.
Dizes � tua filha que se modere enquanto eu luto pela minha vida?
- Diz-lhe tu. - Pensando melhor, esquece.
J� tentei bater-me verbalmente com ela,
mas estou farto de perder. - Ora a� est� uma atitude inteligente.
WASHlNGTON
Sorriam, rapazes!
- Se me d�o licen�a, vou trabalhar. - Obrigado, Senhor Presidente.
Parab�ns, novamente. Continuem a trabalhar bem, sim?
- Obrigado, Senhor Presidente. - Adeus.
Foi t�o fixe!
Sim, Que?
Localiz�mos e neutraliz�mos a base de m�sseis do Sadam em �frica.
- Que �ptima not�cia. Obrigado. - De nada, Excel�ncia.
UNlVERSlDADE DO TEXAS
N�o vejo o Presidente a ceder a este terrorista, ao Rashid.
Que se passa com estes �rabes?
O Rashid amea�a o Presidente e mata americanos.
N�o acha que dev�amos arras�-lo a ele e aos pa�ses que o apoiam?
Acho que lhe vou passar a pasta, Joshua.
Sente-se, Rob. Vou tentar responder a essa pergunta.
O Rob � da opini�o
que devemos largar uma bomba at�mica nos pa�ses que apoiam o terrorismo.
Por�m, n�o podemos condenar todos os �rabes pelos actos de uns poucos,
tal como n�o podemos condenar todos os americanos
pelos actos de homens como, por exemplo, Tim McVeigh.
H� mais de mil milh�es de mu�ulmanos espalhados por 40 pa�ses
e pelos cinco continentes
e a percentagem de fundamentalistas radicais � m�nima.
Na verdade, � de 0,01%.
Veja o que fazem esses um em 10 milh�es. Qual � a ideia do Rashid?
Na Am�rica, acreditamos na liberdade religiosa,
na coexist�ncia de todas as religi�es.
Mas para homens como Fadal Rashid, s� h� uma forma de acreditar,
uma forma de adorar, a deles. Quem n�o as acata � inimigo.
A isso, chama-se Jihad, ou Guerra Santa.
lnsiste, TC.
V� l�, TC! Aguenta-te!
O que � que fa�o de errado?
N�o consigo ultrapassar esta dificuldade.
Est�s a deixar que ela te torne negativista.
E se descontra�sses? Deita-a para tr�s das costas.
Relaxa, concentra-te e visualiza.
N�o percebo, Treinador.
Empresta-me o bast�o.
Como conseguiu fazer isso?
Tal como te disse, relaxando, concentrando-me e visualizando.
lmagina-te a mover o bast�o, a estabelecer o contacto
e a ver a bola transpor a veda��o.
Percebeste? Achas que �s capaz?
- Vou tentar. - For�a!
Vamos l�! For�a!
Descontrair...
Concentrar...
Visualizar...
- Funciona, Treinador. - Pois funciona.
- Aonde aprendeu isto? - Se te dissesse, TC...
... teria de te matar.
Pratica mais um bocado. Bom trabalho. For�a!
JACK STANTON CHEFE DO ESTADO-MAlOR
Lamento ter interrompido o jantar da lmprensa, mas temos um problema.
N�o � preciso desculpar-se.
Volta rapidamente. Afinal, foi para te ver que eles vieram.
Lydia, quando est�s por perto, s� h� olhos para ti.
Nunca considerei a imprensa como uma alcateia de lobos,
mas comem como uma.
E tamb�m v�o uivar, se n�o voltar antes do caf�.
Chegar�o � sobremesa sem dar pela minha falta. Que temos aqui?
Temo que os nossos piores receios se tenham concretizado, Excel�ncia.
Edif�cio da Embaixada Americana em Nairobi. 29 mortos e 195 feridos.
Forth Colums, em Rihad. 16 mortos e 38 feridos.
GENERAL WARREN GATES SERVI�OS SECRETOS MILITARES O USS Cole, no Golfo de Aden. Miss�o suicida.
16 mortos e 21 feridos.
World Trade Center, Nova lorque. Sete mortos e 66 feridos.
STEPHEN MORNAY DlRECTOR DO FBI Estes s�o os homens que detivemos pelo atentado ao World Trade Center.
Tr�s dos principais operativos de Fadal Rashid.
J� fui informado sobre eles. O que pretendem, agora?
J� l� chegaremos. Seja paciente, Senhor Presidente.
O cabecilha, Fadal Rashid.
PHILIP KZNAR-PROMOTOR P�BLlCO O Rashid falou a s�rio ao amea�ar intensificar os ataques terroristas,
caso n�o libert�ssemos os seus tr�s principais operativos.
Eu sei disso, mas jamais cederei �s suas amea�as.
Com a recompensa de cinco milh�es, achei que algu�m o denunciaria.
Captur�-lo-emos, Jack, � s� uma quest�o de tempo.
Continuo sem saber o motivo pelo qual me trouxeram at� c�.
CARTER MCLAlN DlRECTOR DA ClA Hoje, recebi uma chamada preocupante do meu hom�logo russo.
Um volume substancial de plut�nio desapareceu dos armaz�ns deles,
bem como v�rios dispositivos usados na constru��o de armas nucleares.
- O Rashid tem uma bomba? - � o que tememos, Sr. Presidente.
Contactarei a NATO.
Certifiquem-se de que n�o entra em solo americano.
REL�QUlAS SOB CERCO MUSEU DE CHlCAGO.
Os rumores confirmam-se? Resgatou os �ltimos artefactos do Afeganist�o.
Foram retirados do museu de Cabul,
horas antes de os Talib�s chegarem e destru�rem tudo o que restava.
- Os Talib�s? - As for�as rebeldes
que controlam actualmente a maior parte do Afeganist�o.
- Quem executou a miss�o? - Lamento. N�o posso divulg�-lo.
Se os Talib�s soubessem quem eram, persegui-los-iam e mat�-los-iam.
Porque � que eles destroem tudo?
Acreditam que as est�tuas foram usadas como �dolos
e divindades por descrentes.
- Parab�ns, Dr. Everett. � magn�fica. - Obrigado.
Ol�.
Hoje n�o vais namorar?
Um homem precisa de descansar, de vez em quando.
- Como�vai o emprego de treinador? - Optimo. Estou a adorar.
De vez em quando, temos de mostrar �s tropas que cumprimos o servi�o
e hoje portei-me muito bem. - Como assim?
Lancei uma bola para fora do campo. Deve ter voado uns 130 metros.
- Eu devia ficar impressionada? - Eu c� fiquei.
- S� quero dizer que quem � bom... - J� sei, "� mesmo bom".
Foste tu que disseste.
Sabe o que acho, Sr. Slater?
Acho que tem um problema, um problema de egocentrismo.
� melhor control�-lo.
S� estava a brincar. Que foi que eu disse?
Acho que falaste de mais.
Por aqui!
J� temos o plut�nio.
Lamento, Deke, mas parto esta noite.
� o melhor trabalho como modelo da minha carreira.
Eu sei.
Mas Dallas ficar� t�o abandonado sem ti...
- E eu tamb�m. - Sou assim t�o importante para ti?
Claro que �s.
A ideia de passeares sem mim pelos Campos El�sios ao luar
� nauseante e insuport�vel.
Com licen�a.
Est� na hora.
Agora?
Sim.
Certo. Escuta. Tenho de ir. Desculpa.
Boa viagem. lsto paga a despesa toda.
Boa sorte.
Preparado?
Venham elas!
Est� a ficar f�cil.
Ele tem raz�o. � demasiado f�cil.
Toma e venda os olhos.
- Est�s a brincar? - N�o.
Agora que n�o v�s, ter�s de confiar nos teus outros sentidos.
�ptimo! Cinco sentidos a desempenhar a fun��o de seis!
Preparado?
- lsso doi! - A ideia � mesmo essa.
Concentra-te e v� com a mente, Deke.
Sente e pressente a bola a chegar.
N�o podias arranjar bolas mais moles?
Na verdade, tentei arranjar bolas mais duras.
Obrigado, Que. Tamb�m te adoro.
lsto � rid�culo!
N�o consigo fazer isto!
Tens de deixar que os outros sentidos fa�am o trabalho por ti.
Possuir tal capacidade pode salvar-te a vida,
tal como salvou a minha muitas vezes. Entendeste?
Sim, senhor.
Preparado?
Concentra-te, Deke.
Sente!
Que, queres experimentar?
Deke, desde os cinco anos que fa�o isso.
� impressionante, Ali.
- Onde aprendeste estas coisas? - Vivo h� dez anos em Chicago.
Rashid, o teu pai, pagou-me os estudos,
um doutoramento em f�sica aplicada na Northwestern.
Os americanos...
S�o �ptimos a treinar os seus inimigos para os destru�rem.
Dez anos � muito tempo, Ali.
� muito tempo para resistir �s tenta��es da sociedade americana.
Eu sabia que, um dia, seria chamado para servir uma causa mais nobre...
Para servir Al�.
- Est� pronta. - Como funciona?
� muito simples.
Come�a-se por activar o iniciador.
Calma, Abir. O dispositivo n�o est� armadilhado.
Depois, programa-se o cron�metro.
Pronto.
O meu pai ficar� satisfeito.
SUL DO AFEGANlST�O
30 METROS ABAlXO DO SOLO
Mil desculpas, Amir.
Eles aguardam-no.
O seu filho est� a tornar-se um verdadeiro her�i do lsl�o, Amir.
Sim. Abir � a minha estrela-guia.
� o nosso futuro.
Ainda s� cumprimos oito anos do meu plano de cem anos.
Temos de depender dos nossos jovens para que se cumpra a vontade de Al�.
- Est�s preparado? - Sim, Amir.
Pode come�ar quando quiser.
Esta mensagem destina-se ao Presidente dos Estados Unidos.
O Senhor � o l�der de um imp�rio arrogante e corrupto,
de uma sociedade maligna de infi�is e de pecadores,
uma na��o que ser� responsabilizada pela sua pr�pria destrui��o.
Avisei-vos repetidamente para sa�rem do Golfo de Aden,
da Ar�bia Saudita
e de todos os territ�rios dos que s�o fi�is ao lsl�o.
Agora, em Nova lorque, julgar�o tr�s m�rtires isl�micos.
Fa�o um �ltimo aviso ao Presidente Mayfield.
Libertem os nossos homens!
Libertem-nos imediatamente,
ou uma cidade americana ser� consumida...
... pelo fogo nuclear.
ROLF KELLNER CONSULTOR ClENT�FlCO Lembrem-se de que falamos de um dispositivo nuclear
que cabe numa mala.
SENADORA KAY B HUTCHISON COMIT� DOS SERVI�OS SECRETOS Era isto que mais tem�amos com o desmembramento da URSS,
que o plut�nio e o material de bomba passassem a ser comercializados.
Sabemos que o Rashid pode compr�-los.
Meus senhores, � �bvio que temos de manter segredo.
Se a informa��o se espalha, pode ter consequ�ncias desastrosas.
Steve, que medidas tomou o FBI?
Viramos o pa�s do avesso para tentar encontrar a bomba,
se � que existe. - Sugest�es?
- Pod�amos encost�-lo � parede. - N�o me parece boa ideia, Philip.
Pod�amos libertar os sues homens e recambi�-los para o Afeganist�o.
Nada nos garante que o Rashid deixaria de fazer exig�ncias.
Se a bomba est� aqui nos EUA, ele pode exigir o que quiser.
O que nos conduz � nossa op��o militar.
Sabemos onde se localiza o complexo do Rashid no Afeganist�o.
Muito bem. Mas o c�o n�o ca�a, se n�o estiver no complexo.
- Mas est�, Sr. Presidente. - Como podemos ter a certeza?
Ele usa um telefone por sat�lite.
Captamos as chamadas que faz e localizamo-lo com exactid�o.
Embora o que diga seja codificado, identificamo-lo atrav�s da voz.
Ele est� l� e agora.
- E se o rapt�ssemos? - E a guarda de honra e os Talib�s?
Seria uma miss�o suicida.
- Que meios tem na �rea? - O USS Nimitz, no Golfo de Oman,
e o Eisenhower estacionado ao largo do Kuwait.
Podemos usar F15 para bombardear os respiradouros do complexo.
Essa � a nossa melhor op��o, Sr. Presidente?
Senadora, esse homem amea�a matar milh�es de americanos.
O seu plano de 100 anos visa tornar o planeta num imp�rio isl�mico.
Sem a lideran�a de Rashid, os seus seguidores ficariam desorientados
e come�ariam a cometer erros,
o tipo de erros que nos pode levar � bomba, antes de esta deflagrar.
Podemos avan�ar, Sr. Presidente?
Warren, detesto encost�-lo � parede,
mas o que nos garante a obten��o do m�ximo de sucesso?
O elemento de surpresa,
as bombas inteligentes de �ltima gera��o,
a elevada confian�a...
Podem avan�ar.
GOLFO DE OMAN
Bobcat, mantenha-se alerta e de olhos bem abertos.
Afirmativo.
SUL DO AFEGANlST�O
Quando podemos contar com a reac��o do Presidente americano, Amir?
Ele j� reagiu.
N�o compreendo.
A vida � como este jogo, Abdullah.
Eu movo uma pe�a...
Agora, o Presidente tem de mover uma pe�a. N�o tem escolha.
Obriguei-o a agir.
Percebes?
Bobcat, est� perto.
Recebido. Prossigo.
Alvo detectado.
Tem um m�ssil no seu encal�o, Bobcat.
N�o consigo fugir-lhe! N�o consigo fugir-lhe!
Morte aos imperialistas americanos!
Sim? Quando?
�s 9.:33. Temo que um dos pilotos tenha morrido em combate.
Obrigado.
Sim, Sr. Presidente?
Estou a ver.
Compreendo.
- lnactividade activa? - Vou dar-vos um exemplo.
Comparem a inactividade a uma pausa musical.
Uma pausa n�o pressup�e aus�ncia de m�sica,
� parte integrante da composi��o.
O espa�o entre as notas tamb�m � m�sica.
Quem domina a arte da ret�rica assemelha-se...
... digamos, a um maestro que dirige a orquestra.
Quer ent�o dizer, Professor, que uma pausa com sentido
permite avaliar a nossa situa��o? - Muito bem, Rob.
Vou ter de terminar a aula mais cedo. Est�o dispensados.
Muito bem, rapazes, vamos a isto!
Surgiu-me um problema de fam�lia.
Tenho de ir. Substitui-me. Obrigado.
Vamos, rapazes!
O Rashid colocou uma bomba nuclear numa das nossas cidades.
Qual � o objectivo dele?
Quer os terroristas do atentado ao World Trade Center libertados
e devolvidos ao Afeganist�o.
- Qual � a nossa miss�o? - ldealmente, entrar no complexo,
capturar o Rashid e traz�-lo para os EUA.
Na pior das hip�teses, teremos de execut�-lo sumariamente.
- Onde podemos encontr�-lo? - Est� tudo aqui.
Deke, insere o dispositivo de localiza��o.
A inserir detector.
Detector inserido.
AFEGANlST�O
- Tudo a postos. � a sua vez. - Afirmativo.
Perdi o contacto. Aguardo o realinhamento do sat�lite.
Quanto tempo?
Daqui a 60 segundos, a liga��o por sat�lite estar� estabelecida.
Est� quase em posi��o.
Dez segundos.
� agora!
Deke, ouves-me?
Ou�o.
- Diriges-te para a sala de ora��o. - Certo.
� tua esquerda.
� uma sala vazia.
Detectei um telefone por sat�lite na sala ao fundo, � tua esquerda.
H� dois homens � porta da sala e um no interior.
N�o est� c� ningu�m.
Est�s mesmo em cima deles.
- Que aconteceu? - Perdi o contacto.
Adoro este jogo!
Xeque-mate!
Actualizei os dados do sat�lite. Restabeleci a liga��o.
Devemos estar prestes a restabelecer o contacto.
- J� est�. - L� est� ele.
Estou a localizar a "encomenda" e tenho o Rashid, Joshua.
Estou junto � "encomenda". Quanto tempo dura o efeito da droga?
Tr�s horas.
Detecto todo o tipo de tr�fego via r�dio no complexo do Rashid.
Eles est�o a mobilizar-se, Deke.
Recebido.
Dois ve�culos e um grupo de homens deslocam-se na tua direc��o.
Recebido. Estou a v�-los.
V�m dois jipes na minha direc��o.
Est�s a brincar?
N�o me fa�as isto.
Tens de sair da� j�!
Eu sei, Que.
N�o disparem! Ele tem o Amir!
Fala do SS Sea Ray. Respondam.
- Emirjam dentro de dois minutos. - Recebido. Cambio, desligo.
L� est� o Sea Ray. Foi muito pontual.
Vais ter uma surpresa, Rashid.
Vais viajar num submarino nuclear americano genu�no.
Resgat�mo-los. Calma.
Boa!
Excelente trabalho.
Obrigada, pai.
Tem de me dar uma ajuda.
Os jornalistas n�o me largam.
Querem saber como conseguimos capturar o Fadal Rashid.
Lamento, Andy. N�o lhes pode dizer nada.
Foi uma opera��o secreta.
N�o podemos dar informa��es sem comprometer a seguran�a nacional.
- Eles n�o v�o gostar. - Alguma vez gostaram do que fazemos?
Andy, lamento ter de o sacrificar,
mas tem de ser. - Est� bem, Jack.
O Presidente vai j� receb�-lo, Sr. Stanton.
Obrigado pela visita, Sr. Embaixador. O encontro foi muito produtivo.
Jack!
Sr. Presidente, h� 46 departamentos federais anti-terrorismo.
Falei com todos eles, e nenhum � respons�vel pelo rapto de Rashid.
- H� um 47� que eu desconhe�o? - N�o, Jack.
Ora, Adam! Vai contar-me como o Rashid foi capturado?
Prometo que a informa��o n�o sair� desta sala.
Pois n�o, porque n�o lhe conto. Fiquemos por aqui.
- Mas Adam... - Jack, n�o me pressione.
Muito bem, Sr. Presidente.
As nossas for�as est�o preparadas para enfrentar quaisquer retalia��es.
- E quanto � localiza��o da bomba? - Estamos a trabalhar nisso.
T�m de se empenhar mais.
Sim, Sr. Presidente. Desde a condena��o � revelia de Rashid
que elaboro uma lista de ju�zes qualificados para o julgamento.
- Quem est� na lista abreviada? - O Kaminsky, de lndiana,
o Dolan, da Calif�rnia, o Taylor, do Texas...
Eu conhe�o o Taylor. Especializou-se no M�dio Oriente.
Escreveu um livro sobre a revolu��o fundamentalista isl�mica.
Conhece bem o assunto. � perfeito.
- Ent�o, optamos pelo Taylor? - Ele est� dispon�vel?
- Para o Senhor? Sem d�vida. - Excelente trabalho, Jack.
- Como est� a sua mulher? - A quimioterapia...
... tem sido muito dif�cil, mas sabe como � a Susan. � uma lutadora.
D�-lhe cumprimentos meus.
- Eu e a Lydia rezamos por ela. - Obrigado, Adam. Ela ficar� feliz.
PENlTENCl�RlA FEDERAL - DALLAS
Sr. Rashid, o Procurador-Geral, Philip Kaznar.
Vamos directos ao assunto, sim?
Sr. Rashid vamos process�-lo por 75 queixas de homic�dio,
m�ltiplas queixas de terrorismo
e por atravessar fronteiras com armas de destrui��o em massa.
Com o devido respeito, Sr. Kaznar, ningu�m relacionou o meu cliente
a actos de terrorismo aqui ou em qualquer parte do mundo.
Ele � v�tima de uma ca�a �s bruxas internacional,
e protestamos veementemente contra o seu rapto e deten��o ilegais.
- O Sr. Rashid � um preso pol�tico... - Que pretende o seu Presidente?
Algo muito simples, Sr. Rashid.
Os Estados Unidos n�o pedir�o a pena de morte se...
... e apenas se...
... nos fornecer a localiza��o do dispositivo nuclear.
- Dispositivo nuclear? - Est� sob juramento, Sr. Ryan.
Nada do que ouvir aqui pode transpirar l� para fora.
Deixe os dramas para a imprensa. J� dei a minha palavra.
Como � evidente, terei um julgamento justo?
Sim, mediante as leis da nossa p�tria.
Da sua p�tria?
Sr. Kaznar, o senhor � �rabe e traiu a sua verdadeira p�tria
em prol de uma na��o de id�latras.
D�-nos licen�a, por favor?
- Alto! - Saia!
Kaznar.
O cl� Kaznar � de Jabal Shar.
- Envergonha o nome dele, meu amigo. - N�o, n�o.
Vergonhoso � o senhor que mata inocentes em nome de Al�.
N�o, n�o. A riqueza e o materialismo cegaram-no.
Virou as costas a Al�.
N�o Sr. Rashid.
Os ensinamentos de Al� falam de paz, n�o de viol�ncia.
O Alcor�o diz:
"N�o sirvo o que tu veneras e tu n�o serves o que eu venero.
"Tens a tua religi�o e eu tenho a minha."
A isso, chama-se toler�ncia religiosa, Sr. Rashid.
Prossigamos.
Trouxe um dispositivo nuclear para os EUA?
Sim, trouxe.
Sr. Kaznar, quando vencermos a Guerra Santa,
arrastaremos os traidores como o senhor pelas ruas,
com os membros arrancados do corpo.
lsso ser� dif�cil de p�r em pr�tica no corredor da morte, Sr. Rashid.
Bom dia.
Concordo com as exig�ncias do seu Presidente,
mas juro por Al� que n�o sei onde est� a arma nuclear.
Como pode descobri-la?
A �nica forma de contactar os homens que det�m o dispositivo
� fazer uma declara��o p�blica transmitida pela televis�o.
Voltaremos a falar.
Um dia, pagar� por ter ofendido Al�.
Al� protege os justos.
Ol�.
Ol�.
Que belo fim de tarde, n�o �?
H� uma coisa... que te quero dizer.
Fizeste um excelente trabalho.
Desculpa? N�o ouvi bem.
Disse que fizeste um excelente trabalho, Deke.
V�s? N�o foi assim t�o dif�cil, pois n�o?
Como assim?
Tens de admitir que tem havido um certo gelo entre n�s ultimamente.
- Eu sou uma profissional. - Eu sei. Tamb�m eu, Que.
Mas, �s vezes, tens de ser mais descontra�da.
Que seria da vida sem sentido de humor?
Julgas que n�o senti uma certa preocupa��o na tua voz
quando os homens do Rashid come�aram a aproximar-se?
Estava preocupada...
... com a miss�o.
Chega, Que!
Excelente exerc�cio.
Obrigado. Tenho de ir para o treino de basebol.
- Est� bem. At� logo. - At� logo.
Nunca baixes a guarda!
Tem a certeza de que n�o h� nada de provocador no discurso do Rashid?
Analis�mos a sua trans�ric�o v�rias vezes, Sr. Presidente.
Conclu�mos que n�o h� nada de provocador.
Al�m disso, ser� transmitido em diferido.
Muitos de v�s conhecem o meu rosto,
mas poucos ouviram a minha voz.
N�o fa�am ju�zos precipitados sobre quem sou e no que acredito.
Os americanos s�o t�o respons�veis pelas ac��es do seu governo
quanto os povos isl�micos inocentes, v�timas das saraivadas de bombas
no Paquist�o, no lraque, na Palestina
e em todos os territ�rios do lsl�o.
Assim, hoje, fa�o uma promessa ao povo americano.
N�o vos causaremos mais sofrimento.
Quanto aos meus seguidores, aos meus fi�is seguidores,
tenho uma mensagem para v�s, uma mensagem de suma import�ncia.
Devemos percorrer um novo caminho,
um caminho de esclarecimento, um caminho de paz definitiva,
um caminho que trar�...
... o fogo eterno da amizade para junto do meu cora��o.
N�o chorem por mim,
pois Al� aben�oou-me
e ser� feita justi�a.
Esta grava��o de Fidal Rashid foi recebida pelo Minist�rio P�blico...
O teu pai quer que transportemos a bomba de Chicago para Dallas,
para perto dele, a fim de ser deflagrada.
Eu ouvi o que ele disse.
Ol�, pai.
O que foi?
O que se passa?
O Rashid quer a bomba em Dallas e pretende que seja deflagrada.
Deduziu isso tudo a partir da declara��o dele?
Deduzi. Repara.
Devemos percorrer um novo caminho...
lsso significa que os seus planos mudaram.
... um caminho de esclarecimento, um caminho de paz definitiva,
um caminho que trar�...
... o fogo eterno da amizade para junto do meu cora��o.
O fogo � a bomba, e ele quere-a junto do seu cora��o.
- Em Dallas. - Exactamente.
Como sabes que ele pretende deflagr�-la?
N�o chorem por mim,
pois Al� aben�oou-me
e ser� feita justi�a.
Rashid quer ser recordado como um m�rtir.
Tenciona morrer na explos�o.
- Que, contacta o Presidente. - � para j�.
Um caminho que trar� o fogo eterno da amizade para junto do meu cora��o.
Est� a dizer aos seus homens que levem a bomba para Dallas.
Ele n�o quer negociar. Quer ser um m�rtir.
- Tem a certeza, Sr. Presidente? - Tenho.
Encontrem a bomba.
Sr. Presidente, a Sra. Mayfield chegou.
Mande-a entrar.
Jack. General
- Lydia. - Minha Senhora.
- Ol�, querida. - Ol�.
- Vais contar-me o que se passa? - Relativamente a qu�?
Ao facto de n�o dormires h� 24 horas.
S�o assuntos de estado.
Adam Mayfield, �s o pior mentiroso deste pa�s.
Por isso � que foste eleito.
Pensei que �ramos parceiros, que partilh�vamos tudo.
N�o quero partilhar isto contigo, Lydia.
N�o quero partilhar isto com ningu�m.
� assim t�o mau?
Sim, �.
Ent�o, tens de me contar, Adam.
O Fidal Rashid introduziu uma bomba nuclear no pa�s
e tenciona deflagr�-la.
Meu Deus!
H� novidades?
- Vais para Chicago. - Para Chicago?
Encontrei um relat�rio de Pol�cia no processo.
O museu de Chicago foi assaltado.
Foram destru�das est�tuas budistas,
e a Pol�cia julga que foram apoiantes dos Talib�s.
E? N�o estou a perceber.
S� destru�ram duas.
Se tivessem sido os Talib�s, t�-las-iam destru�do todas.
Achas que foi assim que trouxeram o plut�nio para dentro do pa�s.
� por isso que vais at� l�,
para confirmar se estou certa. - Vamos, Deke.
"� por isso que vais at� l�, para confirmar se estou certa!"
Cavalheiros, em que posso ajud�-los?
Dr. Everett, pode descrever-nos o seu contacto no Afeganist�o?
Parecia um homem de neg�cios saudita normal.
Tinha cabelo escuro, estatura m�dia e estava na casa dos 20.
Tinha uma cicatriz junto ao olho esquerdo.
A s�rio?
- Obrigado. - Obrigado.
Reconheceste o contacto do Dr. Everett, n�o reconheceste?
� o Abir Rashid.
O filho do Fidal Rashid?
A an�lise espectral acusa vest�gios de plut�nio.
A Que estava certa.
Transportaram-no mesmo nestas est�tuas.
Agora que sabemos isso, podemos localiz�-los.
REFlNARlA TALFORD-QADl, DALLAS
Sabes, Abir...
Quanto mais me aproximo de Al�, mais paz sinto.
J� n�o tenho d�vidas.
Sou invadido por uma forte sensa��o de tranquilidade.
Sinto-me quase perfeito, meu amigo.
Perfeito...
... seria estar sentado numa tenda no Afeganist�o com o meu pai
a ver a not�cia da explos�o na CNN.
- O qu�? Ouviste o que ele disse. - Ouvi. Todos ouvimos.
- O mundo inteiro ouviu. - Mandou-nos levar o fogo eterno
para junto do seu cora��o. - Ficar� escrito que Ali Faisal
foi respons�vel pela morte de Fadal Rashid?
N�o. Ficar� escrito que cumpri a palavra de Al�.
N�o estamos a falar de Al�,
mas sim do meu pai.
E do nosso l�der.
Nesta miss�o, o teu l�der sou eu. Tenho de o salvar,
de o resgatar das m�os dos infi�is.
S� depois poder�s detonar a bomba.
Salv�-lo? Quando � que isso se tornou uma op��o?
Agora, hoje.
E n�o se trata de uma op��o;
� uma ordem.
Hazan!
Fica junto da bomba.
- Ol�, rapazes. - H� dados novos?
Acedi � telemetria de Chicago captada pelo sat�lite Ford
a partir do assalto ao museu.
Segui um ve�culo at� uma loja de electr�nica,
de onde saiu 48 horas depois, rumo a Sul.
Chicago devia ser o alvo at� o comunicado do Rashid alterar tudo.
Pedi ao FBI que fosse � loja
e eles detectaram vest�gios de plut�nio.
- A carrinha deve estar em Dallas. - Com a bomba.
O Rashid mandou-nos activar a bomba.
Exijo que me deixes activ�-la imediatamente.
Obede�o �s ordens do Abir, n�o �s tuas.
Descobri o destino do ve�culo.
� um campo aberto � sa�da de Dallas. Est� parado numa esp�cie de celeiro.
As imagens de sat�lite mostram que nada foi retirado da carrinha.
A bomba deve estar dentro dela.
Pede ao FBI que investigue.
Transmite a informa��o.
Certo. Obrigada.
A carrinha est� vazia.
N�o h� sinais da bomba nem do Abir.
la jurar que o dispositivo nuclear estava na carrinha.
Escapou-nos algo.
Rebobina a cassete at� a carrinha ter entrado nas imedia��es de Dallas.
Anda para a frente.
O que provoca os saltos na imagem?
H� interrup��es ocasionais na telemetria.
O sat�lite tem de recalibrar os sensores �pticos regularmente.
P�ra.
Recua at� onde a carrinha passa por baixo do viaduto.
Velocidade normal.
P�ra!
- Esteve muito tempo sob o viaduto. - Tens raz�o.
Deve ter parado.
Que, vejamos o tr�fego que circulava na direc��o oposta,
quando a carrinha passou sob o viaduto.
P�ra!
O cami�o cisterna parou ao mesmo tempo do que a carrinha.
Mudaram a bomba para o cami�o enquanto estavam debaixo do viaduto.
Aumenta a imagem do cami�o.
Talford... Qadi.
Vejamos que dados obtemos.
C� est�!
Descobri o perfil do director da refinaria Talford-Qadi.
Reza Qadi, naturalizado americano,
nascido na Ar�bia Saudita.
Fez fortuna na Venue Oil, antes de abrir a sua empresa.
Financiou os Talib�s durante a guerra entre afeg�os e russos.
Onde fica a refinaria?
Apenas 5 km a sul de Dallas.
- Vou arranjar as plantas. - Preparemo-nos, Deke.
Faisal.
�s 6:00, o FBI levar� o meu pai para o tribunal.
Programa a bomba para o meio-dia.
Encontramo-nos no aer�dromo.
ACTlVADA
J� est�.
Tenho de elaborar os planos.
Fica junto da bomba.
- Aqui est� a planta. - Vou buscar a carrinha.
A refinaria pode causar interfer�ncias nas comunica��es.
Sei disso.
Por falar em comunica��es, n�o achas que devias encorajar o Deke?
Tens sido dura com ele, ultimamente.
Agi como era necess�rio.
Gostava que ele fo�sse mais parecido contigo. E s� isso.
Obrigada, querida. Mas ele tem personalidade pr�pria.
Se me permites uma observa��o, � um tipo muito especial.
D�-me s� um segundo.
Se chegares � bomba antes do Joshua, lembra-te das ordens.
Desactiva o terminal principal B, os secund�rios C e D
e depois as matrizes A e B. J� percebi.
Faz um favor a ti pr�prio. Dispara o menos poss�vel.
- Uma bala perdida e a refinaria... - J� percebi, Que.
Acho que j� sabes tudo.
�s vezes, sou demasiado perfeccionista.
Escuta, Que. �s uma profissional e eu tamb�m.
De profissional para profissional,
que tal se me desses um beijo para dar sorte?
- Aqui. V� l�. - Desisto!
Eu beijo bem. A s�rio!
� 1:00. As �nicas pessoas acordadas devemos ser n�s
e os terroristas.
Sabias que faz hoje dois anos que me recrutaste?
N�o, n�o sabia.
Nunca esquecerei a nossa primeira miss�o.
Lembro-me de ter pensado: "Quem faz isto tem vida curta."
- E agora, o que pensas? - Bom...
Admito que o treino que me deste foi uma experi�ncia incr�vel.
Puseste-me a fazer coisas que julgava humanamente imposs�veis.
As limita��es humanas s� existem na nossa mente.
Pensa nisto.
Antes dos lrm�os Wright, ningu�m imaginava que voar�amos
e muito menos que chegar�amos � Lua.
Foi isso que fizeste por mim. Fizeste-me crer que tudo � poss�vel.
Agora, acredito que a minha vida tem significado.
Sou um homem do Presidente. Obrigado.
Mereceste-o.
Vamos � procura da bomba?
Neutraliza os guardas. Vou procurar a bomba.
Deke, h� uma sentinela no lado norte.
H� um homem no teu andar a ir na tua direc��o, Deke.
Joshua, tens um homem � tua esquerda, muito pr�ximo de ti.
Joshua, h� um homem a ir na tua direc��o.
Deke, dois homens aproximam-se de ti pela esquerda.
Est� outro atr�s de ti, Deke.
Joshua, h� um homem a aproximar-se de ti pela esquerda.
Sai da�!
Deke, tens um homem atr�s de ti.
� proibido fumar!
Deke, a temperatura dos tanques de armazenamento subiu drasticamente.
Tens de extinguir o fogo.
O n�vel dos tanques � cr�tico.
Se n�o apagas o fogo imediatamente, v�o explodir.
Se n�o apagas o fogo imediatamente, v�o explodir.
TEMPERATURA DOS TANQUES CR�TlCA
EM ESPERA. ACTlVADA.
Tem um sistema anti-falha!
Tens de a desactivar a partir do interior.
Excelente trabalho.
Joshua, Deke? Ouvem-me?
Joshua, Deke?
- � a Que. Deve estar aflita. - Ouvem-me?
Joshua, Deke? Ouvem-me?
Que? Ouves-nos?
Jushua? Deke?
- Que? - Deke?
Fala o Deke e o Joshua. Ouves-nos, Que?
- Que? - Joshua, Deke? Ouvem-me?
Ouvimos-te, Que.
Estamos bem. Est� tudo bem.
Gra�as a Deus.
Desactiv�mos a bomba. Contacta o FBI.
Capturaram o filho do Rashid?
N�o. Ele n�o estava c�.
Acho que sei onde est�.
1 12! Estamos a ser atacados! C�digo sete!
Abir, que fazes?
Desobedeceste-me.
N�o podia permitir que morresses.
- Quando � que a bomba explode? - Ao meio-dia.
Um de n�s tem de sobreviver para liderar o nosso povo.
A obra de Al� ser� feita.
Vai! Vai!
O dispositivo nuclear deflagrar� em breve,
e morreremos todos.
N�o h� nada que possa fazer.
Lamento desiludi-lo, Rashid,
mas o dispositivo nuclear foi desactivado.
- � o Rashid! - Divulga a informa��o.
Caros compatriotas americanos...
Esta manh�, a equipa do FBI que escoltava o terrorista Rashid
foi atacada por membros da sua organiza��o terrorista
que tentavam resgat�-lo da justi�a americana.
Sete agentes especiais do FBI morreram no cumprimento do dever.
Rashid e o filho, Abir, foram rapidamente detidos.
Estamos solid�rios com as fam�lias dos agentes perdidos.
O seu sacrif�cio n�o ser� esquecido.
Obrigado. Que Deus aben�oe os Estados Unidos da Am�rica.
Obrigado, Sr. Presidente.
Sei que o FBI n�o teve nada que ver com a captura do Rashid e do Abir.
- N�o me diga, Sr. Stanton! - J� sei. E um assunto interdito.
N�o foi por acaso que foi o melhor aluno de Harvard do nosso ano, Jack.
Jack, se nos der licen�a,
o meu marido vai ter o seu merecido descanso.
Falou a chefe!
TR�S MESES DEPOlS
Adoro este jogo.
Xeque.
Muito bem, Deke.
Diz-me uma coisa...
Quantas jogadas planeias antecipadamente?
- Tr�s. - Tr�s?
N�o admira.
Xeque-mate!
Outra vez?
- Quantas jogadas planeias tu antes? - Mais de tr�s.
O j�ri condenou o Rashid e o Abir por crimes contra a humanidade.
A senten�a ser� lida daqui a duas semanas.
Est�? Barbara!
J� regressaste de Paris?
Hoje � noite? Agrada-me. Estou ansioso por te ver.
Sim, Sr. Presidente.
Um momento, Barbara.
Sim, Senhor. lmediatamente. Temos outra miss�o.
Barbara, surgiu um problema. Quando estiver resolvido, ligo-te.
Que tipo de miss�o �?
- Uma miss�o fria. - Onde?
- Em Kalmechia. - Em Kalmechia?
lsso n�o � um dos pa�ses que surgiu ap�s o fim da URSS?
Vamos preparar-nos.
Vai ser uma miss�o gelada, n�o vai?
Pensa na Barbara. Ela manter-te-� quente.
Tradu��o e Legendagem Cristina Nunes/ CRlSTBET, Lda.
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