All language subtitles for A.Woman.2010.720p.BluRay.x264-.YTS.AG

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian Download
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

AMOR OBSESSIVO

Subpack by DanDee

Velhos tempos, velhos vestidos.

Ele estava na mesa dele, lendo.

Ela colocou a cabe�a em seu ombro.

"Eu tenho um diagn�stico", ela disse.

"Um diagn�stico do qu�"?

Ela olhou para al�m dele e disse; "Um caso terminal de felicidade".

Eles fizeram amor.

Ela disse que se sentia aben�oada...

que era o bastante nesta vida

se sentir aben�oada de vez em quando.

Ele beijou sua cabe�a.

Ela virou o rosto dele pra ela e disse; "Leia para eu dormir".

Ele abriu um livro velho de Anna Akhmatova.

Um volume que ele havia comprado quando era jovem...

muito antes de conhec�-la, muito antes deles se apaixonarem.

Ele n�o sabia se ela lutou a favor ou contra o sono.

Suas p�lpebras vibraram.

O que cresceu e morreu l�?

Ela ainda era t�o jovem.

Havia um poema no livro;

"Voc� est� muitos anos atrasado. Como estou feliz em v�-lo".

Ele leu para ela repetidamente enquanto ela dormia.

A coisa sobre o amor � que nos tornamos vivos...

em corpos que n�o s�o nossos.

Entramos em um novo territ�rio.

Esperamos nunca mais sair. Esperamos que ele n�o nos deixe.

"Voc� est� muitos anos atrasado. Como estou feliz em v�-lo".

Voc�s me d�o licen�a?

"A dan�arina argentina Lucia Giordano,

esposa do escritor Max Oliver...

morre misteriosamente".

Olhe isso!

Ele disse as coisas mais bonitas sobre ela.

Algo sobre "viver em corpos que n�o s�o nossos"...

Ele ficou muito chateado s� de ler.

� uma hist�ria e tanto.

Foi quase como se ele a sussurrasse.

Deve ser t�o doloroso para ele.

Eu imagino como ela morreu...

Ela era t�o jovem...

Muito bem. Temos que cobrir um turno.

- Xavi! - Sim?

Ela est� indo bem, mas vamos ficar de olho nela.

Claro.

Boa noite.

Sou s� eu...

O que voc� est� fazendo aqui?

Eu vim para agradec�-la.

- S�o quatro da manh�. - Tudo bem, tudo bem.

Tem certeza?

- Eu ia... - Voc� ia?

- N�o. - Pode falar.

N�o... Voc�.

- De verdade... - S� queria saber com voc� estava.

Voc� esperou a noite toda?

Eu fiquei vendo a rua.

- Voc� viu alguma coisa? - Eu vi voc�.

- Gostaria de ir beber alguma coisa? - A essa hora?

A cidade nunca dorme.

- Eu preciso dizer... - Sim?

Foi uma leitura maravilhosa... Mesmo.

Eu nunca esperava ver voc� no meio daquelas pessoas...

Eu que o diga! Estava andando pela livraria e...

era voc�.

Eu pensei que era um retorno no tempo.

A �gua est� fervendo, senhorita.

Voc� pode fazer uma pausa...

eu prometo a voc� que ele nunca vai descobrir!

- Sabe quem voc� acabou de dispensar? - Quem?

- O dono, nosso chefe! - N�o!

N�o se preocupe. Ele gosta. Ele nunca � dispensado.

- Mas o que eu devo fazer? - Seja voc� mesma. � o bastante.

Ele precisa de ajuda! Senhor? Voc� est� bem?

Eu sou Julie.

N�o sab�amos para onde lev�-lo.

Eu pe�o mil desculpas.

N�o sei se teria ajudado algu�m no meu estado...

Tenho certeza que teria.

Obrigado, Steve. Voc� foi demais!

Sim, eu lhe devo um favor.

Ciao!

Esse a� � um mist�rio.

Aparentemente, ningu�m nunca sabe muito sobre sua vida privada...

at� o dia em que se casou com Lucia Giordano.

Ela j� era uma dan�arina famosa.

Ele est� na cidade para o lan�amento do livro...

mas normalmente...

- adivinha onde ele mora? - Onde?

- No sul da It�lia! - N�o!

Isso mesmo! E esse... � o hotel onde ele est� hospedado.

Cuidado com o que voc� deseja...

Ali atr�s.

Ai, meu Deus. Eu estou bem?

Vai dar tudo certo. Vai!

Oi!

O recepcionista do hotel me deu a sua mensagem.

Estou feliz que voc� veio!

Eu tive uma sensa��o horr�vel de que nunca ia ver voc� de novo...

Eu sei.

- Voc� quer beber? - N�o.

J� bebi pela minha vida inteira na outra noite.

Eu n�o frequento esse lugar, eu s� trabalho aqui.

- � um bom lugar. - �...

� um pouco superficial. N�o �, de fato, o meu estilo.

Ele est� procurando voc�?

- Eu volto j�. - Tudo bem.

Aquele era s� o dono.

Escute, eu n�o devia ter vindo. Desculpe.

- Eu precisava te ver! - Voc� nem me conhece, Julie.

Eu vi sua esposa.

- Voc� viu minha esposa? - Um v�deo.

Sei.

- E eu li o seu livro. - Bom...

Obrigado, mas esse n�o sou eu, � s� um livro...

- ele est� todo errado... - Mas eu li ele todo!

Minha m�e tinha um piano velho...

que comprou numa venda de garagem em Portland.

Eu disse; "M�e, como vamos lev�- lo pra casa"?

Eu juro que ela o empurrou pelas rodinhas...

por dois quil�metros at� a nossa casa.

E l� ia o piano chocalhando pela nossa rua de cascalho!

Voc� ainda o tem?

N�s perdemos a casa e tudo que havia nela.

Quando foi isso?

Quando ela morreu, h� cerca de um ano.

Eu sinto muito...

Bom, se n�o fosse isso, talvez eu n�o estivesse aqui.

Obrigado.

Pelo qu�?

- Eu amo quando voc� sorri. - � culpa sua.

Voc� devia sorrir mais.

Vai sorrir quando eu n�o estiver por perto?

Se eu pudesse congelar esse momento...

- Voc� viria comigo? - At� o hotel?

N�o, eu digo...

para ficar comigo.

- Na It�lia? - �.

Talvez por um tempo...

- Voc� bebeu? - Quase isso.

Voc� vem?

E fazer o qu�? Lavar suas meias?

Isso � certeza.

Voc� est� come�ando uma nova vida aqui...

voc� est� indo t�o bem, isso � loucura.

Voc� n�o pode jogar tudo fora assim...

- por Deus sabe o qu�! - Eu sei.

N�o sabe.

Voc� n�o conhece o lugar, n�o conhece ningu�m l�...

Nati...

voc� � t�o boa para mim, sempre.

Mas, desta vez, eu tenho que fazer isso. Por mim mesma.

Voc� nem o conhece!

- Eu estou apaixonada por ele. - Por favor.

Voc�s s� passaram o qu�? Um dia juntos?

- Quatro. - Quatro dias...

Eu sei o que voc� est� pensando.

Ele n�o pode estar apaixonado por mim...

porque ele ainda ama a esposa dele.

- Eu n�o disse isso. - Voc� pensou nisso.

� poss�vel, mas eu quero assumir o risco.

� um grande risco.

Olha, n�o sei se ele est� apaixonado por mim.

Mas acho que ele precisa de mim.

Eu quero tentar faz�-lo feliz.

Tudo bem.

Ent�o, me fa�a um favor:

Tente ficar na It�lia at� agosto.

J� faz um longo tempo que n�o vou para l�.

Essa coisa � como um v�rus...

voc� n�o consegue se livrar dele.

� t�o bonito!

Esse lugar combina com voc�.

- Voc� acha? - � claro que sim.

Acho que eu nem sonharia com um lugar desses.

E voc�?

- Ciao, amore! - N�o!

Aqui n�o...

Aqui n�o.

Ningu�m nunca entra ali. � uma esp�cie de regra.

Eu n�o fazia ideia. Sinto muito.

- Eu devia ter dito a voc�. - Eu devia saber.

N�o, n�o devia. Como poderia?

Eu aprendo...

- Sabe, eu preciso... - N�o precisa explicar.

Eu n�o vou me intrometer.

- Intrometer? - Nunca.

� s� meu local de trabalho. N�o � nenhuma intrus�o, Julie.

Eu entendo.

Eu nunca conheci ningu�m igual a voc�.

Eu tamb�m n�o.

O seu cabelo j� est� ficando mais loiro.

- Voc� gosta loiro? - Eu gosto de qualquer jeito.

- O dela era preto. - Julie...

Ela gostava daqui?

Ela n�o est� mais aqui.

Voc� est� aqui.

Est� bem. Desculpe.

Eu estou subindo. Voc� vem?

Daqui a pouco.

N�s somos as �nicas pessoas vivas nessa cidade?

- Onde est�o todos? - Dormindo.

� a hora da sesta.

Voc� n�o vai ver ningu�m por a� at� �s cinco da tarde.

� a minha hora favorita de pensar.

Obrigada.

Eu estou feliz que tenha voltado, Sr. Max.

- N�s sentimos sua falta. - Obrigado, Anna.

- Quem � "n�s"? - Ela... E o bar?

Quem � voc�?

- Voc� andou nadando? - N�o.

Suas costas est�o molhadas.

Est� quente.

Eu n�o trouxe muitas roupas de praia...

Pegue uma camiseta minha.

Para que voc� est� olhando?

S� estou pensando.

- Como est� sua escrita? - A dificuldade de sempre.

Tudo bem.

Voc� tem que parar de ler isso.

- Por qu�? - Voc� j� leu. � o bastante.

- Voc� leu o livro pra ela? - De novo, n�o...

Diga, por favor, s� me diga esse detalhe.

Ela, Julie...

Ela pertence ao passado.

Eu n�o quero falar sobre ela. Jamais.

Eu fa�o o que voc� quiser.

Ent�o pare de ler esse livro.

Vou parar.

Ciao.

Quem � voc�?

- E quem � voc�? - Eu n�o falo italiano.

- � claro. Voc� �? - Eu sou Julie. Quem � voc�?

Eu sou um amigo da casa.

Quer que eu chame o Max? Ele est� na torre...

N�o.

Ele n�o gosta de ser perturbado quando est� trabalhando.

Com licen�a. Voc� est� na minha luz.

O que voc� est� lendo?

O que eu posso fazer por voc�?

Nada.

A gente se v�.

N�o pare. � lindo.

- Faz tanto tempo... - Voc� n�o me disse que tocava.

Tanta coisa que n�o sabemos.

N�o pare.

N�o pare.

Eu esqueci. Um cara veio aqui outro dia.

- Um cara? - Ele n�o disse o nome dele.

- Aqui dentro? - N�o, l� no p�tio.

- Voc� sabe quem � ele? - Deve ser s� um vizinho.

- Onde voc� vai? - �s compras.

Vincenzo.

O qu�?

Meu nome � Vincenzo.

- Eu acho que Max n�o gosta de voc�. - Ele disse isso?

Ele n�o disse nada.

Geralmente as mulheres gostam mais de mim do que os homens.

Eu preciso te dizer uma coisa.

Sim?

Esse Sol � forte.

Devia usar um chap�u.

Como est� o seu livro?

Eu n�o sei.

N�o acabou ainda.

- Julie? - Eu estou aqui.

Acabei de fazer um caf�. Quer um pouco?

N�o, obrigada. Eu vou tentar fazer uma sesta.

Voc� est� cansada?

Na verdade, n�o.

Mas acho que uma sesta cairia bem.

Tudo bem.

Por favor, fique. Eu n�o posso fazer sesta.

Leia pra eu dormir?

Tudo bem.

Esse n�o. � muito deprimente.

Leia o que voc� est� escrevendo.

N�o posso. Ainda n�o.

Por favor... Por favor...

E preciso mesmo voltar para o trabalho.

Agora tente descansar. Descanse.

Ciao! Ciao!

Ol�.

Eu sou a Julie.

Desculpe, eu... "n�o italiano".

Ela achou que voc� era a Dona Lucia.

Voc� � loira e ela era morena.

O chap�u.

Ela estava usando quando morreu no Sol.

Ela deixou seu corpo.

Est� muito quente...

Ciao, Lucia! Torna presto.

- Julie? - Sim, Max, sou eu.

Vou tomar um banho.

� o que ela disse, � exatamente o que ela disse.

Eu estou calma, estou muito calma.

Tenho que ir agora, falo com voc� em breve.

Era a Natalie.

- Estou preocupado com voc�. - Eu estou bem, mesmo.

Eu s� quero fazer voc� feliz.

Voc� est� feliz? Diga-me. Est�?

- N�o posso responder isso. - Por que n�o?

Acho que eu nunca saberei, Julie.

- Eu n�o me pergunto isso. - Eu estou perguntando a voc�!

Acho que estou falhando ent�o.

- Eu devia saber... - Eu devia saber.

N�o � culpa sua, � minha. Fui ego�sta em traz�-la aqui.

N�o. Por favor, n�o diga isso! N�o � verdade.

Eu quero estar aqui, quero estar com voc�.

Eu te amo, Max!

- Voc� me ama, n�o �? - Voc� me ama?

Tudo bem, n�o vou perguntar. N�o vou perguntar nada.

As pessoas dizem que se colocar uma bateria usada aqui no ch�o...

na hora certa do dia, o Sol a recarrega.

� claro que h� sempre a chance de ela explodir.

S�rio?

Brincadeira.

Eu n�o direi uma palavra.

Ela chegou.

Nati!

Sim, sim, eu estou bem.

� t�o lindo l� na praia.

� s�rio? Isso seria maravilhoso!

Diga-me o que �!

Tudo bem, tudo bem. N�o vou insistir.

Max?

- Max? - Sim?

Nati gostaria de nos visitar por algumas semanas.

- Ela me disse. - Voc� n�o liga, liga?

Claro que n�o.

- N�o mesmo? - Por que iria?

Seu trabalho. O sil�ncio.

Eu estou feliz, se voc� est� feliz.

Ei, mo�a!

N�o acredito que voc� est� aqui.

Ah, meu Deus!

Disse que era uma surpresa!

Queria contar para voc� pessoalmente.

S� levou alguns meses!

Ent�o quem � o pai?

Ningu�m.

Voc� nem o conhece?

Algumas coisas, quando acontecem, mudam a sua perspectiva.

A partir daquele momento, voc� � uma pessoa diferente.

Mas voc� ainda me ama?

� claro.

Estou t�o feliz que voc� est� aqui!

Parece que voc� n�o est� se divertindo muito...

Estou indo para a cidade. Querem alguma coisa de l�?

N�o, estamos bem.

Ent�o, voc� o est� fazendo feliz?

Eu estou trabalhando nisso.

Que tipo de resposta � essa?

Eu n�o sei bem.

- Quanto mais eu sei sobre ela... - Ela?

...mais eu sei que eu n�o posso...

Eu li o livro.

- O que voc� acha? - O que eu posso dizer?

� claro que ele a amava muito.

Mas quem n�o amaria uma mulher daquela?

Talvez ela fosse muito perfeita...

- Muito perfeita? - Sabe...

Ele a descreve de um jeito t�o especial.

O livro poderia se chamar "Um Anjo"!

Eu estou curiosa para saber se ele o escreveu antes...

ou depois que ela morreu.

Eu imagino a mesma coisa.

Ele j� falou alguma vez sobre isso?

N�o mesmo. � o oposto.

Ele colocou todas as coisas dela em caixas.

Mas eu as descobri...

- � o Max que est� filmando? - Com certeza. � claro.

N�o fique obsessiva com essas coisas.

Ele est� com voc� agora, ele escolheu voc�!

Ele � muito solit�rio.

Escute, tenho certeza de que ele gosta muito de voc�.

Vai demorar um tempo para ele superar essa trag�dia.

Seja paciente.

Nati.

Vire sua cabe�a um pouco.

- Por qu�? - S� uns dois cent�metros.

O que voc� est� fazendo?

Um desenho.

De qu�?

De voc�.

Desde quando voc� come�ou a desenhar?

- Deixe-me eu ver. - Eu n�o sou muito boa.

Anda, me deixe ver. Vamos!

N�o.

Essa n�o parece comigo.

Parece...

com ela.

� s� um rascunho.

Bom, com certeza n�o se parece comigo.

Voc� melhorou tanto!

Bravo!

Voc� passa?

Isso � o c�u...

Eu sinto tanto falta de uma massagem.

Eu n�o chamaria isso de massagem.

Tem raz�o!

Mas sinto falta de uma m�o de homem.

- Ei! - Desculpe.

Voc� n�o gostou do meu estilo?

Foi o Max que me deu e n�o gostaria que ele pensasse...

Olhe, pegue o meu.

J� me acostumei com o Sol.

Olha quem chegou.

- Damas. - Cavalheiro.

Adivinhem o que tem para o almo�o?

N�s n�o sabemos.

- Adivinhe. - D�-me uma dica.

O que vive na escurid�o, mas aparece na luz?

N�s!

O que usa tinta para demarcar o territ�rio?

Voc�!

O que n�o tem gosto de frango?

Polvo!

N�o acredito que cozinhou tudo isso sozinho.

� um banquete.

�, bom...

"E ele cozinha!"

Isto est� t�o delicioso.

Voc� parece cansada.

� o calor...

Ela est� quase pronta para uma sesta.

Certo, querida?

Isso parece ser o para�so.

- Voc� gosta de mim�-la, n�o gosta? - Estou tentando.

- Tem algum outro de voc�? - N�o, gra�as a Deus!

Eu n�o devia estar bebendo, mas esse vinho...

"O que cresceu e morreu l�? Ela ainda era t�o jovem".

Isso � lindo! O que �?

Vamos deixar voc� descansar um pouco, meu amor.

- N�o, n�o, eu quero ficar. - Vamos, meu amor...

N�o, eu disse n�o!

"Ele beijou sua cabe�a.

Ela virou o rosto dele para ela e disse: 'Leia para eu dormir'."

Isso n�o parece Proust.

Voc� saberia se fosse, n�o � mesmo?

UMA MULHER

- Eu pedi pra voc� parar. - Desculpe-me.

- Eu disse especificamente. - Me desculpe, meu amor...

Todo mundo tem essas pequenas febres �s vezes.

N�o se preocupe com isso.

Voc� � t�o doce comigo.

S� fique tranquila e descanse.

Voc� ser� uma grande m�e.

Fique calma. Calma.

"Ela disse que se sentia aben�oada...

que era o bastante nesta vida se sentir aben�oada...

de vez em quando".

"Ela disse que se sentia aben�oada...

que era o bastante nesta vida se sentir aben�oada...

de vez em quando".

Ele beijou sua cabe�a.

Ela virou o rosto dele para ela e disse; 'Leia para eu dormir'.

A coisa sobre o amor � que nos tornamos vivos...

em corpos que n�o s�o nossos.

Entramos em um novo territ�rio.

Esperamos nunca mais sair. Esperamos que ele n�o nos deixe".

Anjo negro.

- Eu posso. - Eu juro.

- N�o. - Seu safado!

- � demais! - �.

Seu safado. Quem teria pensado?

Olha, de alguma forma, todo escritor � um mentiroso, voc� n�o acha?

Bom, como leitora, n�o gosto de pensar que sim!

A CATIVA DE MARCEL PROUST

Como vai minha menina?

Estou bem.

- Tem certeza? - Claro.

Onde est� meu livro?

Acho que Max o pegou.

- Eu queria t�-lo de volta. - Voc� n�o precisa dele.

- O qu�? - Qual �, querida?

O Max � bom, mas Proust � Proust!

- Do que voc� est� falando? - S� brincando.

N�o teve gra�a.

Voc� parece bem melhor. Como se sente?

Estou �tima, Max. E voc�?

O qu�?

Por que pergunta pra mim?

Natalie est� cuidando bem de voc�?

Ele est� cuidando bem de mim.

Max � o melhor anfitri�o que existe.

Estou feliz por voc�s dois estarem se dando t�o bem.

Amo muito voc�s dois...

Eu e Max achamos que todos n�s dev�amos sair.

O dia est� bonito.

Voc� vai se sentir melhor depois de caminhar.

Oitocentas pessoas foram massacradas em 1480.

Elas se recusaram a negar sua f�.

Mantiveram-se firmes ao que acreditavam.

Vamos, Julie. Isso � t�o interessante!

J� estive aqui antes, Nati. Isto � para voc�.

Divirtam-se!

N�o acredito que nunca conheci esta parte da It�lia.

Foi preciso um americano para mostr�-la pra mim!

Sabe, eu nunca estive na est�tua da liberdade.

E eu vou querer o de sempre, Ana.

Tem certeza de que n�o quer comer nada?

Eu n�o estou com fome mesmo.

Tem raz�o. Est� muito quente mesmo!

Precisa esquecer de qualquer outra pessoa.

- Apenas pense em voc�. - Vou pensar.

Bom.

Vamos nadar, eu e voc�, n�s vamos nadar juntas.

Certo.

Eu n�o estou aqui.

Voc� tem um momento?

� s�rio, Max.

N�s dev�amos parar de fingir que n�o �.

- Voc� deve estar certa. - Eu a conhe�o h� um longo tempo.

Deixe-me cuidar disso.

- Voc� confia em mim? - Sim, eu confio em voc�, Nati.

Onde voc� est�?

- Julie. - Sim?

Eu tenho algo para te dizer.

Decidi mudar a minha passagem.

N�o gostaria que eu ficasse mais tempo?

- Com voc�? - At� quando?

Eu n�o sei ainda.

- Tenho que arrumar algumas coisas... - Max pediu pra voc� ficar?

N�o.

Quer dizer, Max concorda comigo que seria melhor para todos n�s...

se eu n�o fosse agora.

N�s queremos esperar voc� melhorar.

Obrigada, Nati. � muito gentil de sua parte.

Mas devo dizer que me sinto perfeitamente bem agora.

Ent�o n�o acho que ser� necess�rio que voc� fique mais tempo.

- Mas, Julie... - Voc� deve ir, Nati. S�rio.

Max...

n�o posso esperar at� sermos s� n�s dois de novo.

Acabei de dizer para Natalie o quanto me sinto melhor agora.

E pe�o desculpas a voc�s dois.

Tem sido uma grande mudan�a!

Mas me sinto melhor agora.

Gra�as a voc�, meu amor...

E gra�as a voc�, Nati. Portudo que voc� fez.

Pode ir para casa agora, eu estou bem.

Max vai cuidar de mim.

- Voc� quer ir nadar? - Sabe que eu n�o posso nadar.

- Mas �gua � t�o... - Funda?

E eu devia voltar ao trabalho.

Mais tarde, meu amor. Eu prometo.

Conte-me como ela era.

O que voc� quer saber?

Do que ela gostava? Al�m de tango.

Ela gostava de tomar banho de Sol, como voc�.

Ela amava este chap�u...

como voc�.

Ela adorava a areia.

Eu amo areia.

E ela amava o mar.

- O que voc� est� fazendo? - S� estou tocando.

Essa m�sica... Onde ouviu essa m�sica?

Pare! Pare!

Eu s� estava tocando.

Isso � um pesadelo.

Est� tentando me torturar?

� s� uma m�sica...

Quem � voc�?

Max? Onde est� voc�?

Max?

Max?

Sente-se.

� isso que estava procurando?

Pronto!

Lucia, o anjo dos cabelos negros.

Ah, meu Deus.

Voc� a amava tanto...

N�o, Julie, eu a odiava.

Voc� me ouviu? Eu a odiava.

Isso n�o � verdade. N�o pode ser verdade.

Seu livro...

Meu livro n�o tem nada a ver com ela!

Depois que ela morreu, todos achavam que tinha...

mas aquela mulher n�o � ela.

� o meu sonho.

Aquela mulher...

� voc�!

Entendeu?

Voc�.

Perdoe-me.

Eu cometi um erro.

Eu pensei que...

� tarde demais?

Eu te amo, Julie.

Eu te amo.

Por favor...

me diga que n�o � tarde demais.

N�o, Max. N�o � tarde demais.

Pronto?

Sim, sou eu.

Lucia Giordano falando.

Eu s� vou at� o mar.

AMOR OBSESSIVO

Subpack by DanDee

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.