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- Oi, bom dia! - Espere a�...
- O fone n�o funciona. - O que � isso?
Isso � um receptor "TSH-500".
Josh grampeou o telefone da irm� dele. A gente estava ouvindo ela falar
com o noivo, o cara � um idiota! - Josh, isso � horrivel.
Gostaria que fizessem com voc�?
Acha que algu�m se interessaria pela minha vida? Eu tenho...
dificuldade em manter interesse. - E por falar em sua vida...
j� preencheu a inscri��o da faculdade?
O prazo final foi h� meses. - M�e, a gente j� discutiu isso.
Ah, sei, estudar n�o � o seu lance?
T� bom.
Est� fazendo o qu�?
Estou conferindo para ver se saiu o an�ncio do quarto dos fundos.
Est� falando s�rio, voc� vai alugar o meu quarto?
Querido, depois que o seu pai se foi, ficou muito vazio aqui dentro.
Est� sendo bom ter a sua companhia na casa.
E precisamos de dinheiro.
E voc� falou com o pessoal do escrit�rio dele sobre o seguro?
Falei sim, e disseram que a ap�lice dele estava vencida h� seis meses.
Eu sei o quanto odeia por perder o seu espa�o. Mas n�o temos op��o.
Talvez eu consiga um bom emprego. Talvez eu at� ganhe na loteria.
E as coisas voltem ao normal. - N�o acho que voltem ao normal, m�e.
Em tempo nenhum, ou no futuro. Agora preciso ir, t�! At� mais.
Tenha um bom dia na escola!
"Um bom dia na escola," isso � contradit�rio.
Tchau!
- O que voc� quer? - Voc� sabe muito bem.
A minha carteira est� na maleta. N�o tem muito dinheiro, mas...
Isso n�o tem nada a ver com dinheiro.
O que � isso?
Pelo jeito, voc� foi convidado para a festa. (N�o...)
Voc� pegou a pessoa errada. Eu nem sei do que se trata.
O que est� fazendo?
- Oi! - Oi. Estou interessado no quarto.
N�o h� nada errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.
Pois agora temos o controle da transmiss�o.
N�s controlamos o horizontal e o vertical.
Podemos inserir milhares de canais,
ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.
Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa
que a nossa imagina��o possa conceber.
Na pr�xima hora, n�s vamos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.
Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio
que v�m desde o interior da sua mente
para o al�m do inimagin�vel. Por favor aguarde.
Desde a inf�ncia, somos ensinados a n�o confiar em estranhos.
Mas ser� que sempre temos toda a cautela que esperamos dos pequenos?
- Este cara me assusta. - Por qu�?
Ele me parece legal. - Exatamente por isso. Normal demais.
Querido, se o Papai Noel se mudasse para c�, voc� ia ficar desconfiado.
Olha, a gente nem conhece este cara e agora est� morando na nossa casa,
isso n�o te deixa incomodada, m�e?
Olhe o que diz aqui: Harry Longworth...
"Vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento, Ind�strias Dellacorte"
Eu posso mandar imprimir 500 desses aqui em uma hora, m�e!
Acabei de falar com o seu chefe, em Nova York, que disse que
o sr. Longworth est� procurando um local para instalar uma nova f�brica na cidade.
N�o sabe se era o chefe dele.
Provavelmente uma pessoa que faz parte do esquema.
Que esquema implantariam em Hantarvil?
Desviariam o dinheiro do bingo do clube "Kiuanis"?
Olhe, s� estou dizendo que este cara pode ser qualquer pessoa. Qualquer coisa.
Ele pode ser procurado pelo FBI? - Ou vai ver que quando tinha 5 anos,
atirava nas crian�as com um rifle.
M�e, eu estou falando s�rio, verdade!
Amor, tem que aprender a confiar nas pessoas de vez em quando.
T�, t� legal, olha, se ele �...
um executivo, por que se hospedaria aqui e n�o em um hotel?
E por que a empresa dele ia querer construir uma f�brica aqui
e n�o em um lugar mais pr�ximo da sede? N�o faz o menor sentido.
Chega! O sr. Longworth pagou tr�s meses adiantados.
Precisamos do dinheiro para a hipoteca. Aqui, ele tem todo o conforto de um lar
e � prov�vel que a gente nem v� esbarrar com ele.
T�, mas s� quero dizer que n�o gosto disso. E eu vou ficar de olho.
Deixe ele em paz, Zack. Ele deixou claro que quer privacidade.
Que � a raz�o pela qual resolveu alugar o nosso quarto, e n�o ficar em um hotel.
Fala s�rio... E "Nelis" � s� uma base da for�a a�rea.
- "Nelis"? - Base militar "Nelis". �rea 51.
Al�? Al�?
M�e, voc� � t�o inocente, �s vezes.
- Tenente, o senhor tem um minuto? - Claro, o que tem a�?
Declara��es a respeito do desaparecimento de Lowery.
N�o foi ao trabalho, ontem. Simplesmente sumiu.
Temos que esperar 48 horas para configurar o desaparecimento.
Pode ter ficado cheio dessa vida na cidade e ter ido para o Caribe.
� possivel, mas o momento n�o era oportuno.
Ele ia fechar um grande neg�cio ontem � tarde.
Segundo as minhas fontes, renderia grandes dividendos para o Lowery.
T� legal, me convenceu, investigue. - T� bem!
C�mera anti-intruso ativada
- Ol�, sr. Dayton. - Ol�, Zack.
Tem que tomar mais cuidado com isso, rapaz.
Parece at� a minha m�e.
Devia dar ouvidos a ela, � uma mulher inteligente.
Como ela est�?
Ela est� bem, tentando se conformar.
- E voc�? - Estou bem.
Olha, se precisarem de alguma coisa, ou conversar, contem comigo, t� bom!
- Valeu. - At� logo...
- E a�, j� est� acabando? - �, j� acabei, por qu�?
- Vamos almo�ar no "Cosmo's"? - Claro. Beleza. Vamos.
A� o sobretudo do cara abre um pouquinho e d� para ver que est� armado.
Uma arma muito, muito estranha. Bizarra.
- Ser� que � uma "Uzi"? - N�o, n�o, ela era bizarra.
N�o sei, nunca tinha visto algo assim. Eu tenho uma foto no computador.
O que est� olhando, o que �?
- O sr. Longworth e o seu amigo. - O qu�?
S�o eles, um � o cara de quem eu falava, venha!
- Espere a�, cara, vou terminar a pizza. - Venha logo!
- O que �? - Vamos.
- Viu aquilo? (O qu�) Uma luz verde... - N�o, nem reparei.
- Voc� n�o viu? - N�o.
Venha, venha comigo!
- Tem certeza que vieram para c�? - N�o sei, acho que sim.
T�. Olha s�, eu vou terminar o meu almo�o.
- N�o pode ir embora, eles vieram para c�! - Zack, n�o tem ningu�m aqui!
Vem, anda!
- M�e, e escuta, s� um minutinho, t�. - Eu estou ouvindo.
Est� ouvindo, mas n�o est� prestando aten��o.
Querido, n�o acho que o sr. Longworth seja um sequestrador.
Eu n�o disse que seja. Mas, tamb�m, n�o exclu� esta possibilidade...
S� estou dizendo que eu acho que ele esteja envolvido
em alguma coisa estranha ou at� ilegal.
Zach, para o seu pr�prio bem, d� um tempo com estas teorias malucas.
N�o s�o t�o malucas assim, se voc� parar e analis�-las.
Voc� falou o mesmo quando tentou nos convencer
de que havia uma an�o morando no seu guarda-roupa.
Qual �, eu s� tinha seis anos na �poca, m�e.
Mas, voc� ainda acredita em bicho-pap�o,
ele s� se mudou do seu guarda-roupa para o quarto dos fundos.
- T� bom, t� bom, valeu o apoio, m�e. - Zack, querido, estou brincando!
Frank, esta � Elizabeth Andrews.
- Quem a viu por �ltimo? - Ningu�m sabe.
Ela saiu do escrit�rio por volta do meio-dia
para almo�ar e n�o chegou ao restaurante.
Acontece que a sra. Johansen, do mercadinho,
acha que a viu conversar com o inquilino dos Henigar.
- Harry Longworth? - Ele mesmo.
- Novidades quanto ao sr. Lowery? - Ainda desaparecido.
Agora s�o dois. Coincid�ncia, ou n�s j� podemos abrir um inqu�rito?
N�o acredito que Hantarvil seja destino
para um sequestrador ou assassino em s�rie.
As pessoas podem desembarcar em cidades de qualquer tamanho.
Eu sei que h� uma explica��o totalmente l�gica para tudo isso.
Eu vou investigar esse Longworth, e voc� continua com o Lowery, certo.
Posso ficar com isto? - � seu. (Obrigado).
Todos em Hantarvil est�o contentes por instalar uma nova f�brica aqui.
Sr. Koglan, o neg�cio ainda n�o foi fechado, mas estou esperan�oso.
O senhor acha que os vereadores colocar�o obst�culos para
o novo zoneamento do terreno que estamos querendo?
C� entre n�s, sr. Longworth, acho que n�o haver� obst�culo algum.
Frank, quero lhe apresentar o sr. Longworth. Ele veio � cidade...
Voc� elegeu Hantarvil o lugar certo para uma nova f�brica, eu sei.
- Detetive Frank Dayton. - Prazer conhec�-lo, detetive. (O mesmo).
Walter, poderia me dar licen�a? Preciso conversar com o sr. Longworth.
Sim, claro. Eu tenho que voltar para o escrit�rio.
Muito bem, sr. Longworth, qualquer novidade eu lhe informo.
- Obrigado. Muito obrigado, Frank. - At� mais.
- Bem, vamos dar uma volta? - Por mim, tudo bem.
- Sei que est� na casa de Nancy Henigar. - � uma boa casinha.
E ela � uma boa mulher.
- Est� tentando levantar alguma quest�o? - Ela sofreu muito nos �ltimos meses.
E voc� quer garantir que eu me comporte e n�o cause a ela
mais nenhum sofrimento, n�o � isso? - Mais ou menos...
Fique tranquilo. Eu s� quero privacidade e um lugar para morar.
Mas, se puder me contar, o que exatamente
aconteceu com o sr. Henigar?
Um acidente de carro. Ele e Nancy estavam atravessando a floresta,
a cinco quil�metros da cidade, o carro derrapou bateu em uma �rvore,
deve ter deslizado no asfalto.
- Os dois estavam no carro? - Steve morreu, mas Nancy sobreviveu.
Mulher de sorte.
Se perder o marido for sorte, talvez ela tenha sim.
Como eu disse, tratarei a sra. Henigar com total respeito.
- Mais alguma coisa. - Para falar a verdade, sim.
- � familiar a voc�. - N�o, n�o �, deveria ser.
Ela n�o voltou para casa ontem � noite.
E foi vista conversando com voc�, ontem.
Bom, eu pedi informa��es a uma mulher, ontem.
O que acha que aconteceu com ela.
Quem sabe passou o fim-de-semana com o namorado.
Vai demorar na cidade.
O necess�rio para realizar o trabalho.
- Bom, se cuide. - Pode deixar.
Esse casal � gente boa.
Ora, vamos. Uma moedinha pra mim, gente boa.
Estou morrendo de fome, estou desempregado. Qual �?
- Voc�s t�m uma moedinha. - Claro que temos.
- O que est� fazendo? - Cale a boca.
- Voc� sabe o que queremos. - N�o sei do que est� falando, cara.
O que voc�s v�o fazer?
- � a pol�cia, vamos embora. - Vamos lev�-lo conosco.
O carro est� saindo.
- Vamos, � agora, ele est� saindo. - Ei, tem certeza disso?
Quer mesmo fazer isso, n�o � invas�o de domic�lio?
Do que est� falando, o apartamento � nosso.
E antes, era o meu quarto. - Eu sei, mas...
Eu s� vou dar uma olhada. Se quiser, fique a�.
Estou indo.
- Deve estar acostumado a clima frio. - �, gosta disso.
Como o P�lo Norte.
Espero que o aluguel n�o inclua a conta de luz. T� frio � bessa!
- O que a gente est� procurando mesmo? - Qualquer coisa suspeita.
Olhe aqui, uma maleta.
Me deixe ver.
- H.L. Harry Longworth. - Ou de Herb Lowery.
- Aquele cara do banco? - N�o sei se deveria te contar, mas...
ouvi o meu pai falar que Lowery est� desaparecido h� alguns dias.
- Foi sequestrado? - N�o sabem o que aconteceu com ele.
T� falando s�rio? Se a maleta for dele, teremos a prova de que
Harry Longworth e seu parceiro s�o sequestradores.
Calma, voc� n�o tem certeza, pode estar tirando conclus�es. O que est� fazendo?
- O que parece que estou fazendo? - Se fizer isso, vai quebrar...
- Quebrou o cadeado. - �, quebrei...
- Tenho que admitir, isso � suspeito. - O qu�, t� vazia.
Ent�o, por que algu�m andaria por a� com uma maleta vazia?
Eu n�o sei, mas � melhor colocar ela no lugar.
Josh, venha ver isso aqui!
O que � isso?
Eu n�o sei, mas � igual �quela gosma do ch�o do beco.
Pode pedir ao seu pai para que ele mande examinar no laborat�rio?
T�, eu entrego.
Droga! Ele est� voltando. Vamos sair pela janela!
- O que foi isso? - O qu�?
- Esse brilho. - O computador...
Entrou como, se a porta estava trancada? - Porta trancada n�o � obst�culo.
Quando se est� determinado, n�o �, Zack?
A prop�sito achei esta chave sobressalente no meu apartamento.
Vou ficar com ela por precau��o, caso fique trancado pelo lado de fora.
Eu lia livros assim, quando tinha a sua idade.
Eu sempre fantasiava que era um grande detetive para espionar a minha familia.
Mas, um dia, o meu pai me pegou ouvindo um telefonema dele.
Era totalmente inofensivo, mas ningu�m devia mexer com ele.
Bisbilhotar tem o seu pre�o.
Porque voc� n�o vai dormir um pouco.
- Meio tarde para estar na rua, Zack? - Eu precisava falar muito com algu�m.
- Josh n�o devia ter falado sobre Lowery. - N�o, n�o � culpa dele n�o.
S� achou que a gente tinha encontrado algo que poderia ajud�-lo no seu caso.
- Nem existe um caso, Zack! - Sr. Lowery est� desaparecido, n�o est�?
Agrade�o a informa��o, mas acho que n�o deveria se intrometer.
Mas e se Longworth tiver algo a ver com isso, ele est� morando na minha casa.
- N�o acha que est� exagerando? - N�o, esse cara me d� medo, t�.
Eu o investiguei e n�o h� nenhum Longworth no cat�logo de Nova York.
- Muita gente n�o consta. - T� legal, mas esta noite ele invadiu...
o meu quarto, e carregava um objeto brilhante que parecia um scanner.
Tenho certeza que existe uma explica��o, Zack.
T� legal.
- E isso aqui? - O que �?
Olhe.
- O que � isso? - O que � eu n�o sei.
Aquele estava no apartamento do Harry Longworth.
E este aqui, eu encontrei no beco onde ele conversava com aquela garota.
E eu raspei da sola do meu t�nis.
- Ela desapareceu tamb�m? - N�o tenho permiss�o para falar.
Certo, pode levar isso para analisar ou para algum laborat�rio?
Zack, o laborat�rio fica 50 km daqui. E deve estar sobrecarregado...
- E o que eu vou fazer enquanto isso? - T� legal, n�s faremos o seguinte.
Voc� fica de olho em Longworth, e eu cuido da investiga��o, certo.
- Vai investigar ele? - Claro, com certeza, vou checar isso.
Obrigado.
O que est� fazendo?
O que est� acontecendo? O qu�...
- Oi, precisa de ajuda? - Claro, pegue as aparas.
Querido, cuidado com os espinhos.
O seu pai disse uma vez que as rosas s�o uma contradi��o de Deus.
Lindas para se olhar, mas perigosas para se tocar.
Ele era um poeta, �s vezes.
� esquisito, �s vezes parece que ele est� por perto, olhando a gente.
Querido, eu te entendo.
M�e, n�o quero que o mesmo aconte�a com voc�.
Como assim?
Tem coisas estranhas acontecendo ultimamente
e esse cara que se mudou para c� � maluco.
- N�o quero mais ouvir isso Zack. - N�o estou inventando isso.
Sabia que um cara do banco est� desaparecido, o nome dele � sr. Lowery.
E uma outra mulher tamb�m desapareceu?
Primeira p�gina do jornal de hoje.
T� falando s�rio?
Ent�o, voc� sabe do que estou falando?
Eu sei que tenho um filho com uma imagina��o muito f�rtil.
Qual �...
Zack, querido, voc� n�o vai me perder. Eu te prometo.
- Bom dia! - Bom dia!
Ser� que pode me arrumar um pouquinho de caf�? - � claro.
Vou fazer mais.
- Como vai, Zack? - Vou bem, obrigado.
O dia est� bonito, perfeito para voc� dar uma volta de motocicleta.
- N�o � uma m� id�ia. - N�o, eu vou ficar em casa.
Eu tenho umas coisas para resolver.
Chega de segredos!
Telefonaram ainda h� pouco. Querem que a gente agilize.
Agilizar? Estamos indo o mais r�pido possivel.
Mencionou que o jornal local publicou
sobre as pessoas desaparecidas em Hantarvil?
Eles j� estavam sabendo, claro.
Recebi instru��es para concluir a nossa miss�o
o mais r�pido poss�vel e ir embora.
Quanto mais r�pido agirmos, mais r�pido seremos descobertos.
Eles t�m consci�ncia do poss�vel dano secund�rio,
mas � �bvio que isso j� estava sendo esperado.
- E, em rela��o ao garoto? - � s� uma quest�o de tempo...
Eles sabem quantos alvos s�o?
N�o h� como saber ao certo. Talvez sejam uns 20.
Perguntaram se precisamos de mais ajuda.
N�o...
Isso chamaria mais aten��o.
A melhor op��o � dobrar os nossos esfor�os e nos mandarmos daqui.
Se isso serve de consolo, tem uma equipe trabalhando em Denver.
Eles t�m mais de cem alvos.
Diga. �, �, t� legal, t� bom.
Avistaram dois possiveis alvos. Um vai tentar pegar o avi�o em meia hora.
Ent�o, temos que agir r�pido. E o outro?
� ela. Foi avistada no centro da cidade.
- Acha que est� na hora de elimin�-la? - Eu vou lev�-la para o dep�sito.
Eu cuido do cara no aeroporto.
Exatamente como o mapa do jornal.
M�e...
M�e!
M�e!
M�e!
M�e!
M�e!
Meu Deus! Voc� me assustou!
- Desculpe, Zack! Eu n�o queria... - Tudo bem.
Eu passei para ver a sua m�e. A porta n�o estava trancada, est� tudo bem?
N�o, n�o, n�o. Longworth e seu parceiro acabaram de sair. Acho que est�o...
atr�s da minha m�e.
Ora, do que voc� est� falando?
Escutei os dois conversando pelo meu transmissor...
Eles falavam de uma miss�o que
o lider deles queria que acelerassem o processo...
- Processo, que processo? - Eu n�o sei, mas acho que tem a ver
com sequestro e abdu��o de pessoas e transform�-las em alien�genas.
Alien�genas, vamos com calma, Zack...
Eu fui no quarto dele, e encontrei uma maleta cheia de tubos
com uma gosma verde. a mesma que te mostrei.
E tinha uma cobra dentro. - Uma cobra?
N�o, n�o era uma cobra, mas parecia uma.
Acho que era uma esp�cie de alien�gena, sei l�, que eles devem enfiar
pela garganta das pessoas. para transform�-las em alien�genas.
- Mas, se quiser, eu te mostro. - N�o vamos, n�o temos tempo para isso.
Se acalme e pense!
Imagina onde Longworth est� agora?
Disseram que o pr�ximo alvo est�
no centro da cidade e pode ser a minha m�e.
O nome dela estava nessa lista que eu encontrei no quarto dele.
Certo. Muito bem. Vamos!
Zack! Zack! Zack...!
Foi aqui que voc� viu Longworth?
Foi. N�o. Eu n�o sei. Acho que eu vi. A gosma estava aqui. Bem aqui.
Calma! Mantenha a calma.
Ele pode ter entrado por uma dessas portas. - �.
E no r�dio, eles falaram alguma coisa sobre um dep�sito.
Dep�sito. Eu me lembro da minha �poca de batidas policiais.
Espere a�, espere, o que tem aqui?
- Pode ser esta. - Entra!
- Se encontrar Longworth, vai atirar? - Nele n�o, Zack.
O que � isso?
N�o gosto do que estou fazendo, mas voc� sabe demais.
Eu n�o acredito, voc� trabalha para ele?
Voc� � um deles, n�o acredito nisso?
Jamais disseram que voc� n�o era esperto, Zack.
Espere, n�o precisa me matar!
Eu posso ir embora, eu esque�o isso tudo, juro.
- Sinto muito. - N�o, espere!
Senhor Dayton, sou eu, Zack. O melhor amigo do seu filho.
Lembra do Josh, n�o lembra? Seu filho.
N�o sei nada sobre o que voc� est� dizendo.
- Sabe por que est� aqui? - Eu n�o sei o que est� acontecendo.
Voc� sabe quem eu sou. - Eu n�o sei quem voc� �.
Acho que voc� sabe exatamente porque fui enviado.
N�o, eu n�o sei porque voc� foi enviado.
Podemos fazer isso da maneira mais f�cil.
Ou da maneira mais dif�cil. Depende de voc�.
Eu sei que existem muitos como voc� que pensam que podem resistir.
- Me diga quem s�o eles. - Eu continuo dizendo, eu n�o sei.
A sua esp�cie � muito arrogante. Voc�s nos subestimaram.
N�o vamos descansar at� tirarmos todos voc�s da face do planeta.
- Deixe ela em paz! - Gra�as a Deus!
Zack, me deixe explicar.
J� sei de tudo sobre voc� e o seu amigo.
Eu grampeei o seu apartamento.
Est� tentando transformar seres humanos em alien�genas?
N�o � isso que est� havendo aqui.
N�o d� ouvidos a ele, Zack. Ele � perigoso e vai nos matar.
- Voc� n�o vai me matar, Zack. - Para tr�s, para tr�s!
Eu n�o vou deixar voc� dominar a minha m�e
como fez com todas aquelas pessoas.
- Eu n�o estou dominando ningu�m. - Est� mentindo!
Eu sei que voc� n�o trabalha para as "Ind�strias Dellacorte".
Tudo bem, t�. Eu trabalho para o governo.
- Acabou de dizer que � de outro planeta? - Eu n�o, ela.
- Voc� � maluco! - Me desamarre, Zack.
Tem que acreditar. Essa a� n�o � a sua m�e, Zack, ela � uma alien�gena.
- Cale a boca! - Zack, voc� tem que acreditar em mim!
- Eu juro que atiro em voc�! - Eu posso provar.
Querido, est� tudo bem. Fez a �nica coisa que deveria fazer.
- N�o d� a arma a ela. - Me d� a arma!
Zack!
- M�e... - Maldito ca�ador!
Eu queria esperar voc� ter mais idade para a convers�o... filho.
Mas devido �s circunst�ncias, agora � o momento.
N�o se preocupe, voc� n�o sentir� nada.
Para tr�s!
M�e!
Sinto muito, Zach. Eu sei que � um choque.
Os alien�genas se apoderaram de sua m�e e mataram o seu pai.
Seus pais n�o sofreram um acidente de carro.
Harry queria lhe contar, mas n�o podia correr o risco de sua m�e descobrir.
O acidente foi uma mentira. Ele morreu tentando salvar a sua m�e.
Voc� teve sorte.
Minha m�e, esta coisa... matou o sr. Longworth.
Ele sabia dos riscos.
Vou chamar uma equipe para desinfetar a �rea.
Enquanto isso, n�s precisamos conversar.
- Estava te procurando. - Acho que encontrei voc� primeiro.
N�o vai mais precisar disso.
- O que pretende fazer? - Tenho ordens do outro planeta.
N�o s�o gentis com quem descobre a nossa presen�a.
Vai simplesmente me matar, bem aqui?
- N�o pode fazer isso. - N�o posso, eu sou um policial.
Voc� me agrediu. N�s lutamos. Voc� morreu. � o que mais acontece.
� uma pena que o seu amigo, Longworth, n�o esteja aqui para ajudar voc�.
Isso � mesmo uma pena...
Felizmente, eu tenho um novo parceiro.
Enquanto o inimigo for julgado unicamente pela apar�ncia...
sua vit�ria � garantida.
Brunks der Preu�ischen
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