All language subtitles for Outer Limits The S06E18

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Original subtitles

- Oi, bom dia! - Espere a�...

- O fone n�o funciona. - O que � isso?

Isso � um receptor "TSH-500".

Josh grampeou o telefone da irm� dele. A gente estava ouvindo ela falar

com o noivo, o cara � um idiota! - Josh, isso � horrivel.

Gostaria que fizessem com voc�?

Acha que algu�m se interessaria pela minha vida? Eu tenho...

dificuldade em manter interesse. - E por falar em sua vida...

j� preencheu a inscri��o da faculdade?

O prazo final foi h� meses. - M�e, a gente j� discutiu isso.

Ah, sei, estudar n�o � o seu lance?

T� bom.

Est� fazendo o qu�?

Estou conferindo para ver se saiu o an�ncio do quarto dos fundos.

Est� falando s�rio, voc� vai alugar o meu quarto?

Querido, depois que o seu pai se foi, ficou muito vazio aqui dentro.

Est� sendo bom ter a sua companhia na casa.

E precisamos de dinheiro.

E voc� falou com o pessoal do escrit�rio dele sobre o seguro?

Falei sim, e disseram que a ap�lice dele estava vencida h� seis meses.

Eu sei o quanto odeia por perder o seu espa�o. Mas n�o temos op��o.

Talvez eu consiga um bom emprego. Talvez eu at� ganhe na loteria.

E as coisas voltem ao normal. - N�o acho que voltem ao normal, m�e.

Em tempo nenhum, ou no futuro. Agora preciso ir, t�! At� mais.

Tenha um bom dia na escola!

"Um bom dia na escola," isso � contradit�rio.

Tchau!

- O que voc� quer? - Voc� sabe muito bem.

A minha carteira est� na maleta. N�o tem muito dinheiro, mas...

Isso n�o tem nada a ver com dinheiro.

O que � isso?

Pelo jeito, voc� foi convidado para a festa. (N�o...)

Voc� pegou a pessoa errada. Eu nem sei do que se trata.

O que est� fazendo?

- Oi! - Oi. Estou interessado no quarto.

N�o h� nada errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais,

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, n�s vamos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde o interior da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor aguarde.

Desde a inf�ncia, somos ensinados a n�o confiar em estranhos.

Mas ser� que sempre temos toda a cautela que esperamos dos pequenos?

- Este cara me assusta. - Por qu�?

Ele me parece legal. - Exatamente por isso. Normal demais.

Querido, se o Papai Noel se mudasse para c�, voc� ia ficar desconfiado.

Olha, a gente nem conhece este cara e agora est� morando na nossa casa,

isso n�o te deixa incomodada, m�e?

Olhe o que diz aqui: Harry Longworth...

"Vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento, Ind�strias Dellacorte"

Eu posso mandar imprimir 500 desses aqui em uma hora, m�e!

Acabei de falar com o seu chefe, em Nova York, que disse que

o sr. Longworth est� procurando um local para instalar uma nova f�brica na cidade.

N�o sabe se era o chefe dele.

Provavelmente uma pessoa que faz parte do esquema.

Que esquema implantariam em Hantarvil?

Desviariam o dinheiro do bingo do clube "Kiuanis"?

Olhe, s� estou dizendo que este cara pode ser qualquer pessoa. Qualquer coisa.

Ele pode ser procurado pelo FBI? - Ou vai ver que quando tinha 5 anos,

atirava nas crian�as com um rifle.

M�e, eu estou falando s�rio, verdade!

Amor, tem que aprender a confiar nas pessoas de vez em quando.

T�, t� legal, olha, se ele �...

um executivo, por que se hospedaria aqui e n�o em um hotel?

E por que a empresa dele ia querer construir uma f�brica aqui

e n�o em um lugar mais pr�ximo da sede? N�o faz o menor sentido.

Chega! O sr. Longworth pagou tr�s meses adiantados.

Precisamos do dinheiro para a hipoteca. Aqui, ele tem todo o conforto de um lar

e � prov�vel que a gente nem v� esbarrar com ele.

T�, mas s� quero dizer que n�o gosto disso. E eu vou ficar de olho.

Deixe ele em paz, Zack. Ele deixou claro que quer privacidade.

Que � a raz�o pela qual resolveu alugar o nosso quarto, e n�o ficar em um hotel.

Fala s�rio... E "Nelis" � s� uma base da for�a a�rea.

- "Nelis"? - Base militar "Nelis". �rea 51.

Al�? Al�?

M�e, voc� � t�o inocente, �s vezes.

- Tenente, o senhor tem um minuto? - Claro, o que tem a�?

Declara��es a respeito do desaparecimento de Lowery.

N�o foi ao trabalho, ontem. Simplesmente sumiu.

Temos que esperar 48 horas para configurar o desaparecimento.

Pode ter ficado cheio dessa vida na cidade e ter ido para o Caribe.

� possivel, mas o momento n�o era oportuno.

Ele ia fechar um grande neg�cio ontem � tarde.

Segundo as minhas fontes, renderia grandes dividendos para o Lowery.

T� legal, me convenceu, investigue. - T� bem!

C�mera anti-intruso ativada

- Ol�, sr. Dayton. - Ol�, Zack.

Tem que tomar mais cuidado com isso, rapaz.

Parece at� a minha m�e.

Devia dar ouvidos a ela, � uma mulher inteligente.

Como ela est�?

Ela est� bem, tentando se conformar.

- E voc�? - Estou bem.

Olha, se precisarem de alguma coisa, ou conversar, contem comigo, t� bom!

- Valeu. - At� logo...

- E a�, j� est� acabando? - �, j� acabei, por qu�?

- Vamos almo�ar no "Cosmo's"? - Claro. Beleza. Vamos.

A� o sobretudo do cara abre um pouquinho e d� para ver que est� armado.

Uma arma muito, muito estranha. Bizarra.

- Ser� que � uma "Uzi"? - N�o, n�o, ela era bizarra.

N�o sei, nunca tinha visto algo assim. Eu tenho uma foto no computador.

O que est� olhando, o que �?

- O sr. Longworth e o seu amigo. - O qu�?

S�o eles, um � o cara de quem eu falava, venha!

- Espere a�, cara, vou terminar a pizza. - Venha logo!

- O que �? - Vamos.

- Viu aquilo? (O qu�) Uma luz verde... - N�o, nem reparei.

- Voc� n�o viu? - N�o.

Venha, venha comigo!

- Tem certeza que vieram para c�? - N�o sei, acho que sim.

T�. Olha s�, eu vou terminar o meu almo�o.

- N�o pode ir embora, eles vieram para c�! - Zack, n�o tem ningu�m aqui!

Vem, anda!

- M�e, e escuta, s� um minutinho, t�. - Eu estou ouvindo.

Est� ouvindo, mas n�o est� prestando aten��o.

Querido, n�o acho que o sr. Longworth seja um sequestrador.

Eu n�o disse que seja. Mas, tamb�m, n�o exclu� esta possibilidade...

S� estou dizendo que eu acho que ele esteja envolvido

em alguma coisa estranha ou at� ilegal.

Zach, para o seu pr�prio bem, d� um tempo com estas teorias malucas.

N�o s�o t�o malucas assim, se voc� parar e analis�-las.

Voc� falou o mesmo quando tentou nos convencer

de que havia uma an�o morando no seu guarda-roupa.

Qual �, eu s� tinha seis anos na �poca, m�e.

Mas, voc� ainda acredita em bicho-pap�o,

ele s� se mudou do seu guarda-roupa para o quarto dos fundos.

- T� bom, t� bom, valeu o apoio, m�e. - Zack, querido, estou brincando!

Frank, esta � Elizabeth Andrews.

- Quem a viu por �ltimo? - Ningu�m sabe.

Ela saiu do escrit�rio por volta do meio-dia

para almo�ar e n�o chegou ao restaurante.

Acontece que a sra. Johansen, do mercadinho,

acha que a viu conversar com o inquilino dos Henigar.

- Harry Longworth? - Ele mesmo.

- Novidades quanto ao sr. Lowery? - Ainda desaparecido.

Agora s�o dois. Coincid�ncia, ou n�s j� podemos abrir um inqu�rito?

N�o acredito que Hantarvil seja destino

para um sequestrador ou assassino em s�rie.

As pessoas podem desembarcar em cidades de qualquer tamanho.

Eu sei que h� uma explica��o totalmente l�gica para tudo isso.

Eu vou investigar esse Longworth, e voc� continua com o Lowery, certo.

Posso ficar com isto? - � seu. (Obrigado).

Todos em Hantarvil est�o contentes por instalar uma nova f�brica aqui.

Sr. Koglan, o neg�cio ainda n�o foi fechado, mas estou esperan�oso.

O senhor acha que os vereadores colocar�o obst�culos para

o novo zoneamento do terreno que estamos querendo?

C� entre n�s, sr. Longworth, acho que n�o haver� obst�culo algum.

Frank, quero lhe apresentar o sr. Longworth. Ele veio � cidade...

Voc� elegeu Hantarvil o lugar certo para uma nova f�brica, eu sei.

- Detetive Frank Dayton. - Prazer conhec�-lo, detetive. (O mesmo).

Walter, poderia me dar licen�a? Preciso conversar com o sr. Longworth.

Sim, claro. Eu tenho que voltar para o escrit�rio.

Muito bem, sr. Longworth, qualquer novidade eu lhe informo.

- Obrigado. Muito obrigado, Frank. - At� mais.

- Bem, vamos dar uma volta? - Por mim, tudo bem.

- Sei que est� na casa de Nancy Henigar. - � uma boa casinha.

E ela � uma boa mulher.

- Est� tentando levantar alguma quest�o? - Ela sofreu muito nos �ltimos meses.

E voc� quer garantir que eu me comporte e n�o cause a ela

mais nenhum sofrimento, n�o � isso? - Mais ou menos...

Fique tranquilo. Eu s� quero privacidade e um lugar para morar.

Mas, se puder me contar, o que exatamente

aconteceu com o sr. Henigar?

Um acidente de carro. Ele e Nancy estavam atravessando a floresta,

a cinco quil�metros da cidade, o carro derrapou bateu em uma �rvore,

deve ter deslizado no asfalto.

- Os dois estavam no carro? - Steve morreu, mas Nancy sobreviveu.

Mulher de sorte.

Se perder o marido for sorte, talvez ela tenha sim.

Como eu disse, tratarei a sra. Henigar com total respeito.

- Mais alguma coisa. - Para falar a verdade, sim.

- � familiar a voc�. - N�o, n�o �, deveria ser.

Ela n�o voltou para casa ontem � noite.

E foi vista conversando com voc�, ontem.

Bom, eu pedi informa��es a uma mulher, ontem.

O que acha que aconteceu com ela.

Quem sabe passou o fim-de-semana com o namorado.

Vai demorar na cidade.

O necess�rio para realizar o trabalho.

- Bom, se cuide. - Pode deixar.

Esse casal � gente boa.

Ora, vamos. Uma moedinha pra mim, gente boa.

Estou morrendo de fome, estou desempregado. Qual �?

- Voc�s t�m uma moedinha. - Claro que temos.

- O que est� fazendo? - Cale a boca.

- Voc� sabe o que queremos. - N�o sei do que est� falando, cara.

O que voc�s v�o fazer?

- � a pol�cia, vamos embora. - Vamos lev�-lo conosco.

O carro est� saindo.

- Vamos, � agora, ele est� saindo. - Ei, tem certeza disso?

Quer mesmo fazer isso, n�o � invas�o de domic�lio?

Do que est� falando, o apartamento � nosso.

E antes, era o meu quarto. - Eu sei, mas...

Eu s� vou dar uma olhada. Se quiser, fique a�.

Estou indo.

- Deve estar acostumado a clima frio. - �, gosta disso.

Como o P�lo Norte.

Espero que o aluguel n�o inclua a conta de luz. T� frio � bessa!

- O que a gente est� procurando mesmo? - Qualquer coisa suspeita.

Olhe aqui, uma maleta.

Me deixe ver.

- H.L. Harry Longworth. - Ou de Herb Lowery.

- Aquele cara do banco? - N�o sei se deveria te contar, mas...

ouvi o meu pai falar que Lowery est� desaparecido h� alguns dias.

- Foi sequestrado? - N�o sabem o que aconteceu com ele.

T� falando s�rio? Se a maleta for dele, teremos a prova de que

Harry Longworth e seu parceiro s�o sequestradores.

Calma, voc� n�o tem certeza, pode estar tirando conclus�es. O que est� fazendo?

- O que parece que estou fazendo? - Se fizer isso, vai quebrar...

- Quebrou o cadeado. - �, quebrei...

- Tenho que admitir, isso � suspeito. - O qu�, t� vazia.

Ent�o, por que algu�m andaria por a� com uma maleta vazia?

Eu n�o sei, mas � melhor colocar ela no lugar.

Josh, venha ver isso aqui!

O que � isso?

Eu n�o sei, mas � igual �quela gosma do ch�o do beco.

Pode pedir ao seu pai para que ele mande examinar no laborat�rio?

T�, eu entrego.

Droga! Ele est� voltando. Vamos sair pela janela!

- O que foi isso? - O qu�?

- Esse brilho. - O computador...

Entrou como, se a porta estava trancada? - Porta trancada n�o � obst�culo.

Quando se est� determinado, n�o �, Zack?

A prop�sito achei esta chave sobressalente no meu apartamento.

Vou ficar com ela por precau��o, caso fique trancado pelo lado de fora.

Eu lia livros assim, quando tinha a sua idade.

Eu sempre fantasiava que era um grande detetive para espionar a minha familia.

Mas, um dia, o meu pai me pegou ouvindo um telefonema dele.

Era totalmente inofensivo, mas ningu�m devia mexer com ele.

Bisbilhotar tem o seu pre�o.

Porque voc� n�o vai dormir um pouco.

- Meio tarde para estar na rua, Zack? - Eu precisava falar muito com algu�m.

- Josh n�o devia ter falado sobre Lowery. - N�o, n�o � culpa dele n�o.

S� achou que a gente tinha encontrado algo que poderia ajud�-lo no seu caso.

- Nem existe um caso, Zack! - Sr. Lowery est� desaparecido, n�o est�?

Agrade�o a informa��o, mas acho que n�o deveria se intrometer.

Mas e se Longworth tiver algo a ver com isso, ele est� morando na minha casa.

- N�o acha que est� exagerando? - N�o, esse cara me d� medo, t�.

Eu o investiguei e n�o h� nenhum Longworth no cat�logo de Nova York.

- Muita gente n�o consta. - T� legal, mas esta noite ele invadiu...

o meu quarto, e carregava um objeto brilhante que parecia um scanner.

Tenho certeza que existe uma explica��o, Zack.

T� legal.

- E isso aqui? - O que �?

Olhe.

- O que � isso? - O que � eu n�o sei.

Aquele estava no apartamento do Harry Longworth.

E este aqui, eu encontrei no beco onde ele conversava com aquela garota.

E eu raspei da sola do meu t�nis.

- Ela desapareceu tamb�m? - N�o tenho permiss�o para falar.

Certo, pode levar isso para analisar ou para algum laborat�rio?

Zack, o laborat�rio fica 50 km daqui. E deve estar sobrecarregado...

- E o que eu vou fazer enquanto isso? - T� legal, n�s faremos o seguinte.

Voc� fica de olho em Longworth, e eu cuido da investiga��o, certo.

- Vai investigar ele? - Claro, com certeza, vou checar isso.

Obrigado.

O que est� fazendo?

O que est� acontecendo? O qu�...

- Oi, precisa de ajuda? - Claro, pegue as aparas.

Querido, cuidado com os espinhos.

O seu pai disse uma vez que as rosas s�o uma contradi��o de Deus.

Lindas para se olhar, mas perigosas para se tocar.

Ele era um poeta, �s vezes.

� esquisito, �s vezes parece que ele est� por perto, olhando a gente.

Querido, eu te entendo.

M�e, n�o quero que o mesmo aconte�a com voc�.

Como assim?

Tem coisas estranhas acontecendo ultimamente

e esse cara que se mudou para c� � maluco.

- N�o quero mais ouvir isso Zack. - N�o estou inventando isso.

Sabia que um cara do banco est� desaparecido, o nome dele � sr. Lowery.

E uma outra mulher tamb�m desapareceu?

Primeira p�gina do jornal de hoje.

T� falando s�rio?

Ent�o, voc� sabe do que estou falando?

Eu sei que tenho um filho com uma imagina��o muito f�rtil.

Qual �...

Zack, querido, voc� n�o vai me perder. Eu te prometo.

- Bom dia! - Bom dia!

Ser� que pode me arrumar um pouquinho de caf�? - � claro.

Vou fazer mais.

- Como vai, Zack? - Vou bem, obrigado.

O dia est� bonito, perfeito para voc� dar uma volta de motocicleta.

- N�o � uma m� id�ia. - N�o, eu vou ficar em casa.

Eu tenho umas coisas para resolver.

Chega de segredos!

Telefonaram ainda h� pouco. Querem que a gente agilize.

Agilizar? Estamos indo o mais r�pido possivel.

Mencionou que o jornal local publicou

sobre as pessoas desaparecidas em Hantarvil?

Eles j� estavam sabendo, claro.

Recebi instru��es para concluir a nossa miss�o

o mais r�pido poss�vel e ir embora.

Quanto mais r�pido agirmos, mais r�pido seremos descobertos.

Eles t�m consci�ncia do poss�vel dano secund�rio,

mas � �bvio que isso j� estava sendo esperado.

- E, em rela��o ao garoto? - � s� uma quest�o de tempo...

Eles sabem quantos alvos s�o?

N�o h� como saber ao certo. Talvez sejam uns 20.

Perguntaram se precisamos de mais ajuda.

N�o...

Isso chamaria mais aten��o.

A melhor op��o � dobrar os nossos esfor�os e nos mandarmos daqui.

Se isso serve de consolo, tem uma equipe trabalhando em Denver.

Eles t�m mais de cem alvos.

Diga. �, �, t� legal, t� bom.

Avistaram dois possiveis alvos. Um vai tentar pegar o avi�o em meia hora.

Ent�o, temos que agir r�pido. E o outro?

� ela. Foi avistada no centro da cidade.

- Acha que est� na hora de elimin�-la? - Eu vou lev�-la para o dep�sito.

Eu cuido do cara no aeroporto.

Exatamente como o mapa do jornal.

M�e...

M�e!

M�e!

M�e!

M�e!

M�e!

Meu Deus! Voc� me assustou!

- Desculpe, Zack! Eu n�o queria... - Tudo bem.

Eu passei para ver a sua m�e. A porta n�o estava trancada, est� tudo bem?

N�o, n�o, n�o. Longworth e seu parceiro acabaram de sair. Acho que est�o...

atr�s da minha m�e.

Ora, do que voc� est� falando?

Escutei os dois conversando pelo meu transmissor...

Eles falavam de uma miss�o que

o lider deles queria que acelerassem o processo...

- Processo, que processo? - Eu n�o sei, mas acho que tem a ver

com sequestro e abdu��o de pessoas e transform�-las em alien�genas.

Alien�genas, vamos com calma, Zack...

Eu fui no quarto dele, e encontrei uma maleta cheia de tubos

com uma gosma verde. a mesma que te mostrei.

E tinha uma cobra dentro. - Uma cobra?

N�o, n�o era uma cobra, mas parecia uma.

Acho que era uma esp�cie de alien�gena, sei l�, que eles devem enfiar

pela garganta das pessoas. para transform�-las em alien�genas.

- Mas, se quiser, eu te mostro. - N�o vamos, n�o temos tempo para isso.

Se acalme e pense!

Imagina onde Longworth est� agora?

Disseram que o pr�ximo alvo est�

no centro da cidade e pode ser a minha m�e.

O nome dela estava nessa lista que eu encontrei no quarto dele.

Certo. Muito bem. Vamos!

Zack! Zack! Zack...!

Foi aqui que voc� viu Longworth?

Foi. N�o. Eu n�o sei. Acho que eu vi. A gosma estava aqui. Bem aqui.

Calma! Mantenha a calma.

Ele pode ter entrado por uma dessas portas. - �.

E no r�dio, eles falaram alguma coisa sobre um dep�sito.

Dep�sito. Eu me lembro da minha �poca de batidas policiais.

Espere a�, espere, o que tem aqui?

- Pode ser esta. - Entra!

- Se encontrar Longworth, vai atirar? - Nele n�o, Zack.

O que � isso?

N�o gosto do que estou fazendo, mas voc� sabe demais.

Eu n�o acredito, voc� trabalha para ele?

Voc� � um deles, n�o acredito nisso?

Jamais disseram que voc� n�o era esperto, Zack.

Espere, n�o precisa me matar!

Eu posso ir embora, eu esque�o isso tudo, juro.

- Sinto muito. - N�o, espere!

Senhor Dayton, sou eu, Zack. O melhor amigo do seu filho.

Lembra do Josh, n�o lembra? Seu filho.

N�o sei nada sobre o que voc� est� dizendo.

- Sabe por que est� aqui? - Eu n�o sei o que est� acontecendo.

Voc� sabe quem eu sou. - Eu n�o sei quem voc� �.

Acho que voc� sabe exatamente porque fui enviado.

N�o, eu n�o sei porque voc� foi enviado.

Podemos fazer isso da maneira mais f�cil.

Ou da maneira mais dif�cil. Depende de voc�.

Eu sei que existem muitos como voc� que pensam que podem resistir.

- Me diga quem s�o eles. - Eu continuo dizendo, eu n�o sei.

A sua esp�cie � muito arrogante. Voc�s nos subestimaram.

N�o vamos descansar at� tirarmos todos voc�s da face do planeta.

- Deixe ela em paz! - Gra�as a Deus!

Zack, me deixe explicar.

J� sei de tudo sobre voc� e o seu amigo.

Eu grampeei o seu apartamento.

Est� tentando transformar seres humanos em alien�genas?

N�o � isso que est� havendo aqui.

N�o d� ouvidos a ele, Zack. Ele � perigoso e vai nos matar.

- Voc� n�o vai me matar, Zack. - Para tr�s, para tr�s!

Eu n�o vou deixar voc� dominar a minha m�e

como fez com todas aquelas pessoas.

- Eu n�o estou dominando ningu�m. - Est� mentindo!

Eu sei que voc� n�o trabalha para as "Ind�strias Dellacorte".

Tudo bem, t�. Eu trabalho para o governo.

- Acabou de dizer que � de outro planeta? - Eu n�o, ela.

- Voc� � maluco! - Me desamarre, Zack.

Tem que acreditar. Essa a� n�o � a sua m�e, Zack, ela � uma alien�gena.

- Cale a boca! - Zack, voc� tem que acreditar em mim!

- Eu juro que atiro em voc�! - Eu posso provar.

Querido, est� tudo bem. Fez a �nica coisa que deveria fazer.

- N�o d� a arma a ela. - Me d� a arma!

Zack!

- M�e... - Maldito ca�ador!

Eu queria esperar voc� ter mais idade para a convers�o... filho.

Mas devido �s circunst�ncias, agora � o momento.

N�o se preocupe, voc� n�o sentir� nada.

Para tr�s!

M�e!

Sinto muito, Zach. Eu sei que � um choque.

Os alien�genas se apoderaram de sua m�e e mataram o seu pai.

Seus pais n�o sofreram um acidente de carro.

Harry queria lhe contar, mas n�o podia correr o risco de sua m�e descobrir.

O acidente foi uma mentira. Ele morreu tentando salvar a sua m�e.

Voc� teve sorte.

Minha m�e, esta coisa... matou o sr. Longworth.

Ele sabia dos riscos.

Vou chamar uma equipe para desinfetar a �rea.

Enquanto isso, n�s precisamos conversar.

- Estava te procurando. - Acho que encontrei voc� primeiro.

N�o vai mais precisar disso.

- O que pretende fazer? - Tenho ordens do outro planeta.

N�o s�o gentis com quem descobre a nossa presen�a.

Vai simplesmente me matar, bem aqui?

- N�o pode fazer isso. - N�o posso, eu sou um policial.

Voc� me agrediu. N�s lutamos. Voc� morreu. � o que mais acontece.

� uma pena que o seu amigo, Longworth, n�o esteja aqui para ajudar voc�.

Isso � mesmo uma pena...

Felizmente, eu tenho um novo parceiro.

Enquanto o inimigo for julgado unicamente pela apar�ncia...

sua vit�ria � garantida.

Brunks der Preu�ischen

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