All language subtitles for Free Willy 3 The Rescue_Libertem Willy 3.1997_PT

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Original subtitles

Libertem Willy 3

- Ol�, Max. - Ol�, Smiley.

- A tua m�e anda � tua procura. - Estou � espera do barco do meu pai.

Ele ligou. V�o ficar mais uns dias.

N�o faz mal. Disseste-lhe?

- Que querias que eu fizesse? - N�o sei.

- Est�s a apanhar o jeito. - Espera. Tenho de matar mais 50.

- Hoje falei com o teu pai. - Eu sei. Ele n�o vem para casa.

- Sabes o que ele disse? - O qu�?

Talvez possas ir com ele para a pr�xima. Gostavas?

Est� aqui a pizza.

- Eu n�o pedi uma pizza. - � o Noah, certo?

- Sim. - Ent�o, pediu uma pizza. $22.50.

A pizza chegou. D� c� isso.

- Deve ser a Drew. - E se for?

- Jesse. Fui contratado pelo Randolph. - Randolph,pizza.

� o teu segredo. Contratas pessoal da Pizza Factory.

N�o sou da Pizza Factory.

Sou o novo assistente de pesquisa.

- Como te chamas? - Jesse.

- N�o te chamas Willy? - O Willy � uma baleia.

- Randolph, diz-lhe quem eu sou. - Nunca vi este mi�do.

- A pizza � boa. - N�o me disseste que era t�o novo.

N�o � novo.

Espere! Fa�o qualquer coisa. Quero aprender.

Fa�o o que me mandar fazer.

Ent�o, vamos dar-nos bem.

- Diz-me o teu nome, outra vez? - Jesse.

Muito bem. Jesse. Ajuda-me a levar isto para baixo.

Est� bem.

O n�mero de orcas diminuiu 10% nos �ltimos 2 anos. N�o sabemos por qu�.

Vamos identificar cada cardume com uma coisa destas.

Poderemos segui-las onde estiverem. 24 horas por dia.

Talvez descubramos o que se passa.

- Que acham que �? - Pode ser ambiental, um v�rus.

- Ou envelhecimento. - Talvez.

- Pode ser uma causa natural. - � o que vamos descobrir.

L� est� a minha querida.

- Ol�. - Ol�, pai.

- Pronto para apanhar peixe? - Claro.

Vai para a cama. Partimos de manh� cedo.

Est� bem.

- Ol�, mi�do. - Ol�.

Anda.

- � agora? - Sim.

- Diverte-te. - Est� bem.

- Tem cuidado e obedece ao teu pai. - Est� bem, m�e.

N�o demoramos. Tem cuidado contigo.

- Vou ter saudades. - Eu tamb�m.

Comandante.

- N�o te assustes com ele, Max. - Est� bem.

Que queres ser quando fores grande?

Seu patr�o.

Era a faca do meu pai.

Um dia, ser� tua.

Quando?

Quando a mereceres.

Quero que fiques com ela. T�-la-�s quando estiveres preparado.

Mostra-me como se usa?

Mostra-te tudo o que sei.

- Adeus. - Adeus!

- Divirtam-se. - Adeus, m�e.

FAIRBAIRN/THUMM EDITOR DE SOM

- Que est�s a fazer? - A chamar.

O Willy gosta da minha gaita. Ouve-a e sabe que sou eu.

Vais toc�-la pelo hidrofone...

...e ele vem a correr de quil�metros de dist�ncia?

- Sim. - Est� bem.

Vou alterar o som para ele o ouvir. Ele ouve sons mais altos...

Como um c�o. Eu sei. Andei na escola.

Vou alter�-lo. Voc� n�o o ouve, mas ele ouve.

Podemos ampli�-lo o que quisermos.

Se o Willy estiver num raio de 48 km ouvir-nos-�.

- Uma esp�cie de pagar. - N�o � giro?

Inventaste isso sozinho?

- Que idade tens? - Que idade tem?

� uma pergunta muito pessoal.

Posso ouvir?

Toma.

V�. Dois, tr�s.

- Tenho boa pontaria. - Com qu�?

Exterminador, Invas�o Extraterrestre. Criatura Marinha...

- Tem pontaria. - Sharp Shooter...

- ...B�te the Buffet... - N�o me digas.

- Passou a vida a treinar. - Armas de Morte...

...Burger Toss...

...Skull-Crushing Boots of Glory, Pooper Scooper.

- Pai, olha! - Estou a ver.

Vamos l�.

- Max, segura nisto. - Fa�o o qu�?

- D�-me quando eu disser. - Estou pronto.

- Agora. - Ainda n�o.

Ainda n�o.

Conseguiste!

- Puxa. - Corta a b�ia.

Ajusta a bombordo, h� outra.

Puxa mais a corda.

Vamos zarpar.

Devagar.

Traz-me o arp�o!

Puxa a corda.

Dineen, traz alinha do arp�o.

Apanha-o. J�!

Pronto.

Pai?

Estou a ver, Max. Bom trabalho. Bombordo!

Fica atento.

Ele vem direito a n�s.

Tudo a estibordo!

Espera!

Homem ao mar!

Max!

Nada.

V� l�.

- Pregaste-me um susto de morte. - Desculpe.

Vamos l� abaixo buscar roupa seca.

Est� bem.

Trata do peixe.

Tiveste sorte?

Ainda n�o.

Queres experimentar estes? S�o muito melhores.

Est� bem. Obrigado.

Sim. S�o melhores.

S�o �ptimos.

- Sim! - V�s alguma coisa?

N�o. S� p�ssaros. Coisas afins.

� uma tradi��o nossa. Uma fotografia de grupo.

Aproximem-se todos.

Bem-vindo a bordo, mi�do.

Fica-te bem. Jesse. Real�a os teus olhos.

Pareces um guaxinim.

Primeiro dia, Max?

- Parab�ns. - N�o fiz nada.

Neste barco, todos trabalhamos e partilhamos os louros.

Toma.

Um dente de cachalote. Uma recorda��o da �ltima viagem.

- Agora, �s como n�s. - Que � que se diz, Max?

Obrigado.

Vai-te embora.

Vai. Vai-te embora. Vai para ali.

V�. Vai. Vai-te embora. V�o ver-te.

V�o matar-te.

Vai. Vai-te embora. Vai para ali.

- Ol�. - Ol�.

Ouviste?

- O qu�? - Ouve.

O qu�?

Elas fazem um som:

- Pelo respiradouro. Eu ouvi. - N�o ouvi nada.

Vai buscar o arp�o. N�o fa�as barulho. Vai.

R�pido, estou a v�-Io!

Max.

- V�s? - Ali, ali.

- Dispara! - Onde est�?

Acertou?

- Pai? - Foi-se embora.

Cortaste-te na canela.

Vamos tratar disso.

- Preciso de pontos? - Acho que n�o, Max.

Desculpe.

Ficar�s bem, depois da primeira.

A primeira?

A primeira morte.

Os erros servem para isso. Para aprender.

Com sorte, talvez fiques com uma cicatriz.

- Como sabia que a baleia l� estava? - Pressentimo-la.

Vais aprender, com o tempo. Nunca tires os olhos do alvo, Max.

Se o fizeres, o mar apanha-te ou a baleia.

A baleia?

N�o tenhas medo. N�s apanhamo-la primeiro. Prometo.

Randolph?

Obrigado.

De qu�?

Por convenceres o Glenn e a Annie a deixar-me vir.

Prometi-lhes que tomava conta de ti.

E eles acreditaram?

- Que � aquilo? - Detectaste alguma coisa?

Alguma coisa.

- N�o ou�o nada. - Olha para o ecr�.

De certeza que isto funciona?

Por que demoraste tanto?

Que foi? Que se passa, Willy?

Aconteceu algo.

Anda. Anda!

Algo n�o est� bem com ele.

Ou�am isto. � um sinal que gravei no outro dia.

Queria ouvi-Io e baixei-o 200 oitavas.

Obtive isto.

N�o me parece nenhum animal.

- N�o � um animal. - De certeza?

� sempre igual. Repetido constantemente.

O que �?

Que se passa?

� um arp�o?

� um arp�o. De uma arma.

Que � isto?

� algo que se usa para manter a baleia a flutuar...

...at� a trazermos para bordo.

Que acontece aqui?

� onde cortamos a carne. Embalamo-la...

...e congelamo-la.

- Vendem-na a quem? - Noruega. R�ssia. Jap�o...

H� um mercado negro de carne de baleia.

Negro?

Quer dizer ilegal.

Pagam 100 d�lares o quilo.

Aqui est�s. Vais aprender a usar o arp�o.

� importante para mim ter-te c�.

- Para mim tamb�m. - Vai para a proa.

Boa. Jesse.

Obrigado.

Quem est� com o Willy? Parecem conhecer-se.

� Nicky.

- � macho ou f�mea? - � uma f�mea.

Muito bem. Willy.

Anda.

Parece que t�m mais que fazer.

Acho que consigo cham�-las.

A Nicky e eu estivemos juntos em Puget Sound. Somos amigos.

Um dia, o meu almo�o caiu � �gua e a Nicky comeu-o.

Ela gosta de brincar com a comida.

Toma.

- J� chega de brincadeiras. Anda c�. - V�. Willy. Vou identificar-te.

Agora, poderei sempre encontrar-te.

- Que se passa? - N�o sei.

Ela est� doente?

- Ou a Nicky tem dois cora��es, ou... - Ou vai ter um beb�.

Vais ser m�e, menina!

Boa. Willy.

Posso ser vigia?

�s filho do comandante. Podes fazer o que quiseres.

- V�s alguma coisa? - Nada.

Kujira.

- Que quer dizer kujira? - Apita.

- Est�s pronto, Max? - Estou.

Vamos � pesca.

Eu fa�o isto.

Faz pontaria, olha com aten��o pelo cano.

- Assim? - Aponta para onde o alvo vai estar...

...n�o onde est� agora. Se apontares ao alvo, vais falhar.

Est�s pronto? Espera.

Espera.

N�o! D�-me o pr�ximo.

- Eu fa�o. - Eu fa�o.

N�o. Max. Deixa o Sanderson fazer.

- N�o te mexas. - Depressa.

- N�o te mexas. - Larga isso.

- D� c�. - Sai da frente.

Pai, um barco!

Comandante.

Leva o mi�do para baixo. R�pido.

- V� l�. - Pega nisto.

� um baleeiro?

N�o tem arp�o.

S�o eles. Randolph. S� podem ser.

O Willy n�o faria aquilo se n�o fossem.

- Comunique. - N�o h� nada a comunicar.

O Willy foi atr�s do barco. Defendia-se. Atacaram-no.

- Tens a certeza? - � �bvio. � s� abrir os olhos.

- Senhor. - O Botany Bay est� em ordem.

� um barco de pesca. O comandante John Wesley n�o tem cadastro.

Claro. Se pescassem baleias diriam: "Prendam-me, eu mato baleias."

Queres que eu diga � Guarda que uma baleia nos disse que � um baleeiro?

Ouvia-se o riso deles sem usar o r�dio. Vamos para o porto.

Vai deix�-los ir.

Temos de voltar e � o que vamos fazer.

- Que � preciso? - Diz?

- Para comunicar isto. - Provas. Mostra-me provas e eu fa�o-o.

- O fulano � um idiota. - Tens raz�o. � um idiota.

S� reparaste agora?

Pensei que ia dizer que est� a fazer o trabalho dele.

- Est� a fazer o trabalho dele. - E os baleeiros o deles.

Vamos seguir ordens e ficar quietos. O problema n�o � nosso.

Se continuares assim, ainda me despedem.

Se n�o conseguimos seguir as baleias, talvez elas nos sigam.

N�o podemos estar sempre de olho nelas. Hoje ou para o ano...

...estes monstros encontr�-las-�o. N�o estaremos l� para as defender.

Vem daquele barco.

Que �?

O som n�o parece o de uma baleia.

- Que �? - Uma coisa � certa:

Sempre que vemos baleias aquele barco est� perto. O sinal outra vez.

Eles emitem o sinal as baleias v�o.

- Est� gravado? - Sim.

Pod�amos emiti-lo n�s, se quis�ssemos?

Ter�amos de ir � terra buscar equipamento.

Se eles podem faz�-lo, n�s tamb�m. Faz o que for preciso...

...para emitir isso, e assim chamamos as baleias.

Que quer dizer kujira?

- Onde ouviste isso? - � o que o Sanderson chama a elas.

� uma esp�cie de sushi. De arca. Max.

Recolhemos a carne e vendemo-la aos japoneses.

O qu�?

Sabes o que diria o teu av� sobre isso?

"Isso � o trabalho de Deus, filho? Sushi para os japoneses?"

N�o percebo.

O trabalho de Deus. Era o que o pai chamava � pesca da baleia.

Durante anos, as baleias davam o �leo usado nas lamparinas para iluminar.

Os baleeiros davam luz.

Nesse tempo, era trabalho importante.

E agora?

D�-nos o direito de ser quem somos e de ganhar a vida.

� isso.

Prepara-te. � agora.

- Ol�. Que desejam? - Dois caf�s, por favor.

Nada. A Guarda Costeira n�o quer saber de um poss�vel baleeiro.

- Dizem para ligar quando tivermos... - Provas. Que consideram provas?

� excep��o de os apanhar em flagrante, n�o sei.

- Mais alguma coisa? - � tudo.

Temos de ir a bordo. Assim, recolher�amos provas.

A bordo do Botany Bay?

Um baleeiro, cheio de baleeiros.

Est�s maluco?

Vou falar com comerciantes de peixe, fazer perguntas.

Ver se encontro provas.

Damos nas vistas. � t�o perigoso como entrarmos no barco deles.

- � por isso que vais para o barco. - Vou?

- Pedi � Drew que te ocupasse. - Mas...

Prometi ao Glenn e � Annie. Lembras-te?

Vai. A Drew est� � tua espera.

N�o.

Perfeito. �ptimo.

- Ol�. - Trabalhas no barco?

Sim.

- Como te chamas? - Max. E tu?

Randolph.

Que queres?

- Procuro trabalho. - A fazer o qu�?

J� pesquei arenque, cavala, salm�o...

- ...orca. - Que � uma orca?

Uma ra�a de baleia.

N�o gosto delas. Cheiram mal.

Eu gosto.

Ol�, pai.

- Quem � o teu amigo, Max? - Chama-se Randolph.

Como vai?

- Procura trabalho. - Sim.

- N�o temos vaga. - Est� bem.

Acompanha o teu amigo l� fora, Max.

Ele n�o � meu amigo. Vou ter com a m�e.

Est� bem.

Adeus.

- Puseste o Eddie com a mangueira. - Tudo bem?

Assina aqui.

Que se passa?

- Max. - Tenho de ir.

Que pesca o teu pai?

� comandante de um barco de salm�o.

Sim. �.

- Eu menti-te. - Que grande coisa!

- N�o sou baleeiro. - E depois?

Sou o oposto.

�s uma baleia?

N�o, mas tento proteg�-las.

- O que ele faz est� errado e tu sabes. - Quem?

- O teu pai. - � um barco de pesca ao salm�o.

Por que te interessas?

Se um amigo teu estivesse aflito, n�o tentavas ajud�-lo?

- Se pudesse. - As baleias s�o minhas amigas.

- N�o sei do que est�s a falar. - Sabes, sim.

- Eu mostro-te. - O qu�?

As baleias. Eu apresento-te. Anda.

Anda c�.

- O Game Boy mostra onde elas est�o? - Todas, n�o. S� uma.

Ouve.

Est�o perto.

- � um som espectacular, n�o �? - Sim.

- Sabes que uma arca � quase s� �gua? - Sim.

Sabes que quando canta o ritmo da sua can��o...

...segue o ritmo das ondas?

Por que fazem isso?

Porque s�o bons m�sicos...

...mas o meu amigo acha que n�o. Diz que a terra inteira respira...

...e que a can��o delas � a terra a respirar.

L� est�o elas.

- Posso Ver? - Sim. Toma.

Sim.

Ol�.

Onde � que ele foi?

Ele gosta de brincar.

Que brincadeiras sabe ele?

- Ir buscar. � o que ele mais gosta. - Vai buscar o qu�?

J� vais ver.

Que foi?

Nunca o vi dar-se t�o bem com uma pessoa.

S� uma vez.

Pensei que ele era sempre assim.

- S� � assim com a fam�lia. - N�o sou da fam�lia dele.

Diz-lhe isso a ele.

- � este o teu trabalho? - �.

- Gostas? - Sim.

N�o sabia que havia trabalhos destes.

- Nem eu. - Volta para ali.

Constru� este alpendre com o meu pai, no Ver�o.

- � uma fam�lia grande. - Sim.

Como � ter uma fam�lia grande?

- � como qualquer fam�lia. - N�o sei como �.

- Isto n�o est� certo. - O qu�?

Apesar de estar a proceder mal ele � teu pai.

Deixaste cair isto.

N�o quero.

Vou det�-Io.

- Onde est�s? - A recolher provas.

- Onde est�s? - Digo-te se prometeres n�o te zangares.

- Sabes o que fazem se te apanharem? - E se apanharem o Willy?

Agora, estou mais preocupado contigo.

Escuta. O Wesley est� no bar. Empata-o.

N�o quero que o barco parta comigo a bordo.

Tenho de ir!

M�e? Que fazemos quando nos obrigam a fazer algo contra a nossa vontade?

- Quem? - Uma pessoa.

N�o devias deixar ningu�m dizer-te o que fazer.

Defende-te. Faz o que julgas correcto.

Temos sempre de fazer o que est� certo, mesmo que nos custe?

� o mais dif�cil. Devias faz�-lo mesmo que custe.

- � isso que a m�e faz? - Esfor�o-me.

- Cama. - N�o.

- Cama. - N�o.

Queremos duas das altas.

Muito obrigado.

Certo.

Vai chamar o comandante.

Tem calma e dorme bem.

- Ele quer sair rapidamente. - Est� bem. Est� bem.

Deixa estar, eu trato disso.

- Encontrei uma coisa. - Sai da�.

- N�o v�o c� ficar muito tempo. - Empata-os mais.

Que queres que eu fa�a?

- Convida-os para dan�ar. - N�o fazem o meu g�nero.

- Deseja-me sorte. - Boa sorte.

- E se o apanharem? - Quem?

O teu pai? Nunca seria apanhado.

- Teria de ir para a pris�o? - N�o. � isso que te preocupa?

- N�o teria de ir para a pris�o. - Que aconteceria?

Tiravam-lhe o barco. Obrigavam-no a pagar uma multa.

Juras?

Sim, juro.

Sabes que o teu pai gosta muito de ti, n�o sabes?

O que ele faz, f�-Io por n�s. Para sermos felizes, para nos sustentar.

- Sim, mas n�o preferia...? - N�o.

N�o preferia que ele parasse?

N�o preferia que ele fizesse outra coisa?

Adoro-te. Max.

Podia dizer-lhe. Ele dar-lhe-ia ouvidos.

Confio no teu pai. Apoio-o em tudo.

Boa noite. Max.

O Kron diz que tem tudo preparado, portanto...

Cancela o pedido. Vamos.

Wesley!

- John Wesley! Achei que eras tu. - Eu conhe�o-o?

- Randolph? - Lembro-me de ti dos velhos tempos.

Acertei em cheio.

N�o me lembro de si dos velhos tempos.

Mas eu lembro-me de ti. Lembro-me bem.

J� chega de conversa.

- Falamos para a pr�xima, amigo. - N�o est� a perceber.

Sei quem � e o que faz. N�o sou seu amigo.

�ptimo.

Est� a cometer um erro.

Aconselho-o a partir no barco em que chegou.

- Obrigado. - De nada.

- Os nativos n�o parecem amig�veis. - Vamos beber algo.

- Dineen, faz caf�. - Est� bem.

- Vamo-nos embora daqui. - Concordo contigo.

Pronto.

Preparado.

Vamos embora.

�ptimo.

- Perdeste isto. - Que fazes aqui?

Meti-me em sarilhos.

Que vamos fazer?

- Temos de voltar a nado. - Nem pensar.

Est� bem.

- Que est�s a fazer? - At� logo.

Aqui est� a prova. Tirei isto da cauda do Willy...

...e encontrei isto a bordo do Botany Bay.

- T�nhamos raz�o. - Compreendo.

- Tem de det�-los. - � o que vamos fazer.

Comunicamos amanh� de manh�.

Pod�amos acabar com eles. Mas t�nhamos de agir j�.

N�o vamos arriscar equipamento caro para fazer o trabalho da Guarda.

H� regras a cumprir.

Senta-te e eu trago-te um refrigerante.

- Temos um dia cheio pela frente. - N�o, obrigado.

- Estou cansado. Vou dormir. - Como queiras.

- Boa noite. - Boa noite.

- Obrigado por tudo o que fez. - N�o foi nada.

N�o me digas.

Eles zarparam. V�o atr�s do cardume.

O Willy, a Nicky, o beb� da Nicky. Posso perguntar-te uma coisa?

- Dez anos de pris�o. - O qu�?

A pena por levares um barco que n�o � teu. E pirataria.

Dez anos de pris�o. N�o passas pela casa partida. N�o recebes $200.

Tens raz�o. � m� ideia.

Vamos Gal�-k.

Estou no quarto do Drake � procura da chave.

Que procuras?

- A chave. - Vais roubar o barco?

Vais atr�s dos baleeiros? Ser�s preso.

- N�o me importo. - Por qu�?

Porque � o meu dever moral.

Trabalhas para mim. Randolph. Entendido?

Ter�s de despedir-me.

Se...

...eu te mandasse preparar o barco para partir imediatamente?

Perdes o emprego.

Pediram-me para tomar conta de ti. � isso que pretendo fazer.

Stevens, onde deixaste o barco?

- N�o ou�o nada. - As baleias v�o ouvir.

O sinal que roub�mos permitir-nos-� matar o cardume numa semana.

O Sanderson que prepare o arp�o.

- Ol�, pai. - Que fazes aqui?

Vim � sua procura. Devo ter adormecido.

Que se passa?

Tenho uma pergunta.

Toma isto. P�e �leo na junta.

- Por que � errado fazer mal aos outros? - � essa a regra, Max. � s� isso.

Nunca lhe apetece fazer algo doa a quem doer?

Talvez. Mas isso n�o se faz.

Por qu�?

- O qu�? - Por que n�o se faz?

As pessoas t�m direitos.

- At� aquelas que odiamos? - Sim.

- N�o sabia que tinha direitos. - Tens.

- Pai? - Sim. Max.

E se as baleias forem como pessoas?

- N�o s�o. - E se forem?

S�o animais. Foram c� postas por Deus para n�s ca�armos.

Custa-te comer um cheeseburger?

- Por que n�o? - As baleias n�o sentem. N�o s�o gente.

S�o peixes.

Est� enganado.

- Sabes mais do que eu? Tens 10 anos. - Est� enganado, pai.

Estive enganado toda a vida. O meu pai e o pai dele. Todos enganados.

- Faz mal �s pessoas. - A quem? N�o fa�o mal a ningu�m.

- Comandante. - Que foi, agora?

Desculpe, mas achei que devia saber.

Encontrei isto na casa das m�quinas.

O grupo J est� a dar a volta. Dirige-se para o Botany Bay.

Onde est�o?

Pelo som, devem estar 5 km a nor-noroeste. E aproximam-se.

Isto resulta.

Roubaram o teu sinal. O Willy n�o percebe a diferen�a.

- V�o cair na armadilha. - Acham que sou eu.

N�o vejo nada.

Vamos depressa.

Lembrei-me de uma coisa.

Quando os encontrarmos que fazemos?

L� est�o elas.

�s 10 horas.

Vamos.

- � tarde demais. - Est�o ali.

- S� mais uns minutos. - Nem isso temos.

Est� bem.

Mant�m isso direito.

Pai!

Max, n�o te atrevas!

Homem ao mar!

- Depressa! - Tudo a bombordo!

Sim, senhor!

- Em frente! - Tudo em frente!

O Botany Bay est� a virar. Est� a fazer um c�rculo.

Por que ser�?

Max, agarra na b�ia.

Diga que est� errado!

- Sai, ou morres congelado. - N�o!

Agarra. Max! Agarra na b�ia!

Vai para baixo.

- Vamos. - Est� bem.

L� est� ele.

Botany Bay, fala o Noah.

Sabemos o que est�o a fazer. Se ferirem as baleias...

- Que foi? - Disparamos.

Disparamos.

- N�o temos armas. - Eles n�o sabem.

- Est�o aqui. - Eu calculei. Toma o leme.

- Fa�o o qu�? - Conduz. � f�cil.

- Preparar armas. - J�.

Noah, fala o Botany Bay.

Estamos a pescar salm�o.

Afastem-se. N�o vemos nada com o nevoeiro.

Patrulha Mar�tima, fala o Noah.

- Mayday. Houve uma colis�o. - Deixa-me conduzir.

N�o.

- Pai! - Dispara agora!

- Dispara! - Willy, p�ra!

Willy, n�o!

Pronto.

J� est�. Venha.

- Ol�. - Ol�.

Um cheeseburger salvou-lhe a vida.

Tinhas raz�o.

Enganou-se.

Que vou fazer agora? Sou baleeiro. � o que eu fa�o.

Para mim, n�o.

� meu pai.

- N�o � o que eu teria feito. - Que queres dizer?

Se um homem tentasse matar-me eu n�o o salvava. Mordia-lhe.

- Ele � mais esperto do que n�s. - Ou mais humano.

O Willy vai ser um bom pai. N�o achas?

Na altura.

Willy!

Fica-lhe bem. Drew. Real�a os olhos.

Um deles, pelo menos.

- Voc�s... - Jesse, olha.

Que vais chamar-lhe?

- Que achas. Jesse? - N�o sei.

- Que achas? - Eu?

Damos-lhe o nome do pai.

Eu acho que vamos chamar-lhe Max.

Dedicamos este filme � mem�ria de KEITH A. WALKER

cuja inspira��o foi essencial no trazer o esp�rito de Willy para a vida.

Subt�tula��o: SDI Media Group Ripadas por: RicardoB/2018

[PORTUGUESE]

Libertem Willy 3

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