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Não vou falar disto.
Não tens de falar.
Tens de ouvir.
A sério?
Escolheste hoje?
A merda do meu casamento?
Vá, Ruben, para de brincar.
Volta a pôr a camisola.
Caraças!
Niall.
Ouve... vem cá.
Sim, vem cá.
Estou orgulhoso de ti, sim.
Sabes disso.
Estás lindo, sim.
Digo-te, se não fosse da família,
levantava-me e metia-me logo debaixo do kilt.
Rub... Ruben, não.
O quê? Garanto-te que estás lindo. Vá, mostra-me.
Não há nada para mostrar. Tenho boxers por baixo.
O quê? Boxers?
Para de me gozar, safado.
Ouve, vem cá. Olha para mim.
Isso mesmo.
Olha para mim.
Ouve.
Podemos não fluir nas veias um do outro...
... mas fluímos no cérebro um do outro, entendes?
- Por favor, isso não... - Mais uma vez?
Pelos velhos tempos.
Só preciso de o ouvir.
Antes de te perder.
Não falas a sério.
Vá, diz.
O que sou?
"És irmão de... "
Outra amante.
Lindo.
Vá, dá-nos o teu melhor, maricas.
O que é isto, Niall?
Merda de autocolantes?
Indiana Jones?
Esse filme é supergay.
Vou ficar com isto.
Não, peço-te, Gus.
Podes ficar com um, está bem?
Não sou um monstro.
Escolhe um.
- Penúltimo. - Ótimo.
Abre.
Pronto, degenerados, acalmem-se.
Exato, como sabemos, os exames preliminares começam esta semana.
Estamos cientes da importância deles?
Os preliminares são a rede de segurança por faltarem aos exames finais.
Um autocarro atropela-vos,
contraem a peste bubónica,
estes exames são a vossa saída da prisão com recurso.
Já salientei a importância deles o suficiente?
Sim.
Positivamente fascinante.
Exato, vamos avançar.
Talvez devesse avisar-vos
que um novo aluno se juntará à turma a partir de amanhã.
Um tal Ruben Pallister.
O quê?
Há algum problema, Kennedy?
Não, é só que...
Acabou de dizer "Ruben Pallister"?
Exatamente.
Um novo aluno a quem podem exibir a vossa personalidade brilhante.
O Ruben será transferido do Instituto Para Jovens Delinquentes de Polmont
e irá repetir dois anos.
Ou seja, será um pouco mais selvagem do que vocês.
Alguma pergunta?
Ninguém. Ótimo.
Abram os cadernos. Vamos retomar onde ficámos ontem.
Página 16.
Kennedy.
Ouviu o que eu disse?
O quê? Sim, claro.
E o que disse eu?
O Ruben voltou.
Mãe, é o Niall.
Estou a trabalhar. O que é?
É o Ruben. Saiu, vem para a escola.
Amor, não é boa altura, sim?
Ele vai ficar connosco?
Falamos disto quando te for buscar.
Mas, mãe...
Devias ter falado do Ruben.
Vai-te lixar! És um miúdo de 15 anos.
Dei-te a vida. Não tenho de te respeitar.
Olha, desculpa, está bem? Eu devia ter-te contado.
E já que falamos de surpresas,
ele mudou-se para o teu quarto.
O quê? Nem pensar.
Para quem era a segunda cama? Implorávamos que perguntasses.
Pensei ser para convidados.
Ele é um convidado.
Não, não é. É um psicopata.
Arrancou o nariz a alguém à dentada. Vi o tipo.
É horrível. A mulher deixou-o e tudo.
Olha, não fales disto, está bem?
Ninguém nesta cidade sabe disso.
Aquele rapaz não precisa que cochichem.
- Não arranque narizes à dentada. - Não.
Não fales assim diante da Maura.
Sempre ela primeiro.
Ela só deveria viver seis meses connosco.
Agora, o filho vem para cá?
Vá, mãe, ele é um psicopata.
A saída do filho é importante.
Ele esteve dois anos fora, por amor de Deus!
Isto vai acontecer, Niall, logo, habitua-te.
Lembras-te de mim?
A última vez que te vi, eras desta altura?
Cresceste pelo menos 60 cm desde então, talvez mais.
Mas tens a cabeça do mesmo tamanho.
Assusta-me um pouco.
Vais ajudar ou não?
Não podemos ter isto.
Se trouxermos miúdas.
Toma.
Trata disso, Bambi.
Pega num saco e enche-o.
Toma, tira aquele cartaz e coloca este.
Coloca-o, imbecil.
GRANDE AMOR, MANO
Que merda estás a olhar?
O quê? Nada.
Parece que o Pallister não compareceu. Começou bem.
Muito bem, abram os cadernos.
Continuamos onde ficámos ontem.
A TUA MÃE É FUFA!
O que se passa aqui?
Kennedy.
Abra o seu caderno.
Não.
Abra, rapaz.
Quem fez isto?
Admita, vá.
- Eu, senhor. - Você?
Chama fufa à sua própria mãe?
Não, chamei fufa à mãe de outra pessoa.
A sério? Sei em primeira mão, pelos seus ensaios,
que o seu conhecimento de ironia não é forte.
Portanto, vá, quem fez isto?
A minha mãe não é lésbica.
Como disse?
Eu disse que a minha mãe não é uma merda de lésbica.
Venha comigo.
Largue-me, pedófilo!
O que disse?
Gosta de tocar em rapazes jovens, não é, paneleiro velho?
Apenas me pergunto se devemos preocupar-nos com isto.
O que está a insinuar?
Vi uma mudança no Niall, recentemente.
Que mudança é essa?
Ele passou de aluno empenhado e dotado
a um que age mal em muitas aulas.
Diga-o, vá. Sei que não dirá.
Temos de questionar
a situação invulgar que o Niall vive em casa.
Não sabe nada sobre o raio da minha casa!
Maldito... sacaninha de merda.
Olá, Rube. Sei que estás aí em cima.
Mas que...
Passei o dia sentado como um pateta, à espera.
- É o teu pai? - Cala-te, porra!
Não espero por cabras, ouviste?
Não sou um pateta.
Não sou uma merda de pateta de ninguém!
Vem cá
e explica porque estás com aquela fufa...
... e não comigo!
Ruben, filho.
Podemos começar de novo?
Porque não dás um grande abraço ao teu velhote?
Não penses que não te vejo, rapaz!
Vejo-te atrás da merda da cortina!
Homenzinho, vá lá!
Vou buscar a minha mãe.
Acerto já as contas com aquela cabra!
Não te atrevas, porra!
Nem uma palavra, sim? Nem uma, porra!
Não consigo respirar.
- Quero lá saber. Cala-te. - Porra!
Não contes isto a ninguém, entendes?
Isto nunca aconteceu.
Então, rapazes...
... não sei bem se ouviram a agitação de ontem à noite.
Não, dormíamos.
Os dois.
Certo.
Então, está tudo bem. Ignorem-me.
Que merda estás a olhar?
Apenas a ver se estás bem.
Porque não estaria?
Devido a ontem à noite.
Que se lixe ontem à noite!
Não, pois, sem dúvida.
Que se lixe ontem!
Então, estás nervoso ou...
Porque estaria nervoso?
É o primeiro dia de aulas.
Isto é Dilkennie. É para onde vão as fadas.
Olá, pila mole.
É o teu namorado?
Ignora-os.
Estes tipos incomodam-te, Bambi?
Não, é só galhofa.
Sais à tua mãe, não é, mariquinhas?
Bela galhofa.
Estes tipos incomodam-te, Bambi?
Pergunto-te de novo.
Estes tipos incomodam-te?
- É uma naifa? - Vai à escola.
- Como? - Vai à escola.
- Assim, não és testemunha. - Mas...
Vai, porra!
... está uma história de amor.
Sr. Pallister.
Foi simpático em encaixar-nos na sua agenda atarefada.
Meninos e meninas, este é o Ruben.
Doravante, o Ruben junta-se a nós.
O seu uniforme?
No soalho da sua mãe.
Já chega, meninos.
A secretária ao fundo.
E, para que conste, a minha mãe morreu,
logo, pontos extra pelo niilismo.
Certo, como eu dizia,
duas casas, como as famílias,
ambas numa rixa amarga...
Tens feito exercício, Niall?
Com certeza que sim.
Agora, há um espacinho quando envolvo o bíceps dele com a mão.
Era pelo menos o dobro ou o triplo.
Vou para o meu quarto.
Não vás.
Senta-te, desmancha-prazeres.
Precisamos que convenças o Ruben a ir ao exame, amanhã.
O quê? Nem pensar.
Niall, por favor.
- Fá-lo por nós. - O que fazes?
Estou a ser engraçada.
Para. Não sou criança.
É exatamente o que és.
- Larga-me. - Vá lá.
Fazes isto por mim?
- Larga-me. - Niall, preciso que faças isto.
Vá lá, por favor.
Larga-me.
- Só isto. - Larga-me, por favor!
Mandei-te largar-me!
Eu trato disto.
Está bem.
Aquilo...
... foi um erro bastante grave da nossa parte.
Ela esforça-se muito.
Quero lá saber.
Não somos amigos.
- Nunca seremos. - Vá lá.
Gostavas muito dela quando eras miúdo.
As cartas de amor que lhe enviávamos no Dia dos Namorados?
Tudo bem. Acabou a brincadeira.
Falas com ele, pelo menos?
Não!
Ele é assustador.
Vá lá, Niall.
Não imaginas o quanto a Maura se esforçou
para pôr o Ruben em Dilkennie.
Ela mudou os códigos postais e tudo.
E ele está em condicional,
logo, tem de ir e passar no exame preliminar,
ou a escola expulsa-o.
- O que viste? - Como assim?
Falo estrangeiro?
Vi-te dançar.
Se contares isto a alguém, ponho-te a dormir, entendes?
Não contarei. Achei ótima.
O que achaste ótima?
Nada.
O que queres?
Só uma ideia rápida que me ocorreu agora, neste momento.
Eu pensava no exame de amanhã.
- Vai-te lixar. - Concordo.
O teu pai...
O que tem ele?
Quantos anos tinhas?
Eu tinha oito...
... quando ele morreu.
O que fazia ele?
Era escritor.
Era?
Não me lembro disso.
Ele trabalhava principalmente num bar, mas queria ser escritor.
E escrevia sobre o quê?
Trabalhar num bar.
Mas era muito bom.
Li tudo dele.
No fim, estava tão perto de ser publicado.
O que o impediu?
Bem...
... a morte.
É por isso que quero tentar, sabes?
Também escreves?
Escrevo um diário.
Isso não conta.
- Tenta dizer isso à Anne Frank. - Quem?
Não, ela era apenas...
Não importa.
O que aconteceu ao Gus?
Vai sobreviver.
Pensei que, com a naifa, tinhas feito algo...
... mesmo mau.
Quase o fiz.
Encostei-o à parede com ela, a gritar como um louco.
Sussurrei: "Vai acabar em breve."
Então, ele pensou por um segundo que eu ia enfiá-la nele.
"Vai acabar em breve."
Adoro dizer isso.
Fica-se mesmo com uma ideia de como é um cabrão
quando acha que vai morrer.
Um pouco infantil.
É todo inocente e assim. É estranho.
"Vai acabar em breve."
Boa noite, Bambers.
Boa noite.
- O teu buldogue? - Afasta-te!
- Só quando nos disseres onde está o Gus. - Não sei.
Vives com o cretino.
- Deve ter dito algo. - Não.
Ouve!
Deixa-o em paz.
Vamos acabar com este filho da mãe!
Vá lá!
Pallister. Que bom ter vindo.
Por favor, evite gritar.
São só preliminares. Onde me sento?
Há uma cadeira vazia ali, duas filas adiante.
Por favor, vá em silêncio.
Muito bem, pessoal, faltam dez minutos.
Dez minutos? Vá-se lixar!
Tento na língua, Pallister.
Comecei depois de todos.
Mas receio que o ónus seja seu.
Vá-se lixar, Jenkins. Papei a sua mãe no ónus dela.
Pallister. Volte aqui.
Pallister.
Não me vire as costas, rapaz.
Estou a falar consigo.
Muito bem, pessoal, já não falta muito.
Ligaram da escola.
Credo! O que foi agora?
O Ruben passou.
Nos preliminares.
Já pode ficar na escola.
A sério?
Sim.
Ajudaste-o, não foi?
- Não, eu... - Ontem à noite, ouvi-vos a falar.
Obrigada.
Falo a sério.
Sei que discordamos em muitas coisas,
sobretudo porque és um fedelho que me culpa de tudo.
Acho que podes ser uma influência positiva para o meu filho.
Obrigado.
Acho eu.
Não, parece estranho.
Não o façamos de novo.
Pouco barulho. O Bambi dorme.
Não é estranho fazer isto com o Niallzinho no quarto?
Não, quero lá saber.
Passei nos exames
e fi-lo em menos tempo do que os outros.
Para, Ruben.
Se desmaiar mais, lesiono as costas.
Fala baixo, amor.
Não te importavas que ele ouvisse.
Só não quero que a minha mãe se masturbe devido a ti.
Vá, tira isso.
- Quero sentir a tua pele na minha. - Querido.
Vem cá, tu aí.
- Apanhei-te, Niall Kennedy. - Não, eu dormia.
Vai-te lixar! Nós vimos-te.
- Não. Eu dormia. - Mentiroso.
Pelo menos, admite, escroto.
Pervertias.
Niallzinho Kennedy pervertido.
Então, diz-me...
Viste algo de que gostasses?
É impressionante, certo?
É a primeira vez que vês uma mulher nua?
Em carne e osso?
E o que achas?
Ela...
Ela... Parece...
O que lhe farias, Niall, se pudesses fazer o que quisesses?
Diz lá.
Eu iria...
Pedir-lhe-ia permissão, obviamente.
Maldito falhado, não és, Bambi?
Toca-me nos seios, Niall.
O quê?
Vá, vamos ver como ele se sai, que tal?
O quê? Não, espera. Não.
Está tudo bem, Bambi.
Relaxa, sim? Deixa-a fazer a cena dela.
Nada?
O que se passa? Tens algo contra a Mona?
São as minhas mamas?
O quê? Não. É só que não foi assim que imaginei.
Como imaginaste? Mais de uma mulher?
É isso, não é?
Aqui o Niall adora sexo em grupo.
- Não adoro nada. - Sim.
O Niallzinho Kennedy adora um pouco de sexo em grupo.
Posso fazer de várias personagens, se quiseres.
Posso ser a Candy.
A brasa loira que mora ao lado.
Ou posso ser a Svetlana.
Uma guerreira russa do norte.
Ela é incrível, não é, Niall?
É para guardar.
Ninguém guarda a Svetlana.
Como se sai ele agora?
Vá lá, rapaz.
Tive nota máxima nos níveis padrão, naqueles tempos, Niall.
Sei que adoras cromos.
Toma.
Concentra-te na sensação das coisas.
Dá-me o teu dedo.
Olá.
Cá vamos nós, meu amigo.
Preparado?
Isso mesmo.
Calma, rapaz. Firme.
Trota, não galopes.
O jovem Niall tem potencial.
Desculpa.
- Volte para lá, senhor. - Não, espera...
Para de lutar e deixa-a fazer a cena dela.
- Eu seguro-a na vertical. - O quê?
Aguenta-a, rapaz.
Segue o meu ritmo.
Agora, ele está mesmo a fazê-lo.
Caraças! Vieste-te dentro de mim?
Fizeste-o, porra, seu vison!
Profiterole!
Niall, rapaz, tens de sair.
Caraças! Que eu não esteja grávida.
Desculpa. Eu não queria. Só que... Surgiu do nada.
Relaxa, está tudo bem.
Mas o que acontece agora?
Apanharei o vírus?
O quê?
Referes-te a SIDA?
Deita-te, seu cabrão tolo.
Então...
... é tudo?
É tudo, Bambi.
Eu estava a pensar...
Tens...
... haxixe?
Acorda e fuma erva, Niall Kennedy.
Cavalo negro, meu amigo!
Niall Kennedy?
Deus do sexo, maluquinho por drogas.
"Apanharei o vírus?"
Sinto-me um idiota.
Não, estás bem.
Sei o que fizeste.
Como assim?
O exame.
Nunca a vi olhar para mim assim.
Já a vi a chorar.
Montes de vezes.
Mas...
Gosto disto.
Funciona.
O que achaste da Mona?
Sim, gostei dela.
Pois gostaste, porra!
Agradece-me depois de pronto.
Tinham de te fazer perder a virgindade, não é?
Vá lá.
Não achaste que foi um acaso, pois não?
Uma jovem nunca deixaria de dormir comigo
para dormir contigo.
Organizei tudo.
É o meu modo de agradecer.
Então, vá, diz-me que adoraste.
Adorei.
Sim, adoraste.
Eu devia gerir um bordel ou assim.
Sou o flautista de ratas.
O flautista de ratas.
Imagino vaginas enormes com pernas a seguirem-te.
És um coirão, Bambi.
Posso perguntar algo?
Força.
As nossas mães andam...
A foder?
Receio que sim.
Incomoda-te ou assim?
Não, nem por isso.
Desde que estejam felizes.
Embora não pareçam tão felizes.
Há muita coisa que não sabes.
Toma.
Trouxe-te algo.
Vou treinar-te.
Caso algo me aconteça, tenho de saber que cuidarás de ti.
Porque te importas?
Agora, somos família.
É a coisa mais importante.
O meu irmão de outra amante.
Vá, rapazes, escola!
Já agora, tragam esses sacos de lixo.
Vai ser uma manhã e tanto.
Após aquilo, flutuaremos até à escola.
Ouve.
Não te preocupes com as nossas mães.
Daqui a dez anos, vais estar numa festa
e perceber que te faz interessante.
Até logo, Bambers.
Não vai funcionar, Bambi. Toma.
Bebe um gole.
Vá. Toma.
Toma.
Abre. Bebe um pouco disso.
Calma. Beberica, não bebas de golada.
Vá lá.
Isso mesmo.
Céus!
Estás a pingar.
Vamos resolver isto.
Vê o teu estado.
Ouve.
Vai ficar tudo bem.
Vais ficar bem.
Vai ficar bem.
Não... Vá lá.
- Niall, não. - Por favor.
Acalma-te.
- Acalma-te, sim? - Não faças isto.
- Calma. - Não o faças.
Não. Acalma-te, respira.
Ouve lá.
Está tudo bem.
Pronto, está tudo bem. Acalma-te um pouco.
Acalma-te.
Toma, segue o meu fôlego.
Isso não é seguir o meu fôlego.
- Não consigo. - Segue-o.
- Não consigo. - Tenta. Consegues.
Consegues, porra! Vá lá, segue-o.
Isso mesmo. Vês?
Estás bem. Sim.
Isso mesmo. Deixa-te ir.
Inspira e expira. Isso mesmo, rapaz.
Apenas respira.
Pronto, estou aqui para ti.
Mas vai respirando.
Isso mesmo. Lindo menino.
Não te preocupes.
Vai acabar em breve.
Legendas: Ana Paula Moreira
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