All language subtitles for The Shannara Chronicles - 1x03 - Fury.720p HDTV.BATV.pt

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Original subtitles

Para tr�s.

Corre, Amberle.

Temos de ir.

J�!

A minha tia.

Est� morta.

Isto n�o pode estar a acontecer.

- Isto era... - Um dem�nio.

Uma F�ria.

E vir�o mais.

Temos de ir embora.

Tradu��o: MOV Portugal

Sincroniza��o: Italian Subs Addicted

Transcri��o: Maston

The Shannara Chronicles S01E03 "Fury"

Diz-me o que se passa. Como � que aquela coisa nos encontrou?

Sinceramente, n�o sei.

Ningu�m sabia que v�nhamos para aqui.

O agente do Dagda Mor no pal�cio

n�o ser� detido at� acabar com os Escolhidos.

Acabar?

O que aconteceu aos outros?

Conta-me.

Foram assassinados.

H� duas noites.

O Lorin?

Temos de te levar imediatamente � Ellcrys. Ou muitos mais morrer�o.

Amberle, espera.

Muito bem.

Deixa-me em paz.

N�o posso.

Ordens do druida.

Sei como te sentes.

Eu perdi a minha m�e na semana passada.

Eu tentei de tudo.

Todos os elixires e

po��es que tinha.

Pensei que a podia curar,

que a podia salvar.

Mas

n�o consegui.

Nunca pensei ser poss�vel sentir tanto a falta de algu�m.

No rochedo...

obrigada.

�s mais corajoso do que pareces.

N�o confundas medo com coragem.

Desculpa n�o te ter contado do Lorin.

Tenho medo de voltar a Arborlon.

Porqu�?

Por causa da Ellcrys?

Por causa do que fiz.

Eu � que causei isto.

Allanon.

Uma caverna de druida.

Leva-me at� aqui.

N�o consigo parar a hemorragia.

- Preciso de suturar... - J� chega.

Tens de a levar at� � Ellcrys.

- N�o, n�o o vou deixar. - Esquece-me, rapaz.

Tens de a manter segura.

Allanon.

- Anda. - Onde vamos?

Ao rio Prateado, tem propriedades curativas.

- Devia ficar com o Allanon. - N�o, vens comigo.

Prometi-lhe que te protegia.

Est� bem.

Ainda bem que est�s a lidar bem com isto, filho.

Recebi relat�rios de ataques a quintas

e aldeias �lficas nas Terras do Oeste.

Dem�nios.

Not�cias da Amberle?

Nunca a devia ter treinado para a corrida.

Tu fazes-lhe as vontades.

Tal como o pai dela te fazia a ti.

N�o havia nada que o Aine n�o fizesse pelo irm�o mais novo.

Incluindo dar a vida.

N�o � altura de ir buscar mem�rias dolorosas.

Se os nossos pecados est�o a voltar para nos matar,

mais vale esclarecer tudo.

Filho,

foram os gnomos que assassinaram o teu irm�o. E n�o tu.

Tu querias que tivesse sido eu a morrer naquela noite.

Em vez do Aine.

Eu desejo a mesma coisa

todos os dias.

- Porqu� tu? - Desculpa?

Porque � que o Druida te escolheu a ti para me proteger?

N�o fa�o ideia.

Sabes que as tuas orelhas ficam vermelhas quando mentes?

O meu apelido � Ohmsford,

mas segundo o Allanon, sou descendente de Shannara.

�s um Shannara?

Isso � incr�vel.

Todos os elfos sabem a hist�ria do Jerle Shannara de cor.

O grande rei guerreiro que uniu as Quatro Terras com a sua magia.

N�o falam muito sobre isso no Vale.

- N�o h� muitos f�s de elfos por aqui. - Estou a ver.

N�o sou nenhum guerreiro

e posso garantir-te que n�o corre magia nestas veias.

Vou para Storlock, assim que tu e o Allanon chegarem ao pal�cio.

E se eu n�o quiser voltar?

Ajudo-te a salvar o druida, mas depois disso, � melhor para todos se eu desaparecer.

N�o � nada. Anda.

� aqui,

� o rio Prateado.

Sabes nadar?

Se fosses mergulhada tantas vezes como eu em pequeno, acabarias por aprender depressa.

O que aconteceu ao olhar para cima?

Desculpa.

Amberle?

Amberle?

Outra vez nu e molhado.

Eretria.

Conhecem-se?

O teu namorado e eu pass�mos uma noite m�gica juntos.

Essa noite n�o teve nada de m�gico.

Ela drogou-me e roubou-me.

- Preciso das pedras �lficas. - S� simp�tico.

Se n�o fosse eu, estarias morto.

Qualquer que seja o teu problema comigo,

deixa a Amberle ir.

N�o vai acontecer.

Tenho coisas a tratar com esta elfa.

Cruz�mo-nos na floresta.

J� chega.

Vamos embora.

Eretria, por favor, o nosso amigo est� a morrer.

Preciso de aplicar esta lama na ferida, antes que seja tarde.

- O teu amigo est� sem sorte. - Andam dem�nios por a�.

Sei que parece uma loucura, mas t�m de acreditar em mim.

- Podem seguir o nosso rasto. - Dem�nios?

- Pare�o-te est�pida? - Por acaso, pareces,

mas ele est� a dizer a verdade.

Achas-te melhor do que eu?

Aqui, n�o �s nada.

Dois c�es vadios.

Um rafeiro despistado.

E uma cabra com a mania.

Prende-os.

Acho que olhar para ela n�o nos vai levar a lado nenhum.

N�o acredito que ca�ste na sedu��o de uma n�mada.

Ela salvou-me a vida.

Mas tamb�m te despiu e te roubou.

N�o teria acontecido, se n�o te tivesse piscado o olho.

O qu�? Por favor. Ela n�o faz o meu g�nero.

As tuas orelhas est�o a ficar vermelhas outra vez.

O meu tio ensinou-me que nunca podemos confiar nos n�madas.

N�o interessa o que dizem, querem sempre alguma coisa.

Quando passaste a vida a ser julgado por aquilo que �s,

mant�ns uma mente aberta.

Voc�s discutem como dois gnomos velhos.

Eretria, escuta, n�o sabes o que est� em jogo.

Liberta-nos e devolve-me as pedras �lficas.

Um ataque de um dem�nio � uma boa coisa para te acontecer.

N�o me fa�as descer do cavalo.

� esse o teu plano? Insult�-la?

- Segue a minha deixa. - Est� bem.

Queres a desforra? Anda.

Dispenso.

Sentes-te intimidada por uma elfa?

Diz ao teu homem para me soltar

e preciso de uma espada... - Por favor.

Pensei que ela nunca se calava.

Mete-a no meu cavalo.

Isso n�o foi uma luta justa.

O mundo n�o � justo.

Porque est�s a fazer isto?

Tal como ela disse, eu sou uma n�mada.

Acho que �s mais do que isso.

Est�s enganado.

Saiam da�.

Este � o meu pai, Cephalo.

Porque � que ele est� preso como um c�o?

Solta-o.

N�o tratamos assim os convidados.

Perdoa a minha filha.

A beleza dela � maior do que o c�rebro.

- A rapariga elfo... - Est� em seguran�a.

Seria melhor se eu e a Amberle f�ssemos embora.

Temos de voltar, um amigo precisa de ajuda.

Ele acha que andam dem�nios a ca��-los.

Dem�nios?

Tens muita imagina��o.

Descansa, tu e a tua amiga est�o protegidos aqui.

Isso n�o me faz sentir mais seguro.

N�o tens de ter medo, Wil.

Somos como tu.

Todos queremos a mesma coisa. Paz

e prosperidade.

N�o temos muito no Vale, mas nunca roubamos.

Os elfos n�o nos deixaram escolha.

Eles � que s�o os verdadeiros ladr�es.

Expulsaram-nos das nossas casas.

N�o tem de se justificar perante mim. Sou apenas o seu prisioneiro.

Eu sei que tem sido dif�cil para ti, Wil.

Demasiado humano para os elfos.

Demasiado elfo para os humanos.

Mas aqui serias aceite.

Est� a pedir-me para me tornar num n�mada?

Estou a oferecer-te muito mais do que isso.

- Somos uma fam�lia. - N�madas. N�madas.

Estou a dar-te a oportunidade de te juntares a n�s.

Sei que queres ser curandeiro.

As tuas capacidades ser�o valorizadas aqui.

- Agrade�o a oferta, mas... - N�o respondas agora.

D� uma volta,

conhece as pessoas.

D�s-me uma resposta logo no banquete.

A rapariga elfo est� pronta?

N�o.

Porqu�?

Escuta,

vende-a, faz dela escrava. Faz o que quiseres.

N�o quero saber.

Mas...

Eu mato para sobreviver, n�o por desporto.

Fant�stico.

Eu ensino-te tudo o que sei e mesmo assim �s est�pida.

Eretria, tens de dar um espect�culo convincente.

A menos que o mesti�o pense que queres esventr�-la,

ele n�o me vai dizer como activar as pedras.

E eu quero

mesmo aquelas pedras.

E quando tiveres o que queres?

Vou fazer-lhe a ela

o que te farei a ti,

se continuares a desobedecer-me.

Por isso a�, sim,

vamos matar por sobreviv�ncia.

Como est� a tua cabe�a, princesa?

Interessa-te?

- Onde est� o Wil? - Em seguran�a.

Eu n�o estava a mentir,

eu tenho de voltar... - Pois.

Pois.

Voltar para Arborlon.

Guarda isso para algu�m que se importe.

N�o gostas mesmo de elfos, pois n�o?

N�o.

E o facto de ser uma surpresa para ti, faz com que os odeie mais.

Aqui est�o as escolhas.

Vestes isto

e lutamos at� � morte.

Ou d�s-me um murro e tentas fugir.

Porque faria alguma dessas coisas?

Uma porque queres viver e outra porque queres morrer.

E devo confiar em ti?

Na bondade do teu cora��o?

Quando e se te matar,

quero que seja escolha minha. N�o dele.

A minha vida n�o vai ser assim.

N�o posso deixar o Wil.

- Temos de ir ter com o nosso amigo. - N�o est�s a perceber.

Se queres sobreviver neste mundo, tens de tomar conta de ti.

Ningu�m vai fazer isso por ti.

Talvez tenhas raz�o.

Tenho uma ideia melhor.

Tem calma, Wil.

A tua amiga est� em boas m�os, prometo.

J� vem ter connosco.

Agora...

Sobre a minha oferta...

J� pensaste nisso?

Sim,

receio que n�o possa aceitar.

Tal como disse, tenho de ir ter com o meu amigo.

� uma pena.

Mas esta vida n�o � para todos.

Wil, � uma armadilha.

Largue-o.

- N�o pensaste bem nisto, pois n�o? - Cala-te.

Parece que te substimei, minha menina.

Ou te sobrestimei.

Deixe-o ir ou a sua filha morre.

Por favor.

N�o.

Imploro-te,

por favor. Por favor, n�o.

Eu... eu...

P�ra, por favor.

Digam-me o que querem e eu fa�o-o.

Abre a m�o.

Ouvi as hist�rias sobre o teu pai.

O Shannara.

Mas ao contr�rio da maioria, eu acredito nelas.

Mostra-me como se usam estas pedras.

E eu n�o a mato.

Escute-me,

estas pedras s�o apenas pedras.

Ela vai viver

ou morrer, Wil?

Juro, mesmo que sejam m�gicas,

n�o as sei usar. - Resposta errada.

N�o. N�o fa�o ideia de como...

F�ria, corram.

Amberle.

Ele est� a respirar?

Preocupa-te com os teus e eu tomo conta do Wil.

O que vais fazer, mi�da?

Matar-nos aos dois?

Acho que j� provaste que n�o consegues.

Acho que s� o vou matar a si.

Est� bem.

D�-me as pedras.

E deixo-vos ir embora.

Allanon?

Voc�s deviam estar em Arborlon.

O Wil insistiu em tentar salvar-te.

Ele usou as pedras �lficas.

Que o fogo sagrado te cure

e que a Terra te deixe s�o.

Ele quase morreu para me salvar.

Culpares-te a ti pr�pria � in�til.

As pedras s�o fardo dele.

Isto � apenas o in�cio.

Mais vir�o.

E porque acha que eu e o Wil podemos fazer algo para os travar?

Porque partilham um destino.

Um objectivo maior.

E se estiver errado?

Os eventos que nos trouxeram at� este momento est�o a desenrolar-se h� s�culos.

O Wil est� assim, pois ainda n�o entendeu que �

e quem as pedras j� sabem que �.

Tu ganhaste a Corrida da Morte.

A tentar encontrar o teu lugar na vida.

E o destino j� o tinha encontrado por ti.

Tudo isto

n�o est� a acontecer por tua causa.

Est� a acontecer-te a ti.

E quanto mais depressa aceitares isso,

melhor.

Acalma-te.

Acalma-te. Est� tudo bem.

A F�ria?

Usaste as pedras �lficas para a destruir.

- Allanon. - As minhas instru��es

teriam levado a princesa at� Arborlon.

Anda,

j� desperdi��mos tempo suficiente.

Estou bem, obrigado.

Foram os dem�nios?

Est�s bem?

O que est�s a fazer?

Pode estar a� um dem�nio.

Ou algu�m que precisa da nossa ajuda.

Diz-nos o teu nome.

Bandon.

Quem te trancou na adega, Bandon?

Os meus pais.

- Porque fizeram isso? - N�o interessa. Est�o mortos.

N�o est�o?

Est�o.

Eu ouvi os dem�nios primeiro.

Depois os gritos dos meus pais.

N�o os pude salvar.

N�o os pude ajudar.

A culpa n�o � tua.

N�o �.

Ele vem connosco para Arborlon. L� estar� seguro.

Acho que isso � m� ideia.

E � melhor

deix�-lo aqui acorrentado com os pais mortos?

N�o consigo ler os pensamentos deste rapaz.

Ou est� a esconder a magia ou n�o sabe que a tem.

Sem o conseguir ler, n�o posso garantir a tua seguran�a.

Ele vem connosco e ponto final.

Anda,

vens comigo.

Onde vais?

Eu entreguei-te o Wil e era esse o acordo.

Agora vou para longe daqui.

N�o tenho as pedras, nem o rapaz.

O problema n�o � meu.

O que � isto?

Foi aquela elfa que te deu isto, n�o foi?

E se ela estava a usar isto, n�o � uma rapariga qualquer.

T�o bonita,

mas uma grande desilus�o.

- Nunca me irias deixar. - Escuta,

as pedras �lficas

significam

liberdade.

Volta a mentir-me

e eu mato-te.

N�o te preocupes. Aqui est�s seguro.

Desculpa, est�s bem?

Estou bem.

D�em-lhe comida e roupa.

O que ele precisar.

H� un inimigo dentro destas paredes.

Foi assim que o dem�nio sabia como encontrar a Amberle e a Pyria.

Tem de refor�ar a seguran�a.

A princesa nunca pode ficar sozinha.

Entendido.

Amberle.

- Tio Ander. - Gra�as a Deus.

Pregaste-me um grande susto.

At� a mim pr�pria.

O Conselho dos Elfos est� reunido com o rei.

E a maioria ainda te culpa pelo que aconteceu � Ellcrys.

As boas-vindas terminam comigo.

Esperem, porque � que a Amberle n�o vai ter com a Ellcrys?

Porque ela abandonou o dever sagrado como membro dos Escolhidos.

S� o Conselho dos Elfos pode dar permiss�o para ela ir ao Santu�rio.

Que estupidez.

Por isso � que temos de contar ao Conselho o que vimos.

Escuta,

eu disse que te trazia para casa em seguran�a.

Mas s� isso.

Sim,

cumpriste a tua promessa.

Adeus, Wil Ohmsford.

Adeus, Amberle Elessedil.

Deixe-me adivinhar.

Vai-me dizer que estou a cometer um erro.

Que estou a falhar com a Amberle e a abandonar o meu dever para com as Quatro Terras.

� mais ou menos isso.

N�o vou deixar que as pedras me transformem no meu pai.

Vou guard�-las

at� que os nossos caminhos se voltem a cruzar.

Foi interessante.

Por acaso, n�o foi.

Foi um pesadelo do in�cio ao fim.

A minha viagem termina aqui.

Wil, espera.

- N�o podes deixar a Amberle. - Foi o Allanon que te mandou?

- N�o te preocupes, ela vai... - N�o, n�o vai ficar bem.

Bandon,

vou-me embora.

Ela est� em casa, s� e salva.

Fiz o que disse que faria e agora acabou.

N�o te posso

deixar fazer isso.

Se n�o fores com a Amberle at� ao Sepulcro, algo terr�vel vai acontecer.

Como � que sabes sobre o Sepulcro?

Por favor, Wil,

tens de confiar em mim.

O Conselho dos Elfos est� reunido para discutir a crise da Ellcrys.

Allanon.

A Ellcrys

est� a morrer.

� medida que caem as folhas, forma-se um ex�rcito de dem�nios.

E prepara-se para soltar o mal pelo nosso mundo.

Garanto-vos que estes dem�nios s�o reais.

Al�m de matarem os Escolhidos, mataram a minha tia.

A Pyria.

A Ellcrys dar� uma semente.

Essa semente ter� de ser levada por um dos Escolhidos

at� um s�tio chamado

Sepulcro.

A� ser� imersa no Fogossangue.

S� a�

poder� ser devolvida.

E a Ellcrys renascer�.

Como �nico membro restante dos Escolhidos,

o fardo desta tarefa pertence � vossa princesa.

A Amberle.

O meu pai disse-me que a magia morreu h� anos.

Eu estava enganado.

E agora pede-nos que acreditemos

em contos de fadas.

Isto pode ser uma conspira��o das outras ra�as

para nos derrubarem.

O Dagda Mor � o �nico que conspira contra n�s.

Os dem�nios s�o os vossos inimigos.

E ela

� a vossa �nica esperan�a.

N�o podemos colocar o destino das Quatro Terras e dos elfos

nas m�os deste druida e da minha sobrinha.

A quem eu amo muito,

mas que fugiu do seu dever.

Pelo menos uma vez... a Amberle n�o fugiu.

Estava a tentar proteger-vos.

Comandante Tilton, leve-o daqui para fora.

Segundo a lei �lfica,

n�o pode tocar num membro da fam�lia real.

Garanto que este mesti�o

n�o � membro desta fam�lia.

N�o, n�o �.

Ele � o �ltimo filho

de Shannara.

Deixem-no falar.

Obrigado.

Sei o que est�o a pensar.

Que o que est�o a ouvir � demasiado incr�vel para ser verdade.

Mas a magia

e os dem�nios

s�o reais.

J� vi

com os meus pr�prios olhos.

Sinceramente, s� me apetece fugir.

Depois conheci a Amberle.

Ela estava assustada,

mas � muito corajosa.

Ela n�o tinha de voltar.

Mas voltou.

Por todos v�s,

pelas pessoas que ama.

Se tivesse de confiar em algu�m para salvar as Quatro Terras,

seria nela.

N�o diga nada.

Acho que s�o tuas.

Agora...

Coloco-vos uma quest�o, caros membros do Conselho.

Permitem que a Amberle reentre no Santu�rio?

E que cumpra o seu dever sagrado?

- Sim. - Sim.

- Sim. - Sim.

Amberle Elessedil,

viraste as tuas costas aos Escolhidos

e aos teus deveres para com a Ellcrys.

Sim.

E agora desejas levar a semente

at� ao Fogossangue?

Sim.

De acordo com o C�digo,

a Ellcrys deve ficar satisfeita

com o teu compromisso para com esta miss�o.

Se passares o teste,

dar-te-� a semente.

Se falhares,

ir�s morrer.

Est�s disposta

a entrar na �rvore?

Estou.

Quem me dera poder ir contigo.

Eu sei.

Obrigada por voltares.

Achei que o Allanon se ia sentir sozinho.

Parece que gosto de ver a morte pelo menos uma vez por dia.

As tuas orelhas est�o outra vez a ficar vermelhas.

Tradu��o e Legendagem: Catarina Reis JIPI multiMEDIA para NOS Audiovisuais

www.tvsubtitles.net

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