All language subtitles for Euphoria - 3x01 - ndale.WEB.ETHEL.pt

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Muita gente perguntou o que tenho feito desde o liceu...

Sinceramente? Nada de bom.

ALGUM LUGAR EM CHIHUAHUA

Vá lá! Empurra!

Com mais força!

Obrigada, amigos!

Vamos lá.

Calma...

Foda-se...

Foda-se!

Pronto.

Merda.

Volta lá.

Vá lá.

Foda-se!

Oh, merda...

Oh, merda.

Muito bem.

Pronto.

Queres um copo de leite?

Claro.

Obrigada.

É o melhor leite que já bebi.

É da Dahlia.

Obrigada, Dahlia.

Queremos agradecer-Te, Senhor, pelo o pão nosso de cada dia

e por perdoares as nossas ofensas.

E Senhor, guia a nossa nova amiga, Ruby, e o jornal da faculdade dela

a ajudar a expor o puro mal que inunda a nossa fronteira

e envenena a nossa grande nação, os Estados Unidos da América.

Ámen.

- Ámen. - Ámen.

Vamos comer.

Muito bem, passa os ovos.

Esta é a nossa morada.

Envia-nos o artigo quando for publicado.

Sim, se os comunistas da faculdade não o censurarem.

- Estás a fazer a obra do Senhor. - Obrigada.

Espero voltar a ver-te. Boa sorte com tudo.

- Sim. Adeus, pessoal. - Adeus.

- Adeus. - Adeus.

- Adeus! - Tudo de bom.

Obrigada.

- Boa viagem. - Obrigada.

- Deus te abençoe! - Adeus!

Comecei a tirar a carta.

Deus abençoe a Ruby!

Nunca estive na Internet.

Sabes, Daisy, acho que tens sorte.

Mas não consigo deixar de ficar curiosa.

Todas aquelas pessoas por aí a viverem vidas grandiosas e emocionantes.

Trocaria de lugar contigo sem pestanejar.

Porquê?

Obrigada.

Devias voltar na primavera e conhecer o bebé da Dhalia.

Talvez o faça.

- Oh, merda. O que se passa? - EUA!

- EUA! - EUA!

EUA!

Olá, Rue.

Aqui, fofinho.

- Onde está o meu carro? - Tive de o deixar para trás.

Acho que vou simplesmente adicionar isso à tua conta, então.

Alguns anos depois do liceu

trabalhava numa tabacaria.

- Uma mortalha em cone, por favor. - Claro, sem problema.

Fica com o troco. Obrigado.

Está bem.

- Laurie, olá... Como estás? - Deves-me dinheiro.

- Eu sei. Eu ia pagar-te. - Ias?

Sim, mas depois, sabes, mudaste-te.

- Não tenho dez mil dólares agora. - Não me deves dez mil dólares, tonta.

- Não? - Não.

Devias isso há quarenta e seis meses.

E agora, dez mil dólares a uma taxa de juros mensal de vinte por cento

ao longo de quarenta e seis meses significa que, na verdade, me deves...

Quarenta e três milhões, oitocentos e oitenta e sete mil dólares.

Quarenta e três milhões de dólares?

Conformo-me com cem mil.

Mas aposto que também não tens isso.

E foi assim que me tornei uma transportadora de droga.

Engole.

Não acho que isso seja possível.

Claro que é.

Bom proveito.

O mais importante

é garantir que cada balão esteja bem selado.

Depois de algumas viagens,

decidi trazer uma amiga.

O perigo de transportar droga no corpo

é que, se um balão rebentar,

morres.

Quanto é que está aí?

Deve estar mais de um quilo.

Vamos pescar.

Faye, mete esse cu no carro. Está bem? Temos de atravessar até às três.

- Ei. - Desculpa.

- Não. - Não aguento segurar muito mais.

Eu sei, mas tens de manter essa merda aí dentro, está bem?

Respira fundo.

- Caraças! - Desculpa.

Faye, que raio comeste?

- Estou bem. Obrigada. - No, gracias.

Desligue o motor, por favor.

Passaportes.

O que estavam a fazer no México, meninas?

Vim mostrar à minha miúda como as mamacitas o fazem por aqui.

- Ruby Bennett? - Eu mesma.

Faye Valentine?

- Divertiram-se? - Não.

- Bem-vindas à América. - Obrigada, Sr. Agente.

Laurie! Harley! Ela está prestes a explodir!

Pega no escorredor. Está na máquina de lavar louça.

Desculpa. Vá lá, mano.

- Oh, merda. - Aguenta-te.

- Está bem. - Aguenta-te. Eu estou contigo.

- Que raio estás a fazer? - Tive um acidente.

É melhor ir buscar o balde.

E é assim, senhoras e senhores,

que o fentanil é contrabandeado para os Estados Unidos.

Depois da rusga em casa do Fez, a Laurie deixou East Highland

e entrou em negócios com o primo, o Harley, e o seu filho Wayne.

Não digo que sejam consanguíneos,

mas sempre tive as minhas suspeitas.

Tem bom ar, Faye.

Um brinde à Rue. Ainda não foste morta nem apanhada.

Louvado seja o Senhor.

Fiz uma dúzia de viagens ao longo de dois anos.

E, de alguma forma, tornei-me a sua principal transportadora.

Finalmente encontraste algo em que és boa.

Achas que o Wayne gostou do esparguete?

Acho que o Wayne gosta de ti.

Sabes que ele está a tentar sair do negócio da droga.

Não sei se isso é bem assim...

Ele tem andado a poupar.

É por isso que tem muito dinheiro no cofre dele.

Que cofre?

O grande, na cave dele.

Quer entrar no negócio dos abacates e ganha-se muito dinheiro com abacates.

O que mais é que ele tem naquele cofre?

Não sei, coisas importantes.

- Onde está a chave? - No cinto dele.

E se houvesse uma maneira de, tipo, tirar-lhe o cinto?

Acho que consigo descobrir isso.

Entre as viagens, ganhava um dinheiro extra a conduzir para a Uber.

Esta cidade está a desmoronar-se. A criminalidade está fora de controlo.

- Alguém tem de fazer alguma coisa. - Sim, sem dúvida.

- Aqui em cima, à direita. - Está bem.

Muito bem. Aqui estamos.

- Mantém-te longe de sarilhos. - Vou fazer isso, Batman.

Rapaz-Maravilha.

Olá, querida, como estás?

Então, Howard? É a Bennett. Abre a porta.

Olá!

Como foi o Arizona?

Foi ótimo. Pude sair com a Gia. Ela está bem.

- Ela é a melhor da turma. - Eu também era!

Eu sei.

Às vezes, a Lexi deixava-me dormir no sofá dela.

Mas vinha sempre com um sermão.

Que metas tens a longo prazo?

E como não podia ser honesta sobre o que andava a fazer,

era vaga.

Neste momento, é viver um dia de cada vez.

Tens de planear o futuro, em breve os condutores da Uber vão extinguir-se.

Vai ser tudo automatizado. Tipo IA. Não vão precisar de pessoas como tu.

Pois.

Sabes... Conheci uns...

Uns cristãos numa quinta no Texas.

Cristãos? No Texas?

Foi só uma paragem para deixar alguém. Mas sim, os Miller,

não consigo parar de pensar neles.

Eram tipo seis miúdos

e viviam numa quinta com, tipo, uma data de animais,

sem tecnologia,

sem nada.

E acho que são as pessoas mais felizes que já conheci.

Porque estão numa seita.

Talvez seja essa a resposta.

O cristianismo?

Sinto que,

se tivesse crescido religiosa, talvez a vida fosse melhor.

Bem, não vou ser amiga de uma cristã.

Porquê?

Porque julgam toda a gente.

Devias mesmo ligar ao Fez.

Sim, eu sei.

Sinto-me culpada, mas não tenho tido tempo.

- Tenho estado muito ocupada. - Sim, bem, hoje estás livre.

Isso é raro. Trabalho sete dias por semana.

Sim, bem, ele sente a tua falta.

- Ele disse isso? - Várias vezes.

Não sei. Os meus horários e os dele não coincidem, é lixado.

Pega no telefone e liga-lhe. Não é como se ele fosse a algum lado.

Ele vai ficar trinta anos na prisão.

A Lexi trabalhava em Hollywood numa telenovela noturna.

A sua chefe, Patty Lance, era uma lenda da indústria.

Os argumentistas são os engenheiros da alma humana.

As pessoas subestimam o poder do entretenimento.

O que vemos na TV tem um impacto direto na forma como nos vemos uns aos outros.

As decisões que tomamos em casa, nas escolas,

e, mais importante ainda, o que fazemos nas urnas.

Certo?

Isso significa que é realmente importante

que juntemos o 7 e o 12.

A Lexi sentiu-se em casa.

Estava cercada de gente inteligente, criativa e consciente.

Estas eleições estão a causar-me cá uma ansiedade...

Ao contrário da irmã dela...

Que vivia numa bolha suburbana de direita.

Ela passa o seu tempo livre a tentar ser famosa no TikTok.

Muito bem, Mna. Cassie. Muito bem.

A abanar o rabinho!

Então, passo o dia a trabalhar.

Chego a casa

e tu estás a fingir que és uma cachorrinha?

Estou apenas a criar conteúdo.

Há pratos no lava-loiças do jantar de ontem.

Já se encheu de moscas.

Peço desculpa, Sr. Nate.

Não, Juana. Trabalha para nós os dois.

- É empregada. Não operadora de câmara. - Ela é boa em ambas as coisas.

Pago-lhe para fazer só uma.

- Vá trabalhar. - Sim, Sr. Nate.

Quantas vezes temos de falar sobre isto?

Estou no mundo real a fazer negócios.

Se um investidor vê um vídeo destes, torno-me uma piada.

- Ganha-se dinheiro assim. - Pensa no que estás a dizer.

No que estás realmente a dizer.

"Quanto custa a cachorrinha na montra?"

-Quem é a cachorrinha? - Eu.

- Então estás à venda? - Não.

Mas o que estás a dizer é: "Podes comprar-me."

É só um vídeo engraçado...

Não és uma cachorrinha, és uma mulher adulta,

então isso faz de ti o quê?

Uma prostituta.

- Não, não sou uma prostituta. - Então para de agir como tal.

Estás a exagerar completamente.

Estou a aumentar os seguidores.

Esta marca pode vir a patrocinar-me. Chama-se monetização.

Anda cá.

Senta.

Não precisas de te preocupar com dinheiro.

Eu tenho dinheiro.

Então porque ainda não remodelámos a sala de estar?

Ou a cozinha ou a suite principal?

Querida, vamos fazê-lo.

Mas, neste momento, estou a investir em mim mesmo.

No negócio.

É preciso dinheiro para fazer dinheiro.

- Então deixa-me contribuir. - Não.

Tens sido uma cadela muito, muito má.

Au-au!

O Nate tinha assumido o negócio do pai.

Que tal isto: basta ligá-los e fingir.

Fingir fazer o quê?

Trabalhar.

Temos de dar espetáculo.

Está bem, chefe.

Mas o que ele não percebeu

é como é extremamente difícil construir no sul da Califórnia.

O casamento deles estava a chegar

e a Cassie sonhava em grande.

- Como vai isso? É bom ver-te. - Como estás? Então?

Obrigado por teres vindo. Sei que andas ocupado.

Tenho uma equipa de primeira a trabalhar sem parar.

Sabes quantos baby boomers morreram hoje?

- Não. - Seis mil.

Meu Deus.

Morre um boomer a cada 15 segundos. Imagina daqui a dez anos?

Uma enorme onda de mortes.

Só há duas coisas certas nesta vida: a morte e os impostos.

A Sun Settlers será a principal instituição de transição

para o fim da vida do estado.

Vamos oferecer dignidade e cuidados quando as pessoas mais precisarem.

Não precisas de me convencer.

Vim ver se tudo estava a correr bem antes de investir mais.

- A correr bem? - Sim.

Vê o que temos aqui a acontecer.

Estes tipos estão aqui desde o raiar do dia.

Acredita, Kurt... Vamos ganhar uma fortuna.

Se o Fred me tentasse dizer o que podia ou não publicar nas redes,

castrava-o.

Ele não percebe o mundo online. Ganha-se imenso dinheiro a usá-lo.

Não quero discutir sobre o preço das flores

ou do bolo de casamento ou do gelo.

- Não se ganha dinheiro tão depressa. - No OnlyFans, ganha-se.

Isso não é pornografia?

Olha, eu pensava o mesmo,

mas comecei a ler e, na verdade, isso é um enorme equívoco.

Quer dizer, a plataforma é usada para vender conteúdo e comunicar.

- Eu é que decidiria. - Espera, estás mesmo a pensar nisto?

Não estava. Não até o Nate começar a cobrar-me cada cêntimo.

Então, o que irias publicar?

Não sei. Provavelmente as mesmas coisas que publico no Instagram.

- Porque é que pagariam por isso? - Para uma ligação mais profunda comigo.

Tipo, imagina, todos os homens infelizes do mundo.

Por apenas cinquenta dólares,

receben uma foto e uma mensagem personalizadas minhas

a dizer: "Bom dia, giraço. Estou a pensar em ti hoje."

- É só isso? - As pessoas querem sentir-se especiais.

Bem, boa sorte com o Nate.

Não me subestimes.

- Olá, Kelly. - Olá.

Estás a sair com alguém?

Não.

- E tu? - Não.

Soubeste da Jules?

Não.

Não lhe digas que te contei.

A Maddy disse-me que ela é uma sugar baby.

Uma sugar baby?

- Uma prostituta. - Há uma diferença, certo?

As babies não têm de fazer sexo.

É como contratar um chef que não cozinha.

Estás pronta?

A Maddy trabalhava como agente, representando influenciadores e atores,

incluindo o Dylan Reid.

O galã de LA Nights.

E ação!

- Estás bêbedo. - Só precisava de ganhar coragem.

- Corta! - Corta!

Lindo.

E se ele a beijar e depois disser a fala?

O beijo é o gatilho.

Vamos tentar.

- Gira-a. Beija-a. Depois debita a fala. - Está bem.

E ação!

Estás bêbedo.

Eu só precisava de reunir coragem.

Boa observação.

E corte! Onde está o meu chá gelado?

Foi nesse dia que a Lexi ganhou o respeito do Dylan.

Olá, Lisa.

O trabalho da Maddy parecia mais glamoroso do que era.

Na maioria dos dias, não saía da secretária.

Gabinete da Sra. Penzler. É a Maddy a falar.

Olá. Sim. Por favor, aguarde.

- Tenho a Annie na linha dois. - Passa a chamada.

Querida, como estás?

Como está a Guatemala? Estava mesmo prestes a ligar-te.

Mas dava-se bem com os artistas.

- Tenho de ficar muito? - Sem birras.

Estás a receber 50 mil para ver um filme.

- Tenho de ficar até ao fim? - Poupa-me, porra.

Um agente fica com 10% de tudo.

Cinco mil pela noite.

É um bom dinheiro,

se fores a chefe da Maddy.

- Obrigado, Mna. Masha. - Obrigada, eu.

Eu entendo o primeiro passo.

Sou impotente perante o meu vício. Não giro a minha vida. Tudo bem.

O segundo: só um poder maior pode devolver-me a sanidade.

Sim. Eu percebo.

Mas o terceiro passo, eu...

- É difícil. - Porquê?

Como entrego a vida e a vontade aos cuidados de Deus?

Fácil. Acreditas em algo maior do que tu.

Esse algo é Deus. Deus é bom, e ponto final.

Sabes que eu nunca fui muito de acreditar em Deus.

- Tu sabes. - Sim.

Mas conheci uma família.

E eles são super-religiosos e muito felizes, fizeram-me pensar

que talvez fosse eu que estivesse a perder algo.

Os religiosos são mais felizes. Ponto.

Então o que faço, pego numa Bíblia e começo a lê-la?

Seria um começo.

- Mas não há lá umas coisas malucas? - Como o quê?

- Ali, eu gosto de raparigas. - E daí?

Não diz que os homossexuais devem ser mortos?

Isso foi há três mil anos.

Há três mil anos era aceitável matar homossexuais?

Estás a falar dos israelitas. Eles estavam em fuga.

Isso era o principal. Não era altura para distrações.

Ser gay é uma?

Se estás a fugir do exército egípcio, é!

- Não há tempo para sexo. - Mas dizem especificamente o sexo gay.

- Não queriam homens a foder homens. - Está bem.

Eles não disseram nada sobre as mulheres.

Até faz sentido, porque os homens tinham de se concentrar.

Era a sobrevivência do povo.

Se dois homens fossem apanhados a beijar-se seriam mortos?

O que estás a escrever, um romance?

Diz homens que se deitam com homens.

- Estão a falar de sexo anal. - Caramba.

Ei!

Não sei nada sobre sexo anal,

mas sei que a guerra não é altura para sexo anal.

Para com isso, meu. Está bem.

Isto foi antes da invenção do sabão. Dos germes. Antibióticos.

- Está bem, está bem. Já percebi. - Tens de ter regras básicas, Rue.

O que estou a dizer é que podes passar o dia todo a analisar estes livros.

E isto? E aquilo? Todo o tipo de erros de tradução, sabes.

A tirar tudo do contexto.

Ou tens fé ou não tens fé.

Caso contrário vais discutir sobre esta merda para sempre.

Está bem, convenceste-me.

Tomei a decisão, que Deus seja minha testemunha,

de que vou ler a Bíblia.

E quando o fizer, vou ler cada palavra como um facto absoluto.

Raios, não precisas de ser tão radical.

Não, não. Ali, foste tu que o disseste. Ou acreditas ou não acreditas.

Estou a escolher acreditar.

Os milagres começaram.

- Ámen. - Aleluia.

Muito bem.

O primeiro livro de Moisés, chamado Génesis.

No princípio, Deus criou os céus e a terra.

A terra estava sem forma e vazia.

E as trevas cobriam a face do abismo.

E o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.

Então, Deus disse...

"Haja luz",

e houve luz.

- Estou? - Ei, monga, a Laurie precisa de ti.

Sim, vejo-te amanhã.

Tá-se?

Ei, preciso de que entregues um pacote a um cabrão de merda.

- Eu? A sério? - Sim, tu.

Tens a certeza?

- Está bem. - Um bom comprador, não estragues tudo!

Estou a fazer frango para o jantar.

Sabes, para a Faye.

- Só para nós os dois. - Certo.

- Isso é muito querido. - Sim.

Faye, despacha-te, porra.

Surpresa.

Bom trabalho.

Deseja-me sorte.

Que caralho?

Esta bem.

Vamos lá.

Ei, meu.

Alamo?

Há algum sítio onde eu possa fazer chichi?

Lá dentro. Lá em cima, vira à direita, depois à esquerda.

Está bem.

Não toques em nada que não deves.

Sim. Sim, claro.

A probabilidade de fazer poker

é de 0,17%.

Tive sorte, meu.

É assim que lhe chamas?

Ei. Sabes onde fica a casa de banho?

Subindo as escadas, à direita.

Sorte.

Otário.

- Merda, desculpa. - Na verdade, podes ajudar-me?

Claro que posso, sim, sem problema.

- Muito obrigada. - Sim.

Ainda estou dorida da mamoplastia.

- Ai, sim? - É difícil.

Bem,

se te serve de consolo, acho que estás incrível.

- Achas mesmo? - Claro que sim.

- Muito bem. Já está. - Obrigada.

Sem problema.

Então... de onde conheces o Alamo?

Martha!

Martha!

Martha!

Martha! Oh, olá!

Martha! Martha!

- Meu Deus. - Merda.

Oh, merda. Volto já.

Bishop.

Ela trabalha para a Laurie.

Entras na minha casa,

danças com as minhas miúdas...

- E nem sequer te apresentas? - Peço desculpa.

Isso é uma grande falta de respeito, menina.

Tenho o novo lote, querida.

Isto vai cair bem.

Estava a começar a acreditar que conheci o Alamo Brown por uma razão.

Este é o meu pedacinho de paraíso.

Sim, bem, algumas destas miúdas...

Demónios.

Isso é porque eu as seleciono a dedo.

É? Em que ramo trabalhas?

Que raio és tu, miúda, do FBI?

Não, só estou curiosa.

Eu recolho o recurso mais procurado na terra de Deus.

Mais valioso do que ouro, petróleo e urânio juntos.

Estou no ramo das ratas.

A sério? Parabéns!

Muito bem!

Vi-as muito cedo, quando era criança.

Percebi logo.

Rata?

Aquela coisa entre as tuas pernas? Tem um poder místico.

Pensei: vou ficar ao lado de umas ratas com a minha caixa registadora.

Ca-ching!

Ca-ching,

ca-ching, porra.

Oh, meu, então vim à casa certa!

É isso mesmo. Sou a porra do rei da rata.

Dono e gerente dos cinco strips mais obscenos e mais deliciosos

do estado da Califórnia.

Totalmente nuas, sempre obscenas.

Não é verdade, B.?

Sim.

Vou simplesmente colocar as cartas na mesa.

- É o meu emprego de sonho. - Ser prostituta?

- O quê? - Queres ser prostituta?

Não, meu, não.

Quero dizer, tipo, ajudar no teu clube, percebes?

Tipo, resolver problemas.

Resolver?

- Ou causar problemas? - Um pouco de ambos.

Entendo. És gay, não és?

Aposto que mandas nessas cabras como um negro, não é?

O quê?

Vês, B., temos aqui uma maluca.

Imploro-te, contrata-me. Vá lá, meu.

Por favor.

- Não trabalhas para a Laurie? - É o pior emprego do mundo.

Bem, menina,

essa é a beleza deste país a que chamamos América.

Qualquer um pode reinventar-se.

É isso mesmo, queridas. É isso mesmo. É isso mesmo. É isso mesmo.

Mostrem ao papá. Sim.

- Ele é sempre assim? - Desvia o olhar.

Que tal a comida?

- Está boa. - Ótimo.

Estás feliz?

- Sim. - Ótimo.

Então...

Podemos falar sobre o casamento?

Que parte?

- As flores. - Meu Deus.

Tenho uma ideia...

Não vou gastar cinquenta mil dólares em arranjos florais.

- Podes simplesmente ouvir? - Dois mil, eu entendo.

Cinco mil, tudo bem.

Mas cinquenta mil dólares em algo que vai murchar em poucos dias...

- Isso é loucura. - Bem...

Talvez eu tenha uma solução.

É menos flores?

Não.

É menos dinheiro?

- Não. - Então não há discussão.

E se eu pagasse pelas flores?

Tu não tens dinheiro nenhum.

Eu consigo arranjar.

Fazendo o quê?

Na verdade, tenho feito algumas pesquisas.

E há uma maneira

de ganhar muito dinheiro muito depressa.

Como?

O OnlyFans.

O site de pornografia?

Vês, isso é um equívoco comum sobre a plataforma. Na verdade...

Queres fazer pornografia?

Bem, se me deixasses terminar. É realmente fascinante...

Queres vender o teu corpo por arranjos florais?

Fá-lo-ei se for preciso.

De forma alguma.

Não.

Bem, então temos um grande problema,

porque não esperei toda a minha vida para ter um casamento de gueto.

Então, o que estás a tentar dizer?

Que talvez não devêssemos ter um casamento

se não tens dinheiro para um casamento.

Mal me mantenho à tona neste momento.

Não avanço com o Sun Settlers

até receber a avaliação ambiental.

Tenho taxas de juro, os regulamentos, a Comissão de Planeamento

a tentar enrabar-me.

E o Kurt... ele não tem a certeza se é a "altura certa" para investir.

Então talvez não seja a "altura certa" para casar.

Querida...

Estou a tentar dar-te tudo o que desejas.

- Só que não sinto isso. - Eu só...

Só preciso de chegar à linha de partida.

A linha de partida? E a de chegada?

Está à vista. Está à vista. Estamos tão perto. Estamos tão perto.

Será o nosso momento.

O meu momento é subir ao altar

rodeada pelos meus amigos,

pela família,

e por cinquenta mil dólares em flores.

De que tipo de fotos estamos a falar?

Fotos bonitas.

Promete-me

que não vais mostrar essas e a tua cara bonita ao mesmo tempo.

Tish?

A droga está cortada com fentanil.

Ela mandou-te?

Para sabotar o meu material.

Foi ela que te meteu nisto?

Juro que só te dei o que me deram.

Não fui eu que o embalei, não o abri. Não fazia ideia.

Se soubesse, por que raio ficaria aqui?

Diz-me tu.

Vai parecer uma estupidez.

Mas eu só... quando estávamos a falar,

pensei que...

Não sei... talvez Deus nos tenha juntado.

- Deus? - Sim.

Quer dizer, não quero trabalhar para a Laurie.

Faz-me engolir balões do tamanho de bolas,

encher os intestinos e atravessar a fronteira.

É o raio do inferno na terra...

Por causa de uma merda que fiz no liceu.

- Ela disse liceu, porra? - Meu, ela está a falar do liceu.

A Laurie adiantou-me uma mala no liceu e a minha mãe encontrou-a,

e deitou-a pela sanita.

Não culpo a minha mãe, eu devia tê-la escondido melhor.

Mas a Laurie voltou

e disse que eu lhe devia cem mil dólares,

e tenho vindo a pagar por esse único erro de merda desde então.

Então...

Quando começaste a falar sobre como nos EUA podemos reinventar-nos,

pensei, sei lá, talvez isto seja Deus.

Talvez seja a mão de Deus a agir.

A dar-me algo pelo qual ansiar ou uma espécie de esperança de que...

... um dia,

eu pudesse...

Também pudesse ter o meu pedacinho de paraíso.

Então acreditas em Deus?

Sim, senhor.

Bem, vamos ver se Ele acredita em ti.

Se eu fosse a ti,

ficaria bem quieta.

Uma verdadeira agarrada.

Obrigada!

Tradução: Melissa Lyra - Iyuno Supervisão: Ricardo Magalhães Francisco

www.tvsubtitles.net

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.