All language subtitles for 1981 - A Fêmea do Mar

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Original subtitles

Alguém precisa ir na vila. Não posso interromper meu trabalho.

Está muito quente para mim.

Está bem, seus malandros. Vou eu então.

Não pode deixar para amanhã? Não, não posso.

Precisamos de mantimentos.

E prometi entregar hoje as rendas na venda do Sr. Romão.

Amanhã cedo tem barco para Florianópolis.

E também precisamos de dinheiro.

Vou tomar um banho.

Está muito calor.

Quem é?

Sou eu, Jerusa. Já vou.

Bom dia, dona Jerusa.

Que belo sábado, hein? Bom dia, mas hoje é sexta -feira.

Ué, eu não entendo.

Por quê? Um dia é sempre igual ao outro, ainda mais aqui nesse fim de mundo.

Mas se veio hoje, portanto é sábado.

Não, seu Romão, é sexta -feira.

Aconteceu alguma coisa?

Nada. Nada acontece por aqui. O senhor bem sabe disso.

Então hoje é sexta -feira.

Como ontem foi quinta e amanhã será sábado. Não entendo mais nada.

Como este mundo está mudado, hein?

Tenho que pensar em tudo de novo.

Mas pensar o quê?

Que hoje é sexta -feira, não sábado.

Trocou tudo?

Olha aqui.

Quem deveria estar aqui é a dona Carmela.

Ela é que vem aqui às sextas -feiras desta hora.

Eu trouxe as rendas para mandar para Florianópolis. Está vendo?

O dia do barco é sábado. E hoje é sexta -feira.

Ah, seu Romão, o senhor fala como se o destino da gente fosse mudar por isso.

Deve ter sido o cadáver.

Cadáver? A senhora não sabia?

O mar jogou o corpo de um homem aqui na praia. Quem era?

Não deu para reconhecer, não.

O rosto estava todo comido pelos peixes.

Isso é mau sinal, não?

Não é?

Vamos cuidar da nossa vida, que é melhor.

Chegou o dinheiro das rendas? Preciso comprar algumas coisas.

Se hoje é sexta -feira, o que vai acontecer no sábado? Está errado.

As coisas devem sempre acontecer na hora certa.

Muito obrigado.

Ah, eu sabia.

Sabia o quê?

Esse negócio de alterar a ordem dos dias.

Acaba alterando a vida da gente também.

Por que fazer na sexta -feira o que se fez sempre no sábado?

Olha, amigo, não entendi nada.

Desculpe, amigo.

Eu acho que estou ficando caduco.

Você falava do quê?

Bobagem. O senhor deseja?

Uma informação sobre uma família que morava por aqui.

Eu conheço todo mundo aqui na vila e pelas redondezas.

Procuro a casa do Santiago.

Santiago? Sim, um homem que saiu para navegar mundo afora.

Deixou mulher e dois filhos.

Está falando do professor, o marido de Jerusa.

Era professor?

Sim, professor.

Professor Santiago.

Ele não era marinheiro igual a mim?

Essa história nunca ficou bem explicada, sabe?

Chegou aqui como professor, mas nunca ensinou nada a ninguém.

Onde mora a senhora Jerusa? Os filhos se chamam Ulisses e Cassandra, não?

Eles têm uns nomes esquisitos, diferentes das outras pessoas.

Onde moram?

Ela mora para lá, fora da vila. Fora da vila mesmo.

O senhor saindo agora vai chegar no cair da tarde. É fácil chegar lá.

Estou cansado.

Ela vai reclamar. O serviço hoje não rendeu nada.

Também não somos máquinas.

É, mas tem dia que não rende mesmo.

Como é que é? Já pararam?

Hoje não é o nosso dia.

Olha isso aqui. O que vocês fizeram o dia todo?

Esse serviço não rendeu nada, gente.

Acontece, mãe. Tem dia que nada rende.

Principalmente quando eu saio de casa.

Vamos, gente, como é que é? Ninguém mais trabalha aqui?

Desculpe, mãe, mas não dá, não.

Não dá por quê?

É, é a mão da gente.

Nossos deuses estão muito vagabundos.

Vocês dois é que não passam de dois malandros.

Tá bom, vamos aproveitar o resto do dia, vamos?

Obrigado.

Boa tarde.

Sou de paz.

Boa tarde.

Perdeu o rumo?

A vila fica naquela direção. Vai chegar lá à noite fechada.

Estou vindo da vila.

Mas vai para onde? Esta aqui é a última casa da praia. Daqui para frente é

pedra, mato... mais... mais nada.

Já cheguei no meu destino.

Você é Jerusa, não?

Sou, sou Jerusa.

Sou Roque.

Eu não conheço.

Viajei com Santiago.

Sou marinheiro.

Ele nunca te falou de mim?

Não.

Ele nunca escreveu.

Um dia ele partiu para o mar e... Os marinheiros são assim mesmo.

Ele não era marinheiro. Pois tornou -se, e um dos bons.

Foi ele que te mandou aqui?

Sim, pediu que eu viesse.

E ele? Não quer mais ver a família, os filhos?

Santiago está morto.

Onde andaram até essa hora? Na praia.

Esse é seu Rock. Olá.

Oi.

Dois belos moços.

O seu Rock viajou com seu pai.

Ele veio do mar.

Ele traz notícias.

São... Bem, de qualquer maneira são notícias.

Sente -se, vou preparar o jantar.

É amigo do papai?

Viajamos o mundo juntos.

Por que ele não veio também?

Seu pai está morto, meu rapaz.

Onde o papai morreu?

No porto de Santos.

Por que não trouxeram o corpo?

Problemas.

Foi morto numa briga no cais.

Houve inquérito policial e muitas formalidades.

No final, o navio acabou zarpando e ele ficou lá.

Ele foi enterrado como indigente?

E por que se preocupar com isso? O destino de um defunto é preocupação tola

vivos. Para um morto, que diferença faz?

Ser enterrado em um túmulo de luxo ou ser tirado ao mato dos peixes.

Aqui estão as coisas de Santiago.

Agora são de vocês.

Passou a vida lendo?

Sim, passou.

Ele te falou que antes disso tudo era professor?

Professor? Não, não falou nada.

Quem me falou foi o vendeiro lá da vila.

Pois é.

Ah, dá pra ver. Eu também quero. É novo.

O que você vai fazer agora?

Acontece que a morte de Santiago não alterou muito a nossa vida.

O que se mudou foi a esperança.

Isso sim é que morreu. A esperança.

Há quantos anos ela ficou?

Sim.

Então era como se já tivesse morrido.

Mas e a esperança?

Todo dia pela manhã vou à praia e fico olhando o mar.

Esperando vir a ponta do março de um barco no horizonte.

E a volta.

E agora?

O que eu vou fazer da minha esperança?

É minha obrigação.

Não deve partir a essa hora.

Deve pernoitar conosco e seguir ao amanhecer.

Se fizer o favor de me dar posada.

É minha obrigação.

Além do mais, não vai encontrar onde dormir na vila.

Esse é o problema, compreende?

Por que voltar?

Voltar como?

Chegar lá com as mãos vazias e nem sequer levar a alegria no voo se quiser.

Ei, pessoal, voltei.

Mas você os ama, não é?

Talvez agora, aqui na distância.

Ou quando balançamos no mar como prisioneiros do barco.

O problema é amar perto.

Vendo, tocando. Sendo tocado.

Olha, a lembrança é doce.

Mas o contato... O contato é nauseante.

Não te entendo. Não te entendo mesmo.

Estou renascendo.

É exatamente o que estou sentindo. Um renascer.

Você trouxe a notícia da morte e o aviso da vida.

Você dorme demais.

Onde está caçando?

Foi tomar banho de mar.

E o marinheiro? Já foi embora?

Ele vai depois do almoço.

O café está no fogão.

Não tenho vontade.

Vou até a praia também.

Avisa o Rock para vir tomar café.

Vem!

E aí E aí E

aí E aí

O que é isso?

Sou eu.

Não está me reconhecendo?

Para que pôs essa roupa?

Não sei.

Sente o que parece agora.

De repente me senti remorsar.

Parece haver encontrado qualquer coisa muito preciosa. Há muito tempo perdida.

É isso mesmo.

Reencontrou o amor.

Mas como eu vou fazer?

Eles também.

O pior é com você.

Vai partir depois do almoço, não vai?

Eu abandonei o navio.

Estou procurando um lugar para mim em terra.

Não será esse o lugar que procura?

Talvez.

Sandra, o almoço está na mesa.

Cassandra. Cassandra, o almoço está na mesa.

Cassandra.

Cassandra, o que há com você?

Você sabe.

É o marinheiro.

Você já tem idade para compreender isso.

Aconteceu.

Foi bom ter acontecido.

Eu não traí ninguém.

Seu pai está morto.

Você não tem o direito de me condenar.

Foi muito importante para mim.

Muito importante.

E para mim não foi?

Seja apenas uma pessoa educada e venha despedir -se. Ele vai embora.

Quero que ele vá para o inferno.

Agora somos só nós três.

Você pode sair daí.

Venha.

Venha ficar comigo.

Só nós dois, como sempre.

Tenho medo.

Olha, eu vou tomar banho.

Você não vai se esconder para me olhar?

Já passou.

Foi menos que tempestade de verão.

Não foi, não.

Não é mais a mesma coisa.

Eu vi, Cassandra.

Eu sei que você me viu como marinheiro.

Então, é diferente.

Agora você é toda dele.

Tolo, eu não sou de ninguém.

Ele foi embora.

Não existe mais nenhum marinheiro.

Existe, sim.

O mar vai trazê -lo de volta.

Olha... Já de volta, é?

Nunca tem ninguém por aqui, não?

É que o pessoal está para o mar. A pesca está boa.

Encontrou a casa de Santiago?

Tudo bem.

Me diz uma coisa.

Quando é que tem barco para ir embora, hein?

Olha, se apressar, eu passo aí.

Você pega o baterão do Chico Tainha. Ele vai pousar em Florianópolis e volta

amanhã cedo.

Obrigado, hein?

Até um dia.

Até mais ver.

Ele vai voltar.

Eu sei que ele vai voltar.

Ele vai me roubar Jerusa e Cassandra.

E tudo, droga.

Ele é o demônio.

É, é isso que ele é.

O demônio.

Cassandra? Cassandra!

O que é?

Ulisses ainda não voltou?

Não sei, não me interessa.

Desculpe, mas voltei.

Eu estava pensando nisso.

Queria? Pensava.

Já ia entrar no barco quando lembrei.

Ia embora sem conhecer você de verdade.

E depois não disse nada sobre Santiago.

Ele falava sempre de você.

Falava muito.

Eu vou preparar alguma coisa para você comer.

Deve estar com fome.

Você... Você se arrepia toda quando lhe beijam o pescoço?

Eu?

Como sabe disso?

Ele lhe contou?

Contou. Foi por isso que voltei.

Por isso o quê? Ah, pelas coisas que Santiago me contou a seu respeito. Os

filhos. Ele falava muito.

Eu acho que ele falava demais.

Talvez, mas todo marinheiro fala.

Sua visita causou alguns transtornos entre nós.

Criei problemas?

Lamento dizer, mas criou mesmo.

Então foi bom ter voltado para consertar o que eu fiz de errado.

Ele voltou. Eu já vi.

Aborrecido? Não.

Está assim?

Não estou.

Está assim.

Posso ver em seu rosto.

Não gostou da minha volta.

Vejo em seus olhos.

Eles são mais sinceros que seus lábios. Não mentem.

O que dizem?

Dizem que você está com raiva.

É quase o nascer do ódio.

Estou confusa.

Isso é bom.

As pessoas precisam de momentos de confusão, de dúvidas.

E de paz.

Esse é todo o meu problema.

Os meninos não entendem que eu fui honesta. Que esperei.

Me guardei todos esses anos.

Ele morreu.

E talvez tenha morrido sem pensar em nós.

Você estava com ele quando ele morreu?

É, eu estava.

Disse que foi no porto de Santos, não disse?

O que foi que aconteceu?

Quais foram suas últimas palavras?

Ele nem falou.

Quem falou mesmo foi o cara que o apunhalou.

Acabo contigo.

E acabo com toda a tua raça.

Vou atrás deles.

Dessa mulher e desses filhos que você tanto fala.

E acabo com eles também.

Eu me lembro bem.

Ele não falou mesmo.

Quem falou foi o outro marinheiro.

Estava com raiva.

Muita raiva.

Que maneira mais idiota de morrer.

Eu preciso ver os meninos, senão eles são capazes de passar a noite toda lá

fora. Deixe que passem.

Como?

São meus filhos.

E o pior, a minha vida.

Mas isso é bobagem.

Eles são eles, e você é você.

Deixe que eles vivam a vida deles, e você viva a sua vida.

Eu acho que não entendi.

Claro que não, mas vai entender.

Vocês estavam unidos esperando a volta de Santiago.

Compreendo o que quer dizer.

Deixe tudo comigo.

Eu provoquei a confusão, e me compete restabelecer a compreensão.

Você já é mulher.

Precisa se comportar como mulher.

Eu só quis o bem de vocês duas.

As duas precisavam de um homem.

Se você tentar escapar, vai ser pior.

Você sabe que precisa de mim.

Eu nem sei quem é você.

Eu sou um homem, apenas isso.

Os nomes das pessoas não interessam.

Vocês precisam realmente de mim.

Você e sua mãe dividem o mesmo trabalho.

Usufruem a mesma alegria.

Sente o mesmo ódio, o mesmo amor.

Talvez já tenha usado o mesmo vestido, bebido da mesma água.

Sentido o mesmo ódio, o mesmo amor.

Por que não gozar agora o mesmo prazer?

Você não fala como marinheiro.

Santiago falava como poeta e era marinheiro.

Se queria que eu não odiasse você, conseguiu.

Não pense que é rival de sua mãe, por que não é?

Precisa apenas libertar seus desejos.

Onde andou o tempo todo?

Deve estar trabalhando.

Seu trabalho está atrasado.

Ainda não tomou seu café?

Não.

Onde anda Ulisses?

Não sei.

Ele vai aparecer.

Desde pequeno foi sempre fujão.

Mas nunca vai além da vila. Logo estará de volta.

E ele?

Rocky? Ele?

Está dormindo.

Claro. A noite foi muito cansativa.

O partido libriano poderá ultimar compromissos em parte de tratativas ou

parte de parte de novos empreendimentos financeiros ou transações comerciais.

Uma área de grandes possibilidades.

Acho que preciso arrumar um emprego.

Tem algum dinheiro, é verdade, mas um dia ele acabará.

Não passamos necessidades.

Não poderei ficar indolente.

Será que aprenderei a fazer rendas também?

Eu ensino.

É muito chato. Por que você não compra um barco?

E será que tem serviço para um barco nessa região?

Bom, você pode trabalhar entre as colônias de pescadores e Florianópolis.

É, mas para isso precisava de uma lancha a motor, um barco poçante.

Tem dinheiro para comprar uma?

Pelo menos para pagar uma boa parte.

Pensarei nisso mais tarde.

Por ora, vamos gozar a nossa felicidade.

Nosso amor que é de todos e não é de ninguém.

Não entendi.

Eu te amo, tu me amas, ele me ama.

Nós nos amamos, vós vos amais, eles nos amam.

Compreendeu? É só conjugar o verbo corretamente.

Agora quem não entendeu fui eu.

Eu explico.

Amar e possuir são a mesma coisa.

Quem não possui não ama.

Assim só seremos um do outro quando possuímos cada um e fomos possuídos por

todos. Ainda não entendi.

Não sei o que é ou como é isso de possuir. E o que significa no amor?

Falo no sentido mais amplo da posse.

Entre um homem e uma mulher?

Uma mulher com outra mulher? Ou um homem com outro homem?

Ele vai nos destruir.

Está ficando tarde.

Temos que reagir agora.

Ele vai dominar nossas almas como já dominou nossos corpos.

É preciso destruí -lo.

Fazê -lo desaparecer.

Quando chegou, parecia um anjo.

que veio iluminar nossas vidas, mas trazia com a luz dos corpos as trevas da

alma. Tem de ser hoje, ou hoje, ou nunca mais.

Hoje é sábado? Não, é segunda -feira, seu Romão.

Ah, mas que confusão. Confusão é sua, né?

Como minha? Vive confundindo os dias da semana.

Ah, eu não confundo não, senhora. Não confundo nada, eu não sou caduco.

A senhora que está alterando o bom caminhar do dia das horas.

Seu dia sempre foi o sábado.

Entrava ano, saía ano. Eu sabia que era sábado porque a senhora vinha.

Como Dona Ana às quartas.

Manetainha às terças.

Hoje, segunda -feira, é dia de Isabelita de manhã.

Antonina e Julieta à tarde.

À noite, mestre Justino com os rapazes do barco. Ah, seu Romão, o senhor é tão

ranzinza. Dê essas coisas aí para mim.

Duas garrafas de pinga, limão, um garrafão de cinco litros de vinho.

Dar uma peça para o marinheiro, é?

Não existe marinheiro nenhum. Ele já foi embora há dias.

Pensei que ele tivesse ficado.

É mais uma de suas confusões. Ele já foi.

Talvez, pode ser.

Você ama a Cassandra, tem desejos por ela.

Pensa nela de forma diferente, que ela está em seus braços, que a beija,

e que ela goza com isso. E porque goza, você também goza, não é assim?

Pode falar, só irá lhe fazer bem.

Ouça, eu também quero Cassandra, como quero Jerusa e quero você.

Isso é monstruoso.

Depende de como você pensa.

E se pensar que é apenas o amor, e que o amor é assim?

E ela, o que pensa?

Se deixou você fazer as coisas que me contou, é porque quer e deixará o resto.

Acho que ficou só uma pequena barreira que você não soube transpor.

Eu nunca vou saber.

Ah, saberá sim.

Saberá esta noite.

Eu ajudarei.

Basta que pense apenas no que deseja, nada além do seu desejo.

Os muros de Jericó eram mais sólidos e Josué os fez ruir apenas com sua

Foi mesmo?

E onde é essa cidade de Jericó?

Coisas da Bíblia.

Histórias. Mas bonitas histórias. A minha não é tão bonita assim.

Nem imagino o quanto é bela.

Toda história em que o homem se vê diante de sua própria fragilidade e

vencê -la é uma história de beleza.

Como está?

Não está se divertindo?

Cassandra, senta no colo dele também.

Vamos. Está na minha iniciativa. Você é ou não é homem?

Vamos lá, rapaz, beija.

Ou será que vou ter que ensinar tudo sobre mulher?

Vamos para o quarto.

É hora.

Eu os levo até a cama.

Toma um pouco mais de vinho, Jerusa. Eu volto já.

Que beleza.

Dois corpos jovens entrelaçados, se amando.

E o resto que se dane.

Porque muito vivemos, lutamos, sofremos.

Por algumas horas de amor e felicidade em toda a nossa vida.

Você precisa aprender com eles a soltar -se.

Largar o corpo à procura do próprio desejo.

afinal, gente livre, mas livre de verdade.

Quando você faz o amor que quer, você consegue fazer tudo o que desejar.

Quem não consegue transpor a barreira do sexo, não consegue vencer nenhum outro

obstáculo.

Primeiro é preciso abrir a cabeça para o amor.

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