All language subtitles for Outer Limits The S03E15

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Original subtitles

� dif�cil imaginar que pud�ssemos nos aproximar...

mais do que estamos agora.

Mas podemos, voc� sabe.

Mais do que isso?

� claro!

Querido, o meu cora��o � seu. Posso sentir o seu calor intensamente.

Sabe o que eu queria para o Natal?

O qu�?

Um homem oito por dez.

Que esse momento fosse eterno.

Ah, mas que pena.

Oh, Joe. Voc� sabe que n�o gosto de armas em casa...

� melhor que n�o esteja carregada...

Doutor, o que faz aqui?

Eu ouvi um tiro, voc� est� bem?

Eu estou bem.

O que voc� est� olhando?

N�o h� nada de errado com a sua televis�o. N�o tente ajustar a imagem.

Pois agora temos o controle da transmiss�o.

N�s controlamos o horizontal e o vertical.

Podemos inserir milhares de canais...

ou expandir uma imagem com clareza cristalina... e mais al�m.

Podemos adequar a sua vis�o a qualquer coisa

que a nossa imagina��o possa conceber.

Na pr�xima hora, iremos controlar tudo o que voc� vai ver e ouvir.

Voc� est� prestes a experimentar o assombro e o mist�rio

que v�m desde as profundezas da sua mente

para o al�m do inimagin�vel. Por favor, espere.

Mesmo para as pessoas mais inocentes,

h� segredos que n�o devem ser revelados.

Droga, como est� frio! Boa tarde!

Ei, por que come�ou sem mim?

Voc� disse que ia chegar at� as cinco.

E s�o cinco.

S�o cinco e cinco.

O que fez na cabe�a?

- Ei, Becka! Becka, est� surda? - N�o...

Eu perguntei o que fez na cabe�a.

- Eu bati. - Bateu?

�, eu bati, bati... foi uma pancada...

O idiota do Kenny, trouxe a correspond�ncia.

Se � a sua revista com mo�as de mai�, ele trouxe sim.

Mas olhe depois da janta, deixei em sua cadeira.

Est� fria.

Voc� se atrasou.

Foi uma pancada.

Voc� n�o disse nada sobre a �rvore de Natal, Joe.

Voc� montou muito cedo.

Bem, montei hoje durante a novela da tarde, o pessoal da TV entende dessas coisas.

Neste Natal, vamos ter mais enfeites no ch�o, do que na �rvore.

Voc� � mais burra que o carteiro.

O que voc� est� olhando?

O que estou olhando, o que acha que pode ser?

Talvez, eu esteja pensando em te dar um mai� novo de Natal?

Talvez eu esteja vendo isso aqui? Ou talvez um biquini?

�, talvez eu esteja vendo isso mesmo. Um mai� no Natal, talvez eu fa�a isso.

Certo, n�o � nada.

Becka! Sou eu, seu pai, Becka! Becka! Ei, ei, Becka!

Sua testa est� sangrando.

Oh, obrigado.

Tem que evitar bater a cabe�a, � onde fica o seu c�rebro.

- Bom, foi s� um... - Por que n�o vai ver o dr. Fink.

O dr. Fink � veterin�rio.

Mas � um doutor. E cobra nove d�lares a consulta.

Eu n�o vejo mais ningu�m aqui ganhando dinheiro, e voc�?

Bom, tenha ou n�o tenha, tudo o que eu digo � que...

sua cabe�a est� onde seu c�rebro est�. - Eu sei disso.

Bem... com chuva, frio ou neve. Querida, eu vou sair.

Voc� esqueceu o lanche!

- Voc� ia se arrepender. - O que quer dizer com isso?

- Sandu�che bolonha, sei que adora. - Certo.

Tchau!

Tchau!

Becka...

Becka!

Quem �?

Sou eu! Em cima da televis�o. Tenho uma coisa importante para te dizer.

Eu queria dizer, que o seu marido Joe, est� se engra�ando com a vadia do correio.

Achei que devia saber.

Oh, n�o! Oh, n�o! Oh, meu Deus! Oh, n�o! Oh!

Preciso chamar uma ambul�ncia, rapidamente.

- Becka! - Fique quieto!

Becka, n�o � sangue, � recheio de framboesa. Assim, vai ter um enfarte.

� recheio de framboesa, Becka, d� uma olhada,

� o rocambole, est� no tapete, olhe s�, olhe... olhe...

- Quem � voc�? - Eu sou o cara 8 por 10.

- V� embora! - At� que eu gostaria, mas,

estou preso nesse quadro aqui h� tanto tempo, em cima da TV...

N�o fale! Quadros n�o falam!

Becka, eu n�o sou um quadro. Sou o cara que veio com a moldura, entendeu?

Bonito, pelo c�u a fora, Am�rica... - Escute, Becka? Becka, por favor.

Becka, eu s� estou tentando te contar sobre o seu marido e Nancy Vance.

Sobre a sua m�e e seus irm�os... paisagens...

- Al�? - Rebeca, � seu pai!

- Pai? - Quadros n�o falam, Becka...

Se ouviu o quadro falando, � porque voc� deve estar louca!

- Pai, n�o pode ser... - Voc� ouve vozes na sua cabe�a, n�o �...

N�o pai, n�o � imagina��o. Ele falou mesmo comigo...

Becka... - N�o, ele falou mesmo comigo.

Sabe, isso acontece fora de mim, n�o � ventriloquismo.

Rebecca Bouchard, vou te fazer,

tr�s marcas roxas, por causa dessa loucura...

- Papai, eu juro. - Uma por voc� pensar na coisa.

- Falou, ele falou comigo... - Outra por mentir...

- N�o, foi s� uma pancada... - E outra por acreditar na mentira.

Veja voc� mesmo. Viu, � um quadro?

- Voc� louca, Becka! - E voc�, papai?

Est� morto e enterrado, Por isso, cale a boca! Cale a boca!

Ora, Becka Paulson, quanto tempo. Nem posso acreditar?

Desde que o meu gato Ozzy morreu. - Ah, sim, e como est� o Ozzy?

- Morreu... - Sim, claro. O que...

O que posso fazer por voc�?

Bem, bati a cabe�a.

- Ah, sim, quando foi isso? - J� faz dois dias.

- Ah, sim, como isso aconteceu? - Quando procurava enfeites de Natal.

Claro, entrando no esp�rito de Natal, certo?

O Joe me pediu para v�-lo porque o senhor tem a cabe�a no lugar.

Bom, ele tem raz�o nisso, com certeza.

- Bom, vamos ver, anda tendo ataques... - Ataques de esquizofrenia? Eu me lembrei.

Bom, voc� anda tendo isso?

- Eu ando ouvindo vozes. - � mesmo?

Isso n�o � de se estranhar, depois que os ataques pararam, certo.

Ah, sim, sim, claro.

Bem, depende, de quem era a voz, era do Joe?

- Do meu pai. - Mas o seu pai j� faleceu, n�o �...

Sim, mais isso n�o o impediu de me atacar pelo telefone como antes.

Sabe, Becka, odeio dizer isso, mas...

algumas crian�as, nessa cidade, acham isso muito engra�ado...

Ah, n�o, era ele. Me lembro da voz dele, como se fosse ontem. Era ele, sim...

- Sei, e o que ele disse? - Que eu n�o devia ouvir vozes.

Ah, era uma ironia, voc� n�o acha, se a voz era dele...

�, eu concordo com isso.

Sim... muito bem... Vamos examinar a ferida...

Fique quieta, isso menina...

isso menina.

Ah, sim, parece mais um orif�cio do que uma ferida.

Que tipo de enfeite natalino voc� disse que era?

Grande, brilhante e pesado... � tudo o que posso me lembrar.

Voc� n�o vomitou, desmaiou, nem nada... - N�o, senhor...

- Sabe, est� sarando direitinho. - Isso � bom?

Sim, bom, ou�a, Becka, posso... posso colocar um curativo novo, mas n�o

posso dar nada a voc� por causa das vozes. Sabe, sendo um veterin�rio,

n�o posso lhe receitar um rem�dio psiqui�trico. (- Certo...)

Bem, se o senhor diz que estou sarando, posso dizer ao Joe que vou ficar boa.

Sim, certo.

Bom, caso o seu falecido pai a chame de novo, quero...

que fa�a uma visita ao dr. Simons. Ele pode te receitar um rem�dio.

O dr. Simons morreu, o senhor n�o sabia?

- N�o! Quando? - Deve fazer um m�s, ele foi cremado.

Ah, que pena. Ele estava para se aposentar, tamb�m.

- � uma pena... Becka, s�o nove d�lares... - Desculpe.

"Liquida��o"

- Oi, Flo. - Com vai voc�, Becka.

- Compras de Natal de �ltima hora? - De �ltima hora?

Oh, querida, para mim, duas semanas antes j� � �ltima hora.

Eu j� tenho tudo preparado.

� meu anivers�rio. N�o deve se lembrar. O meu marido esqueceu desde 89.

Eu s� vou pegar alguma coisa pra casa.

Eu tamb�m, s� vou pegar alguma coisa para o Joe.

Seu filho veio para casa este ano?

Este ano � par. Ele s� vem nos �mpares.

Ah, ent�o, Byron, fica com os sogros, em vez da mulher que o trouxe ao mundo.

N�o h� justi�a, eu n�o aguentaria isso.

O que foi isso na sua testa?

- Eu bati. - N�o est� tentando esconder...

um buraco de bala, n�o �? Voc� n�o se deu um tiro na cabe�a, certo?

Voc� n�o est� guardando um grande segredo.

- N�o. - Mas que al�vio...

Bom, vamos �s compras...

Os homens gostam das ferramentas. O Joe vai adorar...

Vamos, leve. Eu peguei um jogo completo para o Kyle.

Ele usa dia sim, dia n�o...

Ela est� certa. Homens gostam de ferramentas.

- V� embora! - Como pode dizer isso?

Sou o presente perfeito. Eu sou mais do que isso. Estou � venda.

Becka... voc� me quer.

Isso � mentira!

Como vai deixar de comprar um de mim, para cada quarto na casa.

Voc� queria me tampar com a foto de formatura do Byron, mas no fim,

acabou n�o tendo coragem, n�o foi. Eu sabia que n�o ia conseguir.

E n�o vou aceitar uma negativa, Becka.

Eu quero que me leve para casa.

AGORA!

Ah, me desculpe, a caixa registradora quebrou e o gerente n�o est� aqui agora.

N�o se preocupe, querida, � s� pegar papel e l�pis.

Temos todo o tempo do mundo, n�o � Becka?

Que vergonha o Joe se engra�ar com a vadia que trabalha no correio

quase todos os dias da semana, n�o �...

Becka, querida, voc� deve se sentir desprezada.

Eles se escondem na sala de fotoc�pias,

Trancam a porta, se despem um ao outro como se fossem bombons,

se acariciam em lugares, que mulheres como n�s nem sabem...

Como se chamam 66 c�pias, 10 c�pias por segundo, foram reguladas para isso,

eles t�m bocas mais apressadas do que correio urgente, sem barulho...

36,15. Com impostos 38,68...

- Tem certeza? - Oh, sim.

Nossa, Becka Paulson, n�o sabia que era t�o boa em matem�tica...

Continue, e quanto � minha?

- Ah... 25... ah... 25.23, tudo. - Ha, ha, ha, n�o � interessante...

- Voc� colocou palavras na boca da Flo. - Mas Deus sabe que � verdade...

E fique quieto a� at� chegarmos em casa.

Hora da minha novela da tarde. N�o quero que fale durante a novela.

"Vidas de amor"

"Suc��o! Bisturi!

A bala se alojou no c�rebro dela.

"Oh, Jack, veja isso? Olha.

Entrou bem acima do olho. Perdeu velocidade por causa do osso.

Se alojou l� dentro, em uma localiza��o delicada.

O centro das emo��es, sexualidade e da mem�ria.

Mas ela... n�o deveria ter morrido?

Sim. Mas � poss�vel que a bala tenha curado o c�rebro dela, ao eliminar...

o tumor que havia naquele local. - Oh, sim!

E mais ainda, ela podia ter tido...

aumento da intelig�ncia, da sexualidade, da criatividade...

ou podia... morrer.

Oh, que pena, logo antes do Natal...

Oh, sim...

Bom, acho que perdi esta parte. Ela ia se casar depois do Ano Novo.

Bom, eu vou comer alguma coisa. Voc� quer?

N�o, obrigado, eu estou bem.

Oi, querido.

- O correio anda muito ocupado. - Eu comprei o seu presente de Natal.

- Mas, o que � isto? - Sabe, esta tarde, enquanto embrulhava

os presentes... me ocorreu que a soma dos quadrados, dos lados

de um tri�ngulo ret�ngulo � igual ao quadrado de sua hipotenusa.

� o teorema de Pit�goras, certo?

N�o sei, como voc� sabe?

Geometria no col�gio. Me lembrei quando disse "hipotenusa".

Eu n�o sei o que adianta, se todos sabem...

Eu pensei que fosse novidade.

Mas, querida, voc� n�o conseguia nem contar as velas do seu bolo.

Ai, ai, ele devia cuidar de voc� desse jeito.

Aquela vadia. Ser� que tem um corpo como na revista?

A Nancy Vance...

a mulher com quem Joe est� se engra�ando no correio?

Isso, a vadia.

Bem, a vadia tem 50 anos...

� esbelta, cuidada, mesmo aos 50, n�o leve a mal, n�o!

Quer se engra�ar com ela, tamb�m?

Becka, por favor! Eu sou 8 por 10.

- Ent�o, por que faz isso comigo? - � que voc� n�o faz.

Mas eu permito a ele que...

- Voc� permite? Que rom�ntico... - Quase toda vez...

E quando voc� permite, nada acontece com voc�, nem um pouquinho?

Voc� n�o aprecia o animalismo do prazer sexual,

com gemidos... ? com vibra��o...

- Pare de falar nisso! - Bom, a vadia, sim, a Nancy Vance, sim.

Ela est� sempre disposta, ela quer, deseja, fica esperando o tempo todo...

Eu j� disse para parar.

Por qu�? Est� se excitando, n�o �,

come�ou agora?

Olhe o Joe. Ele imagina aquela mulher na revista sendo...

a Nancy Vance...

- Mas ele � o meu marido! - Ent�o, tem que peg�-lo, Becka, � seu...

- Diga isso em voz alta. - Joe...

- Diga alto, Becka... - N�o posso.

- Diga! - Fa�a amor comigo!

Ah, sim, vamos, sim, outra vez, vamos Joe, isso mesmo! Oh!

Oh, muito bom! Oh, isso mesmo! Vai! Vai! Oh, sim!

O que est� acontecendo com voc�?

Tem alguma coisa errada, Becka, e eu n�o gosto disso...

E eu n�o gosto nada, nada disso.

- Encontrou tudo? - At� pilhas extras...

Achou tudo na loja do Derryk. - Sim...

- Hank Barber era o vendedor? - Ele estava l�, mas n�o precisei de ajuda.

Eu vou te contar uma est�ria do Hank Barber...

H� uns 10 anos, quando Hank era bem jovem,

ele odiava tanto o chefe... que acabou pondo... uma por��o...

de laxante no chocolate do coitado na hora do almo�o...

- Ah, �, e o que houve? - O que voc� acha?

Al� mesmo, na frente do cliente, quando o velho estava mostrando

como instalar uma pe�a nova no cortador de grama, ele...

- E o que ele fez com o Hank? - Nada... o Hank se controlou...

at� o fim do expediente, mas no minuto que ele entrou no carro...

Mas, o que ele fez com o Hank para ele fazer isso?

Ah, ele era... mesquinho.

Sabe, muito miser�vel, do jeito que o Joe �, �s vezes.

- Voc� entende, n�o �. - Claro...

Que �timo, voc� anda com a cabe�a muito boa, Becka.

Est� quase pronto.

�, mas est� consumindo energia demais. Vou usar uma bateria de moto.

Que garota...

Certo. Sete, podemos apostar. Nada demais. Nada que valha realmente � pena.

Voc� soube que o Bobby Coyote foi pego bebendo no servi�o

e tendo que compensar? Ficou t�o mal... que n�o podia...

sair do banheiro. A pena n�o foi das piores.

Se eu fizer isso l� na loja, me botam para fora de cara.

� sim, � isso a�. - O problema antes era que...

o meu chefe nunca queria se dar por vencido. (- Sim, sim... sim...)

- Uma dupla, uma rainha, e um nove. - Que bela dupla?

N�o, dez para o ganhador. Boa aposta.

Isso acontece toda a quinta � noite?

Menos quando cai no Natal, como esse ano. Eles mudam de dia.

Gostaria de saber se ele vai mudar o encontro com a Nancy Vance?

A vadia! - Ah, n�o...

Sabe... o Joe, n�o ganha tanto quanto... N�o, n�o, tudo bem, desculpe, continue.

- Quem d� as cartas agora! - Como eu ia dizendo...

Ele acha que tem o dom divino para o jogo!

As coisas est�o melhorando agora! - N�o...

ele n�o est� com um bom jogo. - Voc� l� a mente dele?

- N�o. Qualquer um sabe disso. - Ei Becka, uma cerveja...

- E amendoim... - E amendoim...

- Estou indo! - T�m certeza de que est�o prontos...

N�o vou precisar pedir mais nada mesmo...

Mas, duas duplas n�o ganham de uma seguida, sabia disso...

Acho que dessa vez eu levo tudo...

vamos esperar...

O engra�ado, � que a Becka n�o � muito esperta.

Ela s� monta a �rvore de Natal,

imitando o que fazem na novela.

- Um d�lar. - Joe, voc� n�o tem a seguida...

n�o adianta querer apostar mais nada nisso.

Veremos. Cubro o seu d�lar, e aumento mais cinco.

Quero ver se voc� p�e o dinheiro onde sua boca devia estar...

- Bem, vamos ver. - Eu...

Voc� n�o podia chamar ainda?

Sim, voc� apostou, ele chamou, o que tem?

E o que voc� tem?

Bom, n�o sei. Eu apostei, voc� aumentou, ele chamou, pode mostrar?

N�s sab�amos que n�o tinha a seguida...

Se est� apenas blefando, vai acabar perdendo o jogo.

� melhor tirar este sorrizinho est�pido da cara?

Por que n�o p�e as fotos dos porta-retratos!

- Que desagrad�vel! - O amendoim...?

Est� sempre me olhando, me d� nos nervos! - Vai querer?

Cansei de ser tratada como se fosse um saco velho!

Est� percebendo isso! Eu n�o sou a mesma mulher de antes, Joe!

� o que ganha,

por me tratar como se eu fosse um trapo velho!

Eu n�o sou mais como era, eu n�o sou... mais!

Oh, meu Deus!

Vou pegar a vassoura.

Querido, as gemas n�o estouraram hoje.

N�o esque�a o seu... lanche...

- Oi, como foi o seu dia? (- Ocupado). - Aqui, tamb�m, muito ocupado.

- Mas, e o jantar? - Hoje � sexta...

Noite de pizza!

Tenho que fazer alguma coisa...

Deus, tenho que fazer alguma coisa!

- Voc� est� fazendo alguma coisa... - Ele n�o devia fazer isso.

Mas cad� o Joe?

S�bado � tarde, ele gosta de dormir.

Ah, claro...

N�o, n�o. Tem que prender o fio preto no lado vermelho.

- Desse jeito? - Exatamente.

Essa � a minha garota...

Dormiu bem essa noite?

N�o, tive pesadelos, passei a noite em claro. - Boa id�ia!

Est� pronto.

Vai ficar esperta, Becka, n�o sei o que vou fazer com voc�.

Nem me diga.

Becka!

- Becka! Ligue a TV para mim, t� bom... - Tudo bem, Joe!

Muito bem, acabei de arrumar os presentes, a decora��o, cozinhar, lavar, arrumei tudo.

Eu pensei que ia ligar a TV para mim.

- N�o achei o controle... - Ah, onde foi parar...

�, voc� fez tudo certo, meus parab�ns...

N�o escute, voc� tem uma bala na cabe�a.

Oh, meu Deus, meu Deus, o que foi que eu fiz?

O que eu fiz? Atirei em mim mesma. Oh, Joe! Oh, Joe, me ajude.

Talvez, a viagem para a loucura

n�o seja t�o solit�ria, afinal de contas...

Brunks der Preu�ischen

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