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Original subtitles

ANTERIORMENTE

- Senhor, quem… - Damien Darkblood, demónio detetive.

Diria que te vejo no Inferno,

mas há um local pior à tua espera.

Existe uma forma de voltar. Um habitante da superfície com grande poder.

Curvem-se perante o Ka-Hor!

São as duas mulheres?

Para travar as Lulas, tive de travar o Rus.

Aonde vais?

Vou buscar o meu filho.

Eu vendo a minha casa. Tu vendes a tua.

Pensa nisso.

Os meus poderes já não estão só estranhos.

Não te metas com a minha família.

Para, por favor.

Está tudo bem?

ALFAIATARIA

Nem peças autorização para entrar.

O que se passa, miúdo?

Art. Eu… Eu fiz algo terrível.

Está bem.

Eu…

Eu não tive hipótese.

Pelo menos, acho que não tive. Mas não sei se importa.

Eu…

Eu matei alguém.

Estava possuído e ia espalhar-se, mas…

Ele era inocente.

A culpa não era dele.

Caramba, Mark.

E isso não foi o pior.

Quase o fiz novamente.

Nem sequer pensei. Estava a apertar o pescoço de um tipo

e queria tanto matá-lo por pôr o meu irmão em perigo.

Mas não o fizeste.

Sim, só porque o Oliver me impediu.

Olhou para mim como se não soubesse quem eu era.

Estava aterrorizado.

Transformei-me nele. Aconteceu, finalmente.

Terias de ter causado muitas mais mortes e destruição

para seres como o teu pai, Mark.

Devia devolver-te isto.

Já não mereço usá-lo.

Sabes quem nunca se mostrou preocupado por cometer erros?

Exato.

O facto de te estar a consumir mostra que não és como ele,

e nunca vais ser.

Ultrapassei o limite, Art.

Se eu estivesse possuído, prestes a magoar muita gente

e a única forma de me travar fosse… Tu sabes…

Estaria a agradecer-te até aos portões do Céu.

Mas há um limite.

Achas que mudaste para pior,

mas eu acho que ainda és o miúdo que veio aqui há uns anos

a querer tornar o mundo um lugar melhor.

Só que o mundo não é tão cooperante como tu achavas.

Sentes que já não podes usar o disfarce?

Então, não uses.

Não posso voltar atrás e desfazer o que fizeste.

Mas, quando quiseres relembrar-te de quem eras,

um miúdo a dar o seu melhor,

no mínimo, posso fazer-te um disfarce à altura.

Achei que íamos precisar destas cores outra vez,

por isso, fi-lo há uns tempos.

Obrigado, Art.

A sério.

Mas não vai mudar…

Desculpa.

Olá, Eve.

Não, é tranquilo. Eu faço o trabalho.

Onde?

Os Vilões não serão libertados.

O Reino do Submundo termina agora.

As chamas deste lugar ardem com uma intensidade sem igual.

E durante éons, a vossa carne foi temperada

no vórtex dessa fúria.

Mas é apenas um vislumbre da tempestade que há dentro de mim.

A vossa espécie é forjada com chamas.

A minha espécie é a chama.

Venham, enfrentem-me uma vez mais.

Desfaçam os vossos corpos

contra a vontade inabalável da Vulcânica.

Que os que não podem arder, ardam uma vez mais.

As minhas garras ardentes

vão saborear o alívio que o vosso sangue trará.

Devia ter esperado. Tentado o feitiço de invocar uma vez mais.

Terias esperado até a cabra partir o mundo ao meio.

Nunca te tomei por cobarde, irmão.

Ou é cobardia ou sabedoria.

Descobrir qual, muitas vezes demasiado tarde.

Vamos descobrir juntos.

Porque não se afastam, como o resto da vossa espécie?

Porque têm de tornar isto tão difícil para vocês?

Os meus Magmanites são infinitos.

Tenho de expirar o meu desejo de convocar mais.

O trono infernal é meu,

e desafiar o meu reinado é dar boas-vindas à vossa desgraça.

Metes-te em coisas que não compreendes.

Na batalha do fogo contra o fogo, quem ganha é quem arde mais.

Vejam-me arder.

Ataquem-na, agora.

Lutem!

É essa a extensão do vosso poder?

O meu rivaliza com os mais profundos fossos deste reino.

Vá lá.

Damien, a vitória escapa-te sempre dos dedos.

Não derrotado.

Temo que sim.

Damien!

Preocupas-te com o teu irmão? Que pena.

Pena que só posso matar-te uma vez.

Estás muito ferido?

O pai ficou pior no tempo dele.

Parece que exército não tão infinito.

Em breve, vão encher a caverna e reduzir-vos a cinzas.

Só conversa. Patética.

Vão ver como eu…

Acham que podem…

Mínimo…

Nada pode…

Só conversa? Mal disse uma palavra.

Domina…

Não!

Não.

E, depois, sobrou um.

Pensei que tínhamos hipótese.

Quão idiota foste.

Diz-lhe quão indefeso estás.

Não desejo destruir a Grande Besta uma terceira vez.

Aliás, diz ao Satanás

que, agora, sou eu a Grande Besta.

Ele…

Bem, ele não é nada.

Domina, muita desculpa.

Estou aqui, Darkblood.

Não preciso de ser invocado.

Ouvi o caos da tua batalha nas profundezas do meu santuário.

Há muito que estou ciente da tua derrota.

Lamento, Mestre. Forças não suficientes.

Ter muitos arrependimentos.

A minha paciência esgota-se, Darkblood.

A nossa situação torna-se mais complicada e os teus planos falharam até agora.

A minha fome já foi saciada, Darkblood.

Estes restos não são dignos de mim.

Compreendo situação complicada.

Não tem de ser tão mau, ainda assim.

Desculpa. Sim, vou restituí-los.

Pode demorar algum tempo, porque os meus poderes estão mais fracos,

mas será feito.

Obrigado, Grande Besta.

Eu aprecio a lealdade do Clã Darkblood.

Não tem fundamento no meu estado atual.

Honras-me com a tua perseverança,

apesar de já te teres redimido da tua traição dez vezes mais.

A fúria da tua irmã é uma coisa maravilhosa.

Não te preocupes, Domina.

Em breve, terás outra hipótese de me devolver o meu trono.

Não.

O que disseste?

É fútil tentar o mesmo.

A Vulcânica pode não deixar o suficiente para restaurar da próxima vez.

Tentar ritual de invocação uma vez mais.

Nunca funcionou.

Enfrentá-la sozinhos também não.

O teu ritual tem falhas.

Não tem falhas.

Ainda tenho sangue da cena do crime dos Guardiões.

Antes, estava preocupado

com o que os parâmetros alargados do feitiço

pudessem trazer.

Agora, desesperado.

O que… O que foi aquilo?

Não é Homem-Omni.

O filho carrega o sangue dele.

Damien Darkblood?

Espera, o quê? Onde estamos?

Submundo. A tua espécie chama-lhe Inferno.

Estou no Inferno? Não.

Nem pensar.

Invoquei-te. Preciso da tua ajuda. Assunto de muita importância.

Pois, eu estava a meio de algo.

Invencível?

O que lhe fizeste?

Achas que iria banir o meu único hospedeiro viável?

Só sei que estavas a perder.

Eu sou eterno!

Mas já não aguento a prisão que é este túmulo.

Espera? O que estás a fazer?

Já fui eludido demasiado tempo por um hospedeiro viável.

Tenho de me rebaixar

e contentar-me com uma mulher.

Espera. Eu pensava…

Estás a dizer que podias ter uma hospedeira mulher

e escolheste não o fazer? Merda!

Não é assim tão mau.

Não é mau de todo.

Como é que ela…

O homem trouxe-a até aqui.

Maldição.

Se ao menos tivesse os poderes do…

INVENCÍVEL

Apresento-te o Satanás.

Satanás, apresento-te…

INVENCÍVEL

Aquele…

Aquele é o Satanás?

- Sim, mas… - Está bem.

Não!

Liberta o Senhor das Trevas!

Espera. Não me trouxeste para lutar contra o Satanás?

Não.

Dá oportunidade para explicar.

Desculpa.

Por favor.

Violência desse tipo são preliminares para a minha espécie.

Meu, nojento.

Lá fora. Agora.

Então, o Inferno é mesmo real?

O Inferno, os demónios, Satanás.

É tudo real.

Mas não como tu conheces.

Senta-te. Por favor.

O Cecil disse que voltaste depois de investigar o meu pai,

mas não achei que…

O Cecil exorcizou-me para esconder verdade sobre pai.

Foi assim que te trouxe aqui.

Mas ao contrário.

Fizeste-me um exorcismo para o Inferno?

Céus…

Há luta de poder pelo controlo do Submundo.

Vulcânica, líder dos Magmanites,

roubou o trono infernal do Satanás.

Governa o Submundo agora. Temos de derrotá-la.

O quê? Estás à espera que eu…

Ouve, não estou muito bem neste momento,

e não posso trabalhar para o Diabo.

Os demónios não são os tipos maus? Sem ofensa.

Não deixar que superstições dos habitantes de superfície toldem julgamento.

O Satanás não é mau.

O teu mundo não ameaçado por Satanás.

O teu mundo existe por causa de Satanás.

O quê?

Os habitantes de superfície vivem na sexta era de existência,

sem saberem das cinco anteriores.

Reparaste em monstros gigantes, colossos que continuam a existir?

Não são fruto da radiação?

São da segunda era.

E, felizmente, há menos criaturas

do que as antigas da primeira era.

O Satanás e os demónios são da quinta era.

Não falamos da terceira.

Certo. Deixaste a quarta de fora, também.

Foi de propósito, pelo efeito dramático.

A quarta era foi um caos.

Durante milhões de anos, os Vilões governaram o planeta.

Em cima e em baixo.

São criaturas imundas com uma fome eterna.

Não podem ser mortos. Sobreviveram à quinta era.

A guerra entre nós durou éons.

Ameaçaram planeta com destruição.

Os demónios trouxeram os Vilões para cá.

Submundo.

Aprisionaram-nos. Enfraqueceram-nos com tortura.

Muitos morreram para isso.

Sem o sacrifício dos demónios,

os humanos nunca evoluem. Nunca crescem.

Zero cidades, zero linguagem. Zero tu.

O Satanás liderou os demónios contra os Vilões

para que outros pudessem viver em paz.

A tua espécie deve-lhe tudo.

Obrigado, acho eu.

O nosso sacrifício não é inteiramente altruísta.

Tortura sem fim já era a nossa cena.

Então, este sítio é nas profundezas da Terra?

Sim.

Então, se me quisesse ir embora, só tinha de voar para cima?

Provavelmente, ias cansar-te antes de chegar à superfície. Ou morrer.

Talvez.

A Vulcânica odeia humanos.

Ela quer libertar todos os Vilões, mandá-los para a superfície.

Seria o fim do mundo.

Muitos, se não todos, iriam morrer.

Há outros heróis que podem ajudar.

Outros heróis não estão aqui.

Não. Não compreendes. Eu não…

Sou o tipo errado para isto. Manda-me para casa.

Se Vulcânica e Vilões não travados, não vai haver casa para onde voltares.

Eu vou piorar tudo.

Já não pode piorar mais.

Para! Meu… Para… Apenas…

Estás a virar o que disse contra mim. A sério.

Situação também muito séria.

Desculpa.

Não estou a mentir, só digo a verdade.

Sem outras opções.

Se vos ajudar, mandam-me para casa?

Sim.

Não vou magoar ninguém. Está bem?

Deixa isso connosco.

O que precisam que faça?

Vou restaurar o Clã Darkblood.

Tu vais recuperar o que me vai restaurar a mim.

Os Vilões, a Vulcânica e os Magmanites

expulsaram os demónios, acabaram com a tortura.

Os Vilões mantêm-se longe por causa das chamas do Submundo,

mas, em breve, vão escapar,

ameaçar a vida acima e abaixo.

Ali.

Vamos descer por ali?

A coroa derretida de Satanás,

forjada a dor e fonte de força.

A Vulcânica enviou para um poço sem fundo.

Ninguém no Submundo com poder para a recuperar,

motivo para te trazer aqui.

Estava à espera do Homem-Omni.

O teu feitiço não nos distinguiu.

O meu pai está morto, provavelmente.

Os Viltrumitas sentenciaram-no à morte.

Não sei se dê condolências ou parabéns.

Porque achas que ele te iria ajudar?

Ele não era o teu maior fã.

Pensei que pudesse convencer pelo interesse de salvar o planeta,

mesmo para alguém como ele.

Como chegamos ao fundo de um poço sem fundo?

Não é sem fundo, é só muito fundo.

Porque não foram até lá abaixo?

Não idiotas.

Criatura com grande poder guarda coroa lá em baixo.

Claro.

Vamos despachar isto.

Está bem.

Poupa energia, deixa a gravidade ajudar.

Apanha antes do fundo.

Não é propriamente cansativo, mas, sim, podemos fazer isso.

Assim é mais fácil.

Se o Inferno existe, isso significa que o Céu também?

Não existe, que saibamos.

Mundo não tem equilíbrio que os humanos fingem que tem.

Ninguém monitoriza as boas e más ações.

Vês isto como más notícias?

Pensa de outra forma.

Se o mundo trouxesse algo de bom, não era preciso um equilíbrio.

A Terra seria o Céu, em vez de um imaginário lá em cima.

Trabalhei com pai muitas vezes.

O Homem-Omni nunca fazia perguntas, só batia nas coisas.

Há detetive em ti, Invencível.

Ou estou a lidar com algumas coisas

e este sítio está a mexer com a…

Porquê? Porque continuas a fazer isso?

A fazer o quê?

Isso.

O quê?

Isso! A cena do capacete.

Sempre que falas, sai da tua cabeça

e reaparece quando terminas.

Falo com mais clareza sem o capacete.

Achas que não te consigo ouvir com o capacete?

Não é importante.

Certo. Tudo bem. Mas, tipo, porquê?

Porquê o quê?

Porque é que o capacete faz isso? Parece complicado.

Porque não pões um microfone?

Não o desenhei.

Certo, mas quem desenhou deve ter pensado nisso, certo?

E em que situação

tens de pôr e tirar o capacete tão rápido? Um ataque surpresa?

A minha espécie sempre se armou assim,

talvez a tecnologia seja misteriosa para ti.

E o que são essas coisas? Nano-demónios?

Era melhor um capacete normal.

Podias tirar e ficar com eles, se necessário.

Fica fixe.

A tua sociedade dedica-se a torturar criaturas que ameaçam a Terra

e preocupas-te com parecer fixe?

Mantém as coisas interessantes.

Tudo bem, meu. Se tu o dizes.

Só não percebo quem pensa num capacete retrátil.

É superestranho.

Para que problema arranjaram esta solução?

A chegar ao fundo. Por favor, apanha.

Pronto, é bastante fixe.

Não vejo nada.

A coroa.

Disseste que havia alguém a guardar.

O Cérbero protegia a entrada do Submundo.

Não conseguiu impedir a Vulcânica. Foi banido para aqui.

Bem, talvez esteja a dormir.

Anda. Vamos despachar-nos e…

Estás bem?

Não.

Eu consigo tratar disto. Mas tu…

- Não te preocupes, eu apanho-te. - O quê?

Invencível?

Invencível!

Invencível…

Apanhei-te!

Olha só. Não é tão quente como parece.

Não faças isto outra vez.

Sinceramente, não quero voltar a fazer nada disto. Nunca mais.

Ouves sons horríveis?

Não. Devia?

O pranto acabou. Os Vilões estão quase recuperados.

Não vai demorar até escaparem. Temos de despachar.

Temos a tua coroa.

Não!

Coroa frágil.

Disseste que era "forjada a dor". Como é que isso é frágil?

Gratidão, habitante da superfície,

por devolveres o que é meu por direito.

Há éons,

ergui-me das cinzas do Reino do caos

e reclamei o trono infernal.

Forjei esta coroa derretida

e imbuí-a das almas dos vencidos.

Com o poder deles a correr nas minhas veias,

o meu reinado foi uma era de paz

que o Submundo nunca tinha visto.

Durante os milénios do meu reinado,

ninguém passou fome.

A nossa espécie ficou gorda e saciada,

mas também fraca.

O Tormento dos Vilões

não prepara ninguém para a guerra.

Temos de resgatar as memórias do antigamente.

O rasgar dos músculos, os ossos a partirem,

a glória do domínio.

Temos de abanar estas cavernas com o nosso poder

até as nossas vítimas implorarem por misericórdia com os queixos

esmagados debaixo dos nossos saltos.

Sim!

Estou grande. E pareço mau.

Estou atraente. Sim.

Sim.

Estou de volta.

Meu Senhor.

Não vou fazer uma vénia a Satanás.

Não é como imaginaste?

Não.

O mundo à superfície fez do Inferno uma história para manter os humanos bons,

mas os humanos são bons sem isso.

Não sei.

Sabes.

Sei o quê?

Sabes disso.

Senão, porquê ser herói?

Porquê ajudar outros se outros não merecem a ajuda?

Estavas a falar de ti?

Ajudei-te a recuperar a coroa. Manda-me de volta.

O caminho do bem é difícil.

Às vezes, ter de escolher o menor de dois males.

Demónios torturam os Vilões, mundo a salvo.

Demónios não torturam Vilões, todos morrem.

Não, isso é treta.

Há sempre outra forma que não envolva tortura ou morte.

Talvez.

Ainda não descobri e o mundo não podia esperar.

Preciso de ajuda mais uma vez.

Derrotar Vulcânica. Libertar demónios. Travar Vilões.

Por favor.

Está na hora.

Clã Darkblook, onde está a minha irmã?

Domina…

Não. Poupa as forças.

Não podes ir para a guerra sem mim.

Tenho de ir.

Os Vilões estão quase restaurados. Resta-nos pouco tempo.

Então, leva-a.

Não. Pertence-te a ti agora.

Nem sei se consigo segurar nela.

Por favor.

Foi forte o suficiente para escapar do Submundo.

A mais forte entre nós.

De que me serve se estou em carne e osso?

O pai queria que a carregasses.

A Beastimagoria chama-te.

Eu acredito em ti, irmão.

Dá cabo daquela cabra.

O vosso tempo aproxima-se.

Vão devorar a humanidade

e destruir a superfície do mundo.

Eu e os meus Magmanites

vamos governar o reino de fogo que o vai substituir.

É isso. Sim. Ergam-se.

Ergam-se e reclamem o vosso lugar por direito neste mundo.

Recuperem o que estes demónios vos negaram durante tanto tempo!

Hálito de enxofre!

Já estou farto de te aturar!

Finalmente preparado para morrer?

Leva o Satanás para a Vulcânica!

Se ela cair, eles vão atrás.

Um novo brinquedo para desmembrar.

Anseio por descobrir a que sabe o teu sangue.

Vou desimpedir o caminho, depois é por vossa conta.

Acabou. Rende-te.

Pensava que eras o inteligente.

É apropriado que seja uma herança de família a destruir-vos.

Não importa.

Pobre Damien.

Antes, estava a brincar contigo.

A dar-te esperança para que, finalmente, trouxesses o Senhor das Trevas até mim.

Achas que te deixei sobreviver a ti e ao teu clã por diversão?

Agora, tenho o Satanás.

Esta é a tua última aventura, Detetive.

Não te preocupes.

A vossa morte vai ser seguida de milhões de outras,

quando os Vilões purgarem a Terra dos habitantes de superfície

e a prepararem para o meu reinado.

Não posso permitir que faças isso.

E como pretendes travar…

Ela ia matar-te. E a todos os outros.

Mesmo que os Guardiões ou alguém a conseguisse travar,

iria haver mortes.

Sim. Obrigado.

Invencível!

Há alguma coisa que possas fazer para ela não regenerar?

Não há vitória aqui.

Adiam o inevitável, simplesmente.

Não me vou esquecer disto, habitante de superfície.

Eu também não.

Foi mais fácil do que antecipei.

Se ela voltar, invoca-me outra vez.

Não estraguei outro fato, pelo menos.

Os Vilões! Ergueram-se!

Afastem-se. Eu…

São todos teus.

Tão perto.

Vão.

Reúnam os vossos irmãos.

Digam-lhes para voltarem a torturar antes que os Vilões escapem.

O nosso trabalho tem de continuar para este mundo sobreviver.

Tens a minha gratidão eterna, Invencível.

És muito mais forte do que qualquer humano.

Não sou completamente humano.

O meu pai era viltrumita, um alienígena de outro planeta.

Alienígenas de outro mundo.

Quem diria que isso é possível?

Esqueci-me de quanto adorava estes sons.

Bom trabalho, irmão.

Agora, vou mandar o Invencível para casa.

Não é só o Invencível que vai.

Já pagaste a tua dívida e mais ainda.

Não pertences aqui, Damien.

Não é mau para a nossa espécie ter olhos e ouvidos à superfície.

Nunca se sabe quando virá uma sétima era.

Não sei o que dizer.

Devemos-te uma, Damien Darkblood.

Deixa-nos orgulhosos.

Assim farei, meu Mestre.

Meu Deus!

Vai ser o bebé com superpoderes mais bonito de sempre.

Parabéns.

Ou não.

Não, William, eu não queria isto.

Não estou preparada, de forma nenhuma, para ter um… bebé.

Céus!

Foi a primeira vez que disse em voz alta.

Estou aqui para ti. Tudo o que precisares.

Obrigada.

Já contaste ao Mark?

Ainda não.

Mas devias, provavelmente, certo?

Eu sei. Apenas…

Não encontrei o momento certo.

Então, vocês não estavam…

Não. Céus, não.

Não estávamos a tentar. Eu…

Aconteceu. Usámos proteção.

O Mark é um super-herói.

Se calhar, o coiso dele também é superforte.

Mas isto não é sobre ele.

Eu quero ter filhos a uma certa altura.

Acho que quero. Mas não agora.

Não estou preparada. Pelo…

Pelo menos, acho que não.

Pareces indecisa.

Não sei.

Eu amo o Mark. Mas…

Então, fala com ele.

Pelo amor de Deus, fala com ele e não comigo.

Desculpa. Estou aqui para ti, querida.

Que bom para ti, miúdo.

Como já devem ter reparado,

eu e o Paul tornámo-nos muito próximos nos últimos seis meses.

Nós vimo-vos aos beijos.

Oliver, por favor.

Temos falado muito

e ambos queremos dar o próximo passo na nossa relação. Por isso…

Vamos comprar uma casa juntos.

E vender esta.

Vais vender a casa?

Não podes vender a casa, mãe. Onde vou viver?

Vão os dois viver connosco.

Enquanto quiserem.

Não quero viver com o Paul. Ele é aborrecido.

Oliver!

Mas é simpático.

E aborrecido.

Quando vais fazer isso? Já puseste a casa à venda?

Não, claro que não. Queria contar-vos primeiro.

Não acredito nisto.

Desculpa.

Devias fazer isto, se te fizer feliz.

O Paul é bom tipo e eu… Fico feliz por seguires em frente com ele.

Obrigada.

Eu escolho o meu novo quarto.

Mark?

A tua mãe disse que estavas aqui.

Olá? Terra chama Mark.

Desculpa. Estava a pensar.

Sobre o quê?

A minha mãe vai vender a casa e vai viver com o Paul.

E o Inferno é real.

O quê?

Bem, não exatamente.

Chama-se Submundo ou algo assim.

O Satanás existe e demónios que torturam,

mas não torturam pessoas.

E, tecnicamente, é uma coisa boa.

É tão estranho quanto parece.

Estás bem?

Não… estou.

Não estou bem.

Mas talvez esteja a ficar.

Nunca vai haver uma boa altura. Mas…

Mark?

Merda.

Meu Deus!

Lamento, Mark. Não há outra forma. Precisamos de ti.

A guerra aproxima-se.

Darkblood.

A Vulcânica estava satisfeita por estar nas entranhas do planeta

e agora quer começar uma guerra à superfície? Porquê?

Sede de poder?

É mais do que isso.

Algo que os humanos estão a fazer que a está a enraivecer.

Descobre o quê e reporta-me.

Sinto que pode ser necessário que a minha carne queimada

sinta o calor do sol uma vez mais.

Estava com receio disto.

Legendas: Joana Nair

Supervisão Criativa Hernâni Azenha

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