All language subtitles for The Great - 03x07 - Fun.ION10-GGWP.Portuguese (Brazilian).C.updated.Addic7ed.com

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Incr�vel!

Sou mesmo! Qual � o placar?

Est� 427 a 309.

- Pra quem? - N�o lembro.

Adorei isso. � t�o divertido!

- Dev�amos nos divertir mais. - Sim.

Porque a divers�o � divertida e surpreendente.

Como voc�. N�o sabia que era divertida.

Digo o mesmo.

Sempre te achei uma vadia monstruosa.

Mas agora nos enxergamos, e � maravilhoso.

E nos divertimos muito! E tamb�m�

Meu Deus. S�o tantos pensamentos.

Estou vendo na sua cara. Imagino balas explodindo na sua cabe�a.

- Parece mesmo. - Por sorte, � s� uma met�fora.

E se o Iluminismo, as ideias, fossem divertidas?

Minha mente explodiu.

� genial!

A corte acha chato. Os camponeses, incompreens�vel.

E os mercadores� Quem sabe o que pensam?

Mas se for divertido, podem vivenci�-lo de outra forma.

- E me achariam divertida. - E n�o te odiariam.

Eles n�o me odeiam.

Estou brincando!

Divers�o!

Bebidas.

Sendo s�ria um instante,

eles me odeiam mesmo.

H� camponeses com cara de batata amassada

me odiando e fodendo bonecas minhas incitados pelo Pugachev.

- E quer saber? - Est� com medo?

Isso me faz odi�-los,

como se pudesse cozinh�-los vivos na minha raiva.

Nossa!

Mas hoje, n�o. Hoje � s� divers�o.

Vamos pensar juntas.

Literal, mas adorei.

Minha ideia � a seguinte:

Est�o inventando uma coisa chamada trem.

Constru�mos um, vamos para onde o Pugachev est� e�

- O matamos? - N�o!

� o que querem que a gente fa�a.

Paramos em cada cidade, jogamos badminton

e discutimos o Iluminismo, como fizemos, de forma divertida.

E a�, voc� chupa o pau de um campon�s a cada cidade,

pra mostrar que n�o os achamos inferiores.

- Chupo o pau de um campon�s? - Tamb�m posso chupar. Revezaremos.

O problema � o trem, porque ainda n�o existe.

Entendi. Mas o que podemos fazer hoje, na corte?

Sim. Hoje � mais importante.

E se tiv�ssemos um dia divertido na corte?

Um festival de pe�as, ideias.

Isso!

Todos devem contar piadas e dan�ar,

citar Voltaire de tr�s pra frente

e comer quinc�s das bocas uns dos outros!

Vamos chamar de� algo bom pra caralho.

O Festival da Verdade, Piadas e Ideias Brilhantes.

Adorei!

Adoro seu foco.

Voc� s� v� o futuro e o que precisa fazer. Voc� � incr�vel, porra!

Bom, obrigada.

Olha s� pra mim. Eu te amo. Voc� me mudou.

Voc� destruiu a antiga George,

jogou fora aquele corpo e mente submissos e me renovou!

Engra�ado j� ter me chupado, n�o?

- Nunca penso nisso. - Nem eu.

Preciso de um banho.

Cheiro como uma camponesa morta de s�filis

e enterrada num boi durante o ver�o.

Estava pensando o mesmo de mim.

Ent�o vamos tomar banho, e que haja divers�o.

Ser� um almo�o maravilhoso e sem fim.

Haver� jogos e m�sica.

Precisaremos de p�ssaros, de um pedestal,

de sobremesas, claro, e�

THE GREAT S03E07 | Fun

UMA HIST�RIA OCASIONALMENTE REAL

DIVERS�O

QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL/DM | loschulosteam@gmail.com

ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: LOS CHULOS TEAM

Ch�?

- E a Georgina? - N�o sei.

Preciso de ajuda com a madame Dymov.

Existe uma atra��o escaldante entre n�s, restrita pela nossa classe,

e um dia nos rasgar�, e as nossas roupas, e ficaremos juntas.

Estou meio confuso. Eu estava�

Estava sonhando.

- Talvez ainda esteja. - Preciso de ajuda com as restri��es.

- Como ela �? O que a comove? - Tive um sonho. Cad� a George?

- Passou a noite fora. - Qu�?

- N�o estou sonhando, estou? - N�o.

Do que ela gosta? Devo mostrar um seio, casualmente?

Qu�?

A Georgina.

Pensei em morder a orelha dela. O que acha?

- George. - Querido.

Pode ir, Petra.

Estou ao seu dispor. Totalmente.

Eu j� sei disso.

- Onde estava? - Com a Catherine.

Ela est� bem? Ela te contou?

Ela est� bem. E n�o disse nada.

- Voc� est� bem? - N�o.

- Como vou existir sem ele? - Eu�

N�o sabe?

Porque n�o d�. Eu n�o existo sem ele! N�o d�!

Grigor, vem c�.

Se tocar em mim, vou me dissolver.

O que sou eu nesse mundo sem ele?

- Ele � - Tudo.

Eu sei.

Eu nos vejo, crian�as, pelos sal�es.

Meu Deus.

N�o contou a ningu�m, contou?

N�o.

A Catherine est� louca.

V�o odi�-la se ela n�o contar e descobrirem.

V�o mesmo.

Merda.

Sempre que durmo, acordo confuso

e a� me lembro da �gua gelada, da cara dele.

Meu Deus. Eu o amava.

Eu sei.

Acho que preciso ir ver a Catherine.

E amo voc�.

Tudo o que eu fa�o � por n�s.

Espere um pouco aqui.

� real mesmo, n�o �?

�, mas est� tudo bem.

Sei o que fazer.

Se eu n�o tivesse contado. Se eu�

- Acho que fui desleal. - N�o foi.

Voc� o amava.

- �ramos todos felizes antes dela. - �.

Ele est� morto.

Fica martelando na minha cabe�a.

Beba seu ch�.

O que faremos?

Pode dormir.

Preciso ver a Marial.

Cuidado, querido. Precisa descansar.

- O Peter morreu? - Qu�?

Putinha bisbilhoteira.

Meu dever � prever suas necessidades. Isso ajuda.

- Est�? - N�o.

Morreu, sim.

N�o pode dizer nada.

Merda.

N�o po� Voc� est� bem?

Voc� o amava.

Tinha inveja ao ouvi-la gemendo sob ele enquanto eu trazia bolo.

Petra, precisa ficar de boca fechada.

Eu te pago.

Sou mais motivada por experi�ncias.

Est� bem.

Sim?

Isso foi bom pra caralho.

Eu sabia que seria.

Temos um trato.

Que porra � essa, George?

George!

Merda.

Leonora, eu n�o quero ficar aqui.

Onde est�o todos? Por que n�o estamos trabalhando?

A R�ssia est� se dirigindo sozinha?

Se estiver,

est� indo pro buraco, como sempre.

Que isso n�o aconte�a num dia t�o divertido e brilhante!

Bom dia!

Vamos ter um almo�o divertid�ssimo hoje.

Archie.

Imperatriz?

Contem uma piada.

Por que o professor de ala�de foi preso?

Por dedilhar uma menor.

Uma nota menor, e tamb�m � um termo pra�

Porra, s�rio?

Como se circuncida um georgiano?

Chutando o queixo da irm� dele.

Imperatriz, precisamos falar do Pugachev.

Smolny, uma piada, imediatamente.

Como se chama um homem que assovia quando fala?

Cretino.

E a� voc� soca a boca dele

pra que ele s� fa�a o som de engolir o pr�prio sangue.

Humano problem�tico, esse Smolny.

Uma imperatriz itinerante no banho!

Que maravilha.

Isabel, uma piada!

O que � vermelho transl�cido,

coberto de flores, mora no mar,

come s� pl�ncton e anchovas,

fala em l�nguas, muda de cor quando quer,

solta veneno pelos olhos e faz barulho de flautinha?

Nossa. Eu n�o sei.

Nem eu, mas vai ser lindo quando descobrirmos.

Em frente!

- Dizem que ele falar� ao meio-dia. - E a�, bam, bam, bam!

Guarda essa merda de arma, Maxim.

Adoraria atirar. Um gesto de carinho.

� um amor, mas n�o.

Podemos fazer isso juntos.

Deix�-lo sob fogo cruzado.

E a�, bam, bam, bam!

Puta merda.

Seria uma doce lembran�a,

e n�o fizemos muitas coisas de casal.

Eu fa�o.

Voc� espera na carruagem.

Qu�? A ideia foi minha.

- Voc� me ouviu. - Inacredit�vel.

Maravilhoso.

O que est� havendo?

Teremos um almo�o divertid�ssimo.

Isabel, reinventaremos o discurso de um jeito divertido,

embrulhando ideias em alegria e papel brilhante.

- Voc� est� bem? - Parece�

Inspirada, e isso est� fluindo pelas minhas veias.

Precisamos falar do Pugachev.

Comecei as negocia��es, e ele fez algumas exig�ncias.

N�o devemos negociar com terroristas

que j� foram funcion�rios atrevidos, por�m carism�ticos.

Qu�?

Ela disse que n�o devemos negociar com terroristas.

Est� ficando surdo, Archie?

Meu pai ficou. Era irritante.

Todo dia: "Bom dia, pai. Eu disse bom dia!"

Algu�m est� com frio? Estou gelada.

Bom dia.

Desculpe.

Pode olhar pra mim. � apenas um corpo nu incr�vel.

Sib�ria.

Petrov, tr�s fatos sobre a Sib�ria e uma piada.

� gelada. Muito gelada. Inimaginavelmente gelada.

O que � vermelho e faz mal pros dentes? Um tijolo voador.

Maravilhoso.

Achei Pugachev. Parecia importante, por isso entrei.

O qu�?

"Achei Pugachev." Foi o que ele disse.

Sua audi��o, Archie.

Ele est� em Tekov. Aparentemente, escondido numa igreja.

A�

Ultrajante.

Haver� flagela��es e excomunh�es por isso.

Informa��o interessante,

mas irrelevante, pois estou fazendo um acordo.

Ele discursa hoje. Meus homens chegam em quatro horas.

Acho que eu tenho um plano que n�o envolve um massacre.

A imperatriz odeia massacres.

- Vamos poupar vidas russas, sim? - A imperatriz decide.

Temos op��es. Est� no plano.

Plano?

Resumo: N�s o prendemos vivo

ou trazemos a cabe�a dele num saco e a atiramos de um canh�o.

Ele tem uma bela mil�cia, haver� combate.

Massacre desnecess�rio.

Ele levantou um ex�rcito.

Pelo jeito, ele fala muito bem.

Est�o empilhando nobres mortos como lenha.

Na verdade, usando-os como lenha,

o que, considerando este inverno,

tem uma l�gica eficiente.

Voc� me assustou!

- Imperatriz! - Toalha.

N�o posso estar molhada numa discuss�o importante.

Isabel, os franceses agora devem pagar sua d�vida com arte.

Tome nota.

Saiam para que a imperatriz se vista.

Olhem s� pra voc�s.

Inflamados com um desejo doentio, por�m compreens�vel,

e fingindo n�o estar.

N�o estou fingindo. S� n�o sabia se podia comentar.

- N�o sinto nada abaixo da cintura. - O tempo � importante.

Sei onde ele est� agora. Amanh�, talvez n�o.

Por isso que o nosso plano � negociar,

sem a press�o do tempo.

A menos que seja um nobre prestes a ser queimado.

Eu me lembro de mandar sa�rem.

Queremos falar da campanha sueca, pois os militares n�o sabiam de nada.

Todo mundo est�: "Que porra � essa?" Adoraria discutir isso.

Me agrade. Tem dez segundos.

Voc� � bonito e lindo.

S� outra palavra pra bonito.

O que voc� quer?

- O que voc� - Decidir? Quiser? O que eu desejar?

Sim.

Vamos aplaudir o Boris.

Obrigado por ter vindo.

� assim que ela quer que voc�s vivam.

Ela odeia os russos. Essa � a dura verdade.

- Sim. - Sim.

� verdade.

Conheci uma mulher�

linda, inteligente,

um azougue, capaz de beber e debater com qualquer um,

que nasceu nobre

e foi destitu�da do t�tulo.

De repente, estava coberta de merda, piolhos,

pancadas, aguentando abuso e maus-tratos de todos.

E a�, de repente,

eles a puxaram de volta.

"Voc� nos agrada, pode viver."

Depois: "N�o pode, n�o", e a jogam pra baixo de novo.

A piada � que ela se considera um esp�rito independente.

Ela � uma iludida.

Uma marionete.

Ela � o que fizeram dela�

uma mulher amedrontada e raivosa, desesperada por aprova��o

para poder ser livre.

E eu, pelo menos, a amo.

Ela faz o que todos fazemos.

Quem nunca entrou num lugar pensando: "E se eu os desagradar?

Ou desagradei?"

E eu quero mudar tudo isso.

Eu, Peter,

filho de Peter, o Grande.

Sabem o que eu ia fazer?

Estava prestes a mudar tudo, e ela pressentiu.

- Sabem o que eu ia fazer? - O qu�?

Eu queria libertar todos os servos.

Sim.

E tirar todos os impostos dos mercadores.

Sim, libertar o povo. Nos libertar das restri��es.

Nossas mentes est�o t�o presas quanto nossos corpos, amigos!

Peter!

Peter!

Tragam-na!

Peter!

Acaba com ela!

Acaba com ela!

Acaba com ela!

Quem quer aproveitar?

Acaba com ela!

Acaba com ela!

Ol�.

- Voc� est� - Muito empolgada.

A imperatriz quer redefinir nossa abordagem ao Iluminismo,

abrir as portas pra discord�ncia e pra s�tira.

E � a� que voc� entra. Vamos encenar sua pe�a!

N�o posso.

S� mostrei pra voc�.

� trai��o.

- Trai��o engra�ada. - � trai��o.

- Eu estava zangada quando escrevi. - Est� sendo muito dura.

� um presente, precisa desembrulh�-lo e d�-lo ao mundo.

N�o sei, eu�

Katya, voc� � uma covarde que vai morrer se perguntando

se poderia mudar o mundo?

- Credo. - O que vai pensar na sua cova?

"Provei paus, ensinei meninas

e meu dom morreu em meu cora��o como um pardal preso"?

- Ela� - Vai adorar.

Passei a noite com ela. N�s a julgamos mal.

Ela quer discurso agressivo. Ela vai amar isso, e te amar.

E voc� ser� reconhecida.

Ser� vista!

Ser� o Moli�re com xoxota!

Adorei isso.

O Moli�re com xoxota!

O orgulho da R�ssia.

Prepare a pe�a.

Ent�o eu pergunto: Quanta arte � o bastante?

Precisamos de mais museus? � claro que sim.

Vou visitar as regi�es, disfar�ada, de chap�u.

Voc� est� bem?

Estou �tima. Empolgada com o dia.

Algo se soltou em voc�.

Eu�

Eu ficava assim sempre que Peter, o Grande, sa�a em batalha.

Ficava perturbada.

Mandei tirar todas as portas da ala oeste pensando que,

quando ele voltasse,

n�o perderia tempo abrindo portas.

Eu n�o conseguia dormir,

e dava centenas de voltas no lago, nadando,

at� desmaiar na margem,

sem f�lego, cheia de c�imbras e coberta de sanguessugas,

e tinham de me carregar pro pal�cio.

Sim.

Acho que pode ser isso,

que at� o imaginei morto.

Eu sempre fazia isso.

Eu o imaginava morto em combate, na estrada, por toda parte.

Aquilo me assombrava.

- Sim, mas n�o era verdade. - N�o!

Suas emo��es nublam sua mente, e � horr�vel.

Sim.

Deve ser por isso que estou com tanto frio.

Precisamos nos divertir. Vamos nos divertir.

O que est� fazendo? Temos um almo�o.

Pus uvas no cabelo. Prove.

�cida, como voc�.

Como assim?

"N�o negociamos com terroristas"? T�nhamos um trato.

N�o posso apoiar. Vai parecer que estamos de conluio.

E suas m�os ficam limpas.

Algo assim.

Se quer que eu carregue sua �gua, n�o fa�a um buraco no balde.

Archie, precisa dar um fim nisso. Parece estar saindo de controle.

J�!

Bem-vindos ao Festival de Divers�o, Verdade e Ideias Brilhantes.

Solte os p�ssaros.

Vamos libertar nossas ideias e matar as mais fracas,

deixando que s� as melhores voem.

Notem que essa � uma met�fora visual dessa ideia.

Contem uma piada,

porque o Iluminismo tamb�m � divertido.

O urso pede um favo e a abelha diz� que n�o.

E o urso pergunta: "Por que n�o?"

"Porque � 'mel'."

Ador�vel e inesperado.

No que minha ex-mulher pensa quando transa com o novo amante?

Na falta que sinto dela e que t�nhamos algo especial.

O que � azul, gelado e bom na cama?

Um campon�s morto!

Polo!

- Marco! - Polo!

Marco!

Polo!

Ela est� bem?

O Peter est� na guerra. O medo se manifesta de modos estranhos.

Marco!

Essa amizade s�bita � alarmante.

Verdade.

Por que est� com roupas pra quatro esta��es?

Estou com muito frio,

e piorou ao longo do dia.

Falou com o Vinodel?

Parece mais grave que isso.

E parece n�o apenas medo.

Mas n�o sei o que �.

Que coisa � o corpo.

N�o temos controle da nossa pr�pria carruagem,

e ela pode nos jogar numa vala a qualquer instante.

Tem raz�o.

O corpo tem respostas antes que a mente saiba as perguntas.

O que eu odeio s�o as perguntas do corpo.

- Marco! - Polo!

Marco!

Polo!

Desculpe. Reflexo.

Acho que est� comigo.

Atirou? No olho, como eu disse?

- N�o deu. - Qu�?

Ouvi o que ele disse e concordo com muita coisa.

Vim matar algu�m que n�o me fez nada,

porque preciso que a imperatriz me ame ou estou fodida?

Vamos focar na �ltima frase.

N�o � "estou fodida". � "estamos fodidos".

- Maxim, n�o vou fazer isso. - Marial, t�nhamos um plano.

Novo plano: Seguir o plano do Archie.

Archie resolver� tudo, e n�s escapamos ilesos.

Ele � especialista nisso.

Que decep��o.

Vamos pra casa.

- Preciso mijar. - Por que n�o foi enquanto eu sa�?

Porque me mandou ficar na carruagem, e, ao contr�rio de voc�,

sou a parte confi�vel dessa parceria.

Archie, precisamos pensar juntos.

Vou come�ar a negociar

e aconselhar contra a loucura sanguin�ria dos militares.

- Como evitar que me odeiem? - Demonstre for�a.

Est� espiando?

Pressinto quando preciso estar num lugar.

Sempre foi assim.

Certa vez, sem saber por qu�, atravessei dois campos e um rio,

parei sob uma �rvore, ouvi um farfalhar,

e uma menina caiu nos meus bra�os.

- Fascinante. Como se chamava? - Olga.

- Que �rvore? - Carvalho.

Podemos apenas negociar um acordo pac�fico?

N�o � s� ele. � o ex�rcito de �dio que ele reuniu.

Que acaba com o desaparecimento e suposta morte dele.

- Foi o oposto com Jesus. - Boa.

- O povo adora um m�rtir. - Joana D'Arc.

Minhas irm�s e eu nos vest�amos como ela e toc�vamos fogo.

- De verdade? - Podemos parar?

Est� gritando porque est� surdo?

N�o estou surdo.

- E tenho a solu��o � m�o. - Eu tamb�m.

Petrov cria um per�metro do qual ele n�o possa fugir,

Archie negocia. Se der errado, Petrov guerreia com eles.

Se der certo,

Petrov distribui rublos com a minha cara pra todos.

- Bom plano. - Bom plano.

Quando voc� est� l� e a multid�o olha pra voc�,

aquela energia�

J� estive em combate,

e voc� sente a energia como ondas palp�veis de �dio e medo.

Mas isso � amor, e faz a pele arder.

E a�, palavras e ideias desconhecidas saem de mim,

certas e verdadeiras, e�

Porra!

Nossa, como � bom!

Voc� � maravilhosa.

Eu te amo, imperador Peter.

Te amo tamb�m. Boca de veludo, bom trabalho.

Pugachev, eu suponho.

N�o transo com garotinhos. Regra minha.

Adeus, senhor. Que sua viagem pro Inferno seja r�pida e ardente.

Condutor! Vai!

- Que � isso, Maxim? - Eu o matei. Ao estilo Maxim.

Voc� est� brincando!

�s vezes o homem precisa assumir. De nada, querida.

Condutor, vai!

Gentinha de merda.

Imperatriz.

- Katya escreveu uma pe�a. - Huzzah!

Adoro pe�as.

N�o sei, n�o.

Vai ser divertido!

N�o sabemos o que �. S� sei que � sobre voc�.

Sobre mim?

Huzzah! Eles v�o me amar.

Vamos ver uma pe�a?

Antes, n�o nos imagin�vamos escrevendo pe�as.

Nossa gratid�o � imperatriz.

Campon�s, preciso sentar.

Tenho uma hist�ria pra contar.

Eu sou o narrador.

Sobre a chegada � R�ssia.

R�ssia!

Ela queima em meu cora��o.

Vejo sua promessa dourada.

Minha nova esposa.

Trago o Iluminismo.

E uma boca de veludo.

Muito bem. Mais r�pido!

Voltaire!

Diderot!

Montesquieu!

Acabei de chupar o Montesquieu!

Quer que eu mande parar? Seria chato, mas�

Preciso tomar este pa�s e seu pobre povo massacrado.

Vou libertar os camponeses,

e eles ficar�o gratos e me amar�o.

Quem � voc�?

Ol�, eu sou o Leo.

Ofere�o um p�ssego e uns amassos.

Sou o Orlo. Vamos mudar o pa�s.

Vamos fazer as duas coisas. Limpar o pa�s e criar um novo.

Te amo, Leo.

E ent�o?

Pode me dar isso?

� claro. Eu te amo.

Ponha a coroa na minha cabe�a e a l�ngua na minha xoxota.

Eu me coroo Catherine da Promessa N�o Cumprida.

Temos muita coisa a fazer.

Precisamos de foco total e n�o recuar�

Isso, porra!

Lambe essa xota!

Libertem os servos!

Eu sou Catherine da Promessa N�o Cumprida

e cheguei pra salv�-los.

Ent�o, pra come�ar, sejam melhores.

Huzzah.

Leiam livros, concordem comigo

e aceitem que n�o passam de merda,

mas s�o nobres de cora��o e prontos para crescer!

Acho que devemos ter planos mais concretos.

Quem � voc� mesmo?

Orlo!

Pra onde ele foi?

Pra R�ssia.

Cavalgamos juntos para o futuro!

N�o relinchem, digam "sim"!

Todos voc�s, dancem!

At� vomitarem!

Genial!

Ningu�m sai do sal�o sem vomitar.

Meu Deus, ent�o�

Estou um pouco�

Ela disse "dancem", cretinos! Dancem!

Me solta!

Estou muito, muito irritada com voc�!

- Tudo bem? - Silencioso.

Destranque.

V� l� pra baixo e conte aos criados sobre o Peter.

- � pra contar? Achei que n�o fosse. - A vida evolui.

- Preciso de algo. - Que tal se eu n�o te bater?

E se bater, e eu estiver nua?

T� bom. Vai logo.

Tudo bem.

Est� tudo bem.

Cai fora!

- Tatyana, tente� - Eu entendo.

Melhor amiga da imperatriz!

� sua cara, sempre chupando algu�m pra subir.

Primeiro o Peter, agora a Catherine.

Eu ia perguntar se j� sabem, mas fodam-se.

- O qu�? - N�o.

George.

Diz pra mim. Ignore-a. Tem algo estranho acontecendo, n�o tem?

Dizem que o Peter morreu a caminho da Su�cia.

- Qu�? - Morreu.

Afogado, sei l�.

E ela sabe e n�o quer nos contar.

Ela est� esquisita.

�. Sei l�. Voc�s estavam sabendo?

- N�o. - Certo.

N�o contem a ningu�m, pode ser mentira. E ela n�o est� esquisita.

Quanto mais voc� a conhece, mais v� que ela � louca.

- Tenho medo do que ela � capaz. - Por que ela n�o nos contaria?

Porque talvez ela o tenha matado, Arkady.

Ele n�o pode estar morto.

Que fique entre n�s. Odeio fofoca!

O que h� com voc�s? Estou me divertindo.

Soube o que est�o dizendo?

Tudo est� girando.

Eu sei.

Foda-se a Katya. Precisa mat�-la.

- Qu�? - Certos limites n�o se cruzam.

N�o tolero isso! Corte a cabe�a dela antes da sobremesa.

Eu�

Lembra-se das cabe�as, quando eu cheguei?

Catherine, ela atacou seu reinado, e voc� precisa reagir.

N�o pode permitir que a degradem. � o que o Pugachev est� fazendo.

N�o na sua corte. Precisa revidar.

Eu disse que podiam dizer a verdade.

Os progressistas me odiariam, achariam que os tra�.

�, eu acho que sim.

N�o pensei nisso.

Voc� � t�o esperta.

Por isso � a imperatriz.

Por que est� aqui?

Porque sou sua amiga.

N�o era.

Agora sou.

V� isso, n�o v�?

Sim.

Outro probleminha � o boato sobre a morte do Peter que assola a corte.

Qu�?

Que ele e o cavalo ca�ram num lago gelado,

ele se afogou,

voc� viu e n�o contou a ningu�m.

Ent�o,

precisa se defender e dizer que � mentira.

Porque �, n�o �?

N�o, n�o � verdade.

N�o � verdade.

Ol�. Mau momento?

Vamos assinar isto.

Eu suplico, o que � uma palavra forte para "acabe com isso".

Concorde com uma Igreja �nica,

e ele abandonar� seus seguidores e sair� do pa�s.

Sem ningu�m para seguir, eles voltar�o pra n�s.

Est� bem. Obrigada, Archie.

Aprendeu a li��o.

Controle � tudo na R�ssia, e s� a imperatriz e a Igreja o det�m.

Voc� acredita em vis�es?

Faz parte do trabalho.

Tem algo vindo pra cima de mim,

vai me matar se chegar aqui.

Boa noite.

Normalmente, n�o invadiria assim,

e acho que modos s�o fundamentais pra nossa sociedade.

Por�m, quando o maior inimigo do Estado, um tal Pugachev,

� morto a tiros pelo homem mais estiloso do reino,

um tal Maxim Illyich Vaskovy,

acho que pode haver uma toler�ncia.

- Voc� - Matei Pugachev.

Ele implorou pela vida,

mas eu sorri ironicamente e meti uma bala no olho dele.

O falso Peter est� morto.

Puta merda.

O falso Peter est� morto.

Morto pra caralho.

Deixo esse presente de lealdade a seus p�s.

Tamb�m vai gostar de ver meus sapatos

quando se abaixar pra peg�-lo.

Pugachev est� morto.

Aquele Peter est� morto.

Sim.

Sim, agora eu entendo.

Maxim.

Deus me aben�oou, Archie. Acho que todos vemos isso agora.

N�o.

Caramba. Voc� est� bem?

Tentei abrir a porta com a cabe�a.

O que est� acontecendo? Por que est� trancado?

Onde voc� estava?

Sei l�. Coisas de casamento.

Sei.

O que aconteceu?

O Peter estava num cavalo, sobre o gelo,

e simplesmente afundou.

Qu�?

Hugo � um cretino e Peter, o Grande, n�o o deixava em paz,

e eu fui desleal, mas n�o fui, mas ele morreu, ent�o fui alguma coisa.

- N�o � bom, porque n�o deu certo. - Do que est� falando?

Ele me encarou, tentei alcan��-lo, o cavalo o arrastou,

ele pareceu confuso

e um pouco puto tamb�m.

O Peter� O que est� dizendo?

Que ele est� morto.

Meu amigo est� morto.

Porra.

�.

Porra.

- E a Catherine viu? - Viu, mas est� louca.

N�o me deixa contar a ningu�m e nega que aconteceu.

- Mas aconteceu? - Sim.

Prefiro ficar inconsciente.

Sim, descanse, querido.

Descanse.

Katya, suba no pedestal.

Que pe�a deliciosa.

T�o cr�tica a mim e �s minhas falhas.

E que divertido ver a mim mesma sendo comida por um cavalo.

E todos voc�s adoraram.

Ent�o, tive uma ideia.

- As regi�es devem assistir. - Devem?

Vou cuidar pra que v� morar na Sib�ria.

Sib�ria?

Pegue casaco e chap�u. Huzzah!

Huzzah!

E tamb�m h� um boato rid�culo assolando a corte.

- De que Peter morreu. - E voc� est� mentindo pra n�s.

Ele n�o est� morto.

Pugachev est� morto.

Como ele fingia ser Peter e Maxim o matou,

obviamente, as pessoas se confundiram.

Foi Pugachev quem morreu, n�o o Peter.

Pugachev, n�o o Peter.

Sobremesas?

- Peter n�o morreu? - N�o.

Sobremesas!

Imperatriz, tenho uma del�cia especial hoje.

O imperador Peter e eu inventamos sobremesas salgadas.

Gostaria de apresentar a primeira.

Musse de caramelo salgado com pralin� de nozes,

tamb�m com sal de tomilho.

Ele estava empolgado. Pena que n�o esteja aqui pra ver isto.

Salgada.

Contei que testarei meu sal em sobremesas?

Mandei Jean-Pierre experimentar.

Loucura, mas genial.

Aviso quando terminarmos.

Te amo.

Com todo o meu cora��o, corpo e o esp�rito inef�vel que me move.

Com tudo.

Deve fazer as honras.

Eu�

Formidable, n�o?

Ele est� morto!

Ele est� morto, porra!

MAKE A DIFFERENCE! BE AUTHENTIC. BE FAST. BE CHULOS.

QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL/DM | loschulosteam@gmail.com

Legendas: Priscilla Rother

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.