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Adriano.
PARA GIORGIA VETERE: PRECISAMOS CONVERSAR
N�O FA�A NADA ENQUANTO EU N�O CHEGAR
Esta � a secret�ria eletr�nica da Dra. Giorgia Vetere.
Deixe uma mensagem ap�s o sinal.
Voc� est� a�, vadia?
Voc� est� transando com ele?
Adriano � meu, entendeu? Ele � meu.
Vou te matar. Entendeu, sua puta?
Se transar de novo com meu marido, eu te mato.
Equipe inSanos apresenta:
Tradu��o e Sincronia: JuLima
Revis�o Final: LikaPoetisa
N�O MATAR�S 2� Temporada | Epis�dio 10
Voc� usou isto?
Que fique claro que a escova � minha.
Se n�o tem uma, se vire.
Outra coisa, quando eu estiver no banheiro,
voc� n�o est� autorizado a entrar em hip�tese nenhuma.
Se acha que consegue aguentar tudo isso,
pode come�ar a trazer suas coisas.
Giorgia Vetere, psic�loga,
a morte ocorreu ontem entre �s 20h e �s 22h.
Acertaram a cabe�a dela, provavelmente com o abajur.
Parece que ela trabalhava muito com o ex�rcito,
testes de aptid�o, suporte aos militares em miss�o.
Esse tipo de coisa.
ROSARIO MORRA
ROSARIO MORRA, DAS 16H �S 17H
Andrea?
Est� com o PIN.
Entregue para a Per�cia e veja se conseguem desbloquear.
Vamos l�!
Levante as pernas!
Vai, Santini!
Abaixe essa bunda, barriga no ch�o!
E ent�o, tudo em ordem?
Mova-se, Santini!
N�o sei do que est� falando.
N�o precisamos mais nos preocupar com a Vetere,
n�o diga que n�o sabe.
Rosario, n�o encha meu saco.
E sobre sua bagun�a, falaremos depois.
Tenente. E o tempo?
�timo, Santini, como sempre.
Em forma��o!
Pelot�o...
Sentido!
Descansar, tenente.
Descansar!
Ontem � noite houve um homic�dio.
E a v�tima � uma pessoa que conhecemos.
A Dra. Giorgia Vetere foi encontrada morta
em seu consult�rio.
Isso � tudo.
Obrigado, tenente.
Pelot�o, apresentar arma!
Descansar arma!
Agora um substituto da Vetere cuidar� dos pacientes.
Quem ser�?
O Minist�rio da Defesa ainda n�o me informou.
Chegar� hoje � tarde.
Fique tranquila, Silvia.
Pai, eu preciso partir.
Faz dois anos que treino para essa miss�o.
Claro que voc� vai partir.
Como pode ter tanta certeza?
A Vetere ainda nem tinha me dado a autoriza��o.
� s� uma formalidade.
E esse novo n�o me conhece,
talvez ele n�o seja como ela.
Mas voc� continua sendo a mesma e est� pronta.
Voc� sabe muito bem disso.
Em duas semanas, descer� do avi�o
e estar� em Beirute.
General, documentos para assinar.
Pode entrar, Esposito.
Cabo Santini, por ora, isso � tudo.
Voc� ser� convocada para a consulta � tarde.
- Com quantas voc� transou? - Acalme-se.
N�o havia s� a vadia da psic�loga, n�o �?
Talvez a tenha matado por ela n�o te chupar direito.
N�o ouse falar assim comigo novamente.
Voc� me ama?
Amo.
Ent�o voc� n�o a viu aquele dia?
N�o. Ela ligou por volta das 18h para desmarcar.
E n�o te disse o porqu�?
Ela precisava ver uma pessoa.
Por que voc� estava fazendo terapia?
Minha divis�o est� se preparando para uma miss�o.
Cada um de n�s deve superar uma entrevista
para ser julgado id�neo a partir.
Certo. Se lembrar de algo, n�o hesite em me contatar.
A Per�cia achou isto embaixo da mesa da Vetere.
� o peda�o do cord�o, de uma plaqueta militar.
J� desbloquearam o celular?
Pediram mais 72 horas, mas temos os dados telef�nicos.
O que dizem?
Nos �ltimos meses, ela falou bastante
com um tal Adriano Navarro. Inclusive de madrugada.
E quem � ele?
� um tenente do quartel.
Casado.
Voc� acha que eles tinham um caso?
Julgue voc� mesma.
O que � isso?
� a grava��o de uma mensagem
da secret�ria eletr�nica da Vetere.
Voc� est� a�, vadia?
Voc� est� transando com ele?
Vou te matar. Entendeu, sua puta?
Se transar de novo com meu marido, eu te mato.
Onde estava ontem � noite, Sra. Navarro?
Sa� um pouco depois das 20h.
Adriano disse que dormiria no quartel e fui verificar.
Quando cheguei l�, disseram que ele n�o estava.
E por que foi verificar?
N�o sei, h� dias que ele anda estranho.
Comecei a suspeitar.
Quando cheguei em casa, tentei ligar para ele,
mas ele tinha esquecido o celular.
E quando o vi, n�o resisti.
Envergonho-me muito, n�o sei o que deu em mim,
mas quando vi aquelas fotos, eu enlouqueci.
Quais fotos?
Fotos �ntimas
de uma mulher bonita.
Onde estava ontem � noite?
Em casa.
Naquele momento, odiei aquela mulher,
mas jamais chegaria a mat�-la.
S� queria que ela deixasse meu marido.
O rastreamento da Fiorella confirma a movimenta��o,
ela saiu um pouco ap�s �s 20h, foi ao quartel e voltou embora.
�s 20h40, ela j� estava em casa.
Parece estar dizendo a verdade.
Certo, pode liber�-la.
Not�cias da Per�cia?
Ainda est�o analisando o DNA achado na unha da Vetere.
Vamos tentar descobrir o que Navarro fez ontem � noite.
Em forma��o!
Pelot�o, sentido!
Vejo que est� de partida para o L�bano.
O que � isso?
S�o as anota��es dos seus encontros com a Vetere.
Ela estava prestes a assinar minha permiss�o para a miss�o.
Ela ainda n�o tinha dado a autoriza��o oficial.
O senhor deveria cuidar disso, n�o?
Aqui est� escrito
que na sua fam�lia h� um caso de esquizofrenia.
Minha m�e passou anos doente.
Quer me falar sobre ela?
O qu�?
Quer falar da sua m�e?
Qual a liga��o da minha m�e com a miss�o?
Voc� tem raz�o, n�o � hora para isso.
Hoje foi apenas para nos conhecermos.
Volte amanh�, assim conversaremos mais.
- Tem algo errado? - Nos vemos amanh�.
Descansar. Descansar.
O que est� havendo?
A pol�cia falou com minha esposa e logo chegar� em n�s.
Mas e da�? N�s n�o estamos envolvidos na morte.
Eu n�o estou, n�o sei quanto a voc�.
E se estiver envolvido, saiba que fez merda.
- E o que � isto? - Voc� armou essa confus�o,
agora v� at� minha casa e d� sumi�o naquela merda.
E por que eu?
Porque a pol�cia est� atr�s de mim por sua causa
e minha esposa est� suspeitando de mim.
- O que estou fazendo aqui? - Onde estava ontem � noite?
Eu estava em casa.
Sa� �s 20h para correr um pouco
e depois fui para o quartel.
E foi para o quartel sem voltar para casa?
Tenho um quarto no alojamento dos oficiais.
Tem algu�m que pode confirmar?
Pode verificar pessoalmente, se quiser.
As entradas s�o autorizadas com o crach�.
Voc� e a Giorgia tinham um caso,
temos os registros telef�nicos e sua esposa confirmou.
No corpo da v�tima havia sinais de luta
e vest�gios de DNA masculino embaixo das unhas.
Voc� esteve naquele consult�rio.
Giorgia pediu que deixasse sua esposa, voc� se negou,
voc�s brigaram e ela amea�ou contar tudo.
Eu n�o a matei.
Achamos isto no local do crime.
Se n�o me engano no ex�rcito voc�s usam plaquetas militares.
Estaria disposto a se submeter ao exame de DNA?
Voc� n�o pode me obrigar.
N�o.
Mas posso te manter aqui.
Ligue para o promotor,
veja se consegue uma ordem para a retirada for�ada do DNA.
- Ele jamais autorizar�. - Se a resposta for n�o,
consiga os hor�rios de entrada e sa�da do quartel
e as grava��es das c�meras pr�ximas da casa do Navarro.
�s suas ordens, general.
Espere um segundo, cabo.
- Ent�o vejamos... - Papai.
O que est� havendo?
Ele perguntou da mam�e.
E o que voc� disse?
Que n�o queria falar sobre isso.
N�o sou como ela.
O que aconteceu com sua m�e, s� diz respeito a ela.
Eu te amo.
- Oi. - E ent�o?
Estive no quartel, mas sem mandado,
n�o temos acesso aos hor�rios de entrada dele.
Precisamos esperar ao menos 24 horas.
- E o promotor? - Sem consentimento do Navarro,
disse que podemos esquecer o exame de DNA.
N�o temos elementos o bastante contra ele.
Preciso de uma amostra da sua saliva.
- Voc� n�o pode me obrigar. - Posso sim.
O promotor acabou de autorizar a retirada for�ada de DNA.
- Valeria, pode vir aqui? - Agora n�o.
Saia!
- O que voc� est� fazendo? - Tentando pegar um assassino.
Com o qu�?
Com o pedido de fornecimento de pap�is?
Valeria, ele � um militar.
Me ligaram tr�s vezes do Estado-Maior do Ex�rcito
para saber o que estamos aprontando!
- Ele confessou sim ou n�o? - Ainda n�o.
Quero ele fora da delegacia.
H� quanto tempo isso vem acontecendo?
Onde achou isso?
Onde seu puxa saco escondeu.
Voc� n�o deve contar para ningu�m.
Entendeu?
Tire suas m�os de mim.
O que voc� quer?
Ou fica comigo e esquece suas putas
ou procurarei a pol�cia.
Entendeu?
Gostaria que me contasse de sua m�e.
O senhor n�o tem o direito de perguntar isso.
Fazer essas perguntas, � meu dever, cabo.
Se n�o as fizesse, colocaria em risco sua vida
e a dos seus companheiros.
Minha m�e era doente, eu n�o sou.
Mas n�o quer falar sobre ela.
O que ela te fazia, Silvia?
- O que ela te fazia... - Quer ver o que ela fazia?
Desculpe-me.
Perd�o, n�o quis dizer isso...
A Dra. Vetere suspeitava de esquizofrenia cong�nita.
Ela nunca considerou te deixar partir.
E seu pai sempre soube.
Quando ia me contar?
Contar o qu�?
A Vetere nunca teve inten��o de me deixar partir.
Voc� sempre soube.
Fiz isso para te proteger.
Para te proteger, Silvia.
Voc� acha que sou igual a mam�e.
N�o.
N�o encoste em mim, eu consigo.
N�o acho que voc� � igual ela.
Acho que voc� � especial.
Especial como?
Especial do tipo inSana?
- N�o, o que est� dizendo? - Eu consigo.
Eu consigo.
Silvia, vem c�, vamos conversar.
- Silvia... - Eu consigo.
Volte aqui, vamos conversar.
Silvia.
- Acabou? - Faltam mais duas.
Depois a gente pega.
� um jeito fofo de dizer que mudou de ideia?
N�o, quero tomar caf� da manh�, estou com fome.
- Vem comigo. - N�o.
Vai levar s� um minuto. Venha comigo.
Venha, venha.
E a Viola como est�?
Hoje far�o o primeiro exame ap�s a cirurgia.
Depois passarei no hospital.
N�o se preocupe, vai dar tudo certo.
Como se chama este objeto?
Caneta.
- E este? - � um rel�gio.
Qual a �ltima coisa que lembra de antes do acidente?
Meu pai.
Agora faremos uns testes de sensibilidade.
Est� sentindo?
N�o.
E assim?
N�o.
E agora?
Tente mexer o p�.
N�o se mexe.
N�o consigo.
Ele n�o se mexe, n�o consigo mov�-lo.
N�o consigo mex�-lo.
A Srta. Menduni n�o apresenta d�ficits cognitivos,
mas n�o tem sensibilidade e controle das pernas.
Precisamos determinar a exata natureza da les�o
para descobrir se trata-se de uma paralisia permanente.
Quando poderei v�-la?
Temos as filmagens das c�meras pr�ximas da casa do Navarro.
Veja isto, detetive.
Uma moto passa em dire��o a casa dele,
em cima s� tem o piloto.
Um pouco depois,
passa novamente, mas na dire��o oposta.
E desta vez, tem duas pessoas.
� o Navarro?
O hor�rio coincide com o indicado pela esposa,
mas n�o d� para ver a placa.
Verifique no DETRAN o modelo e a cor.
Veja se encontra algu�m pr�ximo ao Navarro.
Voc� pegou o tenente Navarro
em frente � casa dele um pouco ap�s �s 20h.
O que voc�s fizeram, Sr. Morra?
Detetive, o tenente Navarro � meu superior...
O tenente Navarro � suspeito de homic�dio.
N�s fomos a uma boate.
Que boate?
Se chama Marbeau.
� uma boate de strip-tease, fora da cidade.
As coisas entre Adriano e a esposa...
- Bem, acho que voc� j� sabe. - O que fizeram depois?
Ficamos um tempo l�,
ele saiu com uma mo�a, eu fiquei no sal�o bebendo
e depois nos separamos.
Ele pegou um t�xi e eu voltei para o quartel.
Pronto?
Sim.
Est� certo.
Tudo bem.
N�o vai ficar brava, n�o � mesmo?
O que aconteceu?
Era o general Santini,
esqueceram de me dar as permiss�es para assinar.
E preciso voltar, sen�o os coitados
n�o poder�o ir para casa hoje.
E por que ficaria brava? Voc� vai e j� volta, n�o?
N�o.
Mas a paelha degustarei com calma hoje � noite.
- Tchau. - Tchau.
E ent�o?
Est� tudo bem.
A pol�cia n�o suspeita de nada.
O que te disseram?
Nada. Acreditaram na minha vers�o.
Que vim te pegar e fomos � uma boate para homens.
Oficialmente acreditam que somos dois caras
que n�o podem ver um rabo de saia.
Adri...
E n�s?
N�s.
Por favor.
Foi por isso que a matou?
Ela descobriu que voc� e o Morra traficam hero�na do exterior.
- Foi minha esposa que contou? - O que aconteceu ontem � noite?
Foi ao consult�rio para convenc�-la a n�o contar?
- Sim, mas n�o a matei. - Como ela descobriu o tr�fico?
- Como ela descobriu? - Pelo Rosario.
Rosario Morra. Foi ele.
Ele era paciente dela, estava fazendo tratamento
por causa de um transtorno de estresse p�s-traum�tico.
E ent�o o idiota resolveu contar tudo numa sess�o.
E ela decidiu denunci�-los.
N�s brigamos, mas eu n�o a matei.
Tentei convenc�-la de todas as maneiras,
mas ela n�o quis me ouvir.
Ela me mandou embora, pois tinha um paciente chegando.
E eu n�o queria ser visto por algu�m do batalh�o.
O que aconteceu depois?
Voltei para casa,
liguei para o Rosario e fomos at� a boate.
N�s t�nhamos um contato l�,
um dos bons que venderia a droga.
Evidentemente perceberam que havia algo errado
e nos mandaram embora.
Morra sabia que voc� tinha visto a Vetere?
Claro, eu quase o espanquei quando sa�mos da boate.
Ele tinha estragado tudo.
Voc�s voltaram juntos ao quartel?
Claro que n�o, peguei um t�xi e voltei sozinho.
Ele continuou na boate. � para ele que deve perguntar.
Voc� j� foi tra�da, detetive?
Quando soube que a Giorgia tinha contado tudo ao Adriano,
meu mundo desabou.
N�o sou um traidor,
faria qualquer coisa para ele me perdoar.
O que fez depois que voc� e Navarro se separaram?
Eu estava desesperado.
Adriano disse que n�o queria mais me ver.
Eu n�o sou nada sem ele.
Vaguei um pouco pela cidade
e decidi ir ao consult�rio, eu queria confront�-la.
Queria convenc�-la a n�o dizer nada.
Mas n�o conseguiu, e ent�o a matou.
N�o. N�o foi isso.
Quando cheguei, ningu�m me atendeu.
Ent�o entrei pelo port�o
e a vi pela janela do consult�rio.
Ela estava no ch�o numa po�a de sangue.
J� estava morta.
Que horas chegou no consult�rio?
Um pouco depois das 21h.
Detetive...
quando eu e o Adriano voltamos do Afeganist�o,
tentei me matar tr�s vezes num �nico m�s.
E depois me fizeram falar com ela.
Aquela mulher salvou a minha vida.
Eu jamais faria mal a ela.
E agora perdi os dois.
� um crime militar, Valeria. O ex�rcito assume daqui.
SILVIA SANTINI DAS 20H �S 21H
Silvia, n�o!
Parada!
N�o! N�o!
Silvia! Ajudem-me!
O que aconteceu com a Giorgia?
Voc� � a paciente que ela viu aquela noite, certo?
Seu nome foi riscado da agenda.
Foi voc�?
Eu posso fazer tudo.
Sou forte.
Eu consigo.
Por que disse que n�o posso partir?
Quem disse isso, Silvia?
A doutora.
Primeiro ela disse que eu podia ir
e depois disse que n�o podia.
Primeiro disse sim e depois disse n�o.
Mas eu sou forte, eu consigo.
Foi por isso que a matou?
Ela tinha...
bloqueado a passagem
e eu n�o conseguia respirar.
Seus tent�culos estavam...
Ela n�o queria me deixar partir.
Acalme-se. Fique calma.
Parada, Silvia! Acalme-se!
Andrea!
Solte-me!
Silvia! Silvia!
Silvia, por favor. Calma, querida.
Solte-me! Solte-me!
Silvia.
Eu preciso ir.
Preciso ir, eu consigo.
Preciso ir, me solte.
- Tenho que ir. - Silvia.
Caruso, o tenente Navarro est� chegando,
vamos transferi-los para a pris�o militar.
Recebido, capit�o. Tamb�m estamos indo.
Adriano...
- Navarro, o que est� fazendo? - Parado!
Pare com isso!
- Solte ele! - Chega!
Solte-me!
- Oi, Viola. - Quem � voc�?
Me chamo Valeria Ferro.
- E sou detetive. - O que ainda querem comigo?
Fui eu que prendi o seu pai.
Preciso te fazer algumas perguntas.
Encontramos um cabo de escuta no seu carro.
Por que estava com aquilo?
Por que n�o pergunta para o seu colega?
Qual colega?
Giorgio Lombardi, quem mais?
Ele disse que meu pai era inocente.
E me convenceu a ajud�-lo a fazer com que confessasse.
Eu confiei nele feito uma imbecil.
E agora, por favor, v� embora.
Deixe-me em paz!
V� embora!
Saia daqui!
N�O MATAR�S
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