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Original subtitles

Valeria...

Acharam vest�gios de sangue perto da alian�a da sua m�e.

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Vamos, Valeria, me d� um sorriso.

- Giacomo, n�o vai ao banheiro? - N�o.

O que est� olhando?

Nada.

- Valeria! - Deixe-a em paz.

- Pai, posso ir com ela? - N�o, venha me ajudar.

- Conseguiu falar com ele? - Consegui.

E o que devemos fazer? O que ele te disse?

Que devemos matar todos.

Equipe inSanos apresenta:

Tradu��o e Sincronia: JuLima

Revis�o Final: LikaPoetisa

N�O MATAR�S 2� Temporada | Epis�dio 2

Conseguimos reestabelecer o contato, Mattei e Rinaldi

est�o na festa de casamento da filha do Menduni.

Papai, o que voc� tem?

Nada, querida.

- Posso roub�-la um momento? - Deve.

Sr. Menduni, meus parab�ns. � uma bel�ssima festa.

Obrigado. Mas quem � voc�?

Sou Fausto Bodrino, seu advogado.

Delicioso.

Nos vemos em breve, senhor.

Como se diz nesses casos?

Temos um acordo, certo?

Com licen�a.

Viu como o bolo ficou gostoso, Giuseppe?

Sim, Sandrina. Agora me escute bem.

Pe�a para o motorista levar o carro para os fundos.

- O que aconteceu? - Posso confiar em voc�?

O que ainda est�o fazendo aqui? V�o se divertir.

Chega de cumprimentos, sen�o v�o estragar os planos.

Mas n�o devemos nos despedir, papai?

Fa�a o que Sandrina mandar.

- Papai? - Fique tranquila.

Por que matou a minha m�e?

Por que voc� a matou?

Desligue esse neg�cio.

Ainda acordados?

Chega de brincar com isso, � hora de dormir.

Quanto tempo ficaremos aqui? Teremos tempo de explorar?

Conversaremos amanh�, agora durma.

Boa noite, amor. Est� com frio?

Prometo que n�o perder� a pr�xima festa.

Boa noite.

Caralho!

O que voc� disse?

Eu vou ficar com isto,

se voc� abrir o bico, nunca mais o ver�.

O que faremos na Fran�a? O que eu farei l�?

- Deixarei de dar aulas? - Minha amiga pode nos hospedar.

Para quem estava olhando no posto de gasolina?

- Tem algu�m nos seguindo? - N�o, n�o tem ningu�m.

Mas precisamos sair da It�lia. Eu j� preparei tudo.

N�o quero que Giacomo e Valeria voltem a Turim.

Eu tenho medo.

Ent�o por que n�o procuramos a pol�cia?

- Ningu�m pode nos proteger. - Que porra � essa?

Eles servem para isso, para nos proteger.

Vamos � delegacia e voc� conta tudo.

Se voc� fizer isso, n�s todos morreremos.

Voc� n�o pode pedir para mim e para as crian�as

para mudar nossas vidas por sua causa.

Mario, eu te imploro, me escute.

Ir para a Fran�a � o �nico jeito de salv�-los.

Mario...

Mario.

- Que horas precisa voltar? - Sei l�. Nunca mais.

O que me diz? Est� bom aqui?

- � perfeito. - �timo.

Giuseppe, me d� aqui, tenho mais pr�tica.

- Sempre te dou trabalho, n�o? - O que posso fazer?

O trabalho pesado sempre sobra para mim.

Gerardo.

Eu preciso ler?

Se n�o quiser, n�o precisa.

O DNA retirado do tanque...

� da sua m�e.

- Sinto muit�ssimo, Valeria. - Obrigada.

O que voc� quer?

Se tivesse falado antes, a mam�e ainda estaria viva.

- Giacomo! O que est� fazendo? - Vamos tomar um pouco de ar.

V� para casa tamb�m, tio.

Eu sinto muito.

Chegaram os resultados do rastreamento do telefone?

Valeria, pode vir aqui um segundo?

Cuidado com o que vai dizer.

N�o posso autorizar, se trata do homic�dio da sua m�e.

- Exatamente. - Voc� est� muito envolvida.

Uma vez na vida, me escute e v� para casa.

Lembra aquilo que voc� me disse?

- N�o. Quando? - Est�vamos no corredor,

voc� se desculpou por falsificar a per�cia da minha m�e

e eu disse que era muito tarde, mas ainda d� tempo.

- Tempo para qu�? - Menduni matou meu pai tamb�m.

Aconteceu uma coisa terr�vel, v� para casa e descanse.

Minha m�e encontrou com ele depois que a interroguei.

O que voc� acha que isso significa?

Tudo bem, entendi.

Respeito o que voc� pensa, mas � uma ideia sua.

E qual � a sua ideia?

Voc� acha que a morte da minha m�e

e o homic�dio do meu pai n�o est�o ligados?

N�o v� que Menduni � a pe�a que faltava.

Eu n�o sei.

Realmente n�o sei.

- Giorgio. - Sim.

Voc� j� errou uma vez, trate de n�o errar de novo.

Voc� tamb�m pensa como o Giacomo?

Foi s� um momento de desabafo.

Todos n�s estamos sofrendo muito.

N�o tinha como eu saber que aconteceria tudo isso.

Eu teria dado a vida pela sua m�e.

Eu sei, tio, n�o � culpa sua.

Eu sei que gostava dela, o Giacomo tamb�m sabe.

N�o, Valeria, voc� n�o sabe.

Sua m�e...

Quando a vi falando com aquele homem, eu...

Ela n�o gostaria de nos ver assim.

V� para casa, por favor.

Eu te ligo quando sair daqui.

Boa noite.

Sou o delegado Lombardi e conduzirei seu interrogat�rio.

Antes de come�ar, meu cliente est� disposto

a fazer uma confiss�o espont�nea.

Obviamente esperamos que no tribunal

isso seja levado em considera��o.

N�o, n�o tenho inten��o de fazer nenhuma confiss�o espont�nea.

Est� certo, vamos come�ar.

Sr. Menduni, onde estava na manh� de 22 de setembro?

N�o lembro.

Ent�o...

naquela manh�, �s 8h15,

o senhor se encontrava na Piazza Gandini,

onde roubaram o carro usado no sequestro de Lucia Ferro.

Sequestro ocorrido na regi�o do mercado da Via Machiavelli

mas isso j� sabe, visto que estava naquele carro

e o senhor a sequestrou.

Para depois lev�-la...

�s 11h20

at� a regi�o do ex-matadouro da Via Fermi,

onde primeiro a matou e depois eliminou o corpo

dissolvendo-o no �cido.

Esta reconstru��o faz sentido?

Porque, veja bem, o rastreamento telef�nico

o coloca em todos os lugares que acabei de citar.

Preciso falar a s�s com meu cliente.

Voc�s t�m 10 minutos.

Eu disse que quero conversar a s�s.

Venham comigo.

Demos um aperto de m�o h� algumas horas

ou estou enganado?

Apertei muitas m�os hoje. Era o casamento da minha filha.

E onde est� sua filha agora?

O senhor a ama, n�o � mesmo?

- Hotel Veleiros, boa noite. - Quero falar com a Srta. Ricci.

- Sra. Ricci, me desculpe. - Vou passar para o quarto dela.

- Al�? - Viola.

Desculpe-me. � que seu celular n�o estava funcionando.

N�o, n�o. Tudo em ordem.

E por a�, tudo bem? Sandrina est� com voc�?

Sim, querida.

Pode deixar. Divirta-se. Est� tudo bem. Tchau.

Aprecio sua tentativa.

O senhor � um homem corajoso.

Voc�s subornaram a Sandrina tamb�m?

Foi ela que nos procurou.

O que esperava?

Matou o marido dela h� 18 anos, se n�o me engano.

Quando ela descobriu?

Depois que Maria Grazia saiu da pris�o

e ela precisou evitar de encontr�-la.

Eu e voc� temos um acordo, sim ou n�o?

DIRIJA DEVAGAR E PENSE EM MIM! SANDRINA

- Posso dirigir? - Nem pensar.

- Dirijo muito bem. - Pare, Vale.

- Eu consigo. - Vale, cuidado.

Preste aten��o! Cuidado!

Vale?

Vale, responda, por favor.

Valeria...

Giacomo!

Onde est� sua irm�?

Giacomo...

Onde est� sua irm�?

- Ela saiu. - E aonde foi?

- Giacomo! - Para aquela festa.

Voc� � um imbecil.

Giacomo, aonde vai? Giacomo!

- O que houve? - Valeria foi para aquela festa.

E precisava descontar nele?

Por favor, me ajude. Ela n�o quer acordar.

Por favor.

Giacomo!

Giacomo!

Al�?

Nicola, mas...

Onde voc�s est�o?

Onde?

J� estou indo.

- Valeria, querida. - Desculpa, m�e.

N�o se preocupe, est� tudo bem. Nos vemos no hospital.

Vamos levar o menino tamb�m para fazer uns exames.

Maria Grazia.

Eu preciso ir. Obrigada pelo que fez.

Preciso falar com voc�.

N�o posso.

N�o estou pedindo.

Vou te esperar do outro lado do lago.

Encontre-me l� assim que puder.

Eu sa� por volta das 8h,

minha filha estava fora, correndo com o cerimonial.

Peguei meu carro e fui at� Piazza Gandini.

L� eu roubei um carro,

escolhi um com o pneu meio murcho e vidros sujos,

parecia abandonado h� muito tempo.

E com aquele carro fui at� a regi�o do mercado,

para esper�-la.

Quando a vi sa�, fui at� ela.

E pedi que ela entrasse no carro.

E como ela entrou no seu carro?

Porque nos conhec�amos.

Desde quando?

N�s fomos namorados quando jovens, na Cal�bria.

�amos nos casar.

Mas ela me deixou um pouco antes do casamento.

Mas eu sempre a amei.

E jamais a esqueci.

Por qu�?

Por que a matou?

Ela tinha me deixado.

Est� me dizendo que matou Lucia Ferro

porque foi abandonado ap�s todos esses anos?

N�s n�o t�nhamos mais nos encontrado,

mas h� alguns meses eu a revi por acaso.

Meu cora��o parou, fiquei sem ar.

Ent�o a segui at� a casa dela e descobri que tinha fam�lia.

Eu sofri como um c�o.

E pela primeira vez tentei esquec�-la,

mas n�o consegui.

Sr. Menduni...

n�o est� me dizendo a verdade.

J� haviam se encontrado ao menos uma vez antes de mat�-la.

Lembra onde estava no �ltimo 3 de maio?

Eu mesmo respondo.

Estava na Piazza San Carlo, voc�s dois se encontraram.

Temos uma testemunha disposta a confirmar.

Por que se encontraram?

- Eu desejava falar com ela. - Sobre o qu�?

Pedi para voltar comigo, mas ela n�o aceitou.

- Terminamos? - Ainda n�o.

Dezoito anos atr�s, o senhor j� estava em Turim?

O senhor tem conhecimento do fato que Lucia Ferro

passou 17 anos na cadeia pelo homic�dio de Mario Ferro?

- N�o. Eu n�o sabia. - N�o sabia?

E sabe onde ela estava no dia 3 de maio

um pouco antes de se encontrar com o senhor?

Nesta sala, sentada nessa cadeira,

porque veja bem...

a detetive que te prendeu hoje se chama Valeria Ferro

e � filha da Lucia.

E aquele dia estava interrogando a pr�pria m�e

por n�o acreditar que ela pudesse

ter assassinado o marido, Mario Ferro.

Isso foi antes de te encontrar na Piazza San Carlo.

N�o te parece estranha essa coincid�ncia?

Lamento, mas n�o sei nada disso.

Delegado, com todo respeito, o meu cliente confessou.

Pe�o que proceda com a elabora��o do depoimento.

- Vai devagar. - Desculpa.

- E o Giacomo? - N�o consigo ach�-lo.

Giacomo desapareceu? Por que n�o me disse?

Voc� estava ocupada com outra coisa.

- Valeria! - Deixe-a ir.

- Acabou de voltar do hospital. - Ela sabe onde ach�-lo.

Velociraptor?

Pegue. Vista que est� frio.

O que me diz de irmos almo�ar?

- Devolva meu Game Boy. - Est� em casa.

Sinto muito se a mam�e descontou em voc�,

mas ela anda nervosa, voc� mesmo viu.

- Est� nervosa porque me odeia. - N�o, ela n�o te odeia.

N�o tem a ver com voc�, ela est� brava com o papai.

Ent�o, a mam�e e o papai n�o se amam mais?

- Eu n�o sei. - Fale a verdade.

A mam�e e o papai jamais se separar�o. Entendeu?

Pode me explicar o que houve?

Quer saber por que Lombardi est� se fazendo de idiota?

O que quer fazer com isto?

Menduni j� foi transferido para a pris�o?

Ele est� sendo levado agora.

Posso falar com o senhor, Dr. Marra?

O Sr. Lombardi falsificou uma prova

para prender minha m�e h� 18 anos.

H� quanto tempo est� com estes documentos?

H� tempo demais.

Lombardi n�o pode seguir o caso, os dois crimes est�o conectados.

N�o vejo muitos elementos de conex�o.

Deixe-me conduzir o interrogat�rio do Menduni

e o farei confessar o homic�dio do meu pai.

Sabe muito bem que n�o posso permitir.

Quer um conselho? Se d� por satisfeita.

Giuseppe Menduni pegar� pris�o perp�tua por isso.

N�o me basta. Eu quero a verdade.

S� posso te prometer que vou estudar o caso.

Depois se surgirem novos elementos,

vou propor a reabertura do caso.

Mas voc� sabe melhor do que eu

que ap�s 18 anos � muito dif�cil que surja algo.

Em rela��o ao Lombardi, pode ficar tranquila.

Tomarei as medidas cab�veis imediatamente.

Obrigada.

Valeria, o que voc� fez?

Giorgio, precisamos conversar.

Pode me arranjar um len�o, por favor?

- Onde est� o seu pai? - Ele acabou de sair.

O que voc� tem?

Est� indo para algum lugar?

Vou comprar leite.

- Tem leite nas caixas... - N�o, eu me enganei.

Acho que deixei no caixa do supermercado.

Vou buscar na fazenda onde compramos os ovos.

Nos vemos daqui a pouco.

Tenho uma �tima not�cia, crian�as.

- Sabem quem acabei de ver? - Quem?

Os Balduzzi, tamb�m vieram passar o fim de semana

e convidaram voc�s para irem at� l�.

- Vamos agora? - Sim.

Coloquem os casacos que levarei voc�s.

- N�o estou muito a fim. - Faz tempo que n�o os v�.

Garanto que voc� tamb�m vai se divertir.

Maria Grazia. Voc�s n�o correm mais perigo.

Aquele homem que viu voc�s, Salvatore de Lorenzo,

n�o pode mais machuc�-los.

Voc� o matou?

- E agora o que devo fazer? - Deve ir embora o quanto antes.

Turim n�o � mais segura.

- Ele est� aqui? - Ele n�o, mas a fam�lia est�.

Todos est�o por aqui.

Eu estou do seu lado, n�o vou te abandonar.

Mas voc� precisa ir embora o mais r�pido poss�vel.

Meu marido n�o quer ir, h� dias tento convenc�-lo,

- mas ele n�o entende. - Voc� precisa convenc�-lo.

Maria Grazia.

Voc� entendeu?

O que contou ao seu marido?

Contei tudo.

Agora v�.

Obrigada.

Nossa filha � linda.

Esperem aqui.

Por que devemos esperar aqui?

Saiam que eles est�o esperando voc�s.

Tchau, querido.

- Pai, o que est� havendo? - Nada, amor. Fique tranquila.

Vai ver que se divertir�.

Valeria?

Giacomo?

Giuseppe?

Acho que Mario fugiu com as crian�as.

N�o sei o que fazer.

Tudo bem.

Certo. Te espero aqui.

Menduni, tem visita para voc�.

- Quem �? - Sua filha.

Voc�s t�m meia hora.

Eu lembrei.

Era voc�.

Era voc� aquele dia que sofri o acidente de moto.

Foi voc� que me socorreu.

O que aconteceu aquele dia no lago?

Por que matou meu pai?

Porque Mario era meu pai, e n�o voc�.

Voc� n�o significa porra nenhuma.

Pensa que saber a verdade far� com que se sinta melhor?

Eu tinha revisto a Lucia por acaso, um pouco antes...

daquele passeio de voc�s ao lago.

Fazia 13 anos que ela tinha fugido sem deixar rastros.

N�o sabe a dor que senti

em v�-la com voc�s, casada.

Saber que teve outro filho com outro homem.

E quanto mais olhava para voc�s, mais ficava com raiva.

E quando seu pai levou voc�s para a casa do vizinho,

entrei na casa para tentar pela �ltima vez,

ou ela voltava comigo ou eu a mataria.

Mas, infelizmente Mario voltou cedo demais.

N�s lutamos bastante enquanto Lucia tentava nos impedir.

Ent�o eu vi aquela faca

e o matei.

Por que matou minha m�e?

Ela passou 17 anos presa no seu lugar. Por que a matou?

Porque quando ela saiu, amea�ou confessar.

Ela ia contar toda a verdade.

Dizia que n�o podia mais viver com aquele peso.

Queria que voc� soubesse que ela n�o matou seu pai.

E eu n�o poderia permitir que isso acontecesse.

Eu tenho uma filha.

- Valeria! - V� se foder!

A mam�e n�o era uma assassina.

- Onde est�o meus filhos? - Agora faremos do meu jeito.

Ou vem comigo � delegacia ou n�o os ver� mais.

Tem uma pessoa vindo que vai te explicar tudo e nos ajudar.

E quem �? O mesmo que nos seguiu ontem?

Diga a verdade de uma vez por todas.

O que mudou? Por que de repente temos que ir para a Fran�a?

Quem decide as nossas vidas?

Vou pegar meus filhos e procurar a pol�cia.

Quais filhos, idiota? Se Valeria nem � sua filha.

Ele queria tirar meus filhos de mim.

N�O MATAR�S

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