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Original subtitles

MIB: Homens de Negro For�a Internacional

Meu Deus, como detesto Paris.

N�o se preocupe. N�o ficamos muito tempo.

S� FUNCION�RIOS ENTRADA PROIBIDA

Espero h� muito tempo por isto.

O que quero tanto dizer-te �...

- Lisa, queres casar... - Bonjour.

Somos os seguran�as da Torre.

Temos muita pena, mas n�o deviam estar aqui.

- Desculpem. - Desculpem.

Ent�o, ela disse sim?

- Ainda n�o pedi. - Ainda n�o pediu.

� uma pena, n�o �?

Porque aquela luz a piscar ali,

significa que houve uma invas�o no Portal 2.

Que quer dizer, dentro de alguns minutos,

as criaturas mais cru�is do universo, Colmeia,

v�o devorar-nos de dentro para fora.

N�o estou a entender.

Tudo ser� explicado se olharem bem aqui.

A Torre foi fechada para manuten��o.

Vamos acompanh�-los at� l� baixo.

Por aqui, por favor.

Obrigado.

Cuidado com o v�o.

Muito bem.

- Vamos? - Vamos a isto.

- Ol�, pessoal. - Quem �s tu?

Faz outra vez o pedido quando chegarem l� baixo.

A� est�s tu.

Vamos tentar de novo. Pode ser?

Ent�o, qual � o nosso plano?

J� estivemos em situa��es parecidas com esta.

- Mas nunca enfrent�mos a Colmeia. - Nem eles a n�s.

Lembra-te sempre,

o universo leva-nos sempre para onde devemos estar

e no momento em que devemos estar.

Mas �s vezes o universo comete erros.

BROOKLYN 20 ANOS ANTES

EST�S AQUI

UMA BREVE HIST�RIA DO TEMPO: DO BIG BANG AOS BURACOS NEGROS

Eu quero ver ac��o.

Quero ver rabos a serem chutados.

Quero perfei��o.

D�-me o taco de golfe.

- V� l�, anda. - Est� bem.

Cuidado.

Meu Deus!

Meu... Querida?

Aquilo n�o � um animal, sabes como �?

Era uma... Nunca vi nada assim.

� tipo uma criatura.

O qu�? Harry, chama a pol�cia.

- Quem? - A pol�cia! Chama a pol�cia!

Isso foi r�pido.

Boa noite. Somos do controlo de animais.

- Disseram ter visto um bicho? - Ainda n�o tinha ligado.

Estamos em perigo? Ele tem raiva?

Seja o que for, n�o � normal. Parecia uma cria...

A criatura que viu � um Taranteano ilegal

que veio de Andr�meda 2. Muito raro, muito perigoso.

- Desculpe. O qu�? - Taranteano, senhora.

Eu sei, agora parecem giros, mas quando atingem

- a puberdade, tornam-se monstros... - Taranteano?

N�o tenhas medo. Est� tudo bem.

Ou�a, h� mais algu�m em casa?

S� a minha filha. Est� a dormir.

Um guaxinim. Isso � problema vosso.

Deixem os caixotes do lixo bem tapados

e nunca estivemos aqui.

Vamos dar uma olhadela na Molly.

Tens de sair daqui.

Anda.

Est� tudo bem. Eu sou tua amiga.

Sou a Molly. Vai em frente.

Molly.

Kabla Nakshulin.

Kabla Nakshulin.

Molly, foste excelente ou mais em todas as �reas.

Teste f�sico, racioc�nio dedutivo,

l�gica, treino de armas.

S� h�... um problema.

N�o marcaste um quadrado.

A divis�o que preferes.

Todos t�m de marcar esse item.

Sim. Eu fiz o meu pr�prio quadrado

para a divis�o que n�o tinha quadrado.

Sabe... a divis�o onde usam fatos negros

e tratam dos tipos que v�m...

dali.

Queres dizer, contabilidade?

Do...

Sim, ent�o... Pois, contabilidade.

Isso deve resolver. Lembre-se. N�s importamo-nos.

Tudo pronto. Lembre-se. N�s importamo-nos.

Procure pelo �cone chamado "extens�o avan�ada".

- Certo... - Clique nele.

Qual �cone? Qual deles...

- O 13� da esquerda. - Esquerda de quem?

- Da sua esquerda. - Desculpe... j� vi.

Ent�o, conseguiu?

Sim, consegui.

A LOCALIZAR NOVO OBJECTO AN�MALO DENOMINADO 2019-AMRJ

- O que se passa? - N�o, n�o. Nada.

Vou correr o diagn�stico. Fique em linha

- e volto j� para si. - Mas eu queria...

N�o, n�o. N�o vai demorar. Aguarde, est� bem?

Mas o que � isto?

� desconcertante.

S�o eles. S�o os...

A-L-I-E-N-S?

N�o sei porque insistes em sussurrar e soletrar.

Finalmente, resolveste aparecer.

Meu Deus.

S� tenho de descobrir a traject�ria e estou dentro.

- Voltei. Muito bem... - Ol�.

...tente assim. Desligue e ligue de novo.

- Est� bem. - E lembre-se, n�s importamo-nos.

Tenho de ir.

O Jimmy vem a� para levar os filhos.

Sim.

Vamos l� ver onde est�s agora.

Bem-vindo, Professor Amitage.

TRAJECT�RIA ANORMAL

Seu danado, n�o �s um meteoro, pois n�o?

N�o, acho que �s uma aterragem ilegal.

� isso.

Est� a acontecer.

Vemo-nos em breve, Jimmy.

ALIEN�GENA EX JIMMY DIZ: "ESTOU A VOLTAR, BABY"

� aqui, � aqui.

Aqui.

Por favor, deixe o tax�metro ligado.

Eu pago extra.

PERIGO ALTA VOLTAGEM 50 MIL VOLTS

Ent�o, Jimmy? O que est�s a fazer de volta � Terra?

Isto aqui � a Terra?

- Tenham calma, malta. - Conta essa na Central.

- S� queria ver os meus filhos. - Tira essa nave daqui.

Vou escoltar o nosso amigo Zamporiano.

Siga-os!

V�, v�!

Ol�, j� trouxeram o Zamporiano?

Chegaram h� uns minutos.

O tipo tentou entrar com a chuva de meteoros.

Isso � coisa de amador, estou certa?

Quem anda � chuva...

Molha-se.

Esta sim, � amadora.

Ent�o? Vais avisar ou qu�?

C�digo Preto.

Visitante n�o autorizado.

Protocolo de bloqueio a iniciar em 3, 2, 1.

Muito bem.

- Para quem trabalha? - Alega trabalhar sozinha.

Uma civil comum a entrar pela porta da frente.

Eu acho que n�o.

Neuraliza-a.

Por favor, n�o!

Eu sei o que � essa coisa.

- Por favor. - Espera.

Ela teve uma experi�ncia.

Apagaram a mem�ria dos meus pais, mas n�o a minha.

A minha vida toda... Todos pensam que sou louca.

Dizem que preciso de terapia, o que � verdade.

Mas n�o por isto.

Ela pirateou mesmo o telesc�pio Hubble

para ver Andr�meda 2 e n�o a apanh�mos?

Noutros tempos, t�nhamo-la recrutado.

Levei 20 anos para vos encontrar.

Mais ou menos.

Quantas pessoas podem dizer isto?

Eu... Encontrei... Vos.

Claro, encontrou-nos.

Provou que n�o � louca, ganhou um pr�mio, e agora?

- Quero entrar. - N�o contratamos,

- n�s recrutamos. - Ent�o quero ser recrutada.

Vou precisar de mais, mas...

Pode dar-me uma boa raz�o.

Porque sou esperta,

motivada,

fico bem de negro.

- Estou... - A aborrecer-me!

Porque n�o tenho vida.

N�o tenho ningu�m, nem c�o, nem gato...

N�o preciso descansar.

N�o tenho nada, podia desaparecer.

O que me faz perfeita para este trabalho.

Isso a faz bem tr�gica.

Sem la�os ou rela��es.

Para n�o me distrair do que � importante.

A s�rio? E o que � importante?

A verdade do universo.

Quero saber, tudo. Quero saber como tudo funciona.

E acha que um fato negro, resolveria todos os seus problemas?

N�o, mas...

Fica bem em si.

Isso � verdade.

PRIMEIRA SEMANA DE TREINO AGENTE MOLLY WRIGHT

ARMAS - LINGUAGEM ALIEN�GENA HABILIDADES INTERROGAT�RIAS

ACEITE

A partir de agora, passar� a responder

pela identidade que lhe vamos dar.

Vestir� apenas os padr�es das for�as especiais MIB.

Foi treinada com aparelhos de alta tecnologia

ve�culos e armamento sancionados pelo MIB.

N�o se vai destacar de nenhuma forma.

J� n�o far� parte do sistema.

J� n�o existe.

A conta, por favor.

Estamos acima do sistema, estamos al�m.

N�s somos o sistema. Somos os Homens de Negro.

Homens de Negro?

Eu sei, n�o �.

Tenho uma confiss�o.

Eles atendem a um padr�o. S� um detalhe, penso.

Aqui est� a sua primeira miss�o.

Est� bem. Quando vou ganhar o meu...

Chama-se neuralizador. E n�o ganha, tem de merecer.

Foi aceite em per�odo experimental.

Impressione-me, e ent�o veremos se...

Est� bem.

PER�ODO EXPERIMENTAL

� f� da verdade. N�o �, agente M?

Gosto dela.

Acho que temos um problema em Londres.

LONDRES

Isto � suave.

Vamos continuar, outra rodada.

Ent�o... Posso expressar o quanto gosto deste lugar.

Parece formal, mas n�o for�ado, bem cl�ssico ainda assim estiloso.

Tem uma vibe para manter o foco.

Estou a brincar. Mais ou menos.

� que h� uma cobra mortal.

Muito obrigado.

Olhem s�. Straight de ases, senhores.

Sou eu de novo.

Vamos falar de neg�cios. Podemos?

Posso repassar essa mercadoria.

Com quem consigo mais? Porque estou dentro.

N�o est�.

Tenho uma pol�tica muito r�gida em rela��o aos Homens de Negro.

Deus. N�o o culpo.

Quem ia querer aqueles cretinos metidos nisto.

Homens de Negro. Ot�rios de negro, quero dizer.

Um bando de anormais, n�o �?

Basta uma ma�� podre para apodrecer todo o cesto...

Parem. Parem com isso!

Eu sou do MIB, escumalha Ceruliano.

E fica a saber que o teu clube � p�ssimo.

Agora vais dar-me tudo.

Fornecedores, vendedores, todo o esquema.

A tua sorte virou. J� est�s morto.

S� uma pessoa tem o ant�doto. A querida Emily.

Por favor.

Dou-te o que quiseres.

Por favor. O que quiseres.

Qualquer coisa que quiser?

Chegada do comboio expresso para Londres,

com servi�os cont�nuos para:

Paris, Estocolmo, Mil�o Roma, Madrid.

Apanhei-o no balne�rio. Sabia que se ia auto-neuralizar.

Avisei-o: "vais ficar cego".

Quem quer comer uma tosta?

Comia uma tosta cheia de queijo derretido.

Chegada do comboio expresso de Nova Iorque.

Bem-vinda, Agente M.

Dirija-se � Orienta��o de Novos Agentes.

Acesso concedido, Agente M.

...a cada hora do Port�o 12.

Desculpe, senhora.

Nunca � quem pensa que �.

N�o sei. Aquele faz sentido.

Ent�o, foi quem nos encontrou?

Sim, fui eu.

Eu sou o T, Grande T.

- Sim, � o... - Comando o circo.

- Sim. - Seja bem-vinda, M.

Prazer em conhec�-lo, senhor.

A Agente O disse-me para contar com grandes coisas.

- E grandes coisas ter�. - �ptimo.

Pode ir por ali.

Ol�, tu.

Espere. N�o toque nele!

UMA JORNADA DE MIL ANOS-LUZ COME�A COM UM SIMPLES PASSO

MARRAQUEXE

� o fus�vel. Vai l� ver!

Paga a conta, ent�o.

Muito bem, amigo.

Muito bem. Bebe isto.

CURIOSIDADES

Cuidado!

Se partir, paga!

Fiquem com ele.

Fiquem com ele, � um presente.

- Temos de ver a rainha. - Sim.

Temos visitas.

Declarem o vosso assunto com a rainha.

Precisamos que algu�m morra.

Como j� declarado na Sec��o 6 do Tratado de Andr�meda 2,

n�o matamos Jababianos ou participamos nas mortes deles.

Isto n�o � negoci�vel.

Mas d� para negociar.

Bom dia!

Preciso de uma m�quina in�til, antiga e estragada. Tem?

N�o vais conseguir irritar-me, H. � a Imperial com a tecla vermelha.

Tens de te manter informado.

Obrigado, Charlie.

� o antigo portal desactivado.

Local da primeira grande migra��o extraterrestre.

Ent�o o Eiffel era um agente MIB?

Foi um dos primeiros. Ajudou muitos refugiados intergal�cticos

que procuravam protec��o aqui na Terra.

Se olhar mais de perto ver� a minha av� e o meu av� nessa foto.

N�o s�o lindos?

- Aqui est�, querida. - Obrigada.

O que se passa com aquele tipo?

Nerlin!

Desculpa, mas ele � t�o giro!

- Quem � ele? - H.

� o melhor agente do edif�cio.

Salvou o mundo uma vez s� com a sua sagacidade

e o seu Deatomizador S�rie 7.

Ele salvou o mundo? De qu�?

- Da Colmeia. - Colmeia.

Guy, faz-me um favor, atende as minhas chamadas.

Vai ser um prazer. Onde � que vai?

Fazer uns trabalhos de casa.

Um triste e terr�vel incidente em Marraquexe.

O escrit�rio da �frica do Norte est� a investigar.

Por outro lado...

H, sempre resolveste aparecer.

Desculpe, senhor, atrasei-me. Bom dia.

Eu tamb�m, porque limpei aquela tua confus�o.

N�o foi nada, viste a confus�o que limpei hoje?

Foi uma miss�o n�o autorizada,

com duas equipas de conten��o e uma equipa neuralizante.

Sobre isso, prefiro olhar sob um ponto de vista positivo,

n�o reparando nos detalhes.

O bandido est� morto, ent�o...

Senta-te, por favor.

�ltimo assunto.

Um membro da Fam�lia Real Jababiana,

fez uma escala a caminho de Centaurus A.

Vungus, o Feio. Herdou esse t�tulo.

Acreditem ou n�o, Vungus � o bonit�o da fam�lia.

O holograma engorda sempre uns 4 kg.

A sociedade Jababiana n�o permite certas indiscri��es.

Resumindo,

ele quer andar na farra.

Pod�amos n�o autorizar,

mas as naves Jababianas fariam de n�s poeira gal�ctica.

Que ironia, senhor. Pensar que costum�vamos,

proteger a Terra da esc�ria do Universo.

Agora parece que as protegemos. Por acaso,

este caso � perfeito para ti. V�o tomar um ch� juntos, H?

Bem, conhe�o o Vungus e ele n�o bebe ch�.

Ele prefere Vodca, Tequila, antiss�ptico para as m�os.

Tudo junto. Uma vez, acord�mos...

- H! - Cala-te!

Desculpe, sim... parei.

Vais ser o acompanhante dele.

Por acaso, pediu especificamente que fosses tu.

Espero que n�o acabemos outra vez algemados.

- Por favor. - Ele regressa � meia-noite.

Lindo menino Se quiseres!

"Lindo menino! Se quiseres."

- Lindo homem, ele quis dizer. - Que sintonia.

- Somos assim. - Tratas t�o bem dele.

- Est�s com ci�mes. - Menino do pap�.

Bem que querias ter um.

Ol�!

- Desculpe! - Ol�!

N�o, tudo bem, estou acordado.

S� a fazer a medita��o di�ria.

Ando a tentar fazer isso.

Li que melhora a produ��o de energia mitocondrial.

Sim, claro que faz.

A minha energia mitocondrial est� l� em cima.

- J� nos conhecemos? - N�o, Agente M.

Vai estar com o Vungus hoje � noite,

e queria oferecer a minha assist�ncia.

Estudo os Jababianos.

L�ngua, cultura, pol�tica, moda.

Fiz um dossier para ler.

Um dossier! Adoro um bom dossier.

Mas � o seguinte, eu trabalho sozinho,

pode perguntar por a�.

Sabia que os Jababianos s�o empata c�li-cognitivos?

Quer dizer que podem ler mentes.

E as suas cartas.

- Bem, d� para perceber. - Como?

Aparecem manchas nas axilas e mudam de cor.

Bom saber, e obrigado pela oferta. Estou bem.

Tudo bem, vou deix�-lo com a sua medita��o.

Obrigado.

Sabe o que dei conta?

Ressona quando medita.

Pensando melhor, uma ajudinha seria fixe.

Estava a pensar, a miss�o, cubro o per�metro,

- e aborda o Vungus. - Est� bem.

Mas neste clube,

todos fazem o que bem entendem.

Aliens passam-se por humanos.

Humanos passam-se por aliens, vamos misturar.

Tire primeiro a gravata.

Certo, abra alguns bot�es e relaxe.

N�o vamos chegar e dizer quem somos.

Somos os Homens de Negro.

- Extraterrestres no ch�o. - Entendi.

Entendeu? �ptimo. Agora diga-me, como estou?

Eu fecharia...

- Eu... S� um minuto. - O qu�?

Acho que h� uma diferen�a entre estilo casual e um homem sexy.

Vamos?

- N�o � aqui? - �.

Entrada para convidados especiais.

Prego a fundo, Fredy.

Tu � que mandas, H.

Est� bem. N�o contava com isto.

O Vungus est� na casa.

Agente H.

Olha para ti, emagreceste.

E o cabelo, mudaste o corte, est� fant�stico.

Mal te reconheci.

Desculpa, Vungus, esta � a M. M, este � o Vungus.

Ol�, M!

� um prazer conhec�-lo.

Ouvi falar muito de si.

Mas muito por alto, claro.

� um sedutor, disse que a acha sexy.

Que me acha o qu�?

Uma can��o simples, claro, funciona melhor em Jababian�s.

Deve saber, j� que � fluente em Jababian�s.

Claro, estava a tentar encontrar as palavras para dizer

o quanto chama a aten��o.

Sim, chama mesmo.

A M sabe tudo sobre ti em Jababian�s.

N�o diria tudo, h� sempre algo para aprender.

� como um fetiche.

Isso implica algo sexual, e definitivamente, n�o �.

N�o, � pois. Ela est� sempre:

Jababianos isso. Jababianos aquilo...

- Querida! - Sabia que se iam entender.

V�o dan�ar. A M adora dan�ar. Ela � boa na pista.

Vamos beber. Ainda curtes Vodca com Cranberry?

Tu sabes.

M, por favor.

Vem, senta-te perto do Vungus.

Prometo que n�o mordo.

S� um segundo.

Quero quatro Vodcas com Cranberry.

Est� tudo bem. Esta rodada � minha.

Vou p�r tudo no cart�o da empresa.

Uma perguntinha, coisa r�pida.

Por acaso est�s a oferecer-me ao Vungus.

N�o, claro que n�o. O que te deu...

essa impress�o?

- Ol�! - Aquilo.

� melhor nem olhar.

Se quiseres usar-me como isco para extraterrestres, avisa-me.

- N�o gosto de mentiras. - Como fingir ser especialista

em algo que n�o se �?

- Estamos no neg�cio da mentira. - Estamos?

Os Jababianos ofendem-se facilmente. S� os queremos felizes.

Para n�o destru�rem o planeta e tudo o que h� nele.

E essa � a nossa miss�o. Se n�o aceitas...

Aceito. Mas n�o me vou meter com um Jababiano.

Mas n�o pedi para fazeres isso.

Vais ficar quanto tempo, amigo?

- O Vungus vai para casa amanh�. - Amanh�?

Ent�o temos de aproveitar.

H, quero falar contigo.

Temos de falar.

Falas muito, quero ver-te a dan�ar.

- Espera. - Vem, adoras esta m�sica.

- M, anda. - N�o, vou ficar aqui.

Adoro dan�ar sentada.

H, preciso mesmo de falar contigo.

Sobre aquela noite em Beirute? Eliminei as fotos todas.

- Juro! - N�o. Esquece Beirute.

- H! - Diz.

- Dez horas. - Exacto, a noite � uma crian�a.

Toma aten��o, H! Isto � s�rio!

�s o �nico em quem Vungus pode confiar.

Podes falar, amigo!

O que se passa contigo?

Nada. O que se passa contigo? Est�s todo s�rio.

- Relaxa! - H!

O que foi, amigo?

Est�s a sentir mal?

Vungus n�o est� nada bem.

Misturar pepino d� nisto!

Traz o carro dele e vamos sair daqui.

Vai directo para a cama, e descansa.

Vamos l�!

Cuidado com a cabe�a!

Tudo bem! Vai dormir!

Vejo-te amanh�. Hidrata-te!

- Vamos reportar? - Claro que n�o.

- A papelada � um pesadelo. - Mas o Vungus n�o estava bem.

N�o que parecesse bem antes, mas...

Acredita em mim, j� o vi bem pior.

Uma vez em Istambul...

Ajudem-me!

- MIB, parem! - No ch�o!

- M�os no ch�o! - M�os ao ar!

- M�os ao ar! - M�os no ch�o!

Qual queres? Para mim qualquer serve!

Acho que no futuro vamos ter de escolher.

- Preferes m�os no ch�o? - Se n�o te importas!

- M�os no ch�o! - M�os no ch�o!

�ptimo!

O qu�?

- Isto n�o � nada bom! - Corre!

M!

Eles est�o a vir!

Tampa de combust�vel! Vai!

Precisamos de mais poder de fogo. No retrovisor.

O que queres que fa�a? V� comprar?

E cum...

Esta nunca tinha visto.

Acho que isto n�o est� a fazer efeito.

Vamos!

Tubo de escape. Est�s pronta?

Vamos.

Assim � que eu gosto.

Certo.

Despachem-se!

Ajuda o Vungus! Eu cobro-te!

H. D�s-me uma ajuda?

N�o, o H n�o.

Ele mudou.

Consigo sentir.

Tenho de saber...

Se posso confiar em ti!

Agora estou irritado.

Esconde isto.

Passa-se alguma coisa com os Homens de Negro.

Vungus, o que � isto?

� a �nica coisa que vos pode proteger.

Vamos l�!

Onde est� a dancinha agora?

Deixem passar!

Mas que...

Como � que ele est�?

Ele morreu.

Nesta, superaste-te.

- Muito bem! - Obrigado.

Actualizem-me! O que aconteceu?

Fomos atacados, claramente. V�s? Os...

Os suspeitos...

fizeram isto com as pr�prias m�os.

Transformavam s�lido em l�quido...

- O qu�? - e depois para s�lido.

Porque est� ela aqui?

Ela...

- vai mostrar, - vai mostrar,

- a cena do crime. - a cena do crime.

Ela � agente provis�ria.

Ela n�o est� aqui, est� bem?

Mas ela, claramente est� aqui.

Porque estou a v�-la.

Obrigada.

Maneira de falar, mas tudo bem.

Ela meteu-se num problema.

Meu Deus! S� tinhas uma tarefa!

Tinhas uma simples tarefa.

Levar um lagarto a sair e beber uns copos.

N�o era um lagarto, era um amigo meu.

N�o, desculpa... Era um reptiliano,

e agora est� morto. Por causa de ti.

- Quem estava com ele? - Eu.

Est� bem. �ptimo.

Ele disse alguma coisa que pudesse explicar a raz�o disto?

Qualquer coisa. V� l�.

N�o. N�o disse nada.

- S� a recapitular. - N�o faz sentido.

Um membro da realeza morre no teu turno

por extraterrestres desconhecidos e raz�es inimagin�veis.

Isto est� certo?

Come�aste a falar e n�o tomei aten��o.

Porque n�o d�s espa�o?

- Ainda n�o. - Vai para o teu escrit�rio.

- Onde pertences. - Desta vez est�s feito.

Ficamos bem, n�o te preocupes.

Ficamos bem.

Sim. Sim. Entendido.

Sim. De facto.

Sim. Sim. Sim.

Obrigado.

Garanto-lhe que lidaremos com isso duramente.

Os Jababianos querem a vossa cabe�a.

As duas cabe�as, enviadas por mala diplom�tica.

Est� bem.

Bom dia, senhor. Tenho o relat�rio que pediu.

Obrigado.

Meu Deus, isto � problem�tico. Bem problem�tico.

Os nossos suspeitos.

Uma esp�cie chamada Diadnon.

De um sistema estelar bin�rio.

Da constela��o Draco.

Draco pertence � Colmeia. O sector rendeu-se h� anos.

O ADN dos Dyads...

est� repleto de muta��es da Colmeia.

E sabemos que n�o destroem os inimigos mas os subjugam.

Possuem-nos de dentro para fora.

Quem quer que fossem estes dois, agora fazem parte da Colmeia.

N�o sei porque a Colmeia mandaria matar um membro real.

Conhecias o Vungus muito bem.

Ele comentou a raz�o de estarem aqui?

- Ele parecia bem normal... - Senhor.

Tudo isso foi um fiasco, uma balb�rdia.

Uma falha desta magnitude requer medidas imediatas.

Do Artigo 13.

N�o sejas rid�culo. Quem diz balb�rdia?

O que � esse Artigo 13?

Desactiva��o imediata.

Seguida de exterm�nio da mem�ria.

- Espera a�. - Espera a�.

Fazem isso por qualquer coisa?

Afasta isso daqui. Senhor, ele n�o pode.

D�-me uma boa raz�o de por que n�o.

Porque...

Est�vamos a falar...

- Porque... - Porque...

Se nos apagar

- nunca vai saber a verdade. - A verdade.

Vamos. D� a ordem que eu fa�o.

Guarda isso.

Pam, vai em frente. Explica-te.

Bem, senhor.

Se pensar bem, realmente, pensar bem...

Vungus.

Quantas pessoas sabiam que ele estava aqui?

As pessoas desta sala

e talvez mais uma d�zia de agentes.

Essas s�o as �nicas que sabiam que o Vungus estaria aqui.

E presumimos que n�o deu

a pr�pria localiza��o aos assassinos.

Significa ent�o que foi algu�m

de dentro do MIB.

- N�o, senhor, ele assinou... - Senhor.

Eles est�o obviamente a enrolar, a falar de um traidor

� imposs�vel que exista algo como um traidor.

Parece como algo que um traidor diria.

- N�o sejas rid�culo. - Paleio de traidor.

- Certamente um traidor. - Chega.

Se fomos comprometidos,

coloca qualquer cidad�o do planeta, humano e alien�gena, em risco.

C, procura os assassinos.

Encontra os assassinos, todos.

Dispensado.

M, aparentemente o teu palpite estava certo.

Trabalha no caso com o C.

E v� com o Ribens algo que neutralize essas coisas.

Sim, senhor.

Ela � mesmo afiada, senhor.

Suponho que queira que trate do caso.

N�o te vou proteger mais, H.

Precisa de mim, j� lidei com a Colmeia, lembra-se?

- S� a minha sagacidade e... - N�o!

Ele lutou com a Colmeia antes

e n�o sei para onde � que ele foi!

Pensei que conseguirias liderar este lugar.

Estava enganado a teu respeito.

Acab�mos aqui.

Isto � uma ordem.

Est� enganado sobre mim, senhor.

Viu algo em mim antes e ainda est� aqui.

Pe�o desculpa por o ter desapontado.

D�-me outra oportunidade para reparar, prometo.

Acho que n�o � s� uma l�mina,

parece que carrega um tipo de veneno.

Concordo contigo.

Desculpa, o T decidiu que eu assumiria a investiga��o.

O qu�? N�o acredito em ti.

Tamb�m n�o acreditei, mas ele confia em mim.

Ele precisa do melhor agente, essas coisas...

N�o fa�o as regras, fala com ele.

M, ele est� ansioso que me acompanhes.

Aprender com os melhores, um pouco de treino.

Sim? Vamos.

- Vais ou ficas? - Eu vou.

- Imaginei. - Vamos.

H?

Muito obrigado.

Metes-me nojo.

Est� bem. Qual � a verdade?

Para algu�m que n�o gosta de mentiras, foste incr�vel!

- Eu n�o... - V� l�...

A maneira como jogamos um com o outro.

- Estava a improvisar. - Um espi�o na MIB, genial!

Descobri uma possibilidade e vou verific�-la.

- Explicaria muita coisa. - O que descobriste at� agora?

Ia realizar uma desconstru��o molecular na subst�ncia,

- e descobrir as toxinas. - Boa ideia.

N�o fa�as isso.

- Eu sei o que � isto. - Matou um Jaguabiano de 140 kg.

- Eu n�o faria isso. - Isto � Servos puro.

Esta quantidade pode matar na hora.

A quantidade certa pode fazer-te dan�ar sem roupa na boate,

durante 17 horas, sem parar.

Tanta informa��o...

Foi o que ouvi dizer, mas...

H� um lugar no mundo que fazem uma coisa assim.

Vamos!

Vens? O mundo n�o vai salvar-se sozinho.

Est�s a dizer que precisas de mim para salvar o mundo?

Sim.

Foi o que pensei.

MARRAQUEXE

Vamos ver muito disto por aqui.

� um sinal Croguliano.

� o s�mbolo da esperan�a ou destrui��o.

Ainda � muito discutido o verdadeiro significado.

Por acaso, significa harmonia.

Na Terra, significa que estamos numa �rea segura MIB.

Como sabes disso?

- Est� no novo manual. - N�o acredites em tudo o que l�s.

Qual � o meu trabalho, estar parado e calado?

Cala-te, esse � o teu trabalho.

Olha quem est� aqui, Naxar!

Sabes as regras, nenhuma tecnologia alien na rua.

Tapa essa bicicleta para n�o te passar uma multa.

H?

- �s mesmo tu? - Claro que sou eu.

Quem mais poderia ser? Ol�, Bassan.

Ol�, H, o Naxar disse que estavas morto.

O qu�? Nunca disse isso.

Disseste, mentiroso.

E porque estaria morto?

O Bassam percebeu mal.

Soubemos que tu e a Risa tinham acabado.

Riza... Quem � ela?

Isso n�o � importante.

- Humana ou... - N�o interessa.

S� curiosa como seria rela��es entre esp�cies.

Ningu�m importante. � uma velha amiga.

Que comanda o maior sindicato do crime da gal�xia.

Que � uma muito bem-sucedida mulher de neg�cios.

- Gosto de mulheres assim. - Porqu� esse assunto?

Muito triste, H. Formavam um lindo casal.

Muito obrigado, mas isso acontece.

Disseste: essa louca vai cortar-lhe a garganta.

Com licen�a por um momento.

Palavras tuas, n�o minhas.

Tiveste algo com essa pessoa?

Isso n�o � conflito de interesses?

Conflito de interesses � saber sobre a minha vida.

Prefiro n�o saber de nada.

Chega.

P�ra de bater nele,

e mant�m essa coisa coberta.

- Absolutamente. - Obrigado.

N�o vai acontecer de novo.

Prazer em conhec�-los.

O que foi?

Olhe o que veio das c�maras de vigil�ncia externa.

Afasta-te. Deixas-me desconfort�vel.

Mostraste ao T?

Ele disse que seria tudo visto primeiro por si.

�ptimo.

Eu vou mostrar-lhe.

Vai!

Isto � assombroso.

Rapaz.

A� v�m problemas.

Gosto de problemas.

Est�s a pensar no que estou a pensar?

Liga � Riza.

� este o local.

Est�o aqui h� alguns dias.

Ningu�m veio recolher.

Ol�!

Mais um passo e liquido-te, bonit�o.

Calma. Calma N�o queremos problemas.

N�o se mexam.

Olha para ti.

Como te chamas, campe�o?

Campe�o n�o � como me chamam.

- O que � isto? - Isto?

- Ele. - Desculpa.

Porque me chamam sempre de algo?

Pe�es n�o t�m nome, s� pe�es.

Est� bem.

Pe�o ent�o.

O que aconteceu aqui?

Tivemos uma festa brutal.

O Kanye apareceu e tocou o novo �lbum todo.

Um dos seus melhores trabalhos.

Olhem � volta. Apanh�mos uma surra.

Minha Rainha!

Ela morreu.

Nunca hei-de servir outra. Juro.

Enfiarei a adaga no meu corpo, assim,

pelos meus �rg�os vitais,

e depois deix�-lo,

at� que a escurid�o me leve.

N�o vais fazer isso, pois n�o?

Ou�am, um pe�o sem rainha

� s� um pe�o!

Um nada! Tenho de acabar com a minha vida,

da forma mais dolorosa poss�vel.

N�o me impe�am!

Hip�tese de sobreviv�ncia: Zero!

- Achas que o devemos impedir? - Posso continuar?

- Ser� que vai fazer mesmo? - Desculpa, o que disseste?

- Nada de mais. - N�o, fui eu que disse.

Ele � uma testemunha. Desculpa, acho que ela n�o

ia querer que fizesses isso, sinceramente.

Quem �s tu para saber o que uma rainha ia ou n�o querer.

�s uma rainha?

Considerando que todas as mulheres s�o, sim.

Mas n�o, n�o sou uma rainha.

- Sabes o que ela �? Agente. - Agente?

- Isso � um t�tulo? - Sim, � um t�tulo.

Um t�tulo de grande emin�ncia e estatura.

M � uma agente, e uma agente sem pe�o

- se � que me entendes. - N�o pensei nisso,

mas talvez a melhor maneira de honrar os mortos,

- seja continuar a viver. - Sim!

Prometo-te lealdade eterna, agente Emily!

N�o estou interessada em ter um s�bdito.

Tarde demais, j� fiz a jura de lealdade, devias ter dito antes.

Parab�ns!

E se morreres antes de mim, prometo acabar

com a minha pr�pria vida...

Da maneira mais dolorosa poss�vel.

- Sim, n�o gosto de ti. - Vamos.

Minha senhora, v� l�, n�s vamos divertir!

- Est� bem. - Sim!

H, quero falar contigo, quero contar-te uma coisa.

- Conta! - � sobre... onde est�?

- Isto aqui? - Roubaste-me?

N�o roubei nada, recuperei a prova que roubaste.

O Vungus mandou-me esconder, porque n�o confiava em ningu�m!

Est�s a dizer que acreditaste no Vungus

e n�o no teu parceiro, um agente s�nior?

Numa palavra, sim. H, por falar em agentes...

Vem!

- Porque est�o aqui? - N�o sei, algum

pr�mio importante que n�o avisaram ou estamos feitos.

Obrigado, preciso que verifiquem todos os becos, ruas e esgotos.

Podes aproximar aquela c�mara ali, por favor?

Ser� que algu�m aqui me pode explicar o que raio se passa?

Senhor, � um assunto um tanto delicado,

achei melhor n�o o incomodar.

- C, vamos falar. - Sim, senhor.

Ningu�m sai da cidade, entendido?

Ouve, isto n�o faz sentido, apesar dos teus sentimentos

pessoais, o H � um dos melhores agentes que j� vestiram este fato.

Ele foi um dos melhores agentes,

mas n�o � o mesmo desde a Colmeia, olhe! Olhe!

Dizem que o Vungus, roubou da divis�o de pesquisa

avan�ada do departamento de guerras da Babiano.

E trouxe-o para c�.

E escondeste isto de mim por quanto tempo?

- Explica-te! - Quer que explique?

Seja l� o que isso for, estava com a M e o H no seu escrit�rio.

E o senhor deixou-os ir, com todo o respeito, deixou-os ir.

- Prossegue. - Sim, senhor.

- Espera! - Senhor.

Tr�-los directos a mim!

Seja o que for isso, o Vungus morreu para o proteger.

Deu-me porque n�o queria que o levassem.

- Sim, senhor. - H, ouve-me.

Esta opera��o n�o � minha, saiam da� e venham ter comigo.

A M tem raz�o, pode haver um traidor entre n�s.

Fica com isto, vou despist�-los.

Vou ter contigo � pra�a em 20 minutos.

Pessoal, por aqui!?

Nasr! Preciso que me emprestes a tua mota.

Contanto que seja emprestada e n�o roubada.

Depressa, vamos!

Certo... Acelerador.

- Trav�o... - �gua. Muito quente l� fora.

�s muito am�vel.

- � f�cil de pilotar, n�o? - Sim. Muito f�cil, sim.

Como andar de bicicleta.

Fixe.

Desculpa!

Isto n�o � nem um pouco como andar de bicicleta.

Depressa, sobe!

Segurem-se bem!

Merda!

Aguenta-te, Pe�o.

Aguenta!

Esperem por mim!

N�o acredito que isto funcionou.

- H... - Que �?

Sim. P�e os �culos.

- Ol�, pessoal. Por favor olhem... - Arranca.

O que achas? Bot�o vermelho?

- Acho que � hipervelocidade. - N�o, hipervelocidade � azul.

�s vezes tens de confiar no teu instinto.

O meu instinto diz para ir em frente.

Algu�m aperte alguma coisa!

Sem rastos.

Que te disse? Hipervelocidade.

Confia sempre no teu instinto.

Deus, detesto areia.

O bot�o vermelho foi, demais.

Vamos apert�-lo outra vez.

O que est� a fazer?

A mexer-se.

O que � essa coisa?

Est�s a ver o n�cleo?

Como continua a emitir energia conectiva

atrav�s do interior da fotosfera?

Sim, estou a ver tudo.

Bem ali, na fotosfera.

- � isso tudo. - Espera...

S�o explos�es termonucleares.

O que isso quer dizer? Tipo...

Isso � tipo uma bomba?

Acho que estamos a olhar

para uma super estrela comprimida.

E pela temperatura e cor...

diria que � uma Gigante Azul.

Aperta o bot�o e vamos ver o que acontece.

Est�s a sugerir que utilizemos uma estrela

transformada em arma, s� por divers�o?

Pela ci�ncia e pela divers�o.

A ci�ncia � bem divertida.

Est� bem.

N�o h� lugar melhor do que este.

N�o chamam de Quintal Vazio � toa.

Foi por isso que sugeri.

Ponto 001, ser� que � bom?

�. Come�a devagar.

Aperta o bot�o.

Talvez se aumentares um bocado.

Esse foi o mais fraco?

Ser� que v�o perceber que aquilo n�o estava ali?

Senhor.

Eles fugiram.

Acho que quiseste dizer que...

- Perdeste-os. - Posso garantir que...

- Eles tiveram ajuda. - � prov�vel.

Mas conhe�o o H.

O que ele estiver a fazer, tem uma raz�o.

Porque ainda o protege?

O que mais tem de acontecer?

Estou a proteger esta institui��o.

De quem? De mim?

Est� a questionar a minha lealdade?

No m�nimo, do teu julgamento.

Mais alguma coisa, agente C?

- N�o, senhor. - �ptimo.

Ent�o, queres sair?

O Vungus sabia como isto era poderoso?

Sabia que podia destruir o mundo

mas deu-to a ti. N�o entendo.

Tinha acabado de te conhecer. Porque fez isso?

N�o sei.

Talvez ele...

Confiasse em mim.

N�o vou duvidar da tua palavra, mas...

Cantei no funeral da m�e do Vungus.

Foi muito bonito e...

sab�amos tudo um do outro.

Tenho a certeza que confiava em mim.

Est� bem, H. Se queres tanto saber.

Ele disse que tinhas mudado.

J� estou a ficar cansado desse paleio que mudei.

Sou a mesma pessoa.

A s�rio que foste sempre assim?

Assim como?

Prepotente. Arrogante.

Imprudente.

- Esqueci-me de alguma coisa? - Olha...

Arrogante e imprudente, fixe.

Talvez seja isso, de vez em quando.

Mas, v� bem. O meu trabalho � salvar o planeta.

E fa�o muito bem.

E aqui as regras s�o: "n�o temos regras"!

Isso � uma regra.

Caramba. Ningu�m se mexe.

Larga isso, bola de p�lo.

- Ningu�m se mexe! - Como vieste aqui parar?

Est�s a sentir hidratado, H?

Nunca tinha tomado banho.

Perdi tanta porcaria que estou levinho.

- Bebemos dessa �gua. - Achei com gosto de barba.

Est� bem.

Ouve-me, companheiro.

Vamos ser sensatos, n�o sabes com o que est�s a lidar.

- Ent�o... - Eu sei, de certeza que sei.

E ela vai pagar muito dinheiro por isto.

N�o, n�o. Espera!

Boa sorte, palha�os!

Belo trabalho, H.

Pe�o, pede-lhe a chave de fendas, por favor?

Ela tem nome e um t�tulo. E sabes disso.

Minha senhora, o palerma quer a chave de fendas.

Pe�o, diz-lhe que quanto mais depressa restaurar a energia

da minha consola, mais cedo descobrirei como a programar.

A minha senhora diz que �s um palha�o idiota

cuja idiotice amea�ou a exist�ncia do planeta.

Ela n�o disse nada disso, est� bem?

- Sua pe�a in�til de xadrez. - Ela disse.

N�o disse nada.

Mas pensei em dizer exactamente isso.

Muito bem falado, obrigada.

Diz � tua senhora que j� temos energia.

O tot� disse que j� temos energia.

Podes agradecer-lhe?

- A s�rio? - Curto e grosseiro, educadamente.

Podes incrementar, diverte-te, confio em ti.

A minha senhora diz obrigada.

Eu sei para onde foi e como a recuperar.

- Minha senhora. - Podes deixar comigo.

- Estou a ouvir. - Bassan s� tem um comprador,

a Riza... Stavros.

Aquela com quem andavas a sair?

A traficante de armas intergal�cticas, a Riza.

Desculpa l�, namoraste a Riza Stavros?

A mercadora da morte?

A m�e do homic�dio?

- Ela � boazona. - N�o sabia

que era traficante quando a conheci.

Andava distra�do com a...

sedu��o feminina e a sua beleza intoxicante.

N�o est�vamos interessados em r�tulos, mas em sentimentos.

Se ter um cora��o rom�ntico � crime, podem matar-me.

- Ainda n�o. - Avisas-me?

A s�rio?

Cora��o rom�ntico?

O qu�?

� engra�ado?

Cora��o rom�ntico.

Quem � que fala assim?

Que tot�.

Nunca te apaixonaste, pois n�o?

N�o estou a gozar, s� estou a perguntar.

Nunca deixaste o cora��o falar mais alto?

O que � isto? "O Di�rio da Nossa Paix�o"?

Nunca vi, mas acredito que tenha muito desta treta.

N�o, nunca.

Paix�es s�o inst�veis, a raz�o � inconstante.

- Achas mesmo? - Acho.

Atrac��o f�sica s�o s� algumas reac��es qu�micas no c�rebro.

N�o se pode confiar nisso.

N�o � real.

O universo tamb�m n�o s�o s� algumas reac��es qu�micas?

Tenho a certeza de que podes confiar nisso.

Parece bem real.

Isso foi bem profundo.

Isto deve chegar.

Liga-o.

Obrigado.

Pe�o.

- A� n�o. - Fui o mais longe que pude.

At� podia saltar mais alto, mas ficaria estranho.

Est� bem. J� chega.

E a� vamos n�s.

Mas que maravilha!

Muito bem.

Conhe�o a Riza, pode at� ser a mercadora da morte.

Mas tem uma fraqueza.

Est�s pronto para ser her�i, pequenito?

- Estou pronto a tudo. - �ptimo.

Vamos a N�poles.

� fortaleza fortificada da Riza

para a morte certa?

FORTALEZA FORTIFICADA DA RIZA

E DA MORTE CERTA

N�o disparem, n�o disparem.

Desculpa.

Podemos fazer isto noutro dia? Chegou outra visita.

Obrigada.

Adeus.

Luca! Saudades minhas?

N�o.

H.

Eu sei porque est�s aqui.

Porque est�s de cal�as cor-de-rosa?

Como est�o as coisas?

J� faz um tempo, n�o?

Isto � o dif�cil das separa��es:

as amizades que perdem.

Foram bons tempos, n�o foram?

A Riza e eu tivemos bons tempos.

Acho que te escondias para espiar, n�o?

Maravilhosa, n�o �?

Simplesmente adoro criaturas burras e lindas.

J� me sinto em casa.

Ent�o...

Levaste finalmente um pontap� no rabo da MIB?

Por acaso, quem deu fui eu.

Alguns cavalos nascem para ser livres.

E outros para serem abatidos.

O que queres daqui?

Queria ver-te.

E trouxe-te uma coisa.

Sei que gostas de bichinhos especiais.

Ent�o trouxe-te uma oferta de paz.

Miau, miau.

�o, �o. Etc, etc.

Bem, adorei.

Ele �...

giro e feio ao mesmo tempo.

� o �ltimo da esp�cie dele.

Sempre soubeste derreter-me o cora��o, n�o?

Sempre soubeste fazer o meu bater mais depressa.

Nenhum neuralizador vai fazer esquecer-me disso.

Queria muito ver as minhas armas a fazerem-te em peda�os,

mas depois que vi essa perfei��o...

Que � a tua cara e...

Tenho de saber.

De saber o qu�?

Quero saber a verdade. Alguma vez foi a s�rio?

Isto...

Eu, tu... foi?

Esta quero ver.

Foi?

Sempre soube quem eras. O meu trabalho era...

Ganhar a tua confian�a e...

Acabar contigo � primeira oportunidade.

Esta � a verdade.

- Vou desligar agora. - Cala-te.

- O qu�? - N�o, falava com o meu cora��o.

- � como uma voz dentro de mim. - Eu sei.

N�o h� como fingir aquilo.

- Obrigada. - Est� tudo bem.

A s�rio, obrigada por...

Por acabar contigo numa boa.

Todos precisamos

- de acabar as coisas numa boa. - Tira-o daqui.

O qu�? Calma. Espera um segundo.

- Tamb�m preciso de acabar bem. - H, s� um pequeno conselho.

Na pr�xima vez que trouxeres uma oferta de paz,

n�o fa�as no mesmo dia que adquiri

a arma mais poderosa j� criada.

N�o tem nada a ver com isso.

Nem sabia que tinhas uma arma dessas.

S�o coisas diferentes. � s� coincid�ncia.

Ponham-no no barco.

Acho que correu bem, rapazes. Parece que vamos ver-nos mais.

Onde � que est�?

Sebastian, querido.

O que achas de destruir sistemas solares inteiros

sem sa�res de casa?

- Pe�o? - Sim, estou aqui.

Olha para isto. Pronto para mim.

Pe�o, agora � contigo.

Esse tipo de press�o n�o � construtiva.

� muito simples. Queres ou n�o?

Foi perfeito!

J� te ligo.

Olha para as tuas perninhas. �s t�o r�pido.

N�o voltes a fugir. Ol�.

E eu a pensar que o H estava sozinho.

Tolice a minha.

Pobre de ti.

Tem sido uma aprendizagem �ngreme, sim.

Boa resposta. Esta � uma arma Aniquiladora 9.9

Sabes o que faz ao corpo humano?

Faz-te ferver de dentro para fora.

Giro.

Sabes o que o Pe�o faz com armas como a tua?

N�o. Diz-me o que � um pe�o.

Eu sou o Pe�o, sua maluca!

Parece que o jogo virou.

Que pega incr�vel!

Fez-me sentir bem.

N�o te preocupes. Faz tudo parte do plano.

H, sempre foste delirante.

Oferta de paz.

Mata-os.

Come�a com ele e f�-lo sofrer.

N�o, n�o precisas fazer isso.

P�em-me no ch�o, Taranteano.

Espera, disseste Taranteano?

- Sim. - Sim, minha senhora, disse.

Eles s�o bem s�rios quando se trata de matar.

T�m um c�rebro do tamanho de uma azeitona.

N�o est�s a ajudar.

A criatura que viu,

era um Taranteano ilegal de Andr�meda 2.

Taranteano?

Conhe�o um Taranteano.

Uma vez encontrei um.

Ajudei-o.

Kabla Makshulin!

O qu�?

Kabla Nakshulin?

O que ela disse? Como sabes isso?

Porque ele disse-me.

- Molly? - Sim.

Molly? Est�o a gozar comigo? A s�rio?

Quem � delirante agora?

�s tu?

Como est�s grande! Eu tamb�m.

D�-lhe a caixa.

Nunca. N�o podes fazer isso.

Tratei-te bem, deixei-te matar todos que querias.

V� l�.

N�o?

A caixa.

Obrigada.

A prop�sito, mudaste a minha vida.

S� uma pergunta: o que significa?

Significa...

Um dia matarei quem quiseres

de forma cruel para pagar a d�vida.

Ou vamos mant�-la aqui por um momento

enquanto ele e eu decidimos o que fazer.

- H! H, est�s bem? - Fixe.

Estou bem.

Aquilo foi...

- Aquilo foi duro. - Foi e, para mim, bem penoso.

- Percebi. - Acho que o plano correu mal

- em cada sentido imagin�vel. - Sim, bem...

Ent�o...

Chamas-te Molly, certo?

- N�o era para saberes. - Tarde de mais, agora sei.

Por isso acho justo dizer o meu.

- N�o quero saber. - Vou dizer.

- Est� bem. - Preparada?

Hor�cio.

- N�o �. - N�o �.

� Henry.

- Tens cara de Henry. - Ainda bem, � o meu nome.

- Sou o Steve. - A s�rio?

Pensava que pe�es n�o tinham nome.

N�o temos. S� n�o queria ficar de fora.

Ol� Steve.

Isto n�o parece nada bom.

N�o estou a gostar do que est� a acontecer ao ch�o.

Kabla Nakshulin!

Valia a pena tentar.

Vamos levar a arma, para a Colmeia.

N�o! N�o sei se sabem, mas...

N�s somos os Homens de Negro.

Os Homens e as Mulheres de Negro.

- Boa defesa. - Se acham que vamos entreg�-la,

est�o enganados, n�o sabem com quem est�o a lidar.

N�s protegemos a Terra, tudo e todos que est�o nela.

Querem com�dia? Est� bem, vamos l�!

Saiam da frente ou vou destruir a ilha toda e tudo que h� nela!

Incluindo n�s.

Dev�amos ter conversado antes, fiz um discurso enorme!

Sim, gostei muito do discurso, mas n�o acho que adiante.

Ouviram-me? N�o me obriguem a us�-la.

Fazemos qualquer coisa para proteger o nosso mundo.

N�s tamb�m.

Tudo neste universo � mortal...

Se usarem a arma apropriada.

Est�o bem?

Sim, senhor, estamos �ptimos.

- Como � que nos encontrou? - Experi�ncia.

Outra vez a Riza, H? Quando vais aprender?

Sabia que podia contar contigo, que no fim conseguirias.

Obrigado, senhor.

Obrigada a ti tamb�m, M.

A agente A acreditou em ti, ela tinha raz�o.

O universo sempre nos leva para onde dev�amos estar...

No exacto momento em que dev�amos estar.

Vamos para casa.

Vamos mant�-lo em seguran�a, vamos?

Sandra, informe o consulado Jarbabiano

que recuper�mos a arma.

Foi uma miss�o e tanto para quem est� em avalia��o, M.

Marraquexe, um Quintal Vazio...

N�poles.

Imagina o que poder�s realizar quando fores uma de n�s.

Sim, senhor.

Aproveita este momento, M.

Nunca dura muito.

N�o sei como fazes, mas n�o perdeste o h�bito.

O qu�, C?

Salvar o mundo, da destrui��o total, duas vezes.

Depois de tanto tempo, digo...

Que mais?

MIB!

Boa!

- Com licen�a. - Sim.

- Ol�. Como est�s? - Ol�.

- Tu sabes. - Festa fixe, n�o?

- Passa-se alguma coisa. - � o que estava a pensar.

Certamente morria para salvar o meu mundo.

Foi o que eles disseram.

Disseram que precisavam da arma para a Colmeia.

E se percebemos mal?

Usaram talvez a arma contra a Colmeia,

para salvar o mundo deles.

O que faz parecer que nem existe uma Colmeia.

Mas o ADN e muta��es, o Grande D tem amostras.

Vamos ver...

Agente H, mostra-me a transcri��o anterior.

FICHEIRO APAGADO

Quem tem autoridade para fazer algo assim desaparecer?

Vem comigo.

E o T?

Como sabia que est�vamos l�?

Estava a fazer o trabalho dele.

Que consistia em localizar-nos?

Isto foi um presente dele, tem um chip dentro.

Preciso de ver a arma confiscada.

- Isso n�o � poss�vel. - N�o � poss�vel?

Sou o Agente s�nior do caso, vamos tornar poss�vel.

Acho que tem andado atr�s dela o tempo todo.

Grande D � o traidor.

- Tem de ser. - Para quem e aonde a levaria?

Paris.

Pode ser em Paris.

Eu sabia, este tempo todo, tinha algo de errado.

Pensei que te estava a cobrir, e na verdade...

Era ele. A cobrir os pr�prios rastos.

Tem de haver uma explica��o, vem M.

- Eu vou com voc�s. - N�o, C!

- Isto n�o � sobre ti! - Eu sei, concordo.

Ouve, se isto for verdade,

e souberem que o Agente mais condecorado da MIB

foi acusado de trai��o,

a ag�ncia nunca vai recuperar.

Se o impedirmos, ningu�m pode saber.

Mas e se n�o conseguirmos?

Fazemos o qu�?

Ent�o diz que fui eu...

Diz que eu era o traidor.

Confia em mim, a Ag�ncia vai acreditar.

Tu!

� verdade, esqueci-me deste detalhe.

� disto que estou a falar.

Eu conduzo.

Isso devia estar deste lado.

N�o neste pa�s.

Tem de estar um grande bot�o vermelho por aqui.

Sim, aperta o bot�o vermelho!

Encontrei.

H, tens de ver isto!

Um portal do Sector C foi activado!

- A Colmeia! - Estou a enviar refor�os.

Lembras-te quando te disse que mentir fazia parte?

O T disse-me na noite do recrutamento.

"Podemos mentir ao mundo, mas nunca entre n�s".

- N�o acredito que ele mentiu. - N�o podes confiar demais, H.

�s vezes as coisas s�o como parecem ser.

N�o, salv�mos o mundo.

Juntos, s� com o nosso instinto e armas anti-mat�ria.

� o que dizem.

H, podes dizer-me mais uma vez,

como destru�ram a Colmeia?

H� tr�s anos, o Grande T e eu enfrent�mos a Colmeia,

com nada mais al�m do nosso instinto e armas anti-mat�ria.

Sim, mas como fizeram?

O que est�s a fazer?

S� estou curiosa, como fizeram?

- Acabei de dizer. - N�o disseste.

J� disse algumas vezes...

O T e eu, enfrent�mos a Colmeia, com o nosso instinto

e armas anti-mat�ria...

Estou a repetir-me, n�o estou?

- A toda a hora. - Cada palavra.

- Do que n�o estou a lembrar. - H.

Acho que n�o derrotaram a Colmeia naquela noite.

Acho que foste neuralizado.

Vieste para despedir,

e trouxeste a ador�vel M.

Um grande evento hist�rico este aqui.

Eiffel, descobriu o Buraco de Minhoca.

Portais para outras civiliza��es.

A primeira imigra��o extraterrestre.

E tamb�m fizemos hist�ria aqui, n�o fizemos H?

S� com a nossa intui��o e armas anti-mat�ria...

N�o!

N�o fizemos.

A Colmeia queria a arma mais poderosa da gal�xia,

pediu ao Vungus que a trouxesse aos Homens de Negro.

Esperou. E quando chegasse, dava-lhes.

Meu querido rapaz, sempre foste o mais esperto.

Mas... N�o h� como parar isto.

Com a arma fora do caminho, todos os planetas cair�o.

A come�ar por este.

Afaste-se dos controlos!

Neuralizou-me.

Fez de mim um her�i, o tipo que salvou o mundo.

Criou uma mentira para vender outra.

Eu queria isto!

Estavas l�!

Foste sempre como um filho para mim.

H!

Como um filho para mim!

- Esse j� n�o � o T! - Sempre como um filho

para ele!

Dispara, dispara!

Minha rainha!

Estou a caminho!

O que fazemos? O que fazemos?

Ajuda-me a traz�-lo. Sei que ainda est� l� algures.

Eu sei que est� a� algures!

Sou eu, o H!

Lembra-se? Queria que assumisse o seu lugar.

M!

A verdade do universo.

Quero saber tudo!

O universo � um caminho que leva ao teu destino.

Quando devias estar l�.

Minha rainha!

N�o preciso de outra rainha.

Disse que era como um filho para si!

Era como um pai para mim!

H?

Na hora certa, no lugar certo!

Pe�o?

- Sim? - Serviste bem a tua rainha.

Obrigado, minha senhora!

Foi uma honra!

� t�o dif�cil como dizem?

Numa palavra, sim!

N�o estragaram tudo!

- N�o, senhora! - Bem...

Sendo sincero, houve alguns momentos que...

- Vamos poupar a sinceridade! - Certo, n�o estrag�mos!

Disse haver um problema em Londres, voc� sabia.

Estava a desconfiar da Sede de Londres h� um tempo.

Nunca percebi o motivo.

O T viveu por esta organiza��o, era um dos melhores, vai fazer...

Falta!

Bem-vinda ao circo, Agente M.

J� n�o est� em avalia��o.

Olha. Parece que o meu trabalho acabou por aqui.

- Mas tu est�s! - Estou qu�?

Em avalia��o. Para l�der da filial de Londres.

O qu�? Em avalia��o para l�der?

Parece que estou a ser promovido e despromovido ao mesmo tempo.

N�o penses assim.

H� muitos anos, antes disto tudo,

o T comentou comigo sobre um jovem agente de terreno

muito promissor, com certas qualidades de lideran�a.

Ele estava enganado sobre ti?

N�o. S� penso que existem

outros agentes com mais experi�ncia.

� verdade.

Mas tem apoio total da equipa S�nior,

e tamb�m, do Agente C.

A s�rio?

Vais aceitar?

- Sim. - �ptimo.

Falarei com os meus superiores.

Precisa pegar nas suas coisas

e apresentar-se na MIB de Nova Iorque na segunda.

Nova Iorque?

Obrigada, Agente O.

Parab�ns, estagi�rio.

Parab�ns a ti, tamb�m.

Deves querer falar com os teus agentes.

Venha comigo.

Queria saber como tudo funciona?

Agora j� sabe.

E como

j� deve ter percebido, Agente M...

H� um pre�o.

O que est�s a fazer a�?

Tenho de resolver umas coisas antes de voltar.

Tipo, roubares o meu carro?

N�o. Tipo, conduzi-lo.

Pelo menos est�s do lado certo.

- Aprendo depressa. - Podes levar-me a Londres?

Vamos l�.

Meu Deus. N�o precisava disto.

Podes usar aquela coisa que faz esquecer em mim?

- O que est�s a fazer aqui? - Vai-te acostumando, bonitinho.

- Eu sou a tua nova ama. - A minha nova qu�?

- Ama. - Ordens da rainha.

Ela disse que a tua hip�tese de sobreviver sem mim, � zero.

N�o disse isso... assim.

Ela disse quase zero. Arredondei para zero

porque � o que eu acho.

Considera um presente de despedida.

V� l�. Eu salvei o mundo.

N�o viste porque estavas a levar uma surra.

- Tenho alternativa? - N�o.

Isso! Assim � que se fala.

- Onde est� o bot�o vermelho? - Est� bem aqui.

� por isso que n�o gosto de ti.

Gostei desta op��o.

Esta m�quina � muito complicada. Tens de ter cuidado.

Sim, percebi.

Vou confiar no meu instinto.

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