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Original subtitles

Hoje, em Capitol Hill,

um apelo bipartidário a mais transparência governamental sobre óvnis

ou, como os militares lhes chamam, Fenómenos Aéreos Não Identificados: UAP.

Os objetos foram detetados sobretudo onde todas as operações,

as operações da Marinha, são conduzidas em todo o mundo.

A tecnologia que enfrentámos

era muito superior a tudo o que temos atualmente

ou que teremos nos próximos dez a 20 anos.

Os fenómenos aéreos não identificados são uma potencial ameaça à segurança do país

e têm de ser tratados como tal.

O governo dos Estados Unidos reuniu muita informação sobre os UAP,

ao longo de muitas décadas,

mas recusou-se a partilhá-la com o povo americano.

Isto está errado e, além disso, gera desconfiança.

TODOS OS ENTREVISTADOS NESTE FILME TÊM CONHECIMENTO DIRETO

SOBRE FENÓMENOS AÉREOS / ANÓMALOS NÃO IDENTIFICADOS,

COMO RESULTADO DO SEU TRABALHO PARA O GOVERNO DOS EUA.

EMBORA ALGUM DO SEU CONHECIMENTO SEJA CONFIDENCIAL,

ESTÃO, AGORA, A QUEBRAR O SILÊNCIO COM O QUE PODEM REVELAR LEGALMENTE.

Passei 11 anos na Marinha dos EUA como piloto de caças.

Durante 18 anos, pilotei caças para a Marinha dos EUA.

Passei 20 anos a trabalhar na comunidade de inteligência dos EUA.

Fui o quarto diretor da inteligência nacional.

Passei 25 anos como oficial sénior da CIA.

Reformei-me da Marinha como almirante de uma estrela, após 32 anos de serviço.

Trabalhei em programas altamente confidenciais de UAP para o governo,

como cientista sénior.

Passei 32 anos a entrar e a sair do governo na segurança nacional.

Trabalhei 28 anos como astrofísico em programas altamente confidenciais de UAP,

para o governo dos EUA e para a indústria da defesa.

Sou professor no Departamento de Patologia

da Fac. de Medicina da Univ. de Stanford,

e, nos últimos dez anos,

tenho trabalhado com o Departamento de Defesa

e com pessoas na CIA em assuntos sobre UAP.

Cheguei à conclusão de que, não só não estamos sozinhos no universo,

como fomos descobertos por uma inteligência

de outra parte do universo.

Há provas de que não estamos sozinhos.

A humanidade não é a única espécie inteligente no universo.

Não estamos sozinhos no universo.

Seria muito arrogante sugerir

que não há outras formas de vida por aí.

A humanidade não é a única inteligência no universo.

Os UAP são reais. Estão aqui e não são humanos.

Há outras inteligências, que têm naves exóticas altamente avançadas,

a interagir com a população humana.

Estão aqui. Isto é real. Está a acontecer e agora.

A inteligência não humana existe.

Tem interagido com a humanidade e tem-no feito,

neste planeta, há muito tempo.

Não somos a única forma de vida inteligente no universo.

Há algo aqui no planeta connosco que é inteligente

e mais inteligente do que nós.

Esta é a maior descoberta da história humana.

A ERA DA REVELAÇÃO

Chamo-me Lue Elizondo. Em 2009, a minha vida mudou para sempre.

DEPARTAMENTO DE DEFESA

Foi quando fui recrutado para um programa altamente confidencial,

para estudar Fenómenos Aéreos Não Identificados,

UAP, também conhecidos como óvnis.

O meu trabalho para o governo dos EUA remonta há quase 30 anos,

quando me alistei no Exército dos EUA.

A partir daí, tive a sorte de ser recrutado

para vários programas dos serviços secretos militares.

Durante a minha carreira, servi o meu país pelo mundo,

gerindo e chefiando missões,

incluindo combate ao narcotráfico, contraespionagem,

contraterrorismo e contrainsurgência.

E foi mais tarde na minha carreira que comecei a gerir programas

de acesso especial para o governo dos EUA

e, em alguns casos, reportava diretamente à Casa Branca

e ao Conselho de Segurança Nacional.

Chamo-me Jay Stratton

e, durante mais de 16 anos, em nome do governo dos EUA...

SERVIÇOS SECRETOS DA MARINHA - DIA

... fui oficial sénior dos serviços secretos

na área dos Fenómenos Aéreos Não Identificados.

Alistei-me no exército aos 17 anos

e parti para uma carreira nos serviços secretos militares,

com missões em oito combates, incluindo o Iraque e o Afeganistão.

Depois do exército, estive nos serviços secretos navais

e, depois, na Agência de Serviços Secretos de Defesa,

onde era o chefe da guerra aérea e espacial,

dentro do Gabinete de Alerta de Defesa.

Foi na DIA que eu e os meus colegas

começámos a receber relatórios do que agora se chama UAP.

Recorremos a todo o governo,

o Pentágono, todas as agências de serviços secretos,

a todos os sítios, para tentar encontrar o programa UAP,

presumindo que houvesse um.

Tanto quanto sabemos,

ninguém no governo dos EUA tinha um programa UAP.

Então, eu e os meus colegas

iniciámos um novo programa que acabou por ser o AATIP.

O Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais: AATIP.

O financiamento para este esforço foi dado pelo então líder da maioria do Senado,

o senador Harry Reid.

E juntos, eu, o Jay Stratton e a nossa equipa,

durante quase uma década, investigámos incidentes de UAP em todo o mundo.

Com base em provas e dados concretos,

soubemos que os UAP representam sérias preocupações de segurança nacional

e uma potencial ameaça existencial.

Simplificando, naves que operam em vários ambientes,

veículos que têm a capacidade de operar no espaço,

no ar e na água,

e, aparentemente, desafiar tudo o que a humanidade sabe sobre física,

operam com total impunidade,

em todo o mundo, desde a década de 1940.

No AATIP, tivemos acesso a alguns dos vídeos mais restritos

do Inventário do Departamento de Defesa.

Se pudessem estar no meu lugar e ver o que eu vi,

e pessoas como o Jay Stratton,

não haveria qualquer dúvida

de que estas coisas são reais e não são feitas por humanos.

As coisas que vi, os vídeos mais nítidos,

a melhor prova que temos

de que são inteligência não humana, permanecem confidenciais.

FÍSICO QUÂNTICO ASTROFÍSICO

Os dados confidenciais a que tínhamos acesso,

quando nos juntámos ao programa, eram incontestáveis.

Há 80 anos destes dados que o público nem conhece.

Vi com os meus próprios olhos naves não humanas e seres não humanos.

Durante 23 anos e dez meses,

estive na Força Aérea dos Estados Unidos como piloto de A10.

CORONEL JAMES COBB

Enquanto estive no NORAD,

testemunhei um acontecimento de que me lembrarei para sempre.

Estávamos a seguir um objeto desconhecido nos radares

e o comandante diz: "Quero aquele alvo."

Isso significa intercetá-lo.

Foram mobilizados caças de toda a costa leste

e nenhum deles conseguiu intercetá-lo ou derrubá-lo.

Não conseguimos manter a soberania aérea na América do Norte.

A 14 de novembro de 2004, estávamos a bordo do USS Nimitz...

COMANDANTE DAVID FRAVOR

... que é um porta-aviões nuclear.

Eu era a pessoa mais graduada do esquadrão a voar.

Tinha lançado o Nimitz para fazer um exercício de defesa aérea

na costa de San Diego, Califórnia.

E acabei por perseguir um UAP, conhecido como UAP Tiquetaque.

Tinha cerca de 12 metros de comprimento e estava parado no espaço.

Podíamos vê-lo a começar a acelerar,

e, quando se aproximava de nós, desapareceu.

Esta coisa andava a 51 000 km/h.

É óbvio que essa tecnologia não é dos Estados Unidos.

Enquanto estávamos a ver...

TENENTE ALEX DIETRICH

... esse objeto tiquetaque a manobrar de uma forma bizarra,

era óbvio que não era convencional.

CAPITÃO-TENENTE ALEX DIETRICH

Estava a desafiar as leis da física,

as leis da gravidade pelas quais, enquanto pilotos, vivemos e morremos.

Tínhamos estas coisas a perseguir navios da marinha em missão.

A frequência com que nos reportavam casos de UAP estava a aumentar.

Eram omnipresentes,

víamo-los quase diariamente.

PRIMEIRO-TENENTE RYAN GRAVES PILOTO CAÇA MARINHA EUA

Meu Deus! Há uma frota deles. Vejam o ASA!

E, depois, quase nos cruzámos no ar com um destes objetos.

Tornou-se uma questão de segurança.

Duas aeronaves do meu esquadrão voavam perto uma da outra,

em formação de secção. Logo, a cerca de 46 metros de distância.

Um destes objetos passou entre as duas aeronaves,

passou pela aeronave principal.

A aeronave principal conseguiu ver o objeto

e descreveu-o simplesmente

como um cubo cinzento-escuro ou preto numa esfera transparente.

Para ser claro,

inteligência não humana tem conduzido ativamente IVR:

Inteligência, Vigilância e Reconhecimento

de algumas das nossas instalações militares

e nucleares mais confidenciais.

Desativaram e ativaram armas nucleares,

tanto com os Estados Unidos como com a Rússia.

As armas nucleares, que estavam ativadas na Rússia, estavam apontadas para nós,

e, dessa perspetiva, o risco não podia ser maior.

Esta é uma ameaça emergente e perturbadora para os Estados Unidos

e uma verdadeira preocupação de segurança nacional.

Já agora, isto não está a acontecer só nos EUA.

Está a acontecer por todo o mundo e está a ocorrer com maior frequência.

Quando conheci o Lue Elizondo no Pentágono,

ele fez-me perceber, não só que este fenómeno era real,

mas que era um fenómeno contínuo e persistente.

O Secretário da Defesa, o Congresso e os responsáveis políticos não sabiam

e ninguém fazia nada quanto a isso...

SUBSECRETÁRIO ADJUNTO DEFESA

... além do Lue e de alguns colegas.

Fiquei chocado e perplexo,

e imediatamente preocupado com falhas nos serviços secretos

que ocorreram no passado e com os desastres que se seguiram.

Resolvi imediatamente fazer o que pudesse

para levar o Lue ao Secretário da Defesa, para partilhar essa informação.

Sempre que eu, o Jay e outros

tentámos fazer soar o alarme e levar este assunto ao nível apropriado,

encontrávamos uma resistência feroz.

Por si só, o estigma e o tabu do tema,

a associação histórica a óvnis,

era algo que, para a maioria das pessoas em posições de liderança,

era demasiado difícil de engolir.

Na verdade, o estigma era tão forte que as pessoas acreditavam

que o tema não era real

ou que o estigma iria manchar ou prejudicar a carreira delas.

Logo, não queriam tocar no assunto.

Não conseguimos que a liderança do Pentágono

analisasse os verdadeiros dados científicos,

que mostravam que há uma forte ameaça à segurança nacional.

Estavam mais preocupados com o impacto na sua reputação

do que com a segurança da nação.

Além disso,

ficámos chocados ao descobrir que as pessoas do Pentágono estavam a reagir

com base nas suas crenças religiosas.

Havia mesmo extremistas fundamentalistas religiosos no Pentágono

que tinham uma forte adversidade a este tema.

Peritos em segurança nacional,

membros séniores da comunidade nacional de inteligência

que põem a religião acima da segurança nacional.

Um oficial sénior do Dep. de Defesa parou-me nos corredores do Pentágono

e disse-me que estávamos a fazer o trabalho do Diabo.

Tive de lidar com pessoas mais graduadas que eu, que me diziam que,

no mundo deles, eram demónios,

e que nos estávamos a meter com eles e com o mundo de Satanás,

e todas essas coisas em que eu só pensava:

"Não acredito que estão a dizer isso."

Estava a reportar sobre um veículo aeroespacial avançado

que foi detetado em vários sensores, que existe mesmo,

e diziam que achavam que eram demónios

e que não devíamos olhar para eles nem estudá-los.

Fiquei boquiaberto.

Enquanto tentávamos ultrapassar estes obstáculos,

descobrimos outro programa UAP profundamente escondido e maior.

Este programa era tão confidencial

que foi ocultado do Secretário da Defesa,

do Congresso e até mesmo do Presidente dos Estados Unidos.

Este programa é referido como o "Programa Legacy".

O PROGRAMA LEGACY

Este programa tem vindo a capturar, resgatar

e a fazer engenharia reversa de UAP desde, pelo menos, 1947.

Em inúmeras ocasiões,

estes resgates incluíam corpos de não-humanos.

Algum tipo de inteligência, um ser inteligente que não é humano.

Quando eu e o Jay começámos a bater às portas

e a tentar aceder ao Programa Legacy,

houve uma resposta quase imunitária do Programa Legacy

e os anticorpos vieram de todo o lado para nos tentarem calar.

Começámos a comunicar com cientistas envolvidos no Programa Legacy.

Mas os seus líderes, quando souberam disto, encerraram-no agressivamente.

Não só fomos confrontados com resistência feroz e obstrução,

como houve pessoas zangadas connosco e que até nos perguntavam

que direito tínhamos de perguntar sobre o Programa Legacy,

apesar de estarmos a gerir o AATIP.

Ponham-se no meu lugar.

Estava a investigar a atividade contínua de UAP

e há um Programa Legacy que tem, pelo menos, 80 anos de informação

que nos podia ajudar a entender o problema e a proteger a segurança nacional,

e recusavam-se a dá-la.

Quando ficou claro que não podíamos trabalhar no sistema,

sabia por experiência, tendo trabalhado com o Comité das Forças Armadas do Senado,

o que era preciso para mover este petroleiro.

Pensem neste imenso navio

que tem uma inércia maciça,

e estão a tentar fazê-lo mudar de rumo.

No que toca ao Departamento de Defesa,

só o Congresso tem os meios para o fazer,

e a forma de chamar a atenção do Congresso é, acima de tudo, através da imprensa.

Eu sabia que tínhamos de envolver a imprensa, para chegar ao Capitólio,

e, depois, voltar a mudar o Departamento de Defesa

para estudar o problema, para perceber se há uma ameaça.

De onde vêm estas coisas? E como funcionam?

Como funcionários públicos, não podemos falar com os média.

Eu e o Lue criámos uma estratégia para ultrapassar este obstáculo.

Só havia duas opções.

A primeira opção era fazer as pazes com o silêncio

e guardar aquele que é o maior segredo da humanidade,

mantendo, entretanto, os americanos na ignorância.

A segunda opção

era renunciar à minha posição em protesto

e cumprir as minhas obrigações para com o povo americano,

dizendo a verdade sobre o que sei sobre os UAP.

Houve um momento difícil em que o Lue teve de decidir:

"Admito a derrota? Desistimos disto?

Ignoramos isto?" Ou pede a demissão?

Eu não podia nem nunca revelaria informação confidencial,

mas sabia que, se pudesse dizer o suficiente, ao nível não confidencial,

para alertar os média e os funcionários do governo

para a realidade do tema UAP,

então, o Jay seria capaz de usar esse ímpeto

para atingir os objetivos que definimos,

dentro do governo.

E tivemos várias conversas difíceis

porque o Lue estava a desistir de uma carreira promissora.

Ele adorava o que estava a fazer. Era muito bom no que fazia.

CORAGEM

Era uma decisão de vida tão profunda para o Lue,

para ele e para a família.

Durante uma das minhas viagens infernais de rotina para casa,

enquanto estava preso no trânsito, a olhar para a frente e para trás,

a ver milhares de carros,

tive uma profunda sensação de isolamento,

uma sensação que nunca tinha sentido na vida,

de que estava completamente sozinho.

Parecia que me sentia desligado de tudo e todos.

Nenhuma destas pessoas à minha volta...

Aliás, ninguém, em nenhum lado, fazia ideia do que se passava à sua volta.

Não faziam ideia.

Pensei para comigo: "Estas pessoas merecem saber a verdade."

O mero facto de não estarmos sozinhos no universo.

Como é que alguém, uma organização, instituição, religião ou governo

pode controlar, censurar ou ocultar isso?

Ninguém tem o direito de ocultar as verdades fundamentais

do povo americano e da humanidade.

A CNN soube que o Pentágono teve um programa secreto para investigar óvnis.

Um programa secreto do governo para investigar avistamentos de óvnis.

Um relatório recente do The New York Times

revelou a existência de um departamento de Ficheiros Secretos da vida real,

o programa secreto do governo para investigar objetos voadores misteriosos.

Isto parece, potencialmente, uma das maiores histórias da minha vida.

Estas aeronaves, vamos chamar-lhes aeronaves,

exibem características

que não estão no inventário dos EUA nem em nenhum inventário estrangeiro.

Olha para aquilo, meu. Meu Deus!

É uma questão de segurança nacional muito grave.

Há algo nos nossos céus. Está lá há algum tempo.

Há uma frota deles.

Temos objetos que estão a fazer coisas,

manobram sem qualquer sinal óbvio de propulsão.

A minha proposta é que, o que estamos a ver é, verdadeiramente,

por definição, tecnologia exótica, superior às tecnologias de última geração.

A burocracia e o Departamento de Defesa

limitaram a nossa capacidade de manter a liderança informada

do que estávamos a ver.

Assim que os média começaram a prestar atenção,

o Congresso também,

e comecei a receber chamadas do Capitólio para reuniões.

Os senadores receberam informações confidenciais sobre óvnis no Pentágono.

O senador Mark Warner, vice-presidente do Comité de Inteligência, disse:

"Acho importante que os militares levem isto mais a sério agora

do que no passado."

O senador Rubio e o senador Warner, para seu mérito,

puseram a segurança nacional acima das suas carreiras políticas

e arriscaram envolver-se publicamente.

Quando começaram a envolver-se,

o Departamento de Defesa teve de admitir ao mundo

que isto era real.

E isso elevou imediatamente a credibilidade do problema,

e muito.

A Marinha dos EUA finalmente reconheceu

que os vídeos que mostram óvnis a voar são verdadeiros.

O comandante David Fravor descreve-o como um tiquetaque de 12 metros de comprimento.

A capacidade de pairar sobre a água e, depois, começar uma subida vertical

do zero até cerca dos 12 000 pés,

acelerar em menos de dois segundos e desaparecer,

é algo que nunca vi na vida.

Tivemos repetidos casos

de algo a operar no espaço aéreo, em instalações nucleares restritas,

que não era nosso e que não sabíamos de quem era.

MARCO RUBIO SECRETÁRIO DE ESTADO

Só essa declaração merece investigação, atenção e concentração.

SENADORA DOS EUA

Se tivermos objetos no céu que não conseguimos identificar,

é um problema, porque pode ser a China, a Rússia,

pode ser qualquer inimigo.

Qualquer fenómeno inexplicável pode ser uma ameaça à segurança nacional.

TENENTE-GENERAL JAMES CLAPPER

É assim que se tratam essas coisas.

Há algo a violar o nosso espaço aéreo.

REPRESENTANTE EUA

Há algo a violar o nosso espaço

que nem as pessoas que deviam compreender, no poder executivo,

conseguem explicar.

Eu diria que, além das implicações de segurança nacional,

também as há na confiança básica no governo americano.

Não sabemos a origem do fenómeno

e vamos tentar averiguar,

porque, para fins de defesa nacional,

alguns deles foram em áreas onde treinamos.

Foram em áreas onde temos o nosso melhor equipamento

e, no entanto, o nosso melhor equipamento não os conseguiu identificar.

Não conseguimos apanhá-los.

Sejam o que forem, estão a invadir o nosso espaço aéreo

e não sabemos bem porque o fazem,

com que intenção e quais as aptidões deles.

Além das preocupações de segurança nacional,

esta violação do espaço aéreo soberano de todos os países

é uma preocupação de segurança de voo para toda a aviação militar e civil.

E o mais assustador é que a Administração Federal de Aviação

parou de usar o radar para rastrear as nossas viagens aéreas.

Só rastreiam aviões,

predominantemente comerciais e civis, que estão a comunicar.

Então, na verdade, estão a colocar um sinal no sistema a dizer:

"É aqui que estou."

A única forma de saberem que o UAP está lá

é se o piloto vir algo e disser algo.

O facto de a FAA não estar a rastrear UAP

está a colocar vidas americanas em risco todos os dias.

Chamo-me Brett Fedderson.

Fui diretor de segurança aeronáutica no Conselho de Segurança Nacional...

DIRETOR INTERINO DA FAA

... e diretor interino do Gabinete de Programas de Segurança Nacional

da Administração Federal da Aviação.

Posso dizer, pela minha experiência,

que não estamos sozinhos neste universo.

O que mais me preocupa com os UAP

é a segurança nacional.

É o desconhecido.

É o facto de esta tecnologia fazer coisas que não conseguimos fazer.

E se não descobrirmos o que é,

o que quer ou para que é usada,

a ideia de que estamos atrasados em termos de poder mantém-me acordado à noite.

Queremos conseguir manter a tecnologia de ponta

e a vantagem aqui nos Estados Unidos,

para podermos dormir confortavelmente

e sentir a segurança do que o governo americano nos forneceu.

Acho que há quatro hipóteses.

Uma das quais é que se trata de tecnologia adversária estrangeira,

que simplesmente não entendemos ou não conhecíamos,

o que seria, talvez, a maior falha dos serviços secretos

da história americana moderna.

A segunda é que isto é um robusto programa de contrainteligência,

para encobrir uma ação do governo dos EUA

que se afastou da supervisão do Congresso.

Uma terceira hipótese é, obviamente, que isto é interdimensional ou extraterrestre.

E, depois, a quarta pode ser uma combinação das três anteriores.

Alguns dos maiores erros estratégicos da história humana.

A base desses erros foi a falta de imaginação.

A crença de que um adversário ou quem quer que seja não podia fazer algo

porque nunca tinha sido feito.

Os EUA achavam que aqueles navios em Pearl Harbor estavam seguros,

porque não achávamos que os japoneses lá chegassem,

muito menos que tivessem torpedos que navegassem por um estreito

e atingissem os navios, até que o fizeram.

Nunca pensámos, nem nos nossos piores pesadelos,

que os terroristas nos atacariam a pátria,

treinando um ano para se tornarem pilotos,

sequestrando aviões comerciais e embatendo-os contra edifícios,

e eles fizeram-no.

Mas aquilo que me tira o sono

é algo na psique humana que diz:

"Não tenho tempo nem energia

para me preparar para o imprevisto ou o que nunca vi fazer."

E isso leva a surpresas estratégicas

e, por vezes, surpresas estratégicas que mudam o rumo da história humana.

Houve um briefing confidencial que dei aos membros da Câmara e do Senado,

onde levei pilotos militares para lhes contar histórias de encontros com os UAP.

Essas histórias abalaram-nos tanto que não conseguiram dormir nessa noite.

Os militares, homens e mulheres, mais confiáveis dos EUA

e dados irrefutáveis dos nossos sistemas de recolha de informações

têm observado UAP há décadas.

Tudo o que foi observado pode ser categorizado

por cinco características de desempenho distintas.

No AATIP, chamamos a isto "os observáveis".

OS OBSERVÁVEIS

O primeiro observável é a velocidade hipersónica.

A nossa aeronave mais rápida atual pode percorrer cerca de 7400 km por hora.

No entanto, os UAP que estamos a observar viajam a 64 000 km por hora,

e, por vezes, mais rápido.

O próximo observável é a aceleração instantânea,

a mudança súbita de velocidade.

Na máxima velocidade, o SR-71, conhecido como Blackbird,

requer cerca de metade do estado do Ohio para completar a sua viragem.

Com os UAP, vemos veículos que fazem viragens imediatas em ângulo reto,

acelerando instantaneamente e parando rapidamente,

a velocidades até dez vezes mais rápidas do que o SR-71.

Se estivermos num voo contínuo, podemos atingir até 7,5 G.

É fisicamente doloroso estar sob essa gravidade ao longo do tempo,

e isso é ir do zero a 322 km/h em cerca de 2,5 segundos.

Pensem em ir de zero a milhares de km por hora em menos de um segundo,

em qual seria a força no vosso corpo.

O corpo humano não aguenta muito

até os órgãos internos começarem a separar-se

de tudo a que estão ligados, o que normalmente é mau.

Mesmo que fosse um drone, destruiria o drone,

o veículo não tripulado.

O próximo observável é a baixa capacidade de observação.

Toda a tecnologia moderna tem uma assinatura.

Por exemplo, a maioria das aeronaves deixa rastos visíveis enquanto voa.

Normalmente ouvimos um estrondo sónico associado à quebra da barreira do som.

Contudo, os UAP não deixam quase nenhuma assinatura observável.

DOUTORADO FÍSICO QUÂNTICO

Os nossos aviões emitem gases e propulsão por trás deles,

que os empurram para a frente.

O que quer que estas coisas sejam, não estão a fazer isso.

Não há emissão de gás nem partículas a sair delas que possamos ver.

O próximo observável é a viagem entre ambientes.

Os UAP foram observados a operar no espaço, no ar e debaixo de água.

E movem-se perfeitamente através de cada um destes ambientes

sem qualquer assinatura normal e sem comprometer o desempenho.

Nestes fenómenos, observámos uma capacidade de movimento entre ambientes,

do espaço para a atmosfera e para o oceano.

No caso de Aguadilla, em Porto Rico,

um helicóptero DHS apanhou o objeto esférico a voar.

Entrou na água e saiu da água,

por isso, moveu-se entre ambientes, sem perder nenhuma velocidade.

Entra no oceano e não salpica nem deixa rasto a 119 km/h.

Calculei quanta força seria necessária para lançar uma bola de básquete

a 119 km por hora,

e seria preciso um motor de foguetão Bezos-7

ou dois motores Learjet, que fariam a água subir imenso.

Logo, é uma tecnologia sem fricção.

O próximo observável é a antigravidade.

Os UAP pareciam desafiar os efeitos naturais da gravidade da Terra

sem qualquer meio óbvio de o fazer.

Sem sinais de propulsão ou sustentação, ou seja, sem asas.

Sem superfícies de controlo ou capacidade de manobra.

De 2014 a 2015,

estávamos a operar ao largo da costa leste de Virginia Beach.

Foi durante essa altura que melhorámos o nosso radar

do APG-73 para o APG-79,

e isso permitiu-nos ver mais objetos que não esperávamos ver.

E há um caso específico de um destes objetos,

a manter uma posição estacionária completa dentro de ventos a 222 km/hora,

essencialmente, dentro de um furacão.

Vão todos contra o vento. O vento sopra a 222 km/hora a oeste.

Olha para aquela coisa! Está a rodar.

Parece que não são afetados pelo ambiente como nós somos.

Estavam a segui-los a mais de 80 000 pés.

Para os que não sabem,

acima de 80 000, é onde se começa a entrar no espaço.

Estas coisas estavam a descer, paravam durante cerca de três horas

e voltavam a subir.

Tanto quanto sei, não temos nada que tenha a capacidade

e a energia necessária para descer, parar durante três horas e subir.

A capacidade observada nos UAP excede

até mesmo as tecnologias humanas mais avançadas

que são desenvolvidas em programas secretos.

Pela nossa experiência, não há nada que se aproxime.

Há, de facto, um sexto observável, que não é uma característica de voo.

São os efeitos biológicos.

UNIVERSIDADE DE STANFORD

Na verdade, comecei a trabalhar nisto neste escritório.

Bateram à porta

e eram dois indivíduos, que se apresentaram

como sendo da CIA e de uma empresa aeroespacial.

Vieram ter comigo e pediram-me ajuda.

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE STANFORD

Tinham dados de pessoal militar, agentes secretos

e outros associados ao Departamento de Defesa,

que tinham tido interações diretas com os UAP,

e, devido a essa interação direta, sofreram danos médicos.

Queriam a minha ajuda para analisar

os chamados eventos secundários inflamatórios

que podem ser medidos no sangue.

Desde queimaduras horríveis, que vi em alguns indivíduos,

que originam problemas secundários

como doenças autoimunes e esclerose, etc.

E, depois, as cicatrizes internas que vi em alguns indivíduos...

Estas pessoas tinham cicatrizes dentro do corpo e dentro do cérebro.

E temos de pensar nisso.

Se nos aproximarmos muito da traseira de um motor a jato

ou, por exemplo, se nos aproximarmos muito do sistema de transformadores

que fornece energia ao nosso bairro,

há energia a sair dessas coisas.

São apenas tecnologias humanas.

Imaginem que têm algo que é uma tecnologia mais avançada,

que está a gerar algum tipo de campo que permite que estes objetos se movam.

Podem imaginar que, se se aproximarem demasiado dela, magoar-se-ão.

AGENTE DOS SERVIÇOS SECRETOS DA MARINHA E DA FORÇA AÉREA

Fui agente dos serviços secretos da Marinha durante dez anos.

E, antes disso, estive seis anos nos serviços secretos da Força Aérea.

E passei algum tempo no grupo de trabalho dos UAP.

Sou um dos agentes secretos

que sofreu os efeitos biológicos de ter encontrado os UAP.

Desde o meu primeiro encontro, observei outras naves,

orbes, vamos chamar-lhe campos de energia exóticos.

Infelizmente, aqueles que os investigaram,

tornaram-se parte da investigação ou foram investigados pelos colegas.

A população tinha uma taxa de mortalidade de cerca de 25 %,

nos sete anos após ter uma interação.

Provavelmente, é importante que o público perceba

que isto é mais do que um fenómeno aéreo.

Quando temos uma história acompanhada de dados médicos,

é algo que posso passar a outro cientista, a outro médico e dizer:

"Aqui está. Explica isto."

Podemos discutir sobre a conclusão, mas não se os dados são reais.

O diretor-adjunto dos Serviços Secretos Navais,

que entendia as preocupações de segurança nacional dos UAP,

ordenou-me que começasse discretamente uma ação entre agências do governo,

que se tornou o grupo de trabalho dos UAP.

Este novo programa era muito maior do que o AATIP alguma vez foi.

A nossa missão era detetar, analisar e catalogar os UAP

que representassem uma ameaça à segurança nacional dos EUA.

Eu tinha escolhido membros

de todas as 16 agências de serviços secretos.

O Secretário da Defesa anunciou formalmente

o grupo de trabalho dos UAP em agosto de 2020, nomeando-me o primeiro diretor.

SECRETÁRIO DA DEFESA

Todas as pessoas de autoridade estavam atentas a este assunto.

Um momento muito importante para mim

foi a reunião com o Secretário das Finanças, Steve Mnuchin.

Terminei o meu briefing e, no fim,

ele sentou-se na cadeira e disse:

"Jay, podes perguntar-te porque pedi esta reunião."

E ele disse: "Quais são os impactos económicos

de o Presidente dizer ao mundo:

'Não estamos sozinhos'?

Tenho de pensar nesse tipo de impactos para me preparar,

caso o Presidente tomasse essa decisão."

Entretanto, eu e o Chris Mellon trabalhávamos nos bastidores do senado,

para elaborar a legislação UAP, adotada, depois, pelo Marco Rubio

e introduzida na lei de apoio ao coronavírus.

Quando o presidente Trump transformou esta legislação em lei,

forçou o Pentágono e o grupo de trabalho dos UAP

a fornecer relatórios escritos ao Congresso, secretos e não secretos.

O tão esperado relatório do Pentágono sobre óvnis foi finalmente divulgado.

O diretor dos Serviços Secretos Nacionais, há poucos dias,

divulgou um novo relatório sobre 144 avistamentos.

Quando falamos de avistamentos,

falamos de objetos vistos por pilotos da Marinha ou da Força Aérea,

ou captados por imagens de satélite.

Francamente, há muito mais avistamentos do que os que foram tornados públicos.

O relatório esclarece que a maioria dos incidentes, nas últimas duas décadas,

não são do exército dos EUA ou de outra tecnologia avançada do governo dos EUA.

Então, a questão agora é: porque estão eles aqui? De onde vêm?

E qual é a tecnologia por trás destes dispositivos que estamos a observar?

O primeiro relatório não confidencial foi polémico, mas é apenas uma gota no oceano.

Os poucos agentes eleitos

que chegaram a ler a versão confidencial do relatório,

ficaram a conhecer

as preocupações de segurança nacional em torno deste tema.

Há aqui provas óbvias suficientes de que temos de levar isto a sério

e não minimizá-lo.

Não acredito que venham de adversários estrangeiros.

Se viessem, isso sugeriria que têm uma tecnologia

que está numa esfera diferente de tudo o que entendemos.

E, francamente, a China e a Rússia não estão nesse nível,

e nós também não, já agora.

Dizem que há triliões de galáxias.

Então, quem sabe o que se pode ter desenvolvido noutro sítio?

Os Estados Unidos acreditam que pode haver vida fora da Terra?

Acreditamos que há fenómenos aéreos inexplicáveis...

CONTRA-ALMIRANTE

... que foram citados e relatados por pilotos,

pela Marinha e pela Força Aérea,

que estes fenómenos, em alguns casos,

afetaram os nossos espaços de treinos

e a capacidade de voar, treinar, operar e de prontidão dos nossos pilotos.

Só isso faz com que seja uma questão de segurança nacional digna de análise.

Não sabemos.

Não temos as respostas sobre o que são estes fenómenos.

À medida que continuávamos a progredir,

começou uma poderosíssima campanha de desinformação.

Este esforço foi para destruir a minha reputação e credibilidade, ponto final.

OS MÉDIA ADORAM O PERITO EM ÓVNIS QUE TRABALHOU NUM PROGRAMA OBSCURO.

Quando o governo começou

esta campanha de desinformação desprezível contra o Lue,

um dia, recebi mesmo um e-mail dos Assuntos Públicos do Pentágono

com uma narrativa que estavam a transmitir à imprensa

que era completamente falsa.

Respondi ao e-mail e disse: "Isto é errado",

e, mesmo assim, eles continuaram.

"O SR. ELIZONDO NÃO TINHA RESPONSABILIDADES NO PROGRAMA AATIP..."

PORTA-VOZ DO PENTÁGONO

"... LUIS ELIZONDO NÃO TINHA RESPONSABILIDADES NO AATIP."

PORTA-VOZ DO PENTÁGONO

Eles disseram ao povo americano que o Lue Elizondo não tinha trabalhado lá,

e isso era uma mentira descarada.

Eu e a minha família sofremos muito por isso.

Tudo o que temos na vida é a nossa credibilidade e a nossa palavra.

É devastador.

EX-LÍDER DA MAIORIA NO SENADO

Não querem ninguém baseado em factos envolvido nisto.

Por isso, o que fazem?

Vão à Internet e tentam menosprezar-me, a mim, ao Elizondo e a todos

os que o tentam fazer de forma científica.

Foi difícil,

mas continuava a ser encorajado em privado por antigos membros do AATIP,

para continuar a lutar.

E isso deu-me a motivação para continuar a pressionar

e o fogo que iniciámos continuou a espalhar-se.

Após décadas de negação pública...

PRODUZIDO POR GRAHAM MESSICK

... o Pentágono admite que há algo por aí

e o Senado dos EUA quer saber o que é.

Os óvnis, Objetos Voadores Não Identificados, são reais?

O governo já declarou que são reais.

Não sou eu a dizer isso,

é o governo dos EUA.

Há imagens e registos de objetos nos céus

que não sabemos exatamente o que são.

Qual é o seu ponto de vista sobre o que são estes objetos,

que parecem desafiar as leis da física?

Primeiro, é uma pergunta legítima.

Há muitos mistérios por aí. Isso devia manter-nos humildes.

Há muita coisa que não sabemos.

Houve avistamentos em todo o mundo e, quando falamos de avistamentos,

a outra coisa que vos digo é que não é só um piloto, um satélite

ou uma coleção dos serviços secretos.

Normalmente, temos vários sensores a captar estas coisas.

Há sempre a questão de...

"Há mais alguma coisa que não compreendemos

que possa vir de forma extraterrestre?"

Acho que é um pouco presunçoso, se não arrogante,

acreditarmos que não há outra forma de vida em todo o universo.

Vi alguns desses vídeos de pilotos da Marinha

e devo dizer-vos que eles levantam muitas suspeitas.

E pode, de facto, ser algum tipo de fenómeno que é o resultado de algo

que ainda não compreendemos e que pode envolver

algum tipo de atividade

e alguns podem dizer que constitui uma forma de vida diferente.

Não sabemos se a inteligência não humana que já aqui está

é exclusivamente extraterrestre ou talvez algum tipo de criptoterrestre.

Algumas pessoas que gostam da física das viagens no tempo

pensam que talvez sejam viajantes no tempo.

Até algum tipo de proto-humano que se ramificou da árvore genealógica humana,

há muito tempo, e é tão natural para este planeta como nós.

Uma civilização antiga que está isolada algures,

na terra ou no fundo do mar.

Ouvimos testemunhos de pilotos e de civis,

de diferentes países, tendo visto coisas a virem do oceano.

Coisas inexplicáveis, e não são mísseis, não são foguetes...

Não são aviões nem submarinos.

São coisas de outro mundo que realizam manobras

que não foram vistas.

Na verdade, rastreámos UAP debaixo de água

a velocidades superiores a centenas de quilómetros por hora,

mas sem as assinaturas associadas.

Reformei-me como oceanógrafo da Marinha,

sendo o conselheiro sénior do chefe de operações navais no Pentágono.

CONTRA-ALMIRANTE OCEANÓGRAFO CHEFE DA MARINHA DOS EUA

Mas o nosso conhecimento do oceano é bastante limitado.

Ainda nem explorámos 80 % do volume do oceano.

Mapeámos a superfície de Marte e da Lua

com uma resolução mais alta do que o fundo do mar da Terra.

É possível que o que estejamos a ver não seja de outro mundo,

mas sim de lá de baixo?

Trata-se de um mundo inteiro sob a água?

Acho que é seguro dizer que tanto do volume oceânico não foi explorado

e do leito oceânico não foi mapeado,

que se chegasse alguma inteligência aqui

e não quisesse ser detetada, ficaria no oceano.

Todas estas possibilidades podiam vir com intenções e motivações diferentes.

Quem quer que seja, está aqui e está a operar aqui

e já opera aqui há muito tempo.

Em 2022,

começámos a pressionar o Congresso para fazer audiências públicas sobre UAP

e foi aí que a divulgação começou a subir de nível.

O Painel da Câmara fará uma audiência sobre objetos voadores misteriosos.

O presidente do Comité dos Serviços Secretos da Câmara

descreve isto como um dos grandes mistérios do nosso tempo.

E é um grande dia para estas pessoas que passaram tantos anos

a exigir mais transparência neste tema.

De tudo no Congresso e de tudo o que está a acontecer, atualmente,

no nosso país e no mundo...

GRUPO DE TRABALHO SOBRE A DESCLASSIFICAÇÃO DOS SEGREDOS FEDERAIS

... o assunto UAP foi um dos únicos

que recebeu este nível de apoio bipartidário.

Não é apenas uma questão, pelo menos até agora,

neste país que se presta a algum tipo de divisão partidária ou ideológica.

REPRESENTANTE DOS EUA COMITÉ PERMANENTE DOS SERVIÇOS SECRETOS

Os democratas e os republicanos só querem perceber o que se passa.

Este trabalho de audiência e supervisão baseiam-se numa ideia simples.

Fenómenos aéreos não identificados são uma potencial ameaça à segurança nacional

e têm de ser tratados como tal.

Os UAP são inexplicáveis, é verdade, mas são reais.

REPRESENTANTE DOS EUA COMITÉ PERMANENTE DOS SERVIÇOS SECRETOS

Têm de ser investigados e as ameaças que apresentam têm de ser mitigadas.

Há ali algo mensurável por vários instrumentos...

PRESIDENTE COMITÉ PERMANENTE DOS SERVIÇOS SECRETOS

... e, no entanto, parece seguir direções que são inconsistentes

com o que sabemos de física ou ciência.

DIRETOR-ADJUNTO SERVIÇOS SECRETOS NAVAIS

Há vários eventos para os quais não temos uma explicação,

que têm características de voo

ou gestão de assinaturas que não podemos explicar.

Sabemos que os militares encontraram fenómenos aéreos não identificados...

SUBSECRETÁRIO DA DEFESA PARA SERVIÇOS SECRETOS E SEGURANÇA

... e, como os UAP apresentam um potencial risco de segurança de voo e de segurança,

estamos empenhados em determinar as suas origens.

As aptidões, sistemas, processos e fontes que usamos

para observar, registar, estudar ou analisar estes fenómenos

têm de ser classificadas a níveis adequados.

Não queremos que os potenciais adversários saibam exatamente o que conseguimos ver

ou entender, ou como chegamos a determinadas conclusões.

Portanto, as revelações públicas devem ser cuidadosamente ponderadas,

caso a caso.

A audiência foi uma ação histórica e bipartidária para a transparência,

mas deixou o público americano e o Congresso

com mais perguntas do que respostas.

Enquanto eu progredia,

aprendi que o Programa Legacy estava silenciosamente a recuar nos bastidores

e que estavam a criar obstáculos burocráticos.

Conseguiram bloquear o financiamento

aprovado para o grupo de trabalho dos UAP.

Fiquei zangado, não o posso descrever de outra forma.

Há uma mão escondida a bloquear todas estas ações

e coisas que estou a fazer, um governo subversivo a sobrepor-se ao verdadeiro.

É tão mau não podermos fazer progressos

até que alguém os exponha.

Depois, o pessoal e os membros começam a investigar mais.

Começam a compreender o cenário.

Começam a perceber quanto secretismo há,

quanta resistência há em expor tudo.

Quando o Congresso começou a ouvir denunciantes em locais confidenciais,

perceberam a existência do programa Legacy.

O PROGRAMA LEGACY

Os principais intervenientes no Programa Legacy

são a Agência Central de Inteligência, a Força Aérea dos EUA...

o Departamento de Energia e grandes fornecedores de defesa.

A Agência Central de Inteligência é responsável

pela supervisão da ação geral.

Podem pensar neles como um quartel-general.

O diretor-adjunto de Ciência e Tecnologia da CIA

controla a área de Recuperação de Acidentes UAP.

A Força Aérea dos Estados Unidos é responsável pelas operações no terreno.

Estas são as pessoas responsáveis por mobilizar, numa questão de segundos,

em qualquer lugar no mundo, proteger e recolher o UAP acidentado.

Temos equipas de inteligência rapidamente notificadas, se houver algum evento UAP...

DOUTORADO CIENTISTA-CHEFE DO AATIP

... que pode envolver um veículo ou peças de um veículo acidentado.

A Força Aérea dos EUA usa as suas próprias forças especiais,

mas também se coordena com outras forças especiais,

nos restantes ramos militares dos EUA.

São tão bem organizadas que podem chegar a um local,

reunir material, seja o que for, e, uma vez na sua posse,

têm a autoridade para o classificar

e, portanto, tornar qualquer informação inacessível ao público,

até o reconhecimento de que existe.

Os fornecedores de defesa

são responsáveis pela exploração

e pela engenharia reversa e análise dos materiais.

Fornecem serviços técnicos e de consultoria que o governo não tem.

E, por último, mas não menos importante, está o Departamento de Energia.

São os peritos mundiais em tudo o que esteja relacionado

com tecnologia atómica ou nuclear ou algo que emita radiação.

Mas há outra vantagem, porque o Departamento de Energia

tem o seu próprio sistema de classificação de segurança.

Bem fora da visão geral e supervisão

dos sistemas de classificação tradicionais como o Departamento de Defesa

ou a comunidade de serviços secretos.

Usaram a linguagem de segurança e classificação...

LEI DA ENERGIA ATÓMICA DE 1946

... na Lei da Energia Atómica para esconder o Programa de Recuperação Legacy.

QUEM DIVULGAR DADOS RESTRITOS DEVE SER PUNIDO COM MORTE OU PRISÃO

Os agentes dos serviços secretos que informaram sobre estas recuperações...

DOUTORADO - FÍSICO QUÂNTICO CIENTISTA-CHEFE DO AATIP

... falaram sobre várias espécies

que foram observadas e associadas ao acidente.

Os corpos recuperados não são todos do mesmo tipo.

Sei de, pelo menos, duas espécies não humanas avançadas.

DOUTORADO CONSELHEIRO CIENTÍFICO DO AATIP

Uma delas estabeleceu contacto com o Programa de Recuperação de Acidentes.

A outra foi recuperada

pelo Programa de Recuperação de Acidentes em vários acidentes.

Uma das questões levantadas muitas vezes é, se são tão avançados,

porque há acidentes?

Mas, claro, os carros são bem feitos e as pessoas conduzem-nos com cuidado,

mas há acidentes. Pode acontecer.

Outra opção que está a ser considerada é que, talvez,

alguns não tenham sido "acidentes a sério",

mas que foram deixados aqui para os examinarmos

e avançarmos com a nossa tecnologia a um ritmo mais rápido.

Nesse sentido, podem ser vistos como presentes de uma espécie mais inteligente.

Então, uma das questões que seria levantada seria,

se os presentes são distribuídos de forma diferente entre nações,

ou de forma mais ou menos homogénea,

para ver quem sobrevive e progride mais depressa.

Pode ser um teste de QI gigante, por assim dizer.

Ao trazermos denunciantes ao Congresso, soubemos que o Programa Legacy...

COMITÉ DAS FORÇAS ARMADAS

... estava envolvido numa longa guerra secreta com outras nações

para recolher e fazer engenharia reversa de veículos não feitos por humanos.

A GUERRA SECRETA

Neste teatro de guerra secreto,

os EUA têm aliados e adversários

num cenário de "o vencedor leva tudo".

É um cenário geopolítico muito complicado,

onde alianças e lealdades mudam como areia no deserto.

Preferíamos uma situação...

MEMBRO DO AATIP EX-AGENTE DO DIA

... em que a recuperação ou está em águas internacionais

ou noutro local incontestável ou talvez num país aliado.

Mas todos os países do mundo fariam tudo ao seu alcance

para tentar recuperar uma tecnologia requintada.

O primeiro país a decifrar o código desta tecnologia

será o líder nos próximos anos. Isto é semelhante ao Projeto Manhattan.

Desenvolvemos a arma atómica.

Ganhámos a guerra e isso tornou-nos uma superpotência durante quase um século.

Esta é a arma atómica levada ao extremo.

Parte da nave observada pode ser o resultado

do nosso Programa Legacy ou, por outro lado,

pode ser o resultado de avanços feitos por potenciais adversários.

Vimos informações altamente credíveis do governo dos EUA

na recuperação soviética de um UAP que caiu em 1989.

Recuperaram um UAP em forma de tiquetaque que era o dobro do tamanho

do tiquetaque encontrado pelo grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz,

e eles recuperaram quatro corpos de alienígenas humanoides.

O cientista soviético desmontou a nave recuperada

e descobriu uma arma de energia muito avançada.

Neste momento, a China está no topo da lista de preocupações

de todos no Departamento de Defesa.

Parte desta atividade UAP que vemos aqui nos Estados Unidos

pode ser resultado de um programa chinês de engenharia reversa UAP.

Se Xi Jinping tivesse acesso a isto, se Putin tivesse acesso a isto...

SENADOR DOS EUA COMITÉ SELECIONADO DE INTELIGÊNCIA

E se pensassem que não tínhamos acesso

a capacidades semelhantes ao que fizeram...

Acham, por um segundo,

que não considerariam usá-lo para atingir o seu objetivo de dominação?

E se a abordagem deles for motivada pela ciência e pelo desejo

de igualar o que pensam ser nosso, acordaremos um dia e perceberemos:

"Não sei como chegaram lá, mas chegaram antes de nós

e, agora, estamos lixados."

Esta tecnologia pode revolucionar a forma como fazemos as coisas

ou destruir por completo tudo o que sabemos.

Lembra-me, muitas vezes o famoso discurso do Presidente John F. Kennedy,

quando estávamos prestes a entrar

numa nova era de descobertas no espaço.

Há novos conhecimentos a adquirir e novos direitos a conquistar...

PRESIDENTE KENNEDY

... e têm de ser conquistados e usados para o progresso de todas as pessoas.

Porque a ciência espacial, como a ciência nuclear e toda a tecnologia,

não tem consciência própria.

Se se tornará uma força para o bem ou para o mal depende do homem,

e só se os EUA ocuparem uma posição de preeminência

poderemos ajudar a decidir se este novo oceano

será um mar de paz ou um novo e assustador teatro de guerra.

Parte disto é tão secreto...

Muito poucas pessoas em todo o nosso governo

foram autorizadas ou tiveram acesso a ele.

Alguns presidentes foram informados dos factos básicos sobre a situação,

mas não lhes são fornecidos os pormenores.

Acho que há a suposição de que os presidentes podem ir à Sala Oval,

no primeiro dia e dizer: "Vamos a Roswell. Quero ver os corpos alienígenas.

Quero ver o vídeo, a autópsia. Quero ver tudo. Mostrem-me."

SECRETÁRIO DE ESTADO CONSELHEIRO DE SEGURANÇA NACIONAL

Acho que é uma compreensão ingénua de como o nosso governo funciona.

Até os presidentes têm operado, muitas vezes, só com informação essencial.

Isso é certamente verdade do ponto de vista histórico.

A lógica, a justificação era

que o Presidente não devia saber destas coisas,

porque, assim, o Presidente pode sempre negar.

Só precisam de um aceno nesta direção ou naquela direção,

mas começa a ficar fora de controlo.

Sinceramente, nem sei se um Presidente saberia a quem perguntar.

Hoje em dia, podíamos perguntar ao diretor da CIA,

ao diretor dos Serviços Secretos Nacionais,

e até essa pessoa pode não saber, porque eles rodam.

Mas às pessoas que estão lá há 30 anos,

para elas, é como: "Vi estas pessoas virem e irem.

Não tenho obrigação de lhes dizer que existe. Nunca vem à baila."

Muitas pessoas presumem

que o diretor da CIA está a par de tudo e sabe tudo.

O diretor da CIA é um nomeado político...

Sinceramente, são uma ajuda temporária.

Enquanto que o diretor de ciência e tecnologia da CIA

tem uma carreira de profissional de inteligência.

É onde vamos pôr o programa.

Tive algumas conversas privadas

com o ex-presidente George Herbert Walker Bush, em 2003,

em que ele me disse

que, quando se tornou diretor da CIA na Administração Ford,

não foi informado do Programa de Recuperação de Acidentes UAP.

Mas, depois, descobriu-o e informou-me

que houve várias recuperações de acidentes

desde meados de 1940.

E também me informou de um evento UAP que ocorreu

na Base Aérea de Holloman, em 1964,

onde três UAP abordaram a base da Força Aérea.

Um deles aterrou na pista

e uma entidade não humana desembarcou da nave que aterrou

e interagiu com a Força Aérea uniformizada e pessoal civil da CIA.

E quando ele pediu mais pormenores,

disseram-lhe que não precisava de saber.

Servi durante mais de 30 anos como Boina Verde do Exército...

SECRETÁRIO INTERINO DA DEFESA DOS EUA

... no Exército dos EUA. Terminei a carreira como Secretário da Defesa.

Um funcionário dos serviços secretos decidiu que eu,

o Secretário Interino da Defesa,

não precisava de saber do tema UAP.

Vários dos meus colegas participaram num painel

organizado pela administração George Bush,

quando a administração considerou revelar tudo.

Era um grupo de dez ou doze pessoas de agências de inteligência...

DOUTORADO FÍSICO QUÂNTICO

... do exército, alguns empresários, e eles disseram:

"Eis o que se passa.

Os americanos, os russos e os chineses

recuperaram naves de acidentes de outra civilização,

e há alguma crença, neste momento,

de que isto devia ser revelado ao público.

Queremos saber quais seriam as consequências."

Este tema tem potencial

para criar sérios choques ontológicos na sociedade.

Não se trata só de segurança nacional.

É psicológico, é sociológico, é teológico e é filosófico.

Está a debilitar de muitas formas...

É inquietante para muitas pessoas dizer que há algo mais por aí,

quer seja sobrenatural ou interdimensional.

Infelizmente, acho que vai contra as nossas tradições,

as nossas tradições culturais e religiosas,

e desafia as crenças de muitas pessoas.

O Vaticano tem provas irrefutáveis de que existe inteligência não humana.

Embora, publicamente, não queiram reconhecê-la,

em privado, estão muito cientes disso.

VICE-PRESIDENTE DOS EUA PAPA JOÃO PAULO II

O que acontece quando a sociedade percebe

que tudo o que aprendeu sobre a história da nossa espécie

estava errado, e todos ficam a saber, ao mesmo tempo,

que não estamos no topo da cadeia alimentar?

Não somos os predadores alfa.

Seria um abalo para as instituições.

Seria um abalo para as normas. Seria um abalo na sociedade.

Temos de ter cuidado e temos de nos lembrar...

... que é concebível haver algo tão perturbador, nocivo

ou negativo que haja uma razão

para não revelar imediatamente toda essa informação.

Na verdade, criámos listas de 64 áreas

que seriam impactadas de forma significativa

por tal divulgação.

Quando somamos todos os números,

parece que isto seria uma má ideia.

Viu os ficheiros secretos, os documentos dos óvnis?

Agora que já não exerce o cargo, pode fazer o que quiser, certo?

É verdade, sim.

Mas não lhe vou dizer.

O ENCOBRIMENTO

Não há dúvida

de que não houve nenhum programa

que tenha sido tão bem mantido fora do olhar do público

como resgates de naves desconhecidas.

Esta linha de forte controlo começou, pelo menos, na administração Truman,

com o acidente de Roswell.

PRESIDENTE TRUMAN GENERAL EISENHOWER

No AATIP, soubemos que o evento UAP,

no aeródromo do Exército dos EUA, em Roswell, em 1947, aconteceu mesmo.

Foi descrito como um UAP em forma de calcanhar de bota,

que se partiu em dois pedaços com o impacto.

RAAF CAPTURA DISCOS VOADORES NUMA QUINTA, NA REGIÃO DE ROSWELL

Os observadores viram o que pareciam hieróglifos ou algum tipo de escrita.

Podemos descrevê-los como runas ou glifos,

hieróglifos que estavam na própria nave,

e, naquele acidente,

corpos não humanos foram recuperados.

Quatro corpos não humanos foram recuperados do acidente do UAP em Roswell.

O material recuperado do acidente, incluindo os corpos,

foi enviado para Wright Field,

que agora se chama Base Aérea Wright-Patterson.

BASE AÉREA DOS EUA BASE AÉREA WRIGHT-PATTERSON

Era onde os EUA tinham os melhores engenheiros de reversão.

Pensem no contexto de tudo em 1947.

Os EUA ganharam a Segunda Guerra Mundial

e iniciavam a Guerra Fria com a URSS.

Estes UAP apresentavam uma tecnologia de poder insondável.

Era imperativo que os EUA fossem capazes de decifrar esta nova tecnologia

antes dos outros ou antes que alguém soubesse dela.

Não conseguimos dizer aos amigos sem dizer aos inimigos.

É um elemento chave para cada decisão sobre o que fazemos ou não divulgamos.

Em 1947, quando olharam para isto e perceberam que era real...

AGENTE SÉNIOR DA CIA

... e perceberam que não faziam ideia do que era...

Era algo de que não se podia falar,

porque o papel do Presidente dos Estados Unidos

e o papel do exército

é defender os Estados Unidos e proteger os seus cidadãos.

Se é algo contra o qual não podem proteger,

não vão dizê-lo.

Não vão assustar ninguém.

Não querem contar ao público americano sobre a ameaça

porque não conseguem fazer nada.

Apenas uns meses depois de Roswell,

o Presidente Truman assinou a Lei de Segurança Nacional de 1947,

que estabeleceu a Força Aérea e a Agência Central de Inteligência.

Foi o ponto de partida, em que a CIA e a Força Aérea

começaram a controlar as operações do assunto UAP.

Mas só dois anos depois

é que Truman assinou a Lei da Agência Central de Inteligência,

que de facto permitia e aprovava que a CIA conduzisse

operações secretas fora dos canais de supervisão de rotina.

Ou seja, podia conduzir operações sem que ninguém soubesse.

Depois de Roswell, a estratégia para lidar com o público

e garantir a manutenção do sigilo dos EUA

era basicamente adotar a estratégia

de negar tudo, de não admitir nada, de fazer contra-acusações,

de emitir narrativas falsas, de intimidar e de desacreditar testemunhas...

EXÉRCITO DESACREDITA NAVE DE ROSWELL ENQUANTO O MUNDO FERVE DE ENTUSIASMO

... ou seja, negar, negar, negar,

criar estigma em torno deste assunto

para evitar qualquer tipo de divulgação.

A ordem executiva 12333 proíbe ações secretas para influenciar o público

e os média, mas o Programa de Recuperação de Acidentes Legacy tem ignorado isso.

Na verdade, estão a influenciar agressivamente a opinião pública,

usando uma campanha de desinformação ativa.

Criam uma tradição de descrença em que se começa muito cedo...

"Não, todos os que veem óvnis são malucos."

E isso é incorporado nos média,

é incorporado em Hollywood, é incorporado no público.

A CIA financiou Hollywood

para criar aquele fator ridículo que ainda usam até hoje.

Acredita que o recente aumento de encontros com óvnis...

Fico com a pergunta sobre óvnis?

- Sim! - Vá lá, meu!

Não estou...

Pode dizer-nos?

Adorei o filme E.T. - O Extraterrestre, mas vou ficar por aí.

Até muito recentemente, não havia incentivo

para um aviador naval se apresentar e dizer: "Foi isto que eu vi."

E, sinceramente, até há pouco tempo,

não havia incentivo para um senador falar sobre isso,

porque as pessoas pensavam: "O que foi? Este tipo é um esquisito."

Ao longo dos anos, membros do serviço militar,

agentes dos serviços secretos e até cidadãos,

foram ridicularizados e encarados como loucos

ao ponto de perderem o emprego.

Perderam a capacidade de sustentar as famílias.

Perderam as credenciais de segurança.

Arruinaram a vida destas pessoas só porque disseram a verdade

sobre o que souberam ou viram.

As pessoas que decidem falar disto...

COMISSÃO DE SUPERVISÃO E RESPONSABILIDADE

... é como se tivessem abdicado da própria vida.

As pessoas dizem: "O nosso governo não sabe guardar segredos."

Bem, estive envolvido em vários programas

que nunca foram revelados.

A verdade é que as pessoas e os programas podem ser mantidos em segredo.

Normalmente, trata-se de nos querermos proteger a nós mesmos.

Esta é a campanha de desinformação mais bem-sucedida

da história do governo dos EUA.

A ironia disto é que a campanha de engano,

para criar estigma, foi tão bem-sucedida

que, inadvertidamente, criou um novo problema imprevisto.

O estigma tem sido um problema tremendo...

MEMBRO DA EQUIPA DE ESTUDO UAP DA NASA

... que é, na verdade, uma ameaça à segurança nacional para os Estados Unidos.

Outros países não sofrem do estigma que nós sofremos,

por isso, como americanos, já estamos em desvantagem.

Como podemos esperar manter uma vantagem estratégica

quando 99,999 % de todos os cientistas deste país

acham que não é real?

A ciência avança com base na troca de informação

e quando está presa e retida,

não se pode fazer progresso.

Tínhamos informação escondida que podia melhorar a vida

de todos os seres humanos neste planeta e mudar a trajetória da nossa espécie.

Esta informação foi e continua a ser bloqueada

pelo Programa de Recuperação de Acidentes Legacy.

Há demasiada informação a ser desperdiçada.

É controlada por diferentes indivíduos

espalhados por todo o Reino da Segurança Nacional.

Cada um deles vê a informação como poder.

Estão relutantes em partilhar informação. Acumulam-na.

Gostam de a trocar como uma moeda.

Todas estas coisas conspiram

para nos impedir de obter o panorama geral e de juntar a informação.

Vale a pena notar que a Força Aérea não contribuiu com nenhum

ou, talvez, com um pequeno número de relatos de UAP.

Apesar do facto de a Força Aérea controlar

o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte,

são responsáveis pela vigilância espacial.

Têm aeronaves com sistemas de radar superiores

a operar nos mesmos campos de treino onde a Marinha vê e reporta estas aeronaves,

mas, mesmo, assim, alegam que não têm provas disso.

Imaginem que tínhamos uma situação

em que havia submarinos não identificados ao largo da costa dos Estados Unidos

e os únicos relatórios que recebemos

eram da Força Aérea, e a Marinha não tinha nada a dizer.

Durante a administração de George W. Bush,

o Presidente ia regularmente ao seu rancho em Stevensville, Texas,

e vejo relatos de atividade UAP no rancho.

RANCHO DA FAMÍLIA BUSH

F16 de uma base aérea próxima foram alertados para intercetar o objeto.

As pessoas no solo viram-no.

Então, vou lá e começo a fazer perguntas: "Então, o que perseguiram?

Estou a agir em nome do governo dos EUA

e estamos a tentar perceber o que viram."

E olharam-me nos olhos e disseram:

"Jay, não te podemos dizer o que vimos. Porque o OSI...

O Gabinete de Investigações Especiais da Força Aérea veio cá

e assinámos acordos de confidencialidade.

De facto, vimos algo, cruzámo-nos com algo,

mas não podemos falar sobre isso."

Historicamente, sempre que um militar tinha um encontro com um UAP,

era imediatamente ocultado

e convenciam-nos a não falar sobre isso.

Apresentavam um formulário de confidencialidade.

FORÇAS DE SEGURANÇA DA FORÇA AÉREA DOS EUA

Ele disse: "Nunca mais digas isso. Nunca mais fales disto."

TENENTE FORÇA AÉREA DOS EUA

FORÇAS DE SEGURANÇA DA FORÇA AÉREA DOS EUA

Deixaram bem claro que não devíamos falar sobre isso.

FORÇA AÉREA DOS EUA

Havia uma cultura de silêncio.

Não falei com ninguém sobre isso, nem com a minha esposa nem com colegas.

Calo-me, simplesmente.

Havia consequências se divulgássemos esta informação a alguém.

DACOTA DO SUL

Recebemos um alarme no local de mísseis mais próximo.

BASE DA FORÇA AÉREA DE ELSWORTH

Havia um objeto diretamente por cima do míssil nuclear ICBM,

mesmo em cima da porta de segurança.

Sem barulho, sem qualquer som.

E parecia um minisol parado no ar.

Era do tamanho de um superedifício do Walmart.

Não era só um Walmart, refiro-me a um súper Walmart.

Esta coisa era gigantesca.

E a forma como conseguia pairar não era nada natural,

comparado com o que conhecemos que pode voar ou pairar.

BASE DA FORÇA AÉREA DE WHITEMAN

O capitão estava a olhar, estava a olhar para cima, de boca aberta,

e eu olhei para cima e vi um objeto sobre o tubo de lançamento de mísseis...

Multifacetado, fosco, preto, acabado, um diamante de forma estranha.

Em silêncio absoluto, sem barulho. Não havia meios de propulsão.

A 15 metros no ar, completamente imóvel.

Foi fantástico, olhámos uns para os outros

e éramos apenas seres humanos a testemunhar algo extraordinário.

E enquanto víamos esta coisa,

deixou de estar imobilizado,

disparou em direção ao horizonte e desapareceu.

Aceleração absolutamente instantânea.

CALIFÓRNIA

BASE DA FORÇA AÉREA DA VANDENBERG

Tínhamos 60 câmaras para que os engenheiros da Boeing e da Douglas

pudessem ver cada milissegundo da ignição.

O míssil em questão que fotografámos era um Atlas D,

a transportar, como parte de uma experiência, uma ogiva nuclear falsa.

Enquanto voava ao longo da ogiva,

algo mais apareceu na imagem.

Disparou um feixe de luz e atingiu a ogiva, voou assim,

disparou outro feixe de luz para baixo,

foi para aqui, disparou um feixe de luz para a ogiva,

foi para baixo, disparou um feixe de luz,

e, depois, foi-se embora.

Entretanto, tudo na nossa gravação

se movia também, entre 13 000 e 14 000 km por hora.

Não há nada que pudesse ter feito aquilo.

O que podia ter feito aquilo?

BASE DA FORÇA AÉREA DE MALMSTROM

Havia uma luz laranja vermelha a pairar sobre o portão da frente.

FORÇA AÉREA DOS EUA

Tinha cerca de 12 metros de diâmetro, tinha uma forma oval.

E cada míssil anunciava uma falha no sistema de orientação e controlo.

Os nossos mísseis começaram a cair, por isso, despenharam-se os dez.

No espaço de oito dias, perdemos 20 mísseis nucleares contra os óvnis.

CALIFÓRNIA

É em Vandenberg que está a infraestrutura

que apoia o projeto de Defesa Nacional de Mísseis...

FORÇAS DE SEGURANÇA DA FORÇA AÉREA DOS EUA

... o sistema que defende o nosso país

dos mísseis balísticos e armas nucleares.

Por isso, é uma das bases mais importantes que temos.

A 14 de outubro de 2003,

apareci para trabalhar na Base Aérea de Vandenberg

e, imediatamente, começaram a falar-me

do incidente com um óvni que tinha acontecido de manhã.

Apresentei-me para trabalhar na Base Aérea de Vandenberg.

Fomos informados de que, no início do dia,

alguns fornecedores da Boeing testemunharam uma incursão de UAP.

Três fornecedores da Boeing tinham ligado

e relataram que um objeto quadrado vermelho gigante

estava a flutuar a baixa altitude sobre a rampa de lançamento.

Não fazia barulho.

Não tinha sinais óbvios de propulsão e pairava silenciosamente.

Foi uma grave violação de segurança na área.

Disseram-nos para estarmos atentos quando saímos no nosso turno.

E passei a maior parte do dia

a conduzir pela base, à procura destes objetos.

Mais tarde, nessa noite, eu e cinco membros das forças de segurança

vimos uma luz brilhante a aproximar-se da base.

À medida que se aproximava, a luz já não era visível,

e era enorme, do tamanho de um campo de futebol.

A forma era quase retangular. Estava simplesmente a flutuar.

Sem sistema de propulsão, sem janelas. Era preto mate.

Observámo-lo por mais 45 segundos

e, depois, voou a milhares de quilómetros por hora pela costa.

Falei com todas as testemunhas diretas, mais de uma dúzia de pessoas,

e, mesmo de diferentes pontos de vista,

contaram todas a mesma história.

Todas viram a mesma coisa.

A atividade UAP em torno das armas nucleares não é um problema histórico.

É um problema contínuo.

Apesar da negação de longa data da Força Aérea dos EUA,

agora, temos antigos e atuais agentes seniores da Força Aérea

a afirmar que, de facto, a Força Aérea

tem um envolvimento de longa data nos UAP.

Servi na Força Aérea durante cerca de 32 anos.

TENENTE-GENERAL DIRETOR DOS SERVIÇOS SECRETOS NACIONAIS

E o meu último trabalho na Força Aérea foi chefe dos Serviços Secretos,

antes de ser diretor da Agência de Inteligência da Defesa.

Quando servi na Força Aérea,

havia um programa ativo para rastrear atividades anómalas

que não conseguíamos explicar.

Muitas delas estavam ligadas a campos a oeste,

sobretudo à Área 51.

À medida que o Congresso sabia mais sobre o Programa Legacy,

perceberam quão poderosos e influentes os fornecedores de defesa se tornaram.

Ao olharmos para a estrutura real da interação entre o governo

e a indústria privada nesta área de UAP, ao longo dos anos, transformou-se,

apoiando-se maioritariamente nos fornecedores.

Se fizermos algo dentro do governo,

pode ser acedido pela Lei de Liberdade de Informação,

mas se fizermos algo através de fornecedores,

eles não se regem pela Lei de Liberdade de Informação.

Eu próprio estive envolvido em projetos em que garantimos

que o material estava sob a alçada de fornecedores,

para não ser facilmente acedido pelo público.

Mas o que acontece com o governo é que é preciso continuidade.

As pessoas mudam-se, morrem e reformam-se.

E o que acaba por acontecer é que temos estas ações do Legacy

a decorrer entre os fornecedores do governo, envolvendo UAP.

E, depois, eu, o funcionário do governo responsável por este programa, saio

e outra pessoa entra para o meu lugar,

e essa pessoa pode achar que este projeto existia,

mas é substituída por outra pessoa,

que não faz ideia da existência do projeto.

Mas a entidade corporativa que recebeu esta tecnologia

ainda a tenta desenvolver

e começam a comercializá-la.

Algumas das coisas começam a infiltrar-se nas grandes inovações,

que uma empresa cria e com as quais ganha dinheiro,

e alegam que lhes pertence e que é patenteada.

E as pessoas no governo, que sabem de onde veio originalmente,

já desapareceram e os seus sucessores não fazem ideia de que existia.

Assim, podemos começar a prever onde criamos, no meio empresarial,

uma quantidade extraordinária de poder.

O risco real é que, ao transferir tecnologia que não nos é útil hoje,

para uma empresa,

ao longo de décadas, essa entidade corporativa passa a possuir

e a controlar o acesso a ela para os seus objetivos,

não para os da segurança nacional.

No governo...

PRESIDENTE EISENHOWER

... devemos proteger-nos da aquisição de influência injustificada,

quer seja procurada ou não pelo complexo industrial militar.

O potencial para a ascensão desastrosa do poder mal colocado existe

e persistirá.

Nunca devemos deixar que o peso desta combinação prejudique as nossas liberdades

nem os processos democráticos.

A razão pela qual a nossa democracia é tão forte

é porque é do povo e pelo povo e para o povo.

Não é aceitável ter partes secretas do governo que nunca ninguém vê.

Seria inconcebível.

É contra a nossa constituição e é errado.

CORONEL KARL NELL

Inteligência não humana não é informação do governo,

e o governo não devia esconder esse conhecimento das pessoas.

Antes de ele falecer,

tive o privilégio de ver o senador Harry Reid,

algumas vezes, na sua residência privada.

Ele explicou-me que lhe deram informações

sobre o Programa Legacy, mas que o acesso foi negado.

Ficou furioso com isso

e, quando surgiu a oportunidade de patrocinar o AATIP,

aproveitou a oportunidade.

Para garantir que o Congresso e o governo

tinham visibilidade sobre este tema,

e, francamente, não estaríamos onde estamos hoje,

se não fosse a coragem do senador Harry Reid.

O facto de o governo federal encobrir, todos estes anos,

pôr um travão em tudo, impedi-lo,

acho que é muito, muito mau para o nosso país.

Devemos estudar isto?

A resposta é sim,

e tudo se resume a isso.

A TEORIA INOVADORA SOBRE COMO O UAP FUNCIONA

Durante décadas, o nosso governo assumiu que devia haver

diferentes tecnologias exóticas

responsáveis por cada um dos observáveis.

Mas os nossos cientistas percebem que uma tecnologia inovadora

podia, na verdade, ser responsável por tudo.

Com energia suficiente, podemos criar uma bolha,

uma bolha luminosa em torno de uma nave,

que teria uma propriedade diferente de espaço-tempo

dentro da bolha e fora da bolha.

Este campo de energia isolaria completamente a nave do ambiente.

Podemos perguntar como é que a nave avança dentro da sua bolha.

A nave dentro da bolha tem uma forma de alterar as propriedades da bolha

para mudar a direção do movimento.

Tem uma pressão descendente à frente e uma ascendente atrás.

Então, seria como andar no espaço-tempo

da mesma forma que um surfista numa onda no oceano.

E observamos velocidade hipersónica e aceleração instantânea.

E a razão é que o tempo se move de forma diferente

para as pessoas dentro da bolha em relação às pessoas fora da bolha.

Quem estivesse dentro da nave sentiria que estava apenas a passear.

Não sentiriam os efeitos do que parecem ser velocidades

e acelerações que transformariam um ser humano em pudim.

Este avanço pode ser a chave para viagens interestelares,

onde queremos viajar longas distâncias

sem demorar muito tempo subjetivo.

DOUTORADO

Também teríamos baixo poder de observação

porque a bolha funciona como uma barreira entre dois ambientes espaço-tempo.

Isto eliminaria ou esconderia a maioria das assinaturas conhecidas

de tecnologias convencionais.

É por isso que o radar teria dificuldade em localizar uma nave

porque o sinal do radar seria distorcido

pelo campo de energia à volta da nave.

As assinaturas do radar moveram-se literalmente à volta da bolha

e não refletem no emissor do radar.

Não é surpreendente que, quando alguém tira uma foto de um UAP,

descubra que tem uma imagem confusa e distorcida,

porque estão a tirar uma foto através de uma barreira espaço-tempo.

O que tem acontecido recentemente

é que atualizámos os nossos sistemas de sensores

nos nossos caças,

e nestas imagens que são captadas com os nossos sistemas de sensores avançados,

podemos começar a ver a estrutura real do campo de energia à volta da nave,

o que, no passado, não seriam capazes de fazer.

Também observámos viagens entre ambientes

porque a nave se move no seu próprio espaço-tempo

e o ambiente externo através do qual se move

é inconsequente.

Isto permitiria a uma nave ir, sem problemas, do espaço, pela atmosfera,

para dentro de água.

E podiam fazê-lo porque a bolha luminosa que os rodeia

desvia moléculas de ar ou de água do oceano à volta da nave,

para que se movesse sem esforço através de qualquer meio.

Também observamos a antigravidade porque o campo gravitacional da Terra

já não tem qualquer efeito na nave dentro da sua bolha espaço-tempo.

É por isso que uma nave não precisa

de motores ou asas ou outros aspetos que associaríamos a uma nave

que precisa de voar na atmosfera.

Na verdade, está desligada da atmosfera.

E o campo de energia associado a estas naves

causa uma onda altamente energética de radiação,

razão pela qual as pessoas que se aproximam demasiado do UAP

podem sofrer efeitos biológicos que são nocivos para humanos.

FILMADO PELA FORÇA AÉREA DOS EUA BASE FORÇA AÉREA NELLIS

Agora que sabemos que estas naves existem num ambiente espaço-tempo,

diferente do ambiente espaço-tempo exterior,

isto pode começar a explicar observações

feitas por militares que se aproximaram e entraram numa nave

e descobriram que o tempo dentro da nave passa a um ritmo diferente

daquele fora dela.

Acham que só lá estiveram uns minutos

e, quando saem da nave, passaram-se algumas horas,

por isso, sentem que há um lapso no tempo.

Ou, no que diz respeito ao tamanho da nave,

se alguém está fora da nave, parece uma pequena nave,

mas, ao entrar, é do tamanho de um estádio de futebol.

Quando percebemos que o espaço e o tempo são diferentes

dentro da nave e fora dela,

estas anomalias que as pessoas relatam, que parecem absurdas,

podem, de facto, fazer sentido.

UMA NOVA FONTE DE ENERGIA

A questão principal é qual é o seu fornecimento de energia.

Porque a prova de quanta energia estão a usar por unidade de tempo

excede qualquer nível de energia que possamos gerar.

Os UAP exibiram características de desempenho propulsivo

que implicam a geração de 1100 mil milhões de watts de potência.

DOUTORADO ASTROFÍSICO

É mais de 100 vezes a energia elétrica diária

gerada nos EUA.

Pensemos nisto.

Cem vezes a geração diária de energia

de toda a nação.

Há duas hipóteses predominantes de como os UAP criam a energia

que distorce o espaço-tempo à sua volta,

e uma é que a nave pode produzir

a sua própria bolha de energia do vácuo à volta da nave,

também conhecida como energia ponto zero.

E a outra é que a nave pode estar a usar entrelaçamento quântico

para aproveitar uma fonte de energia à distância.

Se conseguirmos entender a tecnologia que observamos,

tem tantos impactos potencialmente benéficos, incluindo a energia limpa.

SUBSECRETÁRIO DE DEFESA

Vemos estas naves a fazer coisas inacreditáveis

e não é engenharia de combustão.

Isto é tecnologia que pode substituir petróleo,

gás e carvão e proteger o nosso planeta para as gerações futuras.

Como podemos usar estas tecnologias e todas as capacidades

que daí advêm, não para travar uma guerra,

mas para aumentar o nosso nível de vida

e a nossa capacidade de ir de um lado para o outro?

Podemos falar mais sobre teletransporte.

Podíamos falar mais sobre viagens hipersónicas.

Poder levar os seres humanos para o próximo passo evolutivo,

que são as estrelas,

poder explorar novos sistemas estelares e planetas.

Por outro lado,

teríamos de pesar as consequências de partilhar com o mundo,

sabendo que há pessoas más por aí.

Se os nossos adversários tivessem acesso a essas mesmas tecnologias,

podiam transformá-las em armas de destruição maciça muito poderosas.

Podíamos pôr uma bomba nuclear dentro de uma destas coisas

e mandá-las contra um edifício, contra cimento, aço,

onde quiséssemos, em qualquer parte do mundo.

Queremos falar disto publicamente e incentivar as pessoas a falar disso,

mas, enquanto falamos disto publicamente,

os nossos adversários prestam atenção ao contexto para juntar as peças

sobre tecnologias que podemos ter e a que eles não têm acesso.

Por isso, é uma linha ténue.

Optaria por tornar qualquer nova fonte de energia

uma questão humanitária,

que devia estar aberta, e sabemos como fazê-lo.

Fizemos isso com a energia nuclear.

Se as capacidades que existem vierem à tona

e se tornarem conhecidas pelo mundo...

SENADOR DOS EUA - DACOTA DO SUL

... pode muito bem ser para benefício da humanidade.

PROTEGER DENUNCIANTES

Embora o Congresso tivesse descoberto muito sobre o Programa Legacy,

os denunciantes ainda receavam revelar os pormenores mais secretos

sobre a tecnologia UAP e corpos não humanos na posse do programa.

Temos entrevistado pessoas que teriam provas

ou contacto direto com os materiais

ou com o próprio programa.

Eles trabalharam em naves,

com origem noutro mundo,

mas até...

... publicarem um vídeo antes de se suicidarem,

alvejando-se na nuca quatro vezes,

não sei se isso se vai saber.

As pessoas cujo trabalho é garantir que a informação não sai,

usarão as ferramentas que encontrarem

para convencer as pessoas de que não devem falar.

Temos pessoas com altos níveis de acesso, hoje e no passado,

que fizeram trabalho importante no governo

ou continuam a fazer trabalho importante,

que apresentaram algumas alegações sobre os EUA

terem recuperado materiais exóticos

e, depois, fazerem engenharia reversa neles

para fazer avanços nas nossas defesas e tecnologias.

E que assinaram acordos que iriam para a prisão

ou, em alguns casos, algumas pessoas afirmam que lhes custaria a vida,

se falassem dessas coisas.

Quando tenho um denunciante

a dizer-me que teme pela sua vida

e que pessoas foram magoadas a proteger e a esconder esta informação,

isso dá-me motivos de preocupação.

Determinado a chegar à verdade, foi o Chris Mellon que liderou a comissão

para ajudar o Congresso a redigir proteções de denunciantes de UAP.

E, em dezembro de 2022, o presidente Biden transformou a legislação em lei.

Mesmo para quem assinou acordos de confidencialidade,

continuam a ter o direito e a oportunidade de falar disto de uma forma saudável

e produtiva que informa o público americano.

Alegações bombásticas de um denunciante militar.

Os destroços de óvnis recuperados pelos EUA foram mantidos confidenciais

por um programa secreto do governo durante décadas.

EXCLUSIVO NEWSNATION QUEM É DAVID GRUSCH?

O grupo de trabalho do UAP não teve acesso a um programa de recuperação de acidentes.

Recuperar veículos técnicos de origem não humana,

chamem-lhe naves espaciais, se quiserem,

veículos não humanos de origem exótica que aterraram ou caíram.

Escolhi o Dave Grusch para fazer parte do meu grupo de trabalho do UAP.

Tudo o que o Dave revelou é verdade, mas mal chega à superfície.

Há uma campanha de desinformação sofisticada que visa a população dos EUA,

que é extremamente antiético e imoral.

Pessoas foram mortas para proteger o segredo?

Era uma preocupação constante.

O Dave tem trabalhado incansavelmente nos bastidores,

também com o Congresso,

e estávamos mesmo a chegar lá.

Estávamos a progredir muito.

Estávamos a dar muita informação ao Congresso.

E não era necessariamente simbiótico

com o Programa Legacy e os seus desejos.

Lembro-me de uma noite, estava sentado com a minha esposa no alpendre,

e recebi uma chamada.

Reconheci a voz de um amigo meu,

que era um dos funcionários do Capitólio.

Estava muito abalado

e disse: "Tivemos uma reunião muito interessante no Capitólio

e uma pessoa extremamente sénior do governo dos EUA,

dos serviços secretos,

disse abertamente ao Congresso que havia um comité de 27 indivíduos,

e não vou falar de nomes de código,

que estavam a pensar na ideia de usar medidas extremas

para me silenciar, a mim e ao David."

Matar-nos.

As pessoas dizem: "Vá lá, isso é uma conspiração."

Não, não é.

Já o fizemos antes.

Em certas circunstâncias, matámos americanos sem o devido processo.

Se forem uma ameaça clara e presente à segurança nacional,

podemos matar americanos.

Não é feito com frequência,

mas podemos, sem um julgamento justo, simplesmente desaparecem, certo?

Então, aqui estou eu.

Se, daqui a um mês, estiver a flutuar algures no Potomac,

sabem o que aconteceu.

Sabem o que aconteceu. É a verdade.

O que mais querem saber?

No ano passado, o Comité de Inteligência da Câmara fez uma audiência sobre UAP.

Trouxeram alguns burocratas do Pentágono que só tinham duas respostas

às perguntas que lhes eram feitas: "Não sei" ou "Isso é confidencial".

Esta audiência vai ser diferente.

Desta vez, tivemos testemunhas credíveis a testemunhar perante o Congresso

e o povo americano sob juramento.

Foi um momento de enorme orgulho, para mim e para os meus colegas,

vermos o fogo que iniciámos continuar a crescer.

A audiência da subcomissão sobre fenómenos anómalos não identificados ou UAP

vai começar.

A realidade é que o público americano merece saber

e é bom que tenham cuidado com um governo que não confia no seu povo,

porque não se sabe o que fará contra vós.

É importante estarmos aqui, de forma bipartidária,

termos esta conversa, que, no fundo,

é sobre segurança nacional.

O público americano tem o direito de saber sobre tecnologias de origem desconhecida,

inteligência não humana e fenómenos inexplicáveis.

Jura solenemente ou afirma que o testemunho que está prestes a dar

é a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade, com a ajuda de Deus?

Sim.

Fui informado, no decorrer dos meus deveres oficiais,

de um programa de recuperação de UAP e de engenharia reversa de várias décadas.

Espero que as minhas ações levem a um resultado positivo

de uma maior transparência.

Víamos cubos cinzentos-escuros ou pretos dentro de uma esfera transparente,

onde o ápice ou as pontas do cubo tocavam no interior da esfera.

Desde que os eventos ocorreram inicialmente,

soube que os objetos foram detetados principalmente

onde todas as operações da Marinha são conduzidas em todo o mundo.

Estes objetos são observados há mais de duas semanas, descendo dos 80 000 pés,

rapidamente, até aos 20 000 pés,

pairando durante horas e, depois, voltando a subir.

Só em 2009 é que o Jay Stratton me contactou para investigar.

Sem o conhecimento de todos, ele fazia parte do programa AATIP no Pentágono.

Conhece algum indivíduo que participe

em programas de engenharia reversa para naves não terrestres?

Pessoalmente, sim.

Acredita que o nosso governo está na posse de UAP?

Sei as localizações exatas.

De facto, pedi às pessoas com conhecimento em primeira mão

para divulgarem, com proteção, ao inspetor-geral.

Temos os corpos dos pilotos que pilotaram esta nave?

Temos produtos biológicos nalgumas destas recuperações, sim.

Produtos biológicos não humanos?

Não humanos.

Podia falar um pouco sobre a interação

entre empresas fornecedoras de defesa

e quaisquer programas ou atividades relacionadas com UAP?

Os fornecedores, os manipuladores, por assim dizer.

São eles que fazem desempenhos específicos em contratos governamentais.

Como é que um programa desses é financiado?

Apropriação indevida de fundos.

Isso significa que há dinheiro no orçamento

que vai para um programa, mas não vai

e vai para outra coisa?

Sim, tenho conhecimento disso.

Sr. Graves e Fravor,

no caso de os vossos encontros se terem tornado hostis,

teriam tido a capacidade de se defenderem?

Claro que não, senhor.

Não.

O que experienciámos foi muito além da ciência material e das capacidades

que tínhamos na altura, que temos atualmente

ou que teremos nos próximos dez a vinte anos.

Não temos nada que possa parar no ar e ir na outra direção,

nem nada que possa, como na nossa situação,

descer do espaço, pairar durante três horas e voltar a subir.

É possível que estes UAP estejam a sondar as nossas capacidades, sim ou não?

- Sr. Graves? - Sim.

- Grusch? - Sim, sem dúvida.

Tem algum conhecimento de pessoas que foram magoadas

ou feridas na tentativa de encobrir ou ocultar

esta tecnologia extraterrestre?

Sim.

Pessoalmente.

Sabe de alguém que tenha sido assassinado?

Tenho de ter cuidado.

Direcionei pessoas com esse conhecimento às autoridades apropriadas.

Há claramente uma ameaça para a segurança nacional

dos Estados Unidos da América.

Testemunhas corajosas aqui.

Fizeram um juramento de defender a constituição dos EUA

e, raios, estão a fazê-lo, e temos uma dívida de gratidão para com eles.

Hoje, em Capitol Hill,

um apelo bipartidário para mais transparência sobre óvnis.

Um falou sobre corpos alienígenas. Dois falaram sobre ver UAP.

O governo dos EUA opera um Programa de Recuperação de Óvnis

e tem um óvni e os restos

de, cito, "um não humano ou pilotos não humanos" na sua posse.

E quando o Dave Grusch disse as palavras "produtos biológicos não humanos",

houve um suspiro audível.

Trabalhei com o David quando contribuímos para o grupo de trabalho do UAP

e tudo o que ele disse sob juramento ao Congresso

e o que ele escreveu na sua denúncia é totalmente verdade.

Um relatório do Pentágono detalhou um aumento de avistamentos de óvnis.

O Pentágono divulgou hoje o seu relatório sobre avistamentos de óvnis,

dizendo que foram investigados mais 366 avistamentos desde 2021.

Agora, o Departamento de Defesa admite não apenas alguns incidentes,

mas centenas de incidentes,

vários incidentes com vários sistemas de sensores,

várias testemunhas.

Um grupo de trabalho da NASA realiza a sua primeira reunião sobre óvnis.

A NASA criou uma equipa de estudo independente

para examinar fenómenos anómalos não identificados

e esta é a primeira vez que a NASA toma medidas concretas

para investigar seriamente os UAP.

Estamos sozinhos? Pessoalmente, acho que não.

Não estava preparado para o número de incursões que vi.

Esta capacidade de fusão ultrapassa a estrutura operacional

que temos para a resolver.

POTENCIAIS INTENÇÕES DA INTELIGÊNCIA NÃO HUMANA

Desde que a humanidade começou a desenvolver energia atómica,

tem havido atividade UAP consistente nos locais envolvidos

nos processos atómico e nuclear.

Evoluímos mais tecnicamente nos últimos 80 anos

do que nos 200 mil anos anteriores.

E o aumento da atividade dos UAP acompanhou o nosso avanço

no aproveitamento de energia.

Percebemos que estamos no caminho para explorar os níveis de energia necessários

para distorcer o espaço-tempo,

e os UAP têm observado

e estão claramente interessados no nosso rápido progresso.

Apesar de desenvolvermos imensas novas tecnologias,

não vemos um aumento moral equivalente na forma como lidamos uns com os outros.

Continuamos a invadir nações soberanas.

Ainda ameaçamos uma guerra nuclear, 80 anos depois de lançar bombas atómicas

que vaporizaram centenas de milhares de seres humanos.

Sejamos realistas, somos uma espécie violenta.

Se eu fosse uma espécie de outro sítio,

mesmo que uma escondida no planeta,

que visse como subimos na curva da energia atómica e da energia nuclear,

e começasse a perceber o que é preciso

para fazer as tecnologias deles,

com a distorção do tempo e do espaço,

imagino que isso seria uma ameaça para outra espécie,

porque reconheceriam que, uma vez que é só uma questão de tempo,

e iriam fazer o que nós fazemos,

e teríamos de lidar com eles.

Não me surpreende que a prioridade deles

seja identificar que ameaças podem enfrentar

e descobrir tudo sobre elas.

Este padrão de atividade parece-me totalmente lógico.

Parece-me uma extensão do processo evolutivo

que governa a vida, como a conhecemos,

em que o principal é a autopreservação.

Quando ouço histórias de locais de armas nucleares a serem fechados

ou ativados,

isso diz-me algo muito interessante.

Primeiro, é que algo tem uma tecnologia

capaz de alcançar os nossos sistemas de armas nucleares à distância,

de formas que não compreendemos.

Isso é apenas capacidade.

Mas fazemos a pergunta sobre intenção.

No mínimo, o que me diz é que nos estão a mostrar

o que nos podem fazer à vontade, ou connosco, ou que podem impedir-nos.

Não nos impediram de explodir algo no Japão.

Não impediram a primeira das bombas.

Então, de certa forma, estão dispostos

a deixar-nos ver as consequências das nossas ações,

mas, por outro lado, estão dispostos a mostrar-nos

que podemos pensar que os podemos magoar, um dia, mas não podemos.

Podem simplesmente intervir e impedir-nos

ou fazer com que nos rebentemos uns aos outros, porque, no fim de contas,

estamos a atrapalhá-los e começamos a irritá-los.

Apesar de ter sido reportado que alguns dos nossos pilotos de caças

perseguiram estes objetos e até lhes dispararam mísseis,

não houve nenhum tipo de retaliação forte e negativa.

Portanto, seria fácil chegar à conclusão

de que são amigáveis, está tudo bem e não há ameaça real.

Mas a verdade é que temos de ter em conta

as condições em que isso pode mudar.

Por exemplo, se tivermos formigas no quintal,

não são uma ameaça para nós, por isso, tudo bem,

mas, se invadirem a nossa casa, de repente, são uma ameaça.

E pode acontecer o mesmo nesta situação.

Pelo menos na indústria da defesa e dos serviços secretos,

assumimos automaticamente o pior, porque queremos estar preparados

para o pior, caso isso aconteça.

Há uma preocupação nas comunidades de defesa e serviços secretos

de que os UAP têm feito vigilância a longo prazo

dos avanços tecnológicos humanos,

para o caso de terem de intervir

para evitar um conflito entre nós e eles.

Uma das razões pelas quais sou tão fervoroso sobre esta questão

é porque acho que tem o potencial de mudar a perspetiva

e o panorama dos líderes mundiais e das populações desses países

para ver mais o que temos em comum e os desafios que enfrentamos juntos.

Se vamos sobreviver como espécie,

precisamos de níveis sem precedentes de colaboração internacional.

Às vezes, penso na rapidez com que as nossas diferenças globais

desapareceriam se enfrentássemos uma ameaça alienígena, de outro mundo.

Thomas Jefferson disse uma vez:

"Não sou defensor de mudanças frequentes nas leis e constituições,

mas as leis e instituições devem andar de mãos dadas

com o progresso da mente humana.

À medida que esta se desenvolve, que se informa,

à medida que se fazem novas descobertas,

surgem novas verdades, e os modos e opiniões mudam.

Com a mudança das circunstâncias,

as instituições também têm de avançar para acompanhar os tempos."

A nossa atual liderança do Senado sente o mesmo que os nossos pais fundadores.

E ao longo do outono de 2023,

eu e os meus colegas reunimo-nos com essa liderança

para lhes dar clareza sobre os factos ao lutarem pela legislação UAP

mais histórica que já tivemos.

Nunca na história da nossa nação vimos qualquer tipo

de legislação sobre UAP que seja tão detalhada e específica

e tão direta como esta.

O governo dos EUA reuniu muita informação sobre os UAP,

ao longo de muitas décadas, mas recusou-se a partilhá-la com o povo americano.

É errado e, além disso, gera desconfiança.

Acreditamos que há informação e dados que foram recolhidos,

não só pelo Departamento de Defesa,

mas também por outras agências do governo federal.

Informações sobre UAP também foram ocultadas do Congresso,

o que foi uma violação das leis que exigiam notificação total

ao poder legislativo.

O projeto de lei que criei com o senador Rounds oferecia uma solução sensata,

a Lei de Divulgação de Fenómenos Anómalos Não Identificados.

Esta seria a medida mais agressiva que alguma vez vimos na história,

no que diz respeito à divulgação sobre o que o governo sabe e tem,

em relação aos UAP.

A medida também daria ao governo federal controlo

sobre todas as tecnologias recuperadas de origem desconhecida

e provas biológicas de inteligência não humana.

Domínio eminente permite ao governo dos EUA controlar qualquer coisa

por razões de segurança nacional

ou para o bem do povo americano.

Uma exigência como medida de transparência para o governo obter qualquer material

de UAP recuperado ou restos biológicos

que possam ter sido fornecidos a entidades privadas, no passado,

e, assim, escondidos do Congresso e do povo americano.

A secção de domínio eminente não foi criada acidentalmente.

Foi concebida para ser colocada ali para expor as nossas expetativas.

Os fornecedores podem ter informações que ocultaram

ou materiais que ocultaram, por um longo período de tempo,

e esta é a nossa forma de o abordar e de deixar claro

que devia ser entregue de forma adequada

e que têm de negociar connosco, agora.

O seu plano bipartidário para mais transparência

está a obter uma grande resistência.

Os fornecedores da defesa dão dinheiro legalmente

a muitos dos meus colegas que fazem parte da resistência a isto.

MEMBRO, GRUPO DE TRABALHO

Há muito dinheiro a vir da indústria da defesa

para apoiar agentes eleitos nas suas campanhas.

E quando chega a altura de estes agentes eleitos

tentarem chegar ao fundo da questão, estão comprometidos.

Algo com a capacidade de viajar anos-luz,

sem mostrar uma assinatura térmica e a capacidade energética disso,

levaria o Pentágono à falência.

Não estaríamos a travar guerras inúteis no estrangeiro por causa do petróleo.

E os rapazes e raparigas americanos não estariam a morrer.

Isso levaria os porcos de guerra à falência.

Infelizmente, houve demasiada resistência

e os elementos mais históricos da legislação proposta

não se tornaram lei.

Temos uma grande confusão nas mãos.

Temos 80 anos de mentiras e enganos

que arruinaram a vida de muita gente

e ninguém quer assumir a responsabilidade por isso.

Isto não é um esforço para castigar ninguém.

Ainda assim, teríamos de saber o que viram.

Os contribuintes pagam.

E acho que oferecer a amnistia é extremamente importante.

Deixar o passado ficar no passado e depois, coletivamente, seguir em frente.

É essencial continuarmos a trabalhar na nossa proposta.

Gostaria de agradecer ao meu querido amigo, o falecido Harry Reid,

um mentor que se preocupava muito com este assunto.

Ele está a olhar para nós e a sorrir,

mas também nos está a incentivar para fazermos o resto,

e faremos tudo para que isso aconteça.

Mas onde havia fumo, havia um fogo,

e, agora, o Congresso está ciente disso.

E o que isso nos permite fazer é unirmo-nos e tentar novamente.

Bem-vindos à audiência histórica de hoje.

Há certos indivíduos que não queriam que esta audiência acontecesse

porque temiam o que poderia ser revelado.

Jura solenemente

que o testemunho que está prestes a dar

é a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade,

com a ajuda de Deus?

Juro.

O governo realizou programas secretos de recuperação de UAP, sim ou não?

Sim.

Foram criados para identificar e decifrar naves alienígenas, sim ou não?

Sim.

O secretismo excessivo levou a delitos graves contra funcionários públicos leais,

militares e o público,

tudo para esconder que não estamos sozinhos no cosmos.

Os EUA estão na posse de tecnologias de UAP,

assim como alguns dos nossos adversários.

Estamos no meio de uma corrida às armas secretas que dura há décadas.

Financiada por dinheiro desviado dos contribuintes

e escondida dos nossos representantes eleitos

e órgãos de supervisão.

Agora que sabemos que os UAP interagem com a humanidade,

não devemos fechar os olhos,

mas, em vez disso, enfrentar esta nova realidade e aprender com ela.

Uma das ações mais importantes a ser tomada

para expor a verdade dos UAP é combater o estigma.

Se o pessoal da NASA se apresentasse e participasse nestas discussões,

seria uma forte declaração à comunidade científica

de que os UAP devem ser levados a sério e investigados em conformidade.

À próxima administração e Congresso,

digo-vos que precisamos de transparência pública imediata,

e esta audiência é um passo importante nesse caminho.

A verdade está por aí.

Só temos de ser ousados e corajosos o suficiente para a enfrentar.

A América quer as pizas em 30 minutos ou menos,

é o nosso alcance de atenção,

e acho que o Programa Legacy é...

Eles acham que a América vai desviar a atenção para outro sítio,

e acho que não é esse o caso.

Acho que acendemos o rastilho.

Acho que o povo americano está pronto para receber a verdade.

Sentado aqui, num edifício do Senado,

a reconhecer as mudanças que têm ocorrido,

nunca pensei ver este dia chegar, francamente,

e, agora, que o vejo aqui,

estou incrivelmente esperançoso

de que se vai espalhar pela nossa sociedade

para que todos percebam que a espécie humana

está num caldeirão de muitas espécies, por toda a galáxia.

O que espero que resulte disso é, em primeiro lugar,

um maior apreço do que significa ser humano.

E, para mim, essa mudança no caráter humano

é talvez mais significativa

do que o que podemos aprender sobre átomos, moléculas e sistemas de propulsão.

Os meus netos vão crescer a ter em conta

e a pensar no facto de que o universo está cheio de vida.

Estamos no limiar de uma compreensão totalmente diferente

do universo e do nosso lugar nele,

das oportunidades tecnológicas e das possibilidades

que eram apenas ficção científica há poucos anos.

As pessoas por trás do Programa Legacy

acreditam que o segredo é tão intenso

que não podem partilhá-lo com o povo americano.

Pode haver aspetos que são tão intensos que não os podem partilhar.

No entanto, penso que o facto básico de não estarmos sozinhos no universo

pode ser partilhado com o povo americano.

Conseguimos lidar com isso.

Esperemos que, um dia, o povo americano saiba a história toda

e como isso nos afeta a todos.

Quero contar ao povo americano o que sei,

mas não posso, porque a grande maioria continua altamente confidencial.

Sinto uma pressão tremenda para partilhar o que puder,

porque sei que chegará o momento

em que todos desejaremos ter feito tudo de forma diferente.

Esse momento está iminente

e, quando esse momento chegar,

sei que as pessoas dirão: "Gostava que me tivessem dito antes."

Lembrem-se, no ponto a que chegámos,

estamos apenas a começar a maior mudança de paradigma

da história humana,

a era da revelação.

EM 2025, OS SENADORES SCHUMER, ROUNDS E GILIBRAND VOLTARAM A PROPOR

O PROJETO BIPARTIDÁRIO DE DIVULGAÇÃO DOS UAP, NA ESPERANÇA DE QUE,

SE TRANSFORMASSE, FINALMENTE, EM LEI.

AS SUAS AÇÕES CONTINUAM A RECEBER RESISTÊNCIA.

Lúcia Fonseca

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