Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Legendado por Cabine de Projeção
Tradução: Lzito
Merda.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete.
E aí?
E aí.
Um, dois, três, quatro, cinco.
O que há de novo na terra da educação musical superior?
No que está trabalhando atualmente?
Ainda no riff de dois compassos.
O tema de jazz que estou compondo.
Com a harmonia de acordes que leva à nona aumentada?
Acredite, cara, eu conheço.
Só não sei como não fica louco
ouvindo os mesmos dois compassos repetidamente.
Uma nota de cada vez.
Vou escrever a melhor abertura de jazz da história.
Nem que isso me mate.
Ou mate a nós dois.
Eu quis dizer, o que você tem feito na faculdade?
Coisas de Big Band.
Para ser honesto, não é muito interessante.
É meio antiquado.
Precisa de mais...
personalidade.
Com certeza.
Deviam tocar o que você escreveu, cara.
Você devia tocar suas músicas, mano.
Irmão, você precisa tocar suas músicas
para outras pessoas além de mim.
Eu sei.
Estou trabalhando nisso.
Não dizem que tudo o que quer está do outro lado do medo?
É alguma merda assim.
Boa sorte, cara.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete.
Você consegue!
Oi.
Continue tocando.
Como?
Sua música é incrível.
Ela me chamou lá do corredor.
Por que parou?
Não era exatamente minha música.
Mas obrigado.
Me chamo Sorrel.
Prazer, Jacen.
Jacen com C.
Está no terceiro ano?
Sim, pedi transferência da Laurier. Mas estudo meio período.
Trabalho no museu aqui ao lado para pagar o curso.
É?
Passo por aquele prédio todo dia.
Não gosto muito dele.
Sério?
Do que você não gosta?
Sei lá.
Parece que uma nave espacial caiu em cima dele.
Falta simetria.
Não é a melhor coisa da Rua Bloor.
Meio que concordo com você.
De quem era a música? Duke?
Não, era "Lush Life", do Billy Strayhorn.
Ele não é tão famoso quanto o Ellington, mas é legal.
Assim... o Duke sempre é ótimo.
O arranjo era seu?
Sim, era.
Estou envolvido nisso há uma eternidade.
Legal.
Adoro tudo relacionado ao jazz.
Eu também.
Tenho aula agora, mas...
foi um prazer te conhecer, Jacen com C.
O prazer foi meu.
E aí?
Jace?
Acho que conheci alguém ontem.
Uma garota?
Uma garota de verdade?
Ela disse que gostou de me ouvir tocar.
Tocou para ela?
Não. Eu não toquei para ela.
Eu estava tocando e ela entrou.
Enquanto tocava para ela?
Como terminou?
Na verdade, ela me mandou uma DM ontem à noite.
Cara, que demais. Ela está a fim de você.
- Será? - Sim.
Ela meio que se convidou para jantar.
Isso é incrível.
E você disse sim, né?
Disse.
Vou fazer pato.
Ficou nervoso?
Não.
Não. Só um pouco, mas...
Eu dou conta.
Você dá conta.
- Oi. - E aí.
Entre.
Trouxe um vinho chique.
Como prometido.
Muito obrigado.
Vamos abrir logo?
Vamos nessa.
Que casa legal.
Ah, obrigado.
É dos meus pais.
Eles dão chaves de casa melhor do que dão afeto.
Caramba. Olha essa vista!
Nunca deve perder a graça.
É, não enjoa.
Toma.
Saúde.
Preciso ver isso.
Isso é incrível!
É uma vista linda.
Obrigado.
Tenho que dizer: Ninguém nunca me pediu para cozinhar antes.
Não vou mentir, eu inventei essa história de cozinhar.
Eu só queria sua atenção e achei que valia a tentativa.
Na verdade, eu cozinho bastante.
Lembra muito compor música.
O "feeling", o ritmo...
interpretação.
Isso me relaxa, embora eu faça mais sozinho.
Mas parece que não hoje.
Não hoje.
Aqui está.
Pato à la Jacen.
Incrível.
- Vou pegar o vinho. - Obrigado.
Uma pergunta: O que te trouxe ao mundo da música?
Minha avó me apresentou à música quando eu era criança.
É uma das minhas primeiras lembranças.
Sério?
Sim.
Ela me sentava no colo e tocava "Puff, o Dragão Mágico" no piano.
Cantava no meu ouvido como se contasse um segredo.
Desde então, a música fala comigo, se é que isso faz sentido.
Consigo ouvir as coisas e tocar de volta.
É difícil explicar.
Isso é muito legal.
Não sei fazer isso. Por isso vou acabar nas artes e não na música.
Jacen, deixa eu te perguntar outra coisa.
Por que não gosta de tocar para outras pessoas?
Todo mundo na faculdade fala sobre isso.
Não sei.
Não é muito a minha praia.
Deveria ser.
Parece óbvio para mim.
Você tem o dom, não acha?
Acho que não.
Ah, qual é. Não acredito nisso nem por um segundo.
Você estava tocando para mim, não estava?
Não estava tocando para você. Eu só estava...
Acho que você está errado.
Acho que isso é o que você quer fazer e você deveria aceitar.
Deveria se expor, senhor músico.
Ei, senhor músico, você está bem?
Ei.
Não tem nada de errado comigo!
Não tem nada de errado comigo!
Não quis dizer isso, eu...
Desculpa, não é...
Não tem nada de errado com você...
Tem certeza disso?
Se você tivesse meu "dom"
e todas as condições adoráveis que vêm com ele?
É o pacote completo, mano.
Todos temos manias, quem se importa?
Só... é foda às vezes.
Sabe?
Às vezes queria ser só um atleta burro.
- Sem querer ofender. - Não ofendeu.
Rain Man.
Já tentei terapia.
Não adiantou, cara.
Tenho que tentar outra coisa.
O que quer dizer?
Vou embora por um tempo.
Para onde?
Por quanto tempo?
Ainda não tenho certeza.
Será que medos são como sombras? A coisa que bloqueia a luz.
Dizem que a verdadeira mudança
só acontece quando dói demais continuar sendo o mesmo.
Ei, Jace, é a Sorrel.
Já faz uns meses e todos na faculdade perguntam por você,
se você está bem.
Onde quer que esteja, o que quer que esteja fazendo,
espero que esteja conseguindo o que precisa.
Tchau.
Encontre sua verdade.
Ouça sua verdade.
A verdade sussurra para você.
É aquela voz calma lá dentro.
Só precisa ter coragem de ouvir.
Estamos todos presos nas danças das sombras e da luz,
entre lágrimas e cachoeiras.
Se tudo ao redor parece escuro, olhe de novo, talvez você seja a luz.
Você está elegante.
Achei que devia me arrumar para você.
Noite importante hoje.
Acho que já estava na hora.
É.
Olha...
Papo de irmão mais velho. Tem algo que quero dizer antes.
Te vi crescer a vida toda, cara.
Vi todos os desafios.
Sei que a vida foi um pouco mais fácil para mim do que para você.
Precisa saber que não é culpa sua.
Somos uma geração criada à base de remédio pra TDAH,
Ritalina e toda essa merda, mas precisa saber que...
são os desafios que fazem você ser você.
É o que te faz especial.
E quem você é, cara... quem você é, é incrível pra caralho.
Tenho muito orgulho de você.
Porque foi você quem chegou tão longe e cresceu tanto.
E você fez tudo isso sozinho.
O mundo é um lugar melhor com você nele.
Só preciso que saiba disso.
Lembre-se disso, tá?
Tenho orgulho de você.
Muito orgulho mesmo.
Também tenho orgulho de você, mano.
Te amo, irmão.
Legendado por Cabine de Projeção
Tradução: Lzito
O que te faz diferente é o seu superpoder
Estamos todos presos nas danças das sombras e da luz
Como uma borboleta numa roda
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.