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- O que est� procurando? - O acordo de Nootka Sound.
Talvez preciso provar no tribunal
que a terra foi adquirida em acordo e n�o por conquista.
Pettifer disse que se Delaney quisesse negociar em Nootka,
a �nica mercadoria que poderia usar, seria a p�lvora.
- Onde estamos? - Minha nova f�brica.
Tenho uma teoria que a introdu��o de v�rios
barris de salitre pode fazer a lixivia��o em 4 semanas.
H� s� um lugar onde � poss�vel encontrar salitre refinado.
O armaz�m da Companhia em Wapping Wall.
Estou planejando um assalto.
- Diga meu nome a Carlsbad. - E quem � Carlsbad?
Carlsbad � o l�der da Sociedade Americana
da Correspond�ncia Secreta em Londres.
Todo momento sua vida est� em nossas m�os.
Como o seu nome na minha. Carlsbad.
- Se nos convidaram, eles sabem. - Quem sabe?
Eu desafio James Delaney para um duelo, at� a morte.
Voc� aceita?
Equipe Li4rs apresenta...
Monk | lucasvsribeiro | o-o
Matvix | btsix | AlexandreMT
Anne | Monk | Caio
Epis�dio 5
Bom-dia.
A cigana � dona desta ilha entre duas par�quias.
� tradi��o que ela ofere�a aos duelistas uma boa sorte.
Tr�s xelins cada para flores e penas de ganso.
Isto n�o � um parque de divers�es.
Senhores...
uma pequena coisa foi percebida,
um de voc�s procura por satisfa��o.
Quem?
Aqui est� minha pistola para inspe��o.
Este � meu ajudante, Sr. Hope de Trinity Lane.
Posso ver sua pistola?
Podemos ir logo com isso?
Este nevoeiro � contagioso.
- Onde est� seu ajudante? - N�o tenho.
- O c�digo requer que tenha um. - Eu n�o tenho.
Digamos que essa mulher � sua ajudante e chegou atrasada.
Voc� n�o poderia encontrar um barco como uma pessoa normal?
Eu estava entediada e nunca vi um homem atirando.
Por que n�o se esquenta perto da fogueira?
Duelistas, fiquem entre o advogado.
N�o � por falta de confian�a em nenhuma das partes, mas...
preciso do pagamento adiantado.
Ao meu comando,
os duelistas ficar�o posicionados no local.
Aquele que atirar para matar ser� julgado.
Voc�s v�o duelar at� o primeiro sangue...
At� a morte!
At� o primeiro sangue.
De acordo com c�digo irland�s de 1777...
qualquer homem ferido ser� atendido pelo m�dico.
E nenhum segundo tiro ser� atirado por nenhuma arma.
Senhores, aos seus lugares.
O insatisfeito no local mais pr�ximo.
Quando eu deixar cair este len�o,
voc�s v�o andar em dire��o ao outro.
E no momento que escolherem,
haver� uma educada troca de balas.
Querido Deus, tenha piedade da minha alma.
Satisfeito?
Minhas desculpas.
Foi um excelente tiro.
Presumo que seu ajudante � um homem da Companhia.
J� que ele falhou ao carregar sua arma.
Meu Deus!
Parece que minha vida � mais preciosa do que a sua.
Bom-dia.
Voc� tem cinzas na m�os.
Onde est� a empregada?
Eu a mandei sair.
Para comprar champanhe? Ou batatas?
Ou os dois?
Ent�o, como resolveu? Ambos entraram em acordo?
N�o.
Eu atirei nele.
Bem entre os olhos dele.
E uma horda de dem�nios saiu de sua cabe�a para o rio.
Nesse caso, seriam batatas, n�o �?
Um simples alento.
A vida continua.
Antes que beba mais, pode me contar o que aconteceu?
Caso fosse o caso...
de um mensageiro vir lhe contar...
que ele tinha me matado...
bom...
champanhe.
Um mundo de possibilidades.
Mas esses n�o s�o os casos.
Foi um v�cuo.
Como?
V� lavar as suas m�os.
N�o h� necessidade de mais perguntas.
J� que metade de Londres ir� cont�-la de qualquer forma.
Ent�o devo saber atrav�s de fofocas?
Como as fofocas que escutei sobre voc�.
Ent�o, como foi a festa?
Bem, foi interessante.
E como voc� acabou na lagoa dos patos?
Ela � aleijada. Tentou pegar um salm�o com os p�s.
Se ele tivesse ficado para comer os ovos que cozi...
ele teria ouvido a minha vers�o sobre ontem � noite.
Soldados em vermelhos. Soldados em azul.
Passando pela janela. L� na praia.
Parando o trafego no rio
e vasculhando cada bagagem vinda do leste.
Entenda, Srt.� Bow, houve um roubo ontem...
ao arsenal das �ndias Orientais.
Ingredientes para fazer p�lvora,
roubados debaixo dos narizes da Companhia.
Insurrectos, os chamam.
Franceses.
Presumo que nenhum deles fale franc�s.
A Companhia j� declarou
que os envolvidos ser�o executados.
A senhorita e eu tomaremos o nosso caf�
da manh� na praia hoje, obrigado.
E quando vierem, deixe-os entrar.
Voc� pode abrir cada porta.
N�o temos nada aqui a esconder.
Voc� ser� enforcado.
Eles v�o peg�-lo e enforc�-lo.
Preciso que me traga os pertences do meu pai hoje.
Explique-me como n�o morrer�.
Diga-me o porqu� de ter cruzado o rio para me ver levar um tiro.
Ele estava raso e eu precisava de uma vis�o melhor.
Sua vez.
O salitre que roubamos j� havia sido vendido � Marinha.
Ent�o pertence � Coroa.
Assim, o Pr�ncipe tem um motivo
para processar a Companhia por neglig�ncia,
j� que era responsabilidade dela, na �poca.
A Companhia pode me acusar de v�rias coisas,
mas apenas o Rei pode me enforcar.
A Coroa ir� preferir fazer um acordo.
Ent�o n�o serei enforcado.
Estou bem feliz em admitir
que n�o quero James Delaney morto.
Mas voc� pode admitir tamb�m
que n�o quer James Delaney morto?
Trar� os meus pertences hoje. Esse � o seu trabalho.
Certo?
Eu tamb�m n�o quero James Delaney morto.
- Quem � voc�? - Eu sou Winter.
Dizem que ele � o diabo...
mas ele n�o � para mim.
Ele prometeu que me levaria � Am�rica.
�, se ele viver al�m do p�r-do-sol.
Verifiquem os barris! Todos!
Tem que haver algo aqui.
Procurem em todos os lugares!
Vamos! Mexam-se! Procurem no barco. Vamos!
Tirem-nos da�, vamos!
Olhem l� embaixo. Voc�, veja o por�o.
- Nada. - N�o pode ter evaporado.
O que � isso?
Nada no por�o al�m de ratos e �gua doce, senhor.
- Continuem procurando. - Prossiga.
Voc� caiu.
N�o deve lembrar quem �, ent�o vou lembr�-lo.
Voc� anda me seguindo, n�o �?
Ent�o, voc� � da Coroa ou da Companhia?
N�o importa.
N�o h� nada al�m de morte na sequ�ncia dessa estrada
para voc� e os seus.
Volte e conte aos seus amigos que quase perdeu o cora��o.
"Ama a teu marido,
vigia os criados, acolhe os h�spedes.
E agora, Hal, as not�cias da corte:
e a quest�o do assalto? No que deu?"
No que deu, Sr. Delaney?
A Companhia est� investigando.
O Pr�ncipe deve estar entretido.
Essas subst�ncias que ingiro...
me fazem recitar Shakespeare espontaneamente.
O que me leva � encantadora mulher
com quem estava na festa.
Atriz, ela me disse.
Ela � sua ou...
um qu�mico poderia cham�-la...
para tomar um ch� ou algo do tipo?
Mostre-me a carga.
Brace!
Brace, pode vir me ajudar?
O que diabos aconteceu aqui?
Malditos soldados invadiram a casa.
N�o me ouviu gritando?
N�o v� que estou ocupado?
- Onde est� James? - Como � que vou saber?
Brace...
qual � o problema?
Achei que ele tinha queimado esse ba� na encosta,
junto com o restante.
Ele boiaria.
Joguemo-lo no rio para a mar� lev�-lo.
Ou queimemo-lo.
- Sabe o que tem dentro? - Sei.
A verdade.
Por mim, eu o queimaria.
Mais dif�cil de o rio traz�-lo de volta.
Pedi uma lona ao Fuinha para proteger isso da chuva.
Experimentei um pouco.
Qualidade excepcional.
Quase t�o boa quanto as destila��es
de coc� de morcego da Birm�nia.
Por que n�o conserta o telhado?
Porque a lona proteger� o p� perfeitamente
e sair� bem mais barato.
- Voc� a acha linda? - Quem?
A atriz.
Ela est� entre as v�rias com quem eu dormiria
e as poucas pelas quais eu me masturbaria.
Isso � divertido, n�o �?
- Posso convid�-la ou n�o? - N�o.
Ent�o ela � sua?
Dada a qualidade do salitre,
quanto levaria para fazer p�lvora?
Quatro semanas, e precisarei de um assistente.
Preciso de voc�...
para me arrumar uma vela para cobrir minha entrega.
- V�. - Fique.
Sente-se. Sente-se ali.
N�o disse nada ao garoto. N�o achei seguro.
Os sacos de salitre do celeiro foram roubados.
Por que dar-lhe esse fardo?
Foram roubados da honr�vel Companhia das �ndias Orientais.
Certo?
Quem souber do paradeiro deles, mas n�o reportar,
est� eleg�vel para ser enforcado.
Agora, voc� � um de n�s.
Seu aprendiz.
Lamba.
Lamba seu dedo.
Senhores, antes de eu falar desse assunto de confian�a...
e de trai��o,
ouvi que a Companhia oferece � 10
por quaisquer informa��es.
Tamb�m sei que um de voc�s...
j� considerou aceitar.
Deixe-me ser bem claro.
Sei qual de voc�s foi.
E quero que saibam que n�o haver� lugar
para esse homem em meu navio quando formos ao Novo Mundo.
Porque ele n�o ser� �til para mim.
Ele n�o ter� utilidade alguma.
Pois ele n�o ter� o polegar.
Estou em suas mentes, senhoras.
Sempre.
2 libras por portas quebradas e janelas trincadas.
Malditos soldados! Voc� me deve, Delaney!
Agora...
disseram que alguns dos ladr�es eram mulheres.
Mas s� a Companhia foi lesada,
logo n�o podem lev�-las � pris�o ou � torre de aves.
Ent�o, se um homem da Companhia vier,
eles n�o t�m jurisdi��o legal.
Ent�o falem comigo.
E lidarei com isso da minha forma.
Em troca...
voc�s escolhem.
James Delaney est� rindo de n�s.
A Coroa, Coop, o Pr�ncipe,
todos morrendo de rir de n�s.
Falem de processos por neglig�ncia...
investiga��es.
Falam de cumplicidade...
e, enquanto isso, rindo pelas nossas costas.
Podem ouvir? Vindo da Regent Street?
Sabemos quem. Sabemos por qu�.
S� precisamos descobrir onde.
Podemos usar todos os recursos que temos. Todos eles!
Somos mais ricos que Deus. N�o aceito impunidade,
pois a Companhia est� a meu comando.
J� ferramos Maraj�s, j� ferramos os Mogol
e este homem...
� s� um mesti�o de Londres.
Ent�o...
Vamos l�! Ideias?
Quem est� ajudando Delaney?
R�pido, Bill! � a Pearl.
Onde ele faz o p�lvora?
Ele � da porra da Companhia.
Fa�a com que saibam que, em Wapping Wall,
foi trabalho do diabo do Delaney.
MORTO A NEG�CIOS DA COMPANHIA
Pronto? Bom garoto.
Que merda est� fazendo aqui...
a essa merda de hora da noite?
Pensei que tinha ouvido uma explos�o.
N�o.
Tudo est� bem.
Tenha cuidado.
Fazer p�lvora e ser cuidadoso s�o bons amigos.
O qu�? O que voc� v�?
Ele s� tem medo de voc�.
Todos t�m medo de voc�.
Ainda bem.
Descobriu o quanto a Companhia oferece de recompensa?
Trabalhe mais r�pido.
Firme vamos n�s.
Bom garoto.
Que diabos est� fazendo?
N�o.
As cartas que seu pai escreveu para voc� s�o lindas.
Como voc� sabe disso?
Porque eu as li. Voc� ao menos as olhou?
N�o.
Imagens e pinturas de todo o mundo.
O olho nas pinturas queimam bem, obrigado.
Estou procurando um documento em particular.
Um acordo. S� isso.
Um acordo entre meu pai...
e a tribo Nootka Indian.
O acordo no qual...
a terra Nootka foi comprada por p�lvora...
e mentiras!
Junto com a minha m�e.
A primeira mulher dele.
Que ele comprou por mi�angas.
E quando a mulher dele
n�o fingia ser Princesa da Espanha
ou a Condessa Italiana,
que seja qual que n�o queria fingir...
Ele a mandava para o Hosp�cio Bedlam Insane.
Nunca comprou uma alma por mi�angas?
Falaram que Vossa Majestade tem papelada sobre a Companhia?
Algum escoc�s no minist�rio de guerra
que quer me ferrar conseguiu e me trouxe.
Em uma guerra, uma falha na prote��o de p�lvora real
� um crime e o mesmo vai para salitre.
Quer condenar a Companhia por neglig�ncia?
Pior, poder�amos alegar cumplicidade dentro dela.
E podemos mandar inspetores. Precisamos balan�ar o impasse.
Por que � sempre pessimista com meus planos?
N�o sou. Devemos processar sobre o salitre perdido.
Voc� tem inveja do escoc�s.
- N�o, Vossa Majestade. - Ent�o...
Melhore o escoc�s.
Autuar neglig�ncia seria um ato contra a Companhia.
E Strange faria esse favor por n�s,
ou alocaria a culpa como fosse sua vontade.
Um guarda ou dois seriam condenados.
Eu comecei a acreditar que pode ser mais efetivo
se fossemos atr�s do Sir Stuart.
Na noite do roubo...
encontrei isso...
na �ltima gaveta.
Quem diabos � George Chichester?
Os Filhos da �frica?
HOSPITAL S�O BARTOLOMEU
Com licen�a, senhor. Senhor.
Ningu�m � permitido aqui. H� um surto de c�lera.
Eu sou imune.
Diga ao seu m�dico que estarei esperando l� embaixo.
Pessoalmente, eu questiono a teoria miasm�tica da c�lera...
mas mesmo assim, � s�bio tomar precau��o.
Assumo que esta doen�a � de sua cria��o?
Tantos soldados e homens da Companhia atrapalhando voc�,
pensei em fazer um local menos atrativo para eles.
� por isso que tamb�m mudamos para c�.
Estou ocupado. O que voc� quer?
Voc� tem algo que preciso.
O bloqueio em Sligo, est� ficando sem p�lvora.
Os irlandeses est�o sem usar os barcos de pesca.
O pregoeiro e o jornal
dizem ter na cidade uma fonte com p�lvora das boas.
Sem necessidade de autoriza��o real.
Tenho medo de ficar sem p�lvora.
Ande 5km na estrada de Hendon.
H� uma lagoa chamada de Source.
E depois, uma �rea com plan�cies.
Chamam de Hatchett's Ground.
� um curtume. Um moinho de vento.
E escondido bem atr�s disso,
uma fazenda com uma roda d'�gua.
N�o h� organiza��o impenetr�vel, James.
Por sorte, o informante contou a n�s, n�o � Companhia.
N�s oferecemos recompensas melhores.
Nossas armas se calar�o em dez dias.
Precisamos da p�lvora em oito.
- Imposs�vel. - � poss�vel, sim.
Pergunte ao seu qu�mico.
O Sr. Cholmondeley.
Pergunte-o sobre o experimento franc�s.
O experimento franc�s foi... Como posso dizer?
Totalmente franc�s, em concep��o e execu��o.
E sendo assim, um desastre total.
Creio que a Companhia e o Rei atacaram Maur�cia,
e os franceses precisavam muito da p�lvora.
Ent�o, o franceses idiotas colocaram clorato na mistura.
E ent�o?
Do ponto de vista de fabricar p�lvora r�pido,
foi um sucesso total.
No entanto, se adicionar clorato,
ter� que mexer, mexer,
mexer, e n�o parar de mexer.
Mexer muito mesmo. Precisar� de turnos, e homens.
E mesmo mexendo sem parar, cuidadosamente, mesmo assim,
mesmo fazendo tudo da maneira mais correta,
ainda poder�...
Explodir!
Como na sua premoni��o.
Os franceses explodiram Maur�cia.
praticamente no meio.
E onde conseguimos clorato?
N�o, n�o. A pergunta mais importante �:
onde vai conseguir um qu�mico louco o bastante
que vai adicionar clorato naqueles toneis para voc�?
Ou conseguimos o clorato,
ou vamos suspender tudo em oito dias.
Arriscaria a vida de seu filho por clorato?
Ele � seu filho, n�o �?
Eles sabem seu nome, Sr. Cholmondeley.
Eles sabem seu nome,
e voc� ser� o primeiro da lista que conspiram contra eles.
Como eles sabem tanto?
Consiga o clorato. Certo?
Vou conseguir seus homens.
James...
Voc� disse o nome dele.
Durante o sono.
Voc� disse o nome dele.
Voc� disse o nome dele!
Esque�a-o.
Quero que o esque�a.
Esque�a. Esque�a ele. Esque�a!
Isso a�, boa garota.
Cuspa ele fora. Cuspa ele. Cuspa, cuspa, ele fora.
N�o! N�o!
N�o, n�o, n�o!
Voc� precisa de um padre, minha querida.
Entre.
Sr. George Chichester, escudeiro.
Eu n�o bebo.
Durante o dia?
Ou � noite.
Por nove anos, Sr. Chichester,
voc� tem escrito para o meu gabinete anualmente.
Todos os anos, no dia 10 de julho.
Na data do naufr�gio...
Do naufr�gio do navio Influence.
Esse n�o � o seu nome original, claro.
Seu nome foi alterado e os registros modificados
quando passou a traficar pessoas
no porto de Cabinda.
280 almas.
120 homens, 84 mulheres...
- Sim, sim, e o qu�... - E...
- O qu�... - E, senhor...
76 crian�as.
Todos perdidos.
Afogados.
Qual � o seu interesse no afogamento?
Voc� tinha parentes a bordo?
Sr. Coop...
mesmo que eu seja negro,
n�o sou parente de cada escravo trazido da �frica.
Ent�o s�o os Filhos da �frica. Voc� escreve em nome deles.
Eu escrevo em nome da humanidade.
Como um homem preocupado com a injusti�a.
Contra o seu povo.
Contra pessoas.
Por nove anos, voc� tem exigido que uma comiss�o real
investigue o afogamento
desses 280 escravos,
que voc� alega ter sido deliberado.
Acredito que alguns homens poderosos de Londres
que estavam envolvidos em um carregamento ilegal
de escravos para lucro pr�prio,
foram respons�veis pelas mortes desses escravos
e pelo posterior encobrimento dos fatos.
E voc� acredita que esses homens sejam diretores
da honr�vel Companhia das �ndias Orientais?
Acredito.
Ent�o, Sr. Chichester, tenho boas not�cias para voc�.
Endere�ada pelo pr�prio Pr�ncipe Regente.
- Wilton! - At� logo, cavalheiros.
Voc� recebeu a caixa de bananas que enviei...
Voc� vai aperfei�oar seus m�todos.
Voc� precisa aperfei�oar seus m�todos!
Os funcion�rios do pal�cio
instauraram uma comiss�o real
para investigar o naufr�gio do Influence.
O Influence? Por qu�?
� uma persegui��o pessoal. Um golpe nas minhas costelas.
E voc� vai cuidar disso. Voc� e o escrit�rio da �frica.
Uma comiss�o n�o � o rei, ent�o eles n�o podem me intimar,
ent�o voc� vai cuidar disso e trat�-los com descren�a.
Eles nomearam um negro instru�do
para apresentar as evid�ncias.
Agora tire seu casaco,
entre em seu gabinete e escreva em resposta.
Ofere�a "coopera��o total e ilimitada"
em nome da honr�vel Companhia.
N�o, n�o.
"Coopera��o total e sol�cita."
Sim, senhor.
E depois...
direi quais pap�is dever� queimar.
Com licen�a.
Sr. Delaney veio v�-la, madame.
Ele veio pelo rio. Est� aguardando no jardim.
Se estiver dormindo com ele,
verifique se veio do leste ou do oeste.
No leste tem c�lera. Voc� pode pegar pelo sexo.
N�o estou. E n�o tem.
E isso n�o � poss�vel.
Terei sua p�lvora em oito dias.
P�lvora?
Sim.
Dumbarton disse que precisava com urg�ncia.
Ent�o deve ser verdade.
Se n�o quer saber da p�lvora, sobre o que quer saber?
Quero saber do acordo.
Mandei uma carta com sua oferta,
com minha recomenda��o que n�s aceitemos.
Aceitem o qu�?
O territ�rio de Nootka pelo com�rcio de ch� at� Canton.
E seguran�a no transporte atrav�s do bloqueio.
Mas precisa assinar o tratado antes de sair de Londres.
Bem, isso requer que eu confie em voc�.
Baseado em interesses m�tuos.
Confian�a requer um pouco de tempo.
Algo que temos bem pouco, Sr. Delaney.
O que � isso?
Um livro do Sr. Cholmondeley para Srt.� Bow.
Veio pelo correio, com uma carta.
Obviamente ela tem um admirador.
Ela me perguntou muitas coisas hoje.
E voc� lhe deu muitas resposta?
N�o disse nada.
E ainda assim, voc� tem muito a falar.
Preciso de mais carv�o para a lareira, est� muito frio.
Por que far�amos isso? Essa � a casa dos Delaney.
N�o temos calor aqui.
Sr. Cholmondeley n�o � homem para voc�.
N�o, n�o, absolutamente n�o. Ele �...
Devia ficar com ele todo para voc�.
Eu n�o devia impedir suas investidas.
Zilpha. Meu amor... meu amor.
Esse � um homem de Deus.
Tem pr�tica em tirar e desencorajar dem�nios.
Seu marido disse que um Barbason tem te visitado.
Existe uma cerim�nia de exorcismo
que pode erradicar o Barbason.
� um processo curto. E bem barato.
Disse ao padre como ele te visita.
N�o.
- Ele vista voc�. Visita voc�. - N�o! N�o! N�o me encoste!
- Ao menos saiba que... - V� para o inferno!
Meu Deus, t�o delicada, mas cheia de �dio.
Sim, eu vi. Eu vi.
Tem algum lugar que possamos dop�-la?
Pare! Pare!
V� essas... manchas?
� o dem�nio vindo para a superf�cie.
Est� quase acabando, meu amor.
Am�m.
Am�m.
Podemos desamarr�-la agora?
Deixe-a sozinha por uns minutos.
Deixe que reflita... e se recupere.
Vai vir para a cama?
Sim, claro. Levantarei em um minuto.
Ensine-me.
Guie-me.
Zilpha?
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