Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Debaixo das águas pacíficas da Escócia,
mais de cinquenta navios de guerra poderosos
desapareceram em questão de horas.
Era uma visão indescritível.
Só havia destroços na água.
Era um local cheio de confusão.
Restam sete naufrágios conhecidos,
mas há muito mais a ser descoberto.
Cem anos depois, como nunca antes,
estamos vendo marcas daquilo no fundo do mar hoje.
É só uma grande engenhoca. É enorme.
É estranho ver essas coisas paradas no fundo do mar.
Devido à tecnologia moderna,
os arqueólogos, hoje em dia,
têm um conhecimento maior do que ocorreu ali,
de um modo que nunca foi possível antes.
Três milhões de navios naufragados,
perdidos nas profundezas dos oceanos.
Ali está a proa. Puxa, é bonita.
Cada um é uma cápsula do tempo,
escondendo histórias de aventura, inovação...
O número de buracos naqueles destroços
é extraordinário.
...coragem, tragédia.
Estamos falando da morte de dez mil pessoas.
Agora a caçada começou,
para achar os navios, desvendar seus segredos...
Imagine estar em uma casa assombrada
com uma lanterninha.
Abandonar o navio!
Houve um acidente terrível.
Eu implorei para que eles voltassem.
E tudo ficou quieto.
...e escutar suas vozes outra vez.
OPERAÇÃO NAUFRÁGIOS
A FROTA PERDIDA DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
O arqueólogo marinho Dr. Innes McCartney
está no extremo norte da Escócia,
em um porto natural gigante chamado Scapa Flow.
A principal base naval britânica
durante ambas as Guerras Mundiais.
Em 1919,
também era a sede de uma frota enorme
de navios de guerra alemães, que depois afundariam.
Toda essa área em que estamos era cheia de navios de guerra.
Na verdade,
este local era um abrigo de encouraçados.
E, à minha frente,
ficavam as linhas de cruzadores de batalha,
além de 50 contratorpedeiros alinhados em duas filas,
que se estendia até as ilhas.
Innes e uma equipe de especialistas
realizam o primeiro estudo subaquático completo
destas águas.
À pedido do Museu de Guerra Naval
da Jutlândia, na Dinamarca,
e a bordo da tecnológica embarcação de pesquisa,
o MV Vina.
Houve inspeções limitadas nesta área,
mas ela só cobre uma fração pequena
do ancoradouro da frota alemã inteiro.
A área onde vamos começar o trabalho amanhã
nunca foi inspecionada de forma detalhada.
Eles têm apenas dez dias
para cobrir 31 quilômetros quadrados,
para fazer um registro mais detalhado
não apenas dos sete naufrágios mais conhecidos,
mas qualquer outra coisa que ainda resta da frota alemã.
Esperamos encontrar um monte de material lá embaixo,
que teremos que decifrar o que é.
É uma tarefa ambiciosa
e, para executá-la, a equipe utilizará
a mais nova tecnologia de vídeo e sondagem.
Para utilizar o Vina na inspeção,
amarramos cordas de doca, que é como cortar a grama.
O navio só sobe e desce
em uma série de linhas pré-determinadas,
utilizando os sensores da batimetria multifeixe,
para cobrir o fundo do mar.
E, quando as linhas se expandem,
criam um mapa de alta resolução do que estiver lá embaixo.
Destroços sempre se deterioram,
então é importante que Innes registre do que sobreviveu.
Ajudando na investigação,
está o historiador naval Nick Jellicoe.
Seu avô, visconde John Jellicoe, foi comandante
da principal frota de batalha da Marinha Real Britânica
na Primeira Guerra Mundial,
com base aqui, em Scapa Flow.
Órcades é um lugar muito especial para mim.
É onde meu avô passou
os primeiros dois anos da Primeira Guerra Mundial,
como comandante da Grande Frota.
E a Grande Frota estava atracada aqui,
por ser a base, no extremo norte,
das forças armadas britânicas
Localizaram um dos sete principais navios naufragados,
o Markgraf,
e se preparam para mergulhar
da embarcação de suporte, o Karin.
O mergulho ao Markgraf vai começar.
Estamos a dois ou três minutos do local.
Cinco minutos para instruções?
Sim, eu farei isso. Sem problemas.
Ao invés de ver os dados batimétricos do navio,
na verdade vamos ver de perto o que eles estão vendo
através das câmeras que levaram lá para baixo.
Eles se preparam cuidadosamente
antes de mergulhar até o navio naufragado.
Tudo certo?
Após cem anos submerso,
ele está coberto de incrustações marinhas.
A visibilidade não está boa lá embaixo.
Quando só se consegue ver uma parte dele,
e ele continua sem parar,
dá para a ter uma ideia do tamanho dessas coisas.
É um local incrível.
É um privilégio estar aqui.
Mas é tão fácil mergulhar dentro dele, não é?
É bem perigoso agora.
Pode facilmente mergulhar debaixo dele sem saber.
O Markgraf era um dos melhores
navios de combate da frota alemã.
As embarcações da Frota de Alto-Mar alemã
estavam entre as embarcações mais modernas e poderosas
daquela época.
Então o que trouxe
essas forças navais formidáveis a Scapa Flow?
No dia 11 de novembro de 1918,
os canhões da Primeira Guerra se silenciaram,
mas a guerra só acabaria depois de um tratado de paz.
As negociações começaram na cidade francesa de Versalhes.
Um dos grandes debates
era o que deveria ser feito com a frota alemã.
A questão era que os aliados concordaram
sobre a maioria dos pontos de negociação,
com a Alemanha do seu lado.
Um dos pontos principais em que discordaram
foi como lidar com a Marinha Alemã.
Os americanos queriam que fosse destruída.
Os franceses, na verdade, queriam uma parte dela,
assim como os italianos, e como os japoneses.
Os britânicos não queriam fazer isso.
Eles não queriam dar mais poder à outra marinha.
Isso só desafiaria sua posição no mar.
Era muito arriscado deixar a frota na Alemanha,
então os aliados decidiram
que ela deveria ser temporariamente supervisionada,
sob supervisão constante.
Mas ninguém a queria,
então no fim a Grã-Bretanha acabou declarando,
"Vamos ficar com a frota supervisionada.
Vamos colocá-la em Scapa Flow,
onde podemos ficar de olho nela."
Foi chamada de Operação ZZ.
Setenta e quatro dos melhores navios alemães,
com armas descarregadas, navegaram para o norte.
Eles chegaram ao ponto de encontro,
e praticamente todos os navios das Ilhas Britânicas
estavam enfileirados para receber a frota alemã.
Eles se depararam
com a força total da Grande Frota,
junto aos navios de guerra franceses e americanos,
armados até os dentes.
E então essa frota indefesa
quase teve que passar por uma punição.
O propósito disso foi humilhar,
e isso foi visto como uma humilhação.
Lá vieram eles sob a luz fraca
de uma manhã cinzenta de novembro,
e nos rodearam por todos os lados,
esquadrão após esquadrão.
Saber que seríamos oprimidos pelos britânicos
nos abalou imensamente.
Os navios de guerra alemães foram inspecionados
para garantir que os canhões estavam descarregados.
Então, a frota que partiu para desafiar a Marinha Real,
navegou até o lar de seu maior inimigo.
Um a um, os privilégios e direitos
que se esperaria ter como um supervisionado
foram tomados deles,
e eles chegaram à conclusão de que eram prisioneiros.
A vida em Scapa Flow era dura para as tripulações alemãs.
Dá para imaginar, as pessoas que estavam aqui,
e não podiam sair de seus navios.
Eles faziam trocas com os moradores da ilha
para ter coisas básicas como sabão e pasta de dente.
A comida era sem graça.
Batatas medíocres, geleia feita de tubérculos,
e pão com um gosto forte de farinha de batata.
Os políticos da França continuavam as discussões,
e as tripulações alemãs começavam a ficar inquietas.
E para o contra-almirante von Reuter,
no comando da frota supervisionada,
havia uma preocupação maior.
Começou a surgir um pensamento,
"Os britânicos vão embarcar e tomar nossos navios,
e nós não vamos deixar isso acontecer."
Essas embarcações eram incrivelmente valiosas,
especialmente o Markgraf,
que agora se encontra no fundo do Flow.
Dan analisa os detalhes dos destroços.
É um mergulho fantástico.
Infelizmente, a visibilidade não era boa,
mas a primeira coisa com que nos deparamos,
e que é um ótimo exemplo, é sua blindagem.
Dá para ver aqui, onde tem um formato de "L".
Quão grossa é a blindagem aqui?
- Parecia grossa assim. - Sim.
Não muito mais grossa, mas...
Mas ainda assim, é bastante aço.
A blindagem foi projetada
para proteger o navio de ataques.
Mas dá para ver, essa é a placa inferior.
E ela se descolou agora.
Ela caiu por inteiro.
E revelou o casco verdadeiro por baixo.
Sim, é mesmo.
E bem na ponta,
dá para ver onde os rebites se ligavam à outra placa.
E só foi arrancada.
Esse é um rasgo e esse é o...
Está dobrado.
É. Isso despedaçou, desse jeito, e arrancou os rebites dali.
- Certo. - Dos buracos.
Por isso tem essas partes afiadas.
Certo.
Mas nenhum torpedo ou morteiro de um navio inimigo
causou isso.
Os danos são de um século de corrosão e recuperação.
Então o que aconteceu
durante seus momentos finais na superfície?
Após ser supervisionado por quase sete meses,
foi estabelecido que o tratado de paz
deveria ser finalizado até o dia 21 de junho.
Eu tinha certeza de que o almirante inglês
tomaria posse dos navios alemães
no dia que o tratado preliminar fosse assinado.
Sem notícias de seus superiores na Alemanha,
von Reuter decidiu fazer justiça com próprias mãos,
e deu um recado para suas tripulações.
Uma rendição de qualquer navio pelos ingleses,
a menos que tenha minha aprovação expressa,
será considerada uma tentativa de apreensão forçada
e, portanto, devemos responder afundando o navio.
O plano ambicioso de von Reuter
era afundar a frota inteira no último minuto possível.
Mas se a Marinha Britânica os vigiava dia e noite,
como conseguiria fazer isso?
A equipe inspecionou e mergulhou
até os destroços do SMS Markgraf.
Dan analisa, detalhadamente, a filmagem do mergulho.
Então, o nível do mar provavelmente devia ser aqui.
Certo.
E um pouco acima disso, você começa a ver as vigias.
Certo.
Mergulhadores estiveram lá ao longo dos anos,
e tiraram as vigias destes.
Mas, mais à frente,
tem um com uma vigia de vidro de verdade
ainda no lugar.
- Mas está aberta. - Sim, completamente.1
Certo.
Esse barco não afundou após ser atacado.
Sua própria tripulação conseguiu executar o plano de afundá-lo.
Mas como ela fez isso
enquanto era vigiada pelos guardas britânicos?
Dias antes de 21 de junho, von Reuter enviou instruções.
A sabotagem deve começar imediatamente.
As turbinas devem parar de funcionar.
A artilharia e os torpedos devem ser destruídos.
Então, tem muitos lugares, ironicamente,
em um navio, que é para ser inafundável,
que você pode, furtivamente, se quiser, encher de água.
E, em muitos casos,
são feitos de modo que não podem ser fechados.
Esses preparativos tinham que ser feitos
em sigilo absoluto.
De repente, em Versalhes,
o prazo de 21 de junho foi estendido,
mas ninguém informou os alemães em Scapa Flow.
As únicas notícias que recebia do mundo exterior,
além do que a marinha falava,
era de jornais que chegavam, e estavam quatro dias atrasadas.
Enquanto a manhã do dia 21 se aproximava,
von Reuter estava convencido
de que seria o último dia de liberdade de sua frota.
Mas então,
algo incrível aconteceu.
O von Reuter estava prestes a enviar
uma ordem importante para sua frota inteira.
Ele olhou à sua volta e os britânicos tinham sumido.
Seus guardas tinham virado as costas para ele.
Os britânicos,
que sabiam que o prazo tinha mudado,
mandaram a maioria dos navios de guerra
para longe do porto para um treinamento.
Parece, para mim, que escolher esse dia
como o dia que a frota deveria sair do porto,
e facilitar o trabalho do Reuter de afundar a frota,
não foi muito inteligente, para dizer o mínimo.
Os capitães alemães aguardaram
pela mensagem codificada do von Reuter.
Muitos homens corriam pelo convés.
Algo devia estar errado.
Nós lemos o sinal, tensos.
"Confirmado, parágrafo 11."
Ele deu o sinal combinado do parágrafo Elf. Bestätigen.
E isso era uma referência
ao código para beber de estudantes alemães,
que significava "continue bebendo."
E isso significava "afunde a frota, imediatamente."
Era um local cheio de confusão.
Imagine dois mil marinheiros correndo por aí,
jogando na baía todo objeto que flutuasse.
Um grupo de uma escola local, estava no porto,
visitando os famosos navios de guerra alemães.
Aos poucos, caiu a nossa ficha
de que algo extraordinário estava acontecendo,
e que os navios estavam começando a afundar.
Parecia uma história de aventura que estávamos lendo.
Os poucos oficiais britânicos que sobraram no porto
agiram devagar demais.
Eu acho que demorou até eles entenderem
que um afundamento estava ocorrendo,
e isso, provavelmente, explicaria a reação
de quase entrar em pânico.
Quando os britânicos perceberam o que estava acontecendo,
ficaram confusos.
Os militares britânicos e da marinha que estavam aqui,
apareceram em traineiras navais,
começaram a atirar,
e até usaram metralhadoras para tentar convencer os alemães
a voltar para seus navios e tentar salvá-los.
Era impossível àquela altura.
Ao meio dia, Scapa Flow estava repleta
de imagens e sons de navios afundando
As tripulações britânicas que foram treinar
receberam ordens para retornar ao porto.
A visão que tivemos
quando passamos pela ilha de Flotta
era absolutamente indescritível.
Metade da frota alemã já havia desaparecido.
A água era um só monte de destroços.
A bordo do Markgraf,
o capitão, o comandante Schumann,
estava preocupado com a segurança da tripulação.
Quando a ordem de afundamento foi recebida,
uma parte da tripulação estava lá embaixo
tentando pegar as bagagens e o resto.
Então, apesar das válvulas estarem abertas,
e o navio estar afundando,
ele ordenou que parassem o afundamento,
para garantir que sua tripulação saísse.
Schumann achava que, se adiasse o afundamento,
ele lhes daria tempo
para entrar nos botes salva-vidas.
Mas esse atraso permitiu que os britânicos
entrassem no ancoradouro da frota,
e eles estavam armados e estavam com raiva.
Quando o Schumann subiu ao convés do Markgraf,
foi confrontado por marinheiros britânicos armados.
Balançando um lenço branco,
ele tentou fazer com que o barco cessasse fogo.
Mas assim que ele se tornou visível,
dispararam em sua direção.
E, na terceira vez,
ele foi atingido na cabeça e morreu na hora.
Apesar de ter perdido seu capitão,
a tripulação do Markgraf completou sua missão perigosa.
Nós sabemos que ele adernou para bombordo
e desapareceu dessa maneira.
O que estamos vendo no fundo do mar
é uma embarcação quase de ponta cabeça.
A equipe de pesquisa filmou mais destroços,
do SMS Kronprinz Wilhelm,
com sua torre de comando e seus canhões de 30 cm
claramente visíveis nas sondas.
Dirigindo-se ao extremo sul do porto,
eles lançam sua menor embarcação de pesquisa,
o Limbo.
A vantagem de usar o Limbo
é sua habilidade de navegar por águas bem rasas.
Isso é uma sondagem que o Limpo fez ontem
bem em cima da ilha de Fara.
E o que vemos aqui é um sulco bem visível
nas pedras do fundo do mar nessa área.
E nós sabemos, através de pesquisas de arquivo,
que no afundamento, um dos torpedeiros alemães
foi impedido de afundar pela Marinha Real
ao ser rebocado para este local.
Com a ajuda do Limbo,
Innes pôde gravar e produzir imagens incomparáveis
desses vestígios arqueológicos.
Cem anos depois, como nunca antes,
estamos realmente vendo as marcas daquilo
no fundo do mar hoje.
Durante o afundamento,
os britânicos impediram
que 21 dos 50 torpedeiros afundassem.
Mas também havia 24 navios de guerra gigantes aqui,
então o que mais a pesquisa de Innes revelou?
Innes e sua equipe inspecionaram grande parte de Scapa Flow,
e estão construindo uma imagem extraordinária
do que está escondido debaixo d'água.
Quando esse projeto estiver pronto
e tivermos mapeado todo o ancoradouro da frota,
teremos um mapa totalmente detalhado,
de todo o grande afogamento como nunca antes visto.
É extremamente emocionante
ter essa tecnologia à nossa disposição,
por podermos estudar incidentes navais
de baixo para cima,
ao invés de, como no passado,
estudá-los à partir dos arquivos.
Colocar os dois juntos revela uma nova verdade,
que não estava disponível no passado.
Até agora, eles sondaram os destroços de torpedeiros
e de alguns navios de guerra maiores,
mas há mais de uma dúzia de navios de guerra grandes
ainda desaparecidos.
Após inspecionar mais um pouco do fundo do mar,
eles sondaram outros destroços grandes.
Era o cruzador leve SMS Coln.
Ao mergulhar,
encontraram seus canhões de 23cm e o ninho do corvo.
Mas a inspeção também revelou resultados preocupantes.
Vemos navios de guerra preexistentes
deixados em um estado de deterioração crescente,
e é notável a cada ano que você vem ver eles,
que eles estão desmoronando.
Além do Markgraf e do Coln,
a equipe localizou e inspecionou
alguns dos outros navios de guerra naufragados.
No dia do afundamento,
as tripulações alemãs conseguiram afundar 52 navios.
Foi um incidente sem precedentes,
o afundamento de uma frota inteira.
O caos, a confusão,
o puro espetáculo de tudo isso acontecendo.
Mas seu sucesso custou caro.
Ficou óbvio que os Hunos morreriam por causa de um homem,
ao invés de salvar seus navios.
Não havia motivo para continuar a atirar,
mas o que podíamos fazer?
O negócio inteiro foi um desastre colossal.
CEMITÉRIO NAVAL DE LYNESS
Os guardas britânicos mataram nove marinheiros alemães.
Foram as fatalidades finais da Primeira Guerra Mundial.
Esse foi realmente o último capítulo
da Primeira Guerra Mundial.
Esses túmulos são os últimos sinais visíveis
do que ocorreu aqui em 1919.
Os marinheiros alemães sobreviventes
foram, por fim, enviados para casa
e recebidos como heróis.
Do ponto de vista da Alemanha,
eles haviam salvado a honra da Marinha Alemã
ao afundar suas embarcações,
ao invés de deixar que acabassem nas mãos do inimigo.
Isso foi visto
como o último ato bem sucedido
de resistência.
Para os britânicos,
o afundamento levantou algumas questões difíceis.
A questão que sempre vem à minha mente
é se os britânicos foram, de alguma forma, coniventes
com a decisão dos alemães
de realmente afundar e destruir sua frota.
O almirante Fremantle,
o comandante da Marinha Real Britânica
em Scapa Flow,
relembrou mais tarde...
Pequenas ocorrências e movimentos
foram observados a bordo dos navios alemães,
o que me levou a suspeitar que alguma ação importante
estava sendo contemplada por eles.
Muitos entendiam os benefícios
dos alemães destruírem sua própria frota.
Eu vejo o afundamento da frota alemã
como uma bênção.
Ele resolveu de uma vez a questão delicada
em torno da redistribuição desses navios.
Então os britânicos não precisaram dar
navios para os franceses ou para os americanos,
e eles não queriam abrir mão de sua superioridade nos mares.
Ninguém nunca comprovou
que o governo britânico foi conivente,
e a muitos historiadores acreditam que um erro,
e não a conivência, é a explicação mais provável.
Em Scapa Flow, a inspeção continua,
examinando os vestígios e os rastros do que não sobrou.
A sondagem que estamos vendo
é a extremidade superior do ancoradouro da frota alemã.
E, em todos os casos, é bem claro.
Tem uma marca do navio
gravada, para sempre, no fundo do mar do Flow.
Sete desses navios ainda estão aqui,
mas os outros são apenas sombras dos incidentes passados.
Essas sombras são as marcas do resto da frota afundada.
Eram alguns dos maiores navios de guerra do mundo.
Então como foi que eles desapareceram agora?
A equipe de mergulho se dirige ao local onde acredita
que um dos navios mais icônicos da frota alemã foi afundado,
o SMS Bayern.
Mas esse não é um local de naufrágio comum.
Dá para ver onde o navio costumava estar.
Tem um grande buraco.
Tem um sedimento fino por cima,
e pode mergulhar dentro do buraco,
e consegue ver mais xisto,
então dá para saber onde ele costumava estar.
Aí você se depara com uma protuberância gigante.
Dá para ver a enorme engrenagem que movia a torreta.
Parecia uma bateria gigante.
O Bayern era um dos novos
couraçados super dreadnoughts de 28 mil toneladas.
O Bayern e o Baden eram os dois mais poderosos
da Frota de Alto-Mar.
Eram os navios da frota alemã
que foram equipados com canhões de 38 cm.
Eram os encouraçados gigantes de última geração
da Frota de Alto-Mar.
O Dan descobriu
uma das grandes torretas de canhões do Bayern,
mas nada mais.
É só uma grande engenhoca. É enorme.
Para onde foi o encouraçado?
É estranho ver essas coisas paradas no fundo do mar.
Imediatamente após o afundamento,
as autoridades britânicas enfrentaram um novo problema.
Todos os destroços retornaram o porto,
a principal base da Marinha Britânica,
traiçoeiro de se navegar.
Enquanto isso,
os moradores da ilha saquearam o que conseguiram,
um costume local.
Pegar tudo do navio que chegasse até a praia,
independente de ser legal ou não,
era jogo limpo na opinião deles.
Dizem que os tubos das caldeiras dos navios de guerra alemães
foram usados como hastes de cortinas,
em Órcades,
então foi uma época próspera.
Uma empresa chamada Cox & Danks
embarcou em uma operação de resgate de larga escala.
Ernest Cox comprou uma série de embarcações afundadas,
determinado a tirá-las do fundo do mar.
Naquela época,
um dos principais especialistas em resgate
era o avô do Ian Murray Taylor, Thomas McKenzie.
Os dois se encontraram em um hotel,
começaram a conversar,
e descobriram ter um interesse em comum.
E, no fim, foi mais do que isso.
Meu avô foi convidado para ser
o primeiro oficial de resgate do Cox.
Porque o meu avô tinha competência técnica,
e o Cox tinha o dinheiro e a coragem
de arriscar dinheiro nessa empreitada.
Ninguém nunca havia tentado realizar
uma operação de resgate dessa escala.
O Cox precisava de pesados equipamentos de elevação.
Ele comprou uma doca flutuante gigante,
que era, essencialmente, uma plataforma que se movia
para que eles tivessem acesso a navios no fundo do mar.
O Cox pegou aquela coisa,
e mandou cortar em dois, bem no meio,
para que as duas partes pudessem ser movidas
em cima do topo de um dos torpedeiros.
Depois da doca estar posicionada,
mergulhadores amarraram cabos embaixo do navio afundado
e uniram as pontas
às duas metades da doca para guinchá-lo.
Essa é uma parte única.
Normalmente, quando se usa pontões,
ou usa docas flutuantes como pontões,
você amarra os cabos de elevação durante a maré baixa,
deixa a maré subir e, enquanto a maré sobe,
você reboca o navio até águas rasas.
Quando estiver em terra, você espera a maré baixar,
e você aperta os cabos de novo,
e faz isso durante uma série de marés.
A Cox e Danks aprimorou isso ao adicionar guinchos.
Os guinchos eram apertados com manivelas.
Girar as manivelas
ajudava a apertar os cabos que levantavam os navios.
A embarcação pode ser guinchada até a superfície
elevando através das marés e das manivelas.
Isso nunca havia sido feito, então era bem inovador.
Era engenhoso, mas requer muita mão-de-obra.
Então, no máximo, havia 60 homens em cada lado,
120 homens girando furiosamente,
e depois desmaiando no convés, completamente exaustos.
Uma vez guinchados,
os destroços eram rebocados e cortados para virar sucata.
Em menos de três anos,
o Cox e seu oficial de resgate, McKenzie,
resgataram 25 torpedeiros.
Ele era um inventor genial, de certo modo,
mas ele estava realizando ações de resgate
que muitos consideravam ser impossíveis.
E eles estavam testando novas formas e meios
de resgatar os contratorpedeiros menores,
e depois os navios maiores o tempo todo.
O primeiro navio grande com que lidaram
foi o SMS Hindenburg.
Diferente dos torpedeiros,
ele era muito pesado para ser guinchado
usando apenas cabos e guinchos.
O Hindenburg foi afundado verticalmente,
com seus conveses cobertos.
O único método de guinchar aquele navio
era selar os conveses e todas as aberturas no convés,
funis, vigias e, é claro, os buracos debaixo do casco,
e depois bombear a água para fora.
Para tirar toda a água do Hindenburg,
eles colocaram 800 remendos customizados.
E depois começaram a bombear água
para fora do casco.
E isso soa bem lógico e direto ao ponto.
Mas quando tiraram metade do navio da água,
descobriram que ele adernava para um lado.
E, quanto mais o levantavam, mais ele adernava.
A equipe de resgate foi forçada a reafundar o barco,
e pensar em um novo plano.
O Hindenburg estava em posição vertical,
provocando e dizendo: "Vamos lá. E aí?"
E enquanto isso,
aos poucos desenvolveram um plano revisado
que esperavam que funcionasse.
Primeiro, deveriam se livrar do peso de cima,
remover o mastro e os funis.
Remover uma das torretas de canhões pesadas,
porque as torretas pesam cerca de 700 toneladas cada.
A inspeção está encontrando provas
de tentativas de resgate do Hindenburg.
Não são vestígios do encouraçado em si.
São lembretes físicos do talento necessário
em uma empreitada gigantesca.
Eles fizeram enormes berços de apoio de cimento,
de 7.6 por 9.1 metros,
embaixo da popa, para mantê-lo firme.
Assim, o navio ficaria apoiado na popa
enquanto a proa era elevada,
para manter o navio estável e impedir que adernasse.
Após, por partes, bombearem a água para fora,
o navio emergiu das profundezas aos poucos.
Desta vez, protegido por dois berços de apoio gigantes,
que agora são alvos de mergulhadores.
Explorá-los revela do que eram feitos,
concreto reforçado com sucata
de operações de resgate anteriores.
É, fiquei muito surpreso
quando fizemos a inspeção de mergulho
no que sobrou do que chamamos de cunha do Hindenburg,
e descobrimos que, na verdade,
ainda era parte de um torpedeiro.
Uma investigação mais a fundo revelou placas de cortiça,
um componente crucial de navios daquela era.
A quantidade de cortiça que a Marinha Alemã comprou
e usou na construção da Frota de Alto-Mar
é inacreditável.
O custo não era nada.
Os navios tinham que ser do melhor jeito possível.
O resgate do Hindenburg foi um grande desafio,
e demorou vários anos para ser completado.
Para lidar com os outros grandes navios naufragados,
utilizaram outras técnicas de resgate,
igualmente ousadas e espetaculares.
A equipe de pesquisa constrói um mapa detalhado
do que restou dos navios alemães afundados,
e das marcas daqueles que foram resgatados.
- Um raio de 2 a 3cm. - De altura?
- É incrível. - Sim.
É como tirar uma foto.
É, sim.
Os cinzas são os finalizados?
E, os de cor verde, são os que vamos ver.
Um metro.
Após a tentativa de guinchar o Hindenburg fracassar,
Cox e sua equipe voltaram sua atenção
para os navios grandes que estavam distantes do porto.
Isso criou um novo desafio,
colocar ar comprimido dentro de um navio
que está nas profundezas do mar.
A solução era construir cilindros metálicos longos
que dariam acesso direto
aos destroços de cima da superfície da água.
São conhecidos como câmaras de vácuo.
Uma câmara de vácuo é uma escada subaquática,
onde pessoas conseguem ir da superfície do mar
até 30m debaixo d'água, totalmente secas,
abrir uma escotilha na parte de baixo do navio,
e fazer o trabalho que lhes foi designado.
O primeiro desafio era conectá-las aos navios.
Imagine um tubo metálico longo e imponente,
balançando na ponta de um guindaste,
sendo baixado até um navio
onde um mergulhador pequeno esperava aquilo descer,
para conectar aquilo ao convés.
Os cabos ficavam por fora. Muito podia dar errado.
Após as câmaras de vácuo serem posicionadas,
um buraco foi feito no casco do barco,
e ar o suficiente foi forçado para dentro
para os homens terem acesso aos destroços.
Então o trabalho poderia começar dentro do navio afundado.
Era necessário subdividir esses navios de guerra grandes
em seções menores,
usando os anteparos preexistentes do navio,
mas tirando todo o ar deles.
Então preenchendo todos os buracos,
bloqueando os canos, fechando todas as portas...
Ao bombear ar em cada seção aos poucos,
podem controlar como o navio sobe.
É um sistema engenhoso,
se tudo sair conforme o combinado,
mas sempre há riscos.
As pessoas nas câmaras de vácuo
estavam a seis metros acima do mar
e, de repente, estavam a 45 metros acima do mar
e se segurando com toda as suas forças.
E elas faziam comentários cômicos como:
"Para que me dar um colete salva-vidas
e depois me arremessar 45 metros no ar?"
Quando ofereceram um paraquedas a elas,
não vou nem repetir a resposta.
E tudo isso foi realizado com, o que hoje em dia,
são considerados equipamentos primitivos.
Isso é uma roupa de mergulho
usada pelos mergulhadores do resgate da frota alemã.
Quando mergulha debaixo d'água, carrega bastante peso.
Aqui ficava o peso do peito na frente.
Tinha outro peso como este na parte de trás.
Eles usavam botas com peso para terem estabilidade.
O peso total era de cerca de 80 quilos,
o que é bastante para se carregar.
Além de serem pesadas, as roupas eram desconfortáveis.
Veja só as luvas.
Faria um trabalho complexo submerso com essas luvas?
Tem que estar muito em forma para fazer isso,
e precisa ser capaz de não entrar em pânico
se as coisas derem errado.
Infelizmente, às vezes, as coisas davam errado.
Quatro homens perderam a vida
durante as operações de resgate do Cox.
Mas em apenas sete anos,
o talento incrível de Cox e sua equipe
fez com que 32 navios de guerra
fossem retirados do fundo do Scapa Flow,
deixando para trás um registro arqueológico único,
que Ines é capaz de ver e documentar detalhadamente,
com ajuda de seu equipamento de sondagem.
Nós temos encontrado mastros
e outras peças pequenas de maquinaria.
Esse é o encouraçado alemão Grosser Kurfürst.
Esse é um mastro de vante bem grosso
associado a essa classe de encouraçado alemão.
E isso foi deixado para trás,
porque esse navio virou de lado enquanto afundava,
e o mastro quebrou e foi deixado para trás.
Isso não teria nenhum valor para o resgate,
então ele sobreviveu e, cem anos depois,
ao lado das marcas de onde ele foi afundado,
os vestígios ainda estão aqui.
Em 1931,
o preço da sucata de metal caiu,
e a Cox e Danks encerrou suas operações.
Mas esse não é o fim da história dos resgates.
A Cox e Danks foi comprada
por uma empresa chamada Metal Industries,
e seu primeiro alvo era o maior encouraçado de todos.
Innes e sua equipe
estão chegando ao fim de sua pesquisa
em Scapa Flow.
Fizeram registros dos destroços da frota alemã,
de forma muito detalhada,
e estão criando um retrato único
do que aconteceu com os navios que não estão mais aqui.
A batimetria multifeixe
que temos feito no ancoradouro da frota
tem nos mostrado as localizações dos principais navios de guerra
que foram afundados em 1919.
E até os que foram retirados
acabaram deixando uma marca de cem anos,
no fundo do mar, que conseguimos ver claramente.
E o que temos aqui é o Bayern, que foi resgatado.
Em uma pequena imagem, temos o afundamento
e as operações de resgate pós-afundamento.
Em 1933,
as Indústrias de Metal assumiram o desafio de resgatar o Bayern,
mas as sondagens indicam que não ocorreu como planejado.
Então o que temos, nesse caso em especial,
não são apenas as marcas de onde o Bayern foi afundado,
mas também as de quando foi resgatado,
as torretas caíram, e são bem, bem claras.
Quando a equipe de resgate estava guinchando o Bayern,
um cano estourou, e ele foi lançado à superfície,
e suas torretas de canhões permaneceram no fundo do mar.
Eles reafundaram o Bayern para fazer outra tentativa,
o que criou a segunda marca visível nas sondagens.
Acabou deixando para trás um legado extraordinário.
As torretas, um local de mergulho fantástico,
visitado por mergulhadores que vêm até Órcades,
e que são impressionantes.
Apesar do começo conturbado,
a Metal Industries prosseguiram com os resgates,
e logo retiraram mais quatro encouraçados.
As operações de resgate continuaram
até o início da Segunda Guerra Mundial,
quando o último cruzador de batalha,
o Derfflinger, foi retirado.
E el passou a Segunda Guerra aqui onde estamos,
bem perto de onde estamos agora, de ponta cabeça.
Você podia abrir a porta no casco de um navio,
que era na parte de baixo do navio,
e depois descer até a parte de dentro dele.
Eu fui lá quando era um menino, e me deixaram fazer isso.
Foi fascinante estar dentro desse grande navio.
A coisa toda estava coberta de ferrugem.
O ar tinha um pouco de cheiro de mofo.
É, foi uma experiência sinistra.
No total, 38 embarcações foram resgatadas
do fundo do Scapa Flow.
Meu avô teria ficado bem orgulhoso,
porque depois que o Cox saiu de cena,
ele se tornou o responsável pela operação.
Em termos de resgate marinho,
nada nunca chegou perto disso e, se você pensar,
no início as pessoas disseram que eles não resgatariam nada.
Foi a operação de resgate mais extraordinária
que já vimos na vida.
Quase 400 mil toneladas de ferro
foram trazidas das profundezas do Flow.
Foi um feito incrível.
Após passarem uma semana aqui,
Innes e sua equipe chegaram ao fim de sua pesquisa.
Nós sondamos algo próximo a 27 quilômetros quadrados,
e trabalhamos noite e dia.
Tivemos uma noite ruim pelo tempo ruim.
Há alguns cantos que precisam ser cobertos pelo Limbo,
mas nós mapeamos a área inteira do afundamento
e do subsequente resgate.
É evidente, pelo que vimos,
que o fundo do mar está repleto de provas
do que ocorreu aqui cem anos atrás.
Os dados coletados permitiram
que o Innes produzisse o mapa mais preciso e detalhado
de exatamente o que sobrou da Frota de Alto-Mar alemã
em Scapa Flow.
Tem sido uma semana incrível em diversos aspectos.
Mas principalmente,
o mais importante que fizemos foi o trabalho do Innes
de realizar a pesquisa mais completa que já foi feita
sobre o Flow.
E isso será fantástico para o futuro da arqueologia
e para a proteção desses navios naufragados,
ou do que sobrou deles.
O afundamento e o resgate da frota alemã
é um dos acontecimentos mais interessantes
da história marítima.
Cem anos depois, com tecnologia e persistência,
Innes e seus colegas se certificaram
de que o que houve nessas águas e debaixo delas,
será estudado e compreendido por, pelo menos, mais um século.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.