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ESTE PROGRAMA CONTÉM IMAGENS FORTES DE ZONAS DE GUERRA
Atravessando o rio, da Guatemala para o México.
E os migrantes viajam com a gente,
incluindo este jovem hondurenho aqui.
BRENT RENAUD CINEASTA / JORNALISTA
Ele diz que não tem dinheiro. Custa só alguns centavos
para atravessar o rio de balsa,
mas ele disse que precisa guardar o dinheiro para a viagem.
Por isso, estamos atravessando a pé, e não é fácil.
Obrigado.
Imagine ter 16 anos,
sair de casa sozinho
e tentar ir de Honduras até os Estados Unidos.
Anthony, é perigoso demais.
Isso não é algo normal para um garoto como você fazer.
Eu não tenho pai nem mãe.
Vivo sozinho desde os dez anos.
Quero seguir viagem
até o Norte
para formar uma nova família,
se Deus quiser.
Anthony, se cuida, tá? Esperamos te ver de novo um dia.
SETE ANOS DEPOIS
UCRÂNIA 2022
Houve um ataque de míssil.
Vamos daqui.
- Brant, vamos. - Certo.
- Vamos cair fora. - Tá.
BRENT RENAUD COMEÇOU A COBRIR A GUERRA APÓS A INVASÃO DA UCRÂNIA PELA RÚSSIA
Há soldados ali.
Isso não parece certo.
Estavam aqui quando a bomba caiu?
Sim, estávamos aqui no segundo andar, do outro lado.
Houve três explosões. Tudo desabou.
A porta da frente foi arrancada, não consigo explicar.
Estamos com muito medo.
Obrigado. Sinto muito por isso.
- Esta era a sua casa? - Sim, era.
A casa se foi. Tudo se foi.
O que você acha desta guerra?
É assim que os russos lutam.
Para onde você vai agora?
Não sei. É uma tragédia.
Maldição aos russos.
Não ao povo russo.
Maldição ao governo deles.
Todos os homens de Putin.
Isto é um crime.
Desculpe.
É difícil ver isso.
É muito difícil.
ARMADO COM UMA CÂMERA: VIDA E MORTE DE BRENT RENAUD
EM 13 DE MARÇO DE 2022, BRENT RENAUD FOI EMBOSCADO
POR SOLDADOS RUSSOS ENQUANTO FAZIA A COBERTURA JORNALÍSTICA
Dez minutos atrás, jornalistas foram atingidos por tiros.
Imprensa dos EUA.
Brent Renaud foi morto.
O inimigo atirou na cabeça dele.
Os feridos foram levados ao hospital.
Hoje, perto de Kiev, o jornalista Brent Renaud foi morto.
O colega dele ficou ferido. Um ataque deliberado da Rússia.
Acabamos de receber notícias de última hora: Brent Renaud,
um fotojornalista americano, foi morto enquanto trabalhava na Ucrânia.
O fotógrafo americano Juan Arredondo também ficou ferido no ataque.
Brent Renaud foi tragicamente morto.
Aplaudimos o trabalho que ele realizava
e a coragem com que o fazia.
Trata-se de uma perda devastadora para o jornalismo.
Ele e o irmão, Craig, fizeram tantos documentários.
Conseguiu falar com o Craig ou com algum dos familiares dele?
Sim, falei com o Craig, e ele está passando por uma barra agora
tentando recuperar o corpo do Brent.
CRAIG RENAUD IRMÃO MAIS NOVO DO BRENT
Então...
Então...
Ele só ficava repetindo: "Fomos atingidos, fomos atingidos,
fomos atingidos." E ele...
Eu disse: "Cadê o Brent?"
E ele disse: "Ele também foi atingido.
Fui levado para outro veículo. Ele ainda estava lá."
E perguntei: "Onde ele foi atingido?"
Perguntei: "Ele estava com o colete?" E ele respondeu: "Sim."
E então perguntei: "Ele foi atingido no colete ou no rosto?"
E o Juan parou, não respondeu. Ali eu soube que o Brent tinha partido.
Teste, teste.
APRESENTAÇÃO DO PRÊMIO DUPONT-COLUMBIA GRAVADA EM 2011
Meu nome é Brent Renaud. Este é meu irmão, Craig.
Gostaria de falar um pouco a respeito de onde viemos.
Quando éramos crianças, no Arkansas, passamos muito tempo sozinhos.
Meu pai era representante comercial.
Vendia fivelas de cinto, tabaco de mascar e lembranças da NASCAR
para donos de postos de estrada por todo o sul.
Minha mãe estava sempre estudando para conseguir um diploma ou trabalhando.
Eu gostava de pesca, motos e tiro,
coisas típicas de um garoto do sul.
Só que eu não era nada típico.
Eu era autista e, infelizmente, nenhum dos adultos ao meu redor
sequer tinha ouvido falar disso.
Não é surpresa, mas, fora o meu irmão,
tive dificuldade para fazer amigos.
Na minha cabeça, sou fotógrafo desde os 10 anos,
quando meu pai me deu sua câmera Minolta de 1974.
Adoro o design preto e prateado.
Achava que parecia as câmeras
que os fotógrafos usavam nos filmes.
UCRÂNIA 2022
É tão rápido uma pessoa partir desta vida.
Bem aqui, dá para ver onde a bala entrou.
Por que está fazendo isso?
Sei que é isso que o Brent faria.
Sei que o Brent sempre achava importante não se esconder
da realidade do que a violência e a guerra fazem às pessoas.
Então sei que ele ia querer que eu filmasse isso.
Meu irmão Brent era dois anos mais velho que eu.
Quando éramos pequenos, me lembro de seguir o Brent pra todo lado.
Eu sempre o admirei.
Quando o Brent me disse que queria ser cineasta documental,
eu precisava estar ao lado dele.
Nos 20 anos seguintes, segui meu irmão mais velho
até os lugares mais perigosos do mundo.
Quatro soldados do Arkansas foram mortos no Iraque.
Estamos com os irmãos Renaud. São o Craig e o Brent Renaud,
cineastas do Arkansas, que acompanharam a Guarda Nacional do Arkansas
durante toda a missão deles no Iraque.
Aquele acertou exatamente ali.
Eles estão mirando na gente.
Brent filmou na linha de frente de conflitos ao redor do mundo todo,
mas o que mais lhe importava eram as pessoas no meio disso tudo.
IRAQUE 2003
Quando ele era um bebê bem pequeno. Quando ele tinha acabado de nascer.
Dizem que a coisa mais difícil para uma mãe é perder um filho.
É, sim. É verdade. Não consigo dormir.
Fico olhando para a foto dele, sabe?
Vou te mostrar a calça dele.
Esta é a perna dele.
Veja só todos esses buracos da bomba.
E eles disseram: "Não machucamos civis."
Veja o sangue.
Veja.
Venha cá. Isto é para você.
Todo mundo ganha uma escova de dentes.
Mostro para vocês como se usa.
Tente escovar para cima.
Meu nome é Karen Joanna, tenho 15 anos.
Me diga, o que estamos vendo aqui? O que é tudo isso?
Os caminhões despejam o lixo, e nós reciclamos para ganhar dinheiro.
Vocês vão à escola?
- Não. - Não
Estamos indo visitar uma família que está em refúgio neste bairro.
Eles estão em refúgio porque a mãe acusou
a gangue Rua 18 de sequestro,
e alguns membros da gangue foram presos.
E a gangue disse que mataria toda a família.
Estamos indo até a casa deles para conversar.
- Pode abaixar a câmera? - Sim.
Olá.
- Quantos anos vocês têm? - Tenho 16.
Tenho 15.
Estavam tentando ir para os Estados Unidos?
Era isso que tentavam fazer?
Sim, porque minha mãe foi sequestrada
e traficada pela gangue.
A polícia a resgatou
de uma casa da gangue.
A polícia prometeu nos proteger,
mas não está nos ajudando.
Existem muitos jovens como vocês nos Estados Unidos.
Muitas deles contam histórias como esta.
Dizem que têm medo de voltar, porque é perigoso
e que podem ser mortos pelas gangues.
Algumas pessoas nos Estados Unidos não acreditam neles.
Vocês estão se escondendo da gangue agora?
- Estão preocupados com a sua segurança? - Sim.
- O que acontece se os encontrarem? - Vão nos matar.
Ele foi atingido quando estava dirigindo e depois bateu neste SUV aqui.
O Brent era muito intenso e reservado.
Ele não era do tipo de pessoa que falava sobre suas experiências,
como a vez em que foi preso na Somália e espancado pelos guardas.
O Brent só ficava à vontade quando estava com sua cadela, Chai.
VOZ DO BRENT
Eu e a Chai viajávamos de caminhonete
desde que ela era bem pequena.
O diagnóstico de autismo diz muito pouco sobre uma pessoa.
Posso ficar calmo como um monge zen em um tiroteio ou zona de desastre,
mas, por anos, uma festa no Brooklyn era absolutamente aterrorizante.
A Chai é minha melhor amiga e minha companheira de terapia.
Aí está. Vamos. Vamos, filhotinha.
Boa filhotinha.
É difícil imaginar um evento mais cruel do que o terremoto
que atingiu o Haiti em 12 de janeiro.
Se me perguntasse antes do terremoto
se as coisas poderiam piorar ainda mais no Haiti,
eu teria dito que não conseguiria imaginar.
A maioria das pessoas agora está vivendo na rua porque...
POLÍCIA DAS NAÇÕES UNIDAS
...as pessoas estão tentando sobreviver.
- Precisamos de ajuda. - Por favor, pare. Precisamos de ajuda.
Não tem água.
Muitas pessoas morreram. Estamos passando fome. Não temos água.
Só posso falar com uma pessoa de cada vez, tá?
Precisamos de ajuda, mas ninguém veio.
O Palácio Presidencial desabou. Não tem mais governo.
A ajuda vai chegar devagar. Não vai ser fácil.
- O que houve? - Atingido por um bloco de concreto.
Se alguém tiver problemas sérios, como o ferimento deste menino,
vá para o hospital. Os cirurgiões estão lá.
Conseguiu alguma coisa?
Não, todo mundo estava brigando. Eu fiquei para trás.
Na hora do terremoto, eu estava com a mãe deles
quando o teto desabou e ela morreu.
O pai deles também está morto.
Quando minha mãe estava viva, eu era feliz. Agora, não tenho mais nada.
Eles choram quando se lembram dos pais.
Eles também choram porque estão com fome,
mas eu não consigo alimentá-los.
O cineasta e jornalista Brent Renaud perdeu a vida documentando
os horrores do campo de batalha na Ucrânia.
As homenagens logo começaram a chegar para o cineasta premiado.
Na época, ele viajava com o fotojornalista Juan Arredondo,
que mal conseguiu escapar com vida.
Estou tão feliz em te ver vivo, cara. Tão feliz.
- Sinto muito. - Está tudo bem.
- Isso não sai da minha cabeça. - Está tudo bem. Eu sei.
Não consigo dormir.
Ainda tenho o sangue dele no meu dedo, porque tentei estancar o ferimento.
Eu sei. Não havia nada que você pudesse ter feito.
Ainda consigo sentir as balas e os sons. E...
Pensei, em certo momento: "É isso. Eu vou morrer."
E eu ficava, sabe, tocando o Brent repetidamente.
E, quando acordei, eu...
vi que o pescoço dele sangrava, então o segurei e tentei estancar.
Eu vi que ele estava murmurando,
mas pedi ao motorista para seguir.
- Para continuar. - Certo.
Pois é.
Não consigo tirar isso da minha cabeça.
- Sinto muito. - Não, não diga isso.
Está tudo bem. Não quero que diga isso. Já aceitei.
- Sinto falta do meu amigo. - Sinto muita falta dele.
Muita mesmo.
Por segurança,
não é bom ficar em um lugar
por mais de 20 minutos.
Malik, o que você... Descreva o que você vê.
MALIK ABDULLAH PERITO EM TERRORISMO
Isto é... Não sei. Não consigo descrever.
A dimensão deste ataque
é algo nunca visto antes.
É o maior carro-bomba
da história da Somália.
São os corpos,
os restos mortais das vítimas.
Ele acabou de perder o braço
no ataque.
O que ele lembra do que aconteceu?
Quando o ataque começou...
o carro-bomba
colidiu com um carro.
Você viu a explosão?
Ele disse que viu.
Fogo por toda parte.
Disse: "Quente. Muito quente."
Estamos rezando
para que você se recupere rápido.
Tem um bebê aqui.
Foi atingida por estilhaços?
Ela foi atingida e ferida por estilhaços...
Quantos anos ela tem?
Tem 6 anos de idade.
Mesma idade da minha filha.
Estes monstros.
Que culpa ela teve, sabe?
Ela não fez nada.
Como podem machucar essa princesinha?
Tudo bem filmar?
Venha falar comigo.
Posso falar com você?
Qual é o seu nome?
Meu nome é Brent.
- Brent? - Isso.
- Posso fazer uma pergunta? - Sim. Por favor.
Eu vou fazer isso, cara. Você é muito honesto, fiel e muito...
Do jeito que você segura essa câmera...
Você não está só segurando a câmera, está fazendo isso de coração.
Estou mesmo, cara. Estou mesmo.
Isso significa muito, cara. Está entendendo?
Podemos mudar o mundo, cara.
Você e eu, nós poderíamos mudar o mundo se quiséssemos.
- É. - Acredite nisso.
Estamos finalmente cruzando a fronteira da Ucrânia e voltando para a Polônia.
E meu irmão está na van à nossa frente,
finalmente vou tirá-lo da guerra e levá-lo de volta para casa.
"TODOS DERAM ALGO" "ALGUNS DERAM TUDO"
Gostaria de pedir a colaboração de todos no desembarque hoje.
Vamos levar o Brent Renaud para casa
em seu último voo, de volta ao Arkansas.
Ele perdeu a vida recentemente na Ucrânia.
Temos a honra de levá-lo para casa, escoltado por seu irmão.
Hoje o homenageamos. Obrigado.
GEORGANN - MÃE DO BRENT MICHELE - IRMÃ DO BRENT
Por muitos perigos
Adversidades e armadilhas
Eu já
Passei
Foi a graça que me trouxe em segurança
Até aqui
E é a graça que me guiará
Para casa
Meu nome é Jon Alpert. Minhas condolências à família do Brent.
Quando o Brent era jovem, ele veio até mim e também à minha esposa, Keiko.
Nós dirigimos um pequeno centro de TV em Nova York.
O Brent queria aprender a usar sua câmera para fazer todas as coisas
pelas quais está sendo homenageado hoje.
Fomos juntos ao Iraque, ao Afeganistão,
e o Brent foi inúmeras vezes, colocando sua vida em risco,
para nos mostrar como a guerra realmente é.
Esta é uma das crateras criadas pela bomba dos EUA.
Os helicópteros pairaram ali.
Os pilotos devem ter visto mulheres e crianças.
Eles atiraram em mulheres e crianças.
Está mostrando como as mulheres lutaram para escapar enquanto eram feridas.
Elas deixaram um rastro de sangue.
Crianças morreram ao lado delas.
Imagine as mulheres e crianças
fugindo para tentar sobreviver
enquanto são atingidas na cabeça.
Não há terroristas aqui, apenas civis.
Esta era a minha casa.
Eles mataram meus filhos.
Só me resta um.
Só ele.
O que eu faço agora?
Senhor, o que aconteceu com esta criança?
Houve o bombardeio das Forças da Coalizão,
e este menino estava lá,
então precisou de amputação.
Diga a ele que esperamos que melhore e saia daqui em breve.
As bombas dos EUA mataram minha família.
Uma pessoa teve a cabeça explodida,
e o pênis do meu filho foi amputado.
Com as próprias mãos...
armado apenas com uma câmera e nos lugares mais perigosos do mundo,
ele arriscou a vida repetidas vezes por vocês, por nós, pelos Estados Unidos.
Como vocês estão?
Meu nome é Derek Brown.
Eu não escrevi nada.
Conversei com o Craig e disse a ele que ia falar do coração.
Eu sou da zona oeste de Chicago. Venho de um lugar sombrio.
Conheci o Craig primeiro. Depois ele me apresentou ao irmão, Brent.
E me lembro como se fosse ontem da primeira vez que o vi.
Um cara pequeno. Como uma pomba
que entra na sala, mas sua presença era a de um elefante.
Na última década, mais pessoas foram mortas na cidade de Chicago
por violência armada do que soldados dos EUA lutando no Iraque ou Afeganistão.
A maioria desses tiroteios envolve adolescentes.
Quantos corpos, você sabe?
Só um corpo, e ele estava amontoado em uma lata de lixo.
O Jamarion vem de um bairro onde cinco pessoas foram baleadas.
Neste quarteirão?
Neste quarteirão, nos últimos meses.
Cada um desses meninos que estou buscando vai crescer odiando uns aos outros
se eu não for até essas diferentes partes da comunidade e conscientizá-los.
Um, dois, três.
Quando eu apontar para você, quero que diga seu nome bem alto e claro.
Meu nome é Demarus Johnson.
- Meu nome é David Johnson. - Meu nome é Darion Carter.
Meu nome é Derek Carter.
O motivo pelo qual quero que falem alto é porque quero que sejam ouvidos.
Porque vocês são alguém. Vocês importam para alguém.
Um dia, vocês vão poder falar em nome do mundo.
O lugar de onde eu vim...
Sempre senti, e todo mundo na minha comunidade sentia,
que ninguém se importava.
Mas conhecer caras como ele, grandes homens de Deus...
nos trouxe luz.
E, mais uma vez, obrigado, Brent.
Conheci o Brent e o Craig
há cerca de 19 anos em Clarksville, Arkansas,
enquanto a unidade à qual eu estava designado se preparava
para uma missão de um ano em Bagdá, Iraque.
Brent era incrivelmente altruísta.
Seu trabalho e sua vida foram profundos e impactaram milhões de pessoas.
Eles não eram só repórteres infiltrados, eram um de nós.
Estamos indo para o norte, rumo ao Iraque.
Sejam educados, profissionais e estejam preparados para matar.
IRAQUE 2005
Atenção, temos um veículo se aproximando com as luzes piscando.
É a polícia iraquiana.
- Fique em cima deles, Jones. - Mantenham distância.
Devagar, abaixe as luzes.
Droga! Contato à direita! Contato à direita!
Merda!
- RPG! - Foi um RPG!
- Continue! Continue! - Recarregue!
Recarregue! Jones. Tome cuidado atrás de você também!
Me dê cobertura! Vou sair!
Recarregue!
Outra bomba! Precisamos sair daqui!
Preparar. Apontar. Atirar.
Preparar. Apontar. Atirar.
Esta é talvez uma das coisas mais difíceis
que já tive que fazer, mas precisa ser feita.
Devemos nos lembrar do Lyle por quem ele era e pelo que morreu.
Ele morreu nos protegendo. Obrigado, Lyle.
Falo sério quando digo isto:
Brent fez mais pelo bem da humanidade em seus 50 anos neste mundo
do que a maioria de nós sonharia realizar em 50 vidas.
Que a paz esteja com vocês e com todos nós.
EM MEMÓRIA DE BRENT RENAUD E DOS MUITOS JORNALISTAS
QUE DERAM SUAS VIDAS EM BUSCA DA VERDADE E DA PAZ
CHAME A GUERRA DE GUERRA
Soldados atacam jornalistas
como Brent Renaud.
Vida longa a esses heróis
que deram suas vidas.
DESDE A MORTE DE BRENT, MAIS DE 100 JORNALISTAS
FORAM MORTOS POR ANO
O JORNALISMO SE TORNOU UMA DAS PROFISSÕES MAIS PERIGOSAS DO MUNDO
Legendas: Renata Lima Alves
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