Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
UM FILME ORIGINAL NETFLIX
Come�a assim.
Vamos continuar � procura.
Eles n�o s�o suficientemente bons.
Vamos levar aquela rapariga.
Qual?
Aquela. A Zoey. Levamo-la.
N�o.
E aquele?
Ele?
Sim.
O nosso pa�s est� em guerra e n�o temos mais escola.
Por isso, temos tido de arranjar formas de nos mantermos ocupados.
O que vou fazer com isto, Agu?
� uma televis�o. Vou vend�-la.
Esta coisa suja sem ecr�?
Vamos!
Novela.
Despacha-te!
- Por favor, amo-te.
- Por favor, amo-te. - Eu n�o te amo.
- Mas porqu�?
- Mas porqu�? - Porque n�o �s bonito. Vai!
- Por favor, suplico-te.
- Por favor, suplico-te. - N�o me sigas. Vai!
Eu tenho as ideias.
- Vai! - E o Dike tem o talento.
Dan�a!
Kung Fu!
Sim!
N�o presta. V�o todos embora!
� uma televis�o da imagina��o! Como pode dizer isso?
N�o presta, Agu.
N�o te preocupes. Vamos.
Vivemos numa zona neutra.
O meu pai diz: "Fora daqui, h� gente a sofrer,
mas n�s estamos seguros."
Por isso � que muitos refugiados v�m para c�.
Senhor, por favor, compra esta televis�o?
Como posso ver algo nela?
Isto � televis�o da imagina��o.
Os nigerianos mant�m a paz.
� uma televis�o da imagina��o.
Eles est�o sempre a comprar coisas e � f�cil vender-lhas.
3D!
Est� bem. Quanto custa este tesouro?
Tr�s mil.
Tr�s mil. Demasiado! Mil e quinhentos.
N�o pode ser.
- Dois mil.
- Dois mil. - Dois.
N�o. Mil e quinhentos.
- Alguma comida.
- Alguma comida. - Traga alguma da vossa comida e leve-a.
Uche, traz a comida.
Tomem. V�o!
Eu sou um bom rapaz, de uma boa fam�lia.
A minha m�e trabalha muito por n�s.
Prova isto.
Obrigado.
� bom.
"B de borboleta.
Sara, suspira..."
- "Sobrevoa."
- "Sobrevoa." - "Sobrevoa por cima."
Boa ideia.
O meu pai era professor.
Palmas para ele!
Muito bem. Outra vez!
Muito bem.
Agu!
Onde vivem os le�es?
No jardim zool�gico.
Envergonhem-no.
Vergonha!
Quem sabe onde vivem os le�es?
Gosto mais dele agora que n�o � professor.
Desde o in�cio da guerra que ele � um homem ocupado.
Est� a usar alguma da nossa terra
para os refugiados criarem uma aldeia nova.
Precisamos de rem�dios.
O mano mais velho.
Ele est� mais preocupado com os m�sculos e o cabelo.
�s vezes, acrescento algo aos champ�s dele.
Para com isso!
Quando te apanhar...
Deixa-me em paz!
N�o tens respeito!
S� queria aquecer-te a �gua!
Deixa-me em paz!
Eu devia cagar-te em cima!
Vou peidar-me na tua cara!
O mano mais velho tamb�m gosta de dormir.
Quero dormir com esta rapariga antes de a guerra chegar c�.
Eu n�o gosto da m�sica dele.
Deixa-me ir! Eu n�o fiz nada para merecer isto!
N�o gosto de o ver dan�ar.
E como � que a rapariga pode dormir se ele faz tanto barulho?
Deixa-me ir! N�o gosto disto!
Tratem o vosso vizinho como vosso irm�o.
E tratem a vendedora no mercado
como se fosse vossa m�e ou irm� mais velha.
A minha m�e diz: "Se n�o sabes o que fazer,
podes sempre pedir uma resposta a Deus."
Digam: "�men!"
�men!
Mais alto!
�men!
Coro, uma can��o e depois continuamos.
Deus gosta mais de m�sica do que de conversa.
Por isso, se cantarmos e dan�armos, Ele ouve-nos bem, bem.
Corta esse ramo.
Eu caio.
Segura-te bem e corta-o.
Nem pensar.
Ent�o, corta aquele.
O teu amigo cal�o que o corte.
Ele conduz. Corta aquele.
�s muito pequeno e vais cair!
- Cala-te! - Cala-te tu!
- Vai para casa! - Vai tu!
An�o.
Corta-o.
Ele quer que eu caia.
Se eu fosse taxista, dava a volta.
Prepara-te!
O que � isto?
Trabalh�mos o dia todo. Pague-nos pelo trabalho.
Porque bloquearam a estrada?
Estamos a tentar resolver isto.
Saiam daqui!
Mas temos de comer!
Tomem isto.
N�o quero o galo.
Porque � que as crian�as s�o t�o mal-educadas?
Voc�s!
Amaldi�oo-vos.
A maldi��o � para si, por estar no meio da estrada!
Conhe�o-vos bem!
Conhe�o a vossa fam�lia!
Ladr�es!
Roubaram a minha terra! A mim, uma velhota!
Quer este galo?
O diabo vai aben�oar-vos um a um!
O av�.
A luz est� acesa, mas n�o est� ningu�m em casa.
Vimos aquela bruxa hoje. Ela chamou-nos ladr�es.
Porque � que ela disse isso?
Aquela mulher...
Ela est� confusa.
Deus tirou-lhe o ju�zo.
Mais devagar.
A terra que demos aos refugiados
est� na nossa fam�lia desde antes do teu av�.
Eu dei-lhe uma parte, mas ela recusou.
Ent�o, ela � louca?
O que � isto?
Quem fez isto � minha televis�o?
O que � isto?
Se eu me portasse assim na tua idade, o pai batia-me.
Tens sorte por haver guerra.
N�o � sorte, todos gostam de mim.
Quem?
L� est� ela.
Ela est� a olhar para ti!
A s�rio?
Ainda?
Olhou para o outro lado.
Achas que ela gosta de mim?
Eu vejo mal.
Ent�o, n�o conseguiste ver isso?
Tu n�o percebes.
Quando ela vir estes m�sculos, vai apaixonar-se por mim.
Parece que as coisas est�o a mudar depressa no governo interino.
Desde esta manh�, a junta do CRN aboliu todos os partidos pol�ticos,
consolidando ainda mais o controlo sobre o governo
ap�s o recente golpe militar.
O tenente-general Sangania,
comandante das for�as armadas respons�veis pela junta,
declarou numa confer�ncia de imprensa recente
que tencionava livrar as regi�es do sul da FLP,
que acusou de ser financiada e apoiada por institui��es estrangeiras.
Ele tamb�m censurou as mil�cias das For�as Nativas de Defesa,
que diz serem uma amea�a � ess�ncia da seguran�a nacional.
Sangania prometeu que a junta conseguiria fazer
o que o regime anterior n�o fez.
Especula-se sobre a colabora��o das for�as armadas com os rebeldes da FLP...
O CRN violou o acordo.
Eles entraram na zona neutra.
Agora querem que n�s fujamos e deixemos a nossa vila.
N�o podemos fazer isso.
Nunca.
Esta terra � nossa.
Os nossos antepassados viveram c� e deixaram-na para n�s.
N�s temos o dever de a proteger
e deix�-la para os nossos filhos.
Dev�amos mandar as mulheres e as crian�as para longe
sob protec��o do ECOMOD.
Onde est� o Dike?
N�s, que dizemos ser homens, ficaremos a proteger a vila.
Quem vai cuidar das coisas que deixamos para tr�s?
Pai, onde est� o Dike?
Eles fugiram!
Deixa-me, � o meu dever.
Ser�o esmagados entre os rebeldes e o ex�rcito! � t�o mau!
J� decidimos o que fazer com as crian�as.
V�o contigo.
Ele � velho. N�o o podemos levar.
N�o est�s a ouvir o que digo.
Vai ter com a tua irm� � cidade. Vemo-nos quando tudo estiver bem.
N�o posso abandonar as minhas responsabilidades.
Est�s a abandonar!
N�o penses assim.
Queres que seja uma refugiada no meu pr�prio pa�s?
Com tr�s crian�as pequenas e sem marido?
N�s somos uma fam�lia.
Dev�amos ficar juntos.
N�o estou a pedir, estou a mandar.
H� problemas maiores a resolver...
� a tua vez.
O pai vai mandar-me embora.
Vai mandar-te porque �s um bebezinho.
Joga.
Apaga a luz.
Agora, acende-a e sentir-te-�s melhor.
Que cara � essa?
Parece o rabo de um macaco.
Vamos! Depressa!
Depressa! Estou a ver um!
Cidad�os da rep�blica que vivem na zona neutra.
Depressa!
O Conselho Reformador Nacional recomenda que os n�o combatentes
saiam imediatamente da zona neutra...
Este est� cheio. H� outro aqui.
... pois as opera��es militares ser�o iniciadas.
Espera. Ajuda-me.
� pesado? D� c�.
Agu, leva isto.
Por favor, mexe-te!
Para tr�s.
N�o h� espa�o.
Por favor, sou o chefe da sec��o. � a minha fam�lia. Tem de haver espa�o.
N�o h� espa�o.
A mulher e as crian�as pequenas.
- E o rapazinho? - Sim, ele tamb�m.
Onde acha que a mulher e as crian�as cabem?
� frente, consigo.
N�o. Setenta mil, sem o rapaz.
Com o rapaz.
Quer que a sua mulher v� pelo mato at� � capital?
Vou a p�. N�o deixo o meu filho.
N�o podes ir a p�!
Quanto para levar o rapaz?
- Setenta mil, sem o rapaz.
- Setenta mil, sem o rapaz. - Condutor!
Por favor. Com o rapaz!
Sem ele. N�o � negoci�vel.
N�o posso.
Entra!
Vou a p�! N�o deixo o meu filho!
N�o h� outra solu��o! Entra!
Entrega-a � m�e dela!
Entrega-a!
Lembra-te de rezares a Deus todos os dias.
Vemo-nos em breve.
Reza sempre! N�o tenhas medo!
Vemo-nos em breve!
N�s encontramos-te, est� bem?
Est� cheio! Afastem-se todos!
N�s encontramos-te!
Vai correr tudo bem!
Toma isto!
Agora est�s entre os homens, cala-te.
Acalma-te.
Acalma-te.
N�O LUTEM MAIS
Vamos.
Vamos para casa.
E � assim que come�a.
Vai tirar a roupa da chuva.
Agu, fecha as janelas.
Deus, quando fecho os olhos,
vejo a �poca das chuvas na minha aldeia.
A terra � arrastada por baixo dos nossos p�s.
Nada � certo e est� sempre tudo a mudar.
V�! Depressa!
Fiquem aqui. Eu chamo-vos quando puderem ir.
Vamos!
Depressa!
Depressa!
Temos de ir. Se nos apanharem...
Pouco barulho. Ainda nos ouvem.
Se fugirmos agora, eles n�o nos v�em.
Tem paci�ncia. Os soldados est�o l� fora.
Se falares, eles encontram-nos. N�o fa�as barulho.
Aconte�a o que acontecer...
... � um teste de Deus.
Temos de ser fortes.
Temos de ir.
Abre.
N�o fa�as isso!
Por favor.
Por que fac��o lutas?
- Nenhuma.
- Nenhuma. - N�s n�o lutamos.
Somos desta vila.
Estamos a proteger as lojas.
- S�o das For�as Nativas de Defesa?
- S�o das For�as Nativas de Defesa? - N�o.
Sou o chefe desta sec��o. Queremos impedir os saqueadores.
Traz a mulher.
- Est�s a chamar-nos saqueadores.
- Est�s a chamar-nos saqueadores. - N�o.
Seu cabr�o, calado!
N�o.
- Conheces estes homens?
- Conheces estes homens? - Senhor. Por favor.
Toda a gente sabe que ela � louca.
Eu n�o os conhe�o.
Fale com ela e vai perceber que n�o � boa da cabe�a.
Eles n�o s�o daqui. Devem ser rebeldes.
N�s n�o somos rebeldes.
N�s, as for�as armadas do Conselho Reformador Nacional,
consideramos-vos espi�es.
- N�o! - Por favor!
Condeno-vos � execu��o imediata e sum�ria.
Matem-nos.
Fujam!
Fujam!
Fujam!
Por favor.
Matem-nos a todos!
Tu!
Cessar-fogo!
- Queres morrer, maldito FLP?
- Queres morrer, maldito FLP? - Maldito rebelde.
Amarra este sacana.
Depressa!
- Vou matar-te, meu!
- Vou matar-te, meu! - Aqui n�o.
Assumam as posi��es.
CO Hope, leva o teu homem.
Vou matar-te.
Maldito FLP!
Dispam os soldados da FLP!
Dispam-nos.
Mexam-se!
Tu! Mant�m os olhos baixos.
N�o olhes para mim.
Mexam-se, todos! Vem a� o Comandante.
Saiam da frente!
O que faz isto aqui?
Quem � respons�vel por trazer isto?
Strika, foste tu que trouxeste isto?
Desamarra-o.
Tantos homens adultos
e foi o Strika, o rapazinho, que encontrou este prisioneiro.
Onde est� o Two-I-C?
- Two-I-C!
- Two-I-C! - Two-I-C!
Comandante!
Two-I-C, o que vamos fazer com esta coisa?
Esta coisa? � s� um rapaz.
Um rapaz?
Um rapaz n�o � nada.
Um rapaz � inofensivo?
Inofensivo, n�o!
- Um rapaz tem dois olhos para ver?
- Um rapaz tem dois olhos para ver? - Dois olhos!
Um rapaz tem m�os para estrangular e dedos para puxar gatilhos.
Porque dizes que um rapaz n�o � nada?
Um rapaz � muito, muito perigoso. Percebes?
- Muito perigoso.
- Muito perigoso. - Sim, senhor!
Sim, senhor!
Strika, tens fome?
Queres comer esta coisa?
Mostra-me as tuas m�os.
Tens m�os de beb�.
O que fazes aqui?
Devias dizer-me.
Se me disseres, eu ajudo-te.
O Strika tem fome. Ele come-te.
O que fazes aqui?
O ex�rcito do governo matou o meu pai e o meu irm�o mais velho.
O meu pai disse-me para fugir para o mato.
Todos me chamam Comandante.
- Como � o Comandante?
- Como � o Comandante? - Muito bom!
- Como � o Comandante?
- Como � o Comandante? - Muito bom!
Como te chamas?
Tens de dizer com mais orgulho!
Mais uma vez.
Bem, Agu,
� isso que te vou chamar?
Este fica ao meu cuidado. Vou trein�-lo para ser guerreiro.
Para poderes lutar contra o ex�rcito que matou o teu pai.
� o que queres? Tens de dizer que sim!
Formar!
- Diz: "Sim!"
- Diz: "Sim!" - Sim.
- "Sim, senhor!"
- "Sim, senhor!" - Sim, senhor!
Mais uma vez.
Mais uma vez.
Outra vez.
Rambo, d� trabalho a esta UP.
Tens de levar isto.
Salvei-te a vida.
Salvei-te a vida. Vai!
Em fila indiana!
- FND!
- FND! - Sim, senhor!
- Avan�ar.
- Avan�ar. - Soldado, avance!
O que esperam?
Avancem! Depressa.
Avancem!
Avancem!
- Sim, Comandante! - Sim, senhor!
- Sim, Comandante! - Sim, senhor!
- Como � o Comandante? - Muito bom!
- Como � o Comandante?
- Como � o Comandante? - Muito bom!
- Como � o Comandante?
- Como � o Comandante? - Muito bom!
- Como � o Comandante? - Muito bom!
Est�o, agora, sob controlo da FND.
Se est�o dispostos a ficar, fiquem.
Mas t�m de ser iniciados.
- Percebido?
- Percebido? - Sim, senhor!
N�o me est�o a perceber.
Mostrem-lhes do que estou a falar.
- Levantem... M�os no ar!
- Levantem... M�os no ar! - Verifica-os...
Traz-me o rapazinho.
Por aqui.
CO Hope!
Sim, senhor.
O rapazinho � da tua responsabilidade. Treina-o.
Sim, senhor! Anda.
Anda! Mexe-te! Vamos.
Mexe-te.
Por favor, posso comer?
Achas que j� �s um soldado?
N�o �s nada. N�o fazes nada aqui.
Carrego muni��es o dia todo.
Tu! Mexe-te!
- O que � que eu fiz?
- O que � que eu fiz? - Acorda!
Vai para cima da cadeira.
Agora!
Mandei-te para cima da cadeira!
Faz a contin�ncia!
Two-I-C, diz ao Strika para ir a minha casa.
CO Hope! Mandem o Strika ao Comandante!
Strika, vai.
Onde arranjaste isto?
O Two-I-C disse-me para treinar este rapaz.
�s vossas posi��es, sem confus�es. Mexam-se, agora!
Sim, senhor!
Primeiro grupo!
Fiquem juntos!
Encurtem o espa�o. Est�o muito longe.
Para onde est�o a olhar?
Olhem para o inimigo.
Mudar!
Deus, quero voltar a ver a minha m�e.
O Two-I-C diz que estamos a ganhar a guerra aos poucos.
Depois, se quiseres, posso encontr�-la outra vez.
Mas s� Tu sabes isso.
O Conselho Reformador Nacional aproveitou-se desta instabilidade
e os militares tomaram o poder para reporem o dom�nio do UPC.
N�s, a FND, recusamos reconhecer este governo ileg�timo.
- Quem somos n�s?
- Quem somos n�s? - A FND.
- Perguntei, quem somos n�s?
- Perguntei, quem somos n�s? - A FND!
Os nossos pol�ticos, que roubam os nossos recursos
e os trocam por poucos d�lares em troca de subornos,
cuspiram na constitui��o!
Cuspiram nos vossos direitos!
Est�o a tentar cuspir no vosso futuro!
Quem � o vosso Comandante supremo?
O Dada Goodblood!
- Por quem lutam?
- Por quem lutam? - Pelo Dada Goodblood!
No campo de batalha, n�o pensam normalmente.
- Est�o a ouvir?
- Est�o a ouvir? - Sim, senhor!
A �nica coisa que importa � a miss�o da FND!
- Entendido?
- Entendido? - Sim, senhor!
- Ouvem, soldados? - Sim, senhor!
Lutem e matem quem destr�i a paz.
Sim, senhor!
Fora-de-jogo! Foi o que vi.
Parem!
Muito bem, parem!
For�as Nativas de Defesa!
- Como � o vosso Comandante?
- Como � o vosso Comandante? - Muito bom!
- Como � o vosso Comandante?
- Como � o vosso Comandante? - Muito bom!
O que reuniu esta grande fam�lia de estranhos?
- Foi o medo?
- Foi o medo? - N�o, senhor!
- Foi a guerra?
- Foi a guerra? - Sim, senhor!
Quisemos defender-nos.
Temos de nos vingar.
Temo-nos defendido
contra as mortes e viola��es do nosso povo pela FLP
e agora pela junta do CRN.
Mas isso despertou a besta adormecida.
Despertou um gigante.
P�s as armas desta guerra de novo nas vossas m�os,
os jovens e, como tal, os poderosos.
Jovens! Riqueza?
N�o vamos esperar herdar riquezas.
N�o vamos esperar que eles no-las entreguem.
N�o, senhor!
- Vamos conquist�-las.
- Vamos conquist�-las. - Sim, senhor!
Vamos tirar-lhas.
Confisc�-las!
Todos os que nunca foram ouvidos
e viram a vossa fam�lia ser morta,
t�m agora algo que vos representa.
T�m algo que vos representa!
Isso � a vossa defesa.
- � o sangue da vossa fam�lia.
- � o sangue da vossa fam�lia. - Sim, senhor!
- Vit�ria!
- Vit�ria! - Vit�ria!
N�s vamos confisc�-la!
Voc�s s�o a minha fam�lia.
Tens de morrer
antes de renasceres.
Os esp�ritos aben�oaram-vos
e purificaram-vos.
Para o inimigo, voc�s s�o invenc�veis.
Mas temos de cumprir regras
para agradar aos esp�ritos...
... para permanecermos puros.
O inimigo nunca mais vos volta a ver!
Voc�s est�o fortificados!
A divers�o acabou.
Est� na hora da guerra. Estamos em conflito.
Apreci�mos o acampamento,
mas vamos avan�ar.
Vamos andar em frente. N�o vamos ficar aqui.
N�o deixem nada que o inimigo possa usar.
Vamos queimar tudo.
- Entendido?
- Entendido? - Sim, senhor!
- Podem ir.
- Podem ir. - Sim, senhor. Obrigado.
- Comandantes, est�o dispensados!
- Comandantes, est�o dispensados! - Obrigado.
Preparem as armas. Preparem-se para avan�ar.
Sa�mos daqui a uma hora!
Quero isto queimado.
- Tudo! - Sim, senhor!
N�o me fa�am esperar por voc�s, soldados!
Sim, senhor!
Est� tudo?
N�o deixamos nada para eles encontrarem.
Queimem tudo!
Tudo!
Iron Jacket. Fala o Supremo.
Estamos a ouvi-lo, Supremo.
Relat�rio.
Estamos abastecidos e vamos avan�ar. Escuto.
Certifiquem-se de que as armas est�o limpas.
Ataquem � primeira oportunidade.
Foram enterradas h� muito tempo.
- Certifiquem-se de que funcionam.
- Certifiquem-se de que funcionam. - Confiscar mantimentos. Mapear vit�rias.
Isto manter� o �nimo, apesar do embargo da ONU.
Entendido. Bem entendido.
A nossa luta � justa.
Lutar pela liberdade implica disciplina, obedi�ncia e lealdade.
Entendido.
Permanecemos sempre leais ao quartel-general Supremo.
A aguardar ordens futuras. Escuto.
Continuem a avan�ar e a lutar. Terminado.
Este � o caminho em que estamos.
Temos de avan�ar daqui.
E esperar ali naquela estrada. Acho que vem l� algo.
Sim, senhor.
Mexam-se!
Venham.
Aonde vais? Anda c�! Raios! Voa!
Preacher, d�-me a ganja.
Agu, a regra n�mero um das emboscadas � n�o fazer barulho.
N�o fa�as barulho. Fica caladinho.
Se uma cobra te morder na perna, n�o fazes barulho.
Levas um tiro, n�o fazes barulho.
Qual � a regra n�mero um de uma emboscada?
N�o falar, nem que uma cobra nos morda.
Muito bem.
Se falares, aparecem os inimigos e morremos todos.
Certo.
Inimigos.
Eles v�m a�. Todos quietos.
Preparem-se.
V�o.
RPG!
Agu! Muni��es!
Muni��es!
V�o! Bloqueiem-nos!
Onde est�o o raio das muni��es?
... fogo!
Cessar-fogo!
Agu! As minhas muni��es!
Queres que eu morra?
Revistem este ve�culo. Revistem-nos a todos.
- Sim, senhor!
- Sim, senhor! - Quero-os desarmados.
Quero-os despidos.
Quero a vit�ria mapeada. Mapeiem esta vit�ria.
- Controlador, mapeia-os!
- Controlador, mapeia-os! - Sim, senhor!
Quero os ve�culos e os corpos revistados.
Todos! Revistem-nos bem, bem.
- Arrumem tudo.
- Arrumem tudo. - Senhor.
Traz-me a minha carga.
- Senhor! Encontrei isto.
- Senhor! Encontrei isto. - Porque o abriste?
Encontrei isto.
Sim.
Onde est� ele?
Cala o raio da boca.
Sim, senhor!
Agu, vais matar este homem.
Por favor. Eu devia estar a arranjar as pontes.
Vais mat�-lo hoje.
Eu n�o sou um soldado. Por favor.
Sou estudante de engenharia da universidade na capital.
Eu devia arranjar pontes,
n�o sou um... - Cala-te!
Cala a boca.
Passem-me algo para ele.
- N�o, � muito grande. - Como um sabre.
Estou a ver.
Ele tem for�a para isto?
Sim, ele � forte. Tu consegues. Preacher, senta-o.
Senta-o! Agu, vem.
� como se fosses cortar lenha. Levanta bem alto.
Quando estiveres pronto, golpeias a carne, bem, bem.
- J� cortaste mel�o?
- J� cortaste mel�o? - Por favor, n�o.
- Isto n�o � um mel�o.
- Isto n�o � um mel�o. - Por favor, n�o.
Mandei-te calar.
Est�s a dificultar. Isto � duro.
Tens de lhe acertar com for�a.
Agu, foram eles que mataram o teu pai.
V�.
- Cala-te!
- Cala-te! - Por favor.
Agu, v�.
Por favor, n�o.
Corta-o bem, bem.
Por favor!
Foram estes c�es que mataram o teu pai.
Onde est� a tua m�e?
Por favor...
Agu, foram eles que mataram o teu pai!
Corta-lhe a cabe�a!
Corta-o!
Agu, v�!
Strika, ajuda o teu irm�o.
Muito bem.
Isso mesmo.
V� o sangue dele.
Isto � justi�a.
Deus, matei um homem.
� o maior pecado,
mas tamb�m estou a saber
que � o mais correcto a fazer.
- Tripod!
- Tripod! - Sim, senhor.
Este ser� o carro do Comandante.
Tira este sacana. � nojento.
Two-I-C!
Entrega isto ao meu protegido.
- Ser� o carro do Comandante.
- Ser� o carro do Comandante. - Sim, senhor.
Se a perderes, dou cabo de ti.
Isto...
- Vais conduzir? - Podemos partir.
Preparem-se para partir.
Prepara-te, Agu.
Onde arranjaste isto?
De cad�veres?
Todos te chamam "Strika". Porqu�?
Gostas da guerra?
Estou a fazer-te uma pergunta e tu n�o falas.
Tens fam�lia?
Eu estou a pensar na minha m�e...
... no meu irm�o...
... e na minha irm�zinha.
�s est�pido?
Porque � que n�o falas?
Fa�o-te uma pergunta. E tu n�o falas.
V�! Depressa!
Depressa!
Eu protejo-te, Strika.
- Onde � que ele est�?
- Onde � que ele est�? - Continua.
Corta-relva!
Esquerda.
E podem comer o que quiserem,
frango, vaca, fruta e legumes.
N�s temos o peixe que quiserem. Os pescadores trazem-no do mar.
L�, podem comer tudo.
E o melhor nesta vila de recursos abundantes
s�o as mulheres.
As mulheres s�o lind�ssimas!
O vosso soldado p�e-se logo em sentido.
T�m uns rabos t�o bem definidos,
que o ch�o onde se sentam rejubila.
E elas sabem tratar os homens.
Sabem como faz�-los sentir-se bem, com beijos e isso.
Da �ltima vez que l� fui, o meu soldado ficou dorido.
N�o conseguia aguentar!
Mas ver�o isso, porque ir�o para l�.
Ver�o isso com os vossos olhos.
Comandante!
- Quem s�o estes?
- Quem s�o estes? - Refugiados da aldeia.
Dizem que a FLP e o CRN tomaram a aldeia deles h� tr�s dias.
Mataram a maioria, mas deixaram escapar estes.
Vamos recuperar-lhes a aldeia, sim?
Sim, senhor.
Vejam s�.
Eles cortam-lhes as m�os.
Maldita FLP.
- R�dio!
- R�dio! - Sim, senhor.
- Two-I-C!
- Two-I-C! - Sim, estamos a ouvir.
Relat�rio!
Estamos perante fogo cerrado. Escuto.
Podem tomar a ponte?
� muito dif�cil. Os homens lutam corajosamente,
mas n�o sei se aguentamos muito mais.
- Avancem!
- Avancem! - Entendido. Precisamos de apoio.
Alguns dos nossos homens est�o feridos.
A moral est� em baixo. Est� a ouvir, Comandante?
- Comandante?
- Comandante? - Podem tomar a ponte?
Entendido. Vamos pressionar de novo e tentar tomar a ponte. Escuto.
Tomem a ponte!
- � a tua miss�o! Morteiro.
- � a tua miss�o! Morteiro. - Sim, senhor!
- As tuas muni��es, j�!
- As tuas muni��es, j�! - Muni��es prontas!
Preparar!
Agu e Strika.
Sim, senhor!
V�em isto? � um dispositivo muito especial.
Podemos ver o inimigo, mesmo quando ele se esconde.
Vem c�.
Espera, Strika.
Isso mesmo. V� os nossos. Estamos a domin�-los.
V�s?
Disparar!
- Viste?
- Viste? - Sim.
� magia.
N�s queremos tomar aquela ponte.
Vamos tomar aquela ponte.
- Forma��o!
- Forma��o! - Forma��o!
- Vamos tomar aquela ponte!
- Vamos tomar aquela ponte! - Sim, senhor!
Olha-me nos olhos, cabr�o.
Quem quer lutar?
S� levo os corajosos!
N�o quero os cobardes.
N�o levo meninas.
- Prontos para lutar?
- Prontos para lutar? - Sim, senhor!
- Prontos para lutar?
- Prontos para lutar? - Sim, senhor!
- Querem tomar a ponte?
- Querem tomar a ponte? - Sim, senhor!
- Vamos tomar o raio da ponte?
- Vamos tomar o raio da ponte? - Sim, senhor!
Maldita FLP!
- N�o batam retirada!
- N�o batam retirada! - N�o se rendam!
- N�o batam retirada!
- N�o batam retirada! - N�o se rendam!
Vamos avan�ar!
FND
- N�o retirem!
- N�o retirem! - N�o se rendam!
Mexam-se!
Pai Nosso, do p� viemos. Ao p� voltaremos.
Onze dos meus homens. Mortos.
Entrego os meus companheiros nas tuas m�os.
Que a alma deles descanse em paz. �men.
J� conhe�o o cheiro dos mortos.
� doce, como cana-de-a��car,
e acre, como vinho de palma.
E quando ficam ao sol, ficam gordinhos como mangas castanhas.
� verdade.
Strika.
O qu�?
T�m a pr�xima miss�o. Preparar.
Estamos a ouvir bem, Supremo.
Capturem as regi�es centrais, a capital, Bov.
Quando tiverem feito isso,
promulgarei uma ordem para o tornar major-general.
Ser� general, antes de, finalmente, conquistarmos a capital.
Sim, senhor. � um desafio.
Mas juro que � uma miss�o poss�vel. Escuto.
Da pr�xima vez que o vir, estarei a falar com um general.
E como se tem portado o Two-I-C? Escuto.
O Two-I-C? Como assim?
Sempre avaliei esse jovem.
O Two-I-C � um soldado formid�vel.
Escuto.
- Ensine-o a ser um bom comandante.
- Ensine-o a ser um bom comandante. - Sim, senhor.
Tomem Bov. Mantenham o �nimo e aproximem-nos da vit�ria.
Claro, Supremo. Escuto.
N�o quer ser general, Comandante?
- Sim, senhor.
- Sim, senhor. - Mere�a-o. Terminado.
Terminado.
- Agu, lutaste bem.
- Agu, lutaste bem. - Obrigado.
O que � isto?
Agu, queres aprender a liderar?
- Estou bem a segui-lo.
- Estou bem a segui-lo. - Isso � bom,
porque n�o se pode aprender a liderar.
Algumas pessoas nascem para liderar, outras para seguir
e outras apenas esperam pela morte.
- Eu sou um bom seguidor.
- Eu sou um bom seguidor. - Tu �s diferente.
Lembras-me de quando eu era pequeno.
Por isso, sei que ser�s um l�der.
At� os melhores l�deres,
�s vezes, t�m de saber ser seguidores.
At� eu.
Eu sigo o Comandante Supremo, mesmo que n�o concorde.
Sim, senhor. Eu sou um bom seguidor.
Est�s a ver isto?
O Comandante diz que temos de tomar isto.
Diz que � importante.
Se � importante para ele, tamb�m o � para mim.
Sim, senhor.
Porque, se conseguirmos isto, depois podemos ir para Taro.
- � onde est� a tua m�e, n�o �?
- � onde est� a tua m�e, n�o �? - Ela est� na capital.
Vem, Agu.
Depois de sermos saudados pelo Dada Goodblood,
decerto que tomaremos a capital.
Vem.
Isto tem uma energia especial.
Obrigado.
Eu quero ajudar-te mais do que aos outros,
mas n�o posso dizer aos outros como te ajudo.
Ter� de ser o nosso segredo.
- Sabes guardar um segredo?
- Sabes guardar um segredo? - Sim, senhor.
- Ent�o, diz.
- Ent�o, diz. - Guardarei este segredo.
N�o te estou a castigar, Agu,
mas gosto de ti.
Agu, ajoelha-te.
Vais fazer isto por mim.
Eles est�o a saltar como coelhos.
Para a esquerda.
Vai. Continua.
- Continua. - V�.
Para a tua esquerda.
N�o quero isso em que te chamo e n�o te mexes. Agu?
Vem c�. Eu dou-te castanha, castanha.
Isso cura tudo.
N�o te chamei para ficares a�.
O que se passa contigo?
Vem c� e levanto-te a moral.
Vou dar-te castanha, castanha para...
Para te levantar a moral. Toma.
Isso mesmo.
Levanta a moral, sim?
D�-te for�a.
Mais protec��o.
Ningu�m � nosso amigo para onde vamos.
Eles s�o o inimigo.
S�o os agricultores que alimentaram o inimigo.
As mulheres dos agricultores, cujos seios t�m alimentado beb�s.
Essa � a natureza da terra para onde vamos.
Os colaboradores e os traidores.
O sangue do nosso povo � derramado h� anos.
Est� na altura de o sangue deles ser derramado.
N�o pouparemos ningu�m.
N�o pouparemos ningu�m,
porque s�o todos inimigos!
Oremos.
Deus, oremos.
Ele guia-nos no que vamos fazer.
Ele ajuda-nos.
Que cumpramos a Tua justi�a.
D�-nos for�a!
Iremos sacrificar o nosso sangue!
Por isso, n�o pouparemos ningu�m!
N�o pouparemos ningu�m!
Ningu�m nos far� mal.
ONU
Porque n�s somos invenc�veis.
FND!
- Quem somos?
- Quem somos? - FND, senhor!
FND, n�o poupem ningu�m!
Matem-nos a todos!
Vamos, FND! Mexam-se!
- Como � o Comandante?
- Como � o Comandante? - Muito bom, senhor!
- Como � o Comandante?
- Como � o Comandante? - Muito bom, senhor!
FND!
- Quem somos?
- Quem somos? - FND!
Matem-nos!
Comandante!
Este fica ao meu cuidado.
Vou trein�-lo para ser um guerreiro.
- Sim, senhor!
- Sim, senhor! - Sim, senhor!
Outra vez!
Mexam-se!
Merda!
Maldito sejas! Sacana!
Raios!
Sai. Aqui. Sai, porra!
Sai, porra! Sai!
M�e... M�e!
N�o sou a tua m�e!
N�o sou a tua m�e!
Encontrei-te!
Que raio se passa aqui?
Conhece-la?
Andava � tua procura!
De onde conheces esta mulher? Conhece-la?
Andava � tua procura!
Quero viol�-la.
N�o �s a minha m�e!
Bruxa!
N�o �s a minha m�e! Enganaste-me!
Bruxa!
Deus, est�s a ver-nos? V�s o que estamos a fazer?
Porqu�? Merda!
O que raio � aquilo?
N�o fodeste, rapaz? N�o fodeste.
Est�s aqui para morrer, sacana.
Fodeste-o, n�o foi? Fode-te.
Comandante. Isto � para si.
Do Comandante Supremo. O que diz?
� a tua vez de comer.
Carrega os ve�culos.
Ele est� a convocar-nos.
Diz o motivo?
N�o � �bvio?
Vamos a Taro?
Este tipo!
N�o v�s as minhas orelhas?
O que se passa com ele?
Um peda�o de um RPG atingiu-o na t�mpora.
Suplico-te, por favor, n�o dispares!
Olhos no ch�o!
O que fazemos com os civis?
CRN - � A NOSSA VEZ DE COMER
Deixem um vivo.
Mandem-no para a aldeia seguinte e, depois, para a seguinte.
Digam-lhes que estamos a ir. � s� o in�cio.
Todos para os ve�culos.
- Tripod! - Sim, senhor.
Toma nota e age em conformidade. O Strika e o Agu est�o no meu batalh�o.
Mountain View. Iron Jacket. Terminado.
Venham c�! Agora!
Vamos avan�ar para Taro com armas. Terminado!
- Entrem!
- Entrem! - Entendido.
Eco, tango, alfa, �s 18h00.
- Tripod!
- Tripod! - Sim, senhor!
Erguer armas!
Alto!
- Inimigo ou amigo? - Amigo!
- Quem s�o voc�s? - FND!
Quem � o teu comandante?
Sou eu.
Que acolhimento � este?
Desculpe. Entrem no carro. Levem-nos ao quartel-general.
Afastem-se!
Afastem-se, raios!
Por aqui.
V�o-se foder!
Vit�ria!
- Bem-vindo, comandante!
- Bem-vindo, comandante! - Ol�, delegado.
Sigam-nos.
N�o s�o permitidas armas aqui. Coloquem-nas ali.
Deixem as armas, rapazes. Soldados.
Esperem aqui. Sentem-se.
Vai trazer-nos �gua?
Certamente.
O Goodblood vai receb�-lo.
A ele.
Sente-se aqui.
O Goodblood diz que isto � um agradecimento...
O que est� a fazer?
Lamento. O Comandante Supremo n�o queria faz�-lo esperar.
Pode seguir-me?
Por favor, sente-se.
- O que � isto?
- O que � isto? - Ele j� vem.
Onde est� a �gua?
Tragam-lhes �gua, depressa!
Comandante!
Comandante?
Comandante.
Espero que tenha descansado bem.
Quero que saiba que tamb�m demos ra��es e �gua
ao resto do seu batalh�o esta manh�.
Obrigado.
Por favor, cavalheiros. Venham.
Fiquem a�.
Sentido!
Comandante.
Comandante Supremo.
� vontade, cavalheiros.
� vontade.
Parece que a sua fam�lia cresceu.
Eles devem comer enquanto falamos. A menos que tamb�m tenha fome.
N�o tenho fome. Two-I-C, leva-os e v�o comer.
Two-I-C, fica.
Venham.
H� muita comida aqui. Vamos comer!
Adoro comida.
O que � isto?
Fez-me esperar.
Leva-me a crer que vamos mudar de objectivos.
J� n�o vamos tomar a capital?
Esta � a altura certa para protegermos o nosso povo.
Temos a oportunidade e o poder, porqu� esperar?
O comandante n�o � a voz pol�tica deste movimento. Eu � que sou.
A prioridade continua a ser proteger o nosso povo.
Mas, como sabe, agora, o mundo sabe desta guerra.
Quando ela terminar, ningu�m escapar� ao julgamento.
E as nossas decis�es t�m consequ�ncias muito mais profundas.
E quais foram as suas decis�es para o meu batalh�o?
N�o me vai tornar general?
N�o, n�o vou.
Vou entregar o seu batalh�o ao Two-I-C, comandante.
Foi por isso que o chamei c�.
Vou promov�-lo a subchefe de seguran�a,
com efeitos imediatos.
Espero que aceite e aja em conformidade.
Obrigado. Prometo cumprir o meu dever...
Two-I-C, cala a boca!
Sai!
Soldados.
Isto � uma despromo��o.
O batalh�o que constru� com as minhas pr�prias m�os.
Eu sou o pai deles!
O seu batalh�o � o meu, comandante,
assim como centenas de outros por todo o pa�s.
A cerim�nia de transi��o ser� amanh�,
para o Two-I-C poder levar o batalh�o para a batalha.
Como sabe, gra�as a si, temos o CRN encurralado,
com ajuda e apoio da ONU e do ECOMOD.
Tornou-se agora uma batalha pela imagem p�blica.
E o meu pagamento?
O meu pagamento?
Que parte dos recursos receberei?
N�o se esque�a que � um soldado.
O seu dever mais importante � a obedi�ncia.
O seu primeiro dever � a obedi�ncia.
O seu segundo dever � a obedi�ncia.
O seu terceiro dever � a obedi�ncia. A obedi�ncia � tudo.
Sem obedi�ncia, n�o tem nada.
Esqueceu quem �?
N�o esqueci quem sou.
Tem raz�o.
Sou um soldado,
n�o sou pol�tico.
Terei mais uma noite com os meus homens.
Dada Goodblood.
- Venham!
- Venham! - Vamos!
Vamos.
- Tripod.
- Tripod. - Sim, senhor.
Re�ne os comandantes e os soldados e acampamos fora da cidade.
Eu vou levar o Two-I-C e os rapazes para celebrar esta noite.
Sim, senhor.
Aonde vamos?
Ver�s.
Vais gostar.
Se tu e o Strika s�o meus guarda-costas, v�o para onde eu for.
Est�o a ouvir?
Televis�o da imagina��o.
Venham!
- Comandante!
- Comandante! - Mam�.
Bem-vindo.
Tragam alguma coisa para os meus soldados.
- Est� bem. - E para o meu pr�prio soldado.
Tragam cerveja. Refrigerantes. O que tiverem.
Levantem-se!
Depressa!
N�o v�em que temos visitas? V�!
A cerveja est� morna.
Como � que est� morna?
- N�o h� gelo.
- N�o h� gelo. - N�o h�?
N�o h� luz.
Mas eu estou a ver luz.
N�o h� gelo.
N�o importa,
vamos beb�-la morna ou fria.
V�. Partilhem.
Comandante, pode dispensar-me?
Tenho de ir ver como est�o os outros...
Negativo!
Vais ficar aqui para podermos celebrar.
Mam�, quero que traga uma especial para o meu Two-I-C,
que, em breve, ser� comandante.
- Quem � o vosso comandante?
- Quem � o vosso comandante? - O senhor!
Uma especial para o Two-I-C.
N�o h� problema.
N�o h� problema.
N�o h� problema.
Mam�, esta tem a papaia fresca.
N�o, Comandante.
Deixe esta.
Se quer mulheres, tenho muitas para isso.
Traga-me a minha. Sabe as minhas especifica��es.
Sei!
Tia, traga-nos batatas fritas.
Vejam este mi�do que nasceu ontem.
N�o lhe ligue.
- Onde est�o as raparigas?
- Onde est�o as raparigas? - J� v�m.
Temos raparigas para os homens, mas n�o chegam para os meninos.
Deixem as armas ao Strika.
Tu �s o controlador.
Como est�s?
Olha para ti.
Comandante.
- Est�s muito sensual.
- Est�s muito sensual. - Senti a sua falta.
A s�rio?
Strika.
UP, ficas de vigia.
N�o fiques a ver o comandante, porque n�o podes ter o mesmo que eu.
Vamos come�ar a filmar.
Fica junto � catarata.
O que aconteceu?
O que aconteceu?
Foi voc�?
O que aconteceu ao meu homem? O que aconteceu aqui?
Eu estava a brincar com a arma e ela disparou.
- N�o sei o que aconteceu. Desculpe.
- N�o sei o que aconteceu. Desculpe. - Foi voc�.
- Foi voc�.
- Foi voc�. - Calma.
Foste tu!
N�o foi de prop�sito.
- Achaste que era eu! - N�o!
- Achaste que era eu?
- Achaste que era eu? - Foi sem querer.
Querem matar-me e matam o meu soldado?
Foi um acidente! N�o! Eu n�o...
V�o!
- Vamos! - Mexam-se!
Levantem-no! Vamos!
Levantem-no! Levem as mulheres todas!
- Vamos! - Todas!
- Mexam-se!
- Mexam-se! - Vamos!
A todos, algu�m v� o Iron Jacket?
Para todos, indicar se est�o a ver o Iron Jacket. Escuto.
Mountain View, Z Fire. N�o ouvi a mensagem. Escuto.
A todos, indicar se v�em o Iron Jacket.
H� informa��es da localiza��o e movimento do Iron Jacket? Terminado.
Mountain View.
Green Snake. N�o tenho confirma��o visual.
Repito. N�o tenho confirma��o visual. Terminado.
Mountain View. Dois-dois. Confirmo. Sem confirma��o visual do Iron Jacket.
Nada a reportar. Terminado.
Mountain View. Black Sand.
O Iron Jacket saiu do nosso posto de controlo ontem. Terminado.
Black Sand. Mountain View.
O Iron Jacket esteve no vosso sector? Terminado.
Mountain View, Black Sand, recebido.
O batalh�o do Iron Jacket saiu com ordens de combate. Escuto.
Isto...
Isto foi tudo para nada.
Iron Jacket, daqui Mountain View.
Agu, �s tu?
- Iron Jacket, onde est�s? - Sim, senhor.
- Ouves-me? Escuto. - Vem.
- Vem sentar-te comigo. - Iron Jacket, ouve-me? Terminado.
Iron Jacket, est� a desobedecer a uma...
Agu, estes s�o tempos muito perigosos.
Nunca se sabe em quem podemos confiar.
Por isso, � sempre bom dormir com um olho aberto.
� por isso que te tenho a ti e ao Strika.
Agu, �s vezes, tenho pena de ti.
�s vezes, tenho.
O Two-I-C morreu.
Deus aben�oe aquele que morreu
Na grande batalha
Para o bem da FND
Deus aben�oe aquele que morreu
Pai Nosso, hoje perdemos um dos nossos companheiros.
Guia-o para toda a eternidade. �men.
�men.
Two-I-C.
Sim, senhor!
Isto n�o foi obra de Deus.
Foi um homem.
O Comandante Supremo era nosso amigo.
Agora, � nosso inimigo.
Mas n�s n�o tememos a mudan�a, pois somos fortes!
Fortes e orgulhosos!
Por isso, dev�amos tomar o nosso pr�prio territ�rio
e encher os nossos bolsos.
Cavalheiros, vamos.
Vamos avan�ar.
Vamos deixar o Two-I-C ser comido pelos gogomi e minhocas.
Vamos deix�-lo.
E eu penso:
"A �nica forma de n�o continuar a lutar � morrer."
M�dico! Onde est� o raio do m�dico?
Ele est� morto!
Morrem pessoas assim todos o dias.
Todas as pessoas que conhe�o est�o a morrer.
E eu penso:
"Se esta guerra acabar, n�o posso voltar a fazer coisas infantis."
A guerra est� a consumir tudo.
Folhas, �rvores, terra, pessoas.
Devora tudo.
H� pessoas a sangrar por todo o lado.
Somos como animais selvagens que n�o t�m para onde ir.
Sol,
porque brilhas neste mundo?
Quero agarrar-te com as m�os
e apertar-te at� n�o poderes brilhar mais.
Assim, tudo � sempre escuro
e nunca ningu�m ter� de ver
todas as coisas horr�veis que est�o a acontecer aqui.
Preacher!
Senhor.
Obrigado.
Levanta-te e vamos!
Vamos!
Levanta-te e vamos!
O que se passa contigo?
O que se passa?
Quero dizer ao Strika: "Eu tamb�m estou cansado."
Estou cansado
e as palavras n�o me saem da boca.
Est�s a ouvir?
Uma can��o, como a minha m�e cantava.
Algu�m nos ajude.
Raios. A vida � triste.
Senhor?
Vai buscar-me balas. Mexe-te!
Mexe-te!
Tens balas?
M�e.
Agora, tenho de falar contigo, porque Deus n�o me ouve.
A tua can��o faz o meu corpo mexer-se
e j� n�o tenho de pensar mais.
N�o penso no Strika, nesta guerra
nem em todas as coisas que me enchem a cabe�a.
Quero deitar-me no ch�o quente,
com os olhos fechados e o cheiro da lama no nariz.
Comandante.
N�o temos mais balas.
Isto n�o devia ter sido assim.
Todos acabam por nos trair.
Mas eu proteger-te-ei sempre, Agu, porque �s meu filho
e um filho protege sempre o pai.
Comandante, quero falar consigo.
O que se passa?
Vamos embora.
Quem?
Quem � que vai embora?
Two-I-C, volta para o teu posto.
N�o. N�s vamos embora.
�s o �nico � minha frente, est�pido.
Eu vou embora. N�o h� balas. O que posso usar para matar o inimigo?
Estamos aqui h� meses.
Mineiros, n�o t�m ouro.
N�o temos dinheiro, comida nem �gua.
� uma loucura, comandante.
H� aqui pessoas doentes e a morrer todos os dias.
� uma loucura, Comandante.
Quem quer ficar aqui e morrer?
- Eu quero ir!
- Eu quero ir! - Eu tamb�m!
Quem quer ficar aqui e morrer?
Eu quero ir!
Eu tamb�m. Eu quero ir!
Quem quer ficar aqui e morrer?
- Ningu�m quer ficar aqui!
- Ningu�m quer ficar aqui! - N�s queremos ir.
Venham dizer-lhe o que pensam.
Venham dizer-lhe o quanto sofremos aqui.
Venham todos.
Agora, �s o maior?
Para onde ir�o?
V�o entregar-se ao outro campo da FND?
N�o. Eles d�o cabo de voc�s.
E o ECOMOD?
Poder� ser melhor, mas e depois?
Cadeia?
Crimes de guerra?
Acham que podem ir fazer o que quiserem em paz?
Se voltarem �s vossas aldeias,
a vossa fam�lia n�o querer� ser associada a voc�s.
N�o ser�o nada.
Voc�s e a vossa mente inculta n�o ser�o nada.
Ningu�m se importar� convosco.
Olhem para voc�s.
Acordar�o, ver�o o nascer e o p�r-do-sol,
e poder�o esperar todo o dia,
com milhares de homens como voc�s, que algu�m vos d� trabalho.
� isso que querem ir fazer?
Voc�s s�o est�pidos!
N�o s�o nada! N�o t�m futuro!
Eu sou o vosso futuro.
Vai morrer aqui.
O qu�?
Como vais matar-me se n�o tens balas?
E tu, Agu?
Queres matar o comandante?
Agu, mata o comandante. V�.
- Puxa o gatilho.
- Puxa o gatilho. - V�.
V�, Agu. Aqui!
Queres matar o comandante?
V�, Agu.
V�.
Mata o comandante!
Queres render-te?
Queres render-te?
Queres render-te?
Sim.
Vai-te embora.
Quando forem pobres e estiverem famintos,
v�o lembrar-se de mim!
V�o lembrar-se do vosso comandante.
V�o!
V�. Vamos!
- Sim, senhor!
- Sim, senhor! - Vamos.
Saibam que um dia irei atr�s de voc�s.
Bebam ch� de p�lvora e joguem �s damas.
N�o. V�o lembrar-se do vosso comandante.
V�o dizer: "Sim!"
Lembra-te, voltarei a chamar-te
e tu vir�s.
Lembra-te.
V�o prender-vos! Voc�s s�o est�pidos!
Quando chegar a altura,
os outros v�o devorar-vos.
V�o arrancar-vos o cora��o.
Agu, fica aqui, porque eles n�o...
Alto! Parem!
- Quem s�o?
- Quem s�o? - FND!
- Qual � a vossa miss�o aqui?
- Qual � a vossa miss�o aqui? - Rendermo-nos!
Levantem os bra�os! Todas as armas no ar!
Todas!
Virem-se para o mato!
N�o olhem para mim! Ponham as armas no ch�o!
Recuem!
E virem-se!
Mandei-vos virar!
M�os no ar!
M�os no ar! Sentem-se no ch�o!
Sentem-se!
M�os na cabe�a!
N�o olhem para mim!
Agu, como est�s a ambientar-te?
Eu sei que � dif�cil.
Eu j� passei por isso, lembras-te?
Estamos todos aqui para te ajudar.
Est� bem?
N�o sei quanto tempo vou ficar aqui,
mas vou ficar aqui muito tempo.
Uma semana, um m�s. N�o sei.
S� sei como me sinto aqui.
Lembro-me dos gritos, do cheiro dos cad�veres
e da sensa��o da castanha, castanha e djamba no meu sangue.
Acalmem-se!
Esta � a vossa casa!
N�o, est�o a envenenar-nos!
- Querem-nos mortos! - Sim!
- Querem-nos mortos!
- Querem-nos mortos! - Calma!
O Preacher est� cansado deste lugar.
Ele diz: "A guerra n�o acabou
e eles precisam de soldados como n�s."
Precisamos de dinheiro.
N�o podemos ficar c� sem dinheiro.
E n�s somos soldados,
s� sabemos lutar.
� o que dev�amos fazer.
Esqueceste-te? Temos comida.
Temos abrigo.
- E at� aprendemos, aprendemos.
- E at� aprendemos, aprendemos. - Sim.
Calem-se!
Tu, soldado do CRN, falas muito.
Agu, n�o posso ficar aqui. Vou-me embora.
- Preacher!
- Preacher! - Vamos!
Randy, n�o v�s outra vez para o mato.
N�o sigas o Preacher.
Randy!
N�o gosto quando me olhas nos olhos.
Se olhar para a mesa, como posso falar contigo?
A Amy.
Ela acha que eu n�o falo
porque n�o me posso explicar, como um beb�,
mas eu n�o sou um beb�.
Eu sou como um velhote e ela � como uma menina pequena,
porque eu luto na guerra e ela nem sabe o que � a guerra.
Tenta.
Tenta falar das tuas experi�ncias
ou tenta dizer-me o que est�s a pensar.
Estou a pensar no meu futuro.
Muito bem.
�ptimo.
Como v�s o teu futuro?
Faz-me este favor, est� bem?
Se me falares sobre isso, vais sentir-te melhor.
Eu vi coisas horr�veis
e fiz coisas terr�veis.
Por isso, se falar contigo,
vou ficar triste e tu tamb�m ficar�s triste.
Nesta vida...
Eu s� quero ser feliz.
Se eu te disser isto...
... vais pensar...
... que sou um monstro...
... ou o diabo.
Sou tudo isso...
... mas j� tive m�e...
... pai...
... irm�o e irm�.
Eles amavam-me.
Ripadas por: n0Te
DIGAM AO MUNDO QUE AS CRIAN�AS N�O S�O SOLDADOS
NO WEBSITE WWW.TAKEPART.COM/NONATION
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.