Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
- Como é a salsa? Não sei dançar. - Vamos dançar.
Está bem.
Como assim, vamos dançar? Não ouço música.
Isto é salsa, certo?
- O quê? - Assim.
Não sei o que estamos a fazer.
- Não! Recua. - Como assim?
- Também recuo? - Sim.
- Volta e recua. - Está bem.
Volta e recua.
- Volta. - E recuo?
- Sim. - E depois?
- E depois… - Continuamos a fazer isto?
- Estás tenso! - Tenso?
Sim.
Tipos estranhos como ele fazem umas coisas mesmo fora do normal!
Isso vicia-te.
- Assim, o Jobu apaixona-se ainda mais. - Sim.
Assim. É um, dois, um, dois. Está bem? E passo…
- Não, não podes fazer isto. - Porque está ele a fazer isto de repente?
Assustou-me.
Assustou-me.
É isso.
O que é isso, Kazuyuki?
- Bom dia. - Bom dia.
"Para o turno de hoje,
o Huwei estará de serviço."
Não acredito. Sou eu hoje?
Que surpresa.
- Tão cedo. - Huwei.
- És popular. - Novamente o Huwei.
- Quem vai escolher? - Queria saber como ele se sente.
Izaya!
Ele é consistente.
- Não vejo. - O Izaya.
Izaya.
- Quem é? - Tu.
Eu? Não consigo ver.
A tua reação!
Tens razão.
- Vamos trabalhar juntos. - Vamos a isso.
Tenho de ficar para trás.
Tiveste sentimentos contraditórios?
Depois de o Huwei…
Fiquei um pouco magoado.
- Ele nem hesitou. - Certo.
- Foi direto ao Izaya. - Sim.
Não esperava isto.
- Por ter escolhido o Izaya? - Não é mau? Fiquei chocado.
Escolhi-o há dois dias e agora isto?
Foi como um ritual de humilhação. Não sabia que tipo de cara fazer.
Tive mesmo de me obrigar a sorrir.
- Esforcei-me para sorrir. - Dava para ver.
A sério? Não acredito!
Que vergonha.
Senti uma mistura de emoções.
Houve um pouco de raiva e um pouco de dor.
Mas, ontem à noite, disse-lhe que ele devia puxar a franja para trás.
Devias afastar a franja para cima.
- Devia? - Devias mesmo.
A sério? Então, vou fazê-lo.
- Fica bem. - Sim.
Quando vi o cabelo dele esta manhã, pensei: "Ele fê-lo!"
Isso deixou-me feliz.
- Isso deixava-te feliz. - Sim.
- Aqui tens. - Obrigado.
Usa luvas também.
Toma.
Está frio.
- Não está? - Está muito frio.
- Olá. - Olá.
- Eis a ementa. - Está bem.
- O leite com chocolate parece-me bem. - É bom.
Parece-me bem.
- Quatro, por favor. - Quatro? Com certeza.
- Leite com chocolate? - Quatro.
Eu trato do leite.
Está bem. Bom atendimento ao cliente.
O sol está a aparecer.
- Desculpe a demora. - Obrigado.
- Estão quentes. - Obrigado.
Obrigado.
- Um café de filtro pequeno. - Um café de filtro pequeno.
- Leite com chocolate, por favor. - Obrigado.
São 850 ienes, por favor.
Vamos ver. Primeiro, 20 gramas.
- Posso passar? - Claro.
- Os feijões… - Estão lá atrás.
- No saco. - No saco?
- Estão no saco. - Está bem.
Primeiro, o chocolate quente. Cuidado, está quente.
Desculpem, sei que estão com pressa.
- Desculpe. Obrigado. - Desculpe.
Obrigado.
Temos de os fazer mais rápido.
Sim. O que nos atrasou?
Fui lento?
Não sei. Foste um pouco lento.
Certo.
Para a próxima, faço melhor.
VENDAS DE HOJE - 5100 IENES
Tenho andado a pensar numa coisa.
Quando nos conhecemos, disseste algo
sobre conhecer o Huwei de outrora.
Só vocês os dois sabem o que aconteceu, mas…
Não foi nada sério. Só fomos jantar e assim.
Mas a refeição que tivemos não foi uma refeição entre amigos.
Eram dois homens interessados um no outro.
Sim. Foi o que pensei.
E depois voltaste a escolher o Huwei.
Percebes o que estou a dizer?
Isto pode parecer estranho, mas acabou, certo?
Se foi um encontro, ou algo casual, ou o que for.
Não deu em nada depois disso.
Porque um de vocês não queria, certo?
- Acho que sim. - Porque voltaste a sair com ele?
Talvez porque pareça o destino.
Queria falar de coisas mais profundas e conhecê-lo melhor.
Eu também já conhecia o Izaya.
Talvez seja mesmo o destino, como dizes, ou…
Mas não deu em nada da primeira vez. por isso, não é que agora dê.
- Se fosse o destino, estaríamos juntos? - Exato!
É o que dizes.
Estás a dizer que quando nos conhecemos, não deu?
Sim, mas mesmo assim, eu queria falar mais com ele.
Ele tenta perceber o que sente.
- O William está a projetar-se, não está? - Sim.
Está a perguntar a outra pessoa. mas também a ele próprio.
- Mas o William acha que acabou. - Sim, ele disse isso da última vez.
Sim. O Izaya também acha que acabou, mas, para ele, foi um romance importante.
A ideia do Izaya de "fim" é diferente da do William.
- Como se estivessem em pastas diferentes. - Eles veem as coisas de outra forma.
Para quem disse que tinha acabado,
o William sorria para o Izaya com desejo, como quando cortava as mangas.
E quando estavam a fazer café.
O que se passa?
Isso é porque ele é peculiar.
Peculiar!
O William e o Jobu estavam a dançar no início, certo? Sem música.
Uma salsa silenciosa.
Ele foi matreiro.
- Também é só ele a ser peculiar? - Sim.
Então, ele não se contém quando se trata de demonstrar afeto.
Ele acha que é bom darmo-nos bem com as pessoas.
Pensei que eram só os dois, e, de repente, o Kazuyuki apareceu.
Ele não aguentou mais. "Vou-me embora!"
Não ias querer que aquilo se passasse nas tuas costas.
É tão bonito.
Está tudo branco.
Vamos fazer uma pausa?
- Parece uma estação de comboios. - Sim, é um sítio interessante.
Pronto.
- Está quente aqui. - Está, não está?
- Escrevemos no diário? - Sim.
- Como trabalhámos em equipa? - Acho que estivemos bem, não?
- Estivemos bem. - Acho que sim.
- Queria perguntar-te uma coisa. - O quê?
A quem escreveste?
- A minha carta? - Sim.
- Porque perguntas? - No primeiro dia.
- Quem foi agora? - Quem?
Deixa-me ver.
Pensei que era eu
porque vi a mesma carinha sorridente da carta
no quadro e no diário de hoje.
Espera!
- Reconheci-a da carta. - Descobriste? Raios!
- Desenhei uma carinha sorridente? - Sim.
Esqueci-me disso.
Ele descobriu.
O Huwei é adorável.
Mas o que escreveste na carta deixou-me muito feliz.
Parecia que tinhas escrito sobre quem eu sou por dentro.
Adorei a forma como falaste.
Obrigado.
Sim.
Vamos andando?
- Vai à frente. - Porquê?
Faz isso.
Então!
Tropecei!
- É macia, não é? - É agradável.
Lindo!
- O amor e a neve combinam. - Que bom.
- Bela vista. Até se vê a Lua. - Sim.
É maravilhoso.
O Despertar da Mente!
- Sim! A brincar na neve. - Já o estão a fazer!
Já foram à sauna?
- Estão todos na sauna? - Não sei.
Estavam todos nos quartos.
Bomi, quando escolheste o Huwei no teu primeiro dia,
foi porque querias falar a sós com todos
ou porque vês o Huwei como alguém especial?
Eu já conhecia o Huwei.
Certo.
Estava a rever as nossas conversas no Instagram e nas redes sociais.
E ele desejou-me um feliz aniversário e assim.
Foi ele que me contactou muitas vezes, mas não me apercebi.
Ou melhor, só reparei quando as voltei a ler.
- Percebeste que ele te deu atenção? - Sim.
Percebi que, embora tenhamos jantado,
há muita coisa que não sei sobre ele.
Era com o Huwei que eu queria falar, no momento,
por isso, fui com ele.
E tu?
- Já decidi. - Já decidiste?
Sim, já.
Eu também quero falar com o Huwei.
Ótimo.
Sim.
Por isso queria perguntar-te o que tinhas em mente quando convidaste o Huwei.
Entendo.
Mas também me sinto um pouco assim.
Foi por isso que o escolhi. E eu disse-lhe isso.
- Que estás interessado nele? - Sim. E que queria saber mais.
Foi por isso que o escolhi e lhe disse isso.
Certo.
Qual é o teu trabalho?
- O meu trabalho? - Sim.
- Sabes o que é um centro de dados? - Um centro de dados?
Um centro de dados.
Tipo, centros de dados para os bancos e o governo?
- Recolhemos dados dos clientes… - Dados sigilosos.
Sim.
É um trabalho de segurança?
Não.
És segurança?
- Não! - Não?
Instalo centros de dados.
- Funcionam 24 horas por dia, 365 dias. - Constantemente?
Quando levantas dinheiro de um multibanco, liga-se a um servidor, não é?
Se falhar, acabou-se.
Não os podes deixar falhar, ou os multibancos deixarão de funcionar.
E perdem-se milhões em segundos.
Fazemos cálculos para garantir que a infraestrutura nunca falha.
Determinamos quanta energia cada máquina ou servidor pode obter de uma fonte.
Certo, já percebo.
- E quanto calor geram… - És como um diretor?
Um gestor de projeto.
Supervisionas todo o centro de dados?
- Resumidamente. - Sim, todo o… Sim.
Espera, desististe?
Desististe, não foi?
Ficámos muito chegados ultimamente.
Talvez seja só eu a aproximar-me, mas estou a ficar piegas por causa dele.
- Estás a ficar piegas? - Nunca ouvi essa palavra.
Ele faz o meu coração parar.
Passou uma semana sem tocar em ninguém. Nem um abraço.
Parte de mim anseia por toque humano.
Ainda é cedo,
mas quero fazê-lo em breve.
Isso mesmo.
- O quê? - Ele está excitado.
- Está a ficar piegas e excitado. - Isso mesmo.
Caramba…
NÓS, VIAGEM E CAFÉ
- Chegámos. - Bem-vindos de volta.
- Está frio. - Estava frio?
- Bem-vindos. - Estava frio.
- Têm protetores para orelhas. - Fofos.
- Fazem nabe mil-folhas? - Sim.
- Boa. Parece bom. - É couve-chinesa de alta qualidade.
Obrigado.
Bom trabalho.
- Bom trabalho. - Obrigado.
Quero beber a sopa.
- Como está? - É boa.
Ainda bem.
- Sabe bem. - Sim?
- Estava frio lá fora? - Estava, não estava?
- Acho que hoje estava muito frio. - Certo.
O que fizeram hoje?
Conversámos, não foi?
Como o que comprar, prendas de aniversário e assim.
- Uma carta deixava-me mais feliz. - Não!
- Não apareceram cartas. - Não acredito.
- Ninguém disse isso. - Como prenda?
Sim.
- Não preciso de cenas materiais. - Foi outro que disse isso.
Como fazer uma viagem juntos em vez de uma prenda física.
Viagens e experiências são boas, mas acho que gostaria de uma carta.
- Ias lê-la ali? - Ias pedir que a lessem?
Ficavas com ela?
E depois lias sozinho e sentias-te quentinho e fofo?
Quente e fofo.
- As cartas são melhores. Podes guardar. - Sim.
As cartas são muito especiais.
Não vi ninguém usar esse sítio. É confortável?
- É plano. - É confortável.
- É muito bom. - É verdade.
- Podemos dormir aqui. - Podemos.
- Estás cansado? - Não.
Como foi o teu dia?
Foi divertido.
Foi tão natural.
Tenho inveja.
Não achas que tenho um arco grande?
Como assim? Só podemos ter um arco por pé.
- Os meus arcos são altos. - Estou a ver.
- Sim, é muito curvo. - Sim. Gostas disto?
Dói no bom sentido, não é? Não estou a pressionar muito.
Dói no bom sentido.
Céus!
- Isto é… - Isto é doloroso.
- Percebeste? - Talvez seja bom. É bom.
Não é?
O William geriu a carrinha do café ontem e eu fui hoje.
Não conseguimos falar.
Queria mostrar-lhe afeto, e foi aquilo que me ocorreu.
Uma massagem.
Levanta-te um segundo.
Quero tentar abraçar-te.
- És grande. - Tens o tamanho certo.
- É enorme. - Não tem o tamanho certo?
Sim, tem um bom tamanho.
Tentem abraçá-lo. Ele é muito grande.
- Mas tu também és alto. - Talvez seja bom.
Como é? Isto também é bom.
- Anda cá. - É fantástico.
É como estar embrulhado, não é?
- É muito bom abraçar o Hiroya. - Sim?
O teu peito é enorme.
- És magro. - Ena.
Dois tipos magros.
O que preferes, magro ou bem constituido?
Prefiro bem constituído.
O Jobu começou isto.
É incrivelmente…
- Encaixe perfeito? - Um encaixe confortável.
Anseiam por toque humano.
Como é?
- Quem falta? - Ainda não abracei o William.
- Abraçamo-nos, Jobu. - Talvez não.
- Mais vale. - Não, obrigado. Pronto! Já chega.
Não sejas assim. Desfruta!
O Jobu queria abraçar o William, não queria?
- Mas foi o único que não abraçou. - É assim!
- Apesar de ele querer. - É triste.
Sinal sonoro.
"Para o turno de hoje,
o Izaya estará de serviço."
- Dois dias seguidos. - Seguidos.
Um tipo ocupado.
- Estou mais curioso com este. - Sim.
Não faço ideia.
Estes momentos são mais tensos agora que sabem mais como as pessoas se sentem.
Sem dúvida.
- Vamos trabalhar juntos. - Vamos trabalhar.
- Boa sorte. - Até logo.
Aqui estamos.
Desembucha.
Sinto-me em baixo. Tipo, a sério.
Fiquei de rastos.
Estou assim desde manhã.
- Eles são tão chegados. - Tens razão.
Também estão juntos a noite toda. Não há como nos metermos entre eles.
É verdade.
- Não é? - São muito íntimos.
Parecem tão íntimos um com o outro.
- Combinam melhor. - Não digas isso. Não sabes isso.
Até na idade.
- É difícil quando é assim. - Ainda tens hipóteses.
Tipo…
Se recuares agora, perderás a tua oportunidade.
- Tenho de me mentalizar. - Mentalizar?
Sim. Mas não consigo evitar pensar que é melhor para ele.
Isso não é verdade.
- Tens as tuas qualidades. - É verdade.
És encantador.
- Cheio de personalidade. - Começo a sentir-me melhor.
- Sim? - Estou a encontrar a confiança.
- Tens tanta! - Estou a encontrar a minha confiança.
Nunca conheci ninguém tão divertido.
- Irradias felicidade. - Irradio felicidade.
- Felicidade. - Tu também.
Ambos irradiamos felicidade.
- Deixemos isso de lado e falemos de ti. - De mim?
Estava a falar com o Hiroya e ele disse-me com quem quer ir.
Escolhi o Huwei, certo? O Hiroya também o quer escolher.
- Entendo. - E eu: "O quê?"
Quando outra pessoa mostra um interesse assim no Huwei,
também fico ansioso.
As minhas emoções ficam confusas. Não sei se é amor ou ansiedade.
- É difícil saber, não é? - É mesmo.
- Mas para ti é diferente. - Como?
- Foste firme desde o início. - Sim.
Irrita-me que ele seja tão giro.
Isso enfurece-me, a sério.
Não faz mal expores-te. Deixa o Jobu sair.
- Não, achas? - Achas.
- Avançar? - Sim.
Mas é arriscado. Quase o tentei beijar algumas vezes.
- Espera, vou entornar a minha bebida! - Cuidado! Desculpa!
É muito arriscado.
Parecem estar a divertir-se.
- "Vai em frente?" - É bom ter amigos assim.
Quando estamos apaixonados.
Ora bem.
Dá meia volta.
- Estás bem. - Está tudo bem?
Sim, não está torcido.
Levamos ementas e convidamos os clientes?
- Vamos fazer isso. - Sim.
É tão bonito. Quero tirar uma foto.
Eu tiro-te uma.
Boa.
- Boa. - Está bom tempo hoje.
É ótimo quando o tempo está bom.
- Olá. - Olá.
Olá.
Desculpem incomodar, mas vendemos café. Se quiserem, passem por lá.
- Depois de pescarmos! - Obrigado!
É divertido estar com toda a gente,
mas ao estarmos sempre em casa,
não tivemos tempo para falar a sós.
Nunca pensei sentir-me assim, aqui contigo.
Como assim?
Não sei. É estranho.
- É estranho? - Sim.
Pensei que percebia, mas não entendo. Sentes o mesmo, não é?
Certo.
- Olá. - Olá.
- Vieram. Obrigado. - Estou tão feliz.
- Um latte pequeno e… - Certo.
- Têm bolachas de aveia? - Sim! Só resta uma.
- Obrigado. - Pode ser?
Sim, por favor.
- Apanharam algo? - Sim.
- Quantos? - Hoje foram imensos.
Ena.
- Desculpe a demora. - Está um pouco quente.
- Obrigado. - Obrigado.
- Até à próxima. - Voltem sempre.
- Obrigado. - Obrigada.
Obrigado.
Do que estávamos a falar? Estávamos a meio de algo.
Certo.
Quando me viste no primeiro dia, arrependeste-te de ter vindo?
Não me arrependi, mas tive sentimentos contraditórios.
Sim, imagino.
Sim.
- Sim… Quero perguntar-te muitas coisas. - Como o quê?
Tipo, porque vieste e como te sentes em relação a isso.
Isto pode parecer estranho, mas encontrámo-nos algumas vezes, certo?
Sinceramente, não sei o que sentias por mim na altura.
Entendo.
Certo.
- O William não sabia que se importava. - De todo.
VENDAS - 3100 IENES
Três mil ienes.
Não conseguem vender nada com esse tipo de energia.
- Exatamente. - Depende da tua energia.
É contagioso. O teu humor afeta as vendas.
Se alguém que amas, e com quem pensavas ter partilhado momentos tão intensos
nos diz isso, faz-nos recuar e pensar.
Percebes que foi unilateral.
Ele pode pensar: "Se é assim, esquece."
- Não me surpreenderia. - Não tenho a certeza.
Percebo porque é que um tipo sério como o Izaya se sentiria atraído
por alguém ousado e atrevido como o William, que é um espírito livre.
- É diferente dele. - Sim, estou a perceber.
Não acho que vá desanimar só por ouvir aquilo.
- Concordo. - Já está demasiado fundo.
- Sim. - Completamente.
- Ele não vai dizer mais. - Não?
Não.
- Já está assim tão fundo? - Sim.
- Completamente atolado. - Acho que ele avança.
Neste momento, não sei dizer em quem é que o William está de olho.
Talvez ele não esteja de olho em ninguém, ou é surpreendentemente conservador.
Também já estamos no fundo.
- É verdade. - Tens razão.
- Mesmo. - Sim.
- É o Hiroya? - É uma impressora 3D?
- Deve ser a impressora. - Trouxe todo o tipo de coisas.
- Foi ao quarto do Huwei. - Está a ir lá.
Ele vai digitalizá-lo?
"Deixa-me obter os dados 3D."
- Vamos descer um bocadinho. - Está bem.
- É um bom sítio. - Claro.
Falei muito contigo enquanto os outros estão por perto.
- Mas nunca estivemos sozinhos. - Não.
- Por isso, eu queria falar. - A sério?
Sim.
Além disso, o Izaya levou o Will hoje, certo?
Queria saber o que achavas sobre isso.
Também queria perguntar sobre isso.
Nesta altura, só consigo pensar: "Certo, entendo."
Não te sentes em baixo?
Não me sinto em baixo,
mas perguntei-me o que ele pensa do William.
Sim, também estou curioso.
Sim.
Pergunto-me se a primeira escolha de todos é alguém que lhes interessa?
Ou só querem apenas tentar trabalhar com eles?
- Não sabemos os motivos das pessoas. - Certo.
- Por falar nisso, como foi para ti? - Para mim?
Acho que foi sobretudo porque estava interessado nele.
Entendo.
Seja como for,
o que te quero dizer, Hu, é que, agora,
estou interessado em ti.
- É por isso que planeio escolher-te. - Sim. Obrigado.
Sim. Mas não consegui esta semana.
Sim.
Queria dizer-te o mais depressa possível.
- Por isso queria estar a sós contigo. - Obrigado.
Não queria que não soubesses como me sentia.
- Não estava à espera disso. - Ele disse.
Estão todos a jogar de forma justa.
Muitos dos rapazes estão a ser muito diretos.
Ele disse ao Bomi que seria sincero, e cumpriu.
Impressionante.
Esta é a primeira batida à porta que vimos, certo?
É ousado, não é?
- "Vamos descer um bocadinho." - Sim.
O que achaste da carrinha do café?
Sim. Estava um pouco preocupado sobre o nosso trabalho de equipa.
- Mas foi bom. - Foi?
Quando nos vimos há três anos, acho que não consegui ser eu próprio.
Quando me disseste antes que não reparaste como me sentia,
percebi que talvez não me tivesse expressado o suficiente.
Certo.
E depois fomos os dois para países diferentes, não foi?
Eu para a Austrália e tu para Espanha.
Mas não te consegui esquecer. Sinceramente, pensava sempre em ti.
Sim.
No fim, lembrei-me e acho que eu
é que te deixei de responder.
Não digo que quero que andes atrás de mim, mas sinto que não mostraste interesse
em contactar-me quando eu não respondi.
E pensei:
"É só isso?"
Mas acho que nós ao rencontrarmo-nos assim
deve significar algo.
É como se…
… se me tivesse sido dada uma oportunidade para resolver as coisas contigo outra vez.
As coisas só são assim porque que já nos conhecemos.
Fiquei surpreendido por te ver aqui,
e, sinceramente, não esperava que as coisas acabassem assim.
Queria perguntar-te sobre o motivo pelo qual decidiste vir.
Porquê isso outra vez?
Para ser sincero, não sabia se encontraria alguém ou não.
Mas o meu objetivo principal era encontrar um parceiro para a vida.
Foi por isso que vim.
Entendo.
Se vieste com essa intenção,
deves ter sentido algo quando me viste.
Do teu ponto de vista, deve parecer o destino.
Sim.
Não sei se é o destino ou apenas uma coincidência.
Mas já que estou aqui…
… quero enfrentar as coisas de frente, confrontá-las
e encontrar o meu companheiro. É por isso que estou aqui.
Acho que…
… só quero que saibas que… para mim, isto é a sério.
Há três anos, talvez estivesse a tentar deixar só transparecer o meu lado bom.
Só nos veríamos em encontros ou no ginásio.
Acho que estava a ser demasiado cuidadoso e ajustar-me ao William,
sem mostrar o meu verdadeiro eu.
Espero que ele tenha visto como falei a sério sobre tentar dizer alguma coisa.
Seria bom se ele se sentisse que viu um novo lado meu.
Não consigo evitar de pensar se ele fala a sério.
A culpa não é dele. A culpa é minha, tenho a certeza.
É por isso que não lhe quero dar esperanças ou enganá-lo.
Não sei como devo estar perto dele.
- Trinta e quatro. - Não 35?
Tenho 34 anos.
- Quando fazes anos? - Em julho.
Lembras-te de quando celebrei o teu aniversário?
Não te lembras?
Não acredito, a sério? Há quantos anos?
- Já me lembro. - Lembras-te?
- Eu lembro-me. - Seu…
- Lembras-te? - Eu lembro-me.
A sério?
- Eu lembro-me. - Três não. Quatro?
Tens razão. Sou horrível.
- Sou terrível. - Esqueceste-te?
Acabei de me lembrar.
Se te lembraste, eu perdoo-te.
- Sou horrível. - Eu sabia que tínhamos feito isso.
Eu era solteiro na altura,
provavelmente conheci muitas pessoas diferentes.
E acho que ele era um deles.
- Faz sentido. - É assim.
Sim. É assim.
Mas talvez o William seja o tipo de homem
que precisa que lhe mostrem que é amado.
Talvez seja inseguro.
Parecia que estava a perguntar: "Gostas mesmo de mim? A sério?"
- O que acham? - É paixão?
- Talvez ele não seja assim tão confiante. - Talvez.
Mas o Izaya não parecia frio?
- Não é? - Parecia determinado.
Como se se tivesse fortalecido.
Foi fixe como ele disse que veio resolver as coisas e que tinha remorsos.
Ele não recuou um centímetro.
"Para o turno de hoje,
o Hiroya estará de serviço."
Aqui vamos nós!
Eles têm o seu próprio drama.
- É o melhor a fazer lattes. - Boa!
"Hiroya, por favor, escolhe uma pessoa com quem queres trabalhar."
- Aqui vou eu. - Força.
Quem será?
- Não faço ideia. - É o pior.
- Vens comigo? - Vamos.
- Vamos trabalhar juntos. - Fofos.
- O sorriso dele não voltou a ser natural. - Está a dar o seu melhor.
- Isto é bom. Estou a ficar entusiasmado. - Sim.
- Não consigo fazer isto sozinho. - Eu ajudo.
Espera lá. Assim, certo?
Sim. Obrigado.
- Obrigado. - Assim, depois…
"Sou tailandês! Está frio!"
E se tivermos clientes tailandeses? Não sei falar tailandês.
- Podem surgir milagrosamente. - Talvez.
Olá. Querem um café?
Querem café?
- Sim. - A sério?
Querias ir ver a Lotteria?
- São da Tailândia? - Sim. Somos da Tailândia.
Isso é bom.
- Eles vieram! Que milagre. - Ena!
Quais são as probabilidades?
Há tailandeses.
Falas tailandês?
- Sou tailandês. - Tailandês!
Só falo um pouco.
- Ora bem. Leite com chocolate. - Leite com chocolate.
Tenham um bom dia.
Tenham um bom dia!
Obrigado.
Foi fixe.
- O meu tailandês é péssimo. Que vergonha. - Mas podes falar um pouco.
- Eu percebo, mas não falo. - Entendo.
VENDAS DE HOJE - 5050 IENES
Que horas são?
É mais tarde do que pensava.
- O que pomos? - Vamos escrever algo.
Escrevi algo muito aleatório.
Abre.
- Obrigado. - Acabei de o comprar.
Eu queria mesmo isto.
- É giro, não é? - Sim.
Depois tiro-te uma foto.
É adorável.
"Adorável"!
Obrigado. Estou tão feliz.
Fica-te melhor.
TSURUTAN
Acho que o Huwei é do tipo que fica comovido com gestos daqueles.
- Que quebra com o esforço final. - Sim.
- O Hiroya vai esforçar-se. - Sim.
- Então o Bomi vai… - Como reagirá o Bomi?
Boa pergunta.
Mas é o primeiro romance do Bomi.
Houve um momento em que o amor dele quase passou a ódio.
Tipo: "Não me escolhes porquê?"
Sim, às vezes ele ficava zangado.
Se o Hiroya e o Hu-chan se juntarem, o Bomi pode descontrolar-se.
- O que fará o Bomi nessa altura? - Sim.
Os traços de todos começam a aparecer.
Sim!
- Quero ir ao ginásio. - Sim.
- Vou com calma. - Sim.
- E depois… - Toma um banho.
- Quero um banho. - Força.
- Quem posso cheirar? - Quem é aquele? O Jobu?
- Sou eu? - É água de Colónia?
- Bomi. - Cheira mesmo a coco.
- Não. - É o meu cabelo?
- É o cabelo do Jobu. - É a cera de cabelo?
- É mesmo. - É o Jobu.
O meu coco chegou hoje.
- Como assim? - O meu óleo de coco finalmente chegou.
- Finalmente chegou? - Para que serve?
- Para o corpo. - Ficas coberto de óleo?
Tipo óleo?
É para o cabelo, para a pele, para tudo.
- Tens aqui um bocado. - Tira.
Já está. Também tens um pouco na barba.
- Que mau. Está em todo o lado. - Já está.
- Não desistas! - Isto dói!
- Todos gostam de alga? - Adoro.
"Adoro."
Como estarão eles?
- Aposto que vendem muito casualmente. - Sim.
O que consideram traição? Na verdade, quero discutir isso?
- Porque não? - Porque a minha versão não é popular.
Se for só sexo, não me importo se o fizerem.
- Mas não deves gostar? - Não, mas eu tolero.
Se se apaixonarem, é traição. Podes trair se não fores apanhado.
Sim! É assim que vejo as coisas!
Mas vais ser apanhado. Os homens são sempre apanhados.
A relação não acabou mesmo se se apaixonarem por outra pessoa?
Se se apaixonarem, é traição.
Há quem se apaixone por outra pessoa, mas não conseguem acabar. Isso é trair.
- Ficam juntos por hábito. - Sim.
- Mas alguma vez traíram? - Depende da tua definição.
Não é justo ser o único a…
Nunca traí.
- Já sim! - Nunca traí.
Nunca.
Então, é traição quando se age?
Assim que se torna físico.
Se forem até ao fim, acabou logo?
Eu não os perdoaria.
- Eu perdoaria. - Eu também.
O quê?
- Acho que nos devemos tratar melhor. - E isso não é?
Se os perdoares, vão ver-te como esse tipo de pessoa.
Não te vão levar a sério.
Digo-lhes que, se traírem, acabou-se. E serão eles a arrepender-se.
Vão arrepender-se para sempre.
Eu traí uma vez, há muito tempo. E arrependi-me.
Quando foi isso?
Antes.
Antes?
Na minha relação anterior.
A última?
Sim.
Os ingredientes do bolo… Ou talvez faça bolachas.
Mudança repentina de assunto.
Mas não tenho uma forma de bolo.
Ele é mau nisto.
Houve muitas razões para isso. Não aconteceu do nada.
- Estão a olhar para o lado! Hilariante. - Estão lá, mas não estão presentes.
Acabei com o meu namorado de sete anos porque ele me traiu.
Olhando para trás, parece que talvez tenha havido um monte de mentiras.
Provavelmente houve.
Não é que eu não consiga confiar mais nas pessoas,
mas não consigo deixar de pensar porque mentem.
Sinto que estar numa relação com alguém assim
só me traria incerteza.
Legendas: Carla Chaves
www.tvsubtitles.net
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.