Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
- Então não saíram de casa? - Não,
ficamos em casa.
Ele esteve aqui no domingo à noite?
Foi ele quem assassinou a esposa?
Nathalie. Se sente melhor?
Eu não te conheço.
- Que símbolo é esse? - Você não sabe?
Começou de novo.
Não deve ler o diário dos outros. É particular.
Não é para os olhos dos outros. Você devia queimá-lo.
Acho que ela quer que eu leia.
Não deve falar sobre isso com mais ninguém.
Sonhei com Karin de novo.
Não sei mais o que pensar.
Sonhei com Karin de novo.
Vai vender nossa fazenda...
para aquele maldito padre?
Você arruinou minha vida. Entendeu?
DISPUTA FAMILIAR PELA FAZENDA LEVOU A UM ASSASSINATO
MULHER ESPANCOU O IRMÃO ATÉ A MORTE
MATOU PARA FICAR COM A FAZENDA
S2.E4 · Paula
Tradução e Sincronia por Tati Saaresto
- Oi. - Oi.
- Aconteceu algo? - Eu tentei te ligar,
mas você não atendeu.
- Meu celular está no silencioso. - Por quê?
Você bebeu?
Sério, o que foi?
Preciso falar com você.
Pode ser na delegacia?
É que você mora no caminho, só queria adiantar.
Posso entrar?
Só um minuto, já venho.
Tá.
- Quem era? - Veronika.
Sim, eu ouvi. Mas o que ela queria?
Sei lá, quer me contar algo.
- E não podia esperar? - Pelo jeito não.
- Ela vem sempre aqui? - Não,
não vem.
Mas às vezes vamos juntos.
Tá.
Não está dormindo com ela, né?
- Não, não estou dormindo com ela. - Que bom.
- Feche a porta quando sair. - Tá bom.
- Desculpe se... - Eu dirijo, você fala.
Droga.
Tudo bem?
Temos que conversar, mesmo que esteja brava.
Fica mais fácil porque está brava comigo?
Posso tentar?
- Não! - Tá bom.
E esquece sobre brincar de casinha com sua nova namorada.
O quê? Ela não é minha nova namorada.
Posso perguntar uma coisa?
O que de ruim vai acontecer se a gente ver a mamãe?
Não é...
- tão simples. - Mas não nos deixa ver ela.
Deve achar que nos divertimos aqui, mas não estamos.
Eu quero muito que vocês vejam sua mãe.
Por favor, você precisa entender.
Só precisa ser a hora certa, e não é agora.
Tá.
Saímos em cinco minutos.
Eu vou com o Vidar.
E quem é Vidar?
Droga! Simon, saímos em cinco minutos!
Então sua avó...
- Tia. - Sua tia.
Não via apenas vítimas,
mas também agressores?
E agora você viu Henrietta.
Pensei que ela estivesse em perigo,
mas agora eu não sei.
Do posto de gasolina onde Hans Larsson abasteceu.
Veja o horário.
- 19h15. - Sim.
- Ela estava na Paula desde às 17h. - Exatamente.
Oi, precisamos falar com a Henrietta.
Sim, mas acabei de dizer a ela que vocês avisariam antes.
- Ela está em casa? - Sim, mas está tomando banho.
Podemos esperar.
Os sapatos!
Diga para ela descer, por favor.
Sim, mas posso perguntar do que se trata?
- Só precisamos falar com ela. - Sim, eu entendi.
Mas não podem entrar assim.
Ela já está traumatizada...
Por favor, chame ela.
O que foi?
Henrietta.
- O que foi agora? - Henrietta, abra a porta.
- O que foi? - Temos que entrar.
Henrietta, é a polícia.
- O que foi? - Abra esta porta!
O que está acontecendo?
Meu Deus, o que...
Henrietta!
Henrietta! Ajudem ela!
- O que eu faço? - Ligue para o 911!
O que eu faço?
- Henrietta! - Henrietta!
- Henrie... - Não!
Estou ligando.
Henrietta.
Vai ficar tudo bem.
Fique com a gente.
Falei com o hospital, o estado é crítico, mas estável.
E pedi ao advogado para informar Hans Larsson.
- Qual o nome da pastora? - Paula Berg.
Vou conversar com ela
e com Hans Larsson novamente.
- Primeiro vou escrever uma nota. - Tá.
Eu te levo para casa.
Ai. Mãe!
Mãe!
Kristina.
Kalle!
Kalle!
Ninni, certo?
Como está?
Eu...
Entre.
Vem.
E você não quer ficar com ele?
Eu não posso.
Não posso.
Não é a primeira a vir me procurar.
Infelizmente.
Beba isso com um pouco de leite.
E tem que beber tudo de uma vez.
Vai se sentir muito mal.
Mas é assim que funciona, entende?
Allan?
Não beba isso!
Estava tirando um cochilo. Pensei que fossem ladrões.
Já aconteceu antes.
Posso ajudar?
Aqui está.
Os escritos originais da minha mãe.
As pessoas por aqui chamavam minha mãe de bruxa.
Pois é.
- O que diz aqui? Expulsão do feto? - Sim.
Vejamos o que diz.
"Enxofre e fósforo...
induzem espasmos musculares,
que causam hipóxia na mulher,
e a hipóxia é o que causa a expulsão do feto".
VENENO
Oi. Henrietta Larsson acordou. Estou indo no hospital.
Ótimo, mais alguma coisa?
A perícia encontrou sangue da Mona no carro
o que sugere que o corpo foi movido de algum lugar para a casa.
- Me mantenha informada. - Sim.
Polícia, Lotta Lindberg.
Fatalidade?
Sim, só um momento, veremos quem podemos enviar.
- Oi. - Que bom, é você.
- É sobre a Nathalie Frykdal. - Sim, isso mesmo.
Eu sei que ela já teve alta, mas preciso falar com o médico.
Eu pensei que você sabia que ela faleceu.
Não, eu a vi no mercado.
Ela voltou hoje de manhã com convulsões e sangramento.
Mas acho que saberão mais depois da autópsia.
Posso vê-la?
Espere aqui.
Olá, Henrietta.
Pode responder umas perguntas?
Preciso saber o que aconteceu no dia que sua mãe morreu.
Você e seu pai saíram de carro.
Pararam para abastecer em Stigsunda.
Para onde vocês foram?
Henrietta.
Qual foi a causa da morte?
Parece ser envenenamento por fósforo, novamente.
Não correu tão bem.
Ela estava grávida?
Mando o relatório completo quando terminar.
Obrigada.
Não foi minha intenção.
O que disse?
O corpo de sua mãe foi movido e encontramos sangue no seu carro.
Sabe algo sobre isso?
Seu pai está protegendo alguém.
Ele está tentando te proteger?
Calma, Henrietta. Fique tranquila. Henrietta!
Está tudo bem.
- Respira. - Está tudo bem. Pronto.
Obrigada.
Os paramédicos encontraram isto quando socorreram a Nathalie.
- Talvez ela tenha bebido. - Obrigada.
O que faz aqui?
Aconteceu algo?
Uma jovem que deu entrada aqui, Nathalie Frykdal,
morreu esta manhã. Encontraram isso com ela.
Lotta, já recebemos a análise dos frascos de remédio
encontrados na casa dos Larsson?
- Vou verificar. - Obrigado.
Faça análise desse também.
- Está bem. - Obrigado.
Estão com pressa?
- Sim, surgiu um imprevisto. - Qual?
Uma jovem morreu e, ao que parece, foi envenenamento por fósforo.
Pode haver ligação com Mona Larsson.
Gostaria que Veronika participasse do interrogatório de Hans Larsson.
Eu também vou, mas não vou me intremeter, claro.
- Nassir, aqui. - Obrigado.
Dois dos frascos continham fósforo.
Sabemos que você e Henrietta saíram de carro
na noite da morte de Mona.
Estavam em um posto de gasolina em Stigsunda às 19h15.
Mas você me disse que ficou em casa e que Henrietta
estava na Paula Berg às 17h.
Mas acho que é verdade,
porque eu abasteci o carro quando fui na Paula.
Mas eram 19h?
Devo ter me enganado quanto ao horário.
Encontramos sangue de Mona no porta-malas do seu carro.
Como foi parar lá?
Por que Henrietta tentou se matar?
- Tente me responder, Hans. - O que devo responder?
O que não está claro? Eu matei a mãe dela.
Henrietta estrangulou Mona?
O quê? Não.
Está protegendo ela?
- Não. - Por que tem fósforo em casa?
- Por que teríamos? - Você tem fósforo.
- Naqueles frascos. - É a naturopatia da Mona.
Sabia que o fósforo era usado
para interromper gravidez indesejada?
Mas as mulheres frequentemente morriam.
Sufocavam...
ou morriam de hemorragia junto com seus filhos.
Sem comentários sobre isso.
Fim do interrogatório de Hans Larsson às 17h20.
Sim?
Veronika será afastada do caso.
Dá para ver que ela não está bem.
Foi um erro permitir que a colocasse nessa investigação.
Eu assumo total responsabilidade. Está bem?
Pode informá-la?
Os casos documentados de jovens que morreram de morte não natural
nos últimos 70 anos.
Ótimo, a Lotta vai dar uma olhada.
Essa fundação para a qual a Mona deixou dinheiro...
- Arcenis. - Sim. O que sabemos sobre ela?
Escuta...
terá que sair da investigação.
Desculpe.
Me escute. Oficialmente, você não vai trabalhar comigo.
Entendeu?
Ótimo. Bom trabalho. Obrigado por hoje.
E mais uma coisa,
uma boa notícia.
Graças à diligência da Fanny,
vamos fazer uma viagem para Tallinn.
- Isso! - Então, está resolvido.
- Mandou bem. - Obrigada.
Obrigado por hoje.
Simon, vamos embora.
Obrigada por aquilo.
Foi bem merecido.
Está tudo bem?
Tem sido...
um pouco demais.
Que gracinha. É o filhinho do papai.
- É. - Olha,
eu entendo se seus filhos vêm em primeiro lugar.
Vamos no seu ritmo.
Você tem meu número.
Me liga quando quiser.
Obrigado por isso.
- Simon? - Oi?
Vamos embora.
- Obrigada por hoje, Tomas. - Claro.
Fanny, só queria saber sobre o problema com o PC.
- Ligo para eles amanhã. - Mesmo?
- Sim, claro. - É muito gentil.
- Oi. - Olá.
- Este é o Nasser, da polícia. - Oi.
- Nassir. - Sim, e esta é Fanny.
Sem ela, nada funcionaria aqui.
Como podemos ajudar hoje?
Preciso falar a sós com você.
Mas tenho uma pergunta, Fanny.
Conhece uma fundação chamada Arcenis?
Acho que a igreja pode ter alguma ligação.
Não, eu me lembraria.
- Tem certeza? - Sem dúvida.
Se houver algo sobre essa Arcenis, nós vamos descobrir.
Era a Mona quem cuidava da contabilidade, então...
- Ótimo. Obrigado. - Imagina.
Muito obrigada, Fanny.
Pode vir por aqui.
Eu sei que está mentindo, o que Hans queria que dissesse?
Ele queria que eu dissesse
que Henrietta estava comigo...
desde às 17h.
Ele estava desesperado.
Não queria que ela tivesse que falar sobre isso.
Ou que ela revivesse
as coisas horríveis que aconteceram
nos interrogatórios policiais, no tribunal e tudo mais.
E eu o entendi.
Ele só queria protegê-la.
Sei que foi errado mentir para você.
Mas pastores também são pessoas.
Reconhece este símbolo?
- Não. O que é isso? - Uma tatuagem.
Certeza que não reconhece?
Sim, tenho certeza.
É da Mona?
Posso te perguntar uma coisa?
Hans já confessou,
do que está suspeitando?
Precisaremos conversar novamente em outra ocasião.
Te aviso se precisar.
Eu conheço a saída.
Obrigado pelo café.
Obrigada.
A CASA ESTÁ EM ORDEM E ME SINTO FORTE.
ACHO QUE ELES FICARIAM FELIZES EM DORMIR AQUI.
Andem, vamos.
Simon, a outra mochila.
Verdade.
Liv.
Já vou!
Esperem.
Repensei um pouco as coisas.
Não completamente,
mas talvez queiram visitar a mamãe, na casa dela?
E talvez passar a noite lá.
Eu sei que sentem muita falta dela, e ela também sente de vocês.
Então posso ver com ela se dá certo hoje à noite.
- Na casa da Ninni? - Sim.
Pode ser?
Sim.
Claro.
Legal.
Combinado.
- Posso sentar na frente? - Você é muito pequeno.
Mas já sentei várias vezes.
Eu volto depois.
- Oi. - Oi.
- Estou interrompendo? - Não.
Estava pensando sobre as crianças dormirem aí.
- Hoje daria certo? - Hoje?
- Sim. Se for possível. - Sim, claro.
- As crianças querem muito. - Tá.
Se não for problema para você, posso levá-las.
Combinado. Te vejo por volta das 19h.
- Obrigada. - Legal.
Tchau.
Vamos.
- Olá, meus amores! - Oi, mãe.
- Podem entrar. - Tá.
- Até amanhã, crianças. - Tchau.
Sim.
Obrigada.
- Não foi nada. - Não quer entrar um pouco?
Estou um pouco ocupado.
- Fica para a próxima. - Tenha uma boa noite.
- Sim. - Sem crianças.
É...
verdade.
- Até logo. Tchau. - Tchau.
Já vai ficar pronto.
Deixou tudo tão aconchegante.
Não é? Acha que a Ninni aprovaria?
Com certeza.
Liv, pode terminar de pôr a mesa?
Sim, claro.
Simon.
Eu a vejo às vezes.
Mãe, onde estão os talheres?
Sabe de uma coisa?
Se você quiser ficar sozinho, é só dizer.
Ela vai ouvir.
Vamos comer?
Obrigada. Quantas eram? Dez?
- Doze. - Doze?
Que nojo.
Já volto.
- Olá, aqui é Veronika Gren. - Doze?
E daí?
- Aqui é Paula Berg. - Oi.
Seu colega está perguntando sobre Arcenis.
Eu acho que encontrei algo importante.
Poderíamos nos encontrar em frente à casa dos Larsson
hoje à noite?
Mas...
- Pare com isso! - Escuta,
vou falar com meu colega e pedir para ele falar com você.
- Pode ser? - Obrigada.
Tchau.
Você ligou para Nassir Hakim. Não posso atender agora.
Deixe uma mensagem e eu retorno.
Oi, é a Veronika.
Paula Berg acabou de me ligar.
Ela tem informações sobre Arcenis.
Ligue para ela imediatamente, estou com as crianças.
Até logo. Tchau.
POLÍCIA
- Simon, pode me passar isso? - Não.
PAULA BERG 5 CHAMADAS PERDIDAS
Oi, você ligou para Paula Berg.
Deixe uma mensagem após o sinal.
Você ligou para Nassir Hakim...
Esqueci de comprar sorvete.
Mas volto em 20 minutos.
Joguem algo enquanto isso.
Você ligou para Nassir Hakim. Não posso atender agora.
POLÍCIA
Me segue no Xwitter: @SaarestoTati
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.