All language subtitles for The Honourable Woman - 1x08 - The Paring Knife.720p.BluRay.SNOOZE.pt

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Original subtitles

Em quem confiar? Como saber?

Pelo aspeto deles?

Pelo que fazem?

O telem�vel de Monica Chatwin teve atividade.

O local de onde est� mais perto � da casa de f�rias de Ephra Stein.

Baixe a arma!

- Sim? - Reivindique-o.

Acabaram de reivindicar, na Internet, o assass�nio de Nessa e Ephra Stein.

- A Liga da Samaria. - Israelitas.

Chama-se Enad Geffen. � israelita.

- Ele n�o � israelita. - � palestino?

Monica Chatwin est� a trabalhar para os palestinos. Porqu�?

Est� ao telem�vel outra vez. Washington, Exeter Road, Moorland Lane.

- Kate Larsson, assessora especial... - Da Secret�ria de Estado.

Bom dia, senhoras e senhores.

Se o que parece ter acontecido realmente aconteceu,

contem com uma resposta forte deste departamento.

- E da pr�pria Secret�ria de Estado? - Sim, ela concordou.

Por isso, quando pensamos nisso nesses termos...

Sim, ela concordou.

...� de admirar que confiemos sequer em algu�m.

� a Secret�ria de Estado. Ela � que concordou.

- Com o qu�? - N�o sei, mas acho que Samir Meshal

era um intermedi�rio entre os palestinos e os EUA.

Ei-lo a encontrar-se com Kate Larsson na entrada do hotel

dois dias antes de morrer.

Vinte e cinco minutos depois, cometeria o seu erro fatal,

uma chamada para os territ�rios palestinianos.

Quando disse: "Ela concordou", os americanos ouviram-no a diz�-lo

e, como estavam a aproveitar em segredo uma escuta israelita,

sabiam que os israelitas tamb�m tinham ouvido isso.

Logo, tiveram de mat�-lo antes que os israelitas chegassem a ele

e descobrissem com o que ela tinha concordado.

- O homic�dio de Nessa Stein? - Talvez, mas n�o me parece.

Por favor, isto � realpolitik.

Seja o que for, tem de fazer os EUA fazerem boa figura.

Quanto ao homic�dio de Nessa Stein,

acho que Monica Chatwin � a respons�vel pelo final tr�gico...

...mas s� est� a faz�-lo para dar aos EUA

a hip�tese de avan�arem e fazerem algo incr�vel.

Pensava eu que ela queria o meu cargo, quando afinal quer � o teu.

Modeh Anee Lefanecha...

N�o tenhas medo.

Estou em seguran�a.

N�o consigo fazer isto!

Se � o pre�o por uma na��o...

Ela concordou.

- Repita? - Ela concordou.

Senhoras e senhores, a Secret�ria de Estado.

Bom dia. Como muitos sabem,

tivemos de chegar � tr�gica conclus�o de que, h� dois dias,

Nessa Stein, uma defensora incessante pela reconcilia��o no M�dio Oriente,

foi morta num atentado terrorista

realizado por um grupo que, aparentemente,

funciona sem restri��es no Estado de Israel.

Enquanto as ondas de choque continuam na regi�o e no mundo,

esta Administra��o decidiu

que n�o pode deixar este ato chocante passar em branco.

Ao longo da exist�ncia de Israel, a Am�rica esteve sempre do seu lado.

A nossa cren�a e lealdade n�o podem ser questionadas

e n�o questionaremos isso, hoje.

Contudo, como acontece entre irm�os,

pode chegar uma altura em que a conduta de um

tem de ser questionada pelo outro. Essa altura chegou.

Nessa Stein n�o era pol�tica, era empres�ria,

uma empres�ria que reconhecia com uma convic��o pragm�tica e econ�mica

que tem de haver um equil�brio entre Israel e a Palestina.

Foi uma atitude ousada e carism�tica

numa regi�o que se encheu de impasses e desconfian�a

e pela qual, tragicamente, ela pagou com a pr�pria vida.

Eu n�o sou empres�ria, sou pol�tica,

e uma pol�tica reconhece que um estado sem identidade coesa

� um estado que n�o pode funcionar, um estado que falhar�,

e um estado falhado � um perigo para o mundo.

Temos de mobilizar um equil�brio e n�o apenas a n�vel econ�mico,

como a vida de Nessa Stein pode exemplificar,

mas um equil�brio tamb�m a n�vel pol�tico,

da� esta Administra��o ter decidido tomar uma atitude ousada e convicta.

Se a Autoridade Palestiniana voltar a solicitar � ONU

o seu total reconhecimento como Estado,

� a inten��o desta Administra��o n�o exercer o seu direito de veto.

N�s, o povo americano,

n�o interferiremos na luta da Palestina pela independ�ncia. Obrigada.

N�o h� perguntas.

- Tinha tudo planeado? - Sabia que isto podia acontecer.

- Soube que quer o meu cargo. - Para come�ar, fico com o do Hoyle.

- Eu n�o o pressionaria. - Pensei que voc� ia fazer isso por mim.

- Hoje, o mundo est� diferente. - Melhor.

- Vale a vida de Nessa Stein? - Pare!

Eu acreditava na Nessa Stein, acreditava no que ela defendia

e acredito que, hoje, aconteceu o que ela defendia.

Gra�as a ela. Ela f�-lo acontecer.

Com uma ajudinha sua.

Na verdade, ela ignorou os meus conselhos.

Isso � muito triste...

Porque se viu que voc� era uma vira-casacas,

era algu�m em quem acreditar.

- O que � isto? - Devo saber?

Devo come�ar a falar com os AI?

Acho que n�o temos isso, nos Servi�os Secretos...

Vamos ter, depois disto.

O que � isto tudo, HH? Est� a agarrar-se � sua secret�ria?

N�o vale a pena. Levante-se e v� embora.

- N�o toque na minha mulher! - Ex-mulher...

...e, pelo que percebi, j� h� algu�m a tocar nela.

V�? At� isso acabou. Tudo acabou.

Despe�a-se da vista, Hugh.

Tem uma mensagem nova.

Shlomo...

Sou eu, a Nessa.

Estou viva.

- Deixe mensagem depois do sinal. - N�o, n�o...

Shlomo...

Sou eu, a Nessa.

Estou viva.

Est� tudo bem.

� um tarif�rio pr�-pago localizado na �rea H1 de Hebron.

� da responsabilidade palestina, da sua responsabilidade.

- J� verific�mos. Ela n�o est� l�. - Claro que n�o, j� ter� sido levada.

N�o nos parece. Achamos que � um estratagema israelita

para desacreditar a atitude corajosa que a Am�rica tomou contra eles.

Nessa Stein est� morta. � uma m�rtir da nossa causa.

Quer que entremos l� e a tiremos de l�.

Surpreende-me estarmos a ter esta conversa.

A s�rio? Mesmo que esteja viva,

descobrimos onde est�, vamos l� e ela morre.

Pense nisso. A�, ter�amos mesmo matado Nessa Stein.

Esta � a sua hip�tese de salv�-la, de limpar a sua imagem.

- N�o podemos correr esse risco. - Acho que ter�o de corr�-lo.

N�o est� a ouvir-me. N�o podemos correr esse risco.

N�s n�o podemos.

- Mas n�s podemos. - N�o ir�amos interferir.

Lembre-se que o espa�o a�reo sobre os territ�rios palestinos � israelita.

Quando ouvimos isso, faz-nos pensar, n�o faz?

N�o vou sugerir que soldados brit�nicos entrem no terreno palestino.

N�o ter�s de faz�-lo.

A �nica pessoa que acho que pode tir�-la de l� j� � de l�.

- O que acha que vai acontecer, Atika? - N�o sei.

D� um palpite.

Neste momento, acho que o seu grupo est� confuso,

sen�o j� a teriam matado.

Esta � a nossa �nica oportunidade, mas decerto � muito limitada.

Eu percebo.

- O que percebe? - Acredita numa causa.

At� admiro isso.

Uma causa pela qual d� a vida, pela qual mata e morre.

Porque ele era...

Ele t�-la-ia matado, um dos vossos.

O nome dele era Enad Geffen. Era israelita.

Sim, sim, j� fal�mos sobre isso tudo.

Atika, � um pe�o nisto, tal como a Nessa Stein...

...mas at� percebo que justifique na sua cabe�a por que ele faria isso.

Desde que seja pela causa. Tudo pela causa.

E o que � isso? A independ�ncia palestina?

Eis-nos pert�ssimo do vosso objetivo.

Nada pode impedir que aconte�a. Nada.

E � por isso que tem de ajudar-nos a tirar a Nessa Stein de l�.

Porque se o mundo descobrir que ela n�o foi morta por aquela bomba,

mas pelo vosso povo, enquanto estava encarcerada,

sabe-se l� onde... imagine o que isso vai fazer.

Imagine o quanto isso vai prejudicar a vossa causa.

Talvez eles saibam. Talvez seja por isso que continua viva.

- Talvez a libertem. - Talvez, talvez.

- S� que temos outro problema. - Voc�s � que t�m o problema.

N�s.

H� uma escuta a ouvir tudo o que sai dos territ�rios.

- Os judeus... - E mais algu�m.

Algu�m que tamb�m ouviu a chamada e que agora sabe que ela continua viva.

Estas pessoas esfor�aram-se muito para a verem morta

e, agora, o mundo pensa que ela est� e eles querem manter isso assim.

Ent�o deixe-os faz�-lo.

S� que n�s sabemos que ela n�o est�, Atika.

Estou a dar-lhe uma hip�tese de voltar l�

e explicar exatamente o que significaria para a vossa causa, para o vosso povo,

Nessa Stein n�o sair viva da Palestina.

A Chatwin continua a achar que voc� est� livre...

...mas � melhor apressar-se, porque n�o temos muito tempo.

Eu n�o sabia o que aquele homem ia fazer-te.

Tentei impedi-lo.

Mas sabia que iam levar-te, em Gaza.

- E sabias que iam levar o Kasim? - Sim.

A �nica coisa que fizemos foi devolv�-lo � fam�lia dele.

Afinal de contas, n�o o tinhas reclamado.

Tu reclamaste-o por mim.

Tu deixaste-me, Nessa.

- Onde est� ele agora? - Aqui.

N�o est� em perigo. Nunca esteve.

Atika...

Porqu�?

Fala comigo.

Quando tinha 12 anos...

...perdi a minha fam�lia toda.

Toda.

A tua fam�lia.

Toma.

N�o, n�o, n�o, n�o. Fica com isso.

Tentei.

Tentaste?

Com o qu�? Com o qu�, Nessa?

Cabos?

Precisamos de uma na��o.

Sempre acreditei que sim.

Viste as colinas? O que est�o a construir?

Dia ap�s dia?

O que tentas n�o muda nada para o meu povo. Precisamos de muito mais.

O que mais posso fazer?

Precisas que morra?

Eu? N�o, n�o...

N�o...

...mas se � o pre�o por uma na��o,

lamento dizer-te, mas sim.

Mas sobreviveste.

Est�s aqui, agora.

E, agora, temos de salvar-te...

...exatamente pela mesma raz�o.

Sabe quem sou?

Sou o av� do Kasim.

O meu filho violou-a.

A ordem foi minha.

Minha.

Um dos meus soldados tamb�m... matou o seu pai.

A ordem foi minha.

As minhas ordens ultrapassam o imagin�vel.

Tenho de perguntar-lhe. Se houvesse uma faca em cima da mesa,

aqui entre n�s os dois, o que faria?

O seu irm�o... est� morto.

A ordem foi minha.

O �dio que sente por mim, neste momento,

s� equivale ao que senti pelo seu povo toda a minha vida.

Sei que n�o vai pegar nela...

...porque acha-se melhor do que eu,

mais culta, mais sofisticada...

...mais humana...

...e eu odeio-a ainda mais,

porque nunca parou para pensar porque isso � assim.

N�o, parei para pensar... A s�rio...

...e sei a resposta...

...e sei-a desde que perguntei pela primeira vez...

...e depois de todas as coisas terr�veis que aconteceram desde a�...

...e a resposta � sempre a mesma.

Eu mere�o.

Tudo.

Fa�a o que fizer.

Ent�o posso deix�-la ir.

- Quando? - Agora.

Quero o meu filho.

N�o, ele fica.

Quero-o.

Ele j� tem uma m�e. Voc� entregou-o a ela.

- Quero-o de volta. - � tarde demais.

- Viva com isso. - Vou voltar por ele.

- Acho que n�o. - Acho que sim.

N�o sabia que tinhas dado essa ordem. O teu pr�prio filho.

Sim. O meu filho.

Porque tinhas de saber?

- Deixa o rapaz ir com ela. - N�o.

- Ela vai voltar por ele. - N�o.

Nem sequer vai sair daqui.

- O que v�o fazer? - N�s? Nada.

- Ent�o quem? - Eles.

Porqu�?

Eli Stein � o pai dela.

N�s estivemos assim, Zahid. Agora, estamos aqui...

- Deixa-a ir. - J� deixei.

- Para casa. - V� o que o pai dela fez ao nosso.

- V� o que as bombas dele nos tornaram. - Mas a nossa causa...

Ela vai desaparecer. Nunca ningu�m saber�.

- Os brit�nicos j� sabem. - Os brit�nicos...

Primeiro, nunca deviam ter tra�ado aquela fronteira.

O que est�s a fazer... n�o � pela causa...

...est�s a fazer isto por vingan�a. Est�s a fazer isto por vingan�a.

Deixa-me mostrar-te uma coisa.

Ajuda-me. N�o consigo ir busc�-la.

Estava disposto a sacrificar os meus filhos por isto...

A vingan�a n�o � a nossa causa...

Socorro!

- Fala Dagon. - Sim?

- Deve levar a crian�a. - Porqu�?

� uma testemunha. Tamb�m tem de lev�-lo.

- Est� bem. - Diga-me para onde ir.

Ela j� vai a caminho. Diga � sua pessoa para esperar.

- Eu levarei o rapaz. - Ent�o � melhor despachar-se.

Est� tudo bem, amor. Sou eu.

Minha senhora? Robert Hardy, da Embaixada Americana.

Nessa Stein? Miss Stein? Estou aqui para lev�-la.

- Por favor... - Minha senhora?

- ...tem de ajudar-me. - � para isso que aqui estou.

- H� uma crian�a. - Eu sei.

- Temos de ir busc�-lo. - Est� tudo bem. V�o traz�-lo at� n�s.

- O qu�? - V�o traz�-lo para aqui.

- Como sabe isso? - Acabaram de ligar-me.

� o Kasim, certo?

- Sim. - Sim. S� temos de esperar.

N�o se preocupe, Miss Stein. Ele vem a�. J� est� em seguran�a.

Est� bem? J� est� em seguran�a.

- Sou eu. - Diga-nos onde estar.

Eles est�o a postos. Uma hora.

N�o te preocupes. Vai correr tudo bem.

Agarra-te.

Pronto. Est�s bem?

- Sim. - Sim?

Amor, quero que fa�as um jogo

e preciso que ou�as com aten��o. Est� bem?

Primeiro, tens de saber que te amo... muito.

Onde est�o eles?

� melhor irmos encontr�-los a meio do caminho.

� melhor ficarmos aqui. Eles sabem onde estamos.

N�o se preocupe, eles vir�o.

O mundo pensa que est� morta. Sabia?

- Onde estamos? - Prestes a ligar-nos a Waddington.

E j� est�.

Ali!

- Ali. V�? - Sim! Sim! Sim!

Passa-me o telefone.

- Sim? - Estamos a v�-la.

Vais manter os olhos bem fechados.

Tal como eu disse. � esse o jogo.

Bem fechados. Podes fazer isso?

Lindo menino. Muito bem...

Anda comigo.

Miss Stein, pode esperar ao p� de mim?

Miss Stein, pode esperar ao p� de mim? Miss Stein!

- O que se passa, senhor? - N�o sei.

- Olhos bem fechados... - Kasim!

Est�s em seguran�a!

Ele ia matar-vos aos dois. Volta para o carro.

Volta para o carro, j�! N�o temos tempo. Anda.

Cara�as, confia em mim! Volta para o carro!

Hayden-Hoyle enviou-me, est� bem? Confias nele? Agora, volta para o carro.

- Para onde vais levar-nos? - Para a fronteira israelita.

N�o temos tempo. Anda.

J�!

Atenda o telefone...

- Porque est� ele de olhos fechados? - Disse-lhe para o fazer.

Acabou, ele est� morto. Vamos para a fronteira israelita.

- Mantenha esta linha aberta. - Podes abrir os olhos.

- Ol�. - Ol�.

Est�s ferida?

- Est�s a salvar-nos, Atika? - Lembra-te disso. Lembra-te disso.

Ele est� bem? Pronto...

Perdemos a vis�o.

Fale comigo, Atika. Envie um sinal para a linha.

Raio de carro!

Pronto, tenta tu.

Se arrancar e eu n�o estiver de volta, segue caminho.

- N�o! - Sim.

Por favor... N�o o deixes ver.

- Mant�m os olhos fechados. - Pronto...

Mant�m-nos fechados.

Vai!

Est� bem.

- Onde est� ele? - N�o conseguimos ver.

Vai! Vai!

Est�o a deix�-la para tr�s.

Meu Deus...

Sobre mim, agora.

Sobre ela.

Saia da minha terra...

Alvo atingido e destru�do. 15h56.

Sai. Sai.

Pronto.

Est�s bem?

Desculpa.

Acho que vamos ter de andar.

Passou? Est�s bem?

- Sim. - Pronto.

V�s os p�ssaros ali em cima? V�-los?

Olha!

Ali. Vem c�.

Olha! Parece que a encontr�mos!

Pronto...

Est� tudo bem. Est� tudo bem.

- Quem � a senhora? - Chamo-me Nessa Stein.

Este � o meu filho.

Est� tudo bem.

Est� tudo bem.

Est� tudo bem.

Est� na hora de p�r tudo em ordem, n�o acha?

Antes de voltarmos ao jogo do "n�o vejo, n�o ou�o, n�o falo".

J� agora, o que quer que isso envolva, n�o envolve Hayden-Hoyle, est� bem?

Acho que ambos concordamos que ele fez por merecer a reforma.

- Como � que tudo se resumiu a si? - N�o sei, Harlan.

Se calhar, teve algo que ver com o facto de numa sala cheia de maricas...

...eu ser a �nica que tem vagina.

Embora ainda haja confus�o

com o reaparecimento singular de Stein de uma tentativa de assassinato

que matou 75 pessoas, na semana passada,

incluindo Ephra Stein, o irm�o mais velho da baronesa Stein,

a rea��o � sua sobreviv�ncia na regi�o foi imediata,

tanto com Israel e a Palestina a receberem bem a not�cia.

Contudo, as rela��es tensas entre Israel e os Estados Unidos parecem continuar.

O porta-voz da Secret�ria de Estado, Tippi Hagan,

confirma a inten��o dos EUA de n�o vetarem

qualquer resolu��o futura sobre a independ�ncia palestina,

insistindo que continua a ser uma prioridade para a Administra��o.

Lindsay Latham tem a seguinte informa��o...

Dick, Daniel Betherbridge, o novo porta-voz do Departamento de Estado,

citou hoje Abraham Lincoln

na sua resposta � ressurrei��o da baronesa inglesa Nessa Stein.

Citando o famoso ad�gio do 16.� Presidente

de que embora um homem possa andar devagar

nunca deve andar para tr�s,

confirmou que o governo continua empenhado

na retirada do seu veto na ONU

a qualquer tentativa palestina de reconhecer o seu Estado.

Contudo, perante este passo preventivo,

a R�ssia e a China indicaram que, chegando-se a uma vota��o final,

s�o capazes de reconsiderar a sua posi��o anterior

e vetar o plano dos EUA.

Isto, aliado � reemerg�ncia espetacular de Stein,

for�ou Betherbridge a admitir que o j� vol�til cen�rio pol�tico da regi�o

est� de novo fadado a sofrer mais agita��es tumultuosas. Dick.

Lindsay, faz-nos perguntar porque se d�o ao trabalho...

Limpeza.

Desculpe. Pe�o imensa desculpa.

V�s? Morreria por ti.

- Soube que te reformaste. - Sim. Fiquei sem carro.

Vou de ter habituar-me a usar as pernas.

Parece que precisas de praticar.

Se acabar numa cadeira de rodas, empurras-me?

Vou pensar nisso.

Ent�o vou parti-las �s duas hoje � noite.

O que vais fazer agora?

- Para al�m de comprar um martelo? - Para al�m disso.

Estou a concorrer � chancelaria de uma universidade.

- Onde? - Em Oxford, na St. Peter's.

O apartamento � encantador. Tem vista para o p�tio relvado.

� o retiro de fim de semana perfeito para a executiva ambiciosa...

Oxford. N�o � uma nomea��o, pois n�o? Tens de ser eleito.

Sim. Finalmente, vou ser avaliado. Na verdade, acho que � entre mim

e um tipo que tem uma casa de Fish & Chip na rua principal.

A s�rio?

Nunca mais te mentirei, Anji.

Nunca mais.

Bem, democracia...

Boa sorte com isso.

Ripadas e sincronizadas por: PT-Subs Rips

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