Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Em quem confiar? Como saber?
Pelo aspeto deles?
Pelo que fazem?
O telem�vel de Monica Chatwin teve atividade.
O local de onde est� mais perto � da casa de f�rias de Ephra Stein.
Baixe a arma!
- Sim? - Reivindique-o.
Acabaram de reivindicar, na Internet, o assass�nio de Nessa e Ephra Stein.
- A Liga da Samaria. - Israelitas.
Chama-se Enad Geffen. � israelita.
- Ele n�o � israelita. - � palestino?
Monica Chatwin est� a trabalhar para os palestinos. Porqu�?
Est� ao telem�vel outra vez. Washington, Exeter Road, Moorland Lane.
- Kate Larsson, assessora especial... - Da Secret�ria de Estado.
Bom dia, senhoras e senhores.
Se o que parece ter acontecido realmente aconteceu,
contem com uma resposta forte deste departamento.
- E da pr�pria Secret�ria de Estado? - Sim, ela concordou.
Por isso, quando pensamos nisso nesses termos...
Sim, ela concordou.
...� de admirar que confiemos sequer em algu�m.
� a Secret�ria de Estado. Ela � que concordou.
- Com o qu�? - N�o sei, mas acho que Samir Meshal
era um intermedi�rio entre os palestinos e os EUA.
Ei-lo a encontrar-se com Kate Larsson na entrada do hotel
dois dias antes de morrer.
Vinte e cinco minutos depois, cometeria o seu erro fatal,
uma chamada para os territ�rios palestinianos.
Quando disse: "Ela concordou", os americanos ouviram-no a diz�-lo
e, como estavam a aproveitar em segredo uma escuta israelita,
sabiam que os israelitas tamb�m tinham ouvido isso.
Logo, tiveram de mat�-lo antes que os israelitas chegassem a ele
e descobrissem com o que ela tinha concordado.
- O homic�dio de Nessa Stein? - Talvez, mas n�o me parece.
Por favor, isto � realpolitik.
Seja o que for, tem de fazer os EUA fazerem boa figura.
Quanto ao homic�dio de Nessa Stein,
acho que Monica Chatwin � a respons�vel pelo final tr�gico...
...mas s� est� a faz�-lo para dar aos EUA
a hip�tese de avan�arem e fazerem algo incr�vel.
Pensava eu que ela queria o meu cargo, quando afinal quer � o teu.
Modeh Anee Lefanecha...
N�o tenhas medo.
Estou em seguran�a.
N�o consigo fazer isto!
Se � o pre�o por uma na��o...
Ela concordou.
- Repita? - Ela concordou.
Senhoras e senhores, a Secret�ria de Estado.
Bom dia. Como muitos sabem,
tivemos de chegar � tr�gica conclus�o de que, h� dois dias,
Nessa Stein, uma defensora incessante pela reconcilia��o no M�dio Oriente,
foi morta num atentado terrorista
realizado por um grupo que, aparentemente,
funciona sem restri��es no Estado de Israel.
Enquanto as ondas de choque continuam na regi�o e no mundo,
esta Administra��o decidiu
que n�o pode deixar este ato chocante passar em branco.
Ao longo da exist�ncia de Israel, a Am�rica esteve sempre do seu lado.
A nossa cren�a e lealdade n�o podem ser questionadas
e n�o questionaremos isso, hoje.
Contudo, como acontece entre irm�os,
pode chegar uma altura em que a conduta de um
tem de ser questionada pelo outro. Essa altura chegou.
Nessa Stein n�o era pol�tica, era empres�ria,
uma empres�ria que reconhecia com uma convic��o pragm�tica e econ�mica
que tem de haver um equil�brio entre Israel e a Palestina.
Foi uma atitude ousada e carism�tica
numa regi�o que se encheu de impasses e desconfian�a
e pela qual, tragicamente, ela pagou com a pr�pria vida.
Eu n�o sou empres�ria, sou pol�tica,
e uma pol�tica reconhece que um estado sem identidade coesa
� um estado que n�o pode funcionar, um estado que falhar�,
e um estado falhado � um perigo para o mundo.
Temos de mobilizar um equil�brio e n�o apenas a n�vel econ�mico,
como a vida de Nessa Stein pode exemplificar,
mas um equil�brio tamb�m a n�vel pol�tico,
da� esta Administra��o ter decidido tomar uma atitude ousada e convicta.
Se a Autoridade Palestiniana voltar a solicitar � ONU
o seu total reconhecimento como Estado,
� a inten��o desta Administra��o n�o exercer o seu direito de veto.
N�s, o povo americano,
n�o interferiremos na luta da Palestina pela independ�ncia. Obrigada.
N�o h� perguntas.
- Tinha tudo planeado? - Sabia que isto podia acontecer.
- Soube que quer o meu cargo. - Para come�ar, fico com o do Hoyle.
- Eu n�o o pressionaria. - Pensei que voc� ia fazer isso por mim.
- Hoje, o mundo est� diferente. - Melhor.
- Vale a vida de Nessa Stein? - Pare!
Eu acreditava na Nessa Stein, acreditava no que ela defendia
e acredito que, hoje, aconteceu o que ela defendia.
Gra�as a ela. Ela f�-lo acontecer.
Com uma ajudinha sua.
Na verdade, ela ignorou os meus conselhos.
Isso � muito triste...
Porque se viu que voc� era uma vira-casacas,
era algu�m em quem acreditar.
- O que � isto? - Devo saber?
Devo come�ar a falar com os AI?
Acho que n�o temos isso, nos Servi�os Secretos...
Vamos ter, depois disto.
O que � isto tudo, HH? Est� a agarrar-se � sua secret�ria?
N�o vale a pena. Levante-se e v� embora.
- N�o toque na minha mulher! - Ex-mulher...
...e, pelo que percebi, j� h� algu�m a tocar nela.
V�? At� isso acabou. Tudo acabou.
Despe�a-se da vista, Hugh.
Tem uma mensagem nova.
Shlomo...
Sou eu, a Nessa.
Estou viva.
- Deixe mensagem depois do sinal. - N�o, n�o...
Shlomo...
Sou eu, a Nessa.
Estou viva.
Est� tudo bem.
� um tarif�rio pr�-pago localizado na �rea H1 de Hebron.
� da responsabilidade palestina, da sua responsabilidade.
- J� verific�mos. Ela n�o est� l�. - Claro que n�o, j� ter� sido levada.
N�o nos parece. Achamos que � um estratagema israelita
para desacreditar a atitude corajosa que a Am�rica tomou contra eles.
Nessa Stein est� morta. � uma m�rtir da nossa causa.
Quer que entremos l� e a tiremos de l�.
Surpreende-me estarmos a ter esta conversa.
A s�rio? Mesmo que esteja viva,
descobrimos onde est�, vamos l� e ela morre.
Pense nisso. A�, ter�amos mesmo matado Nessa Stein.
Esta � a sua hip�tese de salv�-la, de limpar a sua imagem.
- N�o podemos correr esse risco. - Acho que ter�o de corr�-lo.
N�o est� a ouvir-me. N�o podemos correr esse risco.
N�s n�o podemos.
- Mas n�s podemos. - N�o ir�amos interferir.
Lembre-se que o espa�o a�reo sobre os territ�rios palestinos � israelita.
Quando ouvimos isso, faz-nos pensar, n�o faz?
N�o vou sugerir que soldados brit�nicos entrem no terreno palestino.
N�o ter�s de faz�-lo.
A �nica pessoa que acho que pode tir�-la de l� j� � de l�.
- O que acha que vai acontecer, Atika? - N�o sei.
D� um palpite.
Neste momento, acho que o seu grupo est� confuso,
sen�o j� a teriam matado.
Esta � a nossa �nica oportunidade, mas decerto � muito limitada.
Eu percebo.
- O que percebe? - Acredita numa causa.
At� admiro isso.
Uma causa pela qual d� a vida, pela qual mata e morre.
Porque ele era...
Ele t�-la-ia matado, um dos vossos.
O nome dele era Enad Geffen. Era israelita.
Sim, sim, j� fal�mos sobre isso tudo.
Atika, � um pe�o nisto, tal como a Nessa Stein...
...mas at� percebo que justifique na sua cabe�a por que ele faria isso.
Desde que seja pela causa. Tudo pela causa.
E o que � isso? A independ�ncia palestina?
Eis-nos pert�ssimo do vosso objetivo.
Nada pode impedir que aconte�a. Nada.
E � por isso que tem de ajudar-nos a tirar a Nessa Stein de l�.
Porque se o mundo descobrir que ela n�o foi morta por aquela bomba,
mas pelo vosso povo, enquanto estava encarcerada,
sabe-se l� onde... imagine o que isso vai fazer.
Imagine o quanto isso vai prejudicar a vossa causa.
Talvez eles saibam. Talvez seja por isso que continua viva.
- Talvez a libertem. - Talvez, talvez.
- S� que temos outro problema. - Voc�s � que t�m o problema.
N�s.
H� uma escuta a ouvir tudo o que sai dos territ�rios.
- Os judeus... - E mais algu�m.
Algu�m que tamb�m ouviu a chamada e que agora sabe que ela continua viva.
Estas pessoas esfor�aram-se muito para a verem morta
e, agora, o mundo pensa que ela est� e eles querem manter isso assim.
Ent�o deixe-os faz�-lo.
S� que n�s sabemos que ela n�o est�, Atika.
Estou a dar-lhe uma hip�tese de voltar l�
e explicar exatamente o que significaria para a vossa causa, para o vosso povo,
Nessa Stein n�o sair viva da Palestina.
A Chatwin continua a achar que voc� est� livre...
...mas � melhor apressar-se, porque n�o temos muito tempo.
Eu n�o sabia o que aquele homem ia fazer-te.
Tentei impedi-lo.
Mas sabia que iam levar-te, em Gaza.
- E sabias que iam levar o Kasim? - Sim.
A �nica coisa que fizemos foi devolv�-lo � fam�lia dele.
Afinal de contas, n�o o tinhas reclamado.
Tu reclamaste-o por mim.
Tu deixaste-me, Nessa.
- Onde est� ele agora? - Aqui.
N�o est� em perigo. Nunca esteve.
Atika...
Porqu�?
Fala comigo.
Quando tinha 12 anos...
...perdi a minha fam�lia toda.
Toda.
A tua fam�lia.
Toma.
N�o, n�o, n�o, n�o. Fica com isso.
Tentei.
Tentaste?
Com o qu�? Com o qu�, Nessa?
Cabos?
Precisamos de uma na��o.
Sempre acreditei que sim.
Viste as colinas? O que est�o a construir?
Dia ap�s dia?
O que tentas n�o muda nada para o meu povo. Precisamos de muito mais.
O que mais posso fazer?
Precisas que morra?
Eu? N�o, n�o...
N�o...
...mas se � o pre�o por uma na��o,
lamento dizer-te, mas sim.
Mas sobreviveste.
Est�s aqui, agora.
E, agora, temos de salvar-te...
...exatamente pela mesma raz�o.
Sabe quem sou?
Sou o av� do Kasim.
O meu filho violou-a.
A ordem foi minha.
Minha.
Um dos meus soldados tamb�m... matou o seu pai.
A ordem foi minha.
As minhas ordens ultrapassam o imagin�vel.
Tenho de perguntar-lhe. Se houvesse uma faca em cima da mesa,
aqui entre n�s os dois, o que faria?
O seu irm�o... est� morto.
A ordem foi minha.
O �dio que sente por mim, neste momento,
s� equivale ao que senti pelo seu povo toda a minha vida.
Sei que n�o vai pegar nela...
...porque acha-se melhor do que eu,
mais culta, mais sofisticada...
...mais humana...
...e eu odeio-a ainda mais,
porque nunca parou para pensar porque isso � assim.
N�o, parei para pensar... A s�rio...
...e sei a resposta...
...e sei-a desde que perguntei pela primeira vez...
...e depois de todas as coisas terr�veis que aconteceram desde a�...
...e a resposta � sempre a mesma.
Eu mere�o.
Tudo.
Fa�a o que fizer.
Ent�o posso deix�-la ir.
- Quando? - Agora.
Quero o meu filho.
N�o, ele fica.
Quero-o.
Ele j� tem uma m�e. Voc� entregou-o a ela.
- Quero-o de volta. - � tarde demais.
- Viva com isso. - Vou voltar por ele.
- Acho que n�o. - Acho que sim.
N�o sabia que tinhas dado essa ordem. O teu pr�prio filho.
Sim. O meu filho.
Porque tinhas de saber?
- Deixa o rapaz ir com ela. - N�o.
- Ela vai voltar por ele. - N�o.
Nem sequer vai sair daqui.
- O que v�o fazer? - N�s? Nada.
- Ent�o quem? - Eles.
Porqu�?
Eli Stein � o pai dela.
N�s estivemos assim, Zahid. Agora, estamos aqui...
- Deixa-a ir. - J� deixei.
- Para casa. - V� o que o pai dela fez ao nosso.
- V� o que as bombas dele nos tornaram. - Mas a nossa causa...
Ela vai desaparecer. Nunca ningu�m saber�.
- Os brit�nicos j� sabem. - Os brit�nicos...
Primeiro, nunca deviam ter tra�ado aquela fronteira.
O que est�s a fazer... n�o � pela causa...
...est�s a fazer isto por vingan�a. Est�s a fazer isto por vingan�a.
Deixa-me mostrar-te uma coisa.
Ajuda-me. N�o consigo ir busc�-la.
Estava disposto a sacrificar os meus filhos por isto...
A vingan�a n�o � a nossa causa...
Socorro!
- Fala Dagon. - Sim?
- Deve levar a crian�a. - Porqu�?
� uma testemunha. Tamb�m tem de lev�-lo.
- Est� bem. - Diga-me para onde ir.
Ela j� vai a caminho. Diga � sua pessoa para esperar.
- Eu levarei o rapaz. - Ent�o � melhor despachar-se.
Est� tudo bem, amor. Sou eu.
Minha senhora? Robert Hardy, da Embaixada Americana.
Nessa Stein? Miss Stein? Estou aqui para lev�-la.
- Por favor... - Minha senhora?
- ...tem de ajudar-me. - � para isso que aqui estou.
- H� uma crian�a. - Eu sei.
- Temos de ir busc�-lo. - Est� tudo bem. V�o traz�-lo at� n�s.
- O qu�? - V�o traz�-lo para aqui.
- Como sabe isso? - Acabaram de ligar-me.
� o Kasim, certo?
- Sim. - Sim. S� temos de esperar.
N�o se preocupe, Miss Stein. Ele vem a�. J� est� em seguran�a.
Est� bem? J� est� em seguran�a.
- Sou eu. - Diga-nos onde estar.
Eles est�o a postos. Uma hora.
N�o te preocupes. Vai correr tudo bem.
Agarra-te.
Pronto. Est�s bem?
- Sim. - Sim?
Amor, quero que fa�as um jogo
e preciso que ou�as com aten��o. Est� bem?
Primeiro, tens de saber que te amo... muito.
Onde est�o eles?
� melhor irmos encontr�-los a meio do caminho.
� melhor ficarmos aqui. Eles sabem onde estamos.
N�o se preocupe, eles vir�o.
O mundo pensa que est� morta. Sabia?
- Onde estamos? - Prestes a ligar-nos a Waddington.
E j� est�.
Ali!
- Ali. V�? - Sim! Sim! Sim!
Passa-me o telefone.
- Sim? - Estamos a v�-la.
Vais manter os olhos bem fechados.
Tal como eu disse. � esse o jogo.
Bem fechados. Podes fazer isso?
Lindo menino. Muito bem...
Anda comigo.
Miss Stein, pode esperar ao p� de mim?
Miss Stein, pode esperar ao p� de mim? Miss Stein!
- O que se passa, senhor? - N�o sei.
- Olhos bem fechados... - Kasim!
Est�s em seguran�a!
Ele ia matar-vos aos dois. Volta para o carro.
Volta para o carro, j�! N�o temos tempo. Anda.
Cara�as, confia em mim! Volta para o carro!
Hayden-Hoyle enviou-me, est� bem? Confias nele? Agora, volta para o carro.
- Para onde vais levar-nos? - Para a fronteira israelita.
N�o temos tempo. Anda.
J�!
Atenda o telefone...
- Porque est� ele de olhos fechados? - Disse-lhe para o fazer.
Acabou, ele est� morto. Vamos para a fronteira israelita.
- Mantenha esta linha aberta. - Podes abrir os olhos.
- Ol�. - Ol�.
Est�s ferida?
- Est�s a salvar-nos, Atika? - Lembra-te disso. Lembra-te disso.
Ele est� bem? Pronto...
Perdemos a vis�o.
Fale comigo, Atika. Envie um sinal para a linha.
Raio de carro!
Pronto, tenta tu.
Se arrancar e eu n�o estiver de volta, segue caminho.
- N�o! - Sim.
Por favor... N�o o deixes ver.
- Mant�m os olhos fechados. - Pronto...
Mant�m-nos fechados.
Vai!
Est� bem.
- Onde est� ele? - N�o conseguimos ver.
Vai! Vai!
Est�o a deix�-la para tr�s.
Meu Deus...
Sobre mim, agora.
Sobre ela.
Saia da minha terra...
Alvo atingido e destru�do. 15h56.
Sai. Sai.
Pronto.
Est�s bem?
Desculpa.
Acho que vamos ter de andar.
Passou? Est�s bem?
- Sim. - Pronto.
V�s os p�ssaros ali em cima? V�-los?
Olha!
Ali. Vem c�.
Olha! Parece que a encontr�mos!
Pronto...
Est� tudo bem. Est� tudo bem.
- Quem � a senhora? - Chamo-me Nessa Stein.
Este � o meu filho.
Est� tudo bem.
Est� tudo bem.
Est� tudo bem.
Est� na hora de p�r tudo em ordem, n�o acha?
Antes de voltarmos ao jogo do "n�o vejo, n�o ou�o, n�o falo".
J� agora, o que quer que isso envolva, n�o envolve Hayden-Hoyle, est� bem?
Acho que ambos concordamos que ele fez por merecer a reforma.
- Como � que tudo se resumiu a si? - N�o sei, Harlan.
Se calhar, teve algo que ver com o facto de numa sala cheia de maricas...
...eu ser a �nica que tem vagina.
Embora ainda haja confus�o
com o reaparecimento singular de Stein de uma tentativa de assassinato
que matou 75 pessoas, na semana passada,
incluindo Ephra Stein, o irm�o mais velho da baronesa Stein,
a rea��o � sua sobreviv�ncia na regi�o foi imediata,
tanto com Israel e a Palestina a receberem bem a not�cia.
Contudo, as rela��es tensas entre Israel e os Estados Unidos parecem continuar.
O porta-voz da Secret�ria de Estado, Tippi Hagan,
confirma a inten��o dos EUA de n�o vetarem
qualquer resolu��o futura sobre a independ�ncia palestina,
insistindo que continua a ser uma prioridade para a Administra��o.
Lindsay Latham tem a seguinte informa��o...
Dick, Daniel Betherbridge, o novo porta-voz do Departamento de Estado,
citou hoje Abraham Lincoln
na sua resposta � ressurrei��o da baronesa inglesa Nessa Stein.
Citando o famoso ad�gio do 16.� Presidente
de que embora um homem possa andar devagar
nunca deve andar para tr�s,
confirmou que o governo continua empenhado
na retirada do seu veto na ONU
a qualquer tentativa palestina de reconhecer o seu Estado.
Contudo, perante este passo preventivo,
a R�ssia e a China indicaram que, chegando-se a uma vota��o final,
s�o capazes de reconsiderar a sua posi��o anterior
e vetar o plano dos EUA.
Isto, aliado � reemerg�ncia espetacular de Stein,
for�ou Betherbridge a admitir que o j� vol�til cen�rio pol�tico da regi�o
est� de novo fadado a sofrer mais agita��es tumultuosas. Dick.
Lindsay, faz-nos perguntar porque se d�o ao trabalho...
Limpeza.
Desculpe. Pe�o imensa desculpa.
V�s? Morreria por ti.
- Soube que te reformaste. - Sim. Fiquei sem carro.
Vou de ter habituar-me a usar as pernas.
Parece que precisas de praticar.
Se acabar numa cadeira de rodas, empurras-me?
Vou pensar nisso.
Ent�o vou parti-las �s duas hoje � noite.
O que vais fazer agora?
- Para al�m de comprar um martelo? - Para al�m disso.
Estou a concorrer � chancelaria de uma universidade.
- Onde? - Em Oxford, na St. Peter's.
O apartamento � encantador. Tem vista para o p�tio relvado.
� o retiro de fim de semana perfeito para a executiva ambiciosa...
Oxford. N�o � uma nomea��o, pois n�o? Tens de ser eleito.
Sim. Finalmente, vou ser avaliado. Na verdade, acho que � entre mim
e um tipo que tem uma casa de Fish & Chip na rua principal.
A s�rio?
Nunca mais te mentirei, Anji.
Nunca mais.
Bem, democracia...
Boa sorte com isso.
Ripadas e sincronizadas por: PT-Subs Rips
www.tvsubtitles.net
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.