All language subtitles for The Honourable Woman - 1x07 - The Hollow Wall.720p.BluRay.SNOOZE.pt

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Original subtitles

Em quem confiar?

Como saber?

- Precisa de ajuda. - Acha?

Isto j� acontecera antes? Aconteceu l�?

Pelo aspeto deles?

Pelo que fazem?

Para tirares a tua irm� de Gaza,

os israelitas puseram um sniffer nos teus cabos

e uma unidade de escuta dentro da tua academia.

- � um grande pre�o a pagar. - Valeu a pena.

Vai dar-me o contrato.

Porque assim o seu segredo ficar� seguro.

Queres saber a minha escolha? N�o tenho nenhuma.

Porque todos os caminhos aqui levam de novo a ti.

H� uma coisa que devia saber.

Quantas mentiras mais vais manter nesta casa?

Fui eu que os tirei de l�, Rachel! Eu! Eu tirei-os de l�!

Foi este o pre�o!

N�o me devias ter mentido.

O que pensa que vai encontrar n�o vai. Desapareceu.

- E o meu irm�o tamb�m. - �timo.

Por isso, devolva o menino.

V� a Hebron. Aperte-me a m�o. Tudo correr� bem.

Na noite antes de deixar Washington,

Samir Meshal fez um telefonema para os territ�rios palestinos.

Algu�m ouviu.

O que o ouviram dizer?

"Ela concordou".

Quem � ela? Concordou com qu�?

� por isso que lhe estou a dizer. Mas algu�m sabe.

E, quem quer que seja, matou Samir Meshal.

A quem mais contaste? Da escuta?

- � Monica... - Chatwin.

N�o esque�amos o lance de longe, Julia.

N�o � um americanismo?

� o que sempre foi e o que todos queremos.

Paz no M�dio Oriente.

� melhor vir c� ver isto.

EMBAIXADA DOS EUA TELAVIVE - ISRAEL

Diz-me que n�o � assim t�o f�cil.

Os americanos mataram Samir Meshal.

Ela concordou.

Repita?

Ela concordou.

- Quem concordou com qu�? - N�o sei.

Afasta-te dos americanos, Hugh.

Quinta �s 20h. Ser� uma mesa � janela.

Quero que vejas uma coisa.

Por isso, quando pensamos nisso nesses termos...

Preciso de ajuda.

...� de admirar que confiemos sequer em algu�m.

N�o tenhas medo.

Estou em seguran�a.

N�o consigo fazer isto!

Se � o pre�o por uma na��o...

Ela concordou.

- Repita? - Ela concordou.

Isso chega, obrigado. Tem o seu passaporte, por favor?

� israelita, Mr... Geffen.

Sim.

Os meus pais emigraram para l�.

At� falo um pouco de hebreu.

"O povo de Israel � o povo de Deus".

Em Inglaterra s� falo ingl�s.

Claro. Pe�o desculpa.

Boa estadia, Mr. Geffen. Quarto 90.

- Sim? - Mr. Geffen?

Desculpe, foi reportada uma falha no seu alarme de inc�ndio.

- O qu�? - Preciso de verificar o alarme.

V�-se embora.

Desculpe, tenho de verificar.

Ser�o segundos apenas, � s� um interruptor.

Estou ocupado.

S�o regras do hotel, pe�o desculpa.

Importa-se que acenda as luzes?

N�o � este.

- Posso ver a casa de banho? - Est� uma pessoa l�.

Ent�o eu espero.

Ele quer ver a casa de banho.

Boa noite, minha senhora.

Sim, � este.

Feito. Pe�o desculpa por t�-los incomodado,

especialmente a esta hora.

Durmam bem.

Manuten��o.

Sim, esteve um homem no nosso quarto.

Correto, pe�o desculpa. Surgiu uma falha no nosso quadro.

Sim, ele tem cabelo castanho, vinte e muitos anos,

1,67 m ou 1,70 m.

Obrigado, minha senhora. Pe�o desculpa pelo inc�modo.

Muito bem.

J� est�.

Tens de sair.

Agora.

ALARME QUARTO: 90

� o quarto 90, � um inc�ndio.

Descobriram-nos.

Perdeste-os.

400 pessoas na rua. Ela sabia que os perder�amos.

Se � que sabe alguma coisa. Pode ter sido s� uma precau��o.

Conseguimos isto.

Uau. O Niki Lauda.

Quem � ele?

- O que � isso? - P�s de cerim�nia.

A ideia � a Nessa e o El-Amin terem cada um a sua no lan�amento.

- Est� bem. - O problema � qual escolher.

Esta � feita na Palestina, esta � israelita,

esta tem pega israelita mas p� palestina e esta � ao contr�rio.

O que precisa realmente � de uma p� dividida ao meio

para que ambos os lados abram o ch�o ao mesmo tempo.

Ent�o faz isso.

E se se partem e se dividem?

N�o sei se � a fotografia que procura.

Qual � a alternativa?

A isto? Haver� tamb�m uma grande escavadora.

Escolhe aquela.

Est� l�?

Sei o que est� a fazer.

Sei o que est� a fazer pela crian�a.

Contou � Pol�cia?

N�o � esse o meu trabalho.

Qual � o seu trabalho?

Sabe que mais? J� n�o sei bem.

Talvez deixar de o fazer.

Por causa disso devo confiar em si.

Se h� pessoa em quem deve confiar em tudo isto, � no Shlomo Zahary.

O menino est� bem?

E quando o ter� de volta?

- Como descobriu isto tudo? - Ainda tento descobrir.

O que querem eles que necessita que se mantenha na sua posi��o?

N�o vou discutir o meu neg�cio consigo.

Ent�o trata-se do seu neg�cio.

E a Monica Chatwin?

N�o me meta na sua guerra territorial.

S� que acho que ela est� envolvida na sua.

- Eu n�o estou em nenhuma. - Posso lig�-la ao seu irm�o.

Posso lig�-la �quele dispositivo de escuta.

Como?

E posso ligar esse dispositivo aos americanos.

E posso ligar os americanos � morte de Samir Meshal.

Posso simplesmente.

Mas, por enquanto,

n�o tenho liga��o para isto.

O nome dele � Enad Geffen, � israelita.

Entrou neste pa�s h� um m�s com visto de visitante.

Qual � a liga��o entre a Monica Chatwin e os israelitas?

- Nenhuma. - S� que a� est� ela.

Ele n�o � israelita.

- Conhece-o? - Ele foi...

Quando fui capturada em Gaza, foi ele que...

� palestino?

Porque est� aqui?

Para me amea�ar.

Imaginava que j� se sentisse bastante amea�ada.

� seu.

O filho � seu.

Oh, Nessa.

Lamento muito.

N�o preciso da compaix�o de um espi�o.

N�o estou a diz�-lo como espi�o.

Este � o n�mero do meu conselheiro de seguran�a.

N�o � o �nico que anda a investigar a Monica Chatwin.

Vou dizer-lhe que vai ligar.

Talvez ele possa ajud�-lo.

A Nessa � que precisa de ajuda.

N�o. N�o preciso mesmo.

Ela fala com o seu violador.

Nunca falou com uma pessoa m� para conseguir fazer uma coisa boa?

- Ela anda a fazer uma coisa boa? - Eu ando.

- Muito obrigada por vir. - Nessa, precisa da minha ajuda.

Sabe que mais? Por acaso preciso.

Pode ajudar-me numa coisa.

Mrs. Crace?

Oh, n�o!

- N�o, n�o piores as coisas. - O que disseste?

Disse-lhe quem �s, o que �s.

Ela est� a mentir. A cabra de merda est� a mentir.

Eu sei o teu grupo de sangue. Disse-lhe qual �.

Como pudeste fazer isso? Como pudeste fazer-lhe isso?

Como podes ter feito isto a qualquer uma de n�s?

- Aonde foste? - Sair.

Porque lhe contaste?

Porque ela tem o direito de saber.

Porque n�o contas ao mundo inteiro, Atika?

Esta casa � dela. Se tu sabes, ela tamb�m deve saber.

A decis�o � minha. Ela � minha mulher. Minha mulher.

- A decis�o n�o era tua. - E quando se tornou tua?

N�o tive escolha, Ephra. N�o me deste escolha.

E agora tentas arruinar-me o casamento? � o que tentas fazer?

Queres mesmo mant�-lo?

- O qu�? - Queres?

- Tenho de ir embora. - N�o.

N�o posso c� ficar, j� n�o posso.

N�o podes ir embora. O que pensariam todos se fosses?

- N�o sei o que fazer. - Desculpa, desculpa.

Desculpa.

- A culpa foi toda minha. - N�o, foi minha. Minha.

- Eu levei-a a Gaza. - Fui eu que a obriguei a ir.

Escondi tantas mentiras.

Tamb�m eu.

- Quais? - S�o demais para contar.

Tu e eu...

Somos um.

Sim.

A Monica Chatwin est� a trabalhar para os palestinos.

Para garantirem que t�m um homem junto de Nessa Stein.

Que n�o seja o Shlomo Zahary.

Que n�o seja israelita.

Mas porque est� a fazer isso?

Isto talvez o ajude a descobrir.

Ela tem um telefone que s� usa para coisas muito raras.

Muito raras.

Descobrimos que o tinha porque o usou para ligar a Nathaniel Bloom

para tomar caf� h� muitos meses.

Desde ent�o, um telefone no Reino Unido ligou-lhe h� duas noites

e ela est� a telefonar com ele para outro na Holanda.

E para outro em Washington,

nos Estados Unidos.

Sabe o que foi dito?

N�o, mas esses telefonemas sugiro que agora deva ouvi-los.

Sabe que ela quer o meu cargo.

Acho que talvez o v� conseguir.

CISJORD�NIA, TERRIT�RIOS PALESTINOS

TR�S DIAS DEPOIS

HEBRON, LIMITES DA CIDADE

SEVEN PALMS HOTEL, JERUSAL�M

Bom dia.

Houve muitos obst�culos que tivemos de transpor

para estar aqui hoje.

N�o menos importante, a morte do nosso colega Samir Meshal

para cuja fam�lia v�o os nossos pensamentos, logo hoje.

Mas sei que o que ele desejava de todo o cora��o

era que este dia chegasse.

O que aconteceu ao seu novo parceiro?

Estou certa de que est� a chegar.

Entretanto, posso responder a perguntas.

O que pensaria o seu pai do dia de hoje?

Espero que ficasse muito orgulhoso.

"A Espada de Israel". E a filha a estender a m�o aos palestinos?

Como continuei a dizer ao longo de todo este processo,

tudo o que contribua para promover a estabilidade na regi�o

espero que seja saudado com entusiasmo por todos os lados.

E acho que �.

Caso contr�rio, n�o estar�amos aqui hoje.

Ent�o acha que est� sozinha a resolver este problema?

N�o.

O que estamos a fazer aqui hoje � apenas uma pena da pomba.

- Mas faz parte da pomba. - Espero bem que sim.

E a rela��o da Tahet Technologies com o passado terrorista da OLP?

- Essas acusa��es s�o infundadas. - Mas existem.

Se cada rumor nesta regi�o fosse tomado como facto, ent�o...

Ent�o pessoalmente eu teria como facto

que o piv� de not�cias da TV2 Ido Zamir estaria aqui ao meu lado

e eu teria o filho do nosso amor ao colo.

N�o � verdade ent�o?

De momento, vou neg�-lo.

- Ent�o n�o se sente comprometida. - Por qu�?

Pela sua rela��o com a Tahet.

Nada.

Todos temos um passado.

Vejam o nome da minha fam�lia,

o que significou para as pessoas em lados diferentes da fronteira.

Mas hoje, hoje � um dia para esquecer essas diferen�as.

Hoje � um dia de olhar para o futuro.

Senhoras e senhores, o CEO da Thaet, Jalal El-Amin,

ficou inevitavelmente detido.

Por isso, sugiro que guardem as perguntas para esta tarde.

E, para confirmar, a cerim�nia ter� lugar em Hebron � 15h.

At� l�, obrigada.

Ent�o o que foi?

Ele est� doente. Intoxica��o alimentar.

- Bom dia. - Bom dia.

Est�s pronto?

Sinto-me com 16 anos.

Deves sentir-te.

Agora vai. Come�a a correr.

J� viste "A Torre do Inferno"?

N�o.

� muito bom. Robert Wagner.

"N�o te preocupes, Lorry, ningu�m vai morrer."

- Ele tem de l� estar. - Eu sei.

N�o, tem de estar. Merda!

- O que comeu ele? - N�o sei, obviamente � grave.

Frances, nem que esteja a morrer. Ele tem de l� estar esta tarde.

- Salaam aleikum. - Wa'aleikum-salaam.

Sim, � uma grande infelicidade.

Vi-o ir correr esta manh�.

O Ephra a correr? N�o me parece.

Talvez queira fugir das coisas.

Esse tipo de corrida. Faz todo o sentido.

Quem me dera poder fazer o mesmo.

Devia ficar na cama.

Pronto, v�o levant�-lo.

Sei l� o que vai parecer se come�a a vomitar na p�.

Ainda vamos us�-las?

S� para as fotos. Depois vai para a escavadora.

- Basta-me lig�-la? - Exato.

N�o quero mexer naquilo quando n�o sei o que estou a fazer.

Estar� l� um engenheiro para explicar tudo.

Mas garantiram-me que � apenas uma chave na igni��o.

O que foi?

- Desculpe, devia ter pensado nisto. - Em qu�?

- N�o pode ir de vestido. - Porqu�?

Pense bem, n�o pode subir uma escada para uma cabina de vestido.

- A s�rio? - A s�rio.

Ter� de usar cal�as.

Olhe para isto.

Um acontecimento mundial a transformar-se em:

"Com Jeito Vai... para o kibbutz!"

- Quando aconteceu isto? - O qu�?

Quando se acrescentou esta cl�usula? A 16 B!

Ele tem os direitos deste acordo, aconte�a o que acontecer no futuro.

Aconte�a o que acontecer?

E esta � a sua assinatura.

Sim.

Nessa!

Estou ao seu lado h� seis anos

ouvindo-a dizer que n�o se podia comprometer, que n�o o faria.

Porqu� isto? Porque assinou isto?

Quando era totalmente �bvio que n�o o devia fazer?

Bem, est� comprometida agora.

E f�-lo a si pr�pria.

Confias em mim?

Confia em mim agora.

- Ele est� a p�. - �timo.

O homem a quem legou metade da sua empresa.

Mas com a quantidade de Imodium que lhe deram

n�o defeca durante 16 anos.

Ent�o � melhor irmos.

Estou a fazer a coisa certa, Frances.

Espero que sim.

CASA DE CAMPO

Ol�, o meu nome � Ephra.

Estou � beira de um colapso nervoso e vou fugir de tudo.

Qual � o teu �libi?

Tenho de ir ao meu explicador.

Fant�stico. Sempre admirei uma mulher culta.

Guia.

POSTO DE CONTROLO 300 FRONTEIRA ISRAEL - CISJORD�NIA

Aqui vamos n�s.

- Salaam aleikum. - Aleikum-salaam.

- Salaam aleikum. - Aleikum-salaam.

Paramos para uma fotografia?

Aleikum-salaam.

Salaam aleikum. Salaam aleikum.

Obrigada.

Vou para o palanque? Est� bem.

- Veio. - Claro.

Como se sente?

Vamos l� fazer isto.

Espera, espera.

- Espera. - O qu�?

Vamos desligar os telefones.

Vai-te embora, mundo.

Trocamos?

Est� bom?

Tens uma cicatriz aqui.

Sim. Um c�o.

- Um c�o. - Sim.

Quando tinha cinco anos.

Ol�.

E ol�.

H� alguns anos vim a Bel�m e fiz um discurso muito mau.

Devia ter aprendido a li��o e encurtar este.

Mas, estranhamente,

o que acabei por dizer nesse dia

n�o fora previamente escrito nem ensaiado.

Disse-o do cora��o.

E acho que o que disse ent�o ainda � verdade hoje.

Toda esta tecnologia, toda esta fibra �tica,

a tecnologia de �ltima gera��o,

toda esta magia,

toda esta velocidade que nos rodeia agora.

Trata-se na verdade de algo muito, muito simples.

Trata-se da nossa necessidade de comunicarmos entre n�s

e com outros.

Aqui

e ali.

Falar. Trocar.

Compreender.

E � isso.

N�o � segredo. J� n�o �.

Quando nos reencontraremos?

- Esta noite. - Ent�o acab�mos aqui.

E o que se segue?

A escavadora.

Shalom.

Salaam.

Obrigada.

Pronto. O que fa�o?

Gire isto e depois com o dedo prima.

Preciso de esperar alguma deixa ou...

N�o. Agora.

H� algo de errado com a igni��o.

Isto � a BBC News, as not�cias das 15h.

O primeiro-ministro reconhece...

- O que est�s a fazer? - S� queria ver as not�cias.

N�o.

O que me d�s?

- Por favor, Ephra, desliga-a. - Um grande, aqui.

Isto vai acontecer sempre que tentar ligar a televis�o?

Diz-me tu.

Est�s aqui.

Achas-me assim t�o est�pida?

Est� sozinha?

O que �? Achas que s� pessoas como tu s�o inteligentes

para sa�rem sem ningu�m notar?

Rachel, est� sozinha?

� �bvio.

Rachel...

Tem de ir embora.

- O qu�? - Agora!

Como te atreves? O meu marido. A minha vida!

- V� l�. - O que est�s a fazer?

- Tem de ir agora. - N�o me digas o que fazer!

- Atika, � tarde demais. - Se ela sair agora, n�o!

- O qu�? - Tem de ir!

- Porqu�? - O que � isto?

...m�ltiplas baixas.

Hebron era o local escolhido hoje

para a inaugura��o de uma rede de fibra �tica

que se espalharia pela Cisjord�nia

defendida e coordenada pela baronesa...

Nessa.

Acalme-se! Pronto.

Ou�a-me. Tem uma arma nesta casa?

Tem uma arma nesta casa?

Onde?

Sente-se bem? Sente-se bem?

- Pegue nisto. Pegue nisto. - O que se passa?

N�o devia estar aqui. N�o se mexa, fique aqui.

...nesta fase h� que considerar a possibilidade muito real

de atentado terrorista.

Ela morreu.

Sim.

Ent�o aconteceu.

Ent�o vai-te embora.

Ela n�o.

Toda a gente.

N�o, s� ele. Combin�mos. Por isso o trouxe at� aqui.

Toda a gente.

Mataste o meu marido. Trouxeste-o at� aqui.

Rachel.

Acalme-se, sim? Pouse a arma.

Pouse-a, venha.

D�-ma. D�-ma. D�-ma.

Rachel, Rachel, Rachel.

Pronto, pronto, pronto.

N�o a devias ter violado.

- Fala Dagon. - Sim?

Ephra Stein est� morto.

Porque est�s a usar este telefone?

- Porque ele tamb�m est� morto. - Como?

A mulher de Ephra Stein matou-o.

- Ela n�o devia estar a�. - Seguiu-nos.

- Onde est� agora? - Morta tamb�m.

- Como? - Eu matei-a.

- Pode parecer que ele o fez? - Sim.

Ent�o segue o plano. Sai agora.

- Ela morreu? - Eles acham que sim.

- Sobreviventes? - N�o deve haver.

H� um buraco no ch�o com cerca de nove metros de di�metro.

Avise-me imediatamente.

Ephra Stein desapareceu. E a mulher tamb�m.

E Atika Halabi, a m�e da crian�a desaparecida.

- Numa casa segura? - N�o por n�s.

Houve atividade no telefone de Monica Chatwin.

Andas a escutar a Monica Chatwin?

Tem um telefone de sat�lite que n�o aparece nas despesas dela.

E?

Ligaram-lhe de novo do mesmo n�mero da semana passada.

- �udio? - N�o, s� n�mero e dura��o.

- Est� bem, regista e j� se v�. - � que...

Tens estado a ver televis�o? � muito empolgante.

Este n�mero,

o mais pr�ximo que o conseguimos p�r � na casa de f�rias de Ephra Stein.

- Est� a us�-lo de novo. - Porque n�o o ouvimos?

N�o conseguimos aceder ao telefone dela.

- E ela est� a ligar... - Para a Holanda.

Para a Holanda.

Utrecht.

Sim?

Reivindica-o.

Reivindica-o.

Est�o a aproximar-se da segunda casa dos Stein.

- Podes mostrar? - Sim, temos imagem.

Duas baixas masculinas. Uma IC6.

Israelita. Nome, Enad Geffen.

- Temos de discutir isso. - A s�rio? S� isso?

Segunda baixa masculina, IC1.

Ephra Stein.

Rachel, for�a!

For�a!

Mulher IC1 em trabalho de parto.

Credo.

V�s porque nunca deixei a p�lula?

Ela matou o meu marido! Ela ajudou a matar o meu marido!

Baixe essa arma!

O que se passa?

Acabaram de reivindicar na Internet

o assassinato de Nessa e Ephra Stein.

- Quem? - Vou j� ver.

- Acho que ainda estou a dormir. - O beb� vem a�.

- Quem reivindicou, Max? - A Liga de Samaria.

- Israelitas, merda! - Vai surgir agora.

Por favor, desliga essa mulher!

...n�s somos os verdadeiros crentes.

Nessa Stein traiu a nossa causa.

Ela traiu o pa�s dela.

Nessa Stein est� na cama com os palestinos, dorme com os palestinos.

Nessa Stein tem um filho bastardo com os palestinos.

� prostituta deles, vassala deles.

Ela n�o deve ser ouvida.

Ela tinha de morrer e o nome da fam�lia dela tamb�m!

- Um filho? - Sim, o que foi raptado.

E n�o te lembraste de me dizer?

N�o consigo ir buscar a bola e falar ao mesmo tempo, sou um c�o velho.

Porra!

Ela tem crian�as em casa. T�m de ir busc�-las � escola.

Est� a us�-lo de novo.

EUA, Costa Este.

Washington,

Bethesda,

Exeter Road, Moorland Lane...

Chamada terminada.

Foi o mais pr�ximo que conseguimos.

Agora esperamos pela r�plica.

CASA BRANCA WASHINGTON

Bom dia, senhoras e senhores.

Tragicamente, no grupo central parece n�o haver sobreviventes.

Ainda h� 74 almas por encontrar.

- Incluindo Nessa Stein? - Sim, incluindo Nessa Stein.

A sua conselheira para a imprensa, Frances Pirsig,

est� alegadamente nesse n�mero, bem como muitos da sua equipa.

Por�m, Jalal El-Amin, o seu parceiro neste neg�cio de fibra �tica,

est� entre os sobreviventes.

Foi como imensa m�goa que tamb�m soubemos

do assassinato em simult�neo de Ephra Stein

por um grupo terrorista israelita.

Como � que sobreviveu?

Pela gra�a de Deus.

E � essa sorte que me permite dizer

categoricamente aqui, hoje,

que o trabalho que Nessa Stein e que o Grupo Stein come�aram

n�s iremos continuar.

Em mem�ria de um grande m�rtir

da causa palestina.

Que esperan�a para Israel

quando mata o seu pr�prio povo?

O Estado de Israel categoricamente denuncia estes crimes horrendos.

Ao longo de muitos anos, trabalh�mos de forma incans�vel

com a empresa Stein para ajudar a atingir o seu objetivo

de reconcilia��o pac�fica e estes atos de viol�ncia horrendos

nada fazem para abalar a nossa determina��o

de continuar neste caminho.

Como reage ao facto de um grupo israelita extremista

ter reivindicado os assassinatos e que o l�der, Yaniv Levi,

esteja em liberdade e n�o controlado pelas suas for�as de seguran�a?

Garanto-lhe que essas quest�es ser�o abordadas ao mais alto n�vel.

A Pol�cia holandesa, a atuar segundo informa��es

recebidas de uma fonte an�nima,

entrou num apartamento em Utrecht hoje cedo

encontrando l� dentro o corpo do ativista israelita Yaniv Levi.

N�o fomos n�s! � o mesmo que com Samir Meshal.

N�s quer�amos apanh�-lo, mas...

- Algu�m chegou l� primeiro. - De novo.

O homem que matou Ephra Stein, o passaporte dele � falso.

N�s sabemos. Mas n�o sabem quem ele �.

N�o temos registo dele.

Independentemente do que fizemos ou n�o no passado,

n�s n�o mat�mos Nessa Stein nem o irm�o dela!

S� que a opini�o mundial parece achar que mataram!

Analis�mos uma lista dos funcion�rios do governo

residentes na �rea de Bethesda.

Como pode imaginar, h� bastantes. Mas em Moorland Lane s� h� um.

Kate Larsson, conselheira especial da...

Secret�ria de Estado.

Qual � o passado dela?

Ivy League, Departamento de Seguran�a Nacional,

Contratos de Defesa e Departamento de Estado.

N�o � um indiv�duo muito ruidoso.

Mas desenterr�mos um documento que escreveu em 1989

para a New Republic de linha bastante dura.

Quantas imagens de videovigil�ncia temos do hotel de Samir Meshal

da sua estada em Washington?

Dentro do �trio, um per�odo completo.

Come�a a procurar.

Bom dia, senhoras e senhores.

Claro que nesta fase � muito cedo para rea��es definitivas

a estes acontecimentos, mas depois de reunidos os factos,

poder�o esperar uma rea��o completa e inequ�voca

da Secret�ria de Estado.

Isso envolver� uma condena��o completa e inequ�voca

do fracasso de Israel para domar os seus extremistas internos?

Se o que parece ter acontecido aconteceu mesmo,

ent�o sim, podem esperar uma rea��o muito forte deste departamento.

E da pr�pria Secret�ria de Estado?

Sim. Ela concordou.

Mas obviamente � vital que se verifiquem os factos

antes que tal coment�rio possa ser...

E da pr�pria Secret�ria de Estado?

Sim, ela concordou.

Sim, ela concordou.

Sim, ela concordou.

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