All language subtitles for Noite de Sombras, Noite de Sangue (Silent Night Bloody Night 1974)

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Original subtitles

Sincronia: Fernando Thomazi

A �ltima vez que estive neste lugar.

Agora bonito. Como se nada tivesse acontecido aqui.

Em breve ele ser� dividido em algumas casa,

e depois n�o haver� mais nada aqui. Nada.

S� que eu me lembro.

A cidade vizinha eu cresci, meu pai era o prefeito l�,

e foi nesta casa, apenas esperando por mim.

ela foi constru�da por Wilfred Butler.

Ainda n�o tinha visto nem entrado na casa

At� 1950, o dia antes do Natal.

Na �ltima vez que voltei l�

Todos pensavam que a morte foi um acidente.

Ningu�m sabia que algu�m hospedou-se na casa para o Natal.

Me chamo Arlignton e sou de Massachusets,

Eu confirmo o m�dico antes de realizar uma aut�psia,

que Wilfred Butler morreu de queimaduras,

causado por um acidente em sua pr�pria casa.

24 de dezembro de 1950 - Eu estava na parte da tarde.

Uma an�lise mais aprofundada do corpo n�o precisa.

Este caso foi oficialmente encerrado.

Silent Night, Bloody Night

Ap�s investiga��o do legista,

V�spera de Ano Novo foi enterrado Wilfred Butler.

Este n�o era um luto comum. Foi um funeral estranho.

Eu, Wilfred Butler,

completas capacidades f�sicas e mentais conscientes

ou o que isso significa,

a terra, a casa e os pertences pessoais,

meu �nico parente vivo, meu neto, Jeffrey Butler.

A �nica condi��o �.

Mant�-lo em casa, assim como eu o deixei.

E deix�-los intactos.

para lembrar ao mundo de sua desumanidade e crueldade.

A casa estava vazia h� 20 anos, exatamente como Wilfred deixou.

Ent�o, no ano passado, a not�cia de sua venda se espalhou.

A not�cia se espalhou por todos os cantos

Inclusive pelo sanat�rio tamb�m.

Eu nunca conheci o homem que queria vender a casa.

Seu advogado enviou tudo. E eu gostei.

Pare!. E cortar uma imagem s�ria, por favor.

Espera, onde voc� vai? Eu nem sequer recebi o prefeito.

- S� mais uma foto. - Vamos!

Fique a�. Beidoz�tettem. Sorria!

Not�cias de r�dio WLIX ouvem a voz do noroeste.

Roger Falloon em not�cias local.

O Fogo no armaz�m de Elizabeth est� aumentando,

O suspeito do inc�ncio, segundo a pol�cia

pode ser um paciente que fugiu de Margaret villebol

Grande for�as policiais est�o � procura.

Rocksberryben e a mais alta for�a policial

Eu n�o disse a voc�? � um lugar bonito.

- N�s vamos ver o resto da cidade? - Querida, isto � tudo.

- Acho que o prefeito est� esperando por mim. - Eu adoraria ter uma pessoa t�o importante.

Sim. Laura diz isso sempre.

- Querida... - O qu�?

N�o demore muito.

Querida, se voc� ficar entediada,

voc� pode simplesmente olhar para esta vis�o.

Mais cedo ou mais tarde isso vai nos levar de volta para o viaduto.

- Sr. Carter. - Sr. Prefeito.

Deixe-me apresent�-lo.

Ele � Charlie Towm, editor do jornal local, o Patri�t�nak..

Mr towm.

- Esta � Tess Howard. - Como voc� est�?

- Ela gerencia o "Centro Telef�nico". - S�rio?

S� que costum�vamos chamar de Diretor de Comunica��o.

E ele � Bill Mason. - o Xerife

- Prazer em conhec�-lo.

Por que voc� n�o se senta, Sr. Carter?

Use a cabeceira da mesa.

Obrigado. Eu n�o tinha id�ia de que tantas pessoas me receberia.

Ok, vamos come�ar.

Como voc�s sabem, fui contratado por Jeffrey Butler,

Herdeiro de Wilfred Butler.

Siga em frente, Mr. Carter.

Eu acredito que voc� se ofereceu para comprar a casa do meu cliente.

Culpa de Wilfred, n�s fomos for�ados por cartas escritas...

- � isso, Tess. - Mas � a verdade!

-Ele foi sempre um problema. - Sinto muito.

Ao longo dos �ltimos 20 anos que passei l�, eu tirava pessoa de l�.

Vagabundos, ladr�es e as crian�as m�s. Aqueles foram os piores.

Devido a n�o se ter nada o que se fazer com elas

Por causa dos humanos. N�o, n�o � por causa da falha humana.

E o que diabos fazer?

- Sim, ele foi considerado um homem amargo. - Ele odiava as pessoas!

- Deve ter sido dif�cil para ele. - Todo mundo odiava.

Eu odiava o homem. Bem, algumas pessoas gostavam.

A quest�o �, voc�s ainda est�o interessado na casa?

Se refere a casa do Sr. Carter?

Exatamente.

Por que agora?

Isso � com Sr. Butler, n�o?

Ele sabe que n�s n�o somos ricos.

A maioria de n�s, somos volunt�rios.

Eu amo esta cidade. Esta � a nossa casa.

- E, claro, voc�s querem a enriquecer. - Exatamente.

O cliente entende perfeitamente isso, e pode-se entend�-la.

� por isso que n�s oferecemos-Ihe a casa...

Por US $ 50.000. Somente em dinheiro. Amanh� ao meio-dia.

- Isso � uma enorme quantidade de dinheiro. - Mas � terrivelmente bons neg�cios tamb�m.

Dr. Wilton. V� para o banco agora.

Claramente formulado?

- Tudo isso em dinheiro. - Perfeito.

Eu estou esperando por sua resposta amanh�.

- Voc� passa a noite aqui? - Sim.

- Posso perguntar onde? - A casa "Butler".

Podem ser acomodados no motel como nosso convidado.

- N�o, obrigado, na casa est� bom. - Mas � o "Paradise Hotel".

Muito obrigado, mas temos uma causa pessoal para escolher a casa so Sr. Butler.

Se voc� quiser ligar, eu ficarei na linha.

N�o se incomode.

- N�o tem problema, fa�a uma ligadinha. - N�o h� nenhuma linha externa.

Ok, muito gentil. Obrigado.

A prop�sito, tem falado com o Sr. Butler?

Eu nunca o conheci em pessoa.

Ele me ligou para saber se eu tratava do assunto, eu disse que sim.

Em seguida, ele enviou as chaves do escrit�rio.

Sr. Prefeito, o xerife, o Sr. Towmane,

Sra. Howard. At� amanh�.

Para dizer a verdade, eu mal posso esperar.

Cara gentil.

Ele � um advogado famoso, Bill, isso poderia ser esperado.

- Eu n�o iria apresent�-los. - Voc� viu o jeito que ele olhou para n�s?

- Voc� viu as roupas dele? - Ele est� apenas fazendo seu trabalho.

Eu n�o gosto de advogados! Voc� acreditou no que viu?

Nada do que ele falou eu acredito.

e n�o acredito em nenhum outro.

Eu te amo. Querida, quando eu chegar em casa,

haver� uma surpresa para voc�.

N�o, eu n�o posso te dizer o que �, n�o seria uma surpresa.

N�o, voc� n�o pode ir para casa, mas eu estarei em casa em breve.

Querida, � claro que eu sinto sua falta.

Sim, a m�e est� ausente.

Laura, eu entendo.

Eu te ligo amanh�.

N�o, eu vou cham�-lo, eu quero falar com Jenny.

Na verdade, eu me sinto bem.

Voc� tamb�m, querida.

sobre o qu�?

Eu me pergunto, agora que conseguimos, o que fazer com ela?

Deve ser destru�do.

Ok. Ok.

Agora eu tenho que ir. Fa�a-me um favor, Tess.

Lique para Diane, diga a ela

Que eu Fui a Wilton, e vou chegar em casa mais tarde.

- Isto � incr�vel! N�o �? - Sim

Butler n�o estava mentindo. Ningu�m pode viver por anos.

- Que pena. - Foi a vontade de seu av�.

H� um zelador que mant�m a casa em um estado do jeito que era.

Que tipo de mem�rias voc� sobre isto?

Bem, esse � o problema, eu realmente n�o me lembro disto.

- � comum nos Estados Unidos. - Eu me lembro disso.

"Caminhe comigo, fale comigo e diz que eu sou seu. "

- Onde voc� aprendeu isso, querido? - Ouvi cantar nos funerais.

- Funerais? - Sim.

Eu cresci em Jasper, Georgia.

O dia � comemorado com flores.

H� muito tempo atr�s, talvez n�o fosse.

Foi s� abrir uma mercearia, ent�o eu comprei carne

ling�i�a, salada de batata, macarr�o coisas que voc� ama.

D�-me um pouco de carne e macarr�o.

N�o, n�o � salada de batata. Voc� escolheu o vinho?

Perguntei ao gerente da loja para ajudar a escolher um.

Que sorte. vinho de 1970, dif�ceis de encontrar.

- Eu posso beber um pouco? - Sim, claro.

Obrigado.

- Deveria ser maravilhoso. - O qu�?

As pessoas que viviam aqui, elas tinha certeza de que a vida � bela.

Eu espero que sim.

- Pelo menos eles acreditavam em algo. - S�rio?

Procure-o na lareira, o piso desta tabela,

mogno por toda parte. Voc� acharia que essa madeira est� em todo lugar, certo?

- Sim. - Errado. O design � forte mas superficial.

Sob as madeiras, existem duas camadas de pedra. A base � formada por oito fileiras de tijolos.

Um dia voc� vai vir aqui e destruir esta casa

e pequenas casas ser�o constru�das neste lugar..

H� uma abund�ncia terrena n�o utilizado aqui.

Um dia ir� chegar uma escavadeira para destruir esta casa

mas eu ficarei surpreso.

Umm reinado foi constru�do aqui, mas ningu�m usa.

- N�o? E o que acontece com o neto de Butler? - Ele � como todos os outros.

Ele s� quer ganhar dinheiro.

Pedindo-Ihe US $ 50.000 em dinheiro,

quando pelo menos 250 mil poderia ser pedido.

Mas eu n�o quero esperar.

Ent�o ele vai ser frio.

- Pra onde quer ir agora? - Ent�o...

Voc� sabe que a melhor coisa na vida � quando voc� espera para desfrutar as coisas.

N�o � mesmo?

Estamos perto de concluir, n�o �?

Claro, minha querida. Muito perto.

Eu n�o consigo encontrar as camas.

Basta olhar, querida.

Butler disse que a casa est� mobilada.

Sim, ela est� mobilado.

- Alguma nova? - N�o, senhor. Mas olhe para isso.

- Mais tem sobre futebol, certo? - Verifique na parte de tr�s.

- olhe bem ai em seus bra�os! - Eu n�o tenho tempo para isso. Ol�, Tess?

Qual � o telefone da casa de Butler? Ser� que isso funciona? Ligue agora, vou esperar.

Ol�? Ah, sim, Sr. Howard.

Sim, ele funciona perfeitamente. Foi bom voc� ligar.

Obrigado. Boa noite.

Querida, esqueci os cigarros no carro, eu vou estar de volta em um minuto.

- Okay. - E n�o tenha medo sozinha. - Eu n�o.

- Ser� que voc� comprou cigarros? - Sim, eu comprei.

- Posso fumar um? - Claro.

Muito estranho,

estes cigarros vendidos recentemente em tais caixas pequenas.

� para mim?

- Posso abrir? - N�o, ainda n�o.

Este para um dia depois de amanh�o.

� um aordem?

Sim, senhora, � uma ordem.

N�o!

- casa do xerife. - Bill, algu�m da casa Butler est� te procurando.

Ok, passe.

Ele est� na linha agora.

- Mr. Carter? - Eu n�o sou Carter.

- Quem �? - O propriet�rio.

- Butler? - Muito estranho, Butler n�o est� aqui.

Fale, n�o entendo!

Eu n�o posso. Estou doente. Venha aqui!

- O que � isso? Qual � o problema? - Carter se foi. Agora pode vir aqui?

- Tudo bem, fique em casa. - Eu estarei esperando. Mais depressa, por favor.

- Eu estou com medo. - Acalme-se. Eu estou indo.

- Mr. Butler, sim? - Tess! Estou de volta.

- O qu�? - Tess, eu quero v�-la novamente.

- Ol�? Quem � voc�? - Voc� me conhece, Tess.

Marianne.

Diga ao prefeito

Todos est�o esperando na casa do meu pai.

Tess, eu estou t�o solit�rio aqui.

N�o demore muito.

Al�! al�, al�...

Meu Deus, o que aconteceu com todo mundo?

Ol�?

- Maggie! Gra�as a Deus. - Qual � o problema, Tess?

Alguma coisa aconteceu. algo muito importante. Voc� poderia vir mais cedo?

Querida, eu apenas assisto a tv.

- Maggie, venha aqui! - Qual � o problema?

Ande, Maggie. Por favor, apresse-se.

Entre.

Est� aberto!

Ok, senhor, voc� pode parar por a�. O que voc� est� fazendo aqui?

O prefeito.

Por favor, venha novamente mais tarde, meu pai n�o est� aqui.

- N�o se mexa! - Vai prender minhas m�os?

N�o. Basta ficar a�.

- O que voc� est� olhando? - Eu me lembro de voc� na beira da estrada.

� por isso que eu tenho uma arma. Eu tenho medo de voc�.

- Isso faz sentido. - Obrigado.

- Estamos todos carregando uma arma? - Pergunte ao Sheriff quando ele chegar aqui.

- Eu o chamei. - Sinto muito ter que desaponta-la,

mas o escrit�rio do xerife est� vazio.

- Como voc� sabe? - Eu venho de l�.

Quem � voc�?

- Jeffrey Butler. - Voc� quer vender sua casa?

- Sim. - Voc� tem uma identidade?

- Vamos! - N�o ria. Por favor, documento pessoal.

Algum louco escapou do "Margaret villebol".

Certo.

Coloque-o sobre a mesa.

Agora volte.

Licen�a v�lida do motorista. Voc� est� com sorte.

Meu nome na carteira, n�o tem nada a ver com o louco que escapou.

Nesta situa��o as pessoas ficam confusas.

Ok, desculpe a arma. Meu pai foi para Wilton pegar dinheiro.

Eu s� quero entrar na minha casa.

O vice-comiss�rio do xerife tem a chave. Ele � o �nico que tem.

E onde posso encontr�-lo?

Va pela estrada e em um quil�metro.

Haver� uma casa branca com uma cerca branca. N�o tem como se perder.

- Obrigado. - por nada.

Feliz Natal.

Voc� tamb�m.

- Se ningu�m ligar em uma hora... - Ent�o o qu�?

Ligue para o prefeito e Mr. Towmanovot.

e ningu�m mais. Me prometa isso.

Eu prometo.

Anote mais, querida. Para que n�o esque�amos.

Chame o xerife � 301, um recado que eu estou indo para casa de Butler. Estaremos em contato.

Mas que diabos? que luz � essa?

- Oi. - Boa noite.

- Encontrou ele? - N�o, ela n�o estava l�.

Neste caso, o advogado n�o deveria estar em casa?

A porta estava trancada. Havia um carro ent�o peguei emprestado.

Quer dizer, que roubou?

Sim. Est� quente aqui.

- E se ele precisar do carro? - Ele vai me encontrar.

- Quem voc� est� esperando para o jantar? - Meu pai.

Toda quinta-feira temos jantar juntos. Voc� quer alguma coisa?

N�o, eu comi no Paradise Hotel.

Sim, eu sei que foi terr�vel.

- Quer uma bebida? - Sim.

U�sque barato, mas � o favorito por aqui.

- Gostaria de um pouco de gelo? - N�o, obrigado.

- Parece cansado. - Eu estou.

Bem, ent�o...

- Aqui est� o baratinho! - Sa�de!.

Por que voc� decidiu vender a sua casa?

Preciso do dinheiro.

Depois de todos esses anos?

Preciso agora.

E sobre a casa?

Voc� sabe, eu nunca vi o interior.

Quando Crian�a meu pai pediu para n�o ir na casa,

Poderia acontecer algo de errado comigo. tal como numa casa assombrada seria.

Eu nunca fui l�.

- Voc� quer vender, mas nunca a viu? - Sim.

Que p�ssimo. � a �nica atra��o aqui.

Ah, eu quase esqueci. A mulher no telefone.

Mandaram um recado pelo meu pai.

Supostamente est� na casa, querendo lhe receber.

- Que tipo de pessoa estaria esperando por mim l�? - Eu n�o sei.

Isso � tudo que eu sei.

- � melhor ir para l�. - Posso ir?

Para qu�?

Estou curiosa.

Suponho que voc� foi para Calif�rnia.

Calif�rnia. Ele disse que mora l�, lembra?

Eu viajo muito.

Jeff, olha! O carro do xerife.

H� alguma luz. Para ver a l�pide!

"Ele carrega a cruz para ser uma coroa. " Wilfred Butler. Meu av�.

- Algu�m deixou um par de �culos de sol. - � o xerife.

Meu advogado desapareceu, assim como o xerife. Misteriosas chamadas recebidas...

E ali estava algu�m t�mulo do meu av�.

Vamos embora.

- Voc� quer ir para minha casa? - Sim.

Mas eu n�o quero ir sozinha.

- Escute... - Eu n�o estou chateado. - Claro que n�o.

Estou com frio, Vamos nos movimentar.

Vamos sair daqui.

Ok.

Na ajuda que recebemos, apenas a 10 minutos de dist�ncia.

Boa noite, Sr. towm.

Feliz Natal.

- O detetive n�o est� aqui, nem towm. - Quem � o towm?

Vem v�.

Mr Towmane espere. Por favor, eu preciso falar com voc�.

Desculpe por isso. Este � Jeffrey Butler. Ele quer vender a casa.

Ele n�o pode entrar na casa, e meu pai foi para Wilton.

Ent�o pensamos...

- O que h� de errado? - O tess � mudo.

Tess.

- Ele foi para a casa do Sr. Butler? - Por que ele foi l�?

Eu n�o sei.

De qualquer modo, voc� tem que ir l� buscar a chave, e aqui vai ficar fechado.

- Tess disse odeia aquele lugar. - Voc� pode ir conosco?

- Diane pode ficar aqui. - N�s precisamos da chave.

Esta n�o � minha casa. Esta � a casa de Tess.

Bem, n�o � aqui. Voc� est� bem?

vamos para minha casa.

Por que viemos pra c�?

"Eu odeio l�"

Talvez ele queria se encontrar com a mulher.

Algu�m chamou o prefeito antes. Ela pode est� em perigo.

O que � isso?

Ol�, Jeff?

Al�! Algu�m a�?

Quem � essa?

Diane Adams. N�s conversamos sobre isso.

Traga o seu pai na casa. Aqui Marianne.

Diga-Ihe que tenho algo. Eu estou esperando

Quem � voc�?

Seu pai vai saber. Na v�spera do Natal de 1935.

Al�? Al�!

Xerife, eu vi o carro.

Bill? � voc�?

Tess, voc� n�o me ver, mas eu posso ver voc�.

Ah, sim, lembro-me esta face.

Voc� envelheceu e engordou..

Mas Tess,voc� ainda � voc�.

Voc� est� com medo, n�o �?

N�o tenha medo.

Eu vou ajud�-lo.

Pegue minha m�o.

Agarre-o, Tess!

A pessoa ao telefone falou sobre a v�spera de Natal de 1935.

Mas isto n�o � o come�o.

Em 1927, a casa Butler foi renovado por Wilfred Butler.

Em seguida, apenas casas costeiras,

Eu encontrei registros das reuni�es. Nada de especial.

Ent�o, em 1930, a mulher de Butler, Catherine morreu de tuberculose.

Come�ou em agosto de 1933.

A filha de Wilfred Butler, foi atacada e estuprada.

Seu nome, Marianne

Algumas pessoa foram convidadas para passar a noite.

Ela tinha 15 anos. quando foi estrupada

Marianne Butler, em maio de 1934, deu a luz seu filho,

Jeffrey Butler. Jeff.

No in�cio de 1935, o Dr. Robinson usou a casa Butler,

tratamento de doentes mentais.

Ent�o Butler confessou

que queria usar a filha na institui��o mental. Marianne nao acreditava no que estava se passando

Mas esta hist�ria n�o acabou ainda.

Isto tudo ficou estampado nas revistas e jornais.

mas por qu� fariam isso?

- Voc� me assustou. O que aconteceu? - O que aconteceu com...

Tess tem umas 40 gaiolas. Ele entrou em p�nico.

Todo mundo foi minha casa, mas a porta estava fechada por causa do frio.

Jeff, quantos anos voc� tem?

Estou com quantos anos? voc� quer saber quantos anos eu tenho?

Muito se l� sobre a sua fam�lia nos jornais...

- Eu n�o quero falar sobre a minha fam�lia. - Espere um minuto.

Uma mulher ligou e me disse que se chamava Marianne.

- Esse era o nome de sua m�e, n�o �? - Minha m�e morreu no parto.

- � por isso que comecei a viajar. - Os trabalhos t�m sido diferente?

Qual � o seu ponto?

Eu pensei que eu deveria ler algo para seu pr�prio bem.

Voc� pode me dizer sobre o meu passado ou qualquer coisa que me faria bem.

- Onde est� as not�cias? - Em cima da mesa.

Agora eu entendo porque eles mentiram. Eu n�o sabia nada sobre isso.

Jeff, sua m�e pode est� viva. Talvez esteja esperando por voc� em casa.

Eu n�o sei.

Vamos. N�o h� mais passeios. Vamos indo.

� o carro de Town!

Vazio.

Jeff, olha!

- Oh, meu Deus! - N�o venha aqui!

Foi towm!

Espera a�!

Ele se foi.

As m�os...

Algu�m cortou suas m�os.

Voc� o matou. Voc� matou Towmant!

- Tentou pedir ajuda. - Voc� o matou!

Entra no carro.

A casa Butler.

As chaves! Ele os levou.

- Ol�? - Ol�, Sr. Prefeito.

- Sim o qu�? - Eu sou Marianne Butler.

Estou na minha casa. N�o quer vir, Sr. Prefeito?

N�s estamos em uma reuni�ozinha.

Est�o todos aqui.

At� mesmo a sua filha.

Eu escrevi isso, eu sabia que ningu�m nunca iria ler.

A minha filha amada, O meu neto, Jeffrey, tamb�m.

Eu escrevi para mim mesmo, na esperan�a de que o perd�o se � poss�vel.

E eu escrevi para voc�, Marianne.

Que arruinou sua juventude e inoc�ncia.

Em 1936, um m�dico que tratou a minha filha por um ano.

Eu acreditava que ele podia cur�-la.

Jeffrey nos levou para a Calif�rnia.

Reunimos em minha casa.

M�dicos que trouxeram para morar l�, e trazer outros pacientes.

Eu me lembro dela. N�o tinha nenhuma crian�a mais feliz na terra.

Senhoras e senhores, um pouco de calma, por favor. Eu gostaria de fazer um brinde.

Grande!

O primeiro Natal que eu sabia que eu devia fazer.

N�o para mim, mas para a crian�a desamparada.

Para configurar esta facilidade. Amigo nos...

Tudo o que sei � que voc� tem que se livrar dessas pessoas...

que mentem

De p� por favor?

Eu estava apenas gastando e brincando naquela noite feito um est�pido.

Estas celebra��es. Eu n�o esperava outra coisa deles.

Mudou-se para a minha casa, e se comportava como se fossem donos.

Eles se comportaram como parentes distantes, com pouco remorso.

Mas no final, eles n�o foram capazes de conter a gan�ncia.

O jantar seguido de dan�as e bebidas continuou como de costume.

Robinson sempre sorriu para mim e tentava acalmar.

Ele esperava que eu acreditasse nele, porque ele n�o tinha outra escolha.

"Wilfred, confie em mim.

Acredite que Marianne se recuperou.

Agora eu vejo a luz no fim do t�nel. "

Confie em mim. H� uma luz.

H� uma luz no fim de um longo t�nel.

Fique onde est�, doutor. Vou pegar um pouco mais de champanhe.

Ele estava cheio. Eu sabia. Ele estava b�bado, e estava cheio de complac�ncia.

e eu deixei.

Minha crueldade com marianne, ela j� era mulher

Eu estava apaixonado por ela.

Eu era o pai dos nossos filhos, Jeffrey.

Eu fiz isso para ele.

Mas naquela tarde, eu jurei

Eu apenas quero salvar minha crian�a.

Eu estava esperando para fugir com ela de minha casa.

E eu queria libertar os outros pacientes, pois

muitos eram torturados pelos m�dicos.

Eu sabia o que eles poderiam fazer com os pacientes, quando can�ado.

E a culpa � minha. Eu sabia.

Mas ainda a libertei.

Quando os pacientes se dirigiu para a casa,

e fui para o meu carro para lev� Marianne.

Eu n�o sei exatamente quando ela desapareceu de mim.

Eu acredito que quando a vi na sala de jantar, com os pacientes

acreditei que ela estava em casa, eu n�o gostei, claro.

Ent�o eles a mataram tamb�m.

Mais tarde, houve uma celebra��o.

E a maioria dos pacientes escaparam. Eu n�o sei como.

Mas eu nunca vou esquecer o que voc� fizeram com minha crian�a..

Desde as pris�es de Natal at� o final.

Anonimamente. Como um animal.

Absorvi a amargura

contanto que cada individuo tem sua �poca.

At� chegar sua vingan�a.

Jeff?

Jeff...

A vida de Wilfred Butler.

� ainda de sua casa.

Seu av� morreu em 1950.

Queimou at� morrer em casa.

Jogaram gasolina no meu av�...

Um homem sem teto que aqui estava fez isso

Eu acredito que foi isso que aocnteceu. Eles ainda acreditam nisso.

Esta casa virou um hospital de doentes mental.

Um massacre com paciente ocorreu. Tess, towm, o xerife e seu pai.

N�o!

Todos mataram minha m�e, Nesta sala.

Quem est� a�?

Quem est� a�?

- Butler! - N�o fa�a isso!

N�o! N�o...

Oh, Deus, n�o!

Pai?

- Pai? - Diane?

Jeff?

Jeff. N�o!

- Jeff, por qu�? Por qu�? - Desculpe-me...

Marianne!

N�o! N�o! Socorro!

- Socorro! - N�o fuja! Eu sou seu pai!

N�o tenha medo, n�o quero te machucar.

Tudo est� bem.

Eu n�o vou te machucar. Eu preciso de voc�!

Voc� n�o me reconhece? Eu estive esperando.

Por favor.

Por favor.

Ajuda. Socorro!

Chorei a noite toda com ele.

Na parte da manh�, sem mais nenhuma l�grima.

Eu sei que meu pai e Jeffrey talvez tenham sidos assassinos.

Mas simplesmente que eles foram as �ltimas v�timas da casa da v�tima.

E agora, um ano depois, a casa de Wilfred Butler ser� destruida e virar� p�.

Mas ningu�m pode destruir minhas mem�rias do que aconteceu aqui.

Sincronia: Fernando Thomazi

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