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Original subtitles

Anteriormente...

E esse, pessoal, � o princ�pio no qual a Odker foi constru�da.

Solu��es simples para problemas complicados.

Odin. Meus amigos me chamam assim.

N�o sei se seremos amigos.

Salvei centenas de vidas.

Voc�s entendem a mente criminosa.

Juntos, podemos evitar muitas trag�dias.

O que te faz pensar que n�s considerar�amos

entrar no seu grupo de executores?

Pode ser legal prevenir assassinatos, �s vezes.

Watson e eu estamos muito interessados.

Mas teria que ser do nosso jeito.

Ter�amos que verificar todos casos at� termos total certeza

antes que voc� fa�a o irrevers�vel.

Pegamos tudo. Agora, abriremos um caso.

Toda a NSA est� no bolso do Odin, ou s� voc�?

Chegou a esse ponto, n�o �?

O que � um pequeno assassinato se pode impedir o pr�ximo 11/9?

Odin n�o quer machucar ningu�m,

mas acho importante voc� saber que ele pode machucar todos.

Como foi com McNally?

NSA abriu o caso, ent�o, n�o h� mais nada que possamos fazer.

- � isso que voc� faz aqui. - Estou trabalhando.

N�o atendeu a liga��o da Delegacia de Maricopa.

Pareceu estranho para mim. Achei que nunca tinha ido ao Arizona.

N�o na vida, pelo menos.

Estou investigando um homic�dio em Phoenix.

H� duas semanas, um cara chamado Parker Landis

voltava para casa, e bateram atr�s dele.

Ele saiu do carro para gritar com o outro cara.

Ent�o o cara atirou nele e fugiu.

Ningu�m viu direito o rosto e nem a placa do atirador.

H� in�meros casos para resolver aqui em NY.

Se est� atr�s de viol�ncia banal,

n�o precisa ir al�m da Alameda do Rio Bronx.

Esse � o problema. N�o acho que esse caso seja banal.

Tenho tentado recriar a colis�o

pois acho que quem matou Parker bateu nele de prop�sito.

Por que ele faria isso?

Por causa disso.

H� dois dias, a irm� dele foi limpar o apartamento dele

e achou um dep�sito com amostras de botulismo.

Ele deve ter roubado do laborat�rio que trabalhava.

Tamb�m achou um lista restaurantes nos arredores.

Landis planejava um envenenamento em massa?

Mas ele foi morto antes de poder fazer isso.

Acha que Odin Reichenbach fez isso.

Ele orquestrou a morte de Landin para o impedir de fazer isso?

Parece ser ele, n�o?

A liga��o que n�o atendi era da detetive que o investiga.

Determinou que foi um crime de ira no tr�nsito.

Mas lhe deixei um SMS para ela olhar de outro jeito.

- Voc� lhe contou sobre Odin? - N�o.

Um bilion�rio megaloman�aco matando algu�m preventivamente

que diz algo errado em um e-mail?

Ela me acharia uma louca.

Passei-lhe meu n�mero e disse que podia me contatar

se ela quisesse ajuda para identificar o assassino.

- Deveria desistir disso. - Como assim?

Se a detetive nos passar o arquivo,

pode ajudar a achar o atirador. Prejudicar Odin.

N�o problema nosso.

Odin Reichenbach t�m muitos recursos e poder.

Quem o investiga tamb�m,

por isso deixamos isso nas m�os da NSA.

Foi uma decis�o m�tua, voc� se lembrar�.

- Claro, mas... - Posso falar sobre isso

com o agente McNally. Tenho certeza que ele gostar�.

Mas, no futuro, devemos deixar isso para a NSA.

Nos meter no caso deles, pode nos trazer problemas.

Parem com isso!

Qual �, galera, fiquem quietos!

Espero que seja algo bom.

O que deu em voc�s? Vamos, relaxem.

Calma, a mam�e est� aqui.

O que foi? Quietos, acalmem-se.

Boris, o que � isso?

Quem te deu um bife?

O qu�?

The Marines apresenta:

7� Temporada | Epis�dio 09 "On The Scent"

Watsons: Lisia | Franz MBrasil | soma

Holmes: MissG & John

Quer legendar conosco? the.marinesbr@gmail.com

- Tem gente. - O que � isso?

O qu�? Um amigo meu entrou em contato...

Um amigo meu da pol�cia francesa entrou em contato

Algu�m roubou e afundou um iate na costa de Toulon.

Revisei o arquivo, e acho que a pol�cia entendeu errado.

Acho que o ladr�o primeiro roubou o barco depois o saqueou.

Isso � um experimento com arrombamento de cofre submerso.

N�o, o que � isso?

Achei sob uma pilha de livros na biblioteca.

Disse que entregaria ao agente McNally h� dois dias.

Eu iria, eu vou. � que estive ocupado. Desculpa.

Sabe o quanto isso � importante. Pode ser muito bom contra Odin.

- McNally preciso ver isso. - E ver�, s� n�o ser� agora.

Precisam de n�s na 11�. Parece que precisam de todos.

A pol�cia precisa de ajuda para encontrar um fantasma.

O fantasma do Brooklyn.

Assassino em s�rie mais estranho que j� vi. Lembram dele?

Claro, do in�cio dos anos 2000.

Estava no meio da minha resid�ncia. Li sobre ele.

Eu estava em Londres. Nunca ouvi falar dele.

Ele matou quatro pessoas?

O DNA dele apareceu numa cena de crime em Buschwick,

em janeiro de 2000. Ele matou mais tr�s pessoas na regi�o

nos nove anos seguintes.

N�o havia um padr�o consistente nas v�timas dele.

- MO diferente todas as vezes. - � incomum em assassinos.

Tamb�m � incomum que parem sozinhos,

mas ach�vamos que, talvez, tivesse feito isso.

10 anos se passaram sem acharmos DNA dele em nada.

Acharam que ele tinha morrido ou se aposentado.

Mas ent�o, matou de novo h� duas noites.

Caroline Gibbs. Conhe�o esse nome?

Se gostar de esculturas, sim.

Ela era uma artista, fazia coisas de metal.

Morava em Staten Island.

Disseram que os c�es n�o paravam de latir.

Foram checar, acharam Caroline com a cabe�a rachada.

A arma do crime � um peda�o de sucata de metal,

o assassino achou na cena.

n�o nos ajudar� a achar o cara, mas isso pode ser que ajude.

- Parece um peda�o de camisa. - � do assassino.

A per�cia achou que um dos c�es da v�tima foi atr�s dele,

- e arrancou esse peda�o. - Detetives da 125

pegaram o caso. Estavam indo atr�s de um artista rival,

algu�m que tinha uma rixa com a Caroline.

Mas a an�lise desse tecido foi conclu�da.

Tem o DNA do fantasma nele.

Isso � tudo que temos sobre o cara.

Todos os quatro primeiros casos, e o mais recente.

Toda essa investiga��o foi passada para n�s,

ent�o, vamos nessa.

Megan morreu h� 15 anos.

De certo modo, sinto como se a tivesse perdido ontem.

Quando pararam de falar

do Fantasma do Brooklyn no jornal.

Esperava que significasse que ele estava morto.

Finalmente no inferno, onde ele pertence.

Vamos ach�-lo desta vez, sr. Hutchins.

Disse que achou que eu poderia ajudar voc�s.

Como?

Durante a s�rie original de assassinatos,

voc� chegou perto

de testemunhar um crime do Fantasma.

Temos seu testemunho, mas achamos que ajudaria se voc�

repassasse o que viu na noite em que encontrou Megan.

Sabemos que � dif�cil.

Mas � luz da morte recente,

qualquer detalhe que pare�a banal � �poca

pode ser muito importante agora.

Na noite em que ela morreu, era para irmos jantar.

Eu fui busc�-la,

mas ningu�m atendeu quando bati na porta.

Ent�o olhei pela janela, e...

Ela estava no ch�o.

Com a corda no pesco�o.

Eu quebrei a porta e corri at� ela, mas...

- Ela j� estava morta? - Sim.

O corpo dela ainda estava quente.

Por pouco n�o o vi.

Viu algu�m suspeito quando se aproximou da casa?

N�o.

Mas ouvi esse barulho.

Era o carro do meu genro na rua atr�s da casa.

O marido da Megan, Dean Voight?

Eu reconheceria o som daquele carro em qualquer lugar.

Sempre dizia que ele precisava trocar a correia de ventoinha.

No arquivo fala que Dean disse � pol�cia que estava

trabalhando na garagem aquela noite.

Ele tinha sa�do para comprar mantimentos

por volta da hora em que voc� chegou.

N�o que ele tivesse alguma comida com ele

quando ele voltou e achou a casa cheia de policiais.

Acha que ele mentiu?

Eu pensei que ele havia matado Megan.

Todos pensaram.

Acontece que ele a estava traindo.

Mas,

o DNA na corda combinava com o do Fantasma do Brooklyn,

e Dean tinha �libis para as outras mortes.

Sabe onde podemos encontr�-lo?

Claro. Cemit�rio Frost, no Queens.

Ele est� morto? Atirou em si mesmo.

29 de Julho de 2005.

Anivers�rio de morte da Megan.

Havia um bilhete. Que dizia, "Sinto muito".

- Por? - Matar-se.

N�o pelo papel dele na morte da Megan?

N�o. Quero dizer,

havia um teste de DNA que apontava para outra pessoa.

Voc� sempre achou que ele era o culpado.

Sim.

Ele estava l� naquela noite.

Achei que ele estava fugindo do local.

O cara se mata no anivers�rio de morte

da esposa que ele n�o matou? Parece certo para voc�?

Talvez valha a pena dar outra olhada no DNA.

Seu lado mais para cima, Aspen.

Alinhem isso. Vamos.

Estes s�o intensos.

- Galeria fechada, meu bem. - Voc� � Carson Mayfield, certo?

O buffet.

Na verdade, meu nome � Joan Watson,

sou consultora da pol�cia.

Estou investigando a morte de Caroline Gibbs.

Os detetives de Staten Island me sugeriram falar com voc�.

Podem nos dar um momento, por favor?

Voc� disse que Caroline est� morta?

Est� dizendo que n�o sabia?

Estive completamente ocupado, preparando essa abertura.

Aconteceu ter�a � noite, por volta das 20 h.

Pode me dizer onde estava nessa data?

Em casa, trabalhando.

- Sozinho? - Sim.

Estou confuso. Acha que eu matei Caroline?

Ouvi que voc�s brigaram feio h� um m�s.

Meu Deus.

Pode me dizer o por que da briga?

- N�o era uma briga de verdade. - N�o � o que a pol�cia soube.

N�o, n�o est� entendendo.

Literalmente n�o era real. Era inventada.

Ela jogou uma bebida em mim em uma festa.

N�s gritamos, nos insultamos online.

Mas era tudo encena��o.

Est�vamos organizando uma exibi��o juntos,

para o pr�ximo ano, e pensamos

que adicionar�amos um interesse extra se n�s,

voc� sabe, agit�ssemos as coisas.

Est� dizendo que a briga foi um golpe publicit�rio?

Exato. Fazer acreditarem que est�vamos em guerra

e ent�o nos reconciliar atrav�s da arte.

Aqui, vou mostrar a voc�.

Isso foi semana passada.

Caroline era uma artista brilhante

e uma amiga muito querida.

A morte dela � uma trag�dia para mim em todos os n�veis.

O assassino deixou DNA na cena.

Se importaria em dar uma amostra � pol�cia?

O que for preciso.

Mas n�o sou o �nico que deve ser testado.

Enquanto estava com Caroline,

esta cara apareceu e exigiu falar com ela.

Eles sa�ram, e imediatamente, ele come�ou a gritar com ela.

Ent�o fui l� fora, me certificar que ela estava bem.

O que est� fazendo?

- Desligue isso. - Eu filmei voc�.

Eu disse para desligar!

- Quem � ele? - O vizinho de Caroline.

Ela disse que o nome era Benjamin ou algo assim.

Sabe o porqu� de tanta raiva?

N�o ouvi tudo o que ele disse,

mas tenho certeza que ouvi a palavra "caso".

Ent�o acha que ele estava dormindo com Caroline?

N�o queria pensar isso. O cara era um babaca.

Quando ele saiu, Caroline disse que n�o queria falar sobre isso.

Digo a voc�, um assassino se assemelha a ele.

Nome dele � Benjamin Long. Ele � vizinho de Caroline Gibbs.

O artista com quem falei os viu discutir semana passada.

Ele acha que estavam tendo um caso.

- Acha que � o Fantasma? - At� onde sei,

ele sempre viveu em Nova York.

E estaria aqui nas primeiras mortes.

Ele n�o � o Fantasma.

- Seja quem for, n�o � ele. - Como sabe?

Porque Marcus e eu encontramos o Fantasma.

Ele est� na sala de interroga��o.

N�o sei com o que esperava que o Fantasma se parecesse,

- mas n�o era com ele. - O nome dele � Albert Wu.

Ele � um gerente na Northeast Med Tech.

- Conhe�o essa empresa. - Eles fazem o kit de DNA

usado pelo departamento.

Sr. Wu come�ou a trabalhar para eles em 1999,

um ano antes do Fantasma se tornar ativo.

Passou 10 anos trabalhando na f�brica,

empacotando os cotonetes de coleta de DNA.

Est� brincando comigo.

Em 2009, ele foi promovido a gerente

e parou de ter contato direto com os cotonetes.

At� uns meses atr�s, quando ajudou um colega

cobrindo alguns turnos no empacotamento.

Foi a primeira vez que ele foi na f�brica desde a promo��o.

Ent�o, a raz�o para n�o ter um padr�o

nas v�timas do Fantasma do Brooklyn,

e o motivo de ningu�m o achar...

� porque o Fantasma do Brooklyn n�o existe.

Era s� o sr. Wu contaminando cotonetes de exames de DNA.

Ele tem uma doen�a chamada hiperidrose.

Ele sua muito, supomos que seja o problema.

- Como o encontrou? - Falamos com o parente

de uma suposta v�tima do Fantasma.

Ele acreditava que o culpado era o genro dele.

Ap�s rever o caso, tamb�m acreditei.

Mas os resultados de DNA indicavam o Fantasma.

Investigamos outro caso similar com o do Fantasma,

come�amos a examinar os testes de DNA,

e acabamos na Northeast Med Tech.

Pode cancelar os ca�a-fantasmas, Capit�o.

Albert Wu n�o feriu ningu�m, incluindo Caroline Gibbs.

Acabo de falar com a chefe de detetives,

Ela quer os casos do Fantasma devolvidos �s equipes originais

para reavalia��o e refer�ncia.

A boa not�cia � que muitos policiais

poder�o fechar casos antigos.

Fica f�cil identificar o assassino

quando o DNA errado n�o contamina a �gua.

Esse era o marido, esse o namorado.

- O chefe. - A madrasta perversa.

E a Caroline Gibbs?

Estamos investigando. O vizinho, Benjamin,

o que te falei sobre, est� vindo para uma entrevista.

Mais alguma coisa?

Pedimos ao laborat�rio analisar a manga da camisa

encontrada no local. Infelizmente,

ao descartar Albert Wu, n�o h� DNA humano.

Nenhum DNA humano?

Aparentemente um dos c�es pode ter mordido a manga.

O DNA restante era canino.

Sherlock e eu visitaremos quem apareceu em hospitais

com mordidas desde o assassinato.

Com sorte, o c�o mordeu mais que s� a camisa do assassino.

Sim, sou eu. E da�?

� voc� gritando com uma senhora que teve o cr�nio esmagado

uma semana depois.

O homem que gravou isso achou que estavam dormindo juntos.

Ele devia estar b�bado. � rid�culo.

E francamente, ofensivo. Sou casado.

Por que estavam brigando?

Os cachorros dela. Nunca param de latir.

Estava trabalhando em casa no dia.

Pedi a ela que os acalmassem.

Disse que chamaria a pol�cia se n�o se calassem.

Discutimos, fim.

- Isso � motivo para matar? - Matam por menos.

Achamos que um dos c�es dela mordeu o assassino.

Podemos ver seus bra�os?

N�o tive nada a ver com a morte de Caroline.

Nem estava em casa na noite que ela morreu.

Estava em um jantar de neg�cios.

Ent�o s� precisa dizer quem estava l�

e como podemos contat�-los.

Se ficar bravo com Caroline � o bastante para parar aqui,

voc� ter� que chamar o bairro inteiro.

- Do que est� falando? - Ela n�o era cidad� exemplar.

C�es latindo, homens estranhos a visitando.

- M�sica alta o tempo todo. - Como assim, homens estranhos?

Punks batendo na porta dela em horas incomuns.

Eles s� ficam por uns minutos, depois v�o embora?

Tenho que soletrar? Ela vendia drogas, obviamente.

Se quer saber, foi por isso que ela morreu.

Esther Kelton? Sou Marcus Bell, detetive da pol�cia.

- Este � meu colega, sr. Holmes. - Ol�.

Podemos fazer algumas perguntas?

Claro. Sobre o qu�?

Voc� foi ao hospital h� 3 dias, sr. Fowler?

Ouvimos que foi atacado por um c�o.

Golden retriever.

Estava caminhando em Central Park,

ele veio do nada. Pulou e agarrou meu bra�o.

Isso? N�o � nada.

Peguei o Bingo h� duas semanas. Ele ainda � um filhote.

Estava o alimentando. Ele se empolgou demais.

Eu estava em uma festa. Est�vamos adivinhando filmes,

e eu tirei "C�es de Aluguel".

Ent�o fiquei engatinhando e latindo,

e o d�lmata da minha amiga se irrita e ataca.

- Por que pergunta? - Por que ligam para isso?

Eu n�o quero que o c�o v� para o canil.

H� tr�s noites uma mulher foi morta em Staten Island.

Achamos que um dos c�es mordeu o assassino.

- Minha nossa. - Poderia nos dizer

- onde estava h� tr�s noites? - Na academia.

Umas 100 pessoas devem ter me visto.

Jogo bridge segundas � noite. Toda semana, desde 1981.

Fui ao cinema. Acho que ainda tenho o recibo.

S�o todos seus celulares, sr. Fowler?

S�o meus.

- Atr�s daquele diz: "Mandy." - Sim, � minha namorada.

Se olharmos os outros celulares, ter� uma Mandy nos contatos?

Voc� roubou esses celulares, sr. Fowler?

N�o � quem esper�vamos prender, mas n�o temos escolha.

Watson disse que fez descobertas na casa de Caroline Gibbs.

Ela disse para a encontrarmos l�.

Voc� vai. Eu levo o idiota � delegacia.

Encontro voc�s depois.

A� est� voc�.

Deu sorte com as v�timas de mordida?

Nenhuma. Se foi mordido por um c�o,

n�o foi tratado em um hospital.

Voc� disse ter achado prova da Caroline Gibbs vender drogas.

Sim, meio quilo.

- Folhas de Erva, de fato. - Vizinhos de Caroline dizem

que gente estranha vinha comprar drogas.

Esperei que tivesse uma lista de clientes,

mas come�o a acreditar que era esperta demais.

- Mas vale a pena investigar. - Como foi com McNally?

- Voc� o viu essa manh�? - Bom.

Dei-o uma c�pia do seu dossi� do tiroteio em Phoenix.

Ele ficou grato. Disse que investigariam.

Voc� sabia que deixa um ind�cio

quando mente, mas somente eu percebo?

- Voc� viu aquilo? - Voc� acaba de mentir

ao dizer que deu a McNally o que encontrei.

- Watson. - Conte logo.

- Certo, eu menti. - Por qu�?

Porque n�o quero que voc�, Marcus ou o Capit�o

ou algu�m que me importo seja morto.

- O qu�? - McNally n�o tem inten��es

de acabar com a opera��o de Odin.

Na verdade, ele far� de tudo para manter.

Ent�o ele faz parte disso. Desde quando sabe?

Faz semanas.

Deixou claro quem s�o os aliados dele,

quando amea�ou todos que conhecemos,

se n�o pararmos de investigar.

Desde quando preciso ser protegida da verdade?

N�o fiz isso para te proteger, fiz para te poupar.

- De qu�? - De ter que mentir para todos.

O Capit�o foi baleado por causa do Odin

e n�o podemos dizer isso a ele. Nem ao Marcus, nem a ningu�m.

Saber um segredo desses,

saber a verdade de um ataque que quase matou um amigo

e ficar quieto, � corrosivo.

- Conversaremos mais tarde. - E por que n�o agora?

Porque outros mentiram para mim hoje.

O vizinho da Caroline estava chateado por um caso,

s� que n�o era o dele.

Benjamin disse que contou que Caroline vendia drogas.

- � disso que se trata? - N�o.

� sobre o caso de voc�s.

O qu�?

Falamos com um artista, amigo de Caroline.

Ele viu seu marido e ela discutindo na semana passada.

Ouviu sobre um caso e pensou que fossem Benjamin e Caroline.

Mas depois achei longos fios de cabelo rosa

nas cerdas de uma escova no quarto dela.

Onde estava na noite em que ela foi morta?

Aqui em casa.

Seu marido disse que estava em um centro de neg�cios.

N�o machuquei Caroline. Nunca faria isso.

Eu a amava.

Receio que isso n�o a exima de culpa.

Todos os dias, 2,5 mulheres s�o mortas pelos parceiros.

Ent�o, temos que cobrir nossas bases estat�sticas

com um pouco mais do que a sua palavra.

Quando foi a �ltima vez que a viu?

Foi na noite que ela morreu.

Eu estava lavando a lou�a na cozinha.

Eu a vi pela janela.

Ela estava vestindo o equipamento de solda.

Imaginei que estivesse trabalhando.

- Que horas foi isso? - �s 21 h.

Na verdade, foi �s nove em ponto.

Sei disso porque o alarme do meu rel�gio toca

na hora de tomar meu rem�dio para tireoide.

Ou voc� est� enganada, ou est� mentindo.

A hora da morte de Caroline foi estimada em 20h30.

Na mesma hora que outros vizinhos ouviram

os cachorros come�arem a latir.

O legista raramente erra quando o corpo � achado logo.

� improv�vel que ela estivesse andando depois de morrer.

Talvez n�o fosse ela.

Voc� disse que ela usava o equipamento de solda.

Imagino que isso inclu�a uma m�scara.

Sim, cobria o rosto dela.

Acha que o assassino se disfar�ou de Caroline

para esgueirar-se pela casa.

� prov�vel que a rede social tenha fotos dela trabalhando.

Jeans e m�scara de solda s�o um visual f�cil de copiar.

Ent�o, se n�o foi Caroline que eu vi naquela noite,

e sim a pessoa que a matou,

- por que ia querer o cachorro? - O cachorro?

Ollie, o pastor alem�o.

Quem quer que seja, estava com ele preso � coleira.

A ASPCA tirou cinco c�es da casa da Caroline,

depois que o corpo foi descoberto.

Nenhum deles era pastor alem�o.

N�o sei o que dizer. Com certeza estava com um.

Certo. Obrigado.

A ASPCA n�o tem registro do cachorro que voc� descreveu.

N�o sei se ajuda, mas este � ele.

Caroline adotava c�es de resgate.

Eles estavam sempre entrando e saindo,

mas eu n�o esqueceria do Ollie.

Ser� que n�o ficou tempo demais?

Ela adotava animais que iam e vinham com frequ�ncia.

H� seis vasilhas de cachorro e apenas cinco coleiras.

Acho que o levaram.

Investigamos v�rios motivos para a morte da Caroline

e achamos todos insatisfat�rios.

E se n�o era a vida dela que o assassino queria...

Mas sim o cachorro?

O nome dele � Ollie.

At� onde Joan e Sherlock sabem,

ningu�m o viu, desde a morte de Caroline Gibbs.

N�o me diga que ele � suspeito.

Achamos que foi por causa dele que o assassino entrou na casa.

Ele queria roubar o cachorro?

Ollie era um dos seis que Caroline adotou.

O problema � que a ASPCA s� recolheu

cinco da casa dela, ap�s a morte.

Pastores alem�es valem mais do que eu imaginava?

Tenho certeza que n�o foi por dinheiro.

Hoje de manh� liguei para organiza��es de resgate.

Descobri que Caroline pegou Ollie de um lugar

chamado The Doghauser, h� quatro meses.

- Onde ele estava antes disso? - Engra�ado voc� perguntar.

- Ele era um c�o policial? - Unidade K-9, da 36�.

Ficou l� cinco anos e se aposentou no ano passado.

- Farejador de bombas? - Narc�ticos.

De acordo com a ficha, era bom nisso.

Ajudou em v�rias pris�es bem-sucedidas.

O ex-parceiro dele est� vindo falar comigo,

caso queira juntar-se a n�s.

Ollie e eu trabalhamos juntos por cinco anos.

Melhor parceiro que j� tive.

Sei que parece estranho, mas Ollie n�o era s� um c�o.

Ele � um policial. Um de n�s.

- T�m que traz�-lo de volta. - Estamos fazendo o poss�vel.

Soube que Ollie foi aposentado ano passado?

Sim, ele teve displasia da anca.

Minha namorada e eu quisemos adot�-lo,

mas subir tr�s andares n�o � bom para um pastor alem�o de 45kg,

com quadris inst�veis. Foi para um grupo de resgate.

Ele ter sido levado...

Pode ter alguma coisa a ver com voc�?

- Comigo? - � �bvio que voc� gosta dele,

talvez o tenham levado para atingir voc�.

Acho que n�o.

N�o se faz muitos inimigos na unidade K-9.

Sou s� o cara que aparece com um c�o e acha as drogas.

- E o Ollie? Ele tinha inimigos? - Ele � um cachorro.

H� alguns anos, o cartel Urabe�os na Col�mbia

pagou US$ 70 mil para matarem um c�o policial,

pois ele farejava os carregamentos dele.

- Mas Ollie estava aposentado. - N�o digo que tem l�gica.

Mas cart�is guardam rancor.

Talvez quisessem provar algo e a v�tima cruzou o caminho.

A especialidade do Ollie era maconha.

Ent�o, a maioria dos caras que prendemos eram maconheiros.

N�o eram os bandidos mais sanguin�rios.

N�o sei de ningu�m.

N�o sab�amos que Ollie tinha uma especialidade.

A maioria dos nossos c�es tem.

Meio ir�nico, n�o �?

C�o farejador de maconha adotado por traficante.

N�o sei se � ir�nico, mas pode n�o ser coincid�ncia.

Achei que agora fosse bom acabarmos nossa conversa.

Como agi na situa��o de Odin Reichenbach.

Imagino que tenha mais perguntas.

N�o tenho perguntas, tenho sentimentos intensos.

E entendo muito bem como Odin � poderoso.

Entendo por que n�o me disse

o que acontecia com a investiga��o.

Quer dizer, n�o gostei, mas entendo.

Ainda assim, isso n�o muda o fato

dele ser perigoso demais para ignorar.

Temos que encontrar um modo, n�o podemos acatar.

Voc� achou que s� fiz isso?

No �ltimo m�s, estive tentando alcan�ar meus contatos no SIS.

� delicado.

Odin tem muito alcance online,

fui limitado a canais anal�gicos.

� por isso queria te dar isso.

Quando a minha mensagem chegar �s partes apropriadas,

Agentes da Coroa v�o telefonar para esse celular.

- Por que dar para mim? - Porque eu confio em voc�.

E quero mostrar que sou digno de sua confian�a tamb�m.

Menti para voc� uma vez sobre Odin.

N�o vou faz�-lo novamente.

- Marcus, n�s dois na escuta. - Algumas coisas.

O laborat�rio diz que a maconha achada na casa de Caroline Gibbs

� de uma estirpe particular de sativa.

A �ltima vez que viram algo igual

veio de um ponto em Staten Island.

Perto de onde Caroline morava?

Sim, era de alguns traficantes de uma gangue mexicana.

Los Santiagos.

Tamb�m achei que deviam saber

que Ollie, o c�o policial, tinha uma especialidade.

Ele era �timo em farejar maconha.

Talvez dev�ssemos nos apresentar a Los Santiagos.

Se eram fornecedores de Caroline,

talvez soubessem que ela tinha um c�o policial.

Sim, tamb�m pensei nisso, mas acha mesmo

que ela falaria com eles sobre os c�es?

N�o sei. Donos de animais falam com todos sobre seus pets.

Nosso carteiro sabe a hist�ria da vida de Clyde.

Mas se Los Santiagos sabiam sobre Ollie,

- o que iam querer com ele? - Talvez eles queria us�-lo

para testar o m�todo de contrabando.

Ollie seria um bom can�rio na mina de carv�o cannabis.

Aqueles no neg�cio de maconha sempre experimentam

novos materiais de embalagem, agentes de mascaramento,

at� mesmo inova��es na agronomia da pr�pria planta.

Se Ollie percebesse, eles iriam voltar � prancheta de desenho.

Se ele n�o, eles teriam um modo mais seguro de mover o produto.

O l�der da Los Santiagos em Nova York � Enrique Ruiz.

A Narc�ticos disse que ele fica em um OTB que ele possui.

Querem ir comigo para uma visita?

N�s gostar�amos de falar com Enrique Ruiz.

Enrique Ruiz,

chefe em Nova York do cartel Los Santiagos.

- Sabemos que ele est� aqui. - Sinto muito, n�o falo ingl�s.

Est� ocupado. N�o tem problema.

Eu mesmo vou encontrar Enrique.

Voc� n�o pode entrar a�.

Ser da pol�cia n�o te permite fazer o que quiser.

Isso � verdade. Mas voc� cheira a maconha,

e voc� mentiu para um policial sobre ser capaz de falar Ingl�s,

posso te revistar.

Assim, ou voc� mostra os bolsos ou nos leva at� Enrique Ruiz.

Descendo as escadas, segunda porta � esquerda.

Procuramos Enrique Ruiz.

Quem � voc�?

Marcus Bell, Pol�cia. Estes s�o meus companheiros,

srta. Watson, sr. Holmes.

O que quer que seja, n�o fui eu.

H� dois dias, uma mulher, Caroline Gibbs, foi assassinada,

e um c�o policial aposentado foi roubado da casa dela.

Ao revistarem a casa, acharam maconha

que corresponde a uma linhagem vendida por voc�.

Isso � muito interessante, mas eu n�o vendo maconha.

Eu possuo um OTB.

Dito isto, se eu vendesse maconha,

aposto que seria a melhor.

Muitas pessoas provavelmente teria.

Talvez at� mesmo a sua mulher morta.

N�s pensamos que ela vendeu para voc�.

Achamos que ela errou em contar a voc�

ou a um capanga que ela adotou

um velho c�o policial que era especialista em achar maconha.

Ent�o eu matei essa mulher e roubei cachorro dela?

Diga-nos voc�.

Vamos todos ficar calmo.

Claro. Muito calmo.

Procurando por mim?

Esta � minha advogado, Danielle Olivera.

Eles s�o da pol�cia.

Sua advogada fica no quarto dos fundos

da sua central de tr�fico de drogas?

Aqui n�o � central de drogas, � uma OTB.

E n�o h� um quarto dos fundos, s� meu escrit�rio.

O Sr. Ruiz aluga o espa�o para mim,

e eu presto servi�os jur�dicos em troca.

Eles acham que matei uma mulher e sequestrei o c�o dela.

Entendo. J� disse tudo o que queria dizer para eles?

J�, sim.

Voc�s tem um mandado?

Ent�o, por favor, saiam.

Marcus acabou de ligar.

N�o h� como obter um mandado para revistar a OTB

sem mais provas que os liguem ao assassinato de Caroline.

Parece que a advogada

tem hist�ria com a promotoria e eles tem medo dela.

Creio que posso ter achado algo que ajude a virar a mesa.

Tirei essa foto no escrit�rio da OTB.

Os g�ngsters estavam distra�dos, voc� falava com Ruiz e advogada.

No in�cio, pensei que eram fotos

de registros de apostas, mas olhe s�.

Acho apostas de jogo t�o chato como o mercado de a��es.

Nunca gostei.

Meio que parece uma aposta para o jogo Boston X Milwaukee.

Mas essas duas cidades n�o v�o jogar entre si

em qualquer esporte importante por mais tr�s meses.

Acha que Los Santiagos n�o pensa � frente?

Seria loucura lan�ar palpites t�o antes.

Como uma nova-iorquina, d�i dizer,

mas Boston tem grandes equipes em todos os esportes.

N�o sei de nenhum jogo onde uma das equipes

poderia perder para Milwaukee com essas chances.

- Ent�o o que � isso? - Acho que uma agenda de envio.

Agora que a maconha � legal em algumas partes dos EUA,

muito mais est� sendo traficada de estado a estado,

�s vezes de trem.

De Boston a Milwaukee leva cerca de 25h em via f�rrea,

Se parte �s 11h24, chegaria �s 12h09 do dia seguinte.

Isso deve ser o que o "+1" �.

E suponho que o 300 � uma refer�ncia

� quantidade. 300 quilos?

- Sim. N�o vejo quaisquer datas. - N�o h� nenhuma.

Mas ao chegar os tempos com a programa��o ferrovi�ria,

n�o � dif�cil descobrir.

Se a pol�cia apreender um dos carregamentos,

podemos usar isso para descobrir a verdade.

Mas acabamos de perder esse trem.

Ele veio abastecer em Nova York uma hora atr�s.

Mas h� outra remessa que vem no in�cio da pr�xima semana.

Marcus. Temos boas not�cias.

Tem? Eu tamb�m tenho. Ollie apareceu.

Est� brincando. Onde?

Em uma esta��o de trem, acredita?

O gerente da esta��o apareceu para trabalhar h� uma hora

e encontro o seguran�a aqui, deitado e inconsciente.

- Algu�m o atacou? - Derrubaram ele com um taser.

Os param�dicos falaram que ficar� bem,

o levaram para o hospital por precau��o.

Os primeiros policiais pararam o tr�fego ferrovi�rio

e acharam esse carinha.

Viram o nome dele e reconheceram

do nosso alerta, e nos chamaram.

O guarda conseguiu descrever a pessoa?

N�o. Foi eletrocutado por tr�s enquanto fazia a ronda.

Seja l� o que aconteceu, ele n�o viu ou ouviu ningu�m.

Algu�m roubou um carregamento da maconha de Los Santiagos.

O esconderijo dos contrabandistas era aqui,

Watson sinalizou a chegada �s 12h09,

se escondendo atr�s de uma parede falsa e caixas.

� um compartimento bem grande.

Se estiver certa sobre o c�digo que usam,

ele tinha 300 quilos de maconha.

Esse tanto de maconha valeria na rua US$1 milh�o, no m�nimo.

Certeza que foi roubado?

Pode ter sido os caras do cartel, certo?

Los Santiagos n�o precisariam de um c�o farejador

para acharem a maconha. Sabiam onde estava.

Por isso o Ollie foi levado. Para ajudar algu�m a assaltar.

Sabiam que as drogas estavam num dos vag�es, s� n�o em qual.

Digamos que esteja certa.

A pessoa que matou Caroline Gibbs

teria feito um grande roubo e bem a frente.

Ent�o, a menos que o Ollie possa descrever,

diria que temos muito ch�o pela frente.

Preciso da sua opini�o sobre algo.

Acha que algu�m confundiria Bob com voc� se ele estivesse assim?

V�o pensar o mesmo que estou pensando.

Nenhuma esp�cie de abelha ataca bonecos de borracha inanimados.

N�o, digo, n�o h� como acharem que esse � voc�, certo?

N�o, Watson, n�o imagino que ir�o.

Tamb�m n�o, apesar de reconhecer essa sua roupa.

Digo, ele � maior, com peitoral mais largo.

N�o sei onde quer chegar.

Estava s� pensando na Diana Long.

Na noite que a Caroline foi assassinada,

Diana viu algu�m vestida igual a ela.

Se estivermos certos sobre o assassino,

o tamanho deve ser parecido com o da Caroline.

Foi � noite. O assassino foi visto de longe.

Sim, mas n�o foi algu�m ao acaso.

Era Diana. Ela e Caroline eram �ntimas.

Ela conhecia o corpo da Caroline.

Ela teria notado alguma discrep�ncia �bvia.

Estivemos de olho em quem sabiam

do cronograma de despacho do cartel.

Podemos restringir a busca e eliminar

qualquer um que n�o tenha o tamanho da Caroline.

E quanto � Danielle Olivera?

Digo, ela tem o mesmo formato de corpo.

Trabalhando para os Santiagos, ela sabia do cronograma.

Talvez ela os tenha tra�do.

- O que foi? - Essa estante. J� a vi antes.

Onde?

Se n�o estiver errado, na casa do nosso assassino.

Voc�s de novo. O que fiz agora?

Muito, na verdade. Assassinato, roubou um c�o farejador.

E tenho certeza que est� com 300 quilos de maconha.

S� porque me declarei culpado de roubar uns celulares,

n�o significa que pode me culpar de todo crime.

Tem raz�o, sem evid�ncia.

� para isso que serve o mandado.

S�rio? Do que isso se trata?

Voc� roubou um carregamento de maconha de Los Santiago.

Sabemos que voc� conhece.

Sua irm� � um dos advogados deles.

- Minha irm�? - Danielle Olivera.

Claro, ela era Danielle Fowler antes de se casar.

Comecei a suspeitar de uma conex�o familiar

quando vi a estante atr�s fotografia oficial dela.

� a mesma da�.

Est�vamos no escrit�rio da Danielle.

Os m�veis dela s�o novos.

Ela disse que te deu todos depois da mudan�a.

Ela disse que voc� escolheu os que queria.

Sim. E da�? Acha que isso prova algo?

N�o, mas explica como sabia que os Santiagos

tinham um grande carregamento chegando ontem.

Sabia que horas o trem chegaria, mas n�o sabia onde estariam.

Ent�o sequestrou Ollie, um c�o com um nariz para maconha.

Sabemos que tamb�m ouviu falar dele.

Ela foi bem cooperativa quando dissemos o que tinha feito.

Ela disse que nunca roubaria do cartel. Ela n�o � suicida.

Ent�o acreditamos nela quando disse que Caroline Gibbs

tinha mencionado Ollie a um cara da gangue.

Pensaram que era engra�ado, um traficante de maconha

com um c�o farejador, mas voc�...

Voc� viu uma oportunidade.

"Gibbs." Dela que me perguntaram no outro dia, certo?

Eu j� falei, eu estava no cinema na noite que ela morreu.

Voc� foi ao cinema e voltou r�pido.

C�meras de seguran�a mostraram voc� saindo de l�

cinco minutos ap�s o filme come�ar.

N�o.

N�o, s� porque n�o vi um filme, n�o significa que matei algu�m.

� o Ollie. Imagino o que ele achou.

� muita maconha, sr. Fowler.

Bom garoto, Ollie.

Ele � um animal magn�fico, n�o �?

Dr. Maynard voltou � lista de amea�as?

Sim. N�o est� bom em Atlanta.

Ele ainda est� reclamando do tiroteio no escrit�rio?

Ele pesquisou tr�s vezes armas de fogo semana passada

e agendou uma reuni�o com o advogado

para atualizar o testamento.

Puxe o gatilho, antes dele.

Nora Addison. Lembro dela. Universit�ria.

As outras meninas do dormit�rio dela a intimidam ainda.

Os e-mails dela para a irm� d�o a entender

que ela est� prestes a explodir.

- Ela fez algo concreto? - P�gina tr�s.

Outra busca por "ars�nio" ontem.

Vigie a irm� e monitore o celular dela.

Tem um candidato na �rea, caso precisemos de um her�i?

- Ainda n�o. - Arrume um.

Precisamos estar prontos. Isso � tudo?

Isso � tudo da lista de amea�as, mas tem mais uma coisa.

Phoenix. Parker Landis.

Joan Watson tem bisbilhotado.

Ela tem?

Ela falou com a delegacia do Condado de Maricopa.

Tenho quase certeza que ela suspeita.

- Gostaria que eu... - N�o.

N�o. Acho que vou cuidar disso por conta pr�pria.

The Marines: Semper Fi a voc�s!

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