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Entramos no duche e imediatamente toca o telefone.
Desta vez eu estava à espera deste telefonema, com alegria.
Eu e o Piér vivemos juntos há dois anos.
Tinha acabado de chegar do Brasil e ele apareceu na minha vida.
Foi um amor súbito.
Na nossa relação é muito importante o sexo.
Fazemos sexo em todo o lado...
Na cama, no banho, porque gostamos...
e na mesa da cozinha.
Por isso é que eu o deixei organizar esta noite especial...
para se tornar ainda mais escaldante a nossa brincadeira.
Preparei-me, pus roupa que não tapavam muito.
Desci.
No carro estava à minha espera uma mulher nova.
Chamava-se Patrícia e seria aquela que me iniciaria.
O Piér tinha-me dito que me deixasse conduzir por ela.
Ela sabia o que teríamos de fazer.
Olhei muito bem para a Patrícia.
Ela sabia o que iria acontecer e tinha-se preparado.
E o nosso motorista olhava atenciosamente.
Eu não sabia exactamente o que é que iria acontecer.
Estão à nossa espera...
O Piér não tinha perdido tempo...
e conheceu alguém para esta nossa noite.
Antes de chegarmos ao ponto de contacto...
a minha amiga levou-me para um lugar...
para me dar os últimos pormenores.
Lembro-me que fazia frio, mas a minha cona estava a arder.
O motorista olhava para mim e para a rapariga.
A minha cona estava a escaldar.
Sabia que me ía acontecer algo de especial.
Esta noite teria assim a sorte de o experimentar.
Onde estás Piér?
Um sentimento estranho conduziu-me a umas escadas...
onde iria ver uma coisa que não tinha visto.
Para isto é que me tinha chamado? Para o ver a excitar...
uma outra que estava a escaldar de desejo?
Uma vez que era assim, não se demonstrou uma mulher ciúmenta.
Decidi tomar nas minhas mãos esta situação.
Conhecia o Piér.
Apesar de estar excitado com a rapariga eu sabia que...
seria melhor do que ela...
e faria com que ele se viesse na cara da rapariga.
Assim fui-me embora com o meu marido...
enquanto a loira ficou com o esperma na sua cara...
não podia fazer nada mais do que se vestir.
Agora pusemos as máscaras. Mais uma brincadeira acho eu.
A rapariga que estava ali não se ocupava disto.
Apreciava a excitação dos homens...
na sua cona é no seu corpo.
Era perigosa. Conhecia o nosso jogo.
Atava os homens. O Piér gostaria?
Uma vez que jogámos todos juntos depois aconteceu isto...
Com aqueles que estavam ao nosso redor.
Mas apesar de tudo eu pensava contínuamente no Piér...
não queria que me tocasse.
O meu pensamento estava continuamente na Patrícia.
É estranho como me puxava, não tinha feito nunca nada lésbico.
Depois veio a Patrícia buscar-me.
Lembro-me que era disto que eu estava à espera.
Era a primeira vez que me fazia sexo uma mulher.
Foi perfeito.
Senti uma doçura, um sabor de mulher...
que não conhecia até ao momento.
O Piér tinha agora ocasião de me puxar...
e tinha a Patrícia como sua ajudante.
Cheia de amor, parecia um coelhinho...
Adormeceu.
Mas apesar de estar a dormir eu imaginava que fazia amor.
E sentia-me numa atmosfera...
que não me era desconhecida.
A Patrícia acordou-me com festas.
Chamou-me ao salão onde me esperava uma surpresa.
Esta mulher excitava-me muitíssimo.
Enquanto os homens me olhavam eu desejava a sua picha,
até ao fundo da minha garganta.
Queria fazer-lhes um broche. Queria que me esquecessem...
que me fodessem sem nenhum refreamento...
que me enfiassem o caralho na cona, na boca, e no cu.
Queria sentir o esperma deles em cima de mim.
Em todo o lado em cima de mim e derreter-me depois...
esquecendo o respeito pelo meu rosto...
e queria vir-me...
Então a Patrícia foi-se embora discretamente...
deixando-me ali com as fodidelas...
ali onde conheci o meu primeiro sexo em grupo.
FIM
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