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NA ÉPOCA
Agora eu me lembro. Sou um anjo.
Tenho uma sentença de morte pela minha cabeça.
-Por quê? -Eu desobedeci.
Você não deveria ter vindo.
-Precisa impedir isso. -Impedir o quê?
1973?
Mãe?
John Winchester.
Meus pais são Mary e John Winchester.
E sou seu neto.
Mary é morta por um demônio de olho amarelo em 1983.
Se não o matarmos e ele escapar, então Marry morre.
Não!
Não consegui impedir nada. Ela fez o pacto mesmo assim.
Ela morreu naquele quarto, não é?
O destino não pode ser mudado, Dean.
Todos os caminhos levam ao mesmo destino.
AGORA
Retiro o que disse, eu adoro o diabo.
É isso que chamo de paz na Terra.
Anna?
Só estava trabalhando em um caso.
É sobre que isso que você sonha.
Que mico!
Por que está invadindo minha mente?
Por que não passou pelo motel?
Não consigo encontrar você.
O Cass fez essa coisa.
Cass. Certo.
Esse é um amigo com o qual se pode contar.
-O quê? -Ele não te contou?
-Contou o quê? -Por onde eu estive.
Claro que não. Por que contaria?
Por onde esteve?
Na prisão.
Lá de cima.
Toda a tortura, duas vezes mais falso moralismo.
Por que ele não nos contaria onde você estava?
Foi ele quem me entregou. Não fique tão surpreso.
Sempre foi um bom soldado. Fazia tudo sob ordens.
Eu escapei, por pouco.
Estão me procurando. Se me encontrarem...
-Do que precisa? -Me encontre. Industrial 225.
E, por favor, se apresse.
Olá?
Quem está aí?
Olá, Anna.
Bem,
se eu fosse mais esperta,
sacaria que os Winchesters não confiam em mim.
Eles confiam. Eu não.
Eu não os deixaria vir.
E por que isso?
Se está fora da prisão, é porque deixaram você sair.
E a mandaram aqui pra fazer o trabalho sujo deles.
E o que lhe dá tanta certeza?
Porque eu já senti a persuasão do Céu.
Quando você me entregou a eles.
Isso foi um erro.
Qualquer que seja o motivo de eles terem mandando você...
Eles não me mandaram, eu escapei.
Ninguém escapa.
Depois de todos esses séculos e está me subestimando?
Se não é um deles, então, o que quer?
Quero ajudar.
-Quer ajudar? -Sim.
Então, o que está fazendo com essa faca?
Não posso me defender?
Contra quem? Essa lâmina não funciona contra anjos.
Não é como essa.
Talvez não esteja trabalhando para o Céu.
Mas está escondendo algo.
Sam Winchester deve morrer.
Tradução e Sincronia: Spo0ok e Brubs
Sincronia BDRip: DeaThXGmP
"A LADAINHA CONTINUA A MESMA"
Sinto muito, mas não temos escolha.
Ele é o recipiente de Lúficer.
-Ele não é o único. -O quê? Aquele cara, Nick?
Ele está queimando enquanto conversamos.
Não.
Sam é o único recipiente que importa.
Sabe o que isso significa.
Se Lúcifer não tiver o Sam, o plano dele dá curto-circuito.
Sem briga com Miguel, sem o vírus croatoan.
Os cavaleiros voltam para suas funções diárias.
Mesmo se pudesse matar o Sam,
Satanás o traria de volta a vida.
Não depois que eu espalhar suas células pelo universo.
Eles nunca o encontrarão. Não inteiramente.
Encontraremos outra maneira.
Como está indo?
Como a Colt está se saindo? Ou a procura por Deus?
Estão dando certo?
Se quiser parar o diabo, esse é o jeito.
A resposta continua não.
Sam é meu amigo.
Você mudou.
Talvez tarde demais.
Mas mudei.
Anna, passamos por muitas coisas juntos.
Mas se aproxime de Sam Winchester e eu a matarei.
Meu Deus!
-Meu Deus. -Você está bem?
Temos que levá-la a um hospital. Vamos.
"NOS TEMPOS DA BRILHANTINA"
Sério? Anna?
-Não acredito. -É verdade.
Então ela vai dar uma de Glenn Close, né? Maravilha.
Quem é Glenn Close?
Ninguém.
Uma maluca aí que gosta de cozinhar coelhinhos.
O plano pra me matar... Impediria mesmo o Satanás?
Não, Sam. Fala sério.
Cass, o que você acha? A Anna tem razão?
Não.
Ela é uma "Glenn Close".
Não entendo.
Estamos procurando pela garota que quer matar o Sam?
-Por que cutucar o urso? -Anna continuará tentando.
Ela não vai desistir até o Sam morrer.
Então, a mataremos primeiro.
-Encontrei. -Onde ela está?
Não onde.
Quando.
-Em 1978. -Como é?
Por que em 1978? Eu nem tinha nascido.
E não nascerá... Se ela matar seus pais.
O quê?
Anna não pode chegar até você por minha causa.
-Então, ela irá atrás deles. -Leva a gente agora.
E entregá-los a Anna? Eu deveria ir sozinho.
São nossos pais, Cass. Nós vamos.
Não é tão fácil assim.
-Por que não? -Viajar no tempo era difícil
mesmo com os poderes celestiais à minha disposição.
Mas foi expulso.
Você é tipo um Delorean sem plutônio suficiente?
Não entendo essa referência.
Mas vou logo avisando,
fazer essa viagem, com passageiros, no mínimo...
me enfraquecerá.
São nossos pais.
Se pudermos salvá-los e não só da Anna,
se pudermos acertar as coisas...
Temos que tentar.
Prontos?
-Não exatamente. -Dobre os joelhos.
Caramba!
Conseguimos?
A não ser que tenham voltado a fabricar Ford Pintos,
eu diria que sim.
Cass?
-Vai com calma, beleza? -Estou bem.
Estou muito melhor do que eu esperava.
Está respirando um pouco.
O que fazemos?
Só os bigodes...
Paguei pro Cass 5 noites na suíte de lua-de-mel.
Falei pro gerente: "Não pertube, não importa o quê".
Sabe o que ele disse? "Relaxa. Quer comprar um baseado?"
Baseado.
Deveríamos ficar por aqui, comprar ações da Microsoft.
Talvez ficaremos se o Cass não se recuperar.
Ele está bem?
Pareço com a Dra. Anjo, a Mulher que Cura? Ele acordará.
Ele é durão para um nerdyzinho alado.
Se ele chegou daquele jeito, tomara que a Anna também.
-Vai nos ganhar algum tempo. -Então os encontrou?
Sim. Os Winchesters. Nº 485, Robin Tree.
Vamos lá aparecer com os coroas.
Sam, espere!
Dean, Anna pode chegar aqui a qualquer segundo.
-O que diremos a eles? -A verdade.
Que seus filhos estão "De Volta do Futuro"
pra salvá-los de um anjo que ficou "Exterminador"?
Qual é! Esses filmes ainda nem foram lançados.
Então falaremos que tem uns demônios atrás deles.
Ela acha que você é um caçador, né?
Que desapareceu logo após seu pai ter morrido.
Ela vai me amar.
Só siga minha deixa.
Como foi o trabalho?
Foi ótimo.
Não até lavar as mãos.
Eu adoro quando você fica mandona.
Oi, Mary.
Não pode estar aqui.
Lamento se é uma hora inoportuna.
Você não entende. Eu não...
Não faço mais aquilo.
Tenho uma vida normal agora. Vá embora.
Desculpe, mas isso é importante, ok?
-Desculpe, querido, eles são... -Primos da Mary.
Não poderíamos passar pela cidade sem fazer uma visita.
Dean.
-Você parece familiar. -Sério?
Você também, sabia? Devemos ter nos esbarrado por aí.
-Cidade pequena, né? Aí já viu. -Me chamo John.
Ele se chama Sam.
-O pai da Mary era um Sam. -É um nome de família.
Você está bem, chapa? Parece assustado.
Viagem longa.
Sam e Dean já estavam de saída.
O quê? Mas acabaram de chegar.
Fico feliz de conhecer parentes da Mary.
Por favor entrem para uma cerveja.
Já que insiste.
-Você está bem mesmo, Sam? -Sim. É só...
Você está tão bonita.
Em um sentindo de família, não-estranho e sadio.
Sim, sim.
Ele não vê Mary já faz um tempo, e...
É que ela é a nossa mãe cagada e cuspida.
-É.. -Sinistro.
Então, como vocês são parentes?
Sabe, distante.
-Conheceram os pais da Mary? -Sim.
O pai da Mary era como se fosse um avô pra nós.
Foi trágico, aquele ataque cardíaco.
Foi, sim.
Então o que estão fazendo pela cidade?
-Negócios, sabe. -Que tipo de trabalho?
-Encanamento. -Sucata.
Puxa! Já são quase 19:00.
Odeio ser grossa, mas tenho que fazer o jantar.
-Talvez eles poderiam ficar. -Já devem querer ir embora.
Por favor, fiquem. Significaria muito pra mim.
Não conheci quase ninguém da parte da família da Mary.
Sr. Woodson, estou implorando para que reconsidere.
Eu gostaria, John. Você é um ótimo mecânico.
Mas os tempos não estão bons.
Até meio período. Preciso mesmo desse emprego.
Venha até aqui agora e vamos conversar.
Talvez podemos chegar a um acordo.
-Está falando sério? -Te vejo daqui a 10 minutos.
Não demore.
Vocês tem que ir embora. Agora!
-Só escuta... -Não, você escuta.
Da última vez que te vi, um demônio matou meus pais.
E agora vem aqui como se fosse da família?
Seja o que for, estou fora. Deixe-me em paz.
-Você e o John estão em perigo. -Que história é essa?
-Algo está vindo atrás de vocês. -Demônio?
-Não exatamente. -O quê, então?
É meio ruim de explicar, ok? É um...
-Anjo. -O quê?
-Não existe isso. -Quem me dera...
Mas são duas vezes mais forte que demônios. E mais otários.
Por que um anjo iria querer nos matar?
É uma longa história, e te contaremos tudo,
mas agora, tem que confiar na gente e temos que ir.
Olha na minha cara e me diz se estou mentindo.
-Pra onde vamos? -Fora daqui e tem que ser agora.
-Mas o que eu digo pro John? -Diga a ele que...
John?
VOLTO EM 15 MINUTOS JOHN
Sr. Woodson?
Ainda está aqui?
Gostaria de dizer que é bom revê-la, Anna.
Digo o mesmo, Dean.
Desculpe.
Lamento, mas não é tão fácil matar um anjo.
Não é. Mas podemos distraí-lo.
Monstros.
-Monstros? -Sim.
Monstros existem.
-Me desculpe, eu não sabia.. -E você luta contra eles?
-Todos vocês? -Sim.
Quanto tempo?
A vida toda.
-John, só tenta entender.. -Ela não tinha escolha...
Calem-se, todos vocês!
Se eu ouvir mais um pio, dou meia volta nesse carro!
-Viagem de carro embaraçosa. -Não brinca.
Esse lugar tem sido da família por anos.
Armadilha pra demônio.
Ornamentos de ferro puro, é claro.
Deve haver sal e água benta na despensa.
Facas, armas...
Tudo isso só vai fazê-la ficar mais irritada.
Então como a matamos? Ou a atrasamos, ao menos?
-Não há muita coisa. -Ótimo.
Ele disse que não há muita coisa, não disse que não há nada.
Vamos nos equipar.
Se colocarmos isso e ela se aproximar,
nós a transportamos fora da nave espacial.
É óleo santo. O equivalente a armadilha pra demônio pra anjos.
Vamos. Vou te mostrar como funciona.
-O que é isso no papel? -É um cunho.
-Significa... -Não quero saber.
Onde devemos colocá-lo?
-Em uma parede ou porta. -Tem que ser muito grande?
-John... -O que foi?
Vocês me tratam como um tolo, mas não sou um inútil.
Sei desenhar o maldito seja lá o que for... Cunho.
Por que não vai ajudar o Sam? Isso tem que ser feito com...
Tem que ser feito com sangue humano.
Então, qual o tamanho?
Já te mostro.
O que foi?
Subitamente, você me lembra do meu pai.
Ficou muito bom.
Veio ver se eu estava bem?
Queria dizer que lamento por tudo isso.
Sei que é muita coisa.
Quanto tempo sabe desse negócio de caçar?
Desde que nasci.
-Meu pai me criou pra isso. -Está falando sério?
Quem diabos faz isso com uma criança?
Só pra constar, os pais da Mary fizeram.
Eu não ligo.
Que desgraçado irresponsável é esse
que deixa uma criança perto de... Você poderia ser morto!
Eu já cheguei perto.
Isto deve ter feito um nó na sua cabeça.
Seu pai deveria protegê-lo.
Ele estava tentando.
Morreu tentando.
Acredite,
eu tinha raiva dele.
Eu odiava o cara!
Mas agora eu entendo.
Ele só estava fazendo o melhor que podia.
E tentava não perder o controle em situações impossíveis.
Veja...
Minha mãe...
Ela era incrível, bonita,
e ela era o amor da vida dele.
E ela foi morta.
E ele enlouqueceria se não tivesse feito algo.
A verdade é que meu pai morreu
antes de eu dizer a ele que...
eu entendo.
O porquê ele ter feito o que fez.
E eu o perdôo pelo que ele fez conosco. Perdôo.
Eu simplesmente...
o amo.
Uriel.
-Você parece bem. -Não deveria ter chamado.
Estamos sob ordens restritas para não descermos aqui,
muito menos possuir um recipiente.
Você não é a Anna de agora.
Não, mas daqui a 30 anos, ainda continuo sua superior.
-Preciso que mate uns humanos. -Sempre estou disposto a matar.
Mas o que está havendo?
No futuro, essas pessoas vão matá-lo, Uriel.
Estou lhe dando a chance de matá-los primeiro.
Obrigado.
Certo.
Você disse que explicaria tudo quando tivéssemos um minuto.
Temos um minuto.
Por que um anjo me quer morta?
Porque eles são uns otários.
Não é uma boa resposta.
Nem sabia que eles existiam e agora sou alvo deles?
-É complicado. -Está bem.
Sou toda ouvidos.
Vai precisar confiar em mim, ok?
Tenho confiado em você o dia todo.
-É meio difícil de acreditar. -Está bem. Estou indo embora.
Sou seu filho.
O quê?
Sou seu filho.
Desculpe. Não sei como dizer isso.
Somos de 2010.
Um anjo nos trouxe pra cá...
Não aquele que atacou você, um mais amigável.
Não espera que eu acredite nisso.
Nossos nomes são Dean e Sam Winchester.
Nos chamou assim por causa de seus pais.
Quando eu ficava doente, você me fazia sopa de tomate,
porque era isso que sua mãe fazia pra você.
E, ao invés de uma canção de ninar,
você me cantava "Hey Jude",
porque essa é sua música preferida dos Beatles.
Não acredito.
Não.
Desculpe, mas é a verdade.
Eu criei meus filhos para serem caçadores?
Não, não criou.
-Como pude fazer isso com vocês? -Você não fez...
Porque está morta.
O quê? O que aconteceu?
O demônio do olho amarelo.
Ele matou você e...
John tornou-se caçador para se vingar.
Ele nos criou desse jeito.
Me escute.
Um demônio aparece no quarto do Sam,
exatamente seis meses após ele ter nascido.
2 de Novembro de 1983. Lembre-se dessa data.
E o que quer que faça, não entre lá.
Acorde naquela manhã, pegue o Sam e corra.
Isso não vai adiantar, Dean.
Aonde quer que ela vá, o demônio vai encontrá-la.
-Vai me encontrar. -Bom, o que então?
Ela pode deixar o papai. Isso sim.
-Precisa deixar o John. -Como é?
Quando tudo isso tiver terminado, vá embora
e não olhe para trás.
Assim, nunca nasceremos. Ele tem razão.
Não posso.
Estão dizendo que são meus filhos,
e agora dizem...
Você não tem outra escolha.
Há uma grande diferença entre morrer e nunca ter nascido.
E acredite, estamos bem com isso. Prometo.
Bem, eu não estou.
Acha que poderá ter aquela vida normal que tanto quer,
mas não pode. Sinto muito.
Tudo irá pros infernos.
Você vai morrer,
e seus filhos serão amaldiçoados.
-Deve haver um jeito. -Não, esse é o único jeito.
-Deixe o John. -Não posso.
Isso é maior do que nós.
Há tantas vidas em jogo.
Você não entende. Não posso.
É tarde demais.
Estou grávida.
Temos um problema.
Aquelas coisas de sangue, os cunhos, sumiram.
Sumiram de que forma?
Eu desenhei um atrás da porta. Me virei e quando olhei
estava borrado.
-Ele tem razão. -Não há mais óleo santo.
Quem diabos é você?
Sou Uriel.
-Ah, fala sério. -Vão.
Vai ser em vão, mas vamos tentar.
John!
Sammy!
Sam!
Sinto muito mesmo.
Anna.
Miguel.
Miguel,
eu não sabia.
Adeus, Uriel.
-O que você fez com o John? -John está bem.
Quem... O que você é?
Já chega de adiar essa nossa conversa.
-Não acha? -Conserte-o.
Primeiro, nós conversaremos.
Depois eu consertarei seu querido Sammy.
Como conseguiu entrar no meu pai?
Eu disse que poderia salvar sua esposa e ele aceitou.
Acho que eles encheram minha bola,
sendo seu único recipiente.
Você é meu verdadeiro, mas não único recipiente.
-O que isso quer dizer? -É uma linhagem de sangue.
-Uma linhagem? -Vem desde Caim e Abel.
Está no seu sangue, no do seu pai,
no da sua família.
Maravilha.
Seis Graus de Separação Celestial.
O que quer comigo?
Realmente não sabe a resposta disso?
Sabe que não aceitarei, então, por que está aqui?
O que quer comigo?
Só quero que entenda o que eu e você precisamos fazer.
Entendi.
Você tem uma birra com seu irmão.
Façam terapia, amigo. Não descontem no nosso planeta!
Você está errado.
Lúcifer desafiou nosso pai, ele me traiu.
Mas ainda assim...
Eu não quero isso mais do que você quer matar o Sam.
Sabe, meu irmão. Eu praticamente o criei.
Tomei conta dele de uma maneira que a maioria nunca entenderia,
e ainda o amo.
Mas vou matá-lo porque é certo e preciso fazer isso.
-Porque Deus disse? -Sim.
Desde o início, Ele sabia como isso terminaria.
E você vai fazer o que Deus mandar.
Sim, porque sou um bom filho.
Acredite, amigo, vindo de alguém que sabe,
essa é uma rua sem saída.
E você acha que sabe mais do que meu Pai?
Um homenzinho sem importância...
O que o faz pensar que você tem escolha?
Porque preciso acreditar que posso escolher o que faço
da minha vida sem importância.
Você está errado.
Sabe como eu sei?
Pense em um milhão de atos aleatórios do acaso
que fizeram com que John e Mary nascessem,
se conhecessem, se apaixonassem e tivessem vocês dois.
Pense em milhões de escolhas aleatórias que fez,
e, mesmo assim, como cada uma delas
leva vocês mais perto de seus destinos.
Sabe por que é assim?
Porque não é aleatório. Não é o acaso.
É um plano que se desenrola perfeitamente sozinho.
O livre arbítrio é uma ilusão, Dean.
Por isso que você aceitará.
Alegre-se. Podia ser pior.
Sabe, ao contrário dos meus irmãos,
eu não deixo você babando quando deixo seu corpo.
-E quanto ao meu pai? -Melhor do que novo.
Na verdade, farei um favor aos seus pais.
Qual?
Apagarei suas mentes.
Eles não lembrarão de mim ou de você.
Não pode fazer isso.
Só estou dando à sua mãe o que ela quer.
Ela pode voltar ao seu marido, sua família...
Ela estará naquele quartinho de bebê.
Obviamente.
E você sempre soube que isso ia acontecer
de um jeito ou de outro.
Não pode lutar contra a administração.
Ele está em casa.
São e salvo.
Sua vez.
Vejo-o em breve, Dean.
Castiel.
-Cass! -Pegamos você.
Seu filho da mãe. Conseguiu.
Eu... consegui?
Estou muito surpreso.
Você está bem.
-Cama? -É, sim.
-Uma bebida agora cairia bem. -Concordo.
Bom... é isso.
Isso o quê?
Time livre arbítrio.
Um ex-viciado em sangue,
um que abandonou os estudos com U$6 no bolso e o Sr. Em Coma ali.
-Maravilha. -Não é engraçado.
Não estou rindo.
Eles todos dizem que aceitaremos.
-Eu sei. Já tá dando no saco. -E se tiverem razão?
Não estão.
Digo, por que diríamos? Qualquer um de nós, mas...
Já estive fraco antes.
Miguel fez com que o papai aceitasse.
Isso foi diferente.
Anna ia matar a mamãe.
E se você pudesse salvar a mamãe?
O que você diria?
Onde você conseguiu?
Vendas de garagem. Por 25 centavos.
Fico feliz de saber disso.
Você não acha que é meio brega?
Eu acho bonitinho.
Não sei porquê, mas eu gostei.
Eu só... gostei.
Bom, então eu amei.
Belo chute.
Já está dando problemas.
Está tudo bem, bebê. Está tudo bem.
Os anjos estão lhe protegendo.
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