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Por favor, revelem os votos dos jurados mistério.
O resultado atual é
Equipa Colheres Brancas, 34, Equipa Colheres Pretas, 34.
O RESTO ESCOLHEU A MESMA EQUIPA
Uma diferença de 32 votos.
São 32 votos…
Diferença de 32?
Agora, revelaremos os resultados.
O resultado da primeira batalha é…
Perdemos?
Colheres Pretas, 34 pontos.
Colheres Brancas, 66 pontos.
Os Colheres Brancas ganham.
Os Colheres Brancas
estão a ganhar por 32 pontos.
São os melhores.
Ia tendo um ataque cardíaco.
Obrigado!
Na nossa conversa inicial,
insisti para fazermos um prato mais consensual.
Tem de ser comida mais consensual.
- Algo consensual. - Sim.
- Que já provaram. - Sim.
Quisemos um sabor simples,
e a estratégia resultou na perfeição.
- É impossível prever. - Mesmo.
Um sabor consensual pesa.
Ao provar os pratos,
achei que um lado podia ganhar por uma grande margem.
O prato tinha sabores fortes
e um perfil de sabor mais popular, o que os beneficiou.
Tinha doçura e acidez, e um sabor algo ousado.
Tem acidez e doçura.
Tem sabores fortes.
Este parece mais saudável.
Escolhi o que preferi.
Era uma combinação única, era agradável ao paladar.
Sabia no que os outros jurados votariam,
mas decidi ir pelo meu instinto.
Os Colheres Brancas
estão a ganhar por 32 pontos.
Por 32 pontos?
Perdemos por tanto?
Talvez o nosso sabor tenha sido demasiado suave.
A diferença é…
Será difícil recuperar.
Fiquei zangado.
Perdemos por uma margem absurdamente grande.
Disse que participaria nas rondas seguintes.
A segunda batalha é a Batalha de Equipas Cinco contra Cinco.
Nesta batalha,
não haverá 100 jurados.
O quê?
Que se passa?
Nesta batalha,
serão 50 jurados mistério a provar os vossos pratos.
E basearam isso no quê?
Para ser justo,
eis os jurados escolhidos:
25 dos que votaram pelos Pretas
e 25 dos que votaram pelos Brancas, na primeira batalha.
Quão meticuloso.
Dividido a meias.
Incluíram os jurados Paik e Anh nos 25 dos Pretas.
Reduz os pontos que podemos obter.
Na segunda batalha, cada voto
valerá dois pontos.
Estou a ver.
Dois pontos por jurado, o que equivalerá a 100 pontos.
São muitos pontos, então.
Temos de escolher algo ousado
e virar o jogo na segunda ronda.
Temos de ganhar. Ou vamos para casa.
Não nos ultrapassarão facilmente.
Desde que não queimemos algo
ou não concluamos um prato, ganhamos.
Eis os Colheres Brancas que competirão na segunda batalha.
Eram elementos fortes,
tinha fé neles.
Todos diziam: "Temos de ganhar tudo."
Há que ganhar todas.
A atitude dos Colheres Brancas foi acabar logo com a questão.
Para os Colheres Pretas, seria muito mau
não responderem agora.
E pareciam determinados a dar a volta.
- Vens? - À ronda dois.
Claro, se me quiserem.
- Estou empolgada. - Certo.
Optámos por pessoas com mais poder de fogo.
Esquecemos o cansaço. Há que ganhar.
Como ingredientes principais,
cada uma das equipas
irá selecionar um ingrediente.
Podemos escolher nós.
Escolhemos primeiro.
O que seria melhor?
Como venceram a primeira batalha,
os Colheres Brancas escolherão primeiro.
Da Roda da Terra, os Colheres Brancas escolheram
o frango.
Optámos por algo familiar,
com um sabor adequado a pratos salgados.
Escolhemos ovas de escamudo.
Os Colheres Pretas escolheram as ovas de escamudo.
As ovas têm um sabor naturalmente salgado e rico,
e podemos extrair sabores mais simples.
Os ingredientes da Roda do Destino desta batalha.
Frango e ovas de escamudo.
Escolheram dois ingredientes de pratos salgados.
Bem feitos, serão bons.
- Sim. - Quão diferentes serão?
Podem dar pratos diferentes,
depende do estilo de cozinha.
E quanto ao frango?
Fricassé.
Fricassé?
Frango de fricassé é um prato francês.
O frango é salteado e servido com um molho cremoso.
No primeiro prato, tudo tinha vinagre.
Um prato doce e forte, com alguma acidez.
No segundo prato, optámos por algo pesado.
Algo muito rico.
Um fricassé bem cremoso,
com frango, cogumelos e puré de batata por baixo.
- Um sabor bem familiar. - Um prato simples.
Mas há que juntar ovas de escamudo.
Tem de ser saboroso e ficar bem com o frango.
- Juntamos as ovas às batatas. - É o melhor.
Ficará mesmo saboroso.
- As ovas tornam o puré mais… - Delicioso?
- Boa! - Dá riqueza ao sabor.
E quem fará o molho?
- Fazes tu? - Eu faço o molho.
E eu asso o frango.
- Trata dos legumes? - Sim.
Tira as ovas dos sacos.
Só queres que tire as ovas?
Fricassé de frango com puré de batata e ovas.
Já ganhámos.
- Não soa delicioso? - Sim.
Acho que farão algo como isto.
Fricassé de frango com ovas.
- O chefe Sam Kim. - Italiana…
- Jong-won… - Sim.
O Park Hyo-nam.
São todos de cozinha ocidental.
O fricassé de frango é um prato clássico.
E é mais fácil de fazer para 50 pessoas.
Achei que precisávamos mesmo de recuperar terreno
e de uma abordagem diferente.
Devíamos fazer kkanpunggi
e um bechamel com ovas de escamudo e queijo,
para pôr por baixo. - Boa.
- Terá picante e queijo. - Certo.
- Boa. - Sim.
O fricassé de frango dos Brancas
é um prato que pode ficar muito pesado e gorduroso.
Daí escolhermos kkanpunggi, frango frito picante com alho.
Pomos o molho de queijo.
- Juntamos o frango e cebolinho. - Sim.
O kkanpunggi tem um sabor ousado e picante.
Precisa de um sabor suave para contrabalançar.
É normal gostar da intensidade do tteokbokki
e gostar de o comer com queijo.
Esta será uma combinação parecida.
Vou rezar para que saiba bem.
Para ganharmos.
Vamos atribuir postos, para nos organizarmos.
Eu e o Génio Rebelde trabalhamos ali.
Vocês preparam o frango,
ali, na banca, e o chefe Ok trabalhará aqui.
Viu-nos andar às voltas antes.
Não gostou nada.
Fiquei frustrado com a organização deles
ao observar lá de cima.
Há espaço do outro lado.
Há mais tábuas. Porque partilham?
Não dividem as tarefas.
Tenho de fazer isto aqui.
Na segunda ronda, com cinco pessoas,
disse que o capitão seria eu.
Se têm ideias, partilhem-nas.
- Certo. - Se me disserem,
penso nelas, e partilho-as
ou recuso-as.
Confiem em mim e sigam-me.
Não fiquem ofendidos se recusar.
Certo.
- Dúvidas? - Não.
- Não. - Muito bem.
Não tomei a liderança pelo dever de salvar a equipa.
Pensei: "São tão frustrantes. Tenho de ser eu."
Agora,
a Batalha de Equipas, Tudo ou Nada.
A segunda batalha culinária começa agora.
O TEMPO LIMITE É DE 120 MINUTOS
- Boa sorte! - Força!
- Força, Pretas! - Boa sorte!
- Boa sorte! - Força!
- Vou organizar tudo. - Vou buscar os legumes?
- Venha comigo. - Sim.
- Prepara o frango. - Sim.
Vamos buscar os legumes.
Eu acabo de organizar.
Antes de começar,
definimos bem cada posto e ritmo de trabalho.
Um, dois e três.
Para liderar uma equipa eficientemente,
temos de atribuir as tarefas certas às pessoas certas.
Ao começarmos, encham isto de óleo.
Encham logo tudo.
- Certo. - Sim.
Decidimos que a organização do processo
cabia ao Monstro Culinário.
Vou buscar os ingredientes à despensa.
- Traz manteiga… - Eu organizo.
- Queijo. - Dois tipos de queijo.
Ele atribuiu todas as tarefas em função do tempo.
É tão organizado a dar ordens.
- Vocês os dois, preparem o frango. - Eu frito.
- Prepara os legumes. - Certo.
Quando eu começar a saltear os legumes,
tu tiras as ovas.
Apanhámos todos o autocarro
do Monstro Culinário.
É uma viagem de luxo.
Ele é o motorista.
Daqui, vejo que é mesmo bom a organizar.
Antes, devemos ter parecido malucos.
Devemos ter parecido aqueles, ali.
Onde estão as luvas?
- Ali debaixo. - Estão ali.
- Aqui. - Preciso delas.
Ferve água primeiro.
Onde está o isqueiro?
- Onde está? - O quê?
Aquela coisa.
- O descascador? - Uso isso?
- Sim. - Ele está…
O descascador de batata.
- Não está aí? - Não.
Estão completamente desorganizados.
Competi sempre sozinho, era a minha primeira batalha de equipas.
Foi tão diferente.
Apesar de termos definido o que íamos fazer,
quando a batalha começou, foi o caos total.
Espera! Tomem.
Trouxe-os. Toma o isqueiro.
Acendeu o bico.
O descascador está aqui.
Aqui tem.
Já o coloquei.
- Não precisas de descascador? - Não.
Trouxe a manteiga para o puré.
Vou deixá-la amolecer.
Certo.
O Son parece um ajudante de cozinha.
Está a esforçar-se.
Trouxe a maioria dos temperos.
- E o vinagre balsâmico? - Sim.
- E o sal. - Usamo-los depois.
Quanto mais corro dum lado para o outro,
mais posso ser útil.
Ganharam com tanta diferença,
que me sentiria mal se perdêssemos.
Só conseguia pensar em ser rápido
e fazer tudo o que podia.
- Vou ajudar com o frango. - Sim.
- Desossa isto. - Sim.
Isto…
Dá muito trabalho.
Bem mais do que pensava.
- É o mais difícil. - É trabalhoso.
É muito escorregadio. Bolas!
Não é o mais fácil.
Preparar o frango
demorou mais do que prevíramos.
Previmos uns 20 minutos.
Chefe Hee-eun, quanto tempo passou?
- Vinte minutos. - Faltam 99!
Já devia estar feito.
Queríamos prepará-lo em 20 minutos.
Até pensei: "Se calhar, não devíamos ter escolhido frango."
O frango está a demorar a desossar.
Céus! Vejam a Bruxa com um Wok!
- Vejam só. - É incrível!
Veem o cutelo?
Até o cutelo dela é de bruxa.
Estou habituada a usar frango.
És mesmo rápida.
- Como? - És rápida.
A sério?
Vim decidida a dar tudo,
por isso, afiei muito bem o cutelo antes.
Céus! A Bruxa com um Wok
é mesmo rápida.
Desossar é um trabalho delicado,
mas ela corta tudo com o cutelo.
- Está tudo bem? - Sim.
Temos muito tempo. Já acabei.
Vou colocar o frango em salmoura agora.
- Porque suspiras? - Não podes.
- Nada de suspiros. - Certo.
- Nada. - Doem-me as costas.
Nada de suspiros, equipa.
Estamos quase. Só mais um pouco.
Alguém está a fazer os legumes? O mirepoix?
- Olá, Venerável. - Olá.
- Os ingredientes são… - Sim?
Como fará com as ovas e o frango?
Na cozinha, nem todos têm de ser vegetarianos.
- É verdade. - Por isso,
ajudo-os no que puder. - Sim.
Como tentamos conciliar pessoas que não se dão bem,
devemos fazer o mesmo com a comida.
Numa equipa,
é importante trabalhar em harmonia.
"Sou praticante, só faço comida vegetariana." Não pode ser.
Posso cozinhar o que consigo.
Se pensarmos numa orquestra,
só tenho de desempenhar bem a minha parte.
Não sou o maestro, que dirige tudo.
O que devo fazer a seguir?
Os champignons e a salsa já estão.
Acho que precisamos de mais um aipo.
- Achas? - Sim.
- Mais frango? - Não, parece-me bem.
Vês isto? Vou selá-los.
- Abana a cebola também. - Sim.
O chefe Son é mesmo rápido!
Selamos o frango na frigideira primeiro.
A cor está boa?
A cor? Sim.
Juntámos alho, alecrim e tomilho. Agora, vai ao forno.
- Parece delicioso. - Que bom aspeto!
Selamo-lo e pomo-lo a assar no forno.
O ponto-chave do prato é fazer um molho rico.
Usamos o frango para dar um sabor autêntico ao caldo.
Salteamos o aipo e a cebola em azeite.
E juntamos o caldo e deixamos cozinhar.
Acende isso!
O nosso capitão é o Park Hyo-nam, mestre de cozinha francesa.
Tê-lo tranquilizou-nos.
É mestre de cozinha ocidental,
daí saber que o prato de frango dele seria perfeito.
Cheira a cozinha ocidental.
Tem de ser bom. O deus da cozinha ocidental fê-lo.
Oxalá o molho seja bom.
- Do kkanpunggi. - Sim.
Não há melhor do que malaguetas com molho de soja.
Está bom?
Eu disse que faria o molho.
- Como farás o molho? - A base dele é molho de soja.
Queres pôr vinagre balsâmico?
- Fica bem. - Pode ser.
Sugeri usarmos vinagre balsâmico.
Dará um sabor salgado e doce.
Picante e doce.
Sim, é o melhor sabor.
Posso ajudar em algo mais?
Chefe Ok…
Três cada. Total, seis.
Têm de ser cortados.
- Ralaste o cebolinho? - Não. Ainda é preciso.
- Em 20 minutos, isto tem de estar. - Sim.
Bruxa com um Wok, vês se está doce?
15, 25.
Prova. Juntei xarope culinário também.
- Mais? - Salgado.
- Sim? - Bem salgado.
- Salgado. - Sim?
Bem salgado.
- Está salgado? - Sim.
Se reduzir, fica muito salgado.
Torna-o doce, não salgado.
- Certo. - Está muito salgado.
- Desculpa. - Para mim.
Tem de dar para comer assim.
Para podermos reduzi-lo na frigideira e colocar o frango.
Estranhamente, ficou salgado e estava a ser difícil
encontrar uma solução.
Que frustrante.
Ele disse que tratava do molho e preparava os legumes,
mas ainda nem tinha preparado os legumes.
Chefe Ok, o molho está a demorar muito.
Não, está quase.
- Não íamos preparar os legumes? - Sim. Vai já.
Consegui suavizar o sal e extrair mais doçura,
para ajustar o sabor.
Piquei cebolinho, pimentos e alho.
- E agora? - Vem cá.
- Verte-me isto. - Como?
- Água. - Água? Quanta?
- Verte. - Vou pôr toda.
- Avisa. - Sim.
Está a correr bem? Devíamos fazer um e provar.
- Temos de fazer o polme. - Deita tudo.
Já passou uma hora.
Temos de começar a fritar.
- Faltam dois minutos. - Quase.
Dá-me um tempo certo.
- Para isto? - Três.
Três minutos?
Quando pergunto quanto falta para algo,
dizer "quase"
não é resposta.
- Há que começar. - Podemos fritar.
Atraso de cinco minutos.
Como capitão, tinha de controlar o tempo.
Passaram 15 minutos.
Em 20 minutos, isto tem de estar.
O capitão de equipa tem de ser mais proativo e atento
para que tudo esteja bem.
Desculpa, chefe.
Refaz os amendoins.
Refaço? Porquê?
- Estão queimados. - Menos torrados, então?
Têm de estar uniformes.
- Já estão bons. - Assim?
- Paro ou continuo? - Para.
Tenho de dar um bom exemplo primeiro e mostrar como se faz.
Acabámos. O que falta fazer?
Faz-me uma pasta de amido.
- Pasta? Como? - Sim, usa isto.
Trabalhei sempre assim, e esforcei-me muito por o fazer na prova.
PASTA DE AMIDO MOLHO BECHAMEL
- Vou acabar o bechamel. - Sim.
Génio Rebelde…
- Juntamos as ovas e está feito. - Sim.
- Juntas e temperas? - Certo.
MOLHO CREMOSO DE OVAS FINALIZADO AO JUNTAR OVAS DE ESCAMUDO AO BECHAMEL
Estão a fazer bechamel com ovas.
- É um bechamel de ovas. - Então, era isso.
Oxalá o nosso puré de batata com ovas saia bem.
Temos de fazer isto e passar o puré para uma taça grande.
Temos de pressionar bem.
- Posso ver, Venerável? - Claro.
Tem de pressionar. Está a dar? Sim, assim.
- Vai demorar. - Mas é assim que se faz.
Até na cozinha francesa,
é importante pressionar com força.
Como estão as batatas? Está a dar?
- Não muito. - Não?
Primeiro, faz-se isto.
Passe estas, Venerável.
Eu faço-lhe isto primeiro.
- Esmagar? - Se esmagarmos, é mais fácil.
Céus, as batatas devem estar tão quentes!
Estão tão quentes.
É o inferno do puré.
Quem diria que as batatas dariam tanto trabalho?
Não é?
Estão tão quentes.
- E se trocarmos? - Como?
Fazemos à vez.
Há que poupar forças.
Não é?
O puré vai demorar.
Sim, mais do que esperávamos.
Passas-me isso?
- Dá-me isso. - O quê?
Por favor, dá-me.
Assim.
Passamos por isto.
Assim.
Como está quente, a grelha ajuda.
Isso mesmo.
Boa!
- Que inferno o deles. - É a maior!
Passá-la assim deve resultar.
Está a resultar.
- Sim, passam depressa. - Passam todas.
Já deve chegar.
Vê lá.
O frango já está?
- Todo. - Todo?
- Mas tem de ser cozinhado aqui. - Façamo-lo já.
Após tirarem o frango do forno, vão cozinhá-lo no molho.
Sim.
Treze.
Catorze.
Se as ovas de escamudo aquecerem muito,
pode saber demasiado a peixe.
- Isto cansa o braço. - Queres que faça?
Não, tudo bem. Eu faço.
- Se te dói o braço… - Apesar de me doer,
mexi-o a baixa temperatura muito tempo.
Estou algo preocupado agora,
porque o puré e o frango são ambos cremosos.
Vou fazer o prato para provarmos.
- Cozinha chinesa contra ocidental. - Sim.
Oxalá o nosso esteja picante.
Ao fazer kkanpunggi,
deitamos o frango frito no molho e deixamo-lo absorver bem.
Em baixo, teremos um molho bechamel com ovas de escamudo e queijo parmesão.
Umas três colheres.
Certo, três.
- Prova. - Faço isto e…
- Para e prova. - Certo.
Provemos juntos.
É uma batalha de equipas,
todos têm especialidades diferentes,
mas temos de criar um só prato.
Alguém prove tudo duma vez.
- Tudo. - Prova com o molho.
Sim, com o molho e o cebolinho.
Está muito suave?
Devíamos pôr mais molho e mais ovas de escamudo.
- Temperamos mais o molho? - Devia ter mais acidez.
- Sim. - Mais?
Sente-se o picante no fim.
- Vamos ajustar o molho. - O molho das ovas é cremoso.
Mas não sabe a ovas.
Não estava no ponto.
Pelos meus padrões,
o sabor não era ousado.
Como estás sempre a fazer isto, fá-lo à tua maneira.
Génio Rebelde, acrescenta mais ovas, por favor.
Faz o teu melhor kkanpunggi.
- O molho está forte. - Certo.
Quinze minutos até ao empratamento.
- Certo. - Sim.
O nosso prato tem um sabor refinado, mas tem natas e manteiga.
Se o acharem gorduroso, não gostarão.
- Tem muita cremosidade. - Sim.
- A batata, a parte de cima… - Batata, molho, queijo. Muito pesado.
Sim, é muito pesado, gorduroso.
O fricassé pode ficar algo gorduroso.
E achei que o prato precisava de algo marcante.
Neste momento, o puré de batata está no meio com as ovas,
com o molho cremoso em cima.
Está a faltar-nos aquele sabor especial.
- Juntar acidez vai ajudar. - Sim, acidez…
Se reduzirmos algo como vinagre balsâmico
e o regarmos por cima do puré,
quando comerem… - Dará uma nota doce.
Sim, e ácida também.
E podemos pegar num gomo de limão
e tostá-lo.
Ou grelhá-lo.
Aquele aroma cítrico tão fresco é mesmo bom.
A nota do limão tostado
é um sabor bastante único.
A Venerável tostou-o com tanto cuidado.
Nunca tinha feito isto.
O limão dará aquele sabor especial.
Façamos um para provar.
Pomos isto aqui assim.
Ao empratar o prato,
com o puré de batata, o molho cremoso e o frango,
o vinagre balsâmico e o limão darão aquele toque especial.
SUMO DE LIMÃO TOSTADO
É estufado no molho e tem acidez e doçura.
Não o pomos por cima, para espremerem?
- Precisa de mais acidez. - Está bom.
- A textura está boa. - Puseram vinagre balsâmico?
- Sim. - Sim?
A textura é ótima.
- As batatas ficam bem assim. - A textura é boa.
O chefe Park gosta da textura.
Muito bem. Comecemos a empratar.
- Puseste mais vinagre balsâmico? - Sim.
- E vinagre? - Não.
Queria que o sabor
explodisse mesmo no paladar dos que iam provar.
Juntamos óleo de malagueta ao molho?
- Falta-lhe picante. - Um pouco…
Pomos o óleo e provamos.
- Temos óleo de malagueta? - Sim. Onde estava?
- O Lao Gan Ma. - Sim.
- Esse frasco. - Este?
- Coa-o e dá-me só óleo. - Sim.
Tem de ficar picante.
Isso mesmo.
Bruxa com um Wok, o óleo.
- Já chega? Onde? - O óleo?
- Põe ali. - Sim.
Vamos provar de novo.
Vamos lá.
Já chega.
Está bom?
- Está? - Conseguimos.
- Vai assim. - Está bom.
- Está bom. - Perfeito.
Ao provar, estava ótimo.
Ficámos todos satisfeitos. Os cinco. Estava tão bom.
- Temos de continuar a fritar o frango. - Sim.
Dez minutos até empratar.
- Ainda bem que preparámos dois sítios. - Sim, podia ser preciso.
- Faltam 40 minutos. Vamos empratar. - Sim.
Uma colher de puré em cada.
- Vou empratar. - Sim.
- Deita-o. - Sim.
- E, depois, assim? - Está bem.
- Tem de ficar um pouco rosa. - Certo.
Tem de ter as ovas.
Mexe para ficar bem distribuído.
Temos mesmo de fritar.
- Vá! - A segunda fritura.
Vou fazer a segunda agora.
Tira uma grande colher assim.
- Não pingues. - Uma grande colher.
Da esquerda? Ou não importa?
Não importa.
Começámos a empratar.
Os meus vão sair agora, lentamente.
Já estão.
Ao contrário da lula, o cheiro da confeção é…
Dá água na boca.
Com aquilo, está tudo em aberto.
Será difícil vencer aquele sabor fumado do kkanpunggi.
Acho que será uma repetição da primeira ronda,
mas ao contrário.
- Ao contrário? - Sim.
Mas, ali,
os Brancas também escolheram algo popular.
Batata e frango.
Estão a pôr mais queijo por cima.
- Assim. - Sim, inclina-o na borda.
- Todos na mesma direção? - Sim.
Para o tirarem e espremerem.
- Pomos umas ovas por cima? - Ovas de escamudo?
- Pelo impacto. - Certo.
Isto dará o equilíbrio perfeito.
Juntámos umas ovas mesmo no fim.
Porque, no fim de contas, o segredo está nos pormenores.
Quis dar-lhe um sabor incrível.
Quantos já fizemos?
Ainda falta um pouco.
- Há que levar os pratos que já limpámos. - Levar?
- Estão a pôr os pratos. - Boa sorte!
Vocês conseguem!
Vamos aumentar um pouco o ritmo.
- Estes já estão? - Sim.
Podes levar.
O limão fica em cima.
- Os dois têm sabores opostos. - Sim.
Cada prato reflete a personalidade da sua equipa.
Muito bem.
- Ótimo trabalho! - Muito bem!
Ótimo trabalho!
- Bom trabalho. - Igualmente.
- Ótimo trabalho. - O último.
Vamos! Bom trabalho!
Tem bom aspeto.
A segunda batalha terminou.
CONFRONTO CINCO CONTRA CINCO FIM DA CONFEÇÃO DOS PRATOS
- Ótimo! - Bom trabalho, malta!
Trabalharam tanto.
- Ótimo trabalho. - Bom trabalho.
- Ótimo trabalho. - Acabou.
- Ótimo trabalho. - Igualmente.
Deram tudo.
- Mas o nosso é mais ousado. - Exato.
Céus, foi mesmo…
Parecia que tinham saído
com o plano perfeito após a primeira batalha.
Tipo: "Só nos interessa o sabor." Algo ousado.
O prato dos Colheres Brancas parecia mais completo.
Tinha alguma profundidade.
Desta vez, tínhamos hipótese.
Sim, obrigado.
O prato que preparámos agora
é um prato delicioso com sabores simples.
COLHERES PRETAS KKANPUNGGI COM MOLHO DE OVAS
Juntámos ovas de escamudo a uma suave base cremosa,
para fazer um molho saboroso.
Por cima, temos kkanpunggi.
Pessoalmente, acho
que a cozinha chinesa é a mais deliciosa.
Achei que podíamos ganhar.
O prato que preparámos chama-se
"Cocorocó Abraça Ovas de Escamudo".
COLH. BRANCAS COCOROCÓ ABRAÇA OVAS DE ESCAMUDO
Tem como base o clássico fricassé de frango.
Combinámos as ovas de escamudo com o puré de batata.
Tem um gomo de limão tostado.
Se juntarem uma gota desse sumo, o prato ainda saberá melhor.
Estou tão nervoso.
Vamos lá ganhar desta vez.
Por favor.
O nosso saberá melhor.
Estará saboroso.
Devia ser mais picante?
Por favor…
Usaram as ovas no molho.
PURÉ E OVAS MOLHO CREMOSO E OVAS
Ninguém usou muitas.
- As ovas de escamudo… - Mal se notam.
Sim, são muito suaves.
O molho do kkanpunggi também não é forte.
Se fosse,
não saberia nada a ovas de escamudo.
Este é difícil.
Os Colheres Pretas mudaram de estratégia e escolheram um sabor simples.
- Os Brancas também estiveram bem. - Até lambo a faca.
Bem…
- Pareces gostar. - Sim.
A prova está concluída.
Não, ainda não acabei.
Agora,
é hora de começarem a votar… - Não.
- … para a segunda batalha. - Esperem.
A votação está terminada.
FIM DA VOTAÇÃO
Primeiro, vamos revelar o resultado dos votos dos dois jurados.
Por favor, revelem o voto
do Anh Sung-jae.
O JURADO ANH SUNG-JAE VOTOU NOS COLHERES BRANCAS
Por favor, revelem o voto do Paik Jong-won.
- Por favor… - Por favor…
O JURADO PAIK JONG-WON VOTOU NOS COLHERES PRETAS
Isto é enervante.
Já comi muito kkanpunggi, mas este é o melhor de sempre.
Não sabia que ficava tão refinado com ovas de escamudo.
Sinceramente, quero repetir.
Antes de começarem,
os Colheres Pretas disseram que competiriam com sabores simples.
Mas não me pareceram assim tão simples.
Este prato mantém a delicadeza, mesmo tendo tentado ser simples,
por isso, não o apreciei tanto.
Pelo contrário, o prato da outra equipa
parece ter duas qualidades.
Tem aquele sabor clássico, mas também um toque de engenho.
O limão tostado…
Quando espremi umas gotas enquanto comia,
como o chefe Son Jong-won disse,
isso foi mesmo o ponto alto do prato.
E a pequena porção de ovas de escamudo por cima
podia parecer algo insignificante,
mas até isso ajudou a fazer o prato brilhar no geral.
Sinto que fizemos tudo.
Trabalhámos muito para criar o que pretendíamos.
Não vamos perder.
Os Colheres Brancas também estiveram bem. O prato deles ficou bom.
Está renhido.
Tínhamos de ganhar, pelo menos, por 60-40.
O resultado da primeira batalha foi
Colheres Brancas, 66 pontos,
e Colheres Pretas, 34 pontos.
Neste momento, os Colheres Brancas ganham por 32 pontos.
Agora, é hora de anunciar
o resultado da votação.
Por favor, revelem o resultado final.
Vamos lá ganhar.
Estava confiante nos nossos sabores.
Tinha fé no nosso prato. Achei que ia mais ao encontro dos gostos deles.
COLHERES BRANCAS, 48 COLHERES PRETAS, 48
COLHERES BRANCAS GANHAM
Céus! Vou perder a cabeça.
Vou chorar.
Colheres Pretas, 48 pontos.
Colheres Brancas, 52 pontos.
Os Colheres Brancas ganham.
DIFERENÇA DE 36 PONTOS APÓS A SEGUNDA BATALHA
São incríveis.
- Boa! - Foram incríveis.
O nosso prato não terá sido tão bom.
Não será fácil,
mas há que sobreviver.
Vou esforçar-me muito.
Farei todos os possíveis, com toda a força que tenho.
BATALHA DE EQUIPAS TUDO OU NADA
BRANCAS GANHAM 1 E 2
TOTAL, 118-82 DIFERENÇA DE 36
Estão todas fechadas.
Porque se foram? Estou nervoso.
A terceira Batalha de Equipas, Tudo ou Nada.
A sobrevivência de uns
e a eliminação dos outros está em jogo.
A terceira batalha será
entre os melhores três chefes de cada equipa.
Nesta última batalha, o número de jurados será…
… de apenas dez.
… de apenas dez.
Dez pontos por jurado?
Cada voto valerá, agora, dez pontos.
- São muitos pontos. - Dez.
Céus, isto é mau!
Os votos dos dez jurados, incluindo os dos jurados Paik e Anh,
serão adicionados ao total
para decidir o destino das duas equipas.
- Ou seja? - Tem de ser 70-30.
Se fizermos 70 pontos, ganhamos. Com 60, perdemos.
Se fizerem 70 pontos, perdemos.
Podemos recuperar.
Até podemos ganhar 100 a 0.
Só precisamos de 40 pontos.
Dos dez jurados, tentemos metade. Assim, seria 50 pontos para cada.
Agora, revelaremos os restantes jurados.
- Estou curioso. Quero muito ver. - Sim.
Como é uma batalha entre os três melhores chefes,
reunimos um painel especial de jurados.
Um painel especial?
- Painel especial? - Especial?
- Especial? - Apresentamos
os jurados especiais para esta batalha.
Os nossos antecessores!
BATALHA DOS MELHORES 3 CONTRA 3 PAINEL ESPECIAL DE OITO JURADOS
Os nossos antecessores!
Da primeira temporada!
Os jurados do painel especial
são os oitos chefes que ajudaram o programa a brilhar na temporada passada.
Olá a todos.
É muito desafiante, mas nem pensem desistir.
Têm de lutar arduamente até ao fim.
Oxalá tudo corra bem. Torço por vocês.
Evoca memórias, voltar cá um ano depois.
Eu e um chefe que realmente respeito
podemos olhar na mesma direção e não um para o outro,
ao gravar isto juntos,
o que é uma honra.
Olá, sou a chefe Jung Ji-sun, de cozinha chinesa.
Sou o Maníaco da Cozinha.
Tia Omakase n.º 1 Kim Mi-ryeong.
Jang Ho-joon, de Tongyeong.
Sou o chefe Lu Chinglai, de cozinha chinesa.
Os meus mentores estão todos cá, e é uma experiência muito valiosa.
Desejo a melhor das sortes a todos. Força!
Sim!
Nesta batalha, como temos um painel especial,
a decisão de cada jurado
terá um grande impacto no resultado.
São todos chefes. Percebem de cozinha.
Já estiveram no nosso lugar,
por isso, espero críticas implacáveis.
Terão um paladar mais apurado do que o das pessoas normais.
Não será fácil. Temos de nos preparar bem.
Por favor, escolham os três melhores chefes
que levarão o destino da equipa aos ombros.
É hora de anunciar
os três melhores chefes de cada equipa.
Dos Colheres Brancas, Son Jong-won.
Decidi não ser complacente.
Quero ganhar por muito.
Jung Ho-young.
Sam Kim.
A equipa deles pareceu forte também.
A nossa seleção é mais original.
Dos Colheres Pretas, o Monstro Culinário.
- Tu consegues! - O melhor!
Insisti em ir.
Temos de ganhar a todo o custo.
O Dir. do Lab. do Churrasco.
O Faca Omakase.
Não estava muito…
Claro que os melhores deles avançaram.
Mas, em vez de me preocupar com o prato deles, foquei-me no nosso.
Não me preocupei nada. Eu é que tenho de me sair bem.
Nesta Batalha dos Melhores Três contra Três,
os jurados Paik e Anh selecionaram
um ingrediente oculto.
- Como? - Há mudanças.
… um ingrediente oculto.
- Como? - Não é da roda?
Não valeu de nada discutir o prato.
Mas já tínhamos pensado em tanta coisa.
Não podem fazer isto.
Fiquei mesmo zangado.
Vimos os ingredientes que restavam
e pensámos em milhares de receitas.
Não parámos de pensar nas possibilidades todas.
E eis que surge o ingrediente oculto, e eu fiquei mesmo zangado.
Não sei porque apostam nas cenas ocultas.
Eu também fui uma.
Porque ocultam cenas?
Quando o ingrediente for revelado,
cada equipa deverá escolher um ingrediente da Roda do Destino que combine
com o ingrediente oculto.
Combinando o ingrediente oculto com o ingrediente que selecionarem,
cada equipa terá de criar o seu melhor prato para esta última batalha.
O que será?
O que é?
Primeiro, vamos revelar
o ingrediente oculto selecionado pelos jurados.
- Deve estar ali. - É brilhante.
O que terá debaixo?
Primeiro, vamos revelar o ingrediente oculto.
É tofu.
- Tofu? - Como? Tofu?
- É tofu. - Tofu!
- O que é? - Tofu.
- O que é? - É tofu.
- Tofu. - Tofu.
- Não ficou pela primeira temporada. - Tofu!
- Céus! - Engraçado…
INGR. OCULTO - TOFU
Ao fazer um exame,
nunca há uma pergunta do exame anterior.
Tofu? Numa prova tão importante?
Não esperavam tofu de novo?
- Não. - Fiquei chocado.
Não baixem a guarda. Façam-nos um prato delicioso.
Na última temporada, após comer 27 pratos de tofu…
… também o tenho evitado.
Daí que, hoje,
espere grandes coisas dos nossos melhores chefes.
Ver o tofu faz-me querer cozinhar de novo.
Deem o vosso melhor.
No entanto, os oito jurados especiais
não irão observar o vosso processo, para garantir uma avaliação justa.
Não saberão qual o prato que cada equipa fez.
Apenas o sabor decidirá o resultado.
- É justo. - Sim.
Podem baixar as persianas dos jurados especiais.
- Boa sorte! - Força!
- Vocês conseguem! - Força!
- Boa sorte! - Força!
Peço aos oito jurados especiais que se retirem, por favor.
- Céus! - Boa sorte a ver.
Tudo de bom.
Agora, cada equipa irá discutir entre si
e escolher o ingrediente principal, que combinará com o tofu,
da Roda do Destino.
Dos oito restantes ingredientes, podem escolher um,
seja da terra ou do mar.
Porém, como os Colheres Brancas ganharam a segunda batalha,
têm direito a escolher primeiro.
O tempo da Batalha dos Melhores Três contra Três é de 60 minutos.
Vai depender do ingrediente escolhido.
Mudará completamente o jogo.
Seguimos com o plano original.
Fazemos o que planeámos.
Há um prato com muita lima, disposta sobre noodles de somyeon.
É um prato com um caldo muito cítrico e amargo.
Decidimos incorporar o que nos saísse nesse prato.
Como estávamos a perder,
disse aos meus colegas nesta batalha:
"Confiem em mim."
Se ele demonstrou aquele nível de determinação,
achei que devíamos confiar nele.
Acabou por sair tofu. Então…
Tofu?
O ingrediente oculto dos dois jurados…
Combinamos o tofu com tsuyu.
- Como kong-guksu. - Boa ideia.
A sopa de soja não pode ser espessa.
Vamos triturar o tofu e fazer um kong-guksu fresco.
Fazer uma sopa fria com tofu parece bem.
Concordo.
Mas podemos todos voltar a fazer algo parecido.
- Ganhamos no sabor. - O nosso será melhor.
É a única hipótese.
- Isto é difícil. - É.
Tofu…
Aquilo que pensei foi: "Porque tinha de ser tofu?"
Não é um ingrediente fácil.
Já é um ingrediente perfeito. Fazer-lhe algo…
O que pode fazer tofu brilhar?
O importante é cozinharem algo em que sintam confiança.
De repente, a pressão atingiu-me.
Dependendo se ganhamos ou perdemos,
sobrevivemos ou somos eliminados todos.
Para garantir que todos os Colheres Brancas avançam,
temos de fazer um prato realmente soberbo.
Só podemos ganhar
se fizermos o ingrediente brilhar e tiver um sabor intenso.
Os Colheres Brancas escolheram rascasso.
Rascasso?
Tivemos muita dificuldade em decidir entre isso e a vitela.
Mas, no fim, optámos por rascasso.
A vitela tem um sabor diferente.
É uma carne rija e seca.
- Por não ter gordura? - Nenhuma.
Por ser jovem.
O tofu e o rascasso ficam bem juntos, não?
Tofu e rascasso.
- Tofu e rascasso. - Como?
Como os farias?
Pensei misturar
o tofu com legumes finamente cortados.
Como um bolinho de peixe. Grelhamos o rascasso e pomos por cima.
Fazemos um caldo japonês dashi, para ficarmos com um molho espesso.
Há o prato japonês kenchin-mushi.
Escorremos bem o tofu, misturamos-lhe ingredientes e cozemo-lo ao vapor.
Com o rascasso por cima e o tofu por baixo,
temos o delicioso rascasso, o tofu macio
e o rico sabor do molho.
No fundo, o tofu é bom a absorver sabores.
Ingredientes do mar combinam melhor.
Que ingrediente escolhemos?
- O lombo parece-me bem. - O lombo?
O lombo não seria má ideia. Podemos servi-lo frio e em fatias finas.
Mas só temos uma hora.
Conseguimos cozinhar, arrefecer, fatiar e servir frio?
Acho que o conseguimos fatiar lá para os 50, 55 minutos.
- É muito apertado. - Acho que 20 minutos bastariam.
Será muito arriscado? Acredito que consigo a tempo.
Se estás confiante, fá-lo.
- Sim. - Façamos o lombo.
Colheres Pretas
escolhem lombo de vitela com osso.
Porquê? Porque escolheram o lombo com osso?
Não é fácil, em tão pouco tempo.
Sinceramente, no que toca a carne, ele é o melhor
de todos nós.
Fazer aquilo em que é melhor
ajudará a equipa.
Guarnecemos com tiras finas de tofu frito e com a vitela,
e comerão tudo com rodelas de lima.
É um prato de noodles frio,
um pouco como comer naengmyeon com fatias de carne.
SOBA DE TOFU COM FATIAS DE LOMBO
A lima costuma ser combinada com ingredientes do mar.
Adotará um novo sabor ao ser comida com carne.
São todos gastrónomos.
Vou conquistar as suas papilas gustativas.
Os votos valem mais. Podemos ganhar.
- Vamos dar a volta. - Divirtam-se.
Sim, divirtam-se. Força!
- Aos três. - Um, dois, três.
Vamos!
Força, Colheres Brancas!
Vamos a isto!
Oxalá passemos.
Mas o nosso destino depende… É daí que vem o nome?
- A Roda do Destino? - Sim.
Estamos todos nisto juntos.
E, agora,
a Batalha de Equipas, Tudo ou Nada.
A Batalha dos Melhores Três contra Três.
A terceira batalha culinária começa agora.
Vamos!
- Uma reviravolta! - Vamos!
Nem pensar!
Só temos de evitar perder 70 a 30.
Temos vantagem,
mas nunca pensei: "Podemos relaxar e ganhar na mesma."
Porque nunca se sabe.
Achei que ganharíamos, mas tinha de ser por muito.
E isso é outra questão.
Céus, é mesmo fresco!
São enormes.
Parece que o Sam Kim vai preparar o rascasso.
Tens razão. Isso é bom.
Deve ser um chefe de cozinha ocidental a filetar.
Só o chefe Jung Ho-young conhece a receita.
Pensei ajudá-lo em tudo o que pudesse.
Eu preparo o peixe.
Foca-te noutras coisas, como capitão.
Devias focar-te no molho principal.
- Fazemos uma juliana. - Eu faço.
Escaldar e misturar o tofu.
Estava decidido a apoiá-lo em tudo para termos sucesso.
Chefe Jung, precisas de ferver água?
Preciso, para escaldar o tofu.
E isto, para grelhar.
Pela minha experiência, o início é crucial.
Na terceira batalha, estava muito focado
em começar bem e ir lidando com o resto à medida que avançávamos.
Sabia que o Diretor do Laboratório daria conta da vitela,
daí ter achado que o lombo era a melhor escolha.
A vitela, ao contrário da carne de vaca, não tem gordura.
Não tem o sabor rico e gordo que a carne de vaca tem.
Faz lembrar mais lombo de porco. É um pedaço de carne magra.
Será diferente dos cortes a que o Diretor está habituado.
- Exato. - Sim.
- Não há marmorização. - Certo.
Nem muito aroma a carne.
- Tens razão. - Por isso…
O que irá ele fazer?
Fazer a carne bem passada
poderá torná-la seca e pouco saborosa.
Assim, selei-a rapidamente sobre a chama do fogão a gás.
Depois, pensei cozinhá-la rapidamente numa panela de pressão.
Quero fatiá-la quando estiver entre média e média-mal.
Estava confiante em ter a carne feita, como discutimos, dentro daquele tempo,
o tempo não me preocupou nada.
Planeámos fritar o tofu a baixa temperatura bastante tempo
para usar como guarnição por cima do prato.
Dei a tarefa ao Monstro Culinário.
- O que faço a seguir? - A seguir?
Só um segundo.
Espremo o tofu?
Escaldei-o, podes espremê-lo.
ESPREME-SE A ÁGUA DO TOFU PARA USAR NA SOPA FRIA
- Vou espremer três cubos. - Sim.
- O que faço a seguir? - Podes coar isto?
Certo.
Algo mais?
Algo mais…
Neste momento, não.
Como está o tofu?
Está a ser frito.
Dá-nos instruções. Não temos nada para fazer.
- Não têm? - Dá ordens, vá.
Esprememos umas limas?
Sumo de lima.
- Isso faz um. E eu? - Eu uso isto. Espremo-as?
Sim. Faz isso e…
O tofu e…
E eu?
Um segundo.
Aqueles dois têm estilos mesmo diferentes.
Desde o início que fiquei preocupado.
Mas tens de fazer tudo. O caldo e os noodles.
Temos de fazer juntos.
- Eu faço os cortes. - Não.
Temos de dividir o trabalho.
- Só temos 60 minutos. - Claro.
"Se precisares de ajuda, eu ajudo." Não pode ser.
Temos de ter tarefas definidas.
Eu posso ajudar-te.
- Eu faço-o. - Não, decidamos já.
Os estilos deles são completamente diferentes.
O Faca Omakase queria dividir as tarefas à medida que as coisas acontecessem,
enquanto o Monstro Culinário queria ter tudo decidido no início.
Com estilos tão diferentes, não sabia se resultaria.
Corto o cebolinho?
- Em vez disso… - A guarnição?
Fatiemos gim para pôr por cima.
- Como kizami nori? - Sim.
Fá-lo se tens tempo.
O ponto-chave é
o tofu ser bem mais macio do que as pessoas pensam.
Escaldamos o tofu em água a ferver,
retiramos o máximo de humidade,
juntamos amido
e legumes finamente cortados.
- Toma. - Certo. Podes pôr.
Como o tofu é cozinhado com ovos e legumes,
tem uma textura suave e delicada.
Enrolamos o tofu em película aderente, formando uma bola.
- Assim? - Sim.
O peixe está pronto.
O que faço agora?
Prepara isso para ser selado.
Estão a trabalhar bem.
Estão a executar na perfeição aquilo em que são bons.
- Certo. - É tranquilizador.
O tofu está frito.
Está crocante?
Só precisamos da textura.
- Está crocante? - Sim.
Está bom. Ficará mais quando arrefecer.
O tofu e o gim já estão.
Estamos quase. Só temos de nos focar no timing.
- Diz-me se precisares de algo. - Sim.
PANELA DE PRESSÃO COM A VITELA
Passaram cinco minutos. Desliga.
Não é pouco? Só mais…
- Não, só cinco minutos. - Deve estar bom.
- É melhor se estiver rosa. - Certo.
Quanto tempo falta para a vitela?
Quando faltarem 15 minutos.
Vou arrefecê-la em água fria.
Para cortar a vitela numa hora,
tenho de a cozinhar e garantir que arrefece também.
Queria média a média-malpassada. Pelo menos, média-malpassada.
Está mesmo malpassada.
Fui mesmo apanhado de surpresa ao tirar a vitela. Estava
vermelho-vivo.
Não cozinhou?
Que parte está malpassada?
A parte de dentro.
- Porque tinha osso. - É a parte perto do osso?
Selo um pouco mais na frigideira?
- Está demasiado malpassada. - O osso estava aqui.
No que diz respeito a churrasco, ele é o melhor da Coreia.
Esperava que cozinhasse a carne na perfeição.
Acho que não vai resultar. Isto…
Volto a pô-la na panela de pressão. Que achas?
Cozinho-a aqui. Ainda está quente.
Está mesmo malpassada.
A vitela é a prioridade.
É o mais premente.
Vou tentar tê-la a tempo.
Fritemos a cebolinha-asiática.
CEBOLINHA-ASIÁTICA FRITA PARA GUARNIÇÃO
Temos de aquecer óleo e fritar a cebolinha.
Fica muito melhor se passarmos por farinha antes.
A cebolinha-asiática!
- Usa um coador primeiro. - Sim.
Tem uma cor forte. Não frites ainda!
Certo, ainda temos tempo.
No fim de contas, quem observa lá de cima também está envolvido.
Senti que me devia considerar parte do jogo também.
Se não gritar agora, vou arrepender-me depois.
A temperatura do óleo parece-me muito alta.
- Baixa o lume. - Certo.
Vais fazer a suspensão de amido depois?
- Vou fazê-la já. - Certo.
Tens pimentão fumado ali também!
É melhor gritar
enquanto ainda há tempo.
Vou começar o peixe.
Vou fazê-lo com sal e pimenta,
como na cozinha ocidental.
O peixe ficou firme porque estava mesmo fresco.
Com rascasso,
não podemos deixá-lo secar. É crucial como grelhamos.
A pele deve ficar crocante,
enquanto a carne deve ficar tenra e suculenta.
O Son Jong-won cozinhou-o na perfeição, à ocidental.
Acho que está quase.
Como está a vitela?
Acho que estará pronta a tempo. Vou fazê-la aqui um pouco.
- Deve ficar perfeita. - Depois, arrefeces dois minutos?
- Cozinha-a bem. - Sim. Cozinhá-la-ei mais.
Ainda está demasiado malpassada.
Demasiado.
Por favor, verifica. Temos de ser mais rápidos.
- Está a fazê-la. - Como?
- Está a fazê-la agora. - Achei que era mais rápido no caldo.
Acho que dará.
Se a continuar a virar mais três minutos,
devo conseguir a tempo.
- A lima está cortada? - Quase.
- Diz-me o que fazer. - O quê?
Temos de cortar a vitela. Estamos à espera.
Como a cortamos, se nem está feita? Tem de arrefecer.
Sempre trabalhei em alta cozinha,
acredito que o processo é importante, mas isto foi um caos.
Sou o capitão, e ele estava sempre com coisas.
"O que faço? Dá-me algo para fazer."
Ele que encontre algo para fazer,
se não houver nada, sente-se ou vá para casa.
Quis dizer-lhe: "Vai encontrar algo!"
Mas isso só levaria a uma discussão.
Por isso, achei melhor ficar calado.
Como a cortamos, se nem está feita? Tem de arrefecer.
Podes provar isto?
Tinha os olhos fixados na vitela.
Mas estava confiante.
Com esta carne,
acreditava que ia fazer com que resultasse.
Virei-a sem parar no bico a gás, enquanto a grelhava.
Tinha de ter a temperatura certa,
e eu tentei fazê-la e arrefecê-la no tempo que tínhamos.
- Quando der, cortamo-la juntos. - Sim.
QUANDO FINALMENTE ARREFECER, ESTÁ PRONTA
E, depois,
o caldo.
Faço um caldo delicioso com katsuobushi
e trituro-o com tofu,
para fazer uma bela sopa com o aroma a frutos secos do tofu.
Nunca fiz tofu com molho de soja.
A que saberá?
Está a misturar o tofu com tsuyu para fazer o caldo dos noodles.
MISTURAR TSUYU COM CALDO DE TOFU ATÉ OBTER A PROPORÇÃO CERTA
Depois, junto sumo de lima para obter o seu aroma.
Dá-nos um caldo cítrico a saber a frutos secos.
Muito bem.
O caldo está feito.
A guarnição também.
Só precisamos da vitela.
Como está?
- Ainda malpassada? - Deve dar para fatiar.
Já não vai levar mais calor.
- Certo. - Tentemos fatiar.
Por favor…
Como está?
Fazer a carne bem passada
poderá torná-la seca e pouco saborosa.
Será servida fria e fatiada, mas no ponto médio.
Quero fatiá-la quando estiver entre média e média-mal.
Está demasiado…
Não, estará perfeita aqui.
Parece boa. O exterior estará sempre feito.
O problema é o interior.
Tem de ser mais fino.
Precisamos de 20.
Muito bem.
Parece boa.
A forma está algo…
- Queres que corte? - Sim.
Com uma faca afiada.
A vitela parece boa.
Ótimo trabalho.
Sim, está mesmo bonita.
- A vitela está boa. - Desculpa antes…
- Devia ter jogado mais pelo seguro. - Não.
Consegues fazer vitela assim tão bem?
Numa hora só?
São dez conjuntos.
Está quente!
Já temos dez filetes.
Vou fazer mais dois.
- Vou abrir isto. Sou bom nisso. - Até gosto disto.
Se pusermos em cima, assim…
- Acho que também fica bem. - Fica bem.
- Fica bem. - Assim?
Vamos provar um que esteja feito.
O molho está pronto. Vamos regar por cima.
Não sei se devíamos pôr gengibre.
- Vou provar primeiro. - Certo.
- Precisa mesmo de gengibre. - Está doce.
Está demasiado doce agora.
Demasiado doce?
- Está algo doce. - Está algo doce.
Após fazer o caldo de katsuobushi, reduzi-o a um molho espesso e doce.
Mas ficou mais doce do que esperava, e tivemos de encontrar uma solução.
- Que fazemos? Molho de soja? - Junta acidez.
- Acidez… - Acidez?
E se usar raspa de lima?
Exato.
E o gengibre?
- Tentemos com gengibre. - Toma.
Isso já tem gengibre.
Precisa de mais.
A lima ficou bem, certo?
Se ralar gengibre e lima,
fica perfeito. - Sim.
Então, vou ralar os dois.
Prova esse, que tem lima.
É muito melhor.
Com a lima, é bom.
Gengibre e lima.
- Vou limpar este prato. - Sim.
Para equilibrar os sabores, precisávamos de alguma acidez.
Há que ir melhorando.
Vou começar a empratar.
- Primeiro, o caldo? - Sim.
- Assim? Uma concha? - Perfeito.
Por cima,
o tofu frito.
O tofu está bonito.
- Boa ideia. - Está bem crocante.
Põe o tofu, e eu, emprato.
Vê se o rascasso não tem espinhas!
Perto da cabeça.
Faz assim.
- O peixe está perfeito. - Obrigado.
- Chega? - Sim.
Põe a cebolinha.
- Está feito? - Sim.
Acabaram depressa.
- Muito bem. - Bom trabalho!
- Boa. Lamento o pânico. - Boa!
- Ótimo trabalho! - Boa!
Conseguiram.
Ótimo trabalho.
Têm de servir os pratos agora.
Juntamos só duas gotas de lima no fim?
Sim, um pouco de lima seria bom.
- Levo-os, depois de pores o sumo. - Certo.
Muito bem.
Ótimo trabalho.
BATALHA DOS MELHORES FIM DA CONFEÇÃO DOS PRATOS
- Feito. - Conseguimos.
- Boa! - Estiveram bem.
- Foram incríveis. - Céus!
A equipa deles…
Acho que trituraram tofu.
Trituraram o tofu.
Mas combinarão bem
a carne e o tofu assim? - Não me parece.
Acho que foram algo negligentes, mas quem sabe?
Sinceramente, fiquei confuso.
Porquê tão simples?
Porque um prato frio é sempre mais fácil de fazer.
Podiam ter feito mais, porque fizeram só aquilo?
Devemos ganhar de novo.
Vi o prato deles.
Estava muito bem feito.
Isso deixou-me algo nervoso.
Agora, os oito jurados especiais
podem voltar a entrar, por favor.
Estou nervosa.
Claro que estás.
O resultado está nas nossas mãos.
Agora, por favor, abram as persianas.
Como já referido,
os oito jurados especiais
provarão os pratos sem saberem qual o prato que cada equipa fez.
Céus, esconderam tudo!
Cobriram tudo, nem podemos adivinhar quem fez o quê.
Bolas!
Nem acredito no quão completos são.
São diferentes.
São polos opostos, estilos completamente diferentes.
Cheira-me a cítrico.
Este tem aroma a frutos secos.
Isto é rascasso?
Rascasso é tramado.
É rascasso grelhado, crocante, mas tenro,
com tofu macio, cozido a vapor, por baixo.
Quando tirarem uma grande colher do molho doce
e o comerem com rascasso e tofu,
isso dar-nos-á sorte e levar-nos-á à vitória, daí o nome
"Bombom Rascasso da Sorte".
O molho é bom e salgado.
Fica bem com a cebolinha-asiática frita.
- A cebolinha é a chave. - Sim.
Liga tudo.
- Liga tudo. - Realça o sabor de tudo.
CEBOLINHA-ASIÁTICA FRITA
Quando vi o prato dos Colheres Brancas, imaginei o sabor.
Um molho doce,
morno, e a maciez do tofu.
Parecia terem-se saído bem.
O que tem em baixo? Noodles?
- Noodles? - Sim.
É kong-guksu?
É como o naengmyeon que comemos no fim de uma refeição na Coreia.
Triturámos o ingrediente oculto, o tofu,
fizemos um caldo cítrico e com sabor a frutos secos
e, por fim, juntámos as fatias de vitela,
para comerem tudo junto.
COLHERES PRETAS OS NOODLES DA FINAL
Não te traz memórias?
TOFU FRITO
Está mesmo crocante.
Não esperava este sabor dos noodles.
- Esse? - Sim.
É bom?
É mesmo bom.
O tofu em si não tem muito sabor.
Mas elevaram-no com um sabor cítrico e fresco.
- Que boa ideia… - Sim, está tão bom.
Ao provarem os pratos,
dava para ver quais comiam.
Estavam mesmo a gostar do dos Colheres Pretas.
Só via noodles.
Mas, pela forma como os comiam…
TODOS A COMER NOODLES
… quis saber a que saberiam para estarem a gostar tanto.
Vi o Maníaco da Cozinha,
e não parava de os comer.
Achei que o nosso prato devia ser delicioso.
Mas, depois, voltou a comer o outro.
É muito difícil.
Achei que devia era estar com fome.
Isto é mesmo
a batalha dos melhores.
Têm personalidades totalmente diferentes,
mas ambos têm os seus pontos fortes.
- É verdade. - Não consigo decidir.
Este tem o seu encanto, tal como este.
- Ambos são bons. - É difícil, muito difícil.
- Gosto mais deste molho. Deste. - Sim.
- Mas a carne deste é melhor. - Concordo.
- Muito difícil. - Sim.
É claro que são ambos deliciosos.
É hora de começar a votar para a terceira batalha.
Se preferiram o prato da esquerda, primam o botão um.
Por favor…
Se preferiram o prato da direita, primam o botão dois.
Por favor, votem agora.
Deixem o Choi Kang-rok vingar a derrota!
Deixem-no passar.
Posso perder a próxima, se passar esta.
- Céus! - A sério.
Os dez jurados já votaram.
Obrigado por pratos tão deliciosos.
Para começar, o primeiro prato
tinha um sabor clássico e seguro, como se resultasse de muita experiência.
O segundo prato, à direita,
foi algo ousado, com uma abordagem única.
Mas eu concentrei-me mais na combinação dos ingredientes,
e foi isso que mais pesou na minha decisão.
Primeiro, os noodles.
Adorei a junção de tudo numa garfada.
E este caldo… não queria parar de comer.
Mas esta criatura do mar…
"Criatura."
… tem uma bela crocância
e está tão tenra e deliciosa.
O primeiro prato tem aquela doçura familiar,
mas também tem um sabor rico e saboroso,
tornando-o muito elegante. - Sim, o sabor em si.
Quanto aos "Noodles da Final",
pressupus que tivessem usado o tofu a imitar kong-guksu
e esperei um gosto bastante familiar.
Mas foi muito pouco familiar.
Um sabor estranho,
mas que também me deixou a salivar por mais.
Foi uma descoberta única.
Todos deram um feedback positivo,
mas quero salientar os pontos negativos.
O primeiro prato usou rascasso,
mas o tempero do molho ankake era muito forte.
A doçura sobrepôs-se demasiado para mim
e não consegui sentir verdadeiramente
o sabor do rascasso.
Quanto ao segundo prato,
devia ter combinado bem com o tofu,
mas não senti o sabor da vitela.
Se tivessem posto mais, de outra forma,
teriam feito melhor uso deste ingrediente.
Só queria salientar isto antes de avançar.
Obrigado pelos pratos.
Estava tão nervoso.
Só queria que o momento passasse depressa.
Fiquei…
Nem conseguia olhar.
Isto ditará o sucesso ou o fracasso deles.
É duro eliminar uma equipa toda duma vez.
- Muito bem. - Bom trabalho.
Bom trabalho.
Muito bem. Bom trabalho!
Muito bem.
- Quem irá ganhar? - Estiveram bem.
A terceira Batalha de Equipas, Tudo ou Nada.
Na primeira batalha…
Colheres Pretas, 34 pontos,
Colheres Brancas, 66 pontos.
Na segunda batalha…
CONFRONTO CINCO CONTRA CINCO
Colheres Pretas, 48 pontos.
Colheres Brancas, 52 pontos.
Neste momento, o resultado é…
Colheres Pretas, 82 pontos.
Colheres Brancas, 118 pontos.
Os Colheres Brancas lideram por 36 pontos.
Os Brancas ganharam tudo.
Os Brancas têm dominado.
Nesta ronda, os Colheres Pretas, a equipa que está atrás,
têm de ganhar por mais de 37 pontos para operar a reviravolta.
Ao calcularmos os pontos,
sete dos dez jurados tinham
de nos escolher.
Ganhámos as primeiras duas batalhas,
mas, se perdermos por uma grande margem nesta batalha,
podem ganhar-nos.
Antes de anunciar o resultado,
vamos revelar aos jurados especiais
qual o prato que cada equipa fez.
Quero mesmo saber.
O primeiro prato, à esquerda, é dos Colheres Brancas.
O segundo prato, à direita, é dos Colheres Pretas.
Agora, vamos revelar o resultado da votação.
Primeiro,
por favor, revelem o voto de Jang Ho-joon.
Não era para ser anónimo?
Não.
É o momento mais enervante do dia todo.
Por favor, revelem o voto de Jang Ho-joon.
Jang Ho-joon escolheu os Colheres Pretas.
A sério?
Assim, agora,
Colheres Brancas, 118 pontos.
Colheres Pretas, 92 pontos.
A seguir, por favor, revelem o voto de Jung Ji-sun.
Votou nos Pretas?
Não acredito!
Assim, agora,
Colheres Pretas, 102 pontos.
Colheres Brancas, 118 pontos.
Estamos 16 pontos atrás. Só precisamos de mais dois.
Por favor, revelem o voto de Lu Chinglai.
Lu Chinglai escolheu os Colheres Brancas.
Colheres Pretas, 102 pontos.
- Colheres Brancas, 128 pontos. - Estamos sob tanta pressão.
A seguir, por favor, revelem o voto de Choi Hyun-seok.
Choi Hyun-seok escolheu os Colheres Pretas.
- Este suspense mata-me. - Achei que sim.
Céus! Que fazemos?
- A sério… - Esperem.
Colheres Pretas, 112 pontos.
Colheres Brancas, 128 pontos.
Por favor, revelem o voto do jurado Anh Sung-jae.
O jurado Anh Sung-jae escolheu os Colheres Pretas.
Assim, agora,
Colheres Pretas, 122 pontos.
Colheres Brancas, 128 pontos.
Apanhámo-los. Só seis atrás.
Só seis pontos.
- Talvez ganhemos. - Devia estar mesmo delicioso.
Por favor, revelem o voto do jurado Paik Jong-won.
Paik escolheu os Colheres Pretas.
A sério?
Só mais dois.
A sério?
Assim, agora,
Colheres Pretas, 132 pontos.
Colheres Brancas, 128 pontos.
Agora, os Colheres Pretas passaram para a liderança.
Estamos na liderança!
Estamos à frente.
Quando os ultrapassámos, fiquei em choque.
Pensei: "O quê? Vamos ganhar? Ganhámos!"
Como era de dez em dez pontos, reduzimos a diferença depressa.
Talvez possamos ganhar.
Estamos em apuros.
Isto é mesmo mau.
Estava a ver, divertido,
quando, de repente, percebi que podíamos perder.
Senti que era tudo culpa minha.
Em vez de se espalharem, os votos vieram do mesmo lado.
Quando pensei no outro lado,
fiquei algo assustado.
A seguir,
por favor, revelem o voto de Edward Lee.
Edward Lee escolheu os Colheres Brancas.
Obrigada.
Assim, agora,
Colheres Pretas, 132 pontos.
Colheres Brancas, 138 pontos.
Os Colheres Brancas voltaram a liderar.
A seguir,
por favor, revelem o voto do Matfia de Nápoles.
O Matfia de Nápoles escolheu os Colheres Brancas.
Assim, agora,
Colheres Pretas, 132 pontos.
Colheres Brancas, 148 pontos.
Se tivermos mais um voto, ganhamos.
- Têm de votar em nós. - E ganhamos?
Sim, mas se um não votar, perdemos.
Por favor, revelem o voto do Maníaco da Cozinha.
Colheres Brancas…
- Revelem o voto… - Que sejam 158.
Temos hipótese!
Tia!
Vai ser o último a decidir.
- Esperem. - Pretas?
O quê?
Pretas?
Temos hipótese!
Tia!
Ainda não sabemos.
- Isto é a sério? - Tia!
Por favor…
Talvez consigamos. Esperem, o que se passa?
Ela está do nosso lado. É uma de nós.
Senti a adrenalina a subir e uma descarga de dopamina.
Pensei: "Vamos mesmo ganhar?"
Isto é mesmo possível?
Nunca estive tão nervoso numa competição.
Assim, agora,
Colheres Pretas, 142 pontos.
Colheres Brancas, 148 pontos.
Ela é que vai decidir.
- Como acabou assim? - Porque sou a última?
Tia Omakase n.º 1!
A diferença é de seis pontos.
Faltam atribuir dez pontos.
Meu Deus!
Santo Deus!
Agora, por fim,
por favor, revelem o voto…
- Não posso! - … da Tia Omakase!
Não consigo ver.
Não consigo ver.
Por favor…
Vou muito ao restaurante dela.
Por favor, vota em nós.
Vamos para casa?
Ou vamos ficar cá?
Tia, por favor! Só esta vez!
Por favor!
- Céus, não chorem! - Tia!
O nosso destino estava nas mãos dela.
Esperava que tivesse votado em nós.
Por favor…
Por favor, revelem o voto
da Tia Omakase n.º 1!
Legendas: Vânia Cristina
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