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O EMPREGO
Ouve o que est�s a dizer, Bob!
Tu segue-la para o emprego! Tu escutas os
telefonemas dela! Tu abres o correio dela!
Quando come�aste a fazer estas coisas, a rela��o acabou!
Obrigado pelo telefonema.
Roz, acho que temos tempo para mais um.
Sim, na linha quatro, temos o Russell de Kirkland.
Ol� Russell, � o Dr. Frasier Crane. Estou a ouvir.
Bem, tenho-me sentido... sabe como �, deprimido ultimamente.
A minha vida n�o est� a ir a lado nenhum. Mas n�o � assim t�o mau.
� s� que, � o apartamento de sempre, o emprego de sempre. �s vezes...
Cheg�mos ao fim da nossa hora.
Deixa-me ver se vou directo ao assunto usando-me como exemplo.
H� seis meses atr�s, eu estava a viver em Boston.
A minha mulher tinha-me deixado, o que foi muito doloroso.
Depois ela voltou, o que foi horr�vel.
Ainda por cima, o meu trabalho tinha estagnado,
e a minha vida social consistia em andar de bar em bar todas as noites.
Estava a levar uma vida que n�o estava a funcionar.
Eu sabia que tinha de fazer alguma coisa, qualquer coisa
Ent�o, acabei com o casamento e voltei para a minha terra natal, Seattle.
For�a, Seahawks!
Eu agi Russell, e tu tambem podes.
Muda, faz alguma coisa. Se for um erro, faz outra coisa qualquer.
Vais fazer isso Russell?
Vais?
Russell? Acho que o perdemos.
N�o, j� fomos para as noticias h� 30 segundos atr�s.
Oh, por amor de Deus!
Finalmente entrego a minha alma a Seattle
e eles est�o a ouvir o "Rush Hour Roundup" do Chopper Dave!
O resto do programa foi bastante bom. Foi um bom programa , n�o foi?
O teu irm�o ligou.
Roz, chamamos a isso "evitar". N�o mudes de assunto. Diz-me o que achaste.
J� alguma vez te disse para que serve este bot�o?
N�o sou nenhuma pe�a "Lalique"
Eu aguento criticas. Como me sai hoje?
Perdeste duas publicidades, deixaste um total de 28 segundos de tempo morto,
baralhaste as cartas dos ouvintes, entornaste iogurte no painel de controlo,
e insististe em chamar ao Jerry, que tem crise de identidade, "Jeff".
Disseste que o meu irm�o ligou?
O IRM�O
Ent�o eu disse ao jardineiro: "Yoshi, eu n�o quero um jardim Zen no meu quintal.
Se eu quiser cavar cascalho a cada 10 minutos
para manter a minha harmonia interior,
mudo-me para Yokohama."
Isto ofende-o, e ele come�a a arrancar
as camelias premiadas da Maris � m�o cheia.
Eu n�o podia admitir isso.
Fui para dentro e tranquei a porta at� ele se acalmar.
Diz-me que tinhas agido de outra forma Frasier.
Desculpa Niles, n�o me tinha apercebido que tinhas parado de falar.
N�o ouviste uma palavra do que eu disse!
Tu �s um psiquiatra. Tu sabes como �
ouvir as pessoas divagar sobre as suas vidas mundanas.
Touch�. E por falar nisso, ouvi o teu programa hoje.
E?... Sabes a minha opini�o sobre psiquiatria pop.
E sei o pensas sobre tudo. Quando foi a ultima
vez que tiveste um pensamento inexpressivo?
Estou a ter um agora.
Voc�s est�o prontos? Dois cafelatte supremos.
N�o, obrigado.
Ent�o Frasier, como te est�s a safar sozinho?
Bem, adoro a minha nova vida.
Adoro estar sozinho. Tenho saudades do Frederick, claro.
Ele � guarda-redes na equipa de futebol junior. Tal pai tal filho.
-Tu odiavas desporto. -E ele tamb�m!
O ar fresco faz-lhe bem.
Bem, isto foi divertido, mas...
-H� um problema que deveriamos falar. -� o Pai?
Um dos seus antigos colegas da policia telefonou.
Foi visit�-lo e encontrou-o no ch�o da casa de banho.
-Oh meu Deus! -Ele est� bem.
-� a anca dele outra vez?
-Acho que ele n�o pode viver mais sozinho.
O que � que podemos fazer?
Esta n�o vai ser a solu��o preferida de ninguem,
mas tomei a liberdade de procurar alguns lares para ele.
Um lar? Ele ainda � um homem novo.
Tu n�o podes tomar conta dele. Est�s a reconstruir a tua vida.
Para alem disso, nunca fomos pr�ximos.
Claro que n�o posso tomar conta dele.
Oh, sim claro. Porqu�?
-O Pai n�o se entende com a Maris. -E quem � que se entende?
Pensei que gostavas de minha Maris.
E gosto. Gosto dela � dist�ncia.
Sabes, assim como gostas do sol. A Maris � como o sol,
Sem o calor.
Bem, estamos de acordo sobre o que fazer com o Pai.
"Golden Acres.Preocupamo-nos para que voc� n�o tenha que o fazer."
- Diz isso? - � bom que o diga.
OK, vou preparar o quarto de h�spedes.
- �s um bom filho, Frasier. - Oh, Deus, sou, n�o sou?
Dois caf�s supremos. Alguma coisa para comer?
N�o, parece que perdi o apetite.
Eu quero uma fatia grande de cheesecake.
O PAI
- Ol�! - Finalmente cheg�mos.
Pai, bem vindo � tua nova casa.
Est�s com muito bom aspecto.
N�o me venhas com tretas. N�o estou nada com bom aspecto.
Passei a segunda-feira no ch�o da casa de banho.
Ainda se conseguem ver as marcas do ch�o na minha cara.
D�-te uma ideia sobre a viagem at� aqui.
C� estamos n�s.
Fique descansado. O frigor�fico est�
bem abastecido com a sua cerveja preferida.
Temos aperitivos e salada de couve. E aluguei um filme do Charles Bronson.
P�ra com o discurso. Todos sabemos porque � que estou aqui.
N�o posso estar sozinho 10 minutos sem cair
e Frasier, tu tens que levar comigo.
N�o, n�o!
Temos uma hip�tese de nos voltarmos a relacionar.
Isso implica que nos tenhamos que relacionar.
Porque � que eu n�o ponho as coisas do Pai
nos seus novos aposentos de solteiro
para voc�s, seus malandros, combinarem umas voltas.
Aquela mulher dele est� a deix�-lo maluco.
Sim, n�s os rapazes Crane sabemos casar, sem d�vida.
Deixe-me ir-lhe buscar uma cerveja, Pai.
O que � que achas da casa?
Cada item foi escolhido cuidadosamente.
Este candeeiro do Corbu, a cadeira da Eames.
Este sof� � uma r�plica do sof� que a Coco Chanel
tinha no seu atelier de Paris.
- Nada condiz. - � um estilo de decora��o. � Ecl�tico.
Se realmente tens boas pe�as de mobili�rio,
n�o interessa se combinam ou n�o. Ficam bem juntas.
� o teu dinheiro.
Pai o que achas desta vista, olha, ali � o Space Needle.
Obrigado por teres dito isso. Nascido e criado aqui, n�o fazia ideia.
- Entrega para Martin Crane. - Aqui.
Desculpe! Espere a�!
- Onde � que o quer? - Onde � que est� a televis�o?
-Naquele m�vel. - P�e ali em frente.
- E esta cadeira? - Mudamo-la.
Cuidado! Isso � uma Wassily!
Pai, tenho a certeza que esta pe�a � muito especial para ti,
mas n�o me parece que combine com nada aqui.
Eu sei. � Ecl�tica.
Niles, ajudas-me aqui?
Preciso de uma extens�o para ligar a parte vibrat�ria.
Sim, ser� a cereja no topo do bolo.
Agora que voc�s est�o instalados, eu vou andando.
Estou atrasado para o meu Semin�rio sobre Familia Disfuncional.
Pai, j� falaste no Eddie?
- Eddie?
- N�o, o Eddie n�o!
- � o meu melhor amigo. Vai buscar a minha cerveja.
Ele � esquisito. D�-me arrepios. S� o que faz � olhar para mim fixamente.
� imagina��o tua.
N�o, desculpa. Vou bater o p�. O Eddie n�o se vai mudar para c�.
Niles, desculpa o atraso.
Quando eu �a a sair, o Pai decidiu cozinhar o
almo�o, a julgar pelo brilho de fogo na cozinha.
Esta �ltima semana com o Pai tem sido um autentico inferno.
Quando estou em casa sinto que o meu territ�rio est� a ser invadido
quando n�o estou, fico preocupado com o que ele est� a fazer.
Estou uma pilha de nervos. Tenho que me acalmar.
Caf� duplo, por favor.
Por acaso ainda tens as brochuras... daqueles lares?
Claro que tenho. N�o te esque�as que a Maris � 5 anos mais velha que eu.
Achas que isso � mesmo necess�rio
Sim. J� n�o tenho vida pr�pria.
Desisti dos meus bilhetes para o teatro, para a sinfonia...
E a �pera?
- Aqui tem. - Obrigado.
Por acaso n�o h� hip�tese de tu e a Maris poderem...?
A Maris e eu fal�mos sobre isso.
Deveriamos dividir mais a responsabilidade
- Queres dizer que ficas com ele? - Santo Deus, n�o!
Ajudamos-te a pagar a algu�m para tomar conta dele.
Algu�m para cozinhar, limpar e ajudar o Pai com a fisio-terapia.
Esses anjos existem?
Conhe�o uma ag�ncia.
Vou-lhes pedir que mandem algumas pessoas.
Niles, n�o sei como te agradecer. Sinto uma necessidade de te abra�ar.
Lembra-te do que a m�e sempre dizia:
"Um aperto de m�o � t�o bom quanto um abra�o."
S�bia mulher.
A EMPREGADA INTERNA
Nunca na minha vida estive t�o impressionado com um ser humano.
- O que � que aquela tinha de errado? - Ela estava a olear a dobradi�a.
A olear a dobradi�a! Ela esteve dois anos com a Madre Teresa.
Se eu fosse a Madre Teresa, �a verificar a minha caixa de j�ias.
Esta � a �ltima. Tenta manter uma mente aberta.
Ol�. Apanhado com a m�o na lata dos biscoitos!
- Sou a Daphne. Daphne Moon. - Frasier Crane. Por favor, entre.
O meu Pai, Martin Crane. Pai, esta � a Daphne Moon.
Prazer em conhece-lo. Oh, e quem � este?
� o Eddie.
- Chamo-lhe Eddie Esparguete. - Ele gosta de massa?
N�o, ele tem lombrigas.
- Sente-se, Miss Moon. - Daphne. obrigado.
Olha!Que cadeira comfort�vel. Eu costumo dizer,
"Come�a com uma boa pe�a,e substitui o resto quando puderes."
Talvez devesse come�ar por nos falar de si.
- Sou de Manchester, Inglaterra. - A s�rio? Ouviu, Pai?
Estou a 2 metros de dist�ncia. N�o tenho problemas de audi��o.
S� estou nos estados Unidos h� poucos meses,
mas tenho uma longa experi�ncia em presta��o cuidados e fisio-terapia,
como pode ver no meu curr�culo.
Voc� era pol�cia, n�o era?
- Sim. Como � que soube?
- Tenho que confessar que sou um pouco vidente.
Nada de especial.Apenas pequenas coisas que consigo adivinhar.
N�o que consiga adivinhar a lotaria!
Se conseguisse, n�o estaria a falar com voc�s dois agora, pois n�o?
Sim. Talvez deva descrever as suas tarefas.
Espere. Estou a sentir algo em si. Voc� � florista.
- N�o, sou Psiquiatra. - Bem, isto vai e vem.
Geralmente � mais forte durante aquela minha altura do m�s.
parece que deixei escapar um segredo.
Est� seguro connosco.
J� sabemos tudo o que queriamos sobre si. E um extra tamb�m.
Voc� � um c�o n�o �?
Bem, eu ligar-lhe-ei, Miss Moon.
- O emprego � seu. - �ptimo!
N�o se est� a esquecer de nada?
N�o deveriamos falar sobre isto em particular?
Claro.Compreendo perfeitamente. Vou s� � casa de banho.
- T�m uma, n�o t�m? - Sim.
Oh, adoro a Am�rica.
- Pai! - Quiseste que eu escolhesse uma.
- Ela � cozinheira.N�o gosto dela.
- Ela s� vai c� estra quando tu n�o est�s.
Ent�o, qual � o meu problema?
Daphne!
- Ficou retida. - Oh, �ptimo! Tive uma premoni��o.
Que surpresa.
Trago as minhas coisas amanh�.
Deve haver algum mal entendido. Este n�o � um emprego com alojamento.
A senhora da ag�ncia...
Ela enganou-se. Isto � um part-time. N�o vai dar certo.
- Vamos falar sobre isto. - N�o h� nada para falar.
Deviam falar sobre isto. Eu vou at� aqui
e disfruto da sua arte er�tica Africana.
- Acho que era melhor se fosse embora. - Oh, est� bem.
Contact�-la-emos. Se n�o por telefone, pela tostadeira.
- N�o a quero a viver aqui. - porque n�o?
- N�o h� quarto para ela! - Ent�o e o teu escrit�rio?
� onde eu leio,onde tenho os meus pensamentos mais profundos.
Usa a sanita, como o resto do mundo.
Vais-te habituar.
J� me habituei o suficiente.
Estou numa cidade nova, Tenho um emprego novo.
Estou separado do meu menino.
E agora o meu pai e o c�o dele est�o a viver comigo.
A ideia de trazer algu�m para c�
foi apara aliviar o meu fardo, n�o de o aumentar.
- Eddie, somos um fardo. - Est�s a distorcer as minhas palavras.
Quis dizer fardo de uma forma positiva.
assim como:"Olha, que lindo fardo"?
- Qualquer coisa assim. - N�o foste s� tu que ficaste tramado.
H� dois anos atr�s, um patife que estava a
assaltar uma loja meteu-me uma bala na anca.
Troquei os meus tacos de golfe por um destes.
Eu tamb�m tinha planos.Isto pode ser um choque,
mas um deles n�o era viver contigo.
- Estou s� a tentar ser o bom filho. - N�o te preocupes.
- Depois de eu ir,podes viver livre de culpa.
- achas que isto tem a ver com culpa?
- N�o tem??
- Claro que sim! Mas trouxe -te para casa.
Quis faz�-lo porque �s meu pai!
E como � que me pagas?
Com um coment�rio triste sobre isto, ou a mandar abaixo sobre aquilo.
Fiz o melhor para que te sentisses em casa aqui.
S� por uma vez, fazia-te mal dizer uma porcaria de um "Obrigado"?
Anda Eddie, j� passa da tua hora de jantar.
Vou sair.
T�m que mudar a casa de banho para mais perto do est�dio!
Volto a seguir a estes an�ncios. Posso gravar isso?
O que � que tens?
Desculpa. � um problema com o meu pai e a pessoa que ele quer contratar.
Pensei que tinha come�ado a minha vida de novo.
Tinha imaginado como iria ser e depois... n�o sei.
J� ouviste falar de Lupe Velez?
- Quem?
- Lupe Velez. Uma estrela de cinema dos anos 30.
A carreira dela estava da bater no fundo, por
isso decidiu dar o golpe final na imortalidade
Pensou que se n�o podia ser lembrada pelos
filmes, seria lembrada pela forma como morreu.
Tudo o que a Lupe queria era ser recordada.
Ent�o planeou um suic�dio exc�ntrico.
Flores, velas, len��is de seda,camisa de noite de cetim, penteada e maquilhada.
Toma uma dose excessiva de comprimidos, deita-se na cama
e imagina como ficar� bonita na 1� p�gina dos jornais do dia seguinte.
Infelizmente, os comprimidos n�o caem bem
com o prato de enchilhada
que ela tinha escolhido como �ltima refei��o.
Ela trope�a na casa de banho,
e enfia a cabe�a na sanita. Foi assim que a encontraram.
H� alguma raz�o para me estares a contar essa hist�ria?
Sim. Mesmo que as coisas n�o corram
como plane�mos, podem acabar por resultar.
Lembra-me de como resultou para a Lupe,
vista pela �ltima vez com a cabe�a na sanita.
Tudo o que ela queria era ser lembrada.
Ser� que te vais esquecer desta hist�ria?
estamos de volta. Roz, quem � o nosso proximo ouvinte?
Temos o Martin na linha um. Ele tem um problema com o filho.
Ol� Martin Sou o Dr.Frasier Crane. Estou a ouvir.
'� a primeira vez que ligo.'
Bem vindo ao programa. Como posso ajud�-lo?
'Mudei-me para casa do meu filho e n�o est� a dar certo.
'H� muita tens�o entre n�s.'
Posso imaginar. Porque � que acha que isso acontece?
'Secalhar eu n�o percebi que ele tinha planeado uma vida nova.
'Parece que fui atarpalhar.'
Estas coisas t�m dois sentidos.
Talvez o seu filho n�o tenha querido ver que a sua vida estava a mudar.
'Acertou em cheio! Tenho-lhe dito isso desde que vim para c�!'
De certeza que ele apreciou a sua candura.
'�s vezes devo estar mas � calado.'
Isso � um bom conselho para todos n�s.
Mais alguma coisa?
'Estou preocupado se o meu filho n�o sabe que agrade�o o que fez por mim.'
Porque � que n�o lhe diz?
'Sabe como � entre pais e filhos.
'N�o � f�cil dizer essas coisas.'
Bem, se serve de alguma coisa, acho que o seu filho j� sabe o que sente.
- � s�? - 'Sim. obrigado Dr. Crane.'
- O prazer foi meu Martin. - 'Ouviu? Eu disse obrigado!'
Sim, ouvi.
Dr. Crane? A Claire na linha 4est� com dificuldades em ultrapassar uma rela��o.
Ol� Claire. Estou a ouvir.
'Eu,...
'Bem, estou uma l�stima!
'H� oito meses atr�s o meu namorado e eu acab�mos.N�o consigo ultrapassar.
'A dor n�o passa.Parece que estou de luto ou assim.'
Claire, tu est�s de luto.
Mas n�o est�s de luto por teres perdido o teu namorado.
Choras a perda da tua vida tal como achavas que �a ser.
Tens que ultrapassar. As coisas nem sempre resultam como n�s plane�mos.
N�o � obrigatoriamente mau.
As coisas t�m sempre uma forma de resultar .
J� ouviste falar de Lupe Velez?
..:::# Traduzido por Team PedraS #:::..
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