Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Uma Fam�lia �s Direitas S01E03 - Archie's Aching Back
Apetece-te uma azeitona?
� melhor do que com�-las a partir de jarros.
Eu tinha um tio que punha uma azeitona em cada dedo da m�o dele.
Sabes o que costumavam cham�-lo? Vincent.
- Porque � que lhe chamavam de Vincent? - Era esse o nome dele.
Ent�o porque � que me disseste a coisa sobre o...
Michael!
O que achas que iam cham�-lo? Dedos de azeitona?
Estou a morrer de fome. A que horas o "ele" chega a casa?
N�o tenho a certeza.
Sabes que ele trabalha em part-time com o t�xi do sr. Munson ao S�bado.
- Oh, sim. - M�e, quando � que o pap� chega a casa?
Bem, nas suas pr�prias palavras, quando ele estiver G-D pronto.
Eu pr�pria...
Algo me diz a qualquer momento agora.
Que querido, Michael. Ela pressente isso no seu cora��o.
N�o, eu ou�o-o � porta.
- Ol�, pap�. - Ol�, Arch.
- Qual � o teu problema? - Nada.
N�o dizes ol�? At� eles disseram ol�.
- Eles disseram "Ol�". - Mas tu n�o disseste nada.
- Eu ia dizer boa noite. - Esquece isso, est� bem? Esquece isso.
Eu aprendi a n�o esperar nada a n�o ser irrita��o vindo de ti.
S�o quase 7h, pap�. Est�s atrasado.
Ele est� sempre atrasado, excepto depois do pequeno-almo�o.
Seis minutos depois, ao segundo, cuidado.
E Deus me livre, se eu estiver l� a fazer a barba.
As chamadas da natureza n�o v�o esperar por nenhum atrasado
que leva a manh� toda para fazer a barba.
Lembra-te disso.
Eu n�o estou a critic�-lo. Eu acho que voc� � uma maravilha.
Eu posso at� acertar o meu rel�gio pelo tempo que leva a arrotar
depois de um bicarbonato.
Exactamente vinte e dois segundos.
Ouve, sabich�o, tu devias ter esta constitui��o fisica.
N�o terias sobrevivido se tivesses estado no acidente em que eu estive.
- Archie, um acidente? - Pap�, tu est�s bem?
- N�o, eles n�o conseguiam magoar-me. - O que aconteceu?
Bem, havia esta mulher agressiva. Voc�s sabem, do tipo judeu.
Espetou-se na parte de tr�s do meu t�xi.
E quero dizer espetou-se mesmo.
As pessoas est�o sempre com pressa para ir a um saldo poupar quatro c�ntimos.
Que tribo.
- O que voc� quer dizer: "Que tribo?" - Esquece, Michael.
Vamos, mam�. Vou-te ajudar com o jantar.
Estou feliz que n�o tenhas ficado ferido.
O que voc� quer dizer: "Que tribo?"
- Esquece, � irreverente. - Irrelevante.
Tanto faz. N�o � pertencente para a conversa.
- Pertinente. - Ouve, Emily Post.
- Se tu me corrigires mais uma vez... - Ok, ok.
Mas voc� n�o me quis chamar de Emily Post.
Est� a ver, ela � um perita em maneiras � mesa.
Convites para casamentos, esse tipo de coisas.
� a imagem errada, Arch.
O que voc� me queria chamar era sr. Funk ou sr. Wagnall,
as pessoas do dicion�rio.
Porque eu estava a corrigi-lo sobre palavras. V� a diferen�a?
Tu est�s defeituoso. N�o h� d�vida nenhuma.
Tu tens um fus�vel queimado na tua cabe�a entre o c�rebro e o sistema nervoso.
N�o existe uma loja no pa�s que n�o te aceitaria como devolu��o justificada.
Porque � que n�o limpas as unhas? Talvez assim n�o crescessem l� coisas.
- Ei, Edith, onde est� o jantar? - Tudo pronto, Archie.
Eu estava apenas a dar-te uma hip�tese para criares apetite.
Ele come sempre melhor quando est� chateado.
Bem, eu como melhor quando ele n�o est� chateado.
Por isso, pelo menos desta vez, pod�amos ter uma refei��o sem discuss�o?
Queres isso? Ent�o vais ter, querida.
- Oh, vamos ter espect�culo? - V� l�, pap�.
- Sem discuss�es, ok? - Quem est� a discutir?
Eu n�o penso que isso seja uma resposta.
Esta atrasada vai come�ar a discuss�o n�mero um agora.
Pai, m�e, voc�s podem parar com isso? Vamos comer.
M�e, aconteceu alguma coisa interessante contigo hoje?
Na verdade, aconteceu hoje uma coisa interessante.
Oh, n�o, isso foi ontem.
- Eu n�o posso comer mais isto. - Qual � o problema, pai?
- � a carne. - N�o esta passada o suficiente.
- E sabias isso o tempo todo? - Eu fiz m�dio apenas desta vez.
Eu n�o gosto m�dio. Eu gosto bem.
- "Bem" bem. - Peg Bracken diz que estraga o sabor.
Peg Bracken? N�o � essa a dama que nem mesmo gosta de cozinhar?
Sim, mas ela � uma especialista.
E ela diz que "bem" estraga o sabor.
Ele sel�-lo, isso � o que ele faz.
Qualquer gourmet ir� dizer-lhe
que a �nica maneira de comer carne � mal passada.
Oh, agora passamos para o lado polaco.
Pol�nia, a terra que nos deu tais pratos raros e delicados como...
A salsicha polaca � muito boa.
Deves saber. Casaste com uma.
Estou farto das suas piadas polacas.
Est�s a ver, m�e? Acaba for tornar-se numa discuss�o, depois de tudo.
N�o, porque eu vou comer a minha sobremesa aqui na minha cadeira.
O que temos, pudim de arroz?
D�-me algum com uma pitada de leite no cimo.
"D�-me algum com uma pitada de leite no cimo."
Eu tenho feito pudim de arroz durante 22 anos.
�s vezes duas e tr�s vezes por semana e ele diz sempre a mesma coisa.
"D�-me algum com uma pitada de leite no cimo."
Excepto na semana passada, lembras-te? O Mike e a Gl�ria sa�ram para jantar.
Fizeste pudim de arroz e o que aconteceu?
N�o fizeste o teu discurso habitual sobre o leite por cima.
Eu lembro-me.
- E como o serviste? - Sem o leite em cima.
Atrasada.
Mas ele n�o pediu isso.
Ei, Archie, voc� nunca acabou a hist�ria sobre o acidente.
Bem, a hist�ria �, muito simplesmente que
uma certa Sra. Rhoda Greenspan enfaixou-se no meu t�xi.
Essas pessoas s�o todas iguais.
Toma. Aqui est� o teu pudim de arroz.
Pus uma pitada de leite por cima.
Que boa id�ia.
Traz-me algum bicarbonato de s�dio, por favor.
O meu interior est� a arder.
O que voc� quer dizer: "Essas pessosas s�o todos iguais?" Que pessoas?
O povo escolhido. Tenho que te fazer um desenho?
Ela enfia-se na parte de tr�s do meu t�xi,
depois abre as goelas como se fosse eu que a tivesse atingido.
Devem t�-la ouvido mesmo em Telavive.
- Aqui est� o teu bicarbonato. - Oh, sim.
- Bem, o que est� feito est� feito. - Um, dois...
Eu disse ao Munson que arranjaria uma estimativa...
tr�s, quatro, cinco, seis...
- amanh� ou talvez no dia seguinte. - sete, oito...
Provavelmente vai custar um bra�o e uma perna.
nove, dez...
- Esses ladr�es na oficina de autom�veis. - 11, 12...
- Paga-se $6,00 por hora pela m�o de obra. - 13, 14, 15, 16...
Muito do tempo est�o � volta da m�quina de refrigerantes ou na pris�o.
- 17, 18, 19, 20, 21... - O que � que est�s a fazer?
Exactamente vinte e dois segundos.
Tudo bem. Sabich�o, ent�o eu sou de confian�a.
- O que mais est�s a tentar provar? - Nada.
Estavamos a discutir um dos seus t�picos favoritos, a sua veia anti-judaica.
- Que preconceito anti-judaico? - Oh, n�o, pap�, outra vez, n�o.
Lembra-te, at� Jesus era judeu.
Sim, mas apenas do lado da m�e.
- Ol�, Lionel. - Como est�o todos?
Ol�, Lionel. Queres pudim de arroz?
N�o, obrigado. Eu j� comi.
Eu estive no sr. Munson.
Soube que usou hoje o t�xi dele e fez uma pequena amolgadela.
- Eu fiz? - Amolgadela pequena?
Eu pensei que voc� tinha dito que ela enfaixou-se com toda a for�a em si.
N�o, acabei de vir de l�. � apenas uma pequena amolgadela.
Uma pequena amolgadela? E voc� estava a fazer um grande caso disso.
Ouve, ela bateu-me com for�a.
Ainda bem que n�o estava a conduzir aquelas pequenas viaturas estrangeiras.
Neste momento, eu estaria morto.
E o que � que tu estavas a fazer na casa do Munson?
O que � que est�s a fazer aqui? A fazer de perito em peritagem?
Eu estava apenas a fazer as minhas voltas, a recolher a roupa para lavar.
- Que roupa para lavar? - N�o te dissemos?
Os pais do Lionel abriram uma lavandaria em Northern Boulevard.
Pensei em dar-lhes toda a nossa roupa para lavar.
O teu velho j� n�o � mais o zelador no Hempstead Apts.?
Certo.
Onde conseguiu ele o dinheiro para abrir uma lavandaria?
- Do acidente. - Quando foi isso?
Quando a m�e e o pai foram colhidos pelo autocarro.
Depois de pagarem o advogado, tinham $3200 de sobra.
Ent�o compraram este franchising. Est� a correr muito bem, sr. Bunker.
Na semana passada, eles conseguiram mais de $1.000.
E isso foi 200 melhor do que a semana anterior.
E na pr�xima semana dever�o fazer facilmente 1.500.
Tudo bem, Lionel.
Tu n�o precisas de me dar os teus "Dun and Broadstreets".
Aqui est�, Lionel. Tudo para lavar e engomar, ok?
Ok. Obrigado, pessoal. V�o t�-la de volta at� ter�a-feira.
- Adeus, Lionel. - Adeus, Lionel.
Que golpe de sorte para os pais do Lionel.
� maravilhoso. � uma vida inteiramente nova.
$3.200.
O pai dele diz que est� a correr t�o bem, que at� podem abrir outra loja.
- E ficam com duas lojas? - Oh, meu Deus!
Eles podiam abrir uma cadeia de lojas.
O que se passa? O que � que aconteceu?
Que dor nas costas!
Fiquem longe de mim. Que ning�m me toque.
Deixem-me ver se eu consigo andar sozinho.
Aten��o.
Achas que � do acidente? Talvez seja uma sequela.
N�o � por causa de uma pequena amolgadela.
Cala-te, cabe�a de ab�bora.
Edith, ajuda-me a chegar � cadeira.
Tu mant�m-te longe de mim.
Caramba, Edith.
O que disseste sobre sequela?
O que est�s a fazer, Edith?
O Reader's Digest diz para p�r uma almofada sob as pernas
quando se magoa nas costas.
N�o acredites no que l�s nesses artigos.
N�o estava num artigo. Estava no fundo de uma p�gina.
Onde o artigo acabava e eles ainda tinham algum espa�o.
Eu n�o quero ouvir sobre os artigos!
Eu n�o leio os artigos. Apenas a parte inferior das p�ginas.
Eles dizem, no fundo das p�ginas, como enterrar o teu marido?
Oh, Archie, n�o fales assim.
Como podes estar a morrer? Ainda n�o viste um m�dico.
Sim, que tal consultar um m�dico, pap�?
Vamos primeiro ver um advogado. Ele vai-nos dizer a que m�dico ir.
Eles t�m especialistas para todas estas coisas.
Que tal Fred Kuwalcyzk, o meu cunhado? Ele � um advogado.
Kowalcyzk. N�o, isso n�o soa bem.
Pod�amos chamar o irm�o de Helen Gurneys, o Peter.
Ele cuida de acidentes.
Peter Gurney? N�o, n�o, n�o.
Ouve, traz-me as P�ginas Amarelas.
Porque n�o algu�m que voc� conhece? Porqu� um estranho?
Porque �s vezes um estranho � melhor.
Eles n�o se aproximam muito de n�s. Sabes o que eu quero dizer.
N�o!
Vai-me buscar as P�ginas Amarelas!
Tu sabes o que ele quer dizer, m�e?
- P�ra com isso, Edith! - Vamos ver aqui.
H� talvez dez p�ginas de advogados aqui.
Onde devo come�ar, no in�cio?
N�o, come�a no meio e l� para o lado.
Claro que come�as no in�cio.
H� 10.000 nomes aqui. Vou fazer por amostragem, ser� mais r�pido.
Muito bem, vamos ver.
"W.B. Adams. Adams e Brenner. Burton e Fitzallen.
Cohen e Ginsberg..."
- Cohen e Ginsberg. - O qu�?
Cohen, continua a ler. Vai em frente, vai em frente.
Certo, "Evans e Monahan. Franklin e Powell.
Lochman, Shapiro e Stone...
- Lochman, Shapiro e Stone. - O qu�?
Eu s� estou a pensar. Continua a ler!
Muito bem. "Harris e Whipple.
Johnson e Smith. McDonald e Shelby.
Rabinowitz, Rabinowitz e Rabinowitz..."
Rabinowitz, Rabinowitz... Qual era o terceiro nome?
Rabinowitz.
Sim. Como eles soam para voc�s?
Judaico.
Muito judeu.
- O que � que a religiao tem a ver? - Isso � o que n�s queremos saber.
Ouve, sr. Grande Liberal, tu puxaste o assunto da religi�o deles, n�o eu.
Se forem bons advogados, pouco me importava se fossem chinocas.
Acredita nele?
Ele realmente pensa porque s�o judeus eles s�o mais inteligentes, mais astutos.
- Bem? - Voc� realmente acredita nessa treta?
Ouve-me este tipo, Edith.
Concordo com ele que eles s�o mais espertos e astutos
e ele est� a concluir que eu n�o gosto dos judeus.
Oh, pap�, p�ra de distorcer as coisas dessa forma.
Tu n�o confias em ningu�m que seja diferente de ti, at� precisares dele.
Bem, eu preciso dele! Oh, meu Deus!
M�e, ele � t�o preconceituoso. O que vamos fazer?
Arranja-lhe um Rabinowitz.
Archie, trouxe-te um pouco de sumo. Vai-te ajudar a engolir os comprimidos.
Est�s bem? Posso ir buscar-te mais alguma coisa?
N�o, Edith, apenas apanha os pap�is por aqui.
E pede ao teu genro para se sentar como um ser humano.
Gl�ria, levanta-te e endireita algumas das fotos nas paredes.
Ele estar� aqui a qualquer minuto.
Queres que as pessoas pensem que vives numa pocilga?
Tu n�o te queixaste tanto no ano passado,
quando a tua pr�pria m�e nos veio visitar.
"A tua pr�pria m�e" n�o era um advogado judeu.
Eu at� acho que ela n�o tenha ido ao liceu.
Tudo bem, Edith.
N�o �, Archie? A tua m�e foi � escola?
N�o te queres calar?
L� est� ele. Eu vou l�.
Espera um minuto.
N�o tenhas tanta pressa. Deixa-me dizer-te uma coisa.
Agora, por favor, tenta mostrar uma pouco de classe.
Estas pessoas t�m uma maneira de te topar logo.
Portanto lembra-te: com classe.
Limita-te a seguir o que eu fa�o. Agora vai para a porta.
P�ra com isso.
Como est�?
Eu suponho, visto que esta � a resid�ncia do Archie Bunker,
que voc�s s�o a fam�lia Bunker. - Sim.
- O meu cart�o. - Entre.
Archie, este � o sr. Whitney Fitzroy "i" "v".
Isso � Whitney Fitzroy o Quarto.
- "IV" � o n�mero romano quatro. - Oh, estou a ver.
- Deixe-me levar o seu casaco. - Muito obrigado.
Ent�o voc� � o sr. Fitzroy.
Sr. Fitzroy, voc� vem do Robinowitz, Robinowitz, Robinowitz.
Bem, sr. Fitzroy, venha sentar-se aqui ao lado do sr. Bunker.
� o que vou fazer, vou ficar aqui ao lado do sr. Bunker.
Voc� est� com sorte. Ele tem sentido de humor.
Acho que podemos ir directos ao assunto.
- Voc� est� confort�vel, sr. Bunker? - Eu ganho para uma vida razo�vel.
Eu quis dizer, se voc� est� confort�vel na sua cadeira?
Isto pode demorar um pouco.
Suponho que voc� esteja a perguntar
porque � que o sr. Sol Rabinowitz n�o veio.
Sim, voc� pode ter a certeza disso.
Na verdade, foi organizado dessa maneira originalmente,
mas ent�o apercebemo-nos da �rea em que vive e o seu nome
e, bem, o escrit�rio j� teve clientes nestes lados antes.
N�s pensamos que voc� estaria, voc� sabe...
Mais confort�vel com um dos seus.
Esse sou eu.
No Rabinowitz et al, eu sou...
bem, voc� pode dizer o branco padr�o.
O Gajo da Casa.
Os Rabinowitzes e eu partilhamos o mesmo papel timbrado
e o mesmo escrit�rio mas � a� onde acaba.
- Percebe o que quero dizer? - � onde acaba.
Isso � onde esta reuni�o acaba, aqui e agora!
- Mas, sr. Bunker... - N�o, afaste-se de mim!
Voc� volte para onde veio e envie-me um judeu!
Sr. Bunker, acredite em mim. Eu aprecio a sua f� extraordin�ria
na habilidade de um advogado mais velho e �s vezes hesitante.
De facto, foi o seu eloquente apelo � minha secret�ria
que me induziu a vir.
S� posso esperar que a sua confian�a em mim seja bem fundada.
Ele fala bem, n�o fala, Edith?
Eu reconhe�o o verdadeiro artigo quando o vejo, sr. Rabinowitz.
Voc�s realmente acreditam na educa��o, n�o � verdade?
Costumamos dizer, sr. Bunker,
a �rvore da aprendizagem carrega a fruta mais nobre.
- Ouviste isso? A �rvore da aprendizagem. - Eu li isso num biscoito da sorte.
Tenta ficar calada.
Provavelmente feito numa padaria judaica.
Cala-te!
Continue, sr. Rabinowitz. Sirva-se do vinho. Esse � Morgan David.
Agora, ou�a, entre voc� e mim, voc� sabe, em confid�ncia.
Como voc� conseguiu este Whitney Fitzroy IV a trabalhar para si?
Porque preciso de lhe dizer. Ele n�o � bem um amigo dos Judeus.
- Ele � amig�vel o suficiente. - A s�rio?
- Ele � casado com a minha �nica filha. - Oh, meu Deus.
Eu imploro-lhe que n�o fa�a a cena "Eu sou o Branco Padr�o".
- E o Gajo da casa. - N�o me diga que ele tamb�m disse isso.
Com certeza.
O que se pode fazer com crian�as estes dias? � assim que �.
- Oh, como est�? - Ol�.
- Sou o advogado da sra. Greenspan. - Entre.
- O meu cart�o. - Obrigado.
Archie, este � o sr. Clarence, o quinto marechal.
Isso � Clarence V. Marshall, minha senhora.
Eu pensei que era um n�mero romano.
Eu sou Solomon Rabinowitz, representando o partido ferido, sr. Bunker.
- Prazer em conhec�-lo. - Deixe-me pegar no seu casaco.
N�o se quer sentar, sr. Marshall?
Bem, como voc� se est� a sentir, sr. Bunker?
Estamos com muita dor, sr. Marshall.
O m�dico da fam�lia Bunker, Dr. Ferguson,
confirma que as partes superior e inferior das costas est�o em espasmo
e as sequelas no nosso pesco�o s�o bastante graves.
Parece que teremos um longo, longo per�odo de recupera��o pela frente.
Sim.
Agora, sr. Bunker, de acordo com os nossos registros,
este acidente ocorreu no s�bado 14,
aproximadamente �s 6h30 da noite.
- Isso � correto? - Bem...
Sim.
Agora, segundo as nossas testemunhas...
Testemunhas?
N�o me disse nada sobre testemunhas, sr. Bunker.
- As crian�as, voc� sabe. - As criancinhas no jardim de inf�ncia.
Dif�cilmente admiss�vel.
Sim, mas estou-me a referir a uma carrinha cheia de freiras.
- Suas testemunhas? - Uma carrinha cheia de freiras.
Segundo elas, voc� estava a sair do estacionamento quando aconteceu.
Agora, voc� lembra-se em que dire��o estava a conduzir?
O seu ve�culo estava a ir para o norte, penso eu.
Sim, mas ele estava a viajar para o sul.
Bem, eu estava a fazer marcha atr�s. Que diferen�a pode isso fazer?
Se estava a fazer marcha atr�s,
estava a ir no sentido errado numa rua de um s� sentido.
- Eu devia estar a ir em frente. - N�o segundo as nossas testemunhas.
Uma carrinha cheia de freiras.
Sim, "Irm� Maria Yolanda,
Irm� Catherine, Irm� Jeremy, Irm� Rosemary...
Est� bem, est� bem, est� bem!
Todos sabem que elas andam por a� em grupos.
Ei, Sr. Rabinowitz, onde vai?
N�o v� embora, Sr. Rabinowitz. N�o fique assustado com este tipo.
Comparado consigo, ele � como um mi�do verde.
Voc� � um veterano. Atire-se a ele.
Existe uma velha e antiga regra de direito, sr. Bunker.
Dizem que remonta a antes da viragem do s�culo.
"Num tribunal de justi�a, voc� n�o pode vencer
uma carrinha cheia de freiras."
- Ol�, Lionel. - Ol�, pessoal.
- A roupa da semana passada est� pronta. - Caramba, obrigado.
Diga, Sr. Bunker, estive a pensar em si toda a semana.
Esse acidente que voc� teve.
Quer o nome do advogado que ajudou a minha gente?
Oh, n�o, Lionel, n�o me quero envolver em processos judiciais.
- Ele j� perdeu um. - Tem calma, Edith.
Ok, mas se voc� precisar, encontramos o homem certo.
O seu nome � Solomon Rabinowitz.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.