Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
ANTERIORMENTE
Sou o Dave Franco.
Olá! Estou um bocado pedrado,
mas vou tentar recapitular o último episódio
porque aconteceram muitas merdas.
A malta está feliz por estar em Vegas para a CinemaCon,
que é uma grande convenção
onde os estúdios apresentam os filmes que têm e isso, mas, de repente,
o Griffin diz ao Matt que a Continental vai ser comprada pelos gajos da Amazon
e vão ficar todos desempregados.
Mas, se arrasarem na apresentação,
conseguem travar a venda e salvar os empregos.
O Matt dá uma festa de doidos
onde a Zoë Kravitz e o resto da malta consomem demasiados cogumelos,
especialmente o Griffin, que está tão pedrado que até assusta.
Eles têm de o pôr sóbrio antes da apresentação,
mas perdem-lhe o rasto no casino.
E, se alguém o encontrar todo mocado,
especialmente o jornalista do entretenimento Matt Belloni,
estão todos fodidos!
A Patty acaba por encontrá-lo.
Mas ela não sabe da venda à Amazon
e liga ao Belloni para ele ir ver o Griffin todo passado,
e assim ela vinga-se dele por ele a ter despedido.
Ouçam, agora tenho de ir para as mesas ganhar uma pipa de massa,
pois sei contar cartas graças aos filmes de magia que fiz.
MESTRES DA ILUSÃO
Espero que gostem do episódio! Vegas, amigos!
"A APRESENTAÇÃO"
És uma bomba sensual.
Olha para aqui. Posa para a câmara.
- Olha para ti. És uma brasa. - Olá.
- Patty, é a Afrodite. Afrodite, Patty. - Sim.
Conheçam-se. Talvez possamos fazer um ménage à trois.
Podia ser.
Tu ias gostar disso, certo?
- Preliminares! Sim! - Não te esqueças dos preliminares.
- Patty, viste o Griffin? - Olá.
Céus!
Ele está a comê-la!
- Credo! Tirem-no dali. - Merda!
Não! Deixem-no ali!
- Amiga, o quê? - Patty, estás louca?
Precisamos dele para a apresentação.
Não lhe toquem! O Belloni vem a caminho.
O Belloni? Acabei de me livrar dele. Porque vem para cá?
O que estás a fazer, Patty?
- Vamos tirá-lo dali! - Ajudem-me!
- Ajudem-nos! - Sim. Não te molhes.
- Patty, porque fizeste isto? - Não precisamos dele.
Vê. Parece a minha sobrinha no Coachella, mas ele é um demónio.
- Despediu-me e arruinou a minha vida. - Não disseste que estavas mais feliz?
E estou, mas ele tentou arruinar-me a vida na mesma.
Ouve, Patty…
Se o Belloni vê isto, estamos lixados.
Não entendes! Estão a tentar vender a Continental à Amazon.
Vender a Continental?
Sim.
- À Amazon? - Sim!
- Ao estilo MGM? - Sim!
E a Continental inteira passa a ser uma filial de uma empresa tecnológica?
Exatamente!
Por isso estamos passados, eu, o Griffin e toda a gente.
Se a apresentação não for perfeita e não projetarmos alguma coisa
que não sejam as melhores previsões possíveis para o próximo ano,
eu serei o último presidente da história da Continental.
Eu não sabia. Só queria…
- Matty, desculpa. - Não faz mal.
Desculpa.
Sabes que te adoro muito mais do que odeio o Griffin.
Ouviram o Matty! Tirem-no daí, porra!
Estamos a tentar!
- Ainda respira? - Mais ou menos.
Valha-me Deus.
Se sairmos desta CinemaCon sem matarmos alguém,
será um verdadeiro milagre.
Vamos para o quarto prepará-lo.
Como?
O hotel está cheio de gente que nos quer ver fracassar.
O que vamos fazer? Carregá-lo como um cadáver?
Sim! Como um cadáver!
Ao estilo Fim de Semana com o Morto.
O filme é horrível, mas a ideia é genial.
- Lambe-me as mamas! Boa ideia! - Sim!
Espera. É mesmo uma boa ideia.
Não estão mesmo a pensar
atravessar o casino todo a fazer dele uma marioneta.
Hora da magia do cinema.
- Sim. - Podes crer.
Anda mais depressa.
Não consigo andar mais depressa.
Vou ao quarto dele buscar a mala.
- Encontramo-nos na suíte. - Sim.
Céus! Estou tão pedrado. Nem acredito nisto.
- Foliões! - Olá, Davey!
Então, tudo bem? Ainda estás com a pica toda?
- Podes crer, cabrão! - Boa!
Acabei de ganhar 50 mil no póquer.
Foi contra uns tipos que ficaram furiosos.
- Fantástico. Boa. - São eles! São estes tipos!
- Não. - Estão tristes, viram?
- Pareciam fulos. - Desculpem.
- Vou fumar um charro… - Boa.
… e vemo-nos na apresentação.
E não sei quem é esse tipo, mas parece mesmo morto!
Porra!
- Continua. - Está a tocar-me na orelha.
- Matt! O Belloni. - Céus! Ajuda-nos.
- Não. - Ajuda-nos, Patty.
- Olá, malta. - Olá.
- Olá! - Patty, como estás?
Matt Belloni! O fiel contador das verdades de Hollywood.
Por falar em verdades, têm alguma novidade para mim?
Devem querer espetar uma faca nas costas de alguém.
És perverso.
Não, é uma CinemaCon normal e sem incidentes.
Sim.
Por acaso, agora que vos apanho,
ouvi uns rumores sobre uma possível venda da Continental.
- Não. - A sério? Acreditas nisso?
São os outros estúdios a espalhar histórias
para distrair todos do iminente triunfo do Matt.
- Certo, Matty? - Vamos ter um ano em grande.
É o meu tio Ronaldo Saperstein.
- Sim. - Tem três cinemas em Long Island.
E está muito bêbedo porque perdeu nos dados.
- Sim. - Eu entendo, Ronaldo.
O blackjack também me deixou liso.
- Pois. É isso. - Belloni, és o maior.
Vemo-nos… mais logo! Vemo-nos no salão.
Boa sorte na apresentação. Estou ansioso por ouvir o Griffin Mill.
- Ele vai arrasar! - Sim, adeus.
O que aconteceu? Ele parece muito mal.
A sério? Não me digas?
Como vai tudo com a Zoë Kravitz?
Está a tratar do cabelo e da maquilhagem, mas continua pedrada e estranha.
Ótimo. Agora, temos de nos concentrar nele.
Olá. Quer uma água?
- Café? Alguma coisa? - Eu… eu só…
- Não o entendo. - Está muito pedrado para fazer sentido.
Abre as portas da casa de banho. Temos de o limpar.
Vestir-lhe outra roupa. Não tarda, terá de subir ao palco.
Ele cheira mesmo mal.
Valha-me Deus. Aqui.
- Mete-o aí. - Vou tentar.
- Vamos a isto. - Sim.
Ótimo. Depressa. Lava-o.
Tira… Despe-o.
- Estou a tentar. - Despe-o.
- Tenho a mala dele. - Fantástico.
Sal, temos a roupa dele.
Uma gola-alta lavada?
- Sim, temos… Está… - Sim. Certo.
- … aqui… O que é isto? - O que é isso?
- É um peitilho. - Parece um sutiã.
- Certo. De que mais precisamos? - Cuecas lavadas.
Bem, isso é discutível.
- Porque as cheiraste? - Foi instintivo.
- Sal, estás bem? - Não, não estou, Patty.
Tenho de enfiar a pila do meu patrão nas cuecas,
e está a demorar porque é gigantesca.
- Claro. - Sabia que tinha a pila grande.
Caminha como se tivesse.
- Está bom. Vamos sair. - Sim.
- Lá vem ele. - E um, dois, três.
Palmas.
Vejam só.
Lindo.
- Tem as pernas instáveis. - Leva-o para o sofá.
- Para o sofá. - Tapa-lhe os mamilos.
Tem uma cinta?
Está ótimo. Muito bem. Está tão crescido.
Gosto desse caminhar.
- Para o sofá. - Vamos lá.
- Veste-lhe as calças. As calças. - Por favor!
Sim, certo. Toca a esconder os mamilos. Pronto.
Vocês parecem ter isto controlado.
Vamos ver como está a Zoë Kravitz.
Matty, tens de cancelar esta loucura.
- Não posso. Não. - Não o vais pôr no palco.
Já é tarde. Anunciámo-lo. Não podemos mostrar fraqueza. Não!
É o tudo ou nada.
Não quero abrir esta porta.
Não. Ouve, isto é… Matt, isto é alto?
- O que se passa aqui? - Ela não quer descer.
Diz que é demasiado alto.
Está tão longe. Eles não me mostram.
Não sei o que te dizer, Zoë. Não é assim tão alto!
Podes mostrar-me?
- Isto é de loucos. - Pelo amor de Deus.
Zoë, querida…
- Zo Zo, vês este sapato? - Sim!
Essa mesinha de cabeceira só tem quatro sapatos de altura.
Quatro sapatos de altura?
O que estás para aí a dizer?
Muito bem. Parecem ter isto controlado.
Deixo-vos a tratar disso.
Avisem-me quando estiver resolvido.
Maya. O que se passa?
Estás mesmo uma brasa.
Vá lá!
Pensei que já não faziam essa merda!
- Não estamos a fazer nada. - Tarado.
Saiu da mesinha de cabeceira, mas está debaixo da cama.
Mas conseguem acabar de a preparar.
Ótimo. Fantástico. Perfeito. Aceito isso.
Já tem calças, mas voltou a perder os sentidos.
- O que é mau. - Céus.
- Vamos tirar esse cheiro. Os lábios… - Merda.
Merda! Temos de o pôr sóbrio de alguma maneira.
Cocaína nariz acima.
- Resulta? - Resultou no Decisão de Risco.
O Denzel Washington snifou aquela cocaína toda
e foi prestar depoimento à FAA!
Vamos usar cocaína para ele ir à apresentação?
- Vai resultar! - Sim!
Força. Só não façam como em O Rapaz e o Cão.
Primeiro, tapem esse mamilo porque já o vi mais vezes do que queria.
Boca fechada ou vai soprar.
- Pronto? Um, dois… - Bem lá para dentro!
Lá para dentro.
- Lá para dentro. - Sim.
Matthew.
- Sim! - A apresentação?
Como correu?
Ainda não aconteceu, mas não falta muito!
Vamos a isto!
- Sim! - Os motores estão a trabalhar.
Vejam!
Apresento-vos a assassina da CIA, caçadora de vampiros, rainha da noite…
- Rainha da noite. - … a Agente Blackwing.
Sim! Rainha!
Sou a Blackwing.
Sim, pois és.
Sou a Blackwing?
- Sim. - Então, onde está a Zoë?
Também és a Zoë.
Onde está a Zoë?
Atenção, malta.
A apresentação começa daqui a… Mas que merda se passa aqui?
Onde está a Zoë?
Não.
Pronto, Zoë.
- Queres água ou isso? - "Queres água ou isso?"
- Perguntei isso. - "Perguntei isso."
- Sou o único sóbrio? - "Sou o único sóbrio?"
- Traz-lhe uma água. - Nós conseguimos. Vamos a isto.
- Está muito silencioso. Música. - Ponham a música.
O Nick Stoller está cá.
Preparei umas frases para a apresentação do Kool-Aid.
Queria… O Griffin está bem?
Sim. Olha para ele. Está fantástico.
Vocês estão bem?
- Foi intoxicação alimentar. - Estamos bem.
Stoller, vai esperar ali, fora do palco, e chamo-te quando for hora, sim?
Se calhar, vou recuar e não fazer esta apresentação.
Vou dizer-te uma coisa agora mesmo.
Se te vais embora, juro pelos meus tomates
que ponho o Shawn Levy a realizar o Kool-Aid 2!
Desculpa. Chamem-me quando for a minha vez.
- Lindo menino. - Fixe.
Certo. Onde está o Davey Franco?
- Ele tem de entrar agora! - Davey?
- Tudo bem? - Porra, meu! Estás bem?
- Não. - Merda. O que aconteceu, meu?
Os tipos a quem tirei o dinheiro todo deram-me um enxerto de porrada.
Porquê?
Pensaram que eu tinha feito batota com magia.
- E fizeste? - Sim!
Céus!
Que merda fazemos agora?
O que foi? Eu faço isto. Toquem a música.
Bem, não sou a produtora de Alphabet City,
mas, enquanto ser humano, devíamos cancelar isto.
Querido, devias ir às Urgências. Sim? Nós tratamos disto.
- Ele está a sangrar da cabeça. - Eu disse que consigo. Música!
- Passem a música. Não temos opção. - Certo. Foda-se.
Passem a música. Nós temos de ir. Estás bem?
- Muito bom. - Consegues?
Quero ver o que fazes.
Sou o Jimmy DeFelippe.
Sim, passei por umas cenas.
Nada que não aguente.
Podem dar-me um tiro, uma facada, podem até dar-me uma sova.
Vou estar sempre a voltar porque tenho um trabalho para fazer.
Tenho uns negócios em Nova Iorque.
Não na cidade toda.
Há outras famílias com territórios próprios.
Eu e o meu bando
mandamos numa zona da cidade onde é melhor portarem-se bem.
Nós mandamos em Alphabet City!
Macacos me mordam! Meu, conseguiste! Foi incrível!
- Como? Foi… - Preciso de uma ambulância.
Céus. Meu Deus!
- Levem-no. - Tyler. Tyler, chama ajuda.
- Ajuda-o. - Não sou criado!
- Zoë, querida. - O meu baço!
- Entras num minuto. - "Entras num minuto."
- Zoë. - "Entras num minuto."
- Parte uma perna. - "Zoë. Parte uma perna."
Zoë, os média estão doidos. Isto vai ser fantástico.
Vais ali, lês o teleponto durante 20 segundos, e depois estás livre.
Já não é preciso porque não importa.
- Importa, e muito. - Importa.
Não. Nada… Não importa. Somos só tripas.
Não, está tudo bem. Somos tripas.
- Zoë, estás bem? - Tripas. "Estás bem?"
- O que se passa? - "O que se passa?"
- Que merda é esta? - "Que merda é esta?"
- Céus! - Ela está bem.
- Está a viver a morte do ego. - Está o quê?
- O que fizeste à minha cliente? - Pronto.
- Vai soar pior do que é… - "Do que é."
- … mas droguei-a, sem querer. - "Droguei-a."
- Com o quê? - Era um bufete à antiga Hollywood.
- Exato. É uma cena. - Uma cena? Não é nada.
- É uma cena. - Foram só cogumelos.
- Ela já tinha consumido. Só não tantos. - "Só cogumelos."
- Esta foi a gota de água! - A gota de água!
Ela não vai para ali pedrada.
Está na hora da apresentação do Blackwing.
- Agora. - Põe o Silver Lake primeiro.
- Está bem. - Patty,
podes ir ao palco e alongar a apresentação? Improvisa.
Eu só trabalho com teleponto.
Ouve, preciso que vás ao palco
e estiques um pouco o tempo. Ajuda-me, por favor.
- Ajuda-me. - Ajuda-o.
- Sim. - Ótimo. Obrigado.
- Tu consegues, leoa! - Tu consegues.
- Tu és ótima. Improvisa. - Dá cabo deles.
- O palco é todo teu. - Força.
Tu consegues.
Obrigado, Patty.
Olá, CinemaCon.
Chamo-me Patty Leigh e adoro, com orgulho, as salas de cinema!
Sim.
Por mais filmes que tenhamos visto, nunca nos esquecemos do primeiro, certo?
Não. Lembro-me do meu. O meu primeiro filme foi…
Bem, sei que foi aquele que me deu vontade de fazer filmes, certo?
Eu tinha sete ou oito anos,
e a minha mãe estava a ter uma das crises dela.
Ela chorava a sério!
O meu pai pegou em mim e no meu irmão mais novo e disse:
"Vamos sair desta casa."
Uma hora depois, estávamos sentados num edifício mágico,
a olhar para a cara gigante e linda de…
Sabem de quem falo… Foi o primeiro filme dela.
- Mary Pickford. - O quê? Mary Pickford?
Quão velha achas que sou? Eu só…
- Por favor, eu… - É assim.
És uma das maiores estrelas do planeta.
Chamas-te Zoë Kravitz.
Vais entrar em palco e ler o teleponto
com o encanto e a agressividade de uma maldita leoa!
És a Zoë Kravitz!
- Deem-nos mais tempo. - Temos de ir!
Precisamos de um segundo!
Não sei se era um filme infantil.
Havia muita gente a beber no filme.
Certo.
Malta, temos… Ela não consegue. Já não a consigo ver.
Temos… temos de ir. Temos… Certo.
Ponham o teleponto para o Silver Lake.
- Está bem… - Sim, Silver Lake.
Finalmente, a merda do teleponto. Obrigada. Cá vamos nós.
Isto é mesmo uma verdade.
Estamos em 1968, em Los Angeles.
O país está a mudar, mas não suficientemente depressa.
Duas mulheres sentem-se atraídas, mas a sociedade tenta afastá-las.
Apresento, para vocês verem primeiro,
o elegante The Silver Lake da Sarah Polley.
Remick. Lee Remick!
Escravos do Vício… Obrigada.
- Obrigado. Arrasaste, Patty. - Continuem. Vamos.
Vamos passar o trailer do Blackwing.
Podem passar o que quiserem.
Vou levar a minha cliente para o hotel.
- Ponto final. - Não. Eu disse à Zoë
que ela não tem de fazer nada que não queira,
e ela está entusiasmada por fazer isto.
- Vai acontecer. - És um manipulador.
- A Zoë? - Ela está bem. Está aí, algures.
- Onde? Onde diabo está ela? - Está tudo bem. Zoë?
- Zoë? - Merda!
Ela caça vampiros à noite.
Uma assassina impiedosa sedenta de justiça
e a arma mais secreta e mortífera da CIA.
Uma assassina que trabalha nas sombras para manter acesa a chama da liberdade.
Quem os reis do submundo mais temem
é a rainha da noite,
Blackwing!
Sou a Zoë Kravitz,
e estou entusiasmada por dar vida à icónica personagem Blackwing,
das páginas da aclamada série de livros para os vossos cinemas!
Mas, apesar de saber que estão entusiasmados com o Blackwing,
está na hora do evento principal.
Para falar do maior filme da Continental para 2026
está o autor e realizador do Kool-Aid, Nick Stoller!
O FILME DA KOOL-AID
Olá a todos. Sou o argumentista e realizador Nick Stoller…
Obrigada.
- Vou fazer chichi. - Desculpa?
- Que nojo! - Não.
Certo. Vocês tratam disso.
- É convosco. - Boa.
Bem, Sr. Mill. Estamos na reta final.
Só tem de ir ao palco, ler o teleponto
- e está tudo feito. Sim? - Estou pronto, Matthew!
- Ótimo! - Sim, meu!
- Raios partam! - Não. Merda!
As minhas pernas são umas cabras!
Desculpa, Matthew.
E mais cocaína?
- Podia ajudar. - Não!
Levamo-lo na cadeira de todas.
Dará azo a perguntas para as quais não temos respostas.
Já sei o que fazer com o Griffin. Está bem?
Vai para o palco. Eu trato disto.
- Vai. - Matt, tu consegues.
Sim, estamos a apoiar-te.
- Acreditamos em ti, Matt. Vai! - Sim, acreditamos todos em ti.
Tu consegues.
És uma rainha negra e judia. És a Zoë Kravitz.
Certo. Céus.
Matty, já te disse que te tornaste um ótimo presidente de estúdio?
- Não. - Bem, disse agora.
- Dá cabo deles. - Obrigado.
- Obrigado. - … é a única esperança deles
e vai mostrar ao público que não é só capaz de atravessar paredes.
Consegue atravessar os tetos!
Bom trabalho.
Foi o Nick Stoller!
Como acabaram de ver,
os Estúdios Continental têm um dos melhores portefólios do ano inteiro.
Entre os filmes de prestígio, o novo franchise de ação,
e o grande filme familiar de verão,
este ano, vamos ter nos cinemas alguma coisa para toda a gente.
Ouçam, sei que nós
estamos aqui, tecnicamente, para celebrar o cinema,
mas a verdade é que não há cinema
sem as pessoas que o fazem.
E é por isso que eu…
Só quero aproveitar este momento para falar dos meus amigos.
Porque não vêm até aqui?
Quinn, Patty, Maya, Sal, Tyler, Petra. Vocês todos. Venham cá.
Venham.
Palmas para eles.
Eles são os melhores.
Sinceramente. Eu costumava pensar que este estúdio
era a coisa mais importante de toda a minha vida.
Mas vocês são as coisas mais importantes de toda a minha vida.
Vocês todos, sim? E eu adoro-vos.
Adoro-vos. Obrigado.
- Obrigado. Obrigado por tudo. - De nada.
Sim? Obrigado.
Pronto.
Obrigado, Patty. Obrigado por tudo.
Tyler, és o maior. O maior.
Não te elogio o suficiente, Petra. És fantástica.
Muito bem.
E, posto isto,
vamos todos receber
o CEO da Comworld e o nosso líder,
Griffin Mill!
Em cima.
- Merda! - Céus!
Merda!
Merda!
Patty!
Tens razão. Desculpa. É horrível.
Palmas para o Griffin Mill!
É um campeão. Não é?
GRIFFIN: SÃO OS FILMES QUE NOS UNEM…
Os filmes…
Os filmes…
São…
Os filmes…
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Filmes!
Sim!
Legendas: Cláudia Nobre
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.