All language subtitles for Taylor Swift The End of an Era - 1x04 - Episode 4.WEB.GRACE.pt

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Original subtitles

NOVA IORQUE, NI ELECTRIC LADY STUDIOS, 2023

Obrigada.

Acho mesmo que compor música é uma forma de terapia.

HUDSON, NI LONG POND STUDIO, 2023

Desculpem.

Cada disco representa algo diferente.

O álbum Tortured Poets é como uma purga de…

… de tudo, de tudo de mau que senti durante dois anos.

Foi uma altura muito difícil da minha vida e as canções refletem isso.

- É o final. - Sim.

Porque parece que vou morrer.

Sentir que não sou uma pessoa.

Sou como um grande conglomerado que ninguém vê como um ser humano real,

sobretudo os homens com quem namoro.

E, no processo todo, pensar: "Nada resulta.

"Nada…

"Não há ninguém para mim no mundo."

EPISÓDIO QUATRO "THANK YOU FOR THE LOVELY BOUQUET"

Estes camarins são gigantescos.

São balneários de jogadores de futebol.

- Todo um… - São para um grupo de 53 homens.

Foi a 1.ª vez que ela ouviu falar do Travis Kelce,

mas ela não sabia quem ele era.

As minhas primas estavam a tirar fotos com um dos…

Fotos com um dos cacifos.

Não fazíamos ideia.

Ideia nenhuma mesmo.

- Queres que conte a história? - Sim.

Se queres contar a história, deves contá-la.

Ela quer contar.

Quero porque acho que é muito fixe.

- Mãe, conta a história. - Está bem.

- Por favor, conta. - Está bem, se queres.

Por falar na Taylor Swift,

sei que foste ao concerto dela. Como foi?

26 DE JULHO DE 2023

Pois, fiquei desiludido

por ela não falar antes nem depois dos concertos,

pois tem de poupar a voz para as 44 canções que canta.

Fiquei um pouco magoado por não lhe poder dar

uma das pulseiras que lhe fiz.

- Fizeste-lhe uma pulseira? - Sim.

São pulseiras da amizade

e, tendo estado lá, recebi um monte delas,

mas queria dar à Taylor Swift uma com o meu número.

Pronto. Sim.

O teu número 87 ou o teu número de telefone?

Tu sabes qual.

Então, ela fez…

Estava a ver as manchetes e a ler o que estava na internet,

e vejo que um tipo foi ao teu concerto,

levou uma pulseira da amizade e quer conhecer-te.

Como é óbvio, liguei ao meu perito sobre os Kansas City Chiefs,

a minha prima Robin, e digo:

"Fala-me desse tipo que se chama Travis Kelce."

E ela diz: "Meu Deus! Ele é um amor.

"E sabes que mais?

"Ele adora a mãe dele."

E eu fiquei…

Depois, disse: "Como raios vou conseguir que ela

"se encontre com ele…"

Era muito antiatletas porque não sou atleta.

Sempre pensei: "Do que iríamos falar?"

Então, ligaste-me com um tom de voz, tipo:

"Ouve, sei que não vais reagir bem a isto,

- "mas há um tipo…" - "Ele é muito giro."

Disseste algo do género:

"Tens de começar a fazer algo diferente."

Ouve, foi tão sincero.

Achei que foi a coisa mais fofa do mundo ele ter ido ao teu concerto.

- Sim. - Ele trouxe-te algo do teu mundo.

- Sim. - Para mim, isso disse mesmo muito.

- Então… - Sim.

Achei mesmo querido. E gostei.

No nosso 1.º encontro, ele teve de explicar o futebol americano,

como se fosse xadrez violento,

o que me ajuda a entendê-lo,

xadrez zangado a alta velocidade.

Depois, tornei-me obcecada por ele

e, portanto, obcecada por aprender sobre futebol americano.

- Pois. - A melhor surpresa da vida.

Sim.

Agora, sei quem está na lista dos lesionados,

quem está a fazer treino limitado hoje nos 49ers.

Pergunto: "Que quer dizer? Qual é a extensão da lesão?

"É algo no tendão de Aquiles ou é o isquiotibial?"

Neste momento, estamos só a quatro dias

de a Baixa de Nova Orleães ficar coberta de purpurinas e pulseiras da amizade,

tudo para a chegada de Taylor Swift.

Chegam constantemente cada vez mais Swifties.

Representantes eleitos e forças da lei vão usar o fim de semana

como um teste, antes de receberem a Super Bowl.

Em breve, a maior estrela pop mundial irá dar três concertos esgotados.

Hoje, começa a Taylor Mania.

Primeira noite da The Eras Tour em Nova Orleães.

Olha, estas são do Travis.

São tão bonitas.

Adoro que já nem tenha de as assinar.

Como falta uma mão-cheia de concertos,

quisemos que o 1.º concerto de Nova Orleães

incluísse alguns dos swings.

Um swing é um bailarino que sabe fazer outra faixa que não é a dele.

Hoje, foi um ensaio completo.

Estamos a garantir que sabem onde ficam no palco para poderem entrar.

Boa, pessoal. Lindo.

Que tal? A música está bem?

- Sim. - A encenação está bem para todos?

- Sim. - Sim.

É uma loucura como estes bailarinos são tão talentosos.

Os outros bailarinos podem substituir outra pessoa

e fazer a coreografia dela na perfeição, acertar na marcação na perfeição.

Não entendo como conseguem fazer o trabalho deles

e também ter a opção de fazer o dos outros.

É de loucos.

Quem não entra em "…Ready for It?"

ou não pode vir a entrar em "…Ready for It?" que volte ao camarim.

E eu queria ensaiar diferentes planos de contingência.

- Minha menina! - Sim.

Disse a brincar…

"WHYLEY BAILARINO"

"Meu Deus! Esta vai ser uma das últimas oportunidades

"que vou ter de poder fazer '…Ready for It?'"

E ela chamou-me. Disse: "Queres fazê-la?"

Todos os bailarinos adoram a "…Ready for It?"

Sobretudo o Whyley, e os rapazes imploraram para a fazer.

Infelizmente para mim, são só mulheres.

Lembro-me de vê-la a ser criada

e de viver em inveja eterna.

A digressão toda.

Sim, lindo.

Aquela música é mesmo o estilo do Whyley.

Ele brilha quando faz aquela coreografia.

O outro braço, Why!

Adoro atirar o meu cabelo.

Adoro ser personagens diferentes no palco.

Adoro atuar,

fazer passos mesmo espetaculares ao som de música espetacular.

Vira. Lindo. Boa. Pé esquerdo.

O sentimento da canção e da letra é simplesmente…

É uma dança monumental.

Desde o início que era a minha preferida.

… cruza…

Depois, Why, este pé sai logo.

Descer. Subir. Isso.

E eu acho, Why…

Ainda tenho de perguntar à Taylor e à gerência se pode ser,

porque costuma ser uma dança só com mulheres.

Ele vai experimentar o meu fato e ver se serve.

Se servir, adorava que o Whyley o fizesse

porque ele está entusiasmadíssimo por fazê-lo.

Boa, Why.

- Bonito. Bom trabalho, Why. - Obrigado.

- Estás incrível. - Obrigado.

Obrigada a todos.

Com esta digressão, não estamos muito…

Não estamos a tentar marcar posições quanto ao género,

mas não temos nenhum tipo de restrição.

Temos homens de saltos, colãs e coisas assim,

e não pensamos muito nisso, certo?

Se olharem para "Look What You Made Me Do",

temos mulheres e homens vestidos com os meus fatos antigos.

Não é… Não pensamos demais nisso.

E acho que essa é uma das coisas mais divertidas sobre

a forma como abordámos a digressão.

Pensamos demasiado em certas coisas.

Deixamos algumas coisas simplesmente… ser naturalmente individualistas

quanto ao nosso casting e à expressão dos bailarinos.

O Whyley é brutal.

Faz isto há imensos anos. É um veterano.

Seria espetacular ele entrar esta noite.

- Por um minuto… - Vou estar no público.

- Gaja. - Gaja.

Sim! Mostra-lhes o teu…

Isso mesmo.

O vencedor fica com tudo.

Sim, adoro…

Sheila.

Quero… Tenho de ver.

Parece o do filme.

Sabem que não vou a lado nenhum sem a minha cara.

Como é que é tão… Sim. Entrou. É assim, certo?

Sim.

O meu fato serviu ao Whyley na boa. A Taylor é que vai decidir se ele entra.

É quem tem a última palavra.

Eles vão ao jogo.

- Sim. - Jogo de segunda-feira.

O sonho do Whyley é fazer a "…Ready for It?"

A Amanda vai tirar…

Como assim?

Ele quer dançar a "…Ready for It?"

Certo.

A Amanda mandou-me este vídeo.

- Ele tem roupa? - Sim, ele quer ser o swing de hoje.

Sim! Aí está ela…

Está… Sim…

Ele vestiu a roupa da Amanda?

Sim, acho que sim.

Sim. Completamente. É incrível.

Não. Para.

Não.

A memória muscular é o primeiro passo

na atrofia do cérebro para mim.

Por isso adoro o meu set acústico.

Adoro ser desafiada para arranjar coisas diferentes para fazer.

Preparar-me para o set acústico é algo que faço

porque eu…

Não quero só improvisá-lo, sabem?

Quero que haja uma sensação de qualidade.

Nunca subiria ao palco naquela de:

"Vou experimentar alguma coisa."

Tem de ter um propósito e tem de ser bem executado.

É sempre um momento para o qual não estou muito preparada

porque ensaio isto algumas vezes no meu camarim

e, depois, está na hora de o levar ao palco do estádio.

Portanto, há sempre um nível de uma espécie

de expectativa nervosa, tipo:

"Vê se te lembras das letras.

"Vê se te lembras que esta canção passa para aquela."

Mas também há um elemento de detalhe que entra nisso.

Houve momentos nesta digressão em que ela era a única coisa

que me fazia continuar na minha vida.

Mas nunca houve momentos em que tenha pensado:

"Sabem que mais? Quero desistir da digressão porque é difícil."

Difícil era a minha vida pessoal.

Passei por duas separações na primeira metade da digressão,

e são muitas separações, na verdade.

O espetáculo foi o que me deu um propósito

e era o que podia usar para me levantar da cama.

Então…

A digressão nunca foi a parte difícil da minha vida.

A digressão foi o que me permitiu encontrar um propósito

fora da porcaria que corria mal na minha vida.

Os homens desiludem-nos. A The Eras Tour nunca fará isso.

E sabes…

- Não é? - … conta a tua história…

- Está tão fixe. - Como… Está tão diferente e…

Quando se conheceram.

De quem estamos a falar agora?

Do Travis, o teu namorado?

- Era disso que estava… - Falo…

Isto é sobre… São duas canções de separação.

- "Hits Different" é de separação. - Eu sei.

- Mas é… - É sobre…

Só ouço as partes bonitas.

Fico contente que seja isso que interpretas

porque eu interpreto

que a pessoa viveu uma separação horrível

e pensa: "Não consigo superar." E depois supera.

Vai para uma cidade grande e encontra outro sentido de identidade.

Acho que sim.

- É para a digressão? - Ela não acredita

que não tem de me convencer a apaixonar-me por alguém bom para mim.

Esta é fácil.

Pronto, precisas de mim? Precisam de mim ali.

Era só o que tinha para ti.

- Adoro-te. - Muito obrigada.

- Meu amuletinho da sorte. - Adeus.

Adeus.

O que trouxe o Travis à digressão?

Bem, primeiro, trouxe-se a si próprio ao palco nesta digressão,

que foi dos momentos mais engraçados de que me lembro.

Como hei de dizer isto? O Travis é como…

É mesmo uma pessoa que diz sim a tudo no que diz respeito à vida em si.

Queres estar no meio,

à frente ou atrás, onde é aberto?

Tu é que lideras.

Faço o que quiseres.

Ele alinha em tudo.

Quando escrevi a encenação para "I Can Do It With A Broken Heart",

em que tive uma ideia dramática onde queria ser um soldado no campo de batalha

sou ferido mortalmente e morro em palco enquanto canto.

Depois, temos uma paródia muito

à cabaré e revista dramática

em que tenho de arrebitar logo para atuar.

Pensei: "É exatamente o tipo de drama

"que tento apresentar nesta digressão."

Mas lembro-me de pensar na paródia e achar sempre:

"Se há um momento para inserir o Travis no espetáculo,

"acho que é este."

Mas, obviamente, nunca vou sugerir isso porque é, tipo…

Não queremos assustar as pessoas, certo?

- Sim, ela tem de estar… - Sim.

- … de cabeça para o lado esquerdo. - Sim.

Não me lembro de como surgiu.

Acho que estávamos a brincar sobre ele fazer isso.

Ele subir ao palco com o Kam.

E ficou muito claro que ele não estava a brincar.

E eu disse: "Espera, não, tu farias isso?"

Sim.

É mais fácil lá.

- Sim. Depois, podemos correr… - E ele disse:

"Sim, seria hilariante."

Vá lá, acorda. Acorda.

Eu disse: "Se estás a falar a sério, vou mandar as tuas medidas ao guarda-roupa

"e vão arranjar-te um smoking Estás a falar a sério?"

E ele disse: "Põe-me lá. Eu alinho."

A forma como ele ganha vida

quando está sob os holofotes,

estão sempre a falar disso com ele.

Dizem: "O Travis nunca fica nervoso."

"O Travis está sempre à altura."

Acho que, como jogador, ele consegue

abrandar o tempo nos momentos mais stressantes,

e foi exatamente o que vimos em palco.

Ele foi para lá

e foi o ator mais encantador e maravilhoso

com quem se poderia contracenar.

Os instintos dele… Ele é tão magicamente divertido.

Ele é mesmo uma das pessoas mais felizes que já conheci,

coisa que eu adoro.

Ele trouxe muita felicidade,

que é o que ele faz em muitos dos círculos dele.

Ele traz muita felicidade à sala.

E, naquela noite, ele trouxe muita felicidade a muitos fãs.

Foi hilariante.

Posso dizer com segurança que foi…

… quando gritaram mais alto na The Eras Tour.

Sim, que é isso?

- Não, é… - Não, não é isso.

Espera, onde está…

Estás mesmo ao meu lado…

Ela muda, mas tem estado na esquerda.

O que me fez apaixonar pela dança…

Cresci no Havai e não era o típico rapaz masculino de lá.

Sentia que não me encaixava em lado nenhum.

25 DE FEVEREIRO DE 2001

Encontrei a dança,

ou a dança encontrou-me, quando eu tinha sete anos e meio.

Plantou em mim uma semente de paixão que não sabia que iria desabrochar

em algo que me serviria

até agora na minha vida.

23 DE FEVEREIRO DE 2001

Deu-me uma sensação de confiança enorme,

uma sensação enorme de poder, de pertença e de propósito.

Em 2007, quando entrei na indústria,

tínhamos de encaixar num certo estereótipo.

Os bailarinos têm este aspeto e dançam assim.

As bailarinas têm este aspeto e dançam assim.

Adoro fazer a dança masculina. É algo que adoro fazer.

Mas também adoro fazer a dança feminina e adoro misturar ambas.

Sempre me disseram: "Whyley, és ótimo, mas atiras demasiado o cabelo"

ou: "És demasiado feminino."

Isso acompanhou-me em diversos trabalhos,

dizerem-me várias coisas sobre o meu aspeto.

Neste trabalho, ninguém me disse que tinha de ser musculado.

A Taylor nunca me obrigou a cortar o cabelo.

Uso sombras de olhos de cores diferentes em noites diferentes.

Foram quase 150 espetáculos e a Taylor nunca disse:

"Whyley, por favor, para de fazer isso." Nunca.

Enquanto pessoa, nunca filtraram como me apresento em palco com ela

nem a nenhum dos meus colegas.

Isso pode parecer insignificante,

mas, como bailarino a quem pediram para mudar,

para se filtrar durante quase 20 anos,

é uma das coisas que tem mais significado para mim.

É tão empoderador.

É tão amoroso.

É tão enriquecedor e tão divertido.

Trabalha isso…

Why, devias voltar a ensaiar

porque vais fazê-lo hoje.

O Whyley, enquanto bailarino e artista,

consegue mesmo canalizar aquele seu lado sensual e feminino.

O Whyley querer entrar em "…Ready for It?"

foi muito refrescante.

Portanto, disse: "Claro!"

Estou totalmente preparado.

Excelente.

Fá-lo pelos gays.

Vou fazer um dos truques em que canto…

Vou cantar um refrão da canção dela e o público ficará:

"O quê? Que se passa?"

Depois, vou parar e fazer uma chamada,

que depois te explico ao vivo.

Depois, vou dizer:

"A música não me sai da cabeça.

"Essa música não me sai da cabeça há seis meses.

"Sabem a Sabrina Carpenter?

"Conhecem o álbum dela? É muito bom."

A minha amiga Sabrina vem hoje.

Foi o número de abertura da The Eras Tour na América do Sul e na Austrália,

por isso, andou em digressão connosco há seis meses.

Mas, desde então, a carreira dela disparou.

Teve a melhor canção do ano.

O álbum…

- Olá! - … foi o n.º 1 sempre

desde que saiu.

Pôs uma digressão à venda.

Esgotou em dois segundos.

É o cenário de sonho de como quererias que a tua carreira fosse.

Vou subir ao palco, começar o meu set acústico e dizer:

"Se sabem a letra desta, cantem.

"Eu só… Tenho de… Sinto que não consigo

"tirá-la da minha cabeça até a cantar.

"Está bem? Estou só a tentar…

"Apoiem-me nesta, está bem?"

A Erica disse:

"A Sabrina quer ir ao concerto de Nova Orleães."

Vi a agenda dela.

Ela teve um concerto ontem e tem outro amanhã em estados diferentes.

Pensei: "Será abuso de menores sequer pedir-lhe

"para atuar na folga?'"

Ela tem 25 anos, mas mesmo assim.

E eles vão ficar passados o tempo todo.

Pensarão: "Porque faria ela isso?"

"Passa-se algo." E vão ficar…

Vão acotovelar-se uns aos outros e dizer: "Não! Não pode ser…

"A Sabrina não está cá!" Será o momento mais louco

- da digressão, creio. - Vai ser giro.

Ou posso…

… e começas a cantar quando quiseres

porque é a mesma progressão de acordes.

- Vou começar com o refrão. - Sim.

Adoro-te. Pronto.

- Ou fazemos… - Sim. Faz as progressões.

Quero-te em palco sempre.

- Pronto, eu espero. - E depois aquele… Não é…

Certo.

E eu digo: "Posso dizer a frase?"

"Eu deixo-te dizer."

"Quero tanto dizer a frase."

"Pessoal, a Taylor vai dizer a frase."

"Vou dizer a frase."

E digo: "Sabem o que quero fazer a seguir?

"Quero fazer… Já que estás aqui…"

Podemos fazer uma alta?

Queres…

Não sei se quero fazer…

A propósito, ninguém vai ouvir nada porque as pessoas vão estar…

- Pois… - "Por favor!"

As pessoas vão passar-se.

Sinto-me uma grande idiota,

porque, quando me mandaste a 1.ª versão,

que era tão genial,

que não processei que a frase do café para levar…

- De café e expresso. - … encaixa com Espresso

até estar no carro a caminho para cá e pensei:

"Ela é tão esperta."

Mas, sim, foi mesmo um momento de loira meu.

Demorei o dia todo.

Mas qual era a probabilidade de ter o mesmo ritmo…

- Pois. - … e a mesma nota?

- Vão dar-me um telemóvel… - Para.

… e pô-lo no alta-voz,

encostá-lo ao microfone e vai tocar.

Estarás debaixo do palco com um telemóvel…

- Para. - … e dizes…

- Estou. - "Estou" ou…

Digo "Olá" de alguma forma. De forma natural.

E eu digo: "Estou a atuar agora."

"Espera, não estás num concerto?

- Sim! - "Não estás a meio de um concerto?

"Estou a ver a transmissão em direto. Isto é tão estranho."

Do género: "Não estás a dar um concerto em Nova Orleães?"

Digo: "Quanto a isso,

"acabei de cantar o refrão de Espresso

"e o público cantou tão alto que tinha de te contar."

"Que fixe! Meu Deus!"

- A sério? - Que estás a fazer?

Porque não estás aqui connosco? Que fazes?

Obviamente, estou numa montanha-russa.

Estou num sítio em que estão a gritar muito alto.

Quem me dera poder esta aí.

Pois. É estranho. Também estou num sítio onde as pessoas gritam muito alto.

Estranho.

Eu só… Eis a questão, Sabrina.

É possível saíres da montanha-russa em que estás,

vestir uma roupa

e vir até ao estádio num instante?

Merda!

Quanto tempo…

Aproximadamente, quanto tempo demorarias?

Devo demorar uns cinco segundos.

Está bem, até já. Adoro-te, adeus!

A Sabrina é como uma estrela-cadente.

É tão inteligente. Sabe exatamente como entreter as pessoas

da forma como querem, no momento em que ela está.

Ela tem lutado contra si mesma pelo 1.º lugar o verão todo.

Quando vemos isso acontecer, ficamos: "Força!

"Voa mais alto!"

Depois, é ainda mais fixe quando alguém assim volta

e nos abençoa com a sua magia.

Vai, miúda!

Sim, Whyley!

Está na hora, caramba!

- Estou nervosa. - Está na hora!

Devo dizer que este trabalho é muito assustador.

Por causa da dimensão que tem.

Tantos olhos em cima de ti.

Os locais aonde vamos têm quase 100 mil pessoas lá todas as noites.

Não posso crer que isto está a acontecer. Estou passado!

Se pensar demasiado no que é esta digressão

e no impacto enorme que tem,

fico cheio de ansiedade e de medo.

Demasiado alto.

Está a acontecer.

- Embora! - Vamos!

Só quero representar bem a Taylor.

Somos extensões dela neste momento, neste trabalho.

Só quero continuar a mensagem que ela está a tentar passar.

E quero dar-lhe essa integridade.

Quando me foi dada a oportunidade pela própria Taylor…

… fiquei tão honrado…

Fiquei tão honrado por ela concordar,

por ter confiado em mim para entrar, tão em cima da hora.

Mas fico ainda mais honrado por poder partilhar o palco com alguém que…

… me vê.

Não só me vê, como me celebra.

Ela olha para mim, à esquerda.

"Estás pronto?" E ela tinha um sorriso enorme na cara

e um brilho radiante nos olhos.

Não é muitas vezes que um bailarino pode fazer

um papel feminino de swing

e até poder desabrochar o quanto quiser nesse papel.

Quero ser exemplo para todos,

qualquer pessoa, homem, mulher, não-binário,

quero que se sintam vistos tal como me senti visto pela Taylor.

Não posso crer que as cidades iriam estar totalmente transformadas em…

Giravam mesmo em torno e em atender os fãs

que iam aos espetáculos.

Fico espantado.

BEM-VINDOS A SWIFT CITY

Sem dúvida que há uma rede de segurança ou bolha

em que estamos meio encapsulados…

"KEVIN BAILARINO"

… e dentro dela é só este fenómeno de alegria que podemos partilhar.

FAZ-ME UMA BEBIDA PROBLEMAS COM CHAMPANHE

As pessoas estão a ter uma experiência especial

em que cantam, dançam,

ouvem canções que cresceram a ouvir,

algumas pessoas estão a começar a amar,

e permite-lhes mesmo ter um momento

que nunca irão esquecer.

TAMILA LEWIS BAILARINA

Acho que esta digressão simplesmente cultiva boa energia.

Não importa quem somos, que idade temos.

É um tipo de digressão diferente.

A bondade dela e a alegria que trouxe para o local de trabalho…

"SAM BAILARINO"

… não têm precedentes e passam para todos nós.

A Gracie diz: "Sabia que eras alta,

mas olha para isto."

Estou na lateral do hotel, com um milhão de metros de altura.

Tinha uma piada e foi por isso que compus "Anti-Hero".

Sou uma mulher de 1,78 metros

seguida por uma sombra monstruosa

de 150 metros.

E este monstro derruba edifícios

e, tipo,

espalha o caos. E o…

Eu ter aquele tamanho num hotel

faz-me pensar: "Às vezes, é essa a sensação que tenho."

Vamos tocar em Indianápolis três noites.

E será a última vez que iremos fazer o espetáculo da The Eras Tour na América.

E é cinco dias antes das eleições presidenciais.

A única coisa que posso proporcionar às pessoas é um escape.

Nada nos pode, ou deve, incomodar

e nada o fará durante três horas e meia.

Fico contente por proporcionar

simplesmente 100% de meninice,

esperança, crença, suor e esforço, porque…

É essa a função.

Posso dizer ao Trav que lhe posso oferecer

se ficar convosco?

Sim, acho ótima ideia.

Quantos quiserem.

Vou dizer-lhe o grupo todo ou quem vier com ele.

Quais são as canções para hoje?

Estava a pensar

que podia fazer "The Prophecy" e passar para "This Love".

E podia fazer "Maroon" e passar para "Cowboy Like Me".

Parece espetacular.

As relações em digressão sempre foram algo

com que tive dificuldades porque parecia sempre que a digressão

estava a prejudicar a relação.

De alguma forma, não era capaz de fazer ambas as coisas

e sentir que estava a alimentar as duas coisas ao mesmo tempo,

embora tentasse e continuasse a tentar.

De alguma forma, houve uma mudança dinâmica com o Travis

porque é chocante a quantidade de semelhanças que temos

nos nossos trabalhos, em como os vemos e como nos vemos um ao outro.

Ambos temos trabalhos em que nos apresentamos em estádios da NFL

e entretemos as pessoas durante três horas e meia,

o dele com bastante mais violência que o meu,

mas ele não anda de saltos.

Mas é a nossa paixão,

perseguimos isto desde miúdos.

Então, acho que nunca pensei que fosse conhecer

um homem que tivesse essa mesma trajetória.

Ali mesmo.

O Travis tem três tipos em cima dele.

Sim, porque ele é especial.

CURTIS FISIOTERAPEUTA

Percebi que, com ele na minha vida,

é a pessoa certa para mim,

as duas paixões podem coexistir e até se alimentam uma à outra.

Sim! Meu Deus!

- Sim! - Sim!

Primeiro.

Meu Deus!

Meu Deus!

Sim! Isso foi rápido.

- Está no chão. - Foi bom.

Meu Deus! Ele parece…

Vá lá!

Em última análise, adoramos torcer um pelo outro.

É brutal.

É tão engraçado estar em palco

e ver milhares

de camisolas dos Kansas City Chiefs com o n.º 87.

Se me tivessem mostrado isto e dito:

"O teu público vai ser assim daqui a um ano",

antes de saber que ele ia surgir,

eu diria: "Porque há tantas camisolas de futebol americano ali?"

É uma diferença percetível no aspeto do público.

Juro por Deus, a cada doze pessoas, há uma com a camisola dele.

Os fãs adoram o Travis

e acho que é porque veem que ele também os adora.

Ele adora toda a gente.

O Travis está muito à vontade, conceptualmente, com uma vida de fama

porque a vida dele é assim.

E ele não a vive com relutância, está muito à vontade com ela.

Acho que é a forma como ele me trata.

É muito transparente.

Acho que é uma das razões por que os fãs o adoram tanto,

porque devem mesmo adorar.

Ele é muito cativante.

Tay-Tay!

- Sim! - Sim!

Todos a bordo!

Cuidado com a cabeça.

Primeiro, se algum dia me tivessem dito

que a relação mais significativa que teria

começaria com um homem a dizer que estava magoado

porque não o quis conhecer,

tipo… Inacreditável.

Inacreditável.

Aquilo foi muito divertido. Foi mesmo muito divertido.

Tradução: Ana Sofia Pinto

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