All language subtitles for Raising Hope S02E22 I Want My Baby Back, Baby Back, Baby Back

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Original subtitles

Jimmy? Acorda, querido.

Jimmy!

O que aconteceu? N�o me lembro de nada.

Est�vamos a ver televis�o e desmaiaste.

Bem-vindos de volta ao "Inside Probe".

Investig�mos uma pequena cidade amea�ada por uma assassina em s�rie

chamada Lucy Carlyle.

Pois, est�vamos a ver o "Inside Probe".

Lembro-me disso.

Conhecemos a fam�lia comum que a entregou � justi�a.

Isto �-me familiar. Lembro-me disto.

Mas n�o antes do seu filho, Jimmy Chance, a ter engravidado.

Lucy foi julgada e condenada.

At� houve um casamento na pris�o.

Pronto, est� a vir-me tudo � cabe�a. Lembro-me disto.

E demos-vos a incr�vel not�cia de que a Lucy...

...de alguma forma, n�o foi executada.

Estou viva!

Acho que n�o se lembrava disto.

RAISING HOPE S02E22 "I Want My Baby Back, Baby Back"

Tradu��o e Revis�o:

Addic7ed ItalianSubs + OmniSubs

O que � isto na minha cabe�a?

A almofada das hemorr�idas da V�. Continuas a dar com a cabe�a no ch�o.

A Lucy est� viva. Habitua-te.

Ent�o, � uma criminosa que matou os seus namorados

e o bom povo americano declarou-a culpada.

No entanto, sobreviveu � execu��o.

- Como foi? - Foi bastante confuso, Nancy.

Confuso como o car****.

Estava nervosa porque o caso estava mal parado. E depois...

...ficou tudo escuro.

Quando dei por mim, estava a ser atra�da por uma luz,

ao fundo de um corredor muito comprido.

Foi tal como naquelas recria��es que fazem nas not�cias.

E havia um ligeiro odor a lavanda no ar.

Adoro o cheiro a lavanda. Tenho uma vela no meu escrit�rio. Continue.

Bom, cheguei � luz...

...e Ele apareceu.

Ol�, Lucy.

Ela conheceu o Ed Begley Junior? Odeio-a, odeio-a mesmo!

N�o �s bem-vinda aqui.

Anda da�, jeitosa. Est�vamos � tua espera.

E quando dei por mim, estava de volta.

Escusado ser� dizer que fic�mos todos um pouco chocados.

N�o estou a referir-me a um choque tipo...

Refiro-me a "choque" de "surpresa".

Quero dizer, ela levou um choque, mas n�s est�vamos surpreendidos.

Seja como for, n�o reagimos l� muito bem.

Consumidos pelo medo, os guardas deram uma co�a a Carlyle

que nenhum ser humano honrado acharia justific�vel.

- D� cabo dela! - Com mais for�a!

Na cabe�a! Na cabe�a!

De volta do mundo dos mortos

e violentamente agredida pelos guardas prisionais,

a assassina criminosa arranjou um advogado.

E quem melhor para representar uma criminosa

do que uma advogada com marcas de um cora��o que sangra,

Sylvia Barnes.

- Aqui estamos outra vez, Sylvia. - Esse len�o � piroso.

Seja como for, este foi um caso de sonho.

Uma cliente bonita, abuso de poder

e um arguido com bolsos fundos o suficiente

para pagar a minha cirurgia experimental de redu��o dos p�s.

Tinha mesmo uns grandes bacalhaus, irm�.

Culpada.

O Estado fez asneira e a �ltima coisa que queria

era que o p�blico soubesse.

Por isso, retiraram em segredo todas as queixas

e passaram um cheque chorudo � Lucy Carlyle.

Mas ela esteve desaparecida dois anos. Onde esteve?

A Nancy vai arrancar-lhe isso.

J� passaram dois anos. Onde esteve?

Bom, a �ltima coisa que queria era ficar na cidade

onde toda a gente olharia para mim como se fosse uma assassina.

E depois de quase ter ido parar ao inferno,

decidi que provavelmente precisava de alguma orienta��o espiritual.

E o Begley Junior deu-me uma segunda oportunidade

e queria aproveit�-la ao m�ximo.

A odisseia espiritual de Lucy Carlyle

levou-a a estes homens.

Estes monges ensinaram-na a amar em vez de odiar,

tal como a s�rie "Monk"

ensinou a Am�rica a rir. Temos saudades tuas, Tony Shalhoub.

�s um encanto.

Mas faltava uma coisa na vida dela.

E nem a medita��o nem o tofu conseguiam substitu�-la.

Mas agora vai voltar a Natesville,

onde tem alguns assuntos pendentes a resolver.

Exato, Nancy.

Vou lutar pela cust�dia da minha filha.

Filho da m�e! Estourou com a minha almofada do cu.

Um assassina em s�rie a pedir a cust�dia?

- � para rir, n�o? - Antes fosse.

Mas a advogada da Lucy n�o brinca em servi�o.

Eu que o diga. Andei com a Sylvia Barnes na faculdade.

Perdi o respeito dela no quarto

por tentar umas coisas para as quais devia ter pedido licen�a primeiro.

N�o vou perder o respeito dela em tribunal.

Mas voc� � o �nico advogado que podemos pagar.

A maioria dos advogados n�o oferecem os honor�rios pela melhor oferta.

E h� um motivo para eu fazer isso. Sou um p�ssimo advogado.

Ganho a maior parte do meu dinheiro a vender sumos antioxidantes.

E j� agora,

� garantido que melhora a vossa sa�de.

Foi comprovado por m�dicos, com a ajuda da Ci�ncia.

N�o precisamos de sumo, precisamos de um advogado.

Concordo, n�o precisam de sumo.

- Mas isto n�o � um sumo qualquer. - Wally...

Ela � uma assassina em s�rie. � uma vit�ria garantida.

E � a sua oportunidade de finalmente vencer a sua famosa ex-namorada.

Assim que vir o homem que � em tribunal,

talvez lhe d� outra oportunidade no quarto.

Muito bem. Aceito.

Vamos festejar...

...com uns copos de sa�de em estado l�quido.

N�o vamos pagar por esse sumo.

J� me vesti para ir a tribunal.

A V� comprou isto para ser enterrada com ele.

Acho que n�o estava � espera de sobreviver aos anos 80.

Agrada-me!

Pareces a puta do "Pretty Woman", mas no filme em que faz de advogada.

O que raio est�s aqui a fazer, sua louca desvairada?

Se est�s aqui para matar algu�m, estou pronta para ir.

Queria saber se pod�amos falar

e talvez evitar a loucura do tribunal.

Para ver se h� outra forma de resolver a cust�dia da Princesa Beyonc�.

Chama-se Hope.

N�o somos ador�veis, a discutir como se f�ssemos casados?

Talvez seja porque, em teoria, ainda somos casados.

At� que a morte nos separe. E eu n�o morri.

Ainda consegues dizer o nome daquele tipo iraniano?

- Mama Ramabadmamajama.. - Mahmoud Ahmadinejad.

Levou com 2000 volts no c�rebro e ainda consegue!

Seja como for, o meu plano � o seguinte.

Tu e a Hope v�m comigo para o Tibete.

Desculpa? Ele tem namorada.

Estou a falar com o meu marido, cabra!

- Queres...? - Calma!

Ela � uma assassina e tu �s uma trinca espinhas.

�s est�pida?

Eu e a minha filha n�o vamos atravessar meio pa�s para o Tibete,

para viver com uma assassina. - Fiz parte de uma filarm�nica

que entrava em todos os campeonatos estatais,

mas tu s� consegues ver uma assassina.

Pois, matar tr�s homens consegue bater um solo de flauta.

Sabem que mais? Nunca mais me v�o ver.

Porque vou levar a minha filha para o Tibete,

onde as pessoas s�o espiritualmente evolu�das...

...ot�rios.

Namaste.

O que raio � "Namaste"?

Parece um tipo de pimenta chique.

- Porque havia de dizer "pimenta"? - N�o sei, Jimmy.

Ela � doida.

N�o deve demorar muito.

Quando o j�ri descobrir o que ela fez, sairemos daqui � hora do almo�o.

Deves ter tempo de passar no 3� andar e pedir um div�rcio r�pido.

Cometeste um grande erro ao deixar-me. Admite.

Os nossos momentos juntos foram a melhor parte da tua vida, querida.

- Por acaso, sa�mos juntos? - Duas vezes.

Levei-te a um concerto dos Journey. Deixaste-me ir �s tuas cavalitas.

Eu era assim.

N�o estou recordada.

N�o vou mentir. Isso magoa-me.

Mas agora somos quacres?

Porque � que esta igreja n�o tem m�sica?

T�m alguma mo��o a apresentar

antes de chamar o j�ri e dar in�cio ao julgamento?

Proponho omitir as provas segundo as quais a minha cliente � uma assassina.

As queixas foram retiradas na sequ�ncia da nossa queixa contra a pris�o,

por isso ela n�o pode ser condenada por crimes que teoricamente

nunca aconteceram.

N�o faz sentido nenhum e n�o me agrada.

Mas � legalmente s�lido. Mo��o aprovada.

N�o pode haver men��o dos homic�dios cru�is e atrozes da Sra. Carlyle.

Mas ela matou um monte de pessoas!

Merit�ssima, ele mencionou os atrozes homic�dios e avisou-o para n�o o fazer.

- Apaguem isso dos registos. - Incr�vel.

- Isto est� mesmo a acontecer? - Tem calma.

Ainda vamos derrotar estes imbecis, n�o �, Wally?

� uma cidade pequena. N�o h� um jurado que n�o se lembre

da cara dela do julgamento da "Assassina dos Namorados".

A n�o ser que tenha vivido os �ltimos tempos debaixo de uma pedra.

O que foi?

S�o os "Doze de Natesville".

Os mineiros que estiveram soterrados durante 6 meses?

Escolheu 12 homens que, literalmente,

viveram debaixo de uma pedra durante o julgamento da Lucy?

N�o fui eu que os escolhi.

Achei que o mais cort�s

seria deixar a senhora escolher os jurados.

T�m coro! Que bom!

Cantem a "This Little Light of Mine".

Isto � demasiado para mim.

� demasiado para a minha simples mente humana.

Inacredit�vel. N�o podemos mencionar que ela � uma assassina?

- Era a base do nosso caso. - Acalmem-se todos.

Ou�am, este j�ri vai olhar para voc�s como a ador�vel fam�lia

que faz um excelente trabalho a cuidar desta menina.

Ningu�m ser� capaz de mudar a opini�o deles em rela��o a isso.

Estou certa de que ver�o estas pessoas como uma ador�vel fam�lia

que faz um excelente trabalho a cuidar desta menina.

Mas hoje,

vou mudar as vossas opini�es em rela��o a isso.

- Bem jogado, Sra. Advogada. - Eu e a minha cliente pass�mos

os �ltimos 12 meses a investigar estas pessoas

e encontr�mos um n�mero de testemunhas que podem atestar

o car�ter desta fam�lia, ou a falta dele.

Depois agarrou-me pela camisola e disse que se me atirasse � namorada dele,

batia-me. - E quem � que te fez isso?

Aquele homem. Aquele homem adulto.

Ent�o, mi�da?

J� reparaste que tirei o aparelho dos dentes?

Diria que a fam�lia Chance era viciada em apostas ilegais?

Apostava o meu rabo.

E acredite, querida, � uma aposta que adorava perder. Mas n�o � o caso.

E l� estava ela, a urinar para um balde no jardim da frente.

Tirei uma fotografia com o meu telem�vel!

Usaram o intercomunicador da beb� para bisbilhotar a minha conversa.

E depois aquela gald�ria maluca atirou o intercomunicador pela minha janela.

A bisav� pagou-me para fingir raptar o Burt.

Ele alinhou na ideia e abandonou o rapazinho.

E 20 anos mais tarde, quando regressei para pedir desculpa,

acertaram-me com uma televis�o umas quantas vezes.

Tamb�m me fizeram isso.

- Porque descobrimos que eras... - N�o diga!

O Jimmy e o amigo atacaram-me de repente

e come�aram a bater-me s� porque j� tive p�nis.

Sinto falta dessa coisa!

Isso � que foi uma decis�o precipitada.

Aquela pancada na cabe�a ainda me deixa t�o tonto que tenho de tomar drogas

para as quais tenho mesmo receita.

Seja como for, � chato porque agora conduzo eu o autocarro da tourn�e.

Claro, os concertos s�o cada vez menos. Da� us�-lo para entregar pizzas.

J� agora, tenho aqui uns...

...cup�es, se n�o se importar. Pode ser?

S�o v�lidos at� ao fim do m�s.

Demorou um bocado, mas eventualmente,

a advogada da Lucy ficou sem pessoas que nos fizessem fazer m� figura.

E depois chegou a nossa vez de chamar a depor pessoas

que tinham coisas boas a dizer sobre n�s.

E o James nunca partiu um ovo a embalar as mercearias.

Aquelas s�o as mesmas m�os delicadas que tratam da Hope.

Os amigos sabem as melhores coisas sobre voc�s.

Mas tamb�m sabem as piores.

Sim. Fui contratado para fingir ser o cozinheiro deles

no Dia de A��o de Gra�as quando assaltaram uma bela casa

para convencer os pais do Burt que ele era rico.

Mas quando fugimos, deix�mos para tr�s montes de especiarias gourmet

e uma faca japonesa que me faz imensa falta.

O Jimmy Chance � um palerma e devia ficar sem a filha.

Desculpa, amigo,

mas com a mi�da fora do caminho pod�amos passar mais tempo juntos.

* A advogada da Lucy � convincente O seu dom�nio da Lei � impressionante *

* Mas o que ela est� a dizer Sobre os Chance � mentira *

- Pediram-lhe para dizer o seu nome. - � Shelley.

Sim, o Jimmy � um tipo fant�stico. � verdadeiramente honesto.

At� me falou sobre uma altura em que enfiava o p�nis entre as pernas

e dan�ava ao som da "Girls Just Wanna Have Fun".

Desculpa, Jimmy, estou sob juramento.

Mas s� tens de dizer a verdade em rela��o �quilo que te perguntarem!

N�o me fa�a perguntas sobre a cole��o de pornografia dele.

Se n�o fosse o Jimmy e os pais, n�o teria o meu porco-guia.

Na minha opini�o, os Chance s�o uma fam�lia afro-americana

forte e coesa.

Os Chance s�o caucasianos, meu senhor.

A s�rio? E o Eminem?

- � caucasiano. - A s�rio?

- O Bryant Gumbel � branco, n�o �? - Afro-americano.

Bom...

...� �bvio que n�o sou uma testemunha de confian�a.

Os nossos amigos n�o conseguiram ajudar-nos,

por isso tent�mos ajudar-nos a n�s pr�prios.

Ou�a, talvez n�o fossemos os pais perfeitos.

Talvez o meu filho tenha problemas, cometido uns erros que acidentalmente

tenham posto a filha em perigo.

Mas...

O resto do discurso apagou-se.

A m�e tinha praticado respostas para tudo o que pudessem perguntar-lhe,

mas quando a press�o se instalou, deu-lhe uma branca.

Pessoalmente acredito que...

...os americanos dos Estados Unidos da nossa na��o

s�o incapazes de o fazer porque

alguns pais na Am�rica...

...por a�, n�o usam toalhetes.

- Est� a falar outra l�ngua? - Por isso, acredito que...

...os nossos produtos de limpeza, tipo...

...tal como na �frica do Sul...

...e no Iraque...

Finalmente, fui chamado a depor,

e apercebi-me de que era a �nica esperan�a da Hope

continuar a ser a Hope Chance.

Mostrei desenhos que fiz das coisas boas que tinha feito com a minha filha.

E mencionei a cole��o de pedras interessantes da Hope,

a qual julgo ter impressionado os mineiros.

E finalmente, falei do fundo do cora��o.

Pe�o desculpa, quer dizer, � um crime

viver numa casa com pessoas que adoramos?

Ou�am, estamos tesos.

A Hope est� condenada a viver numa casa min�scula e apinhada.

E quando se est� preso num espa�o min�sculo com um monte de pessoas,

acontecem muitas coisas que n�o queremos que se saibam.

Provavelmente, coisas que desejamos que nunca ningu�m descubra.

Mas ela est� com boas pessoas,

que se mant�m unidas, que arranjam maneiras de rir

e resolvem os problemas, mesmo quando est�o chateadas.

E quando temos pessoas assim do nosso lado,

ent�o temos o mais importante.

E estar�amos bem, mesmo a viver numa cave.

Avisaram-nos de que o j�ri podia demorar a chegar a uma decis�o,

por isso fic�mos muito surpreendidos quando nos chamaram t�o depressa.

Parece que, aos mineiros que j� estiveram presos juntos no subsolo,

n�o lhes apetece estar enfiados todos juntos numa sala pequena.

O j�ri atribui a cust�dia da Hope Chance � m�e, Lucy Carlyle.

Pensava que o meu discurso tinha conquistado o j�ri,

mas aparentemente, aquilo de que os mineiros sentem mais falta

quando est�o soterrados, � das m�es.

Talvez isto finalmente vos conven�a

a pararem de vir ter comigo para obter ajuda legal.

Ordem!

- Ordem! - Valida bilhetes de estacionamento?

A pr�xima pessoa que falar ser� detida por desobedi�ncia!

N�o pode fazer isto!

Sim, claro, vais sentir falta do teu pai.

Mas ele podia ter vindo connosco para o Tibete.

Ama-la, n�o amas?

Sim. Claro que amo.

Mas adoro a minha filha, portanto...

Era assim que tinha de ser.

Quero que saibas que o que estou prestes a fazer

� pela minha filha.

Porque ela merece crescer numa fam�lia feliz.

Meu!

Tinhas raz�o, Carl, foi uma p�ssima ideia.

Trevor, � a tua vez, amigo.

AmGoD e Tico

AmGoD

Muito bem, acabou por correr tudo bem, n�o foi?

Portanto, vou devolver-lhe a cust�dia.

Mas vi coisas perturbadoras no decurso deste julgamento.

Por isso, prometa-me

que no futuro vai tentar fazer um melhor trabalho a criar a Hope.

- Sem d�vida. - Cometemos erros,

mas aprendemos sempre com eles. - Isso � verdade.

Parece que todas as semanas aprendemos uma li��o nova.

Gostaria de confessar que matei o meu marido.

Muito bem. Acho que � tudo.

� tudo, malta!

Vem colaborar connosco!

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