All language subtitles for 1940 - Os Caminhos de Santa Fé Legendado - Com William Boyd_ Russell Hayden & Marjorie Rambeau

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Original subtitles

OS CAMINHOS DE SANTA FÉ

- Qual é o problema, Sr. Garner? - O mensageiro que levava

a folha de pagamento da mina foi assaltado

e morto há algumas horas.

- O que? - Este lugar está cada dia pior.

Eles mataram o Charlie Roth. E exijo que prenda aqueles

- ladrões assassinos. - Quem eram eles?

- Encontrou alguma prova? - Eles não deixaram nada.

Levaram até o relógio do pobre Charlie.

Bem, farei o melhor possível, Sr. Gardner.

Seu melhor não tem sido muito bom até agora.

Não, Sr. Gardner. Você não pode ser muito duro

com o delegado. Ele só está trabalhando há um mês.

Talvez ele precise de ajuda. Talvez devêssemos organizar

um comitê de vigilantes.

Sou tão à favor de lei e ordem quanto todos vocês.

Mas não acho certo fazer justiça com as próprias mãos.

- Acho que ela está certa. - Talvez sim.

Mas pedirei ajuda ao delegado federal de Santa Fé.

Talvez fosse melhor se eu me demitisse, mãe.

Nada disso.

Cedo ou tarde, o dia do acerto de contas chegará.

O malvado será punido.

Agora, filho, trabalhei duro para te ajudar a ser eleito.

Agora, não quero ouví-lo dizer que desistirá de novo.

Por que se fizer isso...

Te colocarei nos joelhos e te darei umas palmadas.

Agora, volte para o seu escritório.

Olá, Sam. Como está seu reumatismo hoje?

- Está muito melhor, obrigado. - Isso mesmo.

Olhe sempre o lado positivo e dará tudo certo.

Minha esposa está agradecida pela cesta de compras que mandou,

- Sra. Burton. - Não precisa agradecer, Sam.

Devemos sempre dividir nossas bençãos com os outros.

- Você sempre faz isso, mãe. - Besteira.

- Quem é? - Sou eu.

Quanto conseguiram?

$38.025,50.

Acertei até os centavos.

Como sabia o valor da folha de pagamento?

Meu trabalho é saber.

De onde veio isso?

Você conhece o Tex. Ele odeia deixar

qualquer coisa para trás.

Mãe, você acha que o delegado de Santa Fé mandará um homem para cá,

- se pedirem? - Bem, cuidaremos disso,

se mandarem. O quão mais espertos são,

mais fácil é enganá-los.

PROPRIEDADES MINA GARDNER

- O Sr. Gardner está? - Sim.

Sr. Gardner.

- Como vai, Sr. Gardner? - Então, o que houve?

Ora, ora, Hoppy. Prazer em vê-lo.

Desmonte. O que faz nestas roupas?

Vamos entrar e te direi.

Essa é uma das ideias do delegado Thorp.

- Voltou para seu velho trabalho? - Claro.

Fico feliz que tenham mandado você.

Eu também, se puder ajudar.

Ei, John, e esse mensageiro seu que foi morto?

Foi o Charlie Roth. Meu melhor amigo.

É uma pena. Tem alguma suspeita?

Suspeitar é uma coisa, provar é outra.

- Não tem ideia, heim? - Não.

Parece que será difícil.

Bem, irei para a cidade ficar de olho.

Se me vir, finja que não me conhece.

Te desejo sorte, Cassidy. Por que tenho $15.000 escondidos.

Estou com medo de enviar e ser roubado.

- Tem um guarda? - Mantenho um homem o dia todo.

Bom. Verei o que descubro.

- E farei o possível para ajudá-lo. - Certo.

À nossa frente, sob o sol quente, está a cidade de Del oro.

Estamos prestes a levar para os seus cidadãos,

um alívio para seus males e dores.

Zerbo, a maior combinação de ervas e raízes

já conhecida pela humanidade.

Guarde esse história para os clientes.

Estou me cansando deste tipo de vida.

Pulando de uma cidade para outra,

vivendo com pouco. Sequer teremos um show

sem um homem forte e um homem que ler mente.

Sim, de qualquer forma,

não terei que ouví-los reclamando sobre o pagamento.

Se tivesse ficado longe daquele jogo de pôquer em Santa Fé,

você teria dinheiro o suficiente para pagá-los.

Aquilo foi um azar. Não entendo como meus adversários

tiveram tanta sorte. E as cartas eram minhas.

Tenho que mudar a marcação no baralho.

Pai, as vezes, não sei como te aguento.

Bem, não há por que chorar sobre o leite derramado.

É claro que não, querida.

Você precisa ter fé na sua sorte, Paula.

De agora em diante, só coisas boas acontecerão conosco.

- Acha que aquela é nossa roda? - Não, eu acho que não.

Não tem como ser a nossa roda.

Talvez seja melhor descer e dar uma olhada.

Vejo que sim.

Bem, pai, vamos ajudá-lo.

O que está tentando fazer, Axel?

Sabe, li um livro sobre hipnotismo.

Ele ensinava a fazer as coisas flutuarem.

Talvez precise praticar mais. Pai, ajude-o.

- Ele não pode fazer isso sozinho. - Não, Paula.

Você sabe que essa altitude afeta meu coração.

- Acidente? - Não, paramos sempre assim.

- Jeito novo, heim? - Sim.

- Posso ajudá-la? - Bem, alguém precisa fazer isso.

Ei, se colocar a outra caixa ficará mais fácil.

Ei, essa é uma boa ideia.

Eu faço isso enquanto pega a roda.

Você a colocará de volta?

Isso pode ser uma boa ideia.

Está tudo bem. Ele é inofensivo.

- Posso pegar isso? - Fique à vontade.

Venho esperando há muito tempo para encontrar

um show itinerante desses.

- Qual é o problema, Tex? - É sério.

Há um ano, um deles me vendeu um removedor de caspas.

- Removeu? - Sim.

Tudo.

Aonde acha que vai?

Bem, irmão, fico feliz que tenha perguntado isso.

Te direi. A cidade de Del Oro

está precisando de medicamento indígena.

Garantimos a cura de tudo. Calos, joanetes...

- Remove caspa, também? - Bem, irmão, te direi.

Zerbo não trata caspa, mas...

Em 9 de 10 casos, ele costuma remover tudo.

Leve sua carroça para outro lugar. Você não irá para Del Oro.

- Você é o delegado da cidade? - E se eu não for?

É ele quem geralmente decide se podemos vender ou não.

É? Neste caso, eu decidirei.

- Eu não o desafiaria, senhorita. - Por que está se metendo?

- Não gosto de brigas. - Então fique fora disso

ou poderá se arrepender.

Vai deixar ele se safar disso?

- Não quero problema com ninguém. - Agora mostrou que tem juízo.

E lembrem-se, fiquem fora da cidade.

Espere um pouco.

Por conta da casa, senhor.

O famoso remédio para dor do Dr. Tate.

Bom até para um imbecíI.

- Ela te pegou, Tex. - Isso não voltará a acontecer.

Ei, Paula, você não devia ter feito aquilo.

Eu sei, pai. Mas o que faremos?

Ei, eu posso ser capaz de ajudá-los.

Talvez eu possa trabalhar com vocês.

Ele pode ter dinheiro. Ficaríamos felizes com isso.

Isso é, se tiver as qualificações necessárias.

Agora, o que faz profissionalmente?

Bem, fiz de tudo nas minhas viagens.

Fui vaqueiro, ferreiro, veterinário.

Posso consertar selas, maquinário.

Sei um pouco de carpintaria. Já cortei cabelo,

posso retirar um dente, se for preciso.

E posso fazer um bolo, se for persuadido.

Você pod... Meu amigo, você trouxe

seus talentos para o mercado certo.

Você os trouxe para o Dr. Rufus Tate.

Sabia que está na presença de uma das maiores oportunidades

que um homem já teve? Sabia que tenho a posse

da fórmula secreta do remédio indígena Zerbo?

Que tenho o que é considerado uma mina de ouro?

Ouça, irmão, se estiver disposto a se juntar a nós,

você pode fazer uma fortuna da noite para o dia.

Mas, pai, esse homem não sabe nada sobre show business.

Mas podemos ensiná-lo, querida. Podemos abrir o show com ele

tocando violão.

- Eu tocando violão? - Sim.

Você disse que costumava ser um vaqueiro.

- Sim. - Bem...

- Todos os vaqueiros tocam violão. - Esse é um que nunca tocou

- e nunca tocará. - Não faz diferença.

Ei, podemos deixar você ficar com o lugar do Marvelous.

Deixar você ler mente.

Percebe que essa é uma ótima oportunidade para você?

Que por $500, você pode comprar 25% deste negócio?

- $500? - Sim, senhor.

- Só posso gastar $40. - Isso é o suficiente.

Quero dizer, isso servirá de depósito

e tiraremos o restante

- da sua parte dos lucros. - Agora, pai...

Está tudo bem, senhorita. Você conseguiu um sócio, doutor.

- É melhor colocarmos essa roda. - Você está com os $40?

Sim.

Aqui está. Você verá que está correto.

Vou falar com o delegado sobre a licença.

- Pararemos naquele lote vago ali. - Certo.

Parece que você não conseguiu assustá-los.

É?

Eles se arrependerão disso antes da noite acabar.

Bom dia.

- Ei. - Olá.

Olá.

Qual é o problema? Você parece nervoso.

- Esta cidade me deixou assim. - É mesmo?

- Você é o delegado, não? - Não mais, senhor.

Quando estava prestes a deixar a cidade sob controle,

o povo chamou um homem do governo para tomar meu lugar.

- Onde posso encontrá-lo? - Eu não sei.

- Sequer sei quem ele é. - Isso é ruim,

me coloca numa situação difícil. Quero pedir uma licença para

apresentar um show itinerante por uma semana.

Vá em frente. Ninguém te impedirá.

Não?

Aquele homem disse que me impediria.

- Aquele com o chapéu escuro. - Ele?

Tex Barnes.

- O que ele faz? - Ele é encarregado

de um rancho na fronteira. É bom ficar longe dele.

Você é delegado. Devia prender um homem como ele.

Senhor, venho tentando fazer isso. Mas não posso prender um homem

sem provas.

Sim, você está certo. Obrigado pelo aviso, delegado.

Ficarei longe dele.

- Adeus. - Até mais.

Ei, Axel. Axel.

- Sim? - Venha cá.

Cadê você?

Quero que pegue um balde de água no cocho.

Quero preparar o Zerbo.

- Estou indo. - Depressa.

- Está tudo certo, Srta. Paula. - Obrigado.

O que é isso que seu pai vende?

Água, chá e algo com gosto amargo.

Ele vende isso para pessoas doentes?

Isso não faz mal.

E você ficaria surpreso com o número de pessoas que ajuda.

Suponho que sim. Muitas pessoas apenas pensam

que estão doentes.

Olhe, é isso que usará esta noite.

Eu?

Você será o Marvelous e lerá mente.

Posso te ensinar o código em meia hora.

- O código? - Sim.

Por exemplo, se eu disser: "O que é isso?",

significa que é um relógio de ouro.

Se eu disser:

"Isso é o que?",

significa que é um relógio de prata.

E se eu disser: "E isso é o que?",

significa que é um relógio com a tampa fechada.

- Viu como é simples? - Sim, muito simples.

Pode me ensinar o restante depois que eu guardar meu cavalo.

Pai.

Obrigado, Srta. Paula.

E obrigado, senhoras e senhores pela atenção.

Agora, senhoras e senhores, vou pedir ao Chefe Soco...

Socorro. Vou pedir ao Chefe

para vir aqui pra frente fazer uma dança tribal para vocês.

Se importa, Chefe? Obrigado.

Agora, amigos...

Estou aqui esta noite para falar com vocês sobre sua saúde.

Vocês não sabem como somos agradecidos, vizinhos,

pela jeito que nos receberam aqui esta noite.

Sempre quisemos visitar essa bela cidadezinha de...

Sim, Del Oro. Sempre quisemos vir aqui.

E esta noite, satisfazemos esse desejo.

Agora, meus amigos, há alguns de vocês na audiência

desta noite que estão doentes,

de corpo e mente.

Tenho uma mensagem para vocês, meus amigos.

Não estou aqui para vender nada, estou aqui para demonstrar.

Amigos, já vi pessoas doentes correrem para o médico.

Nunca estive doente um dia da minha vida.

E como de tudo. Não como couve, por que não gosto.

E não como por que não tem gosto. E odeio isso.

Me entendeu, irmão? Quero ler uma carta

que recebi de um homem. Recebo centenas dessas cartas

todos os dias, meus amigos.

De "trouxas" de todo o país.

Pessoas. Esse homem aqui...

Lerei essa carta.

Aqui está. Ela diz:

"A não ser que deixe a cidade imediatamente... "

Não é isso.

Essa é uma carta pessoal.

Vendi 500 caixas de remédio Zerbo, meus amigos,

para uma farmácia por causa dessa carta aqui.

Tudo bem, eles cancelaram a ordem.

Volte mais tarde e te mostrarei a ordem cancelada.

Diz aqui: Não é isso.

Isso é de uma mulher... Tratei o marido desta mulher,

meus amigos. Este homem estava ameaçado

de paralisia.

Estava prestes a ficar paralisado.

Não ria, irmão. Isso é algo terrível.

Você se sente mal na manhã seguinte.

De qualquer forma, trarei esta mulher.

Ouçam o que ela tem a dizer:

Ela disse: "Por anos,

vinha me sentindo mal.

Mas depois de tomar uma garrafa

de remédio indígena Zerbo... " Aquelas garrafas ali, meus amigos.

Ela disse: "Depois de tomar uma garrafa

do remédio indígena Zerbo, me sinto bem como um pêssego.

Com caroço e tudo mais." Agora, amigos, não me importa...

Esperem um pouco. Aqui está a carta que

eu estava procurando.

Esse homem diz: "Por anos,

sofri de insônia.

Mas depois de tomar uma garrafa... "

Já notou que eles sempre dizem "uma garrafa"?

Disse: "Depois de tomar uma garrafa

do remédio indígena Zerbo,

minha insônia está completamente curada. "

Isso não é legal? Ele diz:

"Agora passo a noite acordado pensando em como eu sofria. "

Agora, amigos... Só um minuto, não vão embora.

Por que temos mais entretenimento aqui esta noite.

Amigos, é meu privilégio apresentar para vocês

um dos atos mais místicos já feitos em qualquer lugar.

Sinto que não gostarei disso.

Não precisa se preocupar.

Ele se apresentou de Singapura a Paducah, Illinois.

Não sei em que estado Singapura fica.

- Está pronto. - Sim.

- Não esqueça da venda. - Bom.

Apresentando Marvelous, o maravilhoso.

Prefiro enfrentar uma manada de búfalos ao invés de sair.

Vamos. Está tudo bem, Bill.

Agora, senhoras e senhores...

A Srta. Paula, a quem viram mais cedo,

passará por vocês.

E qualquer objeto que derem a ela,

será adivinhado pelo Marvelous...

Através de transmissões de pensamentos, meus amigos.

- Está pronto, Marvelous? - Para que?

- Está pronta, Srta. Paula? - Sim, doutor.

Quem me dará um objeto?

Obrigado.

O que é isso?

Relógio de ouro com corrente de ouro.

Está certo. Obrigado.

Quem tem algo mais?

Bem, Tex, vejo que decidiu deixar eles se apresentarem na cidade.

- Não entendo. - Tex ficou nervoso hoje

quando a garota brincou com ele. E ela veio mesmo assim.

Acha isso engraçado, heim? Sigam-me e rirão de verdade.

- O que estou tocando? - Um medalhão.

Maravilhoso.

- Se importa? - De forma alguma.

- Isso é o que? - Óculos para os olhos.

Correto.

- Se importa? - Não.

Diga-me o que é isso.

Vamos. Diga-me o que é isso.

Lápis.

Correto. Absolutamente correto.

Alguém tem algo mais? Alguém mais?

- Olá. - Olá.

- Tem algo para ele adivinhar? - Te disse o que esperar

- se viesse a cidade. - É o Sr. ImbecíI em pessoa.

- O que é isso? - Te dou um minuto

- para saírem da cidade. - Espere um pouco.

De onde venho, homens não falam assim com as mulheres.

Se não gostou, sabe o que pode fazer.

Com certeza, sei.

Você está me empurrando.

Nossa Senhora. Que semana.

Depois dessa briga, sei do que precisarão.

Ouçam, rapazes. Não me importo que briguem,

mas, por favor, não...

Ei, parem de brincar, rapazes.

Estou trabalhando aqui.

- Está bem, senhora? - Só um pouco assustada.

- Posso te levar para casa? - Não, obrigado.

Eu vivo do outro lado da rua.

Eu te ajudo.

Obrigado.

Você está com o show itinerante que chegou hoje, não?

- Sim, estou. - Sou a Mãe Burton.

- Como se chama? - Bill Cassidy.

Que problema todo foi esse, Sr. Cassidy?

Um homem chamado Barnes decidiu que não ia deixar

que nos apresentássemos.

Ele é um homem muito mau.

- Sério? - Sim.

Pelo que vi, há muitos homens maus por aqui.

Há mesmo, apesar de tudo que fazemos para manter nossa cidade

- um lugar decente para se viver. - Está ferida, mãe?

Bem, ficarei bem, assim que beber uma xícara de chá.

Somos agradecidos pelo que fez pela Mãe Burton, senhor.

- Obrigado. - Sim, senhor.

Sr. Cassidy, este é o Sr. Blake, um dos nossos moradores.

- Ele é engenheiro de mineração. - Olá.

Como vai?

Sua carroça ficou destruída, não é, Sr. Cassidy?

Sim, mas a consertaremos nos próximos dias.

Bem, vocês são bem-vindos a ficar

na minha hospedaria até resolver isso.

Não queremos incomodá-la.

Você me deixaria infeliz se dissesse "não".

Bem... É aqui que mora?

Sim.

Bem, iremos para lá assim que cuidarmos da carroça.

- Prepararei um lanche para vocês. - Certo.

O Tex acha que pode se safar disso?

Diga-o para ter calma, ou terá que lidar comigo.

Pode deixar. Mas acha inteligente

receber essas pessoas aqui? Um erro mínimo...

Não haverá nenhum erro. Quero descobrir mais coisas

sobre esse tal de Cassidy. Ele não trabalha apenas

num show itinerante.

Ele está bem. Está acordando.

Isso é bom. Foi gentileza sua, meu jovem,

ajudar estranhos.

Esqueça isso, senhor. Gosto de brigar de vez em quando.

O que está tentando fazer? Me matar?

Sabe que não posso beber isso. Tenho um estômago fraco.

- Achei que... - Sou alérgico, só isso.

Mas qualquer outro...

- Mais chá, Srta. Paula? - Não, obrigado.

Vou me deitar, se não se importa.

Está tudo bem.

- Durma bem, querida. - Sim.

Bem, acho que irei me deitar também.

Te vejo pela manhã, Bill.

Certo, doutor.

- Pode me dar licença? - Não quer sentar e

conversar enquanto tomo outra xícara de chá?

Bem, eu... Tudo bem.

Sabe, Sr. Cassidy, isso é algo engraçado.

Fico imaginando que já te vi em algum lugar antes.

Isso é engraçado. Nunca estive nesta parte do país.

É mesmo? Está com o show itinerante

- há muito tempo? - Nem tanto.

- Como se juntou a eles? - Bem, um homem tem que comer.

Um homem como você não precisa se juntar a um show para comer.

Há outras maneiras.

Talvez eu goste desse tipo de vida.

Isso é engraçado, Sr. Cassidy.

Estive ao redor de homens a vida toda

e aprendi a conhecê-los. Esses velhos olhos podem ver

muitas coisas que os outros não percebem.

Mas um homem como você não precisa se juntar a um show itinerante.

Você terá que me dar uma desculpa melhor que essa.

Essa é a melhor desculpa em que posso pensar.

Bem, acho que está se disfarçando.

Se escondendo da lei.

Ou talvez faça parte dela.

Bem, o que quer que seja, sou agradecida a você.

E não precisa se preocupar comigo dizendo algo a alguém.

O diretor da prisão de Kansas daria risada se soubesse que

o Bill Cassidy, ex-detento n% 4261,

faz parte da lei.

Fui solto há 3 meses depois de cumprir 6 anos.

Bem, Bill, não usaria isso contra você.

Todos cometem erro.

Sim, mas meu erro foi ser pego. Isso não acontecerá de novo.

Aprendi muitas coisas desde então.

Você não deve falar assim. Se decidir que quer se endireitar,

você conseguirá.

Não se preocupe comigo, mãe. Só não mencione o que eu disse.

- Pode confiar em mim, filho. - Assim está bom.

Vigiarei a carroça para que o Axel possa vir comer.

Esquentarei algo para ele imediatamente.

- Ouviu? - Tudinho, mãe.

Sabe, para um homem esperto como ele,

ele se abriu muito rápido.

Bem, não é à toa. Do jeito que o tratou,

- Qualquer um teria se aberto. - Não tenho tanta certeza disso.

Diga ao Flint para conversar com ele amanhã.

Veja o que ele descobre.

- Tem certeza de que está bem? - Sim, estou.

Vá a hospedaria comer. Já estou indo.

A primeira casa descendo a rua.

Ei, se me ensinar a lutar como você,

te ensino a hipnotizar.

Vá andando.

O que está fazendo aqui? Eu te disse para ficar no rancho.

Achei que poderia vir se tivesse uma folga.

Isso não é uma folga.

Eu devia te dar uma lição. Você quase estragou tudo.

Já que não fiz isso, Hoppy, qual será minha parte do trabalho?

Bem, já que apareceu, posso usá-lo.

- Se fizer o que te disser. - Pode contar comigo.

Tudo bem. Quero que fique atento

e não deixe que te ataquem.

Você será o delegado que mandaram de Santa Fé, por alguns dias.

- O que está havendo? - Bem, quero que saibam

que é o delegado para que não pensem que eu sou.

- Você tem uma pista? - Ainda não.

Mas tenho um palpite de que um homem chamado Blake

logo irá querer falar com o Bill Cassidy,

- ex-detento n% 4261. - Detento?

Sou eu.

Axel, é melhor limparmos isso enquanto consertam a carroça.

- Bom dia, senhorita. - Bom dia.

Achei que, depois de ontem a noite,

você iria embora da cidade.

Um oficial da lei não pode escolher o lugar.

Além do mais, acho que provei que sei me cuidar.

Então, se criarem problema,

tenho uma maneira rápida de pará-los.

A única coisa que parou ontem foi um monte de socos.

Não sei. Ei, você terá tempo de sobra

enquanto consertam a carroça. Quer cavalgar comigo esta tarde?

- Esta é uma bela terra. - Não, estarei ocupada.

- Que tal amanhã? - Ainda estarei ocupada.

Vamos, Axel.

- Que tal depois de amanhã? - Não entendeu ainda?

Entendi. Você não quer ir comigo.

Aposto que se me chamasse

Bill Cassidy e trabalhasse no show,

você não estaria muito ocupada para sair comigo.

Descobriu isso tudo sozinho?

- O que está fazendo? - Hipnotismo.

Estou treinando.

Durma. Durma.

Você pode fazer isso e colocar as pessoas para dormir?

- Claro. - E tudo que tem dizer é:

Durma. Durma.

Durma.

- Bom dia, mãe. - Bom dia.

- Foi cavalgar esta manhã, Bill? - Não, só cuidei do meu cavalo.

- Bill. - Olá.

O ferreiro disse que a carroça estará pronta domingo de manhã.

Isso é ótimo. Podemos nos apresentar Domingo a noite, heim?

Sim.

Sra. Burton, posso usar sua banheira para limpar isso?

Sim, fique à vontade, querida. Se precisar de ajuda, é só pedir.

Você é a coisa mais doce no mundo, mãe.

Sempre acreditei que é dando que se recebe.

Bem, acho que as deixarei conversando.

- Aonde vai, Bill? - Acho que vou a saloon.

Estou com vontade de jogar pôquer.

Mande lembranças ao meu pai.

- Ele está lá? - Se há algum jogo de pôquer

e meu pai tem um dólar, é lá que o encontrará.

Até mais.

Cassidy é um ótimo homem, não é, Srta. Paula?

- O conhece há muito tempo? - Sim.

- Desde ontem. - Onde o encontrou?

A carroça quebrou no caminho e ele ofereceu ajuda.

Então não o conhece muito bem, não é?

Não mais que você, mãe. Mas sei que ele é gente boa.

Você meio que gosta dele, não é, Srta. Paula?

Meio que.

- Olá, Cassidy. - Olá, Clint.

Gostaria de falar com você no meu escritório.

Certo.

Sente-se.

Não tenho costume de perder tempo. Sente-se e vamos direto ao ponto.

Bem, você está falando.

Um homem como você, Bill Cassidy, especialmente um que cumpriu pena

na prisão de Kansas, não vem para cá pelo clima.

Achei que tivesse me disfarçado muito bem.

- Como descobriu? - Conheço algumas pessoas

que cumpriram pena com você.

Tinha certeza que havia te reconhecido.

- O que você fará? - Não farei nada,

a não ser que cometa algum erro.

Pare de blefar.

Você não me chamou aqui para me aconselhar.

Você e seu bando estão com medo que

eu vá me meter nos seus negócios.

- Está tentando me acusar? - Vá com calma.

- Sabe, estamos no mesmo negócio. - Ouça.

Não tentar roubar por aqui.

Talvez possamos nos juntar.

Você traz os homens e eu crio os planos.

- Já temos alguém para isso. - É mesmo?

Mas não conseguiram pegar os $15.000

escondidos na Mina Gardner.

Sabe como pegá-lo?

Te direi isso depois que fecharmos negócio.

Bem, pensarei nisso.

Certo. Sabe onde me encontrar, se quiser.

Até mais.

Dê-me uma dose, Dan.

- Eu volto em meia hora. - Tudo bem.

Ei, Sr. Garçom, algo me diz que se conseguir

voltar para aquele jogo,

eu posso ganhar.

Agora, se me emprestar $5, dividirei meus ganhos com você.

Te empresto os $5.

Mas tem que me dar seu olho direito como garantia.

Olhe aqui. Meu relógio não serviria?

Com licença.

Ei, é melhor manter esse relógio na família, doutor.

- Eu tenho $5. - Você tem?

Claro.

Vou pegar aquele coiote. Se prepare para me ajudar.

Então você é o delegado que madaram de Santa Fé, heim?

Sou.

Acho que a lição que te dei ontem a noite

não fez muita diferença.

Não gostamos de forasteiros se metendo aqui.

Acho que isso me dá o direito de me meter onde for preciso.

É melhor esconder esse pedaço de lata, filho.

Ou alguém pode fazer você engolí-lo.

Não será você. Acho melhor prendê-lo

até que aprenda a respeitar a lei.

Isso é o que voce...

Não se movam.

Você tem que estudar seu livro de direito, delegado.

Você não pode prender ninguém sem uma acusação contra ele.

Agora, vá enquanto ainda está inteiro.

Lembrarei de você, senhor.

Você não tinha por que se meter. Parece que gosta da lei.

E parece que você não é muito esperto.

O que quer dizer?

Você não pode atirar num homem do governo

como se fosse um delegado de cidade.

Se o tivesse matado, todos os oficiais de Santa Fé

estariam aqui antes de amanhecer.

É?

Talvez esteja certo. Por que isso te incomodaria?

Isso, meu amigo, é assunto meu.

- É? - É.

Vamos, doutor.

- Te darei seus $5. - Sim.

Esse é um belo relógio, doutor. Onde o conseguiu?

Bem, senhor, te direi. Isso foi um presente de formatura

da faculdade de medicina.

- Foi, heim? - Sim.

Engraçado, aqui diz "C. R".

Sim, o bom e velho C.R.

Ei, espere um pouco.

Como você soletra Rufus Tate?

Devem ter feito a gravura errada.

Acho que sim.

Ele deve ter cometido um erro na parte de dentro também.

"Para Charlie Roth, de John Gardner. "

Tem certeza de que não pegou isso por acidente no quarto do Blake?

- Não, não foi no quarto do Blake. - Não foi?

Não.

Ouça, vizinho. Vamos esquecer essa conversa.

- Então admite que o roubou? - Sr. Cassidy,

em toda a minha vida honesta, sequer roubei um pino.

Posso ter pego algo para admirar...

Pare com isso, doutor.

Se não contar a verdade, você terá muitos problemas.

Sério? Me lembro agora, irmão.

Sabe, fui ao quarto da Mãe Burton pegar uma toalha de banho

- e vi uma caixa pequena... - Espere um pouco.

Toalha de banho numa caixa pequena?

Eu disse "toalha de banho"?

Era um pente. Nesta caixa havia um relógio.

E o relógio estava...

Bem, aí está ele.

Esqueça isso. Devolverei sem que percebam.

Fará isso?

Obrigado. E...

Ainda receberei os $5?

Obrigado. Vou jogar.

Cassidy não me contará seu plano até fechar negócio com ele.

- Ele é esperto mesmo. - E rápido no gatilho também.

Temos lugar para um homem assim. Feche negócio com ele.

Não acha que temos homens o suficiente, mãe?

Ele pode ser valioso para nós. Pode vir a calhar ter um homem

com ficha criminal na cidade,

para o caso de querermos culpar alguém.

Lá está ele. Pode falar com ele aqui.

Olá, Sr. Cassidy. O Sr. Blake estava te procurando.

É mesmo? Onde ele está?

No quarto dele, eu acho. Verei.

- Quem é? - O Sr. Cassidy está aqui.

Se importa em entrar por um momento, Cassidy?

Flint me contou sobre o negócio e decidimos aceitar.

- Isso é, se sua ideia funcionar. - Funcionará sim.

Sente-se e nos conte.

Onde a prata está escondida?

Sob o assoalho do escritório do Gardner.

Então só temos que pegá-la esta noite.

É?

E lutar contra todos os homens do Gardner?

Esse é o jeito difícil. Sente-se.

Minha ideia é a seguinte:

Como amanhã é domingo, todos os homens da mina

estarão na cidade, exceto o Gardner e o vigia.

E o vigia trabalha para mim.

Prossiga. Estamos ouvindo.

Vocês só precisarão trazer a prata para a cidade.

Podemos escondê-la por aqui.

Como faremos isso sem a mãe saber?

Pare de brincadeira, Blake.

Entre, mãe.

Já que participa disso,

acho melhor ouvir o restante do plano.

Como sabia que faço parte disso?

Tive um pressentimento que o chefe

seria quem menos causasse suspeitas.

E eu estava certo.

Você é esperta demais, mãe.

Você sabe demais para o seu próprio bem.

Não, só o suficiente para ficar com a metade da prata.

Por que não guarda isso e vamos falar de negócio?

Por que eu confiaria em você? Você pode ter outro motivo

para me espionar.

Se tivesse, eu não te chamaria, não é?

Parece que você tem o necessário.

Talvez possamos chegar longe juntos.

Achei que concordaria comigo.

Agora, quanto menos pessoas souberem disso, melhor.

Vou na frente pela manhã.

Quando chegarem lá,

o Gardner estará amarrado e vendado.

Ele não saberá que há outras pessoas no negócio.

Até aí tudo bem, mas você precisará

de uma dúzia de burros de carga para trazer $15.000 em prata.

Não, é aí que a mãe entra.

Você sairá com a carroça e trará uma carga de "vegetais".

Vegetais? Sim, funcionará.

Foi o que pensei.

- O que faz aqui? - O que você faz aqui?

Só estou investigando.

Por que não aprende a usar a cabeça, Lucky?

Você errou esta manhã.

Talvez sim, mas corrigi aquilo.

- Começou alguma coisa? - Não, só queria provar a você

que posso fazer algumas coisas sozinho.

Sabe, segui o Tex até sua casa. Sua gangue está lá.

- É mesmo? - Sim.

Pegaremos alguns homens e iremos prendê-los.

Ainda não. Vim da Mina Gardner.

Tenho um trabalho a fazer lá logo pela manhã.

- A que horas partiremos? - Nós não partiremos.

Terei que faz isso sozinho. Dê-me a chance de voltar a cidade

antes que chegue.

Tex.

Estava te procurando.

Bem, estou procurando aquele homem.

Vou pegá-lo por sacar uma arma para mim.

- Você não fará nada disso. - Por que não?

Por que ele fará um roubo conosco hoje.

- Na mina? - Sim, mas não grite.

Espere por nós no seu rancho.

E pare de beber ou terá que se ver com a mãe.

Eu disse que ela estaria pronta domingo de manhã, pessoal,

e aqui está ela, nova em folha.

Nossa. Excelente trabalho, senhor.

Axel, leve-a para a hospedaria e pegaremos nossas coisas.

- Sim, senhora. - Ei, Axel.

Aquele ferreiro parece saudável, não?

Parece, não é?

Sim.

- Talvez ele tenha bebido o Zerbo. - Você acha isso?

- É melhor ver se sumiu algum. - Farei a inspeção.

Sim. Bom trabalho.

Está tudo dando certo até agora, Cassidy.

Os homens do Gardner estão todos na cidade.

Sim, como planejei.

A mãe está pronta para partir.

A encontrarei na estrada com o Blake.

O Tex estará nos esperando no seu rancho.

Certo. Vou para a mina agora.

- Pegarei o Blake para encontrar a mãe. - Certo.

Aonde vai?

- Dar uma volta. - Com quem?

- Clint? - Por que não?

Um homem que quer se endireitar não devia

se misturar com alguém como ele.

- Aonde quer chegar? - Sei tudo sobre você, Bill.

As paredes do meu quarto são finas.

Não pude evitar de ouvir tudo que

contou a mãe na primeira noite que chegamos.

Mas não usarei isso contra você, se quer se endireitar.

Por favor, não se misture com alguém como ele.

Sua sentença será maior na próxima vez, se for pego.

Ouça, Paula...

Te pedi para cuidar da sua vida, agora estou mandando!

Qual é o problema com vocês, Paula?

Mãe, receio que ele se meterá em problemas de novo.

Que tipo de problema?

Não sei, mas temos que pará-lo antes que aconteça.

E acho que sei de um jeito de fazer isso.

Paula.

- Delegado, posso falar com você? - Claro.

- No seu escritório? - Pode apostar que sim.

- Vamos entrar. - Paula.

Olhe.

Cassidy salvou sua vida ontem no saloon.

- Você deve um favor a ele. - Sou agradecido a ele, senhorita.

Agradecido o suficiente para dar uma chance a ele?

- É claro. - Mesmo que descobrisse

que ele é um ex-detento?

Bem, eu não usaria isso contra ele.

Contanto que ele não faça nada

- no meu distrito. - Pelo bem dele,

- temos que pará-lo antes disso. - Paula, você não sabe o que diz.

- Sim, eu sei. - O Cassidy cometerá outro crime?

Receio que isso acontecerá.

Fique tranquila.

O Hoppy só age do lado certo da lei.

- Não contra. - Hoppy?

Sim, Hopalong Cassidy.

Eu sabia que não havia nada de errado com o Sr. Cassidy.

Fui uma tola em pensar isso.

Sim, eu também fui uma tola. Vamos, Paula.

Querida, se importa de cuidar da hospedaria por um tempo?

Tenho que buscar um carregamento de vegetais.

É claro que não.

Rapazes, fomos traídos. Cassidy é o delegado federal.

- Como descobriu isso? - Esqueça isso, Clint.

Fique comigo. Blake, vá buscar o Tex

e o restante dos rapazes o mais rápido possível.

- O que fará, mãe? - Eu, você e o Clint iremos a mina,

como o Cassidy disse. Tex e os rapazes

darão a volta por trás e cobrirão o lugar.

Agora, sigam em frente.

Aí vem eles.

Vamos.

Com a prata na posse deles,

teremos o suficiente para condená-los.

Não acredito que a Mãe Burton é a líder daquela gangue.

Ninguém acreditaria nisso.

Cadê o lenço? Aqui está.

- Temos que parecer realista. - Esperei muito tempo para isso.

Ei, esconda essa arma.

Aí está.

A prata está pronta para você, mãe.

Bem, vamos carregá-la.

Coloquem na carroça.

Mãos ao alto, Sr. Delegado Hopalong Cassidy.

Pegue a arma dele.

Amarre-o.

Tirem essa prata daqui.

Verifiquem a corda dele, rapazes. Bem, Cassidy, sinto muito.

- Era você ou eu. - Apostei e perdi.

- Mas não estou reclamando. - Você é um jogador.

E esperto. Mas não o suficiente.

E ainda estou com sorte.

- Ela não durará para sempre, mãe. - Bem, se não durar,

não reclamarei, como você.

Blake, faça parecer um acidente.

Hoppy, você está bem?

Bom trabalho, Lucky.

Há dois homens lá dentro. Precisamos tirá-los de lá.

- Está bem? - Sim.

- Pode cavalgar? - É claro.

- Espere eu pegar algumas armas. - Certo.

Ei, Axel. Vamos, depressa.

Aqui está.

Axel, pegue o restante das fantasias para eu guardar.

Sim, senhora.

Esconderemos a prata na casa até as coisas se acalmarem.

- Então a levarei para Santa Fé. - Você deu sorte, mãe,

por descobrir que o Cassidy era um delegado

- antes de irmos atrás da prata. - Sorte nossa,

mas o Cassidy deu azar.

Traga, rapazes.

- O que faz aqui, Axel? - Vou levar essas fantasias

para a Srta. Paula na carroça.

Suponho que tenha nos ouvido, Srta. Paula?

- O que aconteceu com o Bill? - Não podemos arriscar agora.

Certo, volte para dentro. Vamos, entre logo.

- O que acha que está fazendo? - Vou aqui dentro para mantê-los

em silêncio até saírmos da cidade.

Certo, suba na carroça.

Vamos sair da cidade.

Sim, meu amigo, você está presenciando a maior oportunidade

que um homem já teve. Você percebe que, por $250...

Você pode comprar 25% deste negócio?

Diga a seus homens para me aguardar.

Assim que terminar as coisas aqui, partiremos para o rancho do Tex.

Eu vou com você, Hoppy.

Fique de olho na porta da frente.

Larguem esta prata.

Mãos ao alto.

Minha sorte não durou.

Mãe, queria que tivesse sido qualquer outra pessoa.

Não estou reclamando. Também joguei, e perdi.

Vamos.

- O que fará conosco, Cassidy? - Os manterei aqui até que o juiz

venha de Santa Fé para julgá-los.

- Mãe. - Sim?

- Só desejo uma coisa. - O que, Cassidy?

- Que fosse homem por 5 minutos. - Não, obrigado.

Prefiro a cadeia.

- Fique de olho nas celas até eu voltar. - Tudo bem.

É melhor vir comigo. Temos trabalho a fazer.

Não há sinal do Tex ou do Blake no saloon.

Então iremos para o rancho do Tex. John, chame seus homens.

Vamos.

Pare.

Certo. Desça.

Entre.

Ei, só um minuto, Sr. Blake.

Sabia que, por uma pequena quantia em dinheiro,

você pode virar sócio neste negócio?

Iremos para o meu rancho.

Podemos esconder a carroça lá.

Ei, rapazes! É o Cassidy e os homens da mina!

Há algo de errado.

Acho que acabamos, Hoppy.

Só acabaremos depois de pergarmos o Tex e o Blake.

Voltaremos a cidade para ver se pegamos a trilha deles.

Ei, parece o Tex e o Blake naquela carroça.

John, leve-os para a cidade com seus homens.

Ande com esses cavalos, Tex. Podemos despistá-los assim que

chegarmos a fronteira.

Não estou vendo nada.

Bom trabalho, Lucky.

- Está bem, Paula? - Agora estou.

Ei, todas as garrafas de Zerbo quebraram.

Fico feliz que tenha dito isso, vizinho.

Agora, por uma pequena quantia, te deixarei entrar

nesse negócio lucrativo.

É melhor ficar de olho no seu pai, Topper.

É capaz de acordar com uma nova madrasta.

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