Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
PAULA
� o nosso caminh�o.
Sim, esse motorista pensou estar na rodovia!
Olhem esse p�ra-lama.
Ter�o que me pagar o p�ra-lama!
Pagar-lhe? Eu vi o que houve.
- N�o lhe pagaremos nem um n�quel. - Exato.
Voc� � o dono do caminh�o, n�o?
Sim, � nosso caminh�o, mas n�o lhe pagaremos ...
- nem um centavo. - Eu tenho testemunhas.
Posso conseguir o dobro de testemunhas.
Em primeiro lugar, n�o tem o direito ...
de estacionar aqui, e em segundo lugar, n�o ...
sinalizou com a m�o. Podemos denunci�-lo.
- Isso mesmo. - Paguem-me o meu p�ra-lama.
Paguem ao homem.
Quem � voc�? Nunca o vi antes.
O que faz dirigindo um dos nossos caminh�es?
Um cretino de Alvis necessitava de um motorista com urg�ncia.
N�o me disse que este caminh�o n�o tinha freios.
Vamos, pague os danos ao homem.
- N�o pagaremos nada. - Isso mesmo.
Eu devo receber 15 d�lares por esta viagem, eu os quero agora.
Passe no caixa pela manh�.
Eu os quero agora.
- Um drinque. - S� u�sque?
- Como �? - S� u�sque.
S� u�sque.
- Que horr�vel! - E por que o bebe?
- Voc� gosta de lavar copos? - Eu n�o me importo.
- O que acontece l� em cima? - Est�o jogando.
- Pensei que era ilegal neste Estado. - Tamb�m cuspir no ch�o.
- Todos podem frequentar? - N�o, s� um grupo seleto.
- Quem tenho que conhecer? - N�o se trata de quem conhe�a, ...
mas sim do que possa oferecer.
Quanto vale isto?
� um rel�gio de 21 rubis de mecanismo. A caixa � ouro puro.
- 10 d�lares. - Vale sessenta, aceitarei quinze.
Faz calor, n�o?
� esse, o que est� sentado no bar.
Como se chama?
- Lambert. O que houve? - Seu nome completo.
- Michael Lambert. L-A-M-B-E-R-T - Mostre sua carteira de habilita��o.
Expirou faz tr�s meses.
Est� certo.
- Eu estive no Exterior. - Dirigindo caminh�es?
N�o h� nada de mal em dirigir caminh�es, mas n�o � meu neg�cio.
- Assim parece. - Eu queria vir a esta cidade.
Por que? Conhece algu�m aqui?
N�o.
Buscava trabalho. Sou engenheiro de minas. E agora, suponham ...
- que me digam qual � o problema. - Deixaremos que o Juiz lhe diga.
N�o teria tempo de ler todas as acusa��es contra voc�.
- Vamos. Venha, vamos. - Est� bem, est� bem.
Dire��o perigosa, desrespeitar um "Pare", ...
dirigir sem licen�a. Declara-se culpado?
Sim, senhor.
Mas n�o � t�o simples como est� colocado a�.
50 d�lares ou 10 dias na pris�o. Pague ao escriv�o.
N�o tenho 50 d�lares. Esse � o homem a quem deveria multar.
- Que homem? Aquele? - Sim. � o capataz. Ele sabe ...
- que o caminh�o n�o tinha freios. - O que tem a dizer?
Merit�ssimo, todos t�m desculpas quando violam a lei.
Ningu�m trabalha para n�s, a menos que assuma total responsabilidade, ...
no caso de violar a lei. Temos que fazer isso, Sr. Juiz, ...
sen�o os motoristas levariam nossa Companh�a � fal�ncia.
Voc� concordou com isso?
Suponho que sim. Precisava do dinheiro.
Ent�o, eles me deram um caminh�o sem freios.
Lutei com esse caminh�o durante ...
sete horas, at� chegar a esta cidade imunda.
50 d�lares ou 10 dias.
Eu j� disse que n�o os tenho.
Dez dias.
N�o � nada. Dez dias � todo o tempo que ficarei nesta cidade.
Eu pagarei a multa.
- Para este homem? - Sim.
Pague ao escriv�o.
Caso encerrado. Pode ir.
Sempre o mesmo.
Sempre o mesmo.
A mesma hist�ria de sempre.
A mulher e ...
- Sabe de quem � a culpa? - Da mulher.
N�o. � minha.
Mas, nunca mais. Vou criar ra�zes e vou ter sucesso.
- Sucesso, isso sou eu. - Claro, eu sei.
Esta � a recompensa, ...
minha multa paga por uma mulher.
- Ela o est� esperando. - Ora, deixe-a esperar.
Acabou isso tudo. Vou criar ra�zes, vou me endireitar, ouviu?
Vou me endireitar.
- Vou me endireitar. - Est� certo, endireite-se.
� isso, vou me endireitar.
- N�o � quest�o de dinheiro, Julio. - Porque podemos esfor�ar-nos ...
para dar-lhe algo mais.
N�o, � que estou cansada e quero ir embora.
- As roupas dele? - Sim.
Bem, quando uma garota como voc� quer algo, ...
ela consegue.
Vamos, Mike.
Vamos.
Garota bonita.
� um lindo poema.
Sim, Mike.
Eu o encontrei.
Que aspecto tem?
A mesma estatura que voc�, o mesmo tipo ...
E o seu rosto?
N�o se parece em nada com o seu.
Bem, n�o importa.
Vamos corrigi-lo.
- Est� entediado? - N�o.
Nervoso?
Um pouco.
E voc�, querida? Deve estar exausta.
Todas as noites, nesse lugar cheio de gente e de fuma�a.
N�o deveria ter permitido que o fizesse.
Voc� n�o podia faz�-lo e tinha que ser feito.
Cinco semanas vendo, esperando e observando.
�s vezes, senti que n�o valia a pena, ...
nem sequer por um quarto de milh�o de d�lares.
Se n�o fosse por este lugar, por vir aqui no meu tempo livre e sentir-me ...
como um ser humano, ...
n�o sei o que teria feito.
Paula, acha que foi inteligente deixar o trabalho?
- Deixar o "La Paloma"? - Sim.
Por que n�o? Estamos preparados.
- Sim, � verdade. - Melhor sair agora, que desaparecer ...
sem dizer nenhuma palavra. Assim, est� terminado.
Est� certa de que ele � o homem adequado?
Claro.
Ele n�o conhece ningu�m na cidade, n�o tem parentes, nem contatos?
Ningu�m, al�m de mim.
Tem que se assegurar que ele n�o fa�a novos amigos.
Eu me assegurarei.
Steve, � uma sorte maravilhosa. Ele se parece muito com voc�.
Realmente?
N�o, realmente.
Lembra o dia em que a conheci? Aquele primeiro dia, h� dois anos.
Como poder�a esquecer? Trabalhava como modelo de casacos de peles.
Estava de p� naquelas escadas, sendo fotografada, ...
e aquele vento de Chicago soprando seu cabelo.
Parecia um anjo com casaco de peles.
Casacos de outras pessoas.
Voc� estava linda.
Steve, tem o cart�o para o cofre de seguran�a?
Claro.
Eu j� o abasteci.
S� tem que assin�-lo.
E as chaves?
- As chaves? - As do cofre de seguran�a.
Eu as tenho. Tenho que levar comigo.
Se algo sair errado, posso coloc�-las onde estavam.
Steve. Quando ser�?
Uma semana, quatro dias, tr�s dias.
Tenho que cuidar de muitas coisas.
- Quanto antes, melhor. - Sim.
� tarde. � melhor irmos.
- Vou buscar o carro. - Eu des�o logo.
N�o se preocupe. Estou certa que funcionar�.
Tem que funcionar.
Ora, Beth, ainda acordada?
N�o pude dormir.
O que acontece, Beth?
Est� bem, eu estive fora a noite toda de novo.
- Quer um relat�rio? - N�o lhe perguntei onde esteve.
E tampouco tenho especial interesse em saber. � coisa sua.
Claro, querida.
E se eu lhe dissesse, certamente pensaria que estava mentindo.
Por favor, Steve. N�o quero fazer uma cena.
N�o est� na hora de discutir isso, como duas pessoas civilizadas?
Sim, sim, eu sei, Beth. Vai dizer todas ...
as coisas que vem dizendo h� semanas, agora.
- Algo aconteceu conosco. - Aconteceu?
Eu lhe disse muitas vezes que est� imaginando coisas.
Steve, nenhuma mulher imagina, ...
quando deixa de se sentir como uma esposa.
Do que est� falando agora?
Sobre o modo como voc� evita o assunto.
Voc� tem uma forma de admitir seus pecados bastante pitoresca e infantil.
N�o estou pedindo que os admita, mas que fa�a algo a respeito.
Sinto muito, Beth, mas sou um pouco velho para mudar.
N�o sou hip�crita.
N�o, suponho que n�o.
� estranho. Estamos casados h� 9 anos ,,,
e ainda n�o sei exatamente como voc� �.
Sou exatamente como voc� queria que fosse.
Sou um respeitado vice-Presidente ...
do respeitado imp�rio "Trust and Savings Bank".
Tudo gra�as a voc�, Beth. Tudo o que sou e espero ser, ...
devo � minha ang�lica mulher.
Voc� fala como se n�o quisesse.
Ao contrario, � exatamente o que quero.
Meu pai o descreveu com muito acerto, antes de casarnos.
Como um oportunista.
Ele tinha muita raz�o, Beth.
Mas, at� ele admitiu que eu era um oportunista muito inteligente.
Eu tinha uma grande forma��o e n�o tirei proveito.
Tinha boas maneiras e uma boa predisposi��o.
Ent�o, voc� se casou comigo e me tornou respeit�vel.
Voc� queria saber como eu era. Ent�o, eu lhe disse.
Agora, fa�a o que quiser a respeito.
Isto � por dizer-me o que comprei e pelo que paguei.
Que horas s�o?
Tem um rel�gio ali.
- Esteve trabalhando ontem � noite? - Sim.
Viu-me entrar?
Sim.
Como cheguei aqui?
- Uma senhorita o trouxe. - Uma senhorita? Que senhorita?
N�o se identificou. Simplesmente o trouxe.
Quando � pelo quarto?
Cobramos adiantado.
- De quem cobrou? De mim? - N�o. Da senhorita.
A senhorita.
Ligue-me. Paula Craig. Flower 2121.
A cabine telef�nica est� al�.
Obrigado.
Onde se pode conseguir um caf� por aqui?
Atravessando a rua, um quarteir�o abaixo.
- Ponha sua amostra ali. - N�o tenho amostra.
- V�o abrir alguma mina nova? - Pode ser. Fazem isso ocasionalmente.
- Veja, sou engenheiro de minera��o. - N�o me diga.
- Tem diploma registrado? - Claro.
N�o quero ver suas credenciais. N�o vou contrat�-lo.
Conhece algu�m que poderia me contratar?
Sou bastante competente na minha �rea.
- Tem experi�ncia? - Bastante.
Ou�a uma coisa, filho.
Ontem, veio um homem aqui que parece ser muito bom e trouxe uma amostra.
E a amostra tamb�m tinha bom aspecto. Preparei-lhe um relat�rio.
- Sim? O que �? - N�o estou autorizado a dizer.
O resultado foi muito bom, tamb�m.
- N�o me diga! - Talvez possa usar voc�.
Se fosse voc�, ficaria por aqui. O sujeito � boa pessoa, tamb�m.
Aquele velho n�o p�ra de tentar, tentar ...
Isso � muito bom, n�o?
Sim. Sente-se a� e espere esse sujeito.
Deve estar chegando logo.
Obrigado pela informa��o. Vou esperar.
Claro que eu n�o aceitaria um trabalho assim, pelo que me pagariam.
Carregando pesos por essas trilhas e at� por onde n�o h� trilhas.
Andando numa regi�o fria � noite e mais fria ainda durante o dia.
Alimentando-se de feij�es e caf�, feitos certamente na mesma panela.
- Ol�, Sandy. - Ol�, Jeff, como vai?
- Quer alguma coisa especial? - N�o brinque, Sandy.
- Tem o resultado do teste ou n�o? - Pode ser, pode ser.
Vamos ver, estava por aqui ...
Sim. Aqui est�.
N�o sei. Estou lendo direito?
Se usasse �culos, poderia ler. Parece que � realmente bom.
Eu sabia que haveria algo. Tinha certeza.
- Veja, Sandy, o que diz a�? - 121 on�as por tonelada. � isso.
Talvez eu tenha descoberto algo, desta vez!
E eles diziam que n�o daria mais nada.
Sandy, vou explorar essa mina em duas semanas. Ver� que o farei.
Jeff, quer uma pessoa para trabalhar com voc�?
- Voc�? - Eu? N�o, eu n�o, seu tolo.
Um engenheiro de minas. Formado na Faculdade.
Pode ser um bom homem para voc�.
- Ei, engenheiro! - Sim?
Este � o minerador de quem lhe falei.
- Como vai? - Ei, eu n�o o conhe�o?
Claro, voc� � o sujeito que bateu no meu carro, ontem.
- Isso mesmo. - Alegro-me em v�-lo.
- Sandy, este � um homem honesto. - N�o lhe disse?
Ent�o, voc� � engenheiro de minera��o, hein?
Sou muito melhor do que dirigindo caminh�o.
� um bom homem.
E ent�o, acha que pode me usar?
Vamos sair. Vamos celebrar primeiro.
Eu me sentiria melhor com algo s�lido aqui.
Claro. Precisa comer bem, antes de qualquer coisa. At� logo, Sandy.
Aqui est� a montanha vermelha.
E aqui a velha cabana.
Ao tunel, se chega por aqui.
Aqui � onde o fil�o se esgotou. Ou assim pensaram.
Pararam a essa dist�ncia. Voc� deveria v�-la.
Em que condi��es est� o t�nel?
N�o est� mal. As vigas est�o em bom estado.
- H� �gua nas proximidades? - Tem um c�rrego aqui em cima.
S�lido no inverno, seco no ver�o e inundado na primavera.
Longe daqui?
Est� a uns 3.000 metros de altitude, ...
e 50 milhas da casa mais pr�xima. Isso o preocupa?
- N�o. Est� bom. - Quando nos pusermos a caminho, ...
terei que comprar um novo chap�u. Neste caiu-lhe ...
de tudo em cima: neve, cusparadas, ...
foi mastigado e at� levado por esquilo.
- Mas lhe trouxe sorte, n�o? - N�o nos �ltimos tr�s anos.
Mas agora, tudo ser� diferente.
N�s poderemos extrair 500 ao dia desse fil�o.
Olhe, quero que assinemos um contrato.
Como voc� disser.
10 por cento de toda a prata que extrairmos daquela montanha.
- Parece-lhe justo? - Justo? � 10 por cento mais ...
do que havia calculado. Eu s� queria um trabalho.
- � como quero que seja. - � o seu dinheiro.
Eu receberei em esp�cie, voc� trabalhar�.
Agora, termine seu caf� da manh�. Eu vou comprar um chap�u novo ...
e pedir um empr�stimo ao Banco.
Voc� acha que tem uma chance com o Banco?
Com um relat�rio como esse? Isto � dinheiro!
Temos um acordo em rela��o ao trabalho?
- Bom. - � um acordo.
Ent�o, nos encontraremos no escrit�rio �s 14hs.
A prop�sito, qual � o seu nome?
- Oh, � Mike Lambert. - Jeff Cunningham.
Entre.
Como n�o telefonou, passei para ver se voc� est� bem.
- Estava em mau estado ontem � noite. - Sim.
Tenho a impress�o que n�o queria que eu tivesse vindo.
N�o, � que muitas coisas passam pela minha cabe�a, s� isso.
Eu notei isso, a noite passada.
O que quer dizer?
Bem, s� falava em fugir do alcool e das mulheres.
Ou era de uma mulher?
N�o acredite em nada do que eu lhe disse a noite passada.
O alcool me afeta muito.
Oh, lamento ouvir isso.
Por que?
Voc� disse que eu era linda.
Disse-lhe que nunca lembro do que fa�o, ...
depois de ter tomado um par de drinques.
Voc� lida com isso como um homem.
Vai a algum lugar?
Do que est� fugindo, esta vez?
Consegui um trabalho fora da cidade.
N�o se preocupe por seu dinheiro, eu o devolverei.
Sabe que n�o estou preocupada com o dinheiro.
Voc� tem mais senso comum, quando est� b�bado.
Talvez.
Voc� tem medo.
- De que? - De mim.
Isso � para lhe mostrar que est� enganada, senhorita.
Chamo-me Paula.
Vim aqui procurar trabalho, nada mais. Agora, j� consegui.
Melhor que isso. O propriet�rio vai me pagar 10 por cento ...
de toda a prata que extrairmos da mina.
� a primeira oportunidade que tenho em muito tempo, ...
e ningu�m vai estragar isso, nem mesmo eu.
Sinto muito. N�o queria atrapalhar.
N�o � nada, esque�a.
Onde fica a mina?
- Est� a umas 50 milhas daqui. - Quem � o propriet�rio?
- Un sujeito chamado Cunningham. - Quando ir�o?
Esta tarde, �s 14 hs, se n�o houver nenhum impedimento.
Por que haveria? Voc� disse que estava tudo pronto.
N�o me refiro ao meu trabalho, mas ao dinheiro necess�rio.
Cunningham est� no Banco agora, negociando um empr�stimo.
Precisa consegui-lo, para podermos come�ar.
Entendo.
Sabe que lhe desejo toda a sorte que merece, Mike.
Obrigado.
Se precisar que lhe preguem um bot�o, meu endere�o � 211 Park Street.
At� logo, Mike. Boa sorte.
Isso parece bom, Jeff.
Sr. Price, nunca disse nada mais certo.
Sabe, nunca pensei que aquele monte tivesse nada, al�m de rochas.
Precisarei mandar algu�m dar uma olhada nessa propriedade.
Por mim, est� �timo.
Agora, quanto calcula pedir ...? Oh, desculpe-me, Cunningham.
- Sim? - Helen Bailey ao telefone.
- Eu a chamarei mais tarde. - Disse que � muito importante.
Est� bem.
- Al�. - Steve, voc� est� sozinho?
- N�o. - Ent�o, s� me ou�a.
Um mineirador chamado Cunningham ir� v�-lo. Talvez j� esteja a�.
Sim.
Ele ofereceu um emprego ao nosso homem.
N�o sei como chegou at� ele, mas foi o que fez.
Entendo. � uma ideia muito atraente, obrigado. At� logo.
Agora, Cunningham, de quanto � o empr�stimo que precisa?
Bem, segundo meus c�lculos, de 30.000.
O que lhe parece?
Bem, francamente, me parece excessivo.
N�o sei.
Suponho que poder�amos chegar a 5.000 a menos.
Continua sendo muito.
Eu n�o penso assim.
Cunningham, voc� se d� conta de que o Banco ...
n�o pode permitir-se brincar com uma quantia assim?
Por que n�o? Sempre devolvi at� o �ltimo centavo emprestado ...
e h� muito tempo este Banco me conhece.
N�o podemos basear-nos em sentimentalismos.
Isso n�o � sentimentalismo.
Eis o que proponho: um empr�stimo de curto prazo, digamos 3 meses.
- Curto prazo! - De 5.000 d�lares.
O que? Isso n�o d� nem para pagar as ferramentas.
Est� me dizendo para ir embora?
Eu n�o diria isso, Cunningham.
Eu fiz neg�cios com este Banco durante 15 anos, ...
muito antes de voc� chegar aqui, muito antes que ...
se vendesse por dinheiro e muito antes de se sentar nessa cadeira.
Isso n�o vai ficar assim!
Voc� me encheu de conversa mole e depois me manda embora.
- Sinto muito. - N�o sente, mas vai sentir!
- Voc� ter� muito tempo, agora. - Ah, sim?
- N�o consegui. - O que? O que houve?
N�o sei exatamente.
Esse sujeito Price, novo Vice-Presidente do Banco.
Estava tudo j� acertado, e de repente ...
Isso � o que n�o entendo.
Deve haver outro Banco na cidade, n�o?
Sim, claro que sim. Mas n�o fazem investimentos em minas.
Agora, acho que preciso ir ver meu velho s�cio, Walt Donovan.
Vou pedir-lhe uns dois mil d�lares, talvez mais.
E quanto ao nosso acordo? Continua valendo?
Claro, homem! Claro que vale! Sabe como s�o as coisas.
Se eu n�o voltar em 2 ou 3 dias, ent�o � melhor procurar outro trabalho.
Est� bem. Boa sorte, Jeff.
Pelo menos, voc� tem um chap�u novo, hein?
Tem uma apar�ncia bonita.
O mesmo?
- N�o. - O que vai tomar?
Tem f�sforos?
Obrigado.
Procura algu�m em particular?
Ela se foi a noite passada.
Bom para ela.
Entre.
Mike!
- Esperava algu�m? - Certamente n�o voc�.
- Pensei que estivesse a caminho. - Eu estava.
O acordo foi por �gua abaixo.
- Oh, eu lamento! - Eu tamb�m.
Talvez eu n�o devesse sentir.
Sente-se, Mike.
Acabo de vir do "La Paloma".
Viu algo interessante?
Ouvi que deixou seu emprego.
Espero que n�o tenha sido pelos meus problemas.
Oh, n�o!
Eu s� estava cansada.
Voc� � uma garota estranha.
Trabalhando em um Caf� de segunda e ainda parece ...
Pare�o, o que?
Estou tentando decidir.
- Mike. - Sim?
H� uma garrafa de u�sque na cozinha.
N�o, obrigado.
- Tem certeza? - N�o preciso.
O que houve? Renunciou ao �lcool e �s mulheres?
� possivel.
Esse contrato significava muito para voc�, n�o?
Bastante.
Voc� n�o quer falar disso.
Depende de como voc� conta.
N�o h� muito o que contar. Dinheiro.
Quanto?
Mais do que o Banco queria arriscar.
O que voc� planeja?
N�o sei, depende.
Talvez eu fique um par de dias.
Para que?
Recuperar o atraso.
E depois?
Vancouver, Alaska ...
Vai continuar fugindo?
Ainda n�o.
Eu posso ver que existem bons motivos para ficar.
Ponha-o na garagem, Paula.
- O que houve? - Nada para se alarmar.
N�o s�o nem 17:00h. Nunca viemos aqui t�o cedo.
- Qual � o problema? - N�o h� nenhum problema.
Os auditores do Banco vir�o depois de amanh�.
Ent�o, h� um problema.
N�o.
N�o, � uma coisa rotineira.
Quando chegam, trabalham umas duas semanas. N�o quero nenhum atraso.
- Poderia ser perigoso. - Eu concordo.
Mas, n�o podemos esperar tanto.
E o seu carro? Tem gasolina suficiente?
Sim, Steve.
Certo. Vamos deix�-lo aqui, na garagem. Ser� s� por uma noite.
- Querido, e quanto ao dinheiro? - Acha que me esqueceria disso?
Claro que n�o, Steve. Mas como h� tantas coisas ...
Est� no seu cofre pessoal.
- Todo? - 250.000.
Procurar�o esse dinheiro daqui at� Los Angeles, ...
e o tempo todo estar� debaixo de seus narizes.
Em meu pr�prio Banco, em seu nome.
Agora, Paula, ...
debaixo da manta voc� encontrar� uma chave inglesa.
- Agora, quanto ao seu amigo Lambert ... - Eu o levarei l�.
Mas, lembre-se. O lugar � seu, n�o meu.
Ele ainda pensa que sou uma gar�onete.
Vamos repassar tudo, do come�o ao fim.
Esse sinal de "Curva perigosa" � direita, certo?
- Ser� l� onde pararei e voc� ... - Eu sei.
- Steve? - Sim?
Estou preocupada com uma coisa.
O que �?
E se encontrarem algo que o identifique?
Bem, quando h� um acidente, costuma haver fogo.
E se n�o houver?
Haver�.
N�o sobrar� nada para identificar.
- E Lambert se converte em Price. - Sim, Steve.
Um final justo para um desfalcador. Vamos dar uma olhada.
Pela primeira vez, acredito que realmente vai acontecer.
Amanh� � noite.
Amanh� � noite.
- Ei, o Clube est� aberto? - Sim.
� seu por dez pratas.
� o mesmo rel�gio.
Ainda funciona. Trato feito?
Est� bem.
- Um drinque? - N�o.
- Um nove. - Um nove.
Fa�am suas apostas, cavalheiros.
- Tem que ser um 7 ou um 11. - Aqui vai um 7.
4. Quatro perde.
- Vamos l�, Joe. - Aqui est�o 10.
Apostem.
- Vamos! - O cavalheiro perdeu.
Apostem um n�mero.
Sete, ganha.
Jogando.
Sete, ganha.
Jogando.
Onze, ganha. Ganhou de novo.
- Levarei o dinheiro. - Como? Vai sair? Est� com sorte!
N�o seja loco.
Que tal me devolver esse rel�gio por 20 pratas?
Vamos, vamos.
Voc� me esperava?
Claro.
Queria muito v�-lo.
O que h�?
Vim pagar a minha d�vida.
40, 50. Isto � pela multa.
3 d�lares pelo quarto n� 7.
5 d�lares que me deu por qualquer motivo que tenha dado.
E este � pelo seu inc�modo.
Mike, voc� est� me insultando.
N�o, n�o poderia insult�-la. Isso n�o seria poss�vel.
Voc� est� b�bado.
Oxal� estivesse.
Agora, isto est� come�ando a fazer sentido.
Uma gar�onete que n�o parece uma gar�onete ...
e que deixa o emprego.
Por que? Porque ela est� cansada?
Perfume caro, dinheiro de sobra ...
para desperdi��-lo com um sujeito como eu, ...
pagando a multa, conseguindo um quarto. E para que, para rir?
- J� terminou? - Sim, terminei e agora saio daqui.
Vai sair daqui, mas antes tem que me dizer algo.
N�o tenho nada para lhe dizer.
O que est� havendo com voc�?
Eu estava na esquina da Quinta com Clark Street, h� cerca de uma hora.
- Seu tolo. - Um carro parou na esquina.
- Quer saber algo mais? - N�o quero saber.
Voc� tem que saber. Era Price, aquele que, por acaso, ...
� o Vice-Presidente do Empire Bank.
- Felicidades. - N�o fui por mim e sim por voc�.
- Genial. - Ent�o, o neg�cio de Cunningham ...
j� n�o significa nada para voc�?
O que isso tem a ver?
Eu convenci Price a reconsiderar o empr�stimo.
Ele ir� conosco amanh�, ...
ver a propriedade de Cunningham.
Voc� entende, Mike? Voc� conseguiu um acordo.
Sim?
N�o precisa acreditar em mim. Voc� tem um encontro.
Comprove voc� mesmo.
O que voc� fez para convenc�-lo?
- Qual a diferen�a agora? - Muita diferen�a!
N�o quero nenhuma mulher negociando por mim.
Queria que conseguisse o emprego. N�o podia permitir que fosse embora.
Pegue o dinheiro, Mike.
Como uma simples gar�onete do "La Paloma" consegue conhecer ...
- o Vice-Presidente de um Banco? - Muitas pessoas v�m ao "La Paloma".
J� percebi isso.
De uma maneira ou de outra, uma garota esperta ...
acaba descobrindo em qual arm�rio se esconde o segredo de cada familia.
E quando abre esse arm�rio �
Bingo!
E qual � o segredo da familia Price?
A Sra. Price. Mas, � uma longa hist�ria.
Vai ficar para ouv�-la?
Onde est�o seus cigarros?
No mesmo lugar de ontem � noite.
- J� terminou essas cartas? - N�o, Sr. Price, veja �
N�o importa, assinarei amanh�.
Vou de carro ver a propriedade de Cunningham.
Cancele todos os meus compromissos do dia.
- Sim, Sr. Price. - Quero ver os auditores, ...
quando chegarem, nas primeiras horas da manh�.
Vai ficar muito tempo na cidade, Sr. Lambert?
Uns dois dias.
Ent�o, n�o vai mandar um dos seus engenheiros examinar o local?
Um banqueiro, Sr. Lambert, precisa saber um pouco de quase tudo.
Acontece que eu tenho diploma em explora��o de minas.
� suficiente.
Proponho que levemos essas amostras e fa�amos uma an�lise, ...
- s� para confirma��o. - Como queira.
- Nos dar� uma posi��o mais clara. - Est� bem.
Um momento. Pegarei alguma coisa para coloc�-las dentro.
- Est� tudo bem, Sr. Price? - Suponho que sim.
- Deve ser uma viagem aborrecida. - Pelo contr�rio.
Precisei me desfazer da roupa de Cunningham, mas ele n�o se importar�.
Sabe, Sr. Lambert, eu acho que talvez tenha me precipitado ontem.
Cunningham discutindo, foi um pouco rude.
E eu fiquei zangado, naturalmente.
N�o creio que Cunningham quisesse fazer isso.
Bem, parece ser bom para mim.
Na verdade, acho que poderemos investir algum dinheiro.
- Isso merece uma comemora��o! - N�o � uma m� ideia.
- Onde gostaria que par�ssemos? - N�o conhe�o esta regi�o.
Quer saber, por que n�o vamos para um lugar meu?
Tenho um pequeno chal� ali em cima.
Estou certo que encontraremos uma por��o de coisas.
- Preciso de algo para me aquecer. - De minha parte, n�o quero beber.
Bem, um drinque n�o vai encurtar a vida de um homem, n�o?
- Que lugar mais bonito! - Sim, � um bom chal�.
Vamos, entrem.
Fiquem � vontade.
- Lambert. D�-me o seu chap�u. - Obrigado.
Prepararei uns drinques.
�timo.
Como gosta, Srta. Craig? �gua, soda?
- Xerez? - Xerez.
- U�sque, Lambert? - Sim, ... mas n�o muito cheio.
Sabe, Cunningham vai ficar muito contente quando souber.
Sim, creio que poderemos fazer neg�cio.
- � sua sorte. - � sua sorte.
� nossa.
Algu�m mais est� com fome? Eu estou faminta.
Vamos. Deve haver um Caf� em algum lugar da estrada.
N�o diga isso. Tenho de tudo na despensa.
Ovos, bacon, as coisas usuais ...
- E talvez a Srta. Craig queira � - Bem, onde est�o as panelas?
- A� mesmo. - Seu casaco?
Onde posso lavar as m�os?
Em cima, bem na frente da escada.
At� agora, tudo vai bem.
� preciso entret�-lo. Ainda � muito cedo.
Encontrou-o, Lambert?
Sim.
Posso saber o que tem?
Por que est� bebendo?
Por voc�.
Por que n�o vem � cozinha, Lambert?
Eu prefiro ficar aqui.
- Alguma coisa aconteceu com ele. - Eu sei.
Ele viu seu robe l� em cima.
Meu robe?
Est� apaixonado por voc�.
O que vamos fazer?
Deix�-lo beber.
Assim, tudo ser� mais f�cil.
Ele desmaiou. Ter� que carreg�-lo.
Venha, Mike, vamos!
Paula?
Banqueiro morto em acidente. Tudo sobre o acidente. Leiam.
BANQUEIRO MORTO EM ACIDENTE
BANCO FECHADO
POR CAUSA DA MORTE DO SR. STEPHEN PRICE, ...
ESTE BANCO PERMANECER� FECHADO NO DIA DE HOJE.
Como se sente?
O que aconteceu comigo?
N�o se lembra?
N�o.
A �nica coisa que lembro � de um ...
robe branco.
- Mike, vamos parar de fingir. - N�o, n�o o faremos.
Eu lhe menti sobre Price, ...
mas isso pertence ao passado.
- Isso foi antes de � - Antes de que?
Antes de conhecer voc�. N�o est� vendo, Mike?
Price nunca significou �
N�o me importa o que ele significou para voc�.
Eu n�o quero ter nada a ver com isto.
Mike.
J� viu isto?
"Steven Price morto".
Isso � imposs�vel. Est�vamos com ele.
Aqui diz que ele estava sozinho em seu carro.
- Voc� foi � Pol�cia? O acidente � - N�o podemos ir � Pol�cia.
- Por que n�o? - Porque n�o foi esse tipo de acidente.
O que quer dizer?
Voc� o matou, Mike. N�o se lembra?
- Eu? - Sim.
Oh, n�o ...
- Voc� est� delirando. - Tentei det�-lo. Voc� estava b�bado.
Voc� o acusou de ter se insinuado.
E quando disse que n�o haveria mais acordo, voc� se irritou e o empurrou.
Ele caiu contra a lareira e bateu a cabe�a.
Eu o matei?
N�o.
Foi s� um acidente.
Aonde vai?
- � Pol�cia. - Voc� n�o pode.
Ele est� morto. E na opini�o de todo mundo, foi um acidente.
Ou�a-me. Se voc� for � Pol�cia, eles o enforcar�o.
Voc� veio � cidade como um andarilho.
Nunca acreditar�o que n�o queria mat�-lo.
- E isso importa? - Eu seria enforcada, tamb�m.
Eu o encobri. E fiz com que parecesse um acidente.
E eu que pensei que havia conseguido algo, desta vez.
V� pegar suas coisas. Vamos embora da cidade amanh�.
Estou de novo onde comecei, ...
em lugar nenhum.
Jornal, professor?
Jornal.
O acidente de carro foi um assassinato.
Como sabem que foi um assassinato?
Eles dizem aqui, no jornal.
Um golpe na parte de tr�s da cabe�a com um instrumento pesado, ...
- causando uma hemorragia cerebral. - Isso � horr�vel. Pegaram o assassino?
Eles o pegaram, sim.
ACIDENTE DE CARRO FOI ASSASSINATO
Jeff Cunningham, minerador, indiciado pelo assassinato de Stephen Price
Cinco minutos, � tudo.
Como voc� est�, Jeff?
Mal. Como se sentiria com uma acusa��o dessa contra voc�?
Mike, sabe que eu n�o fiz isso. N�o poderia matar ningu�m.
N�o gostava dele, mas n�o o mataria.
Calma, Jeff. Claro que n�o o fez. Eu tenho que prov�-lo, ...
antes que o condenem.
Sinto muito, Mike. N�o pretendia precisar de ajuda, ...
mas estou em uma grande enrascada.
Voc� tem o seu �libi. Foi ver o seu amigo Donovan.
Mas, a� � que est� o problema. Ele n�o estava.
Fiquei na loja durante a noite, mas como n�o apareceu, voltei � cidade.
Eles alegam que voc� amea�ou Price.
Eu n�o fiz isso.
Fui v�-lo pelo empr�stimo. Primeiro, ele me disse ...
"Sim, Cunningham. �timo, Cunningham." Achei que estava tudo decidido.
E quando ele estava falando, tocou o telefone.
Mas, depois de atender, j� n�o havia mais acordo.
Ele me ofereceu 5.000. Eu n�o o ameacei.
Eu lhe disse umas coisas e fui embora.
Sente-se!
- Eu sei que voc� n�o fez isso. - Sim, claro.
Dizem que as minhas roupas estavam no carro acidentado.
Mike, juro-lhe que n�o sei como pode ser. Eu n�o estava com ele.
Jeff, ...
eu fui o �ltimo a ver o Price.
Voc�?
Sim, eu. Dirigimos at� a mina. Ele mudou de ideia sobre o empr�stimo.
E ent�o, chegaram a um bom acerto?
Ele voltou atr�s.
Ent�o, deve ser quando o matei.
Voc� n�o sabe?
N�o.
N�o sei, eu ...
Tomei uns drinques e �
Mike, voc� n�o matou ningu�m. N�o mais do que eu.
Eu n�o sei.
Esse Price estava um pouco loco. Mudou de ideia, voltou a mudar ...
de ideia outra vez. N�o entendo.
N�o estava louco. Price, n�o.
Espere um momento, Jeff.
Disse que quando foi ao seu escrit�rio, ele recebeu uma chamada?
Sim, foi isso.
- O que ele disse? - Nada. Sim, n�o. Sim, n�o.
Sim, mas com quem ele falou?
N�o prestei aten��o. Um simples telefonema. N�o era assunto meu.
Talvez seja algo, ...
ou talvez n�o, mas � a �nica coisa que temos.
A Pol�cia poderia saber.
Eles me meteriam na pris�o.
Acabou o tempo.
Escute, Jeff. Acho que tenho uma ideia de quem telefonou.
Eu n�o sei porqu�.
Preciso de tempo para averiguar. Mas, eu lhe prometo ...
que n�o ficar� aqui mais de 24 horas.
Um dia a mais, n�o far� diferen�a.
Mike, n�o se meta em problemas por minha culpa.
Est� bem, Jeff.
- Voc� n�o sabe ler? - Procuro a secret�ria do Sr. Price.
- Quem? - A secret�ria do Sr. Price.
- Bem, ela n�o est� aqui. - Eu sei. Qual � o nome dela?
N�o sei o nome dela. Para que quer saber?
Eu tenho que v�-la. Sou rep�rter.
Pode verificar?
Eu gostaria de ver a Sra. Woodworth.
J� foi se deitar.
Um momento, � a senhora que trabalhava para o Sr. Price?
- Sou seu marido. O que quer com ela? - Sou rep�rter, do Chronic.
Irm�o, todos os policiais da cidade interrogaram a minha mulher.
O telefone n�o parou de tocar. Falaram com ela para ver o que ...
tinha a dizer. Por que n�o lhe d� uma folga e volta amanh�?
Senhor, isto � importante. Um homem est� na pris�o.
Ele estar� na pris�o amanh�, tamb�m.
A vida de um homem est� em jogo. Tudo que ...
quero � um minuto do tempo da Sra. Woodworth.
� melhor deix�-lo entrar, Jack.
Sra. Woodworth, serei muito breve. Trata-se de Jeff Cunningham.
Disse que ouviu uma discuss�o.
Est� certo. Ele estava insultando o Sr. Price.
Quando Cunningham estava no escrit�rio do Sr. Price, ...
o Sr. Price recebeu uma chamada, n�o foi assim?
Houve uma dezena de chamadas.
Voc� n�o chamou o Sr. Price pelo interfone, ...
quando Cunningham estava l�?
Sim, eu chamei.
- Isso � importante? - Pode ser vital.
Quem foi que lhe telefonou?
Deixe-me pensar.
Procure lembrar.
N�o tem que responder, se n�o quiser.
- Ele n�o � da Pol�cia. - � o meu trabalho.
Era um homem ou uma mulher, que telefonou?
Era uma mulher.
Qual era o nome dela?
Procure se lembrar. Preciso saber.
Por que? Que pressa tem?
Tenho que chegar a tempo para a edi��o da manh�.
Olhe, sua esposa est� tratando de cooperar, por que voc� n�o?
Nelson, Carrison, Barkly ...
Jesus, eu o tenho na ponta da l�ngua.
N�o mandaram nenhum rep�rter?
Era o que imaginava.
N�o, voc� chame a Pol�cia.
Eu o reterei aqui.
Sim, ser� um prazer.
Oh, eu sei. Claro!
Helen Baily. Esse � o nome, Helen Baily.
Alguma vez a viu?
N�o, mas telefonava 3 ou 4 vezes por semana.
Helen Baily, claro.
Obrigado.
Voc� me ajudou muito.
- Que tal um caf�, antes de ir? - N�o, obrigado. Tenho pressa.
Pressa? O Chronical n�o tem edi��o matutina. Nunca teve.
Sente-se.
Eu sinto muito.
Quando ouvir o sinal, ser�o 9:15h.
- Mike, estou t�o contente! - Ol�, Paula.
Estive a noite toda preocupada com voc�. Onde estava?
- O que estava fazendo? - Pensando.
N�o pense a respeito. N�o h� nada que possamos fazer.
N�s sairemos desta cidade, em um par de horas.
Vou preparar-lhe um caf�.
Eu fui ver Cunningham, ontem.
Ele est� em uma enrascada.
Ele sair� dela. Afinal de contas, ele � inocente.
Provar � outra coisa.
- N�o h� nada que possa fazer. - Posso confessar.
Oh, n�o, Mike, n�o posso deixar que fa�a isso.
Voc� tem que pensar em n�s.
- Paula. - Sim, querido?
Voc� conhece esta cidade muito bem.
Bastante.
Voc� conhece uma mulher chamada Helen Baily?
N�o.
N�o, n�o me lembro desse nome.
Por que perguntou por ela?
- Por quem? - Helen Baily.
Por nada, s� que era amiga de Price.
Como voc� sabe?
Estava no jornal esta manh�.
A secret�ria de Price falou com a Srta. Bailey v�rias vezes, ...
mas assegura que nunca a viu.
Querido ...
Eu tenho que ir ao "La Paloma" receber meu �ltimo cheque.
Vamos precisar desse dinheiro.
Oh, Mike, sinto muito.
Eu pegarei outra. Voc� pode ir.
Eu voltarei logo.
N�o v� fugir de novo.
N�o o farei.
Abra-a, Paula.
Abra-a.
Voc� queria que eu fosse embora, acreditando t�-lo matado.
Eu tinha que deter voc�.
Voc� o matou.
Por isto.
Era Price ou voc�. Ele queria mat�-lo, deixar que se queimasse, ...
para que pensassem que voc� era ele.
Seria menos doloroso assim.
N�o podia dizer-lhe antes, Mike. Tinha medo de perd�-lo.
N�o me importava o que voc� era ou o que fazia, antes de nos conhecermos.
Escute-me.
N�s nos encontramos por sorte. Tivemos umas poucas horas.
N�s pertencemos um ao outro, Mike, voc� sabe disso.
Claro.
Eu queria isso mais que tudo no mundo.
Mas n�o pode ser, Paula.
Mike, escute-me. Podemos ir. A qualquer parte.
Todo esse dinheiro � nosso. Podemos fazer o que quisermos.
E Cunningham? Voc� o deixaria morrer, por algo que n�o fez?
Poder�amos conseguir-lhe um bom advogado.
Isso n�o adianta, Paula.
N�o posso deixar que tudo se perca.
Esperei tempo demais, Mike.
Voc� n�o sabe o que � vestir roupas de outra pessoa, ...
ter que sorrir, quando n�o quer faz�-lo.
Oh, Mike, se eu o tivesse conhecido, antes de conhecer Price!
Esse � um adeus, Mike.
Mike, ajude-me. Tenho medo, Mike.
Est�o todos a�.
Voc� os avisou.
Voc� receber� uma boa recompensa por isso.
Pode ficar com ela.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.