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Lord Crawford ... Sou seu sobrinho Quentin Durward.
Um momento, Quentin.
Muito bem. Aproxima, Quention.
Caro tio ...
Voc� pode ir.
- Estou em d�vida com voc� mais uma vez. - Excelente!
- Um �timo tecido! - Voc� me surpreender, com sua generosidade Tio.
Voc� estava vestido em trapos. Queres que eu permita que o meu sobrinho --
- Viaje a Esc�cia Como um mendigo?
- Eu N�o estava t�o mal. - Agora j� n�o � suficientemente bom.
Voc� vai levar o meu retrato para a mais melhor corte da Europa.
Gostou?
- � muito lisonjeiro. - Caso contr�rio, eu tinha proposto a ele para a morte.
- Queres que eu v� para a Europa? - Voc� deve pelo Peronne em Fran�a.
Na Duque de Borgonha Charles casco dar-lhe o retrato para o nosso embaixador.
Ele dar� a uma dama especial. Eu estou mandando para casar.
- Casar - na sua idade? - Voc� sabe que n�s escoceses somos persistentes.
- Quem � a felizarda dama? - Isabelle, condessa de Marcroy.
- Eu entendo por que voc� optou por ela. - Ela � rica.
- Ela � linda. - Esta ser� a sua primeira tarefa.
Ap�s ter entregue o retrato, voc� deve saber --
- Se o retrato dela � merecedor tanto como o meu
Tonte descobrir se ela se pode ser uma boa esposa. Ela � modesta?
Linda? Bondosa? Graciosa? t�mida?
Em uma palavra - ela � econ�mica?
- Por que ela te escolheu como esposo? - Pol�tica, Politicas.
- Sua miss�o � honrar a mim. - .Queria mais poder te ajudar
� caro. Mas voc� � honesto ornamentais e um para a fam�lia.
- � apenas gra�as a voc�. - Agora voc� pode me devolver.
- Eu confio em voc�, Quentin. - Eu vou manter o seu nome.
Vou avaliar a dama e realizar Miss�o de vida como intermedi�ria.
N�o exceda as qualifica��es.
Exceto ... Ela tem renda est�vel?
Fran�a. Duke de Borgonha castelo de Peronne.
Sua Gra�a, Duque de Borgonha.
- Condessa o embaixador espera. - Deixe-o esperar.
Voc� sabe a minha resposta. Eu n�o uma distra��o para suas 'necessidades'.
Tenho o meu desejo e n�o podem ser vendidos como uma vaca para a melhor oferta.
N�o h� mais insultos! Minha alian�a depende do casamento.
Voc� deveria aliar-se com a lua.
- Um antigo trono escoc�s herdeiro ... - Meu bra�o direito esta no trono da escocia.
E deixados no t�mulo. Sou jovem. Ent�o eu n�o quero me casar.
Voc� � a minha protegida e far� o que eu digo.
Eu n�o sou uma pe�a de xadrez. Tenho castelos, bens e dinheiro.
Tudo em BORGONHA. Eu n�o sou impotente ou est�pida.
- N�o me force a fazer algo que n�o quero! - Eu n�o.
Haver� banquete para o embaixador hoje � noite. Voc� vai l� --
- E o seu noivado ser� anunciado ... Sua Gra�a.
Duque ...
Tudo vai bem, Senhor Malcolm.
Lorde Malcolm ... Quentin Durward, de Lorde Crawford.
Seu retrato.
Excelente!
Meus olhos devem trair-me, Crawford ou tornou-se mais joven?
Minha fam�lia � jovem de esp�rito, de coragem, generosidade e castidade ...
Durward, somos ambos escoceses. E ele me deve dinheiro.
Ele fez um acordo comigo e deseja que investigue.
Lembre-se de representar idiotas como ingleses. E de suas inten��es?
Para conhec�-la e decidir se ela � uma mulher digna do nome do meu tio.
Ele se tornar� homem sortudo se casar com ela.
Ela � provavelmente a mais rica e bela mulher da Europa.
- Quando vou conhec�-la? - Hoje � noite, no banquete em minha honra.
Tenho de ir para as compras. Meu tio disse que voc� me ajudaria.
Suas credenciais est�o em ordem. e estamos na Fran�a, Durward --
- N�o � motivo para exagerar nos pedidos.
Lembre-se que somos um pa�s pobre.
Sua Gra�a!
Ela n�o esta, desapareceu!
- Ela se foi, quero dizer, evidentemente. - Ride e Marcroy! Encontre-a!
- Uma carruagem acaba de passar por aqui? - Sim, ele foi para Beauvais.
Tudo pronto, Sua Gra�a.
Meus pertences!
Um cofre de joias grande como uma arca!
N�o posso receber uma recompensa? por contar da tal caixa de joias?
- Seu monstro! - Voc� a�! passou uma mulher numa carruagem?
- Eles venderam-la a de la Marcks. - Quem �?
Quem � de la Marcks? Tenho uma respeit�vel taberna. Besta!
Guarda!
- Porque estamos parados? - H� d�vida sobre o caminho.
Depois da ponte a esquerda? Obrigado.
Guardas!
� o la Marcks! Detenham-nos!
- Quantos s�o voc�s? - Quantos voc� precisa?
Aqui!
Eu sou um idiota. Uma vergonha para o meu tio, a minha fam�lia e na Esc�cia.
Ela fugia de la Marcks e eu a deixei escapar. Ele tentou raptar ela.
- Eu estava, obviamente, tentando evitar. - Voc� realmente enfrentou esse bandido?
William de la Marcks � o terror de Flandres Ele tem milhares de seguidores.
Ele chamou Arden, a besta. Onde aconteceu?
- Como vou saber? Estava escuro. - Onde aconteceu isso?
Em Beauvais. Ou algo assim.
O Duque enviou seus homens a Marcroy. Mas ela n�o estava em casa.
- Onde ela pode ter ido? - Voc� veio para ver anoiva do seu tio.
E agora voc� se envolve em algo do Estado.
- Voc� � louco ou corajoso? - Se voc� duvida minha honra ...
Voc� talvez possa medir for�a com o rei Louis, que n�o t�m honra.
Ele � cruel, sem escr�pulos e fiel apenas para Fran�a.
Sem cora��o, mas � um g�nio.
Acho que ela procura sua prote��o para se defender do rei.
Cuidado! se BORGONHA descobre que ela esta descontente com Louis, pode haver guerra.
N�o � bom para Escocia.
Vou secretamente, chegar a conhec�-la ...
Voc� � bonito, corajoso, honesto e um tipo antiquado.
Eu digo comadmira��o e inveja.
As lan�as s�o trocadas por polvoras e a hist�ria cria um mundo novo.
Surgem, pol�ticos, e pensativo violento. Louis � um exemplo.
A medida que lidar com ele, voc� deve fita e adicionar ao seu gloriosos impulsos.
Confia em mim?
Voc� precisa de dinheiro, suponho eu ...
Rei Lu�s XI do pal�cio em Plessis les Tours
- Tira a palha, que c�cegas! - O que voc� quer por aqui?
Eu sou um Scorces errante com uma espada para oferecer ao Rei!
- Mostre-nos o seu dinheiro. - Vai encontrar-te na minha honra.
Alguem nos ajude! Ajude-nos!
- Voc� n�o colocou direito a corda. - Voc� cortou a corda!
N�o, que Deus seja testemunha. Olha para baixo, c�us ...
- Uma estranha ave paira sobre n�s. - Cortou a corda, p�ssaro?
Eu fiz pela gentileza. Vim para falar com o rei.
Largue a adaga e des�a. Caso contr�rio, morre.
Pax vobiscum! Vamos lhe apresentar as alegrias do outro "mundo".
- Eu gosto daqui. - Bem, se voc� tem o dinheiro ...
Talvez possamos concordar.
Antes que eu compre a minha vida, voc� vai come�ar a ver como vou vend�-la.
Um escoc�s. Com muita coragem e orgulho, mas a falta de agudo senso.
Devo ser queimado, enforcado por lacaios e roubado por ladr�es?
Volte para o seu rei e diga que ofere�o a minha espada a seus servi�os.
Mas se ele confia nesses trapaceiros Louis n�o � g�nio --
- Mas uma crian�a ou um tolo um homem sentimental e cr�dulo.
Obrigado, sou Louis. Libert�-lo.
Ele n�o passar� antes da noite, matando-o.
- Eu sou uma crian�a tola. - Como se chamas?
- Durward. Ao seu servi�o. - N�o no meu servi�o.
Eu n�o confio em homens assim. V�, ou ser� enforcado!
- Calma! Por que voc� est� t�o bravo? - Quem � voc�?
Hayraddin. Era o meu irm�o que estava na corda. te agrade�o, obrigado.
Voc� foi t�o valente que me deixou desconfort�vel. N�o fa�a isso!
N�o h� castelo mais protegido que esse. Sei porque sou espi�o.
- Espi�o de Burgundy? - Por Louis. �s vezes para Burgundy.
Hoje foi o meu irm�o espi�o de Burgundy e ... Desculpe.
- Alguma mo�a veio ao pal�cio? - Sim, condessa de Marcroy.
Eu sou um espi�o e sei. Meu irm�o foi enforcado, para que ele tambem era.
- Enviado pela Burgundy? - Claro, ele era um espi�o.
Ele era o melhor espi�o da fam�lia - depois de mim.
Voc� n�o pode, Senhor man�aco!
Por que eu estou preso a tal homem corajoso quando sou um covarde?
� embara�oso.
- Voc� est� familiarizado com o castelo? - Sim.
Ele dorme. Boa noite.
Majestade?
� f�cil rir perto dos seus homens --
pois trazem confian�a para um mercen�rio.
Mas esta � uma adaga honesta. E onde est�o os seus guardas?
Voc� precisa de mim. Voc� n�o esta convencido ...
- Quer algo para beber? - Com prazer, Majestade.
Um pouco larga, talvez ...?
Muito ruim os bons tempos de cavaleiro nunca mais voltarem.
Existiam aqueles grandes torneios em nossa honra.
Quando meu av� ganhou sua esposa gra�as A uma magn�fica vitoria.
O seu custo foi a vida de dois pretendentes
- Tr�s pernas e dois bra�os, mas, meu av� ganhou.
Aposto q terminou em um casamento infeliz --
- Em que sua av� foi espancada impiedosamente.
Felizes tempos aqueles ... O qu�?
Pe�o mil desculpas. Eu escolhi a porta errada.
- Lady Hamelin, quem era? - N�o tenho a m�nima ideia.
Oh, querida!
Foi uma experi�ncia horr�vel. Minha m�o treme quando recordo
- Se percebe. - N�o me surpreende. Que monstro!
Bra�os fortes como carvalhos e punhos como a�o. Ele me atingiu.
Logo que acordei vim alertar a guarda. Foi muito estranho.
Eles n�o tinham visto nada.
Deve ser alguem que est� com ci�mes com a confian�a que voc� me d�.
Claro, n�o tenho inimigos, mas um ataque t�o covarde...
- Me chamou senhor? - Excelente, Durward. Espere por mim.
Foi ele!
Eu comecei a ter um gosto para os com os homens corajosos e engenhosa.
Algo raramente visto aqui. Continui com o servi�o!
Poderia ser BORGONHA sozinho? N�o � emocionante?
N�o fica emocionada, menina Isabelle.
Duque de Creville, Borgonha Embaixador, exige uma audi�ncia.
Exige Burgundy?
Coloque imediatamente uma guarda de honra no p�tio.
- N�s temos orgulho, Majestade? - N�o por voc�, mais eu tenho
O meu barbeiro-lhe levar� a uma dama. Voc� n�o tem necessidade de saber quem �.
Ela n�o pode sair da sala at� Que eu ordene. Mantenha-a fora de vista.
N�o deixe que ninguem se aproxime Lutar� at� morrer se for o caso.
Ela � muito bonita. Lembre-se que est� a meus servi�os.
Vossa Majestade ...
- Que � isso? - Quentin Durward, ao seu servi�o.
- Tem mais uma vez escolhido o porta errada. - Sua Majestade mandou-me aqui.
- N�o posso realmente gritar. - Esta proibida pela sua majestade.
Socorro, guardas! Lady Hamelin!
Pe�o mil desculpas. Voc� n�o pode revelar sua presen�a --
- At� que BORGONHA tome uma decis�o e o rei nos autorize.
Eu vi o Creville. Ele tem armadura completa - um novo insulto.
Estamos prontos Para receber o enviado do nosso primo!
Um cuidadosamente insulto calculado.
Minhas credenciais, Sua Majestade, do meu Senhor Duque de Borgonha.
N�s n�o precisamos delas. � um assunto mais pac�fico do que sua armadura?
Logo saber�. Meu Senhor estabeleceu certos requisitos.
Voc� deve cancelar todas as rela��es com movimentos revolucion�rios.
- Nas cidades Gent e Li�ge. - Sobre essas participa��o, n�o sei nada sobre isso.
E voc� deve imediatamente devolver Isabelle Marcroy de Burgundy.
Isabelle? Tenho ouvido falar dela. Linda mulher.
Voc� a escondeu no castelo.
- � uma mentira. - � mentira!
- Mostre as provas? - Uma testemunha - Zamet, o cigano.
- Onde est� ele? Deixe ele depor. - Voc� sabe que ele n�o pode testemunhar.
- Ele est� morto, pendurado pela sua guarda. - Quer volta para Fran�a acreditando em quem?
Seu rei ou a um cigano morto?
N�o posso falar por todo o pa�s, mas BORGONHA escolher� os ciganos.
- Voc� fala pelo seu rei, o Creville! - Eu n�o!
Ou�am! Lu�s de Valois, o rei franc�s.
Eu, Phillip de Creville, Embaixador do Karlos Duque de Borgonha
Renuncia todos os direitos Com a coroa e o proclama usurpador e inimigo--
- E o desafia como rei e como homem
- Esse � o meu desafio! - Sil�ncio, Dunois! Que seja!
N�o foi h� muitos anos o seu pai lutaram ao lado de Joana d'Arcs --
- E foi capiturada por Burgundy
Fran�a jamais para duvidar de sua lealdade.
H� poucos anos atr�s que o meu pai expulsou os Ingl�ss --
- E, finalmente tornou-se uma na��o unida e livre.
Eu deveria pegar essa luva e atirar em seu rosto inchado!
Mas n�o o farei. Voc� quer provocar uma guerra.
Uma sangrenta, in�til guerra que divide a Fran�a --
Com o q voc� acha q esta certo para acabar a paz --
- Com os brit�nicos. Eu escolho a paz.
- E para os brit�nicos. Eu escolho a paz.
N�o posso mentir e me enganar, engolir os insultos e desonras --
- Mas eu estou indo para vencer, a todos os santos. Eu n�o quero ver a Fran�a didivida.
Creville, recolha sua luva!
Monarca ou n�o.
Viver� como um monumento � covardia.
Sr. Cardeal, tem o sagrado dever de manter paz entre os pr�ncipes.
Pe�o que pegue a luva.
Se o seu senhor em 30 dias n�o esquecer o pensamento sobre guerra --
- Devo viajar sozinho para sua corte e negociar as nossas diferen�as.
Majestade eu suplico!
- Ir� sozinho? - Apenas, com uma pequena guarda de honra.
Checkmate! Agora eu venci voc�.
- Eu acho que n�o tenho como escapar. - Matt, como eu disse. n�o pode escapar.
- Me deve cinco moedas. - Voc� disse cinco?
Eu na�o costumo levar comigo em servi�o. Ficarei em d�vida para com voc�.
- Voc~e n�o deve ser ingl�s. - Eu sou um escoc�s.
L� se v�o as minhas cinco moedas ...
Voc� me pegou. Voc� pode reclamar ao meu querido tio
Bom. Conte-me sobre ele. Bem, ele pode me pagar?
Ele � um modelo de virtude virilidade e generosidade.
Tudo isso! Quentin Durward, voc� � misterioso e incompreensivel.
- Eu me desculpo. - N�o, eu gosto de voc�.
Tenho vivido uma vida solit�ria. Como nenhuma mulher deveria viver.
Estou t�o sozinha que fico grata por esta na corte de Luis.
Estou presa com um escoc�s impulsivo --
- Que as vezes � arrogante e tambem gentil .
Como tem um tio favorito e me deve dinheiro ...
- E eu acho que � emocionante. - Voc� est� brincando comigo.
Tenho feito isso de novo.
Ent�o � a sua vez. Diga o que pensa sobre mim.
N�o tema. voc� consegue.
Voc� � provavelmente a mais bela e mais incr�vel mulher que eu conheci.
Algo esta acontecendo l� embaixo.
� suic�dio. Eu admiro a coragem, mas isso � uma loucura.
Est� viajando sozinho, ser� refem de BORGONHA e Fran�a ficar� a seu mercer
Obrigado, Dunois.
Pergunte ao seu barbeiro. Confia nele?
Eu confio em algu�m, que coloca uma faca contra a minha garganta.
� a sua promessa? Eu estava na galeria e escutei.
Essa imprud�ncia, Sua Majestade. Eu quase morri de tanta emo��o.
Eu n�o tenho a menor inten��o de viagens, exclusiva ou n�o.
- Mas foi uma promessa em p�blico ... - Nunca na hist�ria isso foi t�o encomodo como hoje!
Era para combater BORGONHA -- falei por emo��o.
Devemos manter esse segredo vergonhoso.
- O que sabe sobre de la Marcks? - Faz parte dos ciganos.
Caso de la Marcks tinha posses e um suporte ao flanco BORGONHA --
- N�s j� tinham ouvido falar menos sobre nosso primo beliger�ncia.
- De la Marcks � um ladr�o foragido. - Chame-me Hayraddin � meia-noite.
Ele precisa de um bom cavalo. N�s vamos sair em uma aventura louca
- Louca e necess�ria, s� entre ciganos ... e Reis.
O que voc� quer, Durward? Porque veio a Esc�cia, o que deseja na corte da Fran�a?
- A hist�ria � muito longa. - Diga-me, eu quero saber.
- Voc� n�o disse quem voc� �. - � um privil�gio de uma dama.
Pergunto!
Eu sou um tipo antiquado, suscitada para o cavaleiro com lan�a e espada.
Treinado para louvar a Deus, para defender os fracos e as mulheres que veneram.
E acima de tudo Fiel a minha palavra.
N�o a necessidade de luzes, n�o acha?
E � tudo, condessa Isabella. Eu acho q vim ao mundo em uma �poca diferente.
- Sobre eu esta aqui ... - Como voc� sabe meu nome?
Sua Majestade disse.
Vossa Majestade ... - Sua gra�a.
Espero te ver novamente. N�o se esque�a... voc� me deve dinheiro.
Faz tanto tempo que n�o vejo um homem t�o jovem, estou encantada.
- Por que voc� disse quem eu sou? - Eu n�o disse.
Se ele sabe n�o foi por mim. Sua presen�a � quase um segredo.
Voc� tem que ir. N�o agora, mas em poucos dias.
Tomei um grande risco quando eu publicamente menti para o enviado de BORGONHA.
- N�o � poss�vel o rei franc�s me salvar? - Quer uma guerra para evitar casamento?
Claro que n�o Majestade.
Pela Fran�a, eu tinha lutado, ou devolvido voc� a BORGONHA --
- Mas a sua terras em posi��es estrat�gicas, suas ra�zes nos Marcroy ...
Quem esta a seu favor controla o equil�brio do poder na Fran�a.
Mas n�o vou arrisca tanto...
O senhor � honesto, lhe agrade�o.
- Mas voc� n�o pode ficar aqui. - Eu vou para o bispo de Li�ge.
O bispo � da fam�lia de BORGONHA.
Ele � meu padrinho e a Igreja tem o poder por tr�s dele.
Ele me ama N�o creio que me negue prote��o.
Se for a sua vontade. Li�ge al�m Peronne.
Voc� pode viajar pelo sul sem perigo, atrav�s das Ardenas.
Eu farei tudo que posso por voc�.
Dou-lhe apenas um guarda-costas, para n�o chamar a aten��o.
Em seguida, ele � voltar�.
� uma longa e perigosa viagem.
- Eu me acostumei com o perigo. - Aconte�a o que acontecer - perdoe-me.
- Fran�a ... - Eu entendo.
- Devo trazer ciganos? - N�o, voc� vai instruir ciganos.
Essa � para de la Marcks. E esta � dos ciganos.
- Voc� confia nele? - Pagando....sim.
Deve informar a la Marcks sobre a viajem de Isabelle Marcroy --
- Ela ter� um pequena escolta. Aqui est� seu trajeto. Ele deve capitur�-la.
Deixe-o anunciar de la Marcks Eu formalmente condenarei o acontecido.
Ele n�o pode ignorar o meu protesto. Avis�-lo que o seu guarda-costas --
- Vai efende-la com sua vida. Temos de mostrar que fazemos o nosso dever.
- Uma pequena comitiva que ele simplesmente. - V� furtivamente, Sua Majestade.
Eu residir Condessa, ent�o Hayraddin tera tempo para encontrar a la Marcks.
Ele enfrentar� comitiva que foi selecionado no mapa e vai ser o seu guia.
- Sua Majestade pensando em tudo. - Instrua ele.
Quem vai ser o seu guarda-costas? Ele deve ser um Insuborn�vel - � um problema.
- Ele deve morrer. Poucos s�o os homens corajosos. - Ja pensei em tudo.
- Espero que n�o seja eu. - N�o, vou enviar o homem que ela ama.
- Est� satisfeito, doutores? - Estou. Ele a ama?
Eu n�o sei. Mas ele estar� antes de atingirem a regi�o das Ardenas.
Sua Majestade � realmente um g�nio!
Luis!
Voc� n�o pode se afastar da rota e pode confiar nos estalajadeiro.
Um homem ira guia-los. tem feito tudo ao meu alcance.
Est� a fazer tudo em seu poder. O Rei pode precisar de um homem justo.
- Sacrificar� sua vida pelo dever ao seu Rei? - Entendo, senhor, se necess�rio.
- Quem � o passageiro? - Senhorita!
Voc� vai ter boas condi��es meteorol�gicas. Este � o seu guardi�o - o melhor que h�.
- Bom dia. - Bom dia.
Obrigado, Majestade.
Boa sorte, Durward. E adeus.
em marcha!
Tem sido um lindo dia para mim, senhor cavaleiro. Tal como no passado.
Quando as senhoras tiveram os campe�es ... Para estarem ao seu lado.
Me sinto protegidas Por algo da minha pr�pria vontade.
N�o � a primeira vez q te acompanho em uma escolta.
Eu n�o entendo. Quando foi isso?
- Em um sonho. - Voc� � encantador.
Voc� estava realmente faminto. Voc� est� familiarizado com Lord Crawford?
Desculpe ... Quem?
Sendo voc� escoceses, E pensei, conheci ... Lord Crawford?
- Eu o conheci. - Como ele �?
Uma virtuosa pessoa, o mais nobre dos homens.
E certamente o mais antigo. Como voc�s escoceses s�o unidos!
Voc� talvez se surpreenda, mas por causa do seu compatriota --
- Temos atravessado Fran�a escondidos.
Duque de Borgonha quer me casar com o Crawford. n�o � absurdo --
- E porque o cora��o de minha alma n�o pode viver livremente?
S� porque sou mulher me usam como objeto de favor?
N�o tenho raz�o?
Eu sei ... � muito pessoal.
Essas coisas decide no cora��o. Eu escolhi e fugi.
Eu ainda fujo.
�s vezes eu acordo durante a noite e me pergunto como eu sou est�pida.
Eu devo desistir e ir para Peronne? Negar a minha alma e aceitar o meu destino?
E me entregar para o velho DODDERER?
Mais vinho?
Eu n�o posso falar mal de um escoc�s.
Ele n�o � t�o mal. N�o � muito jovem e um pouco magro --
- Mas, cheio de sabedoria e experi�ncia. Um excelente marido.
Voc� est� a servi�p de BORGONHA, Durward? Como voc� sabe o que seu nome?
- Sua Majestade ... - Ele disse que n�o falou, perguntei.
O que quer na Fran�a? Voc� nunca disse.
Agora n�o posso. Fiz um juramento muitos juramentos, e complicaria minha vida.
A �ltima coisa que eu jurei foi para traz�-la de Li�ge. Eu vou fazer.
Estou no quarto ao lado. se acontecer algo, grite. Eu ouvirei.
Boa noite, Sua Gra�a.
- Estou bem. O que aconteceu? - Eu n�o sei.
Durward!
Hayraddin!
- Voc� � um guia, meu caro spionv�n? - Senhor man�aco, voc� � quem escolta?
- Eu sou o melhor guarda da escolta. - Claro, mas a sua coragem me assusta.
- Eu n�o sabia que era voc�. - Estou contente de que seja voc�.
Eu preciso de sorte.
Demora duas horas para uma repara��o provis�ria.
- N�s estamos atrasados para a pousada. - N�o v� l�, a taberna � horr�vel.
Eu conhe�o um acampamento. com M�sica, dan�a ...
- Senhora! - � um bom conselho.
A pousada � terr�vel. M� alimenta��o, sujo, camas como pedra.
Recebi instru��es detalhadas de Sua Majestade. - Sua gra�a?
- N�o me toque! Eu n�o confio em voc�! - Eu amo voc�.
� desesperador. se eu falar, Voc� confiar� menos em mim.
Isso � idiotice! At� onde voc� vai? Eu tenho que mant�-la em seguran�a.
Se voc� insistir, Vou explicar.
Quentin ...
Seu quarto est� pronto, senhora.
A primeira sala l� em cima.
Temos de encontrar um ferreiro.
- Voc� consegue encontrar um ferreiro? - Vamos para o meu irm�o no acampamento.
A carruagem n�o vai a lugar nenhum. Voc� pode encontrar alguns homens fortes?
Isso � f�cil demais. Deixe a menina, senhor. N�s dois podemos ...
- Por que voc� � t�o honesto? - Por que voc� � t�o desonesto?
- Sou uma cigana, � exigido de mim. - Encontre um ferreiro.
Pe�o-vos! por tudo que � sagrado, mas � demasiado flagrante.
- Respeito ela. - O meu intuito � outro.
Sa� quais as ordens do rei: Proteger a mo�a, ter escolta.
Matar ciganos, ela ordenou.
- Pensei que fosse o empregado. - Carrinho reparado, espero que voc� possa dormir.
Eu estou com medo! medo do empregado e do estalajadeiro ... Onde voc� dorme?
A pousada � totalmente revestida. Dormirei no estabulo.
Quentin ...
Fique aqui.
O rei escolheu a pousada. N�o haver� problemas. Boa noite.
O que � honra? Caro senhor, eu preciso de alguns conselhos.
- E eu preciso dormir. - O que � honra? O que � chocante?
� dif�cil. Digamos Eu quero ser honesto.
- Mas o que devo prestar homenagem? - Voc� bebe muito.
Eu bebo, pela primeira vez na minha vida. Tenho uma boa raz�o.
Voc� tem a honra de honrar. Mas o que fazer romanich�is honrar?
- Eu n�o tenho honra ... Dinheiro! - Voc� deveria se envergonhar.
Quando BORGONHA me paga eu sirvo a ele.O mesmo com o Rei Luis.
� a pior coisa que eu ouvi. Fraudulento, lamentavelmente ...
Eu sou falso e vergonhoso ... Eu consegui!
Eu devolverei o dinheiro.
Eles pretendem mat�-lo. Eu me sinto muito melhor.
Senhor!
Guarda, guarda!
Kusk! proteja a condesa!
Hayraddin!
- Ajuda-o! - � imposs�vel, eu sou um covarde.
Depressa!
- Ajuda-o miser�vel ou te mato! - Eu sou apenas um...
Ladr�o de cavalo...
Depressa!
Atras deles! Montem nos cavalos!
Seus porcos! Para os seus cavalos, atras deles!
Deixaste ela fugir, seu idiota!
- Mas eu trabalho para o de la Marcks. - Qual � a diferen�a, irm�o?
Leve-os ao nosso primo Vakko. Ele trabalha para Burgundy.
Me odeio por ter pensado mal de voc�, Eu fui t�o est�pida ...
Hayraddin!
De la Marcks daqui a pouco voltar�.
Estranho a forma de agir dos monarcas.
Lois envia o ouro a de la Marcks. Eu sei, eu trago o ouro sozinho.
Qual � o objectivo? Tornar a besta para lev�-lo a caminho de Li�ge --
- E conquistar suas terras. � razo�vel, Sua gra�a?
Para esta troca deve a besta dar ouro para Luis, e n�o o contr�rio.
- De modo que o Luis comprou de la Marcks? - Sim.
Devo dizer que nunca em sua jurisdi��o defenderia a sua inoc�ncia --
- Ou ver Fran�a em guerra. Eu preferia morrer, Hayraddin!
N�o fa�a, Sua Gra�a.
Ajuda ele!
- Sou Isabelle Marcroy. - Minha filha!
Ela esta refugiada no santu�rio do bispo de Li�ge.
- Ela nega ter estado em Tours. - Mande que a devolva.
Recusou devolver.
- E se Luis vier. - N�o acredito, � mais covarde que mentiroso.
Mas se vier, Voc� n�o ter� desulpa para que haja a guerra.
Eu encontro outra forma.
Vossa Majestade ... Ouvi alguns boatos que merecem aten��o.
Falei recentemente com um um irm�o da igreja--
- Que partiu para uma peregrina��o at� a Espanha.
Ele mencionou, de chegada de uma certa senhora que chegou, recentemente, a Li�ge.
Deixe-me refrescar sua mem�ria sobre um enviado de BORGONHA , que exigiu ...
Minha mem�ria sempre foi saud�vel.
Ent�o Sua Majestade deve esta realmente satisfeita em saber --
- Que a condesa nega firmemente as alega��es de borgonh�s.
Muito interessante.
Vou me retirar senhores. Tenho uma terr�vel dor de cabe�a.
- Esta um bocado quente! - Terr�vel not�cia! Senhor ...
- O que aconteceu com os tiros? - Um tiro nas costas.
- Graves, eu espero. - N�o, mas muitos bandidos morreram.
Porapenas uma vez, Mestre Oliver, Eu confiei em um homem honesto.
Ele deve ama-la profundamente.
O que far� com Burgundy? Voc� prometeu ir � Peronne.
Como �ltimo recurso, quando tudo est� perdido, n�o est� a ajuda h� de chegar --
- E nada resta a ser feito, ent�o, o rei deve manter a sua promessa.
Ira para Metz. Com o ouro de Luis, comprar� canh�es.
Eu anseio por uma casa Marcroy.
O jardim est� em florindo.
- Anseia ir para Esc�cia? - Eu anseio por algo diferente.
Knight, seu sil�ncio � t�o cansativo.
Mesmo as rosas choram. Viu?
Eu te amo. Eu digo isso para o c�u, o vento, e as rosas.
Digo isso em voz alta. Pode uma mulher amar mais?
Ou um homem menos?
Voc� me prometeu falar comigo quando chegassemos em Li�ge.
- Eu n�o ousei. - Eu espero.
Como um c�o descarado at� voc� falar, caso contr�rio, eu sou uma mulher velha.
Eu vou hoje � noite. Estou curado.
N�o v�.
- Voc� n�o pode me deixar, Quentin. - Est� segura.Hayraddin cuidar� de voc�.
Onde voc� vai? N�o a Tours, nem a Louis.
Para Peronne.
� espi�o de borgonh�s .
Que se apaixonou por sua perseguida.
Nossa, que ironia!
N�o � isso. Mas eu sou sobrinho do Senhor Crawford.
Vim para a Fran�a para conhec�-la e falar sobre o seu casamento.
- Quentin, presumo que n�o me contou tudo. - Ele � um homem vaidoso.
Seco como isca, magro como um palito, mais dif�cil do s�lex escoc�s ...
- Eu o amo. - Seu tio favorito?
Tudo que eu sou Devo a ele.
Apesar de me amar, Quentin.
Devo pagar com trai��o o que ele fez por mim?
Ser� absurdo? Sim, vejo-me preso ao absurdo nos dias de hoje.
Uma espada de um homem, fiel � desatualizadas ideais de justi�a e dec�ncia.
Despeerta brigas por Terra atraves de chumbo, p�lvora, e a trai��o de um rei.
Desculpe, Isabelle. Eu n�o posso ser algo diferente de mim.
Continuarei nessa minha jornada rid�cula e estranha e terminando morto em uma tumba em anonimo.
Devo entender, que nunca te verei novamente?
Voc� n�o precisa mais me seguir.
Apenas mais uma vez amigo, s� espiar. Para n�o perder a pr�tica.
Senhor louco. Vamos l�, beber um pouco.
Esta � a segunda vez na vida que eu necessito e quero que venha comigo.
- Quer de volta o dinheiro do teu rei? - Ainda estou pensando nisso.
- Devo tamb�m, Hayraddin. - Eu sou t�o infeliz.
Porque voc� tem que ir? Eu sou um espi�o, sei das coisas.
Ela ama voc�.
Eu sei tudo. Voc� a ama.
- Sim. - Como voc� pode deix�-la, Senhor man�aco?
Adeus, Hayraddin. Cuide dela.
O espi�o!
Para os cavalos!
Fogo!
Quero v�-la.
Cubra.
Traga um sacerdote, ou o bispo!
Quero casar com ela.
Quero casar com ela.
Fa�a isso agora!
Idiota, eu sou Conde de la Marcks! �ssa � a Condessa de Marcroy!
Voc� � uma besta! Voc�, mata porcos ...
Voc� desonra a Casa de Deus, mas n�o deve desonrar Suas leis!
Voltar para o bosque, como um animal!
E Com a minha maldi��o sobre sua cabe�a!
Consiga outro sacerdote.
Parado, porco!
Aviso, Conde de la Marcks William! venho como enviado do rei Luis da Fran�a.
Eu lhe felicito pelas conquistas e sua b�n��o do casamento.
Mas ele insiste que os protocolos sejam cumpridos.
Levarei a mo�a para meditar por uma hora? N�o acha justo?
Aranjarei um sacerdote. E daqui a pouco trarei a noiva.
- Atr�s dele! - Aqui!
H� uma sa�da. Uma escada secreta atr�s de um painel na parede.
Eu me lembro quendo pequena. Mas onde estar?
Quentin!
- Existe uma outra maneira de subir? - H� uma torre sineira.
Imposs�vel descer. tudo esta em chamas.
� este o lugar! Pr�ximo ao rel�gio. O meu padrinho costumava me trazer aqui.
Onde est� o painel da parede?
Quem estar� tocando os sinos em uma noite como essa?
Achei!
Trouxe voc� preso em nome da Fran�a.
- Eu sou o seu rei. Isso � trai��o. - Deixa estes senhores me julgarem.
Quem � o traidor? Eu, que trouxe prisoneiro o meu rei?
Ou voc�, que cometeu um crime hediondo ...
Eu n�o cometi nenhum crime. Vim sem escolta
- Para determinar as nossas diferen�as de paz.
Pois em nome de Deus e da Fran�a provo que, nessa mesma mesa
- Como voc� organizou, Louis, o assassinato do bispo de Li�ge!
- Est� preso! - Estou a servi�o do Rei Luis.
O rei tamb�m est� preso.
Mantenha-o sob supervis�o. Ele n�o pode manter contacto com o rei.
- Durward! - Ele � meu prisioneiro.
- Ele � um escoc�s. Eu insisto. - Voc� tem um minuto.
Fuja! Eu n�o posso fazer. Deixe a Fran�a!
- E deix�-la na pris�o? - Bourgogne exerce o poder.
Esc�cia perdeu todo o poder.
Crawford est� morto. N�o haver� alian�a.
Seu tio morreu de repente. eu lamento muito.
Salva-te!
N�o foi com o seu ouro que de la Marcks comprou canh�es?
- Eu n�o sabia nada disso. - Envio-lhe um homem para Liege?
- Para felicitar de la Marcks? - N�o mandei!
Condenam-me sem provas e testemunhas?
Temos uma testemunha.
- Aonde voc� vai? - Li�ge.
- Voc� estava sob ataque? - Isso foi quando eu estava machucado.
Foi a sua Majestade que deu ouro a de la Marcks para compra armas?
- Digo que sim. - Boatos!
- Viu o sua Majestade Enviando? - Com os meus pr�prios olhos.
- Isso � uma mentira! - Quando foi enviado?
- Quando o bispo foi morto ... - Que fez o Enviado?
Ele veio ao rei o saudando pelo reconhecimento da vit�ria.
Ele � um imposto! n�o sei nada de tal miss�o
Sua Gra�a!
Este � o Enviado! pergunte a ele que dir�.
Diga-me quem voc� �, Durward.
- Quentin Durward, a servi�o do rei. - Foi ele. Eu vi ele.
Durward, negue que te mandei a Li�ge, em meu nome!
- Ao seu comando. - Voc� foi para Li�ge a servi�o do rei?
Voc� disse que voc� era o seu representante e reconheceu-lhe a vit�ria?
- Sim senhor. - Como p�de fazer isso comigo?
Para esmagar de la Marcks em seu nome.
Eu n�o quero ouvir mais mentiras.
� o de la Marcks!
- Bravo, senhor! - Brilhante!
Honrado Scoc�s, o mais fiel no meu servi�o.
At� agora. renuncio a isto.
Retirem esta coisa.
Agora, meu querido primo, vamos retomar a nossas negocia��es --
- Para um Fran�a livre, unida forte e pr�spera.
Dizem na corte que a condesa dever� casar com Creville.
- Para quem? - O Creville.
Uma vergonha para o selvagem Scoc�s n�o pode ter ela como enamorada.
Voc� � um idiota.
Em pensar que Marcroy vai passar BORGONHA para alguem t�o horrivel.
- Lembre-se, Majestade! - O que voc� acha que eu devo fazer? continua!
Falemos sobre Condessa de Marcroy ...
- Sim, a condessa. - Ela casa com o Creville.
Imposs�vel. Tenho outros planos a ela. Ela casar� com Dunois.
Dunois? Mas Dunois � seu homem de confian�a.
E o Creville � o seu! Marcroy n�o pode ser seu exclusivo dom�nio!
- Ela casar� com Dunois! - N�o, com o Creville.
- Eu tenho tentado te verr. - Tenho medo, aguardo o meu destino.
Meu tio morreu repentinamente.
- Eu sei? - Sabe?
Eu sou um homem livre.
Querem me casar com Creville!
Ser�o estas as negocia��es? D� Marcroy a Dunois? Isto � guerra!
- Estamos de volta onde come�amos. - Ent�o, vamos resolver com a guerra!
Tenho uma proposta revolucion�ria.
N�o decidiremos por ela ela casar com quem ela quer.
Casar com quem ela quer ...? Estou surpreso por voc� querer isso.
� imoral essa ideia?
- Voc� deve esta tramando algo... - Eu s� quero entra em acordo.
Ela pode escolher seu pr�prio marido.
- Com uma exce��o - Dunois. - Com duas exce��es - a Creville.
Concordo.
Mande vir a Condessa de Marcroy. Se for mais um dos seus truques ...
- Sua Majestade. - Sua gra�a. - Com quem quer casar?
Porque pergunta? se estou indiferente. Quentin Durward.
N�o, n�o, n�o! Condessa n�o pode! Durward? Completamente absurdo!
- Voc� conviveu com ele! Porque n�o? - Ele � um estrangeiro e honesto ...
Eu n�o confio nele. Eu exijo tr�s exce��es.
Ele odeia-me, primo. Eu admito Eu tra� ele uma vez.
- Eu n�o posso dar o meu consentimento. - Voc� concorda, em todos os santos.
Est� preso em sua pr�pria armadilha e Manter� nosso acordo.
Estou perdido.
Bem, eu concordo.
- Avise a ele e pode ir embora. - Obrigado, Majestade!
Vamos continuar com as negocia��es.
O que aconteceu?
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