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- Matthew? - Ol�, Melinda.
Por qu�?
Por que voc� me traiu?
Voc� tem o que merece.
Ent�o, voc� nunca me amou?
Toda paix�o? Todo calor?
Tentei fazer com que confiasse em mim.
Foi a �nica forma de compartilhar dos seus poderes.
E agora que os tem.
Por que voc� me entregaria? Sabe que serei queimada.
Tinha que guardar o meu segredo.
Pode guardar sua bugiganga tamb�m.
- Encontrarei outra bruxa para dar. - Talvez n�o.
Que m�gica � esta?
Estou pegando de volta os poderes que roubou de mim.
Fora de �poca, fora do ganho...
Conhe�a s� tristeza, conhe�a s� a dor
N�o!
CASA DE LEIL�O
Rex.
Bom dia, Prue.
Deixei algumas coisas para voc� catalogar.
Um espl�ndido carregamento vindo do leste.
- Vou come�ar j�. - Obrigado.
At� que enfim.
Liberdade.
O mundo mudou.
Que �poca � esta?
- Perd�o? - Onde estou?
- Quem � voc�? - Matthew Tate.
E se voc� me libertou deste medalh�o...
� uma descendente de Melinda Warren.
- Obrigado. - Pelo qu�?
Enganei voc�, fazendo com que usasse seu poder contra mim.
Agora eu o tenho.
Atr�s de voc�, bruxa.
- Como fez isso? - Compartilho dos seus poderes...
mas voc� n�o compartilha dos meus.
- O que voc� quer? - Quero o que Melinda levou de mim.
Eu quero todos os tr�s poderes de volta.
Defenda-se. Pare o tempo.
N�o posso.
N�o est� sozinha.
H� outras.
E o sobrenome delas agora � Halliwell.
Prue? Est� bem a� dentro?
Ei, viu aquilo?
A BRUXA EST� DE VOLTA
Estava sentado aqui, sabe, lendo o caderno de esportes...
tomando uma x�cara de caf� e "bam"...
este cara veio voando do nada, sabe. Roupas estranhas...
maus modos. Quase caiu em cima de mim.
- Quando disse "caiu"? - Sim, caiu.
Sabe, l� de cima, acho. N�o sei.
- Uma queda de dez andares, senhor. - Doze.
Est� dizendo que ele se levantou e foi embora sem nenhum arranh�o?
- � o que est� dizendo? - Tem uma explica��o melhor?
Com licen�a.
Tudo bem, Trudeau.
Pegue seu anel decodificador secreto e vamos ouvir.
Olha, Morris, n�o sei, certo?
S� sei que seja l� o que aconteceu come�ou l� em cima.
- Vamos ver de quem � o escrit�rio. - J� sei.
� o da Prue.
Sugeri introduzir satay de caranguejo ao card�pio do almo�o e foi �timo.
Vendeu tudo. Gosta de caranguejo?
- Sabe o que eu adoraria, Piper? - O qu�?
Uma extens�o. Poderia me dar?
Claro.
Sei.
- Aqui est�. - Obrigado.
Cai fora.
- J� volto, Leo. - Sem problemas.
- Pare. - Minha opini�o exata.
Pare de dar indiretas e convide-o para sair.
- D� seu caranguejo. - N�o seja nojenta.
- N�o seja t�o t�mida. - E se ele disser n�o?
- Claro, vai dizer. - Estou falando s�rio.
- Eu tamb�m. - Muito s�rio. Eu nunca...
...sabe...
- Est� brincando, n�o? - N�o.
Nunca convidou um cara para sair?
Para um encontro de verdade, n�o.
Sou a �nica pessoa desta fam�lia que herdou o gene "se arrisque"?
Provavelmente, porque se eu lembro bem de biologia...
est� ligado ao gene do "n�o posso cuidar da pr�pria vida".
V�!
Bem, parte do cano est� entupido, mas quase acabei.
Maravilha. Posso trazer ch� para voc�?
- Claro, seria �timo. - Certo.
- O que seria �timo? - Nada.
Leo!
Leo?
Congelado. R�pido, d� um jeito nele.
Voc� n�o cansa?
- � um momento Kodak para mim. - Phoebe, voc� ajuda tanto.
Sorria.
Estamos em uma encrenca tremenda.
- Oi, Leo. - Ei, Prue.
Meninas, l� para cima. Agora.
Webster. Hannah Webster.
Disse que ouviu uns ru�dos aqui. Que esp�cie?
Dif�cil de dizer.
Soava como...
algum tipo de luta.
- Uma briga, talvez. - Sim, e depois ouvimos um estrondo.
E imagino que era a janela quebrando...
entramos para ver como Prue estava...
e ent�o ela saiu correndo.
O que ela disse? O que houve?
Na verdade, nada. Apenas foi embora.
Ela estava muito agitada tamb�m.
N�o disse para onde ia, disse?
N�o. N�o, lamento.
Certo. Obrigado, Sr. Buckland.
A per�cia acabar� as janelas logo e voc� poder� consert�-las.
Acredite, detetive, n�o me importo mesmo com a janela.
S� me importo com Prue.
Olhe, talvez deva pedir ao comandante que designe outro.
Prue e eu n�o estamos mais saindo. N�o h� impedimento, certo?
Por mim, tudo bem.
Certo.
Certo.
Acho que foi tudo maravilhosamente bem, n�o achou?
Provou que a lenda do medalh�o era verdadeira...
e que aquela bruxinha � encantada...
mas agora temos um bruxo do s�culo XVll solto por a�.
Acho que ele chamar� aten��o.
Sim. Ainda assim, se a lenda for verdade...
Matthew s� tem uma id�ia em mente...
como n�s.
N�o ser� dif�cil de encontr�-lo.
Pare de se preocupar, Hannah.
Vai ficar com rugas nos chifres.
Como ele disse que se chamava?
Matthew Tate.
E de alguma forma sabe que somos parentes de Melinda Warren.
O Livro das Sombras Melinda? Nossa ancestral?
A queimada na fogueira e que come�ou toda a bagun�a.
Sim, ele saiu do medalh�o.
E tem fortes poderes, mais fortes que os meus.
Quero dizer, fez a coisa mais esquisita.
Um momento, estava na minha frente, no outro, estava atr�s de mim...
e 12 andares abaixo. Caiu em p�.
Se anda como um feiticeiro do mal e fala como um...
Sim, bem, � poderoso...
o que significa trabalho, e quer os poderes de n�s tr�s.
Posso ver o medalh�o?
Temos que descobrir quem � ele, antes que ache voc�s duas.
N�o!
Disse que Matthew saiu do medalh�o?
Acho que acabo de ver Melinda colocando-o l�.
Viu o passado?
- Mas voc� s� v� o futuro. - N�o mais.
Sabemos que nossos poderes evoluiriam.
Sim, mas, de alguma forma achei que fosse voar.
ADVOGADOS
Querem contestar?
Deixe. Vou com�-los vivos.
Al�m disso, podemos cobrar em dobro e sairmos ilesos.
Com licen�a.
Voc� � Arnold Halliwell?
Sou.
E quem � voc�, Robin Hood?
Diga-me onde est�o suas irm�s.
Que irm�s?
Sou filho �nico.
Solte-me ou processo voc�.
Advogados n�o mudaram.
Eu estava certa. Era Melinda na minha vis�o.
Ela n�o � linda?
Meio parecida com a mam�e.
Ou�am isso. "E porque o feiticeiro do mal roubou seu amor...
foi aprisionado no cora��o de metal para passar a eternidade...
conhecendo a dor da trai��o".
- Foi o que eu vi. - E eu o soltei. �timo.
N�o est�o brincando. A lenda diz que o feiticeiro nunca deve ser libertado...
ou vai destruir a linhagem Warren. N�s.
Bem, vamos pegar uma senha e entrar na fila atr�s dos outros bruxos.
Nunca nos confrontamos com ningu�m como ele.
- O que fazemos? - Escondemos.
N�o, temos que saber contra o que estamos lutando.
Primeiro, como o medalh�o foi parar na minha mesa?
Prue, seu trabalho no notici�rio. Veja.
Testemunhas viram um homem cair de 12 andares. A surpresa?
Ele aparentemente se levantou e saiu andando ileso.
Devemos ach�-lo antes que fira algu�m.
Principalmente um inocente.
- � o que eu acho. - Olhem, Andy est� na TV.
Foi a coisa mais inacredit�vel que j� vi.
Est� aqui tamb�m.
E esse cara, pousou vindo do nada.
Andy. Que surpresa.
- Como est�? - Preciso falar com Prue, Phoebe.
Prue? Estou desinformada?
Pensei que tivessem terminado.
N�o � sobre isso. � assunto de pol�cia.
Ah, bem, ela n�o est� em casa. Est� no trabalho.
N�o, n�o est�.
Ent�o, n�o sei onde est�.
Mas digo a ela que voc� apareceu, certo? Tchau.
Um homem caiu da janela do escrit�rio de Prue o que j� � bem suspeito...
mas um homem com a mesma descri��o...
matou um advogado nas vizinhan�as.
Um advogado chamado Halliwell.
Agora, sei que ela sabe quem ele �.
Mais uma vez, Phoebe. Onde est� sua irm�?
Onde est� seu mandado?
�timo, estou sendo ca�ada pelo feiticeiro e a pol�cia de S�o Francisco.
N�o se pode dizer sua vida � mon�tona, Prue.
- Talvez Andy possa ajudar. - Querem ter essa conversa?
"Ei, Andy, detesto incomod�-lo...
mas um bruxo do S�culo XVll quer matar todas n�s. Alguma id�ia?"
Certo, m� id�ia, mas o ponto �, precisamos de ajuda.
Bem, infelizmente, mais do que Andy pode dar.
Precisamos de algu�m que tenha feito isso antes.
Algu�m como Melinda Warren.
Certo, o que devemos fazer?
Voltar no tempo e dizer que precisamos de ajuda?
Sim. E eu sei exatamente como fazer isso.
Desde que voc�s n�o se importem em perder um pouco de sangue.
Sou a �nica com d�vidas?
- Sim. - N�o temos outras op��es.
Mas n�o estamos revivendo os mortos? E se ela...
Li o Livro das Sombras cuidadosamente.
Voltar� como uma pessoa viva, de carne e osso.
Ter� os poderes dela tamb�m. Nossos poderes.
Para que � isso?
Bem, o feiti�o funciona por sangue chamando sangue.
N�o deve doer muito.
Eu menti. Eu menti.
Vamos, meninas, ser� como aquele ver�o no lago.
Fizemos um pacto de sangue de sermos amigas sempre, n�o apenas irm�s.
- Lembro que meu dedo infeccionou. - Sim, mas o pacto funcionou.
N�o pude ir na �gua por tr�s semanas. N�o me d� esta faca.
- Como vai se cortar? - N�o vou.
- Piper? - N�o posso ver sangue.
Seres do mau explodiram no nosso s�t�o.
Desintegrados bem em frente aos nossos olhos.
E voc� tem medo de uma gotinha de sangue?
- Certo, corte o meu dedo. - Voc� corta.
Certo, aqui.
Melinda Warren, sangue do nosso sangue...
Nossa t�tara-t�tara-t�tara-t�tara- t�tara-av�...
N�s vos convocamos...
Aben�oadas sejam.
N�o, n�o rasgue o vestido para que ele me sirva.
N�o, n�o estou rasgando. Isso � chamado de z�per. V�?
Uma bruxa s�bia fez isso.
E bruxas s�bias neste s�culo ficam na sua.
Ponha o vestido, e ningu�m vai not�-la.
� estranho estar aqui de novo...
respirar e sentir.
Que ovelha tem a l� t�o macia?
Uma sint�tica.
Levou muito tempo para fazer o vestido?
Fazer? N�o, eu comprei.
Nossa, voc� deve ser rica.
Ela tem cart�es de cr�dito.
- Nossa, Melinda, voc� est� �tima. - Obrigada.
- Como mant�m as pernas aquecidas? - Bebemos caf�.
Desculpe, eu fui entrando e e n�o me ocorreu que...
Leo, tudo bem.
- Esta �... - Nossa prima Melinda.
- Prazer em conhec�-la. - Leo est� fixando nosso encanamento.
- O que � isso? - Temos que ir agora.
Trabalhar com as m�os � um dom maravilhoso.
Sou um trabalhador de verdade: Ganho o que como, o que visto.
N�o odeio ningu�m, n�o invejo a felicidade de ningu�m.
- Shakespeare. - Shakespeare.
N�o foi engra�ado? Certo, vamos agora.
Ele � um tesouro, Piper.
Por que est� me dizendo isso?
MAQUIN�RIO & UTENS�LIO
Ol�, Matthew.
Temos que fazer algo sobre as roupas dele.
Quem s�o voc�s? Como me conhecem?
Resposta curta, somos aqueles que deram � bruxa...
o medalh�o que o libertou.
Suponho que voc� pudesse dizer que somos s�cios.
- Trabalho sozinho. - N�o, neste s�culo, n�o.
Voc� � novo na cidade...
novo nesta �poca.
Precisa da nossa ajuda.
Vejo que voc� fez compras. Encontrou o que procurava?
Quero os filhos de Melinda Warren.
Vamos falar sobre coincid�ncias.
V�, temos meios de encontr�-las para voc�...
e voc� tem habilidade de tirar-Lhes os poderes.
Venha.
O qu�?
Como me encontraram?
Prue Halliwell, o advogado Halliwell, agora aqui.
Voc� est� deixando um rastro, amigo.
E isso tem que parar.
Logo que Matthew obteve o que quis...
contou ao conselho da cidade que eu era uma bruxa...
e eles me prenderam.
Depois me queimaram na fogueira.
Por que n�o se salvou?
Por que n�o usou seus poderes para escapar?
Tinha uma filha.
Seu nome era Prudence.
Ela significava tudo para mim.
Se eu usasse meus poderes, provaria a acusa��o de Matthew.
E Prudence seria queimada tamb�m.
N�o, pensei...
"Vou aceitar isso...
e rezar para que uma boa alma tenha pena de minha filha...
e a crie em uma casa segura.
S� assim a linhagem Warren continua".
E deve ter funcionado, porque aqui est�o voc�s.
Por que as bruxas Warren perdem as m�es t�o cedo?
Phoebe, n�o posso mudar o passado, mas acho que posso proteger o futuro.
Como? Matthew � t�o forte, e tem esse poder selvagem.
Pode estar em um lugar e ent�o, em outro.
- Em um piscar de olhos? - Exatamente.
� chamado teletransporte.
Deve ter copiado de outra bruxa.
Despi-o de todos os poderes que copiou de mim...
mas quem sabe quais poderes ainda tem.
Que quer dizer, copiou de voc�?
O dom de Matthew � copiar o poder de uma boa bruxa...
quando usado contra ele.
Ent�o ele tem o meu.
Uma vez que ele copiou um poder, n�o tem efeito nele.
Se obtiver todos os tr�s poderes...
ser� imposs�vel de venc�-lo.
Ent�o, o que fazemos?
Amaldi�oamos para que volte ao medalh�o.
E se n�o pudermos?
Essas cal�as devem ser t�o justas?
Claro.
Por isso os homens de hoje sofrem tanto.
� um milagre que possam andar.
- Est� certo? - Claro.
Se Lhe agrada olhar, olhe.
N�o estava olhando...
muito.
Por que a falsa mod�stia?
N�o entendo.
Bem, � um assunto muito complexo hoje em dia.
Quero dizer, existe o politicamente correto, ass�dio sexual.
Nem vou come�ar.
Que �poca estranha � esta.
T�o aberto e t�o fechado, onde mesmo um feiticeiro sente vergonha.
Hannah...
- Que diabos? - Rex, disse a voc� que o vestiria.
Sim. Dez minutos atr�s.
Experimentamos muitas coisas. Ela diz que � dif�cil escolher.
A hora da brincadeira acabou, garot�o.
Tem trabalho a fazer.
Lembre-se, ele volta de onde veio...
assim que a tarefa for cumprida.
N�o acredito que n�o lembre de todos os ingredientes.
J� faz tempo que amaldi�oou Matthew.
Sim, 300 anos.
Tudo que n�o se lembrar deveria estar neste livro.
O Livro das Sombras.
Nossa, ficou t�o grosso.
- N�o foi sempre assim? - N�o. N�o...
mas obviamente, cada gera��o das bruxas Warren...
adicionou mais coisas atrav�s dos anos e ficou assim.
Adicionaram alguma coisa?
N�s? Est� brincando? Somos novas nisto.
S� podemos criar nosso pr�prio feiti�o... Podemos?
Tudo na sua hora, Phoebe.
O livro evoluir� com voc�s.
Algumas vezes adicionar�o coisas, outras aprender�o com ele.
Aqui esta a maldi��o.
Apenas comece a escrever.
- Sem tinta? - N�o.
Vov� deve ter posto este.
Para aumentar a paci�ncia.
Aposto que usou muito esse feiti�o nos criando, certo?
N�o �ramos todas encrenqueiras, Phoebe.
Eu n�o era uma encrenqueira. S� era...
Um tormento.
- Um esp�rito livre. - Uma pessoa dif�cil.
Uma Warren.
� um tra�o da fam�lia.
Somos todas esquentadas, temos belas ma��s do rosto...
os fortes desejos e, claro, os poderes.
Todas as b�n��os.
Todos os sinais de onde vieram.
Este livro � a sua conex�o.
E come�ou comigo.
Bem, vamos assegurar que n�o termine conosco.
Precisamos continuar.
Esta � a Prue.
J� se conheceram.
Esta � Piper e esta � Phoebe.
Que pinturas maravilhosas.
Voc� n�o sente as pinceladas.
Sim.
Lembre-nos de lev�-lo ao cinema quando isso acabar.
Este � o endere�o do Quake. Piper trabalha l�.
Devo sugerir que voc� v� l� e tire o poder dela?
Hannah vai levar voc�.
A maldi��o � muito simples...
desde que tenham os ingredientes que preciso.
Phoebe fica com os temperos e eu pico as cebolinhas.
Que legal. Nunca fizemos uma maldi��o.
Estou contente. Devem ser levadas a s�rio.
Sinto que h� tanto que poder�amos aprender ou fazer...
se tiv�ssemos a professora certa.
Eu saborearia meu primeiro dom antes de passar para o seguinte.
Vejo cenas. O que h� para saborear?
N�o, mas tem vis�es do futuro e do passado...
isso permitir� voc� proteger e curar.
Ouviu isso, Prue?
Prue, pare de procurar pelo Andy. J� deve ter ido.
Sim, mas voltar�. Provavelmente com um mandato.
Claro, como se Andy fosse prend�-la um dia.
Ent�o, temos tudo?
N�o temos algumas ervas...
mas posso peg�-las no restaurante.
Sim, o �nico problema � a pena de uma coruja pintada.
- Isso � problema? - S�o esp�cies em extin��o.
Alguns animais da sua �poca n�o existem mais.
- Por qu�? - Desmatamento, polui��o...
� uma longa hist�ria.
Acham que tem uma no z�o?
O que � um z�o?
Na teoria, � um tipo de um grande jardim...
onde todos os animais est�o enjaulados e...
Sabem o qu�? Vou cuidar da pena.
Piper, voc� se encarrega das ervas?
Sim, depois de chegar ao Quake, talvez n�o possa sair...
porque deveria trabalhar � noite.
Vou com voc� e trago as coisas se voc� ficar por l�.
Voc�s n�o podem deixar a casa.
Voc�s s�o as duas que Matthew precisa.
Ficaremos bem. Como Matthew saberia sobre o Quake?
Esperei por mais de 300 anos pela minha vingan�a.
Assim que Piper chegar, eu conseguirei.
V� para a cozinha.
Vou tossir no Martin e dizer que � contagioso...
- assim vou para casa. - Adorei.
Ei, Piper. Seu amorzinho encontrou voc�?
- Meu o qu�? - Aquele com sotaque ingl�s.
Ligou cedo para saber se voc� estaria trabalhando hoje.
Agora tenho o seu poder.
E vejo que Melinda est� aqui. Bom.
Ela vai morrer pela minha m�o.
- Est� bem? - Sim.
Era Matthew. J� foi.
Mas copiou meu poder.
Achei uma coruja pintada em um museu onde trabalhei, empalhada.
Mas s� precisamos de uma pena.
Bom. Talvez s� seja uma contraven��o penal.
- Volto o mais r�pido que puder. - Certo.
Vamos, atendam.
Oi, n�o estamos em casa. Sabe o que fazer.
Prue, atenda.
Phoebe?
- Est�o a�, meninas? - Phoebe, estou aqui.
Certo, precisam ter muito cuidado.
- Phoebe? - Matthew esteve aqui.
- Ele pode estar a caminho da�. - A secret�ria desligou.
A linha caiu.
Matthew.
- Encontramo-nos de novo. - Sim.
E a sua vis�o ainda me faz mal.
Engra�ado, o fato de poder agora destruir sua linhagem para sempre...
faz voc� muito mais atraente.
- Acha que n�o vou det�-lo? - Como?
Fez sua maldi��o antes e ainda foi queimada.
E agora estou aqui, n�o estou?
N�o passa de uma bruxa morta...
cuidando de garotas idiotas que est�o prestes a morrer.
- N�o toque nelas. - Tarde demais.
J� tenho dois dos poderes delas.
S� preciso do terceiro.
Acho que o nome dela � Piper.
- A menos que queira me congelar. - V� para o inferno, que � o seu lugar.
Ent�o � por isso que a trouxeram de volta.
N�o �?
Acha que pode me amaldi�oar de novo.
Diabos, deveria mat�-la agora.
V� em frente.
- J� ensinei a maldi��o para elas. - Est� mentindo.
Estou?
Aquela com a pena, onde est� ela agora?
Onde est� Prue? Diga-me!
- Est�... - Sim?
No z�o.
Ent�o ser� onde a matarei.
E ent�o, voltarei para as outras duas.
Assim, voc� pode v�-las morrer...
e posso v�-la sofrer.
E ent�o...
voc� ser� a pr�xima.
Voc� o perdeu.
J� tivemos essa conversa antes, Rex. Larga do meu p�.
- Ele copiou o poder de Piper? - N�o fa�o id�ia.
Alguma coisa aconteceu no restaurante, ele se mandou.
E elas tamb�m.
E por que n�o o seguiu?
Tentei. Por que n�o as segue agora?
Porque eu ainda n�o domino essa habilidade, infelizmente.
Precisamos que Matthew nos d� os poderes das irm�s.
Sen�o, n�o temos chance.
Encontre-o.
- Prue? Melinda? - Aqui.
- Est� bem? - Era Matthew, n�o era?
Sim. Mas n�o se preocupe, ele se foi.
Encontrou-nos no restaurante e copiou meu poder.
Disse que iria matar voc� e eu fiquei...
Tudo bem, Phoebe.
Mas temos que nos apressar antes que Matthew volte.
Pegou todas as ervas?
Sim, precisamos agora s� da pena.
Bom. Prue est� cuidando disso.
Como?
Andy, o que est� fazendo aqui?
Tem que me acompanhar, Prue.
- Encontrei Matthew. - Vejo.
Preciso achar Prue e det�-la.
N�o, voc� n�o deveria estar atr�s de Piper e Phoebe.
- N�o enten... - Tenho o dom da premoni��o.
Com ele, vi os anci�os trabalhando na maldi��o.
- Ajude me a encontr�-la. - N�o.
N�o � hora de nos distrairmos.
Voc� tem que ficar ligado.
Tem que obter o �ltimo poder.
Mas, a maldi��o vai acabar comigo.
Ressuscitaram Melinda Warren para fazer isso.
- Fizeram o qu�? - N�o voltarei ao esquecimento.
Ou�a.
Apenas me ou�a.
Se est�o planejando mand�-lo de volta...
tem que lan�ar o feiti�o de casa.
Ent�o?
Ent�o Prue tem que voltar l�.
Onde voc� pode impedi-la...
e ganhar o poder de congelar.
J� tentei. V�o preferir morrer a me dar isto.
Tente de novo.
Agora, pela �ltima vez, Prue, por que a pena?
J� disse, j� tinha antes.
Antes do qu�?
Pode dize: "Antes de invadir o museu"...
o que, l�gico, voc� fez depois de obstruir a justi�a.
Como eu obstru� a justi�a?
N�o se fa�a de tola. Conhe�o bem voc�.
Voc� est� bem encrencada.
Encrenca da qual posso Lhe tirar, se me ajudar.
Talvez devesse falar com um advogado.
Quer mesmo ir? Quer mesmo que a prenda, � isso?
O que h� com voc�, Prue? Isto n�o � um jogo.
Isto � muito s�rio.
Andy, por favor, tem que me deixar ir.
N�o.
N�o posso olhar para o outro lado, Prue.
N�o sou s� eu. � Piper e Phoebe.
S� diga o que est� havendo.
Uma vez na vida, confie em mim?
� a sua �nica escolha, Prue.
Andy, desculpe, mas tenho mesmo que ir.
N�o pode. Prue...
Prue, volte aqui. N�o sabe o que est� fazendo!
Estamos prontas. S� precisamos da pena.
E Prue. O que a prende l�? N�o acha?
Deve estar bem. Matthew j� copiou o poder dela.
Al�m disso, mandei-o para o z�o.
Ela deve estar presa no tr�nsito.
Quando voltar, adicionamos a pena e procuramos por Matthew.
Acha que vai ser dif�cil encontr�-lo?
Nem um pouco.
Esperei muito por esse momento para me esconder.
� nossa batalha, Matthew. Deixe-as em paz.
Vou ter o que vim buscar.
Seus poderes e sua morte.
Piper!
- Congele-me, bruxa. - Vai sonhando.
Disse, congele-me.
Salve-se.
N�o? Ent�o, salve sua irm�.
- Phoebe! - Salve-se.
D�-me a pena.
Piper, agora.
Fora da �poca, fora do ganho
Conhe�a s� tristeza, conhe�a s� a dor
- N�o! - � o que voc� merece!
N�o acabou!
Sim, acabou.
� para a eternidade.
- Eu o segui, ele falhou. - Que inferno!
O que fazemos agora?
N�o sei.
Temos que pensar em algo r�pido.
Ele n�o vai ficar satisfeito de saber que falhamos.
N�o foi uma falha completa, certo?
Quero dizer, n�s as desmascaramos e provamos que s�o as Encantadas.
Quero dizer, isso conta.
Vai nos comprar um pouco mais de tempo, um pouquinho.
Devia ter me escutado.
Dev�amos ter cuidado delas pessoalmente.
Sim, est� certa, Hannah.
Dev�amos ter feito.
Vamos acordar um juiz a esta hora? Pirou?
Vou pegar uma ordem de pris�o. Sem discuss�o.
Baseada em qu�?
No roubo de uma pena?
Vai rebaix�-lo. Vamos ter que limpar parqu�metros para viver.
Devo deixar passar, � isso?
E livrar-se de ser presa? Devo deixar passar tamb�m?
Correto. A menos que conte ao juiz...
exatamente como a mocinha escapou de voc�.
Ali�s, como ela escapou mesmo?
- N�o quero falar sobre isso. - Trudeau.
Ou�a me conselho. Deixe passar.
N�o se envergonhe.
Leo? Voc� est� aqui. Por que est� aqui?
Pensei que fosse trabalhar no encanamento do banheiro debaixo.
Agora n�o � uma boa hora.
Estamos preparando nossa prima Melinda para ir embora.
Pode voltar mais tarde? Como, amanh�?
- Claro. Sem problema. - Leo?
Sim?
Quer sair qualquer dia?
Comigo?
Adoraria.
- Voc� me liga. - Certo.
- Quem era? - Era Leo.
- Foi embora? - Estamos totalmente seguras.
Ent�o, vamos come�ar.
- N�o podemos pegar de volta. - Por que n�o?
Porque significa que est� indo embora.
- Mas, tenho que ir. - Por qu�?
Por que n�o fica e leva a vida que deveria ter levado?
Porque esta n�o � minha �poca. � a sua �poca.
E a de Prue e de Piper.
N�o nos importamos de dividir.
Voc�s tr�s me deram grande alegria.
Eu vi as Encantadas.
Boas bruxas, mulheres de for�a e gra�a.
Diga-me o que v�.
Vejo o futuro.
Muitas gera��es das minhas filhas bonitas...
Vejo meus sonhos completos.
Obrigada por isto.
Melinda Warren
Sangue do nosso sangue, libertamos voc�...
Aben�oadas sejam, minhas filhas.
Amo voc�s.
Sentirei a falta dela.
Eu tamb�m.
Sempre podemos traz�-la de volta.
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