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Original subtitles

Nos epis�dios anteriores...

Tudo certo. Alvo em posi��o.

Merda!

Ela � minha filha.

E se ela n�o puder ser salva?

Ainda n�o conseguimos fazer contato com ela.

� nossa agente mais valiosa.

Achou ele?

Ainda n�o, mas sei onde ele est�.

Vou terminar at� de manh�.

N�o!

Sabia que era ele?

Ele est� vivo?

Rebecca.

Pai?

Isso � t�o bizarro!

Est� falando. J� � um avan�o.

At� uma hora atr�s,

eu daria tudo pra saber que meu pai estava vivo.

E agora n�s estamos aqui comprando comida.

Acho que eu devia dar o fora.

Quer ir embora?

Quer me dizer aonde vamos?

- Busan. - Por qu�?

Temos que pegar umas coisas.

- E depois? - Sa�mos do pa�s.

Pra Virg�nia?

Ah, �. N�o d� pra um morto passar pela alf�ndega.

Ent�o pra onde vamos?

Vietn�.

O qu�?

Aluguei uma casa l�.

O pa�s � lindo, e eles n�o extraditam.

T�, ent�o vamos viver felizes pra sempre no Vietn�?

Eu gostava da minha vida.

Com dinheiro, liberdade e a Juno cuidando de mim.

E joguei isso fora pelo homem

que fingiu estar morto pra n�o ter que me criar.

N�o foi nada disso.

Vou ligar pra Juno.

Por que estou fugindo? � voc� que ela quer matar.

Voc� matou o agente dela.

O Atwood? Est� cheio de Atwoods.

Voc� traiu ela. Conhece a Juno. Ela n�o perdoa.

Talvez.

Mas ser� mesmo que fui eu?

Voc� adorava isso.

�, o sabor ainda � o mesmo.

Paga isso a�.

- Ei! - Calma. S� vou fazer xixi.

T� legal.

Al�.

Tentou matar ele?

Rebecca.

Juno, n�o mente pra mim. Vi sua mensagem pro Atwood.

Rastreia o n�mero.

Cad� voc�? Est� com ele?

Ele � perigoso. N�o sei o que ele quer.

Ele matou o Atwood.

Me diz onde voc� est�, e mando uma equipe.

Vai me deixar voltar?

� claro.

Sempre tem um lugar pra voc� aqui.

� legal ouvir isso.

Mesmo sendo mentira.

� a verdade, Rebecca.

Aqui � o seu lugar.

E o meu pai?

Merda!

O que foi?

Achei que tinha...

Sumido?

� uma droga, n�?

Ligou pra ela?

N�o vou te obrigar a ir comigo.

Se quiser se arriscar com a Juno, n�o posso te impedir.

Mas preciso saber.

N�o liguei pra ela. Eu juro.

Voc� envelheceu.

Voc� tamb�m.

O que � isso?

N�o sei.

- Talvez seja um acidente. - Talvez.

- Merda! - O qu�?

� uma blitz policial.

- O que vai fazer? - N�o est� na cara?

N�o vai atirar em ningu�m.

Quem disse?

Vamos ficar calmos. Pode ser uma blitz comum.

A gente passa sem ningu�m se machucar.

E se n�o for?

Oi.

Sua habilita��o.

Claro.

Aqui est�.

De onde est�o vindo?

Seul.

Pra que a blitz?

Venha ver.

Achei uma coisa.

Me mostra.

Na nossa blitz em Gumi, a pol�cia identificou algu�m.

Saia do carro, por favor.

N�s s� viemos de f�rias.

Saia logo.

Precisa mesmo disso?

Saia do carro.

N�o pode me deixar ir? Estou com minha filha.

N�o vou pedir de novo.

Saia agora!

A pol�cia tem os dois na mira. Foram pegos.

N�o conhece o David Jung.

Um.

Dois.

T� bom, j� vou.

- Deixe as m�os � vista. - T� bom.

Vou sair.

Mo�a,

saia do carro.

� o �ltimo aviso.

Saia do carro agora!

Me obriga.

Rebecca...

N�o.

Larga!

- Vai na frente. - T�.

Entra!

ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com

N�o acredito que est� vivo.

Depois de anos, aparece do nada.

Voc� se lembra dele?

Lembro do funeral.

Ele era legal comigo.

Voc�s eram pr�ximos, n�?

Acontece isso quando se funda uma empresa juntos.

Entra.

Achou eles?

Ainda n�o. Falei ao telefone

com o comiss�rio Hwang da Pol�cia Nacional da Coreia.

Ele disse que todas as barreiras ainda est�o ativas

e vai p�r mais policiais num raio de 100km

- de onde o alvo foi visto. - Obrigada.

Achei um endere�o do David.

Uma casa a uma hora de uma destilaria de soju.

Ambos s�o de uma mulher chamada Eunju Kim.

Ela tem 43 anos.

Filha de um empres�rio que � dono de uma companhia de navega��o em Seul.

H� sete anos, ela casou com Dae Ho Jung.

� o David.

Ele casou de novo.

O que vamos fazer?

Ele sabe que matamos o Karpov. Vamos eliminar ele.

T� bom. Eu...

Vou cuidar disso.

M�e...

Acha que ele sabe do Jae-Hun?

Temos mais no que pensar do que num coreano morto.

Ent�o t�.

� algu�m da empresa de seguran�a.

Oi. Vim consertar as c�meras.

T�, pode entrar.

Obrigado.

Depois eu te ligo, t�?

Aceita um caqui?

Como �?

Meus pais me mandaram caquis.

N�o, obrigado.

S�o de Chungdo.

Ent�o aceito. Obrigado.

- Sente-se. - Obrigado.

Que cachorrinha fofa!

Pode levar pra voc�.

Ela s� faz bagun�a.

Nunca cuidei de um cachorro.

Voc� teria sido uma �tima m�e.

O que disse?

Por que n�o teve filhos?

Isso � um assunto pessoal.

N�o � melhor cuidar de um filho do que de um cachorro?

N�s tentamos por anos.

Acho que foi melhor assim.

Por causa do seu marido...

voc�s v�o morrer hoje mesmo.

O que � isso?

Seu marido, Chulsu Lim...

Ele pegou dinheiro de gente perigosa.

Por favor, saia da minha casa!

Al�.

Oi, � da Arirang Solutions?

J� � nossa cliente?

Nunca trabalhamos juntos,

mas sua reputa��o � excelente, Sr. Lee.

Pode me chamar de Gun.

Quem � voc�?

Sou Juno Lund, cofundadora do Grupo Caddis.

Eu te conhe�o.

Tenho um trabalho pra voc�, se quiser.

Quem � o alvo?

David Jung, meu ex-s�cio.

Achei que estava morto.

Eu tamb�m.

N�o vai ser f�cil.

Adoro desafios.

Aqui n�o � Busan.

N�o, � Daegu.

Achei que seria Busan,

depois o lindo Vietn� que n�o extradita.

Mudan�a de planos.

Que saco!

Aonde vamos?

Sei de um lugar pra ficar e pensar no que fazer.

- � aqui. - Est� fechado.

O dono � meu cliente. Gente boa.

Mas muito ing�nuo.

Lembra de quando viemos pra Coreia?

Voc� tinha uns nove anos?

�, logo depois da mam�e morrer.

Eu sempre quis te trazer de novo. Queria te mostrar tanta coisa.

Tem sido um �timo guia.

Legal.

Voc� bebe?

Est� de brincadeira.

Minha garotinha, j� crescida.

O certo � a gente brindar.

Sa�de.

Sa�de.

� voc� que faz isso?

Makgeolli e soju.

Eu produzo, acho distribuidores e cuido das contas.

� o meu trabalho.

Veio pra Coreia pra virar hipster?

Hipster?

�. Makgeolli artesanal. Isso � soju n�o filtrado, n�?

� o �lcool mais antigo da Coreia.

J� fermentavam isso s�culos antes do soju.

Viu s�? Hipster.

Sabe a m�sica que cantava pra mim quando eu era pequena?

Acho que era de um beb� deixado em casa.

Era tipo...

Enquanto a mam�e vai pra ilha Pra ostras pegar

O beb� fica sozinho E da casa vai cuidar

Ele ouve a can��o de ninar

Cantada pelas ondas do mar

Nas m�os, a cabecinha vai escorar

E pelo sono vai se deixar embalar

Essa bebida � muito forte?

N�o estou bem.

Vem, eu te seguro.

N�o estou...

Deita aqui.

Vai.

CHAMADAS RECENTES JUNO

Pode entrar.

O senador Dawson quer conversar.

Diz pra ele que eu sa� do pa�s e ligo quando voltar.

N�o, ele est� aqui. L� embaixo.

George Dawson.

Juno Lund.

Que surpresa boa!

Eu soube da sua nova unidade em Seul,

mas, caramba, � uma opera��o e tanto!

Um dos benef�cios do setor privado.

- Quando voltou? - Ontem � noite.

Um bom lugar pra se inserir nesta parte do mundo,

longe dos vizinhos enxeridos de Langley.

Quer conhecer? Vamos � sala de reuni�o.

N�o. Faz s�culos que n�o te vejo. Vamos comer fora.

Vamos l�.

J� comeu isso?

Budaejjigae, "ensopado de base militar".

Surgiu no p�s-guerra quando a Coreia estava sem recursos.

Ferviam alimentos excedentes dos EUA: Feij�o enlatado, salsicha...

Del�cia.

Ou "ensopado Johnson", por causa do antigo presidente.

Quando for presidente, pode ter seu nome numa sopa.

Ensopado Dawson.

Gostei disso.

� vi�vel, agora que lidera o Comit� de Intelig�ncia do Senado.

Pol�tica.

Acho que voc� acertou indo pro setor privado.

Inventei de tentar mudar o mundo.

Ainda quero mudar o mundo. S� preciso de dinheiro e poder.

� bom te ver, Juno.

Que coincid�ncia voc� estar aqui.

Como assim?

Vim a Seul conversar com o falecido Mikhail Karpov.

Ele trabalhou com a Caddis, n�?

J� faz uns anos, mas fechamos alguns contratos com ele.

Todos do setor trabalharam com ele.

Ele sabia os segredos de todos.

N�o � surpresa ter sido morto.

Por qu�? O que soube?

- George... - Desculpa.

Voc� parecia ter mais pra falar.

N�o quer saber por que eu ia ver ele?

Deve ser confidencial.

C� entre n�s,

ele passou informa��es vitais dos EUA para a Intelig�ncia russa.

Quero saber os envolvidos.

Se eu descobrir algo importante, te aviso.

Agrade�o a ajuda.

- Como nos velhos tempos. - � claro.

Por falar nisso, como vai o Oliver?

Seu filho no neg�cio da fam�lia. Deve estar orgulhosa.

Manda lembran�as.

Voc� me drogou?

N�o foi pra te machucar.

Eu s� quis ter certeza.

T� bom. Eu liguei pra ela.

Voc� me pegou.

Quer que eu me sinta mal por isso?

N�o posso te levar comigo se for me entregar pra Caddis.

O que contou pra ela?

- Nada. - Nada?

Eu s� queria falar com ela.

Voc� me achou,

destruiu minha rela��o com a Caddis

e me trouxe nessa aventura furada de pai e filha.

- N�o precisava disso. - Precisava, sim.

Ai, nossa... Por qu�?

Porque eu te amo.

N�o, voc� me abandonou.

Voc� me deixou crescer pensando que foi morto por terroristas.

S� assim eu te manteria em seguran�a.

Espera a�.

Foi isso que disse a si mesmo esse tempo todo?

Ei...

Levanta.

Me solta!

Liderei uma equipe na ilha de Jolo, nas Filipinas.

Nossa miss�o era ca�ar Hugo Maldonado e a c�lula terrorista dele.

Sab�amos que eram perigosos,

mas subestimamos eles.

Vai!

Eles tinham uma rede que se estendia por continentes

e sabiam da nossa chegada.

Vem ver isso.

Aqueles homens n�o tinham d�.

Eles queimavam casas e matavam fam�lias.

Tudo pra chegar ao alvo.

Eles tinham sua foto, sua certid�o de nascimento,

seu hor�rio escolar.

N�s �ramos o alvo.

Antes de eu ir at� voc�, n�s fomos emboscados.

Minha equipe foi morta.

Eu sobrevivi, mas sabia que eles n�o sossegariam at� eu morrer

e iriam te pegar e matar pra chegar at� mim.

Por isso tive que morrer.

Ent�o...

voc� sumiu pra me salvar de homens malvados de outro pa�s.

Achei que era a coisa certa,

a coisa mais dif�cil.

Achei que era o dever de um pai.

Sei que nem se compara ao que fiz voc� passar...

mas aquilo me destruiu.

Senti sua falta todo dia.

E todo dia eu me perguntava se fiz a escolha errada.

Mas vendo voc� aqui na minha frente,

viva...

sei que valeu a pena.

Eu li tudo poss�vel a respeito do dia que voc� morreu.

O Maldonado ficou mais forte.

Por isso voc� n�o voltou pra me buscar?

Al�. Est� tudo bem?

Acho que est�o me seguindo.

O qu�?

Achei que fosse paranoia minha,

mas vi dois homens com comunicadores.

Acho que s�o da Caddis.

Onde voc� est�?

Esta��o Dongdaegu.

Consegue sair da�?

N�o. Eles v�o me ver.

T�, escuta bem.

Vai pra um lugar seguro, onde voc� possa se trancar.

N�o estou longe. Chego a� em 15 minutos.

T�, vem r�pido.

Era uma mulher, n�?

Era minha esposa.

A Caddis achou ela?

Achou.

Acho que precisa da minha ajuda.

- N�o estou oferecendo. - N�o.

Eu n�o te trouxe aqui pra te p�r em perigo de novo.

E vou ficar aqui parada enquanto vai atr�s dela?

N�o posso te obrigar a me esperar.

Mas n�o vou me despedir.

Por favor...

fica aqui.

E se voc� morrer de novo?

N�o � t�o f�cil me matar.

Seu burro.

Fala.

Sou eu. Achamos uma coisa.

Ela j� nos viu. Por que n�o pegamos ela logo?

O David � o alvo, n�o a esposa.

- Acha que ele vai l�? - Acho.

Ele sempre banca o her�i.

Estou ciente de que ele sabe do Karpov, mas...

Ele ainda � uma amea�a?

Parece que ele s� est� tentando fugir da Caddis.

E devemos deixar?

S� perguntei.

A parte de voc� que acha isso,

a parte de voc� que v� ele como um ser humano, n�o como alvo...

Voc� tem que estrangular com for�a essa parte

e n�o soltar at� ela morrer.

Entendeu?

Entrada leste, nada aqui.

Aqui � o Lim, atualizando.

Fica atento a essa �rea.

Ryu, est� na escuta? Ryu?

O que est� acontecendo?

� o David. Ele chegou.

Algum problema?

Lim, responde!

Juno, sei que est� ouvindo.

Quanto tempo!

Faz alguma coisa.

Lembra quando a Caddis era n�s dois numa sala?

Me mostra as telas.

Eu te prometi que n�o era s� um sonho distante, n�?

E que a gente ia ser importante e com presen�a global.

Eu disse que seria o nosso legado.

S� temos acesso a essas c�meras?

Por que n�o achamos ele?

Eu acertei, n�o foi?

Na mira do Sayavong.

Ent�o pega ele.

Agora est� aqui, me ca�ando na Coreia.

Me d� isso.

Vou te fazer outra promessa.

Se machucar minha fam�lia, vou destruir tudo que voc� ama.

N�o vai te sobrar nada.

Oi, David.

� bom ouvir sua voz.

Enquanto se fingia de morto, eu constru� um imp�rio.

Sou intoc�vel.

Veremos.

Andando.

- Mandei ficar no bar. - Quero conhecer sua esposa.

� ele!

� a Rebecca.

Ela est� ajudando.

Acha que ela est� ali?

Acho, e o trem parte em quatro minutos.

Cuida dos dois, e eu vou at� ela.

N�o. J� que veio, fica comigo. Vamos atrair eles pra longe.

Corre pro trem. Te vejo l�.

Vai logo!

Merda! Vem c�.

Calma.

Vem.

Senta a�.

- Isso. - Escuta...

Ai, nossa!

- Preciso contar uma coisa. - Depois.

- N�o, agora. - Cala a porra da boca!

Tudo bem.

O que aconteceu?

Pai.

Pai, voc� est� machucado.

Voc� tem uma filha?

Legendas: Karina Curi

Supervis�o Criativa Rog�rio Stravino

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