All language subtitles for Porreta

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

O submundo criminoso de Londres é controlado

por dois dos piores gangsters que se pode esperar evitar.

A Sra. Vine pode parecer do tipo recatado e correto,

mas governa o seu império com mão de ferro.

Acordem os rapazes.

Estou a tratar disso, senhora.

E o Frasier Mahoney, bem, parece o que é.

Um verdadeiro bastardo horrível.

Camarada, se disseres uma coisa dessas ao meu alcance

arranco-te a língua e enfio-a pelo cu acima.

Para piorar as coisas, há uma nova malta a causar estragos.

A gangue da rua Mushka está a crescer em número

e eles não brincam em serviço.

Até a lei não se aproxima do bairro Mushka

sem reforços sérios.

- Por favor, não me mates. - Morre, seu porco!

A polícia tentou impor o primeiro recolher obrigatório de Londres,

mas isso não foi muito bem recebido.

As tensões atingiram o ponto de ebulição

e o submundo criminoso de East London está à beira de uma guerra total.

E estou prestes a encontrar-me bem no meio dela.

Edward, tudo o que preciso é que faças o quê?

Ficar quieto, vigiar o carro, mantê-lo ligado.

Podes confiar em mim, está bem? Eu prometo.

Não, eu sei.

- Três... - Dois...

Esta é a Vine's Jewels.

Tenho uma consulta para ver um anel de diamantes.

Fala inglês?

Bingo do caralho!

Deixe-me entrar ou levo o meu negócio para outro lado.

Está à espera de alguém?

Deve ser aquela senhora russa que tem consulta para comprar um anel.

Mas está meia hora adiantada.

Está sozinha?

Sim.

Abra a porta.

Pode entrar.

Abra... a... porta.

- Abra a porta, por favor!

- Pelo amor da santa! - Ela não consegue empurrar a porta?

- Prontos? - Vamos.

Filho da puta.

Caralho! Olha para o tamanho deste bad boy.

Pá, pá! Merda. Foda-se. Merda.

Fale em inglês que eu não percebo nada.

Olá.

- Larga a arma. - Dois segundos.

O quê?

- Todos no chão! - Preciso de reforços... já!

- Não pode estacionar aqui, meu. - Só me dá um segundo, meu, está bem?

Levanta-te, para ali.

Vai para o canto. Ajoelha-te. Anda. Olha à volta.

Não sabes a quem pertence este local. Não estarias aqui. Estás louco!

Desaparece ou vou chamar o reboque.

Eu disse para me dar um minuto, caralho!

Estás bem, meu?

Abre.

Cargas colocadas.

Baixem a cabeça e ninguém se aleija.

Virados para a parede.

Desculpa, querida.

Mauzão, mauzão.

Wildcat!

- Tudo bem? - 100 mil e um saco cheio de diamantes.

Muito obrigado, Sra. Vine.

Ninguém se vira ou leva com isto.

Finalmente, caralho!

Com todos aqueles diamantes, vai resultar.

Roman, isto tem de resultar, caralho.

"10 anos antes do assalto"

Meu Deus, isso é um talento.

Consegues recarregar assim. Uma atrás da outra. É incrível.

- Porquê, queres ir outra vez? - Consegues ir outra vez?

Posso perguntar-te uma coisa?

Tens pensado nisso, sequer?

Queres falar sobre mudar as nossas vidas agora?

Aposto que queres uma família.

- Nós somos uma família. - Eu sei que somos, só que...

Se estamos em caminhos totalmente separados, eu preciso de saber.

E como achas que o teu irmão vai lidar com um acréscimo à família?

Imagina como ele seria se tivéssemos um filho.

Não faças disto uma coisa sobre ele.

Sabes, eu tenho...

Um irmão com personalidade paranoica, seja lá como lhe chamam esta semana.

E eu sou a irmã mais velha dele.

Por isso sou responsável por ele.

Se eu tivesse sido mais corajosa, ou...

Tivesse ajudado mais cedo, talvez ele não fosse tão...

- Como ele é, caralho! - Ouve-me.

Quantas vezes tenho de te dizer, isto não é culpa tua.

Tens de encontrar uma forma de... tirar-te deste gancho, caralho.

Roman, nunca te menti sobre quem sou ou o que quero.

É agora ou nunca.

Porque estou a ficar sem tempo.

Não sei se posso trazer uma criança para este mundo.

O trabalho que fazemos é perigosíssimo. E se eu não estiver por perto?

E se eu não puder estar lá para ser pai?

Então deixamos, saímos.

Ada, o nosso trabalho é quem nós somos.

Que se foda isso. Não, não é. É o que fazemos.

Isso quer dizer que sempre que estás aqui comigo,

a tua cabeça está noutro lugar?

Adoro estar contigo. É lindo. É calmo.

Nós divertimo-nos, tu e eu.

Então porque não podemos ter mais diversão? Mais calma?

Mais cedo ou mais tarde, Ada, essa calma vai tornar-se tão ensurdecedora,

que me vai fazer sangrar os ouvidos.

Eu... não sei como responder a isso.

- Só... - Vai.

"10 dias antes do assalto"

Tão amigável. Como se chama?

- Poppy. É uma menina. - Poppy, lindo.

- Roman? - Estás a gozar?

- Há quanto tempo, há tanto tempo. - Anos! Não acredito que sejas tu.

O que estás aqui a fazer?

Estou num trabalho de segurança privada com o Curtis, na verdade.

E tu quem és, anjo?

Esta é a Charlotte.

Charlotte, este é o Roman, amigo da mamã.

Costumávamos trabalhar juntos.

Roman, de quem falas sempre?

Sim, ele fala!

Ela diz que pareces um Power Ranger.

- Disse? - Sim.

Muito prazer, Charlotte.

Vejo que ambos aprendemos uma nova habilidade.

Não vejo anel de casamento.

Já a atirar-se às perguntas difíceis.

Estou só... a pensar se alguém se importa se te convidar para jantar hoje.

Não posso sair hoje à noite, desculpa.

Mas...

Se quiseres juntar-te a mim e à Charlotte para uns nuggets de frango...

Nuggets de frango?

Nuggets de frango são a minha comida favorita.

- És o Homem dos Nuggets. - É como me chamam.

Fizeste uma boa escolha. Porque têm forma de dinossauros.

- Que miúda incrível. - Parece mais esperta e dura que a mãe.

E o pai? Não anda por perto?

- Não vais largar essa, pois não? - Só curioso.

Vamos apenas dizer que sou péssima a avaliar pessoas.

Bom, o teu péssimo juízo de caráter é uma boa notícia para mim.

À vontade, soldado. Isso é um bocado rápido para mim.

Sim, minha senhora.

- Quanto tempo vais ficar na cidade? - Mais umas semanas.

Certo. Sim.

Bem, eu... acho que devo ir-me embora.

Sim, sim.

- Obrigado pelo jantar. - Claro.

E por me deixares passar tempo com a Charlotte.

- Pois. - Gostei mesmo.

Fico contente.

Roman.

- Casaco.

- É bom ver-te. - Sim, para mim também.

"10 horas antes do assalto"

Olha para ela.

Olha para ela!

Tira-a daqui.

Olha para o teu irmãozinho, Ada.

A tua menina vem comigo, Ada.

O Frasier Mahoney está a dar-te um dia.

6h da manhã de amanhã. Café do mercado das flores do Kailash.

Traz meio milhão em dinheiro.

Se chegares atrasada... Não vais querer mesmo chegar atrasada.

Lamento tanto.

- Mas que merda? - Ada, eu estraguei tudo.

- Eu estraguei tudo. - O que é que fizeste?

Eu estraguei tudo, Ada, por favor, tens de acreditar em mim, eu

não fazia ideia que tu e a Charlotte iam ser arrastadas para isto.

- Porquê a Charlotte? - Porque és a minha irmã.

Não consigo pagar o dinheiro que devo!

- Bem, eu também não o tenho. - Ada, eles sabem.

Eles sabem o que tu és.

Eles sabem do teu passado nas forças especiais.

E acham que contigo,

eu tenho meio palmo de hipótese de arranjar o dinheiro.

Eu não... Eu não sabia. Eu não sabia de nada, caralho!

Ada. Estou contente por teres ligado. Tenho pensado em ti.

- Levaram a Charlotte. - O quê?

Espera. De que estás a falar? Quem?

- Podes vir? - Estou a caminho.

Traz armas, Roman.

Traz um arsenal, caralho.

- Vem cá. - Meu Deus.

Vamos tratar disto, está bem? Seja o que for, vamos resolver.

Trouxe reforços.

Curtis!

Devo-te uma, Ada.

Estou aqui para devolver o favor.

Todos ouviram falar desta guerra entre o Mahoney e a Sra. Vine.

Os dois maiores gangsters de Londres a lutar pelo primeiro lugar.

Só precisa de uma faísca e há-de haver fogo-de-artifício.

Exato, por isso, se atacarmos a joalharia da Vine,

e fizermos parecer que foi o Mahoney...

Eles vão estar ocupados numa guerra, não à nossa procura.

Temos a certeza de que vai haver o suficiente no cofre?

Tenho um gajo lá dentro que está bastante convencido,

o suficiente para nos dar esta informação e arriscar a vida.

Desculpa, como é que raio vamos fazer

com que a Sra. Vine acredite que o Mahoney a roubou?

Cia.

A informação é a moeda dela.

E é a fonte mais confiável disso em Londres.

Se conseguirmos convencer a Cia, o nosso plano vai resultar.

A Cia odeia-te, caralho!

Está bem, é complicado.

Depois disso, vemos o Finlay, o Heeler, e transformamos as joias em dinheiro.

Depois usamos o dinheiro para pagar o Mahoney... e recuperar a Charlotte.

Tudo antes das 6h, vai ser apertado.

O Finlay deu-nos uma hora e um local.

Mushka Estates.

Estás louco, homem? Eu não vou para lá.

Seu grande idiota.

- Achas mesmo que vens connosco? - És um grande idiota...

- Curtis! - Olha para mim. Para mim.

Já levaram o meu bebé.

Não posso arriscar que te aconteça alguma coisa.

Só levaram a Charlotte por minha causa.

Eu meti-te nesta confusão

e vou arriscar a minha vida para te tirar dela.

Eu sei que farias o mesmo.

Privyet.

Todos no chão, agora!

...Minuto!

Vai resultar.

"10 minutos depois do assalto"

O Finlay, o Cúmplice, disse para ligar-lhe de um telefone fixo

no Mushka Estate.

Há uma cabina telefónica na esquina.

Raios me partam. Mushka Estate.

Porque raio é que alguém quereria encontrar-se aqui?

O Finlay gosta do sítio porque a polícia odeia vir aqui.

Ele ainda só atende chamadas de fixo?

Tem de ser um fixo. Tem de ser nos próximos 20 minutos.

Se chegarmos atrasados, o negócio cai.

- Mas que merda? - Quem raio é aquele?

Socorro! Socorro!

Edward, porque é que há um gajo do estacionamento no porta-bagagens?

Seu grande idiota. O que é que se passa contigo?

Não é grande coisa, caralho!

Que raio estás a dizer, homem?

Vocês meteram-se mesmo no sítio errado, entendem?

- Foi um acidente, está bem? Acalma-te. - Um americano, caralho!

Rah, mano. O conas está mesmo perdido, não é, mano?

O quê, bateste com a cabeça no acidente, puta? A desafiar-me?

Isto dói mesmo.

Achas que eu pareço um médico, caralho?

Acho que pareces um conas que vive com a mãe.

E talvez precises de um médico.

Então, que se passa, querida?

Eles têm uma arma mesmo séria, mano.

Recuam, caralho. Andem, os dois.

Larga a faca, menino.

Não és o único neste bairro armado, sabes.

Sou o único nesta conversa, não sou?

Disse para recuarem, caralho. Tu também, querida.

Então anda lá, grandalhão.

Que se foda, Rico, mano.

Vamos embora, não é?

Havemos de nos ver.

- Fora. Tchau, tchau. Desapareçam. - Não fiques à vontadinha, não é?

Não fiques à vontadinha, não é?

Vamos, temos de sair daqui. Eles vão voltar.

E tu podes ir-te embora também.

Temos de tirar este gajo do estacionamento do porta-bagagens.

Podes parar de pontapear o porta-bagagens?

Não vais querer fazer isso. Há explosivos lá dentro.

Que raio estás a fazer, Ada? Precisas de acordar!

Acorda!

Ada! Ada!

Meu Deus.

Edward? Não, não, não. Estás a sangrar. Estás magoado?

Não, estou... estou bem. Estás bem?

Estou bem. Bem...

- O gajo do trânsito está... - Não, não está.

Olha, temos de ir agora mesmo.

Meu Deus, matámos uma pessoa inocente.

Bem, desculpa. Não sabia o que mais fazer.

Não podemos pensar nisso agora. Precisamos de nos focar na Charlotte.

Então porque raio estava aquele gajo no nosso porta-bagagens?

- Era um agente de trânsito. - Sim, percebi isso.

- Porque raio ele estava lá, seu imbecil? - Por favor, tenta acalmar-te, Curtis.

- Bem, ele queria que eu movesse o carro. - Então meteste-o no porta-bagagens?

O quê, preferias que eu tivesse movido o carro?!

Preferia que tivesses removido os explosivos que armámos

para incendiar o carro do roubo em vez de causar um engarrafamento.

- Às seis horas. - O quê?

São os Mushkas. Parece que estão à espera de reforços.

Não podemos abrir fogo. Teremos um exército em cima de nós.

- Onde é esta cabine telefónica? - É logo ali à frente.

- Está tudo bem, Ed. Fica calmo. - Sim, estou a tentar ficar calmo.

Tarde demais. Abrigo!

- Mete-o lá para dentro. - Sobe, Ed. Mexe-te, mexe-te.

Mexe-te!

Mexe-te!

Tem de haver uma passagem para o outro lado.

Depois arranjamos um carro.

- 98. - 98.

- 98. - 98.

Pessoal, estão a avançar.

Curtis, leva o meu irmão. Encontra uma saída.

- Arranja um carro, já. - Precisamos de poder de fogo aqui.

É uma ordem.

- Sim, senhora. - Quase sem munição! A avançar!

Vamos.

A avançar!

São a polícia.

Os polícias estão a lutar com os Mushkas. É a nossa hora de avançar.

Vou atrás de ti. Vai.

Por aqui, neste muro. Espera aqui. Não te mexas...

Merda, não sinto as minhas mãos.

Acalma-te.

Estou a tentar, estou a tentar, estou a tentar, estou a tentar.

Acalma-te. Respira fundo.

Não, não... Roman, Roman, Roman!

Não, não, não.

- Onde é que estás magoado?

- Só os meus sentimentos. - Raios partam!

Fizeste-me cagar de medo.

Estavas à espera de fazer isso, não estavas?

Não tenho a paciência do Roman contigo.

- Eu estou aqui... - Porque a Ada te salvou a vida.

E agora ela deu-te uma ordem e tens de a cumprir.

Se alguém tem razão para estar em pânico agora, não és tu, pá!

- Não consigo respirar. Não percebes. - Não, tu é que não percebes.

Tens ideia do que o Mahoney vai fazer à Charlotte?

- Reage, caramba! - Está bem, Curtis, deixa-o em paz.

Continua.

Não consigo respirar! Não consigo... - Consegues respirar.

O que estás a sentir é uma ilusão.

Para onde vamos?

- Para o, o adro da igreja. - Isso mesmo.

- Temos de nos mexer. - Não o podemos deixar assim.

Olha para mim. Vá lá, pá. Tens a tua âncora.

Toca-lhe. Agarra-a com força na mão.

Meu Deus do céu!

Ouve, ele não vai reagir se o tratares assim.

Ele precisa de crescer,

de aceitar o que fez.

Vamos ter um problema enorme se não o deixares em paz.

Não dirias isso de um soldado com stress pós-traumático, pois não?

- O que raio se passa contigo? - Nada.

Ela deu-me um tiro.

Bem, isso faz todo o sentido.

Não temos aquele tipo do ferro-velho para ligar?

Meu Deus. Temos oito minutos para ligar ao Finlay.

Tenho um amigo no bairro. Está a uns minutos de carro.

Temos de ir. Agora.

- Avó! Avó! - O que se passa?

Outro pesadelo?

Caden, olha para a avó.

O que é que eu disse?

- Vá lá, meu querido. - Não preciso de ter medo.

Isso é um bom menino.

Agora, o Sr. Pequenino vai tomar conta de ti.

E se precisares de mim, sabes que o Sr. Jenson está à porta.

Basta gritares, a avó vem a correr.

Agora, volta a dormir.

Bons sonhos.

Obrigada, Sr. Jenson.

Uma zona de Londres Este, infame pelo alto nível de atividade de gangues,

está a transformar-se numa zona de guerra.

Agentes da polícia armada estão a inundar a área,

mas não parecem conseguir controlar a situação.

E está a ser relatado que

agentes armados e membros de gangues estão a trocar tiros.

- O que lhe aconteceu? - Morreu de medo, Sra. Vine.

Literalmente.

Nem sequer a electrocutei.

Cavalheiros, as minhas sinceras desculpas pela interrupção.

Agora, ajudem-me a entender.

Estão a tentar convencer-me de que

três ladrões vos apanharam completamente desprevenidos

no exato dia em que coincidentemente tinha mais de 2 milhões em joias no meu cofre.

Foram inteligentes o suficiente para rebentar com as vitrines

porque sabiam que, ao fazê-lo, a polícia seria alertada

e eu teria de passar horas a lidar com a lei

antes de focar toda a minha atenção em capturar aqueles

ousados o suficiente para me roubar.

É este um resumo adequado?

Sra. Vine. Por favor, juro pela minha vida.

Não sei quem lhe fez isto, ou o quê...

Quero enfatizar a necessidade de honestidade.

Creio que a mensagem foi passada.

Juro que não tive nada a ver com isto. Se alguém está envolvido, é o Brady.

O Brady parece discordar.

Por favor, se eu soubesse de algo, dir-lhe-ia.

Por favor. Não, por favor. Por favor!

Espero sinceramente que a sua teoria estivesse correta.

Lamento. Estive no exército com o Roman Cutter.

Foi ele quem atacou a sua loja. Eu estava desesperado.

Não sabia nada dos 2 milhões em diamantes. Nem o Cutter.

Mas se me soltar, trago-lho atado de pés e mãos.

Envie alguém para ver o Finlay, o Recebedor.

Claro, senhora. Mas se o Roman Cutter está a agir sozinho,

quer dizer, acha mesmo que tentaria vender as suas joias localmente?

Não quero pensar, Lennie. Quero saber.

É uma lista muito curta de recebedores com capacidade para tal transação.

- O Finlay está no topo. - Sim, senhora.

Brady, meu querido,

porque não começas por me esclarecer quem é exatamente o Roman?

O Cutter fazia parte de uma unidade de Operações Especiais.

Força de elite. Hoje em dia anda metido em coisas ilegais.

- Tens forma de contactá-lo? - Não, ele desapareceu.

Ele disse que me contactará em breve e dirá onde levantar a minha parte.

mas olhe, posso localizá-lo para si, senhora. Posso matá-lo.

Claramente não és páreo para o homem que descreveste.

Não, posso localizá-lo. Não, espere, não!

Encontrem o Sr. Cutter.

Quero-o sentado a tremer à minha frente...

antes do nascer do sol.

Sim, minha senhora.

Um confronto entre o gangue de rua Mushka e a Polícia Metropolitana

degenerou num motim que se está a espalhar por Londres Este.

Acredita-se que o motim tenha começado na última hora,

quando foram trocados tiros entre agentes armados

- e o gangue Mushka.

A polícia está a mobilizar reforços de emergência,

mas os residentes locais são aconselhados a ficar em casa...

Raios partam!

...até a situação ter sido controlada.

Esperamos aproximar o nosso helicóptero o suficiente para verificar os relatos.

Aquela merda quase aterrou na minha sala de estar.

...membros de gangues de rua

- e a Polícia Metropolitana.

Tensões na Cidade de Londres...

Merda! Merda...

Nicky?

Graças a Deus. Curtis!

- Mas que merda, pá? - Ainda tens aquele telefone fixo?

Sim. Também é bom ver-te, mano. Já não te via há tempo.

Desculpa, quem são estes... Olá!

- Não. Não. - Tudo bem. Não é o meu tipo.

Só preciso de um abrigo sólido esta noite.

Foste apanhado nesta loucura?

Guerras com a polícia, gangues, carros, fogo, armas.

Que merda parisiense, mano.

- Preciso mesmo do telefone fixo. - Quem me dera que tivesses ligado.

Levaste-me um susto daqueles.

Pensei que fosse o meu vizinho grande filho da puta de baixo.

Desculpa, mano, só tenho o telemóvel descartável. Não tinha o teu número.

Então porque é que não ligaste a este tipo no teu telemóvel?

Ele só aceita chamadas de fixo.

Que tipo de medieval do caralho é que só aceita chamadas de fixo?

Por favor, não, Curtis. Não me digas que ele é suspeito.

Confia em mim. Ele é fixe. Acalma-te. Deixa-nos fazer o nosso...

Roman Cutter. Tenho uma janela que quero resgatar.

Desculpa, Finlay, tivemos um pequeno contratempo.

Estamos dentro de 30 minutos.

Isso não me dá tempo suficiente para chegar ao clube da Cia.

- Não podemos ditar o horário ao Finlay. - Desculpa, o que é isto tudo?

Eu trato do Finlay, e tu vais ter com a Cia.

De maneira nenhuma. Eu tenho de estar lá.

- Roman, temos um problema. - Ada, eu trato disso. Confia em mim.

Por favor, alguém me explique o que raio se está a passar aqui.

- Roman. - O que é?

O detonador está no porta-bagagens que o filho da puta aqui rebentou

junto com o tipo do estacionamento.

Rebentaste o tipo do estacionamento? - Sim, rebentei, caralho.

- Edward, mas que raio!

Meu Deus!

O homem está a apontar-me uma pistola na minha...

Eu tenho vizinhos, pá.

- Há um grupo de WhatsApp e... - Vai-te foder.

- O que raio estás a fazer? - Aquela é a minha arma?

Disseste que podia confiar em ti. Acalma-te, caralho.

- Dá-me a arma. - Ele está a ser um otário.

- Tu é que estás a ser um otário. - Tu é que estás a ser um otário.

Não toques na minha arma.

- Podes tirar um coelho do cu? - Detonador?

Ainda temos C-4 que sobrou do assalto.

- Mas perdemos o detonador. - Talvez.

Tenho de fazer umas chamadas. Vai custar.

E que tal mandar entregar?

- Não, não, para. - Isto é personalizado?

- Além disso... - Queres que eu faça de babysitter?

Bem, levá-lo a algum lado sem mim agora...

- Má ideia. - Sim, e não posso levá-lo à Cia.

- Vou ver se dá para mandar entregar. - Entregar o quê?

Uma pizza? Não.

Deixa-me arriscar e adivinhar que é algo um bocadinho mais pecaminoso.

- Espera, só preciso que te acalmes. - Acalmar?

- És de uma audácia incrível. - Isto nunca vai resultar.

O homem estava relaxado.

O homem estava a ver Apocalipse Londres na televisão.

Preciso de ficar aqui umas horas. Não é grande coisa.

- Só tu, certo? - Bem, eu e...

- Tu e o Pateta? - Ei!

Eu tenho uma perturbação de personalidade muito séria

que é desencadeada por situações stressantes, está bem?

Bem, então fico muito reconfortado.

Porque não há nada stressante nesta situação, pois não?

Não, que se foda isto.

Vocês podem todos pôr-se a andar da minha casa agora mesmo.

Cinco mil paus, aqui.

Chá, café?

Não deixes isso aí à vista, mano.

Sim, eu arrumo isto antes da minha empregada chegar.

É exatamente como disseste.

Se a Sra. Vine acreditar que o Mahoney levou as suas joias,

ela vai começar uma guerra com ele, e nós estamos livres.

E és a única que pode convencer a Cia de que foi isso que aconteceu.

- Não posso levar uma arma à Cia. - Dá cá.

Eu encontro-me com o Finlay e troco as joias por dinheiro.

Confia em mim.

- Edward? - Eu não faço nada.

- Está bem? - Sê um bom rapaz.

Ele está a ser um idiota, no entanto.

Porque é que ela o está a abraçar como se nunca se fossem ver?

Cala-te um segundo, faz favor, mano?

Vou calar-me um segundo, está bem? Só é a minha casa.

Mal-educado!

- 98. - 98.

98, caralho.

Então, qual de vocês otários me vai explicar

o que raio se está a passar aqui?

Atenção...

Roman.

- Se não te vir outra vez... - Do que estás a falar?

Vemo-nos em 90 minutos.

Estão instruídos a abandonar a área imediatamente.

A não conformidade pode resultar em detenção.

Aqui é a polícia. Encontram-se numa assembleia ilegal.

Por favor, vão para casa. Aqui é o Departamento da Polícia Metropolitana.

Estão ordenados a deixar a área imediatamente.

Estou-me a cagar para a tua idade.

Vais levar no focinho, se continuares a falar merda.

Ei!

O que faz uma rapariga simpática como tu sozinha na rua?

Estás perdida.

Deixa-me levar-te a casa.

- Não tenho tempo para isto, caralho.

Para onde vais? Vem, vem, vem. Ei!

Querida! Querida, querida, querida.

- Devagar, linda. - Não foi muito inteligente vir para aqui,

pois não?

Linda, para onde vais?

Mostra-nos as mamas, amor.

Está bem, escolheram as mamas erradas, rapazes. Primeiro e último aviso.

Ela parece gostar de coisas rudes.

Não fazes ideia.

Tens espírito e uma boca suja?

Talvez deva ensinar-te a ser uma verdadeira senhora.

- Quer dizer, eu gosto de aprender coisas. - Sim?

Eu avisei-te.

Sim.

Otários do caralho.

Recebi a tua mensagem. O que raio se está a passar?

Senta-te.

Não, não me vou sentar, Rouben.

O que raio estás a fazer, Edward?

Eu não estou... vai-te foder, Curtis.

Estou a tentar contar a minha história e tu não estavas lá, está bem?

Olha, nós metemos o Galloway nesta loucura.

O mínimo que podemos fazer é dizer-lhe o que se passa.

Sim, o Tio Maluco aqui tem razão. Eu mereço saber o que se passa.

Estou a tentar fazer uma chamada importante.

Raios partam!

Quem é que lhe cagou na salada?

Sou apenas um estafeta. Não sei de nada.

Não vejo nada, mantenho a cabeça baixa. Esse é o trabalho.

Achas que essa merda te vai tirar disto?

Foste tu que disseste que ninguém ia descobrir se provássemos um bocadinho.

Bem, alguém descobriu.

Rouben, para quem raio é que temos estado a trabalhar?

Frasier Mahoney.

Frasier Mahoney, caralho! Estás a gozar comigo, mano?

- Como é que apareces no radar dele? - Eu não sabia, caralho.

Que tipo de idiota entrega merda para pessoas que não conhece,

e depois rouba-as?

Vai-te foder, não tens o direito de me julgar no teu sofá de merda.

Certo, chega de falar de sofás. Acalma-te, caralho!

Puta que pariu.

Está bem, devolvemos o dinheiro ao Mahoney, com um jurozinho.

Está bem.

- Receio que não possamos fazer isso. - Porra, porquê?

Foi-se.

Foram só uns milhares, pá. Fazemos uns trabalhos. Fica bem.

Quanto dinheiro deves, Rouben?

Sabes aqueles ataques de ansiedade que eu tinha em miúdo, Rouben?

Bem, sinto que estás a provocar-me um, caralho.

Por isso, tens de me dizer quanto dinheiro deves.

400.000 mais juros.

É esse o número, está ali. Fodeste-nos a todos.

Desculpa, Eddie. Eu não sabia que isto ia acontecer.

Mas eu nem sequer tirei tanto dinheiro assim!

Tiraste sim, caralho! Nem perto, mas tiraste!

Sim, mas eles sabem que tu roubas.

- Como é que sabem que eu roubo? - Eddie?

- Eddie, pá. - O quê, pá?

- Não vês que estou no meio disto? - Vejo sim, pá.

Acho que precisas de ajuda profissional.

- O quê? - A tua cabeça está avariada.

O Frasier Mahoney gostaria de ter uma conversa com vocês, senhores.

- Armaste-me uma cilada, seu cabrão. - Só prometi que estaríamos cá os dois.

Que se foda.

Que se foda. Tira as mãos de cima de mim!

Tira as mãos de cima de mim! Tira! Eu não fiz nada de errado!

Não é culpa minha! Eu não fiz porra nenhuma!

Não, não! Detonadores? Agentes de trânsito explodidos?

O Frasier Mahoney, caralho?

Sim, e a Charlotte não teve nada a ver com isso!

Quem raio é a Charlotte agora?

- Curtis, mas que raio, mano? - És um verdadeiro salvador.

Obrigado, sim, estarei à espera. Valeu, pá, sim.

Tudo bem?

Qual é o problema, mano?

Meu Deus, Ada, não podes...

Estou com pressa, malta. Entram ou não?

- Vamos apanhar o próximo.

Atenção às portas.

Ei! Deixem-na em paz. Larguem-na, seus cabrões.

- Quem é este? Vem à porrada, homem. - Qual é o vosso problema, seus Mushkas?

Levanta-te! Vai-te foder!

Esqueceste-te do chapéu!

Sabes que não te posso deixar entrar, Ada.

E tu sabes que não há o suficiente de vocês para me parar.

Vá lá...

Tens a certeza? Onde está a Jody?

A Jody?

Vem cá.

Ada, que raio estás a fazer?

Vim ver a Cia.

Não há hipótese nenhuma de tu entrares.

- Estás a falar a sério? Aceita o meu dinheiro e entro na boa.

Recuses, e vou entrar com força.

- Dá-me dois minutos. - Tens um.

Roubas o segundo maior gangster da cidade

para pagar ao primeiro maior gangster da cidade.

Seu grande otário. És tão maluco como ele.

A minha irmã, ela sempre tomou conta de mim.

- Acalma-te. Faz a técnica da âncora. - Estou calmo.

Onde está a tua pedra, Eddie? Puxa da tua pedra.

Não, não, não, não, não. Ninguém vai puxar da pedra!

- É uma técnica de relaxamento, idiota. - Estou-me nas tintas.

Ninguém puxa da pedra no meu quintal.

Ele não está realmente. Estás bem?

Eu sou a tua rocha.

Eu sou a tua irmã mais velha e vou sempre proteger-te.

Amo-te.

Ela não é assim tão forte. Ela... Ela dói que se farta.

Está tudo bem.

Ela... ela... Ela aprendeu a lutar em segredo.

Aprendeu. Aprendeu. Roubava para pagar as aulas.

Só para poder proteger-me dele.

Ela matou aquele cabrão por mim. Ela matou-o, caralho.

E é assim que eu a recompenso?

Fazendo a filha dela ser raptada?

Seu grande idiota, Eddie!

Não, não, não, não, não. Para de bater no chão!

Se o vizinho vier, estamos lixados. Chamam-lhe Nicky-Nunca-Perdeu-Uma-Luta.

E se o Pateta não parar de bater no meu chão,

ele vai cá acima não perder outra.

- Curtis!

Certo, para. Estás a abusar agora. Desculpa, Ada.

Então, se isso era uma opção, porque não o fizeste há meia hora?

Cala-te.

Olá.

- Estou aqui pelo Finlay. - Quem?

Está bem.

Senta-te. Cala-te.

Onde ela está, Tony? Não fazes ideia da importância disto.

Sabes como isto funciona. Porque foste tu que fizeste as regras.

Acalma-te. A Cia disse que te vê agora.

- Ótimo.

Tenho um táxi para o Roman Cutter.

Espera aí.

- Onde está o Finlay? - Vou levar-te até ele.

Como assim? Não é assim que isto funciona.

Entra ou sai. A escolha é tua.

- Agora estamos lixados. - Sai cá para fora, Galloway!

Abre esta porta, caralho!

Nicky, pá, desculpa mesmo o barulho.

É que... É o meu miúdo, ele exagera no Pro Evolution.

Merda! Curtis?

- Vocês querem chatear-me?

Não.

- Eu avisei-te. - Foda-se.

Meu Deus!

Vou matar-te, caralho!

Cala a boca, Curtis. Deixa o homem acabar.

Isto é uma merda!

Curtis!

Raios partam!

Vem cá.

De joelhos, caralho.

Agora!

O número que marcou não foi reconhecido.

Por favor, verifique e tente novamente.

Nicky?

Espero que possamos superar isto, sendo vizinhos e tal.

Desculpa, pá.

Se alguma vez voltas a aproximar-te deste sítio,

a última coisa que vais ver serão os meus olhos furiosos.

Está bem, estou a sair.

Anda, vai-te embora.

Raios partam!

Não a chateies.

- Percebeste? - Acho que sim.

Motins alastram por East London

e a Ada Williams vem ver-me

pela primeira vez desde que deixou de trabalhar para mim.

Que noite.

Parece que os negócios vão bem.

Parte-me mesmo o coração.

A única razão pela qual estás aqui é porque precisas de alguma coisa de mim.

Não, tenho algo para ti.

Não é o que eu gostaria, de certeza.

Bem, não, não isso. Mas acredita, vais querer isto.

Acreditar... em ti?

Quanto falta até ao Finlay?

Dentro de algumas horas, vais descobrir que

alguém assaltou uma das lojas da Senhora Vine.

- Notícia velha, Ada. - Eu sei quem o fez.

O que queres em troca?

Eu só quero paz. Quero que me perdoes por ter saído.

Eu deixei essa vida

e não quero pontes queimadas, para mim ou para a minha filha.

- Só isso? - Só isso.

Sai.

Finlay, o que é toda esta merda de segredo e espionagem?

A natureza maquiavélica do nosso negócio único

obriga-me a uma posição inexorável de o fazer de uma forma única.

Dizes que queres paz.

Eu digo que precisas de ter a certeza

de que a tua informação chega ao destino certo.

E não há hipótese no mundo de estares aqui

se eu não fosse o melhor sítio de Londres para comprar e vender iluminação.

Se queres a minha garantia, então...

Põe as algemas em ti mesmo.

Esse é o preço. Confiança.

Está bem.

Isto está a satisfazer-te?

- Por favor, deixa-me pôr a outra. - Força.

Dominei o indomável.

Deves estar...

Desesperada.

É preciso ser-se asinino ou um génio do crime

para roubar a Senhora Christina Vine.

Ainda usas aquele papel higiénico com a palavra do dia?

Eu tenho um cartão de biblioteca.

Desculpa, disseste que alguém assaltou a Senhora Vine?

Presumivelmente, não passa de uma coincidência, então.

Tal como este motim dos Mushka, a sair do controlo.

Está muita coisa a acontecer em Londres esta noite.

Talvez te pudesse levar aos reinos de...

prazer...

- ou dor...

que nem consegues imaginar.

Ou...

Tens amigos mesmo ao lado

que matariam por uma oportunidade como esta.

Imagina o dinheiro que poderíamos fazer.

500.000. Estes diamantes e o que está na bolsa.

Estás satisfeito com esse montante por estas joias?

As joias são boas.

Quando ele sair, acaba com ele.

Vais aceitar o meu preço sem regatear nada?

Devo ter apanhado mais joias do que esperava.

- Sou homem de palavra. - És um homem de muitas palavras.

Abre a janela, por favor.

Podes contar à vontade.

Que se foda isto. Preciso que vocês os dois saiam daqui já.

- Sabes que não podemos sair. - Não te estou a dar escolha, mano.

- Isto não precisa de sair do controlo. - Sair do controlo?

Sair do controlo já ficou para trás há muito.

Esta merda já é de outra dimensão. Agora, vão-se embora.

Nós viemos do nada, tu e eu.

Sem família, sem ajuda.

Criámos uma existência para nós da melhor forma que pudemos.

Eu sei.

E gostava de te poder ajudar, a sério, mano, mas...

Mas não fui feito para isto.

Tenho medo.

Por isso preciso que vocês os dois saiam da minha casa, agora mesmo...

Raios partam!

Merda!

Merda!

- Quem está a disparar contra nós, Curtis? - Cala-te, caralho.

Lança o dinheiro cá para fora e deixamo-te viver.

Merda.

Merda! Que se foda.

Então venham lá, seus paneleiros.

Este negócio é urgente, Cia.

Podes ser mesmo um pesadelo, Senhorita Williams.

Quanta pressão seria preciso para...

- Cortar-te o gás?

Esta, ou... esta...

quantidade?

Não respiraste ar há...

15 segundos.

Deves estar a sentir a euforia, certo?

- Agora sinto, sua cabra doida. - Ada, Ada, não mudaste nada.

Quero mais.

A Jody?

A ardência!

- Mas que merda. - Manda-os parar.

Ainda não consigo entender porque já não me queres proteger.

Vamos ver este espetáculo.

Mais uma vez, deixas-me sem fôlego.

Frasier Mahoney assaltou a Senhora Vine. Quer mostrar quão vulnerável ela é.

Mahoney acha que o movimento lhe dará apoio neutro das ruas,

porque ele quer uma guerra.

Adoro aquela cabra.

Odeio aquela cabra.

- Vem cá!

- Vai-te foder. - Morre, caralho!

Curtis?

Que raio está a acontecer?

Arranja um isqueiro.

98, certo?

Meu Deus, homem. Aquele tipo Nicky está morto?

Merda!

Meu Deus, Curtis. Curtis! Diz-me o que fazer, amigo.

Precisas de verificar se há uma saída e cauterizar a ferida.

- Está bem. - Abre-a. Toda.

Merda. Sim. Sim. Merda. Merda. Foda-se!

- Desculpa, amigo. Desculpa.

Não há saída da bala, Curtis. Diz-me o que faço.

Tenho de tirar a bala.

- Arranja-me um espelho. Dá-me um espelho! - Não, amigo. Eu faço-o.

Eu faço-o, Curtis!

Por favor, amigo. Olha para mim. Confia em mim. Eu trato disto.

Não estragues isto.

Isto vai doer um bocadinho, está bem?

Precisas de esperar até sentires o metal?

Desculpa, amigo. Apanhei-a. Apanhei-a, amigo. Vais ficar bem.

Muito bem, Ed.

Afinal, talvez não sejas tão parvo como pareces.

Curtis!

Curtis? Curtis, acorda, homem.

Curtis, amigo, acorda! Merda, Curtis, por favor.

Merda!

Parece-me bem.

As joias, por favor.

Quanto tempo demoraste a aprender língua gestual?

Sabes, aprendi com um velho camarada de guerra

quando estávamos em operações em Helmand.

Depois daquela explosão...

Bem, ele não ouvia um caralho.

Acho que houve um mal-entendido.

Não há mal-entendido nenhum.

- Fala-me. - Pediste-me para seguir o Finlay.

Ele está num carro com este Roman Cutter. O que fazemos?

Que se foda.

- Acaba com todos. - Sim, senhora.

Lennie, querido, vamos para a discoteca da Cia.

- Acorda os rapazes. - Trato disso, senhora.

Estás a tentar dizer que não cuido dos meus filhos?

Eu cuido dos meus filhos!

Mano, deixa-me ligar-te depois. Meu amor!

Mas que... Deixa-me ligar-te depois. Deixa-me ligar-te depois.

Sim, tu. Vem cá. Vem cá.

Caramba!

Queres a noite dos teus sonhos, meu amor?

- Este carro é teu? - Gostas, pois não?

- Sim, gosto mesmo. - Então o que é que estás a tentar fazer?

Estava a pensar que talvez fique com o carro e ficamos quites.

Levar o carro para onde?

Ias matar-me.

E ias vender estas joias de volta à loja da senhora Vine,

por um preço um pouco mais baixo.

É mais ou menos isso?

- Emboscada! - Acelera!

Foda-se, foda-se, foda-se!

Mas que... O que vamos fazer, Roman?

Há um minuto, estavas a tentar matar-me. Agora somos uma equipa de merda?

Merda.

Eu saio. Dá-me a tua arma.

Não tenho.

Que tipo de gângster não tem uma arma?

O meu motorista tem uma... no banco do passageiro.

Nada mau.

Vai para o táxi.

- Mexe-te! - Merda! Merda, merda!

- Mantém a cabeça baixa. - O que vais fazer?

Explosão em três, dois...

- Nem uma palavra de merda.

Sai aí de dentro e podemos fazer um acordo.

Roman, podemos fazer um acordo!

- Fazes tu um acordo, então. - Não, porra! merda!

Põe o carro em ponto morto. Ponto morto!

Merda!

O que estás a fazer!?

Não vás na direção deles... Mas que raio!

Merda!

Estás completamente louco?!

Roman? Roman!

Que se foda.

- Cabrões!

- Não!

Merda!

Foda-se!

Vá lá...

- Quem raio és tu? - Não quero problemas, mano.

Só me disseram para entregar um detonador a um tal Curtis, só isso.

Está bem. Larga isso e vai-te embora.

Meu Deus.

Puta que pariu.

Não, não, não. Não, Curtis!

Lamento imenso.

Edward?

Edward?

Estou aqui.

Graças a Deus. Estás magoado?

- Que raio aconteceu? - Lamento tanto.

Não, vamos buscar a Charlotte. Estamos quase no fim.

Tudo o que fui para ti, Ada, foi... foi um peso.

- Isso não é verdade. - Ambos sabemos que é.

Quer dizer, até quando éramos miúdos, tudo o que fizeste foi proteger-me.

Cuidaste de mim e amaste-me.

Tudo o que eu fiz foi... foi cuspir nesse amor.

Isso é uma completa treta. Nunca, nunca mais digas isso.

Obrigado.

Muito obrigado por tudo o que alguma vez fizeste por mim.

Não tens de me agradecer, parvo. Sou a tua irmã mais velha. É o meu papel.

Olha...

- Prometo que te vou compensar. - Não há nada para compensar.

- Amo-te tanto. - Amo-te tanto.

Estou tão contente por estares bem.

- Não!

Lembras-te de quando nos conhecemos?

Primeiro dia do exercício de forças conjuntas.

O nosso instrutor era o melhor dos melhores.

E ele costumava dizer:

"O corpo... o corpo consome calorias

para se manter a queimar a 98 graus".

Sim, é isso mesmo.

Manténs-te a ti e aos homens e mulheres que estão ao teu lado,

- manténs-nos a queimar a noventa... - ...e oito graus.

Sim.

Ele chamava-te Gata Selvagem. Lembras-te disso?

Porque nunca desistes, Ada. Não. Importa. O quê.

Mas o Edward!

O Edward já se foi.

Mas a Charlotte ainda está a 98.

Vamos buscá-la.

Isso mesmo.

Que surpresa inesperada.

Contactaste os meus homens, pediste para falar urgentemente.

Depois de anos a fazer negócios...

é a primeira vez que estamos cara a cara.

Ouvi dizer que tens comida para mim.

O caviar tem um preço.

Está pago.

Frasier Mahoney estava por trás do assalto na tua joalharia.

Ele quer fazer-te parecer...

Fraca.

Acha que isso lhe daria o apoio neutro nas ruas

se a guerra rebentasse.

Se eu der gorjeta ao empregado, posso conhecer o chefe?

Não posso revelar como ou onde obtenho os meus ingredientes.

Posso apenas servir-te a refeição. - Nunca gostei muito de caviar.

Demasiado salgado.

O meu restaurante ainda exigirá pagamento, caso contrário...

A nossa cozinha ficará fechada para ti no futuro.

Andaste numa corda bamba notável.

Construir uma operação destas na minha cidade.

Não é só uma cara bonita nesses ombros.

Está a lisonjear-me, senhora Vine.

Lennie, amor.

Paga a conta.

Minha senhora.

Olá, querida.

Sabes, nunca fui muito bom em conversas sérias.

Ainda tens medo de uma vida normal sem todo o barulho?

Nada me assusta mais do que voltar a perder-te, Ada.

Vamos recuperar a Charlotte. Prometo.

Roman, tenho de te dizer uma coisa.

É sobre a Charlotte?

Ela é nossa, não é?

Tive um pressentimento.

Amo-te, Ada.

- A minha filha está aqui? - Senta-te.

Onde está a Charlotte?

Personagens... A causar distúrbios pela minha cidade.

Estamos nas notícias por todo o mundo.

Pequenos aspirantes a gângsters a pensar que é a sua vez de brilhar.

Tempos loucos em que vivemos?

Sabes que a minha mulher faleceu no ano passado?

Os meus mais sinceros pêsames.

Era uma mulher notável. Realmente era.

O tipo de mulher que deixa marca, sabes?

Meu Deus, era uma verdadeira cabeça que se virava.

Não só porque era bonita. Aqueles olhares para ela... Não.

Não importava como ela era.

- Ela tinha esta energia. - Parece uma mulher extraordinária.

Vou contar-te um pequeno segredo.

Não seria o homem que sou hoje se não fosse por ela.

Qual é o ditado?

Puta que pariu.

Sabes, atrás de um grande homem há... há uma mulher maravilhosa.

Acredito que seja verdade.

Sou feminista, vês.

E sei que se uma mulher quer chegar ao mesmo lugar que um homem neste mundo,

tem de trabalhar o dobro.

Podes passar-me a compota?

Quero ver a minha filha.

As pessoas costumavam dizer coisas,

em privado, as pessoas diziam,

Martine era esse o nome dela, Martine, a minha mulher.

A Martine... puxa os cordelinhos.

Tenho o que queres. O dinheiro que o meu irmão deve.

- A Charlotte está aqui? - Sim, sim, chegamos a isso.

Não, não... Chegámos agora.

Não me importava que falassem. Tudo bem.

O problema não era os gajos a conversarem. O problema era...

A minha mulher começou a acreditar em toda a merda que diziam.

Agora, o poder subiu-lhe à cabeça.

A maldita mulher deixou de ouvir o que eu estava a dizer.

Ela até me sabotou em mais do que uma ocasião.

Não conseguia acreditar nela.

Olhe, se quer o dinheiro, traga-me a minha filha agora mesmo.

Matei a Martine com as minhas mãos.

Torci-lhe o pescoço como a uma galinha.

Isso ensinou-lhe uma lição.

Nenhuma mulher deve ultrapassar o seu lugar.

Não na minha presença.

Tenho meio milhão em dinheiro

que gostaria de lhe dar em troca da minha filha.

Sabes qual é a coisa mais valiosa do mundo?

- Tinhamos um acordo!

Informação.

Vejamos-te a ti, por exemplo.

Eu nem sabia que existias...

até há uns dias atrás.

E agora cá estamos nós, aconchegados ao pequeno-almoço com um café.

És uma mulher perigosa.

É uma informação que gostava de ter há muito mais tempo.

Se pensas que vou fazer alguma espécie de vingança depois disto,

estás enganado.

O meu único objetivo é a Charlotte.

E o teu sangue?

Não há aqui nenhum irmãozinho para testemunhar a minha atuação?

O meu irmão está morto.

Bem, tens tido um período stressante.

O teu limite foi ultrapassado, isso é certo.

Sr. Mahoney, a Charlotte está aqui?

Sim, está.

Posso vê-la?

Permita-me...

que lhe dê um pedaço de informação.

Se magoou a minha filha de alguma forma,

vou arrancar-te o fígado e vou comê-lo, caralho!

Calma!

É uma prenda. Abre a caixa.

Cia.

Claro, oferecer uma prenda usada não é muito educado.

Mas desta vez, fiz uma exceção.

Pensei que a Ada ia gostar da surpresa tanto como tu.

És uma verdadeira querida.

Queres convidar o Roman Cutter para se juntar a nós?

Presumo que ele esteja a ouvir.

Filhos da puta!

Espero que o seu colega também tenha as minhas joias. O Finlay certamente não.

Os melhores planos, Ada.

Olá. Boa tarde. Com licença, deixem passar.

Se algum de vós, coitados, está aqui só

pelo seu chá e pelas suas torradas com feijão,

bem, agora é a vossa chance de pôr-se a andar.

Ninguém. A sério? Bem, não me surpreende. Foram avisados.

Pensei que fosse uma boa altura para vos esclarecer, Sr. Mahoney e Sra. Vine.

Parte do nosso plano correu bem... Na verdade, correu incrivelmente bem.

Não iam acreditar. Trouxemos os vossos 500 mil, e...

isto.

O que está na mala?

À vontade. Dê uma boa olhadela.

Abra-a ou estalo os dedos e a sua menina perde três dedos do pé.

Está bem!

Pois, não queremos que nenhum idiota faça explodir o que está aqui dentro.

Não, não queremos.

- Isso é uma bomba? - Não, é um termómetro retal.

É uma bomba.

Mas não me preocuparia tanto com isto como me preocuparia...

Com o detonador. É um interruptor de morto.

Assim que eu colocar o polegar no gatilho assim...

Se eu o largar, grande estrondo.

A questão é,

que é preciso...

um ódio muito especial para matar um familiar.

Não é, Sr. Mahoney?

Não gostei de matar o meu pai. Mas tinha de ser feito.

Porque, e vai entender isto como feminista,

não se pode deixar um homem ultrapassar o seu lugar.

Especialmente na minha presença.

Porque é que não nos acalmamos todos e baixamos as armas?

Provavelmente uma boa ideia, porque os meus polegares suam com armas.

- Tragam a menina. - Obrigado.

Calma.

Olá!

Mamã.

Então... Vocês saem daqui e depois o quê?

Vamos para uma distância segura.

Eu desarmo a bomba, e todos saem vivos.

Tenho "parvalhão" escrito na testa?

"Acho que o termo "Viver para lutar outro dia"

nunca foi mais apropriado.

Deixem-na ir.

Mas entendam isto.

Se alguma coisa me acontecer,

a ira do meu povo vai cair sobre vós.

Bem, vamos embora agora.

E se alguém decidir brincar com a mala ou seguir-nos,

vão estar a raspar os vossos cu's do teto

durante as próximas três semanas.

Aproveitem o pequeno-almoço!

Compreende, claro, que vou levar esse dinheiro em troca das minhas joias.

Pois, que se foda, não fui eu que te enganei.

Que raio pensas que estás a fazer?

Tira a arma do Sr. Mahoney, agora mesmo, caralho.

Estou no México?

Parece um impasse do caralho.

Foda-se... Não, não...

- O que estás a dizer, mano? - Estás a gozar?

Lembras-te de mim? És dos Mahoney ou dos Vine?

Sei que ambos estão lá dentro.

Os federais já acabaram por aqui. Os Mushkas agora dominam as ruas.

- Espalha-cus. Olha para isto. - Dispara nela, caralho!

Que raio é aquilo?

Deixámos uma bomba enorme lá dentro

com explosivos suficientes para destruir toda a zona postal.

- Então larga-a, caralho. - Se eu a largar, morremos todos.

- Estás a dizer merda. - Queres jogar?

À minha procura, rapazes?

Mantém a cabeça baixa, miúdo.

- O que achas? - Acho que não temos escolha.

Vem cá, protege-a.

Estás bem?

Não consigo acordar a Mamã.

Só quero verificar se não estás a sangrar.

Estou bem,

mas a Mamã...

Ada!

Ada!

- Estás bem? - Ela está bem. Anda.

Ela está a sangrar!

Eu tirei estes.

Isto é para garantir que podes dar à Charlotte a vida que ela merece.

Bem, podemos.

Sim.

Sim.

Talvez devêssemos pôr-nos a andar.

Sim, é uma boa ideia. Acho que é inteligente.

Download de: opensubtitles.org Se gostou deixe um like!

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.