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Yiddish
Yoruba
Zulu
Senhoras e senhores, fala o vosso maquinista.
Quero relembrar que não vamos parar até Glasgow.
Não vamos parar até Glasgow.
JOE SILVERMANN - GRANDE MIÚDO INVESTIGAÇÕES DE OXFORD
JOE - PULSOS CORTADOS - SUICÍDIO
Obrigado, maninho.
ZOE - ATENÇÃO! - A MULHER
Muito bem.
- O bilhete, por favor. - Sim, claro.
- Obrigado. - De nada.
Este lugar está ocupado?
- Sim, está. - Não parece.
Se vir algo suspeito,
contacte um funcionário ou ligue para a policia.
- Ver. Dizer. - Ver. Dizer.
- Resolver. - Resolver.
A luz brilhou sobre ti, esta noite
CONFIDENCIAL
Mas eu caminharei Pelas ruas escuras sozinha
E adormecerei com um sorriso
A poupar os cêntimos Porque o oráculo mo disse…
BASEADA NO LIVRO DE
Aprendi a confiar Na minha cabeça para virar
Uma mesa livre.
Finalmente.
- Desculpe. - A culpa foi minha.
- Aqui, querido. - Aqui?
- Peço desculpa. - Não faz mal.
- Como está? - Bem, obrigada.
- Como estão? - Nada mal.
Nada mal.
Vão sentir-se melhor depois disso.
- Está cheio, hoje. - É verdade.
- Sou a Julia. Olá. - Olá.
- Muito prazer. - Sou a Shelley.
- E eu sou o Bob. - Olá, Bob. Olá, Shelley.
- E… - Andy.
Andy. Olá.
Muito prazer.
- É uma viagem especial? - Sim.
Estamos na viagem de uma vida às Terras Altas.
Lindo.
Por causa da ascendência do Bob.
Não.
A linhagem dele vai dar ao William Wallace.
- Está a gozar. - É preciso procurar muito bem.
Com um microscópio.
- Certo. - Bob, não.
Aquela página foi muito clara.
Meu Deus!
Isso é o Bananagrams?
- Sim. - Sim?
Por acaso, não querem fazer um joguinho?
- Não quero ser chata… - Nada disso.
- Eu jogo. - Sim, com todo o gosto.
- A sério? Obrigada. - Claro.
Fica já avisada de que sou um demónio.
- Sim? - Jogo a noite toda.
Não me importo.
- Vamos lá. - Desculpe, Andy.
Quer jogar?
Não, eu fico a ver.
Certo.
- Vamos lá. - Sim.
- Não jogo há anos. - Sim.
- Não imaginam. - A sério?
Que foi?
Eu e a Ella discutíamos por causa disto quando éramos miúdos.
- É nojento. - Dá cá.
Obrigado.
Achas que estamos perto?
Não sei.
Não.
Estou a falar de encontrar a Dinah.
Espero que sim.
Muito bem.
Eu fico com o primeiro turno.
Turnos?
Sim, não viemos acampar por diversão.
- Banana! - Meu Deus!
- A sério? Outra vez, não. - Sim!
- Não acredito. - Sempre o mesmo.
Meu Deus!
Céus! Desculpem, está na nossa hora.
O jet lag está a atacar.
Não! A noite ainda é uma criança.
Sim, mas eu não sou.
Estamos exaustos.
Muito bem. Julia e Andy, foi um prazer.
Igualmente. Obrigada pelo jogo.
- De nada. Gostámos muito. - De nada.
Desculpe. Importa-se que tiremos uma fotografia?
Sim.
Estamos a fazer um álbum com os amigos que fizemos na viagem.
- Claro. - Eu tiro.
- Obrigada, Andy. - Também devia aparecer.
Odeio que me tirem fotografias. Por favor.
- Certo. Vamos juntar-nos. - Certo.
Bananas! Sim.
Digam "Braveheart".
Braveheart.
Tirou?
Sim.
- Obrigada, Andy. - Sim.
- Obrigada. - De nada.
Também vou dar a noite por terminada. Não quero beber sozinha.
Faz bem, Julia. É preciso ter cuidado.
Pois é.
Sim.
- Boa noite, Andy. - Obrigada.
Boa noite. Foi um prazer.
- Está um senhor a dormir. - Adeus.
- Cuidado. Segurem-se. - Sim.
Já bebemos um bocadinho.
Isso com o jet lag é perigoso.
- Sabem o número do quarto? - Sim.
Sim, tenho aqui a chave.
Parece mais longe. Sim.
- Aqui… - Chegámos.
- Este é o nosso. - Como é o vosso quarto?
Deve ser igual aos outros.
Sim.
Está tudo bem, querida?
Parece nervosa.
Não, estou ótima.
É só o uísque.
- Sim, deve ser isso. - Boa noite.
- Boa noite. - Vejo-vos amanhã.
Não se a virmos primeiro.
Boa noite.
Com licença.
É preciso ter feito uma reserva para estar neste compartimento.
Bilhetes, por favor.
Voltem aos vossos lugares, por favor.
- Estava vazio. - Sarilhos.
CASA DE BANHO
Desculpe!
Desculpe, minha senhora.
- Não pode estar aqui. - Desculpe.
- Desculpe. Tem de sair. - Sai!
Mas que raio?
NÃO ENTRAR SÓ FUNCIONÁRIOS
Desculpe. Enganei-me.
Não encontra a sua cabine?
Sim, desculpe.
Esta não é a carruagem E?
- Não, é por ali. - Certo.
- Fica mais ao fundo. - Está bem.
Tenho um péssimo sentido de orientação.
CHAVE-MESTRA
74 - DISPONÍVEL
Meu Deus!
Céus!
Graças a Deus!
Que foi?
- Estás bem? - Sim, estou ótima.
Onde estás? Isso não é a minha casa.
Queria estar num lugar onde a Internet não tivesse restrições.
Por isso, estou num café de jogos.
Estou no meu sistema operativo.
E, se alguém estiver à espreita, estou a usar um proxy.
Além disso, mascarei o meu endereço MAC.
Que bom para ti.
Que se passa?
Consegui aceder aos vídeos que encontrámos.
Zoë, aviso-te de que é horrível.
Pensa na coisa mais horrível que já viste. Isto é pior.
- É horrível. - Está bem.
Mais alguma coisa?
Sim. Antes de os enviar, ativaste a VPN que instalei no telemóvel?
Sim.
Preciso que descubras exatamente onde o médico esteve na Escócia.
Posso tentar geolocalizar as mensagens dele.
Às vezes, dá.
- Certo. Vou enviar o primeiro vídeo. - Wayne, tenho de desligar.
RAPAZ DA MORGUE ANEXO: 1 VÍDEO
Baixa-te, Tommy!
É dos nossos!
Veio por nós!
Fogo inimigo!
Fogo inimigo!
Tirem-me isto de cima!
Tirem-me isto de cima!
Socorro! Alguém me ajude!
Estou a arder!
LOCALIZADOR ESCÓCIA - IRLANDA DO NORTE
Localizador a 146 quilómetros.
Que se lixe.
Michael?
Downey?
Michael?
Sacana.
Merda.
Aquele merdoso.
Sacana.
Merda.
Não sei. Precisamos de biscoitos novos ou algo assim,
porque o cocó dele cheira mal.
Cheira a…
Cheira a merda de cão.
Certo. Sim. Não, tudo bem.
Vou pedir para tirar o dia e levá-lo ao veterinário.
- Malik. - Já te ligo, querida.
Sim. Está bem. Adeus, amo-te.
Pouse o cocó e entre.
Sim.
Sim. Anda, Nigel. Vamos.
Por aqui.
Anda
- Estou com o meu… Certo. - O cão, não.
- Sim. - Larry.
Quero dizer, Eli.
Sim, ótimo. É muito gentil.
Vou dar-lhe isto.
Vou dar-lhe o cão.
Pronto. Estique o…
Cheira um pouco mal. Pronto.
Obrigado.
Quis visitá-lo
para o felicitar pela forma como resolveu a situação do Crane.
A sério?
Não.
Não. Ontem vi o Crane mais velho.
Vivo e bem de saúde, a caminho da Escócia, com a lancheira pronta.
Não.
Por curiosidade, em que estava a pensar quando me disse que ele estava morto?
Agora, vai levar o Downey para norte para tratar dele.
Por outras palavras, vai fazer o seu trabalho.
Poder-se-ia dizer que isso é bom.
Como…
… um caixote que se esvazia sozinho.
Bateu com a cabeça em pequeno?
Foi trancado numa cave?
Falta de oxigénio?
O sistema falhou horrivelmente consigo?
Não.
Tem de ir à Escócia.
Se não conseguir lidar com o que ou quem sobrar,
talvez tenha de nos deixar.
Entendido?
Para que fique claro,
quando diz "deixar" refere-se ao trabalho…
… ou ao sentido existencial?
Escócia.
Hoje.
Certo. Obrigado.
Muito bem.
SECRETÁRIA DE DEFESA
TENHO DE ENSAIAR O DISCURSO. ADORARIA TER A SUA OPINIÃO
Edifício principal, Eli.
BATALHA ORÇAMENTAL
- O mais depressa possível. - Certo.
Senhoras e senhores, foi ativado um alarme de incêndio.
Temos de sair do comboio.
Por favor, dirijam-se à saída.
Mantenham os vossos pertences convosco, até ordens contrárias.
Todos os passageiros têm de sair do comboio.
Passageiros, saiam do comboio.
Continuem a andar, senhoras e senhores!
Seu sacana matreiro.
Continuem a andar, senhoras e senhores!
Atenção! Cuidado com a ferrovia.
Uma fila única, por favor. É pela vossa segurança.
Façam uma fila à esquerda para os autocarros gratuitos.
Façam uma fila à direita para os táxis, se tiverem pressa.
Atenção, a espera pode ser longa.
Mas que raio?
Aquele sacana roubou o meu táxi!
Temos de chamar a polícia.
DR. EVIL LOCALIZADO. PERTO DE FIRINN
Por aqui.
A senhora e a sua filha vão seguir caminho num instante.
Pode levar-me a Firinn? O mais depressa possível.
Não…
Ouça, Andy.
Eu e a Shelley não estamos a perceber o que se passa.
Andy, se precisar de dinheiro para pagar um táxi…
Certo, Andy.
Se precisar de alguém com quem falar, estamos aqui para si.
E queremos ajudar.
Que gelo!
- Fracotes do sul. - Idiota de Glasgow.
Não sou de Glasgow. Sou de Paisley.
Isso explica muita coisa.
Andy, se não quer falar,
vamos ter de pedir que pare o carro e nos deixe sair.
Ou teremos de ligar às autoridades.
Shelley, liga…
- Liga. - Está bem.
Vou ligar.
Boa. Graças a Deus!
Boa escolha.
Obrigado.
É um bom homem.
HÁ UMA BASE MILITAR PERTO DE FIRINN. ENVIEI A LOCALIZAÇÃO. ADEUS
Espere.
Avance mais 800 metros em direção ao cabo,
até uma base militar desativada.
Serviços de emergência.
Olá. Estava a observar aves e vi um táxi.
Meu Deus!
Há duas pessoas mortas.
Acho que estão mortas.
Certo. Tente manter a calma.
Meu Deus! Estão mesmo mortas.
Acho que levaram um tiro.
- Disse que levaram um tiro? - Há tanto sangue.
- Está em perigo? - Sim.
A pessoa com a arma ainda está na área?
Vi uma mulher a fugir.
Certo. Pode descrevê-la?
Cabelo curto e espetado, casaco de cabedal.
Botas grandes.
- Uma expressão de puro mal. - Certo.
- Se puder… - Ela está a voltar.
- Diga? - Ela está a voltar.
- Tem uma arma. - Está a ouvir-me?
- Não. - Uma equipa vai a caminho…
Localizador a 24 quilómetros.
Ali, junto à proa.
Cuidado. É bastante.
Há imenso.
Vamos sair enquanto a maré está a nosso favor.
- Olá. - Olá.
Adolescentes locais. Estupores.
É a terceira vez este ano.
AUTOCARROS
Vai para a estação de comboio?
Sim. A paragem é já ali.
Pelo menos, só levaram barras de cereais e bebidas energéticas, desta vez.
Vai ser uma bela festa.
Aceita dinheiro?
Claro.
Mas tenho de o guardar num cofre, com tantos bandidos por aqui.
Arrombam a loja, roubam álcool e cigarros, e fazem raves na antiga base militar.
Como se as mães deles não se conhecessem.
Espere. Disse base militar?
Sim.
Sou apaixonada por história militar.
Talvez a vá visitar.
Cada um com a sua.
- Fica longe? - Não.
É só subir a colina, em direção ao cabo. É mais rápido a pé.
Obrigada.
Obrigada.
Divirta-se.
Downey?
- Outra vez. - Certo.
A minha prioridade é a transparência, o meu objetivo é a responsabilização.
O chanceler e o primeiro-ministro prometeram dinheiro e apoio.
E eu prometo-vos, povo da Grã-Bretanha,
que estou confiante na minha visão de colocar o nosso país
firmemente na vanguarda da defesa internacional ética e sustentável
- e da inovação na segurança. - Sim.
E assim acaba esta parte mais apaixonante do discurso.
Praticamos as perguntas chatas da imprensa?
Cheski. Desculpe, jornalista de um jornal conhecido.
Sra. Ministra, pode garantir ao público
que o governo britânico não recorre a tortura ou raptos?
Garanto.
Apoiamos governos que o fazem?
De todo. Próxima pergunta.
Pode clarificar a posição do governo
no desenvolvimento de armas químicas?
E pode assegurar-nos de que a pesquisa e o desenvolvimento
seguem os regulamentos da Convenção sobre as Armas Químicas?
Caramba!
Boa pergunta, Cheski.
Admito que alguns documentos da Defesa são um pouco opacos.
O nosso perito residente quer comentar?
A indústria do armamento é a mais regulamentada do mundo.
A minha sugestão é não dar azo à especulação.
Sim.
Ótimo. Sabia que teria uma resposta.
Sra. Ministra, tem de tratar do cabelo e da maquilhagem.
Merda! Tenho de mudar de roupa. Sim.
Falar com a imprensa com roupa de treino não fica bem.
Parabéns. Parece bem preparada.
- Pronta para o combate. - Sim.
Há um ginásio do outro lado da rua.
É embaraçoso, eu sei, mas dá pica para um grande evento.
Não duvido.
Bem, bonam fortunam.
Ele lançou-me um feitiço?
É impressão minha ou falar com ele é como conversar com uma granada?
Meu Deus!
Vá lá, Sarah.
Vá lá, Sarah.
Que sítio é este?
Desculpem!
Viram alguém por aqui?
Tipo um homem?
Por 20 libras, dizemos-te!
Não!
Não tenho 20 libras.
Falhada.
Desculpa?
Chamei-te falhada!
Meu Deus! É este o problema dos jovens de hoje.
- Não têm respeito nenhum. - Que triste.
Falhado és tu. Ouviste?
Parem! Não!
A culpa é vossa.
A culpa foi vossa.
- Sim! - Falhada!
… para a cauda dela. E, se olhares com atenção, até nas unhas.
Mas a Dotty tinha um problema com as formas da sua pele.
- Pensava… - O Sunderland ganhou!
Não, à melhor de cinco. Continua a contar.
- À melhor de cinco. - Não te chegou?
Verde, castanho ou vermelho.
- Posso ver os meus desenhos animados? - Sim, podes.
Precisamos dos teus fones.
Foi golo.
- Como assim? - Chama a FIFA, se queres chorar.
Podem parar de tentar destruir este sítio?
Acham que vou limpar a vossa desarrumação?
Meu Deus! Que é isto?
Pornografia de tortura?
Que macabro.
É horrível.
Esperem. Vi alguma coisa no corredor.
Merda.
Muito bem.
Vá lá, Sarah.
Vá lá, Sarah.
Muito bem.
Três.
Dois.
Meu Deus!
Credo!
Que raio faz aqui?
O meu trabalho?
Merda!
Também é bom vê-la.
Merda!
Merda!
Certo.
Agora que descarregou a sua frustração e que vimos que não há nada aqui
além de umas latas de tinta e uma sanduíche com 20 anos,
acho que devíamos conversar.
Quero mostrar-lhe uma coisa.
Ela está morta, não está?
Quem? A criança?
Sim, já a devem ter matado.
Não. A Dinah ainda tem utilidade para eles.
Acho que a vão manter viva até ao último momento.
A culpa é toda minha.
Por mais que queira concordar consigo e vê-la sofrer, não há tempo para isso.
Vamos encontrá-la, nem que isso nos mate. O que é muito provável.
Como? Como a vamos encontrar?
Só queria entregar um cartão a uma criança num hospital
e dei cabo da minha vida toda.
Que quer fazer, Sarah?
Quero ir para casa.
Isso não é uma opção.
Mesmo que quisesse coxear até Oxford
e implorar ao parvalhão do seu ex-marido para a aceitar de volta,
não o poderia fazer, porque estaria morta.
Morta ou desaparecida.
Como a Maddie Singleton. Como o Tommy.
Como o Joe.
Por acidente ou por imensa coragem,
está no meio de uma grande trama, de algo horrível.
De algo que tem de ver a luz do dia.
Correndo o risco de parecer o meu falecido marido,
este caso vai mesmo até ao topo.
Foi o que fizeram ao Downey?
- Meu Deus! Não consigo ver. - Sim. Vamos.
Este sítio não vai dar a nada.
Mas as pistas trouxeram-nos às duas aqui. Portanto, devemos estar perto.
Limpe o nariz. Eu pago-lhe uma bebida forte.
São dez da manhã, Zoë.
É muito certinha para uma criminosa.
Merda.
Olá, Callum.
Este foi feio.
A equipa forense precisa de mais tempo para as fotografias.
Certo. A equipa de resposta a armas de fogo já chegou?
Está a caminho.
Pensava que isto era só uma partida.
Isto estava na mala da vítima.
Obrigada.
Corresponde à descrição dada.
Vá beber um refrigerante.
O Dr. Morte e as suas cobaias estiveram aqui perto. Investigue.
Tudo bem. Eu sei o que faço.
Aproveite e lave a cara. Está uma lástima.
Meu Deus! É má de propósito ou tem algum problema?
"Sempre afiada", quatro letras.
Faca.
Não dá. Tem um E.
Olá.
Encontrou a base militar?
Sim, encontrei.
Mas tinha razão. Estava cheia de adolescentes a beber.
Por falar nisso, que deseja?
Tem bebidas quentes?
Não? Está bem.
Uma Coca-Cola, por favor.
- Serve. - Certo.
Outra Coca-Cola.
Hoje está sossegado, não está?
Está sempre sossegado.
Devem ter saudades dos militares. Ouvi dizer que gostam de beber.
Lá isso é verdade.
São 3,50 libras, por favor.
Hoje em dia, é só recém-casados ou quase mortos por estas bandas.
De vez em quando, aparece um militar, mas não como dantes.
Porque será que voltam?
Os militares.
Há outra base aqui perto?
Ela é apaixonada pelo exército.
Que importa isso, desde que me comprem bebidas?
Esqueça a base militar. Que tal uma excursão para ver puffins?
Sim, parece-me ótimo.
EXCURSÃO PARA VER PUFFINS
Está bem.
Obrigada.
Seta.
Sempre afiada.
Quatro letras.
Olá. Não…
Não o esperava ver…
É agradável.
Um presente para si.
Meu Deus!
Achei que estava na hora.
Elimine quem restar, seja o Amos ou o Downey.
Certo.
Morte ou glória, Malik.
Ataque como uma cobra.
Para a Escócia, por favor.
Não sei porque o disse. Não é um táxi.
Vamos.
Certo. Dá cá.
Ele já deve estar a passar mal.
É difícil, lá.
Deviam pagar-nos mais por estas entregas.
Pagam-nos mais pelo nosso silêncio.
Podes livrar-te deste lixo como deve ser?
- Não te esqueças. - Sim.
Bom dia.
Os peixes estão a fazer-se de difíceis?
Não fomos pescar.
EXCURSÃO PARA VER PUFFINS DO PORTO DE FIRINN
Desculpe?
Porque só há cinco ilhas aqui e há seis ali?
Esse mapa já deve ser velho.
Tem uma caneta?
Obrigada.
Com licença.
Olá.
Que aconteceu?
Raios partam.
Meu Deus! Callum.
Dois mortos?
Imagina vir dos EUA para levar um tiro na cabeça na Escócia.
Sim. Também mal pude acreditar.
- Quem achas… - Julgamos ter uma fotografia de quem foi.
- Cabelo curto, cinzento e espetado. - Certo.
- E achamos que tem uma arma… - Cabelo cinzento e espetado.
- … e representa perigo. - Ele pode estar armado e ser perigoso.
É uma mulher.
É uma mulher?
Apareceu alguém no bar com essa descrição?
- Não. - Que grande merda.
Não veio cá ninguém assim.
- Obrigada. - Vou ficar atenta.
Cuidado.
Ouça, um barco de mantimentos…
- Cale-se. - Um barco de mantimentos
acabou de chegar vazio, e os pescadores estavam a agir de forma suspeita.
Depressa.
Mas que raio…
Entre.
Que foi?
- Ponha isto. - Nem pensar.
A polícia está atrás de si.
Pelos vistos, está armada e é perigosa
Merda.
Encontraram dois americanos mortos.
Raios, Zoë!
Psicopata de merda.
A Dinah não está aqui.
- Sim. Precisamos de um barco. - Pois precisamos.
Há outra ilha.
A sexta ilha do arquipélago.
Tiraram-na dos mapas.
CRUZEIROS PARA VER PUFFINS PONTO DE ENCONTRO
Com licença? Olá.
Queríamos fazer uma viagem pelas ilhas.
Adorávamos ver as aves.
Hoje, não dá. O mar está agitado.
Não seria seguro para umas jovens senhoras como vocês.
Não somos senhoras, somos mulheres.
E eu sou velha, como se vê.
Sim, e eu sou de meia-idade.
- E não enjoamos facilmente. - Eu, não.
Ela vai ficar de cabeça enfiada num balde antes de sairmos do porto.
Isso não ajuda.
Por favor? Só cá estamos um dia.
Estamos na nossa lua de mel.
Sim. Amamo-nos muito.
Sim, adoramos a vida selvagem.
Sim.
Têm de se ir embora.
Porquê? Porque somos um casal do mesmo sexo?
Não, porque o vento está a levantar,
e não quero ser responsável
por um casal de mulheres inglesas e estúpidas caírem à água.
Não, vamos embarcar e ver os malditos puffins.
- Que raio é isto? - As chaves?
- Largue-me! - Quero as suas chaves.
- Saia, sua maluca! É louca. - Fale baixo.
Saia do barco.
A merda…
Por amor de…
Não o mate.
Céus!
Inglesa de merda!
- Depressa! Empurre. - Estou a tratar disso.
- Onde está ele? - Pu-lo ali.
Merda! Bom trabalho.
Certo. Para onde vamos?
Em frente.
Ouvi dizer que é lindo.
Legendas: Lara Kahrel
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