All language subtitles for Curb.Your.Enthusiasm.S03E06.The.Special.Section.1080p.AMZN.WEB-DL.DD+2.0.H.264-AJP69

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Original subtitles

Pensavam que n�o ia descobrir?

Era o que pensavam?

Voc�s n�o teriam descoberto, porque s�o est�pidos.

Voc�s s�o mesmo est�pidos!

- Tenho um problema de jogo. - Um problema de jogo? Cala a boca!

Ficaste um pouco ganancioso?

- Lamento, chefe. - Lamentas? Lamentas!

Lamento!

Lamento uma porra! Estragaram esta merda toda!

Lamentam!

Querem dinheiro? � isso que querem?

Querem dinheiro, seus idiotas de merda?!

Tomem, fiquem com o dinheiro! Aqui t�m!

V�, fiquem com o maldito dinheiro! Idiotas de merda!

Tomem l�, guardem o maldito dinheiro!

� isso que querem? Vem c�, cretino de merda!

- Tenho vertigens. - E corta!

Corta!

Larry? O fot�grafo estava mesmo � minha frente.

O v�deo arrancou e parou. Trata do v�deo, n�o consigo ver nada.

Pelo que me apercebi e pelo que ouvi...

- Perdeste a tomada toda? - Foi �ptimo. Mais dinheiro?

- N�o chega. - Precisa de mais dinheiro.

Em cada tomada, tenho falta de dinheiro.

Obrigado.

Acho que est� a desenvolver-se muito bem.

Gostaria de abordar mais depressa a amea�a da viol�ncia.

Est� bem. Vamos a isso!

Deixa-me mostrar os tomates do Gino num saco de pl�stico.

Pego no saco e mostro os tomates.

- Os tomates n�o v�o resultar. - Porqu�?

Est�o num saco de pl�stico?

Num saco... em formol, ou assim.

� gr�fico de mais para isto. � um feito muito grande.

Qual � o teu problema? N�o sabes o que est�s a fazer?

� s� a amea�a da viol�ncia.

Se este tipo diz alguma coisa, d�-lhe um sopapo.

- Como por exemplo? - "N�o fales antes de eu acabar!"

- Algo deste g�nero? - N�o, foi muito forte.

- Quantos tomadas vamos fazer? - Mais duas.

- Filmas de mais. - Cada vez est� melhor.

- Pois, pois... - Mais duas tomadas, uma ap�s a outra.

O mesmo registo. H� mais energia dessa maneira.

No "Seinfeld", faz�amos duas e j� estava.

Estamos a apanhar o jeito. Cada vez est� melhor.

Tenta ver este.

N�o podia afastar-me dos auscultadores.

- Ent�o, corta! - Estiveram bem, n�o vou interromper.

Pronto!

- O que disse ele? - Escuta...

O que � que o Martin Scorsese te estava a dizer?

N�o sei. Tem uma forma de falar comigo. � subtil, mas...

- N�o gosta? - � dif�cil dizer.

O meu pai telefonou?

N�o, ainda n�o. Mas ainda � cedo em LA.

N�o sei porque ainda n�o me ligou.

A minha m�e est� doente. Ele podia ter ligado.

Eu sei, eu sei. E dif�cil acreditar no que dizes, neste momento.

Est�s com um ar tresloucado.

N�o sei se vamos apanhar o avi�o.

Ele filma demasiadas tomadas.

Marty, o que se passa? Estamos prontos?

- Vamos! - Vamos a isto!

V� l�!

� bom estar em casa.

Dev�amos ter virado � direita... Dev�amos...

Querido, est� tudo bem.

- N�o sei o que ele est� a fazer. - Est� tudo bem.

Quero passar pela casa do meu pai. Fica a caminho.

Pe�o ao taxista para parar e me deixar l�.

Podes seguir viagem at� casa.

Est� bem. S� vais ver como est� tudo?

Sim, � estranho n�o me ter telefonado.

N�o sei o que se passa.

Temos de parar num s�tio pois vou l� ficar.

Est� bom, pode parar. At� logo, querida.

- Ol�, pai. - Como est�s?

- Bem. E tu? - Tamb�m estou bem.

- Como chegaste aqui? - Mandei o taxista passar aqui

e a Cheryl seguiu para casa.

- Podia t�-los ido buscar. - Vejam s� esta casa! Muito gira!

Parece que j� c� est�o h� muito tempo.

- Est� tudo bem. - Como v�o as coisas?

- Sim... - N�o retribu�ste o meu telefonema.

Estava ocupado. N�o tive tempo.

- Ficaste ocupado como? - Vou preparar-te um caf�.

N�o quero caf�. Vim ver como estavam. Como est� a m�e?

Bem, sabes como s�o as pessoas...

Fala-me de Nova Iorque. Divertiste-te l�?

Quer dizer, ocupado...

Pareces muito nervoso. O que se passa contigo?

N�o te esperava ver hoje. N�o sabia que estavas c�.

- Onde est� a m�e? - Bem, a tua m�e...

Vou explicar-te o que aconteceu. Trouxemo-la para casa.

mas piorou e tivemos de lev�-la novamente para o hospital.

- Est� no hospital? - Agora n�o.

Mas teve de ficar internada uns dias.

Por que n�o me disse? Nem sequer me ligou.

Ela n�o queria incomodar-te. Sabes como ela �.

Disse-me, "N�o o incomodes. Est� em Nova Iorque".

"Deixa-o divertir-se". N�o te queria estragar a viagem.

J� n�o est� no hospital. Isso j� acabou.

Ent�o, j� est� melhor? - De certa forma. Ela avisou-me.

Disse-me, "Se me acontecer alguma coisa, n�o incomodes o Larry.

"Ele est� em Nova Iorque e quer divertir-se".

E depois, passado um dia ou dois... Ningu�m vive para sempre e...

n�o vais viver para sempre, eu tamb�m n�o...

- Ela morreu? - Sim.

Morreu. Est� morta.

- Ela n�o quis incomodar-te. - O que significa isso?

Estavas em Nova Iorque, a divertir-te, por isso, n�o telefon�mos.

Quando � que ela morreu?

O funeral foi na segunda...

- O qu�?! - Ent�o, morreu...

- Funeral? - Sim, o funeral.

Porque n�o me... N�o fui ao funeral? Como assim?

- O funeral foi na segunda-feira. - Porque n�o me telefonaste?

Ela disse-me para n�o te incomodar...

N�o me incomodar?! O que significa isso?

Andavas ocupado em Nova Iorque.

Ocupado? Como assim? Telefonavas-me.

N�o me telefonaste a dizer que a minha m�e tinha morrido?

As �ltimas palavras dela foram,"Se algo acontecer, n�o incomodes o Larry".

- Que disparate! - A mulher n�o te queria incomodar.

Faltei ao funeral porque ela te disse para n�o me ligares?

Exacto!

�s tu, Larry? Os meus p�sames.

- O teu primo. - Sinto muito.

- Como est�s? - Ol�, Andy.

Sinto muito. Ouvi que estavas em Nova Iorque.

Perdeste um bom. Foi um belo...

Tenho pena de n�o ter vindo. Se me tivessem dito,

talvez tivesse conseguido vir ao funeral da minha m�e.

Foi lindo.

Veio muita gente e o rabino fez um belo discurso.

A s�rio, o rabino com sentimento, como um amigo.

Reparei que ligaste ao Andy e que ele veio de Nova Iorque.

A tua m�e n�o disse para n�o ligar ao Andy.

S� disse para n�o te ligar. Foi a �nica coisa que disse.

Porque n�o me telefonaste, quando estiveste l�?

Estava ocupado, Andy. N�o te podia ir ver.

N�o, s� estou a dizer que me podias ter ligado.

Estavas l�, ligavas s� para dizer ol�. N�o precisava de te ver.

Qual � a diferen�a? Posso telefonar de LA.

- N�o vejo qual � a l�gica. - Sabes o quero dizer. N�o sejas parvo.

N�o sei do que est�s a falar.

O qu�? Se fores � Florida n�o telefonas � tia Cher?

N�o necessariamente.

Se vais � minha terra, telefonas-me.

Se n�o te posso ver, para qu� telefonar?

N�o te queria ver! O que � que te deu?

Dois familiares, dois primos, a discutir desta maneira?

Lamento n�o te ter telefonado.

Tamb�m lamento. Teria sido bom.

Vou dizer quem estava no funeral. Estiveram c� todos. Meu Deus.

O teu tio Harold esteve l�.

Contou a anedota famosa que conta sempre.

Aquela das queixas, j� sei.

O Lincoln devia ser judeu, tamb�m se queixava sempre...

Na primeira noite, a comida n�o prestava, mas as pessoas trouxeram...

Ainda h� comida no frigor�fico. Est� deliciosa.

Temos muitos ovos cozidos.

- E o elogio f�nebre foi bom? - Foi maravilhoso.

Apareceram muitas pessoas.

"Foi um funeral lindo. Lamento a sua perda.

"Onde est� o Larry?"

Os Sesson telefonaram a dar os p�sames.

Quem � que telefonou mais?

- N�o temos de... - N�o. Quem telefonou?

Telefonou o Michael Adler e quer almo�ar contigo.

N�o falo com ele h� cinco anos. Porque querer� almo�ar comigo?

N�o sei.

Telefonaram do Caruso's. O teu fato est� pronto, o que � �ptimo.

Vais precisar dele para o Bat Mitzvah da Julie Blum.

- E os Mandel... - Esse Bat Mitzvah. Meu Deus.

N�o haver� nada pior? Podes imaginar alguma coisa pior?

Continua. Que mais?

Os Mandel querem confirmar o jantar de s�bado.

N�o, n�o vai haver jantar. Cancela.

- Nada de jantar com... - N�o, n�o posso ir.

- O que queres que lhes diga? - Diz-lhe o que quiseres.

Mary, ol�. Fala a Cheryl David.

N�o vamos poder ir jantar no s�bado.

Lamento, mas a m�e do Larry faleceu

e precisamos de algum tempo para nos recompormos.

Obrigada. Adeusinho.

- O que � que ela disse? - Lamentou a morte da tua m�e.

- A s�rio? - Sim, e compreendeu perfeitamente.

Michael? Larry David.

Bem, obrigado.

Adoraria, mas sabes que mais?

A minha m�e morreu. Sim...

Por isso, n�o saio por uns tempos.

Claro, com certeza.

Assim que me recompor.

Ol�. Fala o Larry David.

Aposto que a Julie est� muito entusiasmada com o Bat Mitzvah.

Infelizmente, n�o podemos ir.

Bem, a minha m�e morreu.

Deseja boa sorte � Julie. Lamento n�o poder ir.

E, mazeltov.

Para ti tamb�m, querida.

Como arranjaste esse papel no filme? Ainda me custa acreditar.

Fico feliz por ti, mas como � que aconteceu isso?

Ele viu-me no Improv,

a gritar com o p�blico, em Nova Iorque.

- H� d�cadas? - Sim.

E lembra-se disso?

Estava a discutir com um tipo que estava na audi�ncia

e ele achou que podia fazer de judeu duro. Foi estranho.

- Parab�ns. - Obrigado.

� inacredit�vel. Devia ir � casa dele e gritar bem alto.

� espectacular. Por falar em gritar, estou a tentar acalmar um pouco,

por isso, decidi - n�o gozes - come�ar a fazer medita��o.

Costumava fazer disso. Sabias?

- Lembro-me vagamente. - Costumava fazer.

- O que � preciso fazer? - Tens de ter um c�ntico

e depois, repetes mentalmente esse c�ntico.

Repete-se vezes sem conta.

- Onde se arranjam os c�nticos? - D�-nos o professor de ioga.

N�o vou... Tenho de me inscrever numa aula de ioga, ou de c�ntico?

Podes dizer o que quiseres e arranjar um c�ntico.

Queres um c�ntico? Vou dar-te um c�ntico.

Solit�rio, solit�rio...

- Solit�rio... - Solit�rio...

Resultaria?

- Queres o meu? Dou-te o meu. - Podes fazer isso?

Quem nos vai impedir?

- Ningu�m. - � totalmente aplic�vel.

Qual � o teu c�ntico?

Est� bem. Na verdade...

- Arrependeste-te? - N�o, vou dizer-te.

Ji...

- � isso? - Ji ya.

- Ji ya? O que significa? - N�o fa�o ideia. Mas vai repetindo.

Meia hora, 20 minutos, meia hora...

- Merda. - O que foi?

O Ed Swindell viu-me.

Vai querer conversa. N�o v�s.

- Meu Deus. Tenho de... - Que merda.

Tenho muitas compras para fazer. Diverte-te.

- Larry! - Ed!

Prazer em ver-te. Que surpresa.

Belo s�tio, n�o achas? Andamos �s compras e tive de sair dali.

A pequena Deslys, "a princesa", pega em duas coisas e diz,

"Qual me faz parecer mais adulta, pap�?"

Sabes...

a minha m�e faleceu h� pouco.

Larry, lamento imenso.

Preciso de ficar sozinho com os meus pensamentos.

Com certeza. Que Deus te aben�oe.

Tens todo o nosso apoio.

- Obrigado. - De nada.

Com licen�a.

Sim?

Procuro a campa da minha m�e, Adele David.

Foi enterrada h� pouco.

- Sim, sim... - Devia ser por ali.

Foi transferida. Sec��o especial.

Qual sec��o especial?

� melhor falar com o encarregado. Vire � direita, � o edif�cio � direita.

MOUNTAIN VIEW CASA MORTU�RIA - CEMIT�RIO

Transferiram-na para uma sec��o especial?

� evidente que estava fora.

Estaria presente, mas ningu�m me avisou.

Obviamente... Temos uma sec��o reservada para as pessoas que...

n�o podem ser enterradas em ch�o consagrado.

� onde enterramos os criminosos, os suicidas,

os gentios de casamentos entre religi�es diferentes...

J� percebi. Trata-se de um engano terr�vel.

Deixa-me explicar, por favor. Quando o shamme a examinou,

descobriu que ela tinha uma tatuagem no...

Tatuagem? A minha m�e tinha uma tatuagem?

Sim, senhor. J� que quer saber, era na nalga direita

- A minha m�e? Uma tatuagem no rabo? - Sim, senhor. Na nalga direita.

E qual � o mal de ter uma tatuagem?

Segundo Lev�tico, "N�o fa�ais incis�es no corpo por algum morto,

"nem fa�ais tatuagens".

Ou seja, fazer este tipo de adornos

foi considerado por Maimonides - h� muitos anos, � claro -

uma ofensa

que impediria qualquer pessoa de ser enterrada em ch�o sagrado.

N�o estava c�, mas devia ter estado. Sei l� porqu�, o meu pai n�o me ligou.

- O seu pai veio c�. - Se estivesse c�,

isto nunca teria acontecido. Estou aqui agora e quero rectificar isto.

Quero que a transfiram para onde devia estar.

Se foi algum devaneio de juventude

e ela fez esta tatuagem, o que ainda me custa a crer...

Mas tudo bem, digamos que tem realmente a tatuagem.

Por favor, esque�a... qual � o mal?

N�o posso fazer nada. A lei � a lei.

- N�o me disseste duas coisas. - Desculpa. O que queres que fa�a?

O que vamos fazer quanto � sec��o especial?

Isto � um disparate.

� verdade. N�o compreendo, mas eles t�m uma sec��o especial.

� a maior estupidez que j� ouvi.

- Nunca ouvi nada t�o disparatado. - J� tinha ouvido falar...

Ela ficaria doente, se soubesse.

- Sim, ficaria chateada. - Ficaria perturbada.

- Quando � que ela fez a tatuagem? - A tatuagem? �ramos rec�m-casados.

�amos a passear, viu a loja e disse, "Vamos fazer uma".

Os teus pais tinham tatuagens.

- Com os nossos nomes. - Era um �pico. Palavras de amor.

Uma verdadeira prova de amor.

N�o imagino os meus pais a fazer amor.

N�o te consigo imaginar a fazer amor.

Que belo aspecto.

- Obrigado. - Muito obrigado.

- Ent�o, o que � o jantar? - Peru.

N�o, comi peru ao almo�o.

Nesse caso...

Deixa estar, n�o faz mal.

Vou espreitar o peru.

- Como o que tiveres. - Obrigada, Ned.

Que azar. Comer peru ao almo�o?

- Quem sabia? Eu n�o. - Vais comer duas vezes.

O que vou fazer? Pedir comida chinesa em LA?

- N�o podes pedir comida chinesa? - N�o h� nenhum chin�s bom aqui.

Os bons cozinheiros chineses est�o em Nova Iorque.

Um pa�s com mil milh�es n�o podia mandar um bom chefe para c�?

Como podes comparar a qualidade da boa comida chinesa?

Pronto, est� bem.

Sabem que mais? Venham c�.

Bem, a minha ideia � esta...

Quero transladar o corpo dela.

- Queres transladar... - Para onde devia estar.

Porque a m�e n�o gostaria de estar l�.

N�o � justo. Sinto-me mal por causa disto e...

Como podes translad�-la?

Vou tentar subornar o coveiro.

- N�o me parece boa ideia. - Parece-me �ptima.

N�o � perigoso, porque s� tenho de subornar o coveiro.

Se ele aceitar o dinheiro, �ptimo. Se n�o, pelo menos, tentei.

- Achas que ela a vai desenterrar? - Se lhe oferecer bastante dinheiro...

Fizemos todos os poss�veis, n�o quiseram aceitar nada.

Se conseguires subornar o tipo, avan�a.

Gostaria de contribuir alguns d�lares.

N�o vais contribuir. Esta hist�ria da tatuagem �...

Concordo plenamente contigo.

- Acho o m�ximo. - Pois eu acho horr�vel.

- Fala baixo. - Est� bem.

- Vamos translad�-la. - � boa ideia.

- � uma grande ideia. - � uma ideia assustadora.

Ji ya, ji ya, ji ya...

- Quem fala? - Sou eu.

- LD? - Sim.

- N�o consigo... - O que se passa?

Est� tudo bem, estou a meditar.

Meu Deus. Est�s a brincar.

Estou a come�ar e j� est� a resultar.

Esqueci-me de desligar o telefone. Estou danado.

Lamento. � por causa disso que telefonei.

- Por causa do qu�? - Em rela��o ao c�ntico.

O que tem o c�ntico? A prop�sito, � bom. Est� a resultar.

Estou a telefonar-te para saber se podias devolv�-lo.

Devolv�-lo? Como assim? Deste-mo.

Mudei de ideias. Quero t�-lo de volta.

N�o podes tirar o que deste.

Bem, era meu, percebes?

Pois era, mas deste-mo e j� faz parte do meu ser.

A minha ess�ncia brada por este c�ntico.

Tem resultado e eu...

- N�o � justo. - E se o dividisses comigo?

Dividi-lo? Isto � o qu�? Um condom�nio em Hamptons?

- N�o se divide um c�ntico. - Quem disse? Por que n�o?

Parece-me ser um pouco amaricado.

- N�o � amaricado. - Quer dizer, n�o somos homossexuais.

Eu sei que n�o sou.

Est� a custar-me imenso devolv�-lo.

Fizeste uma boa ac��o e agora est�s a voltar atr�s.

Acontece que a minha m�e morreu h� pouco.

Sim, sim, sim...

- Pronto, est� bem. - A s�rio?

- Sim, sim, sim. - Fabuloso.

Nem penses duas vezes nisso.

- Ent�o, dividimo-lo? - Est� bem.

- Fant�stico. - Adeus.

Quem era?

- O Lewis. - O Lewis... como est� o Lewis?

- Est� bem. - A s�rio?

Estou exausta.

- Boa noite, querido. - Boa noite?

A s�rio? Boa noite?

Boa noite.

O que est�s a fazer? N�o, por favor.

- Querido, acabei de tomar duche. - E da�? Melhor para mim.

N�o me apetece fazer isso agora.

- Porque n�o? - Estou exausta.

- Est�s a brincar. - N�o.

A s�rio?

Sabes, tenho atravessado um mau bocado

com a morte da minha m�e e isso tudo.

Nem sequer tive oportunidade de me despedir.

Oh, querido...

Como est�? Lembra-se de mim?

Est� bem.

Encontramo-nos junto � campa esta noite, pelas 8h00.

� melhor trazer alguns amigos para ajudar.

- Ajudar a qu�? - A cavar.

Estes t�mulos s�o todos iguais.

- Estou completamente perdido. - Cuidado com os p�s!

Se pisarem uma destas coisas...

Aqui!

Atrasaram-se.

Perdemo-nos.

Bem-vindos � sec��o especial.

- Meu Deus! - Aqui t�m, cavalheiros.

- Obrigado. - Bom trabalho.

Obrigado.

E voc�?

S� tenho quatro p�s.

Cretino...

Vamos a isto!

Ji ya.

Ji ya.

Ji ya, ji ya, ji ya...

Ji ya, ji ya, ji ya Fi-lo em barro

E depois de seco e pronto Oh, ji ya, vou brincar

Oh! Ji ya, ji ya, ji ya, ya ji ya ji-ji-ji...

- Quem �? - O teu amigo Richard Lewis.

Richie, meu rapaz.

- Uma visitinha? - Sim, uma visitinha.

- N�o se telefona? - N�o. Est�s contente?

N�o sei do que est�s a falar.

O c�ntico que me emprestaste t�o gentilmente?

Que eu talvez tenha dito 400.000 vezes?

Ji ya? O que tem?

Descobri o que significa com uma mi�da da medita��o.

- O que significa? - Podes pegar no ji ya

e nesse c�ntico, e enfi�-lo naquele s�tio.

- Sabes o que significa? - N�o. O que �?

Fode-me.

Fode-me.

Vai-te foder!

- Est� um lindo dia, n�o est�? - Est�, sim.

Ouves a passarada?

�s vezes, gosto de fingir que sou surdo

e tento imaginar como seria...

- Certo. - N�o conseguir ouvi-los.

N�o � assim t�o mau.

- Est�s � espera de algu�m? - N�o.

Ol�!

- Podemos falar consigo, por favor? - Com certeza.

N�o se importa? Obrigado.

Procuramos o Sr. Larry David. Pode ajudar-nos?

- Porqu�? - Ele est�, minha senhora?

- Gostava de saber o que se passa. - Precisamos de falar com ele.

� ele, � aquele tipo.

Sr. David? Vai ter de nos acompanhar.

- O que � que se passa? - Tem andado a passar notas falsas.

- O qu�? - Notas falsas.

Exactamente!

Notas falsas. Baixe os bra�os.

Pronto! J� sei o que aconteceu aqui.

Entrei num filme, deram-me algum dinheiro falso e eu...

- Descontraia os bra�os! - N�o podem estar a falar a s�rio!

- Mantenha-se calmo! - Eu dou-lhe o dinheiro!

Dou-lhe dinheiro verdadeiro!

- A minha m�e morreu... - Lamento imenso.

Ji ya!

Ji ya!

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