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C�us. Isto est� mesmo a andar depressa.
D�-me um Seagram's Seven com 7-Up.
- Em que trabalha? - Na canaliza��o.
Na canaliza��o. Nos canos profundos.
Nas profundezas.
Nas profundezas do Inferno.
- Este balc�o � de qu�? M�rmore? - Sim.
J� carregou m�rmore?
Um dia, devia experimentar coisar m�rmore.
� uma coisa do cara�as.
S� tens de assinar estas duas.
- Lou. - Como est�s?
- Bem. E tu? - Tamb�m. Vou falar com o talhante.
- Ainda bem que chegaste. - Ol�, Hugh.
Convidei o pessoal, todos os s�cios para uma festa na piscina, l� em casa,
e estava � espera de te convidar, e c� est�s tu.
- V�o todos? - Sim, s� faltavas tu.
Est� bem. Combinado.
�ptimo. Ent�o, vemo-nos no domingo.
Eh, Hugh. Esta teve piada.
N�o me disseste que eras o director da editora Mellon-Ritter?
As "Cita��es de Bartlett's" s�o vossas, certo?
� a menina dos nossos olhos.
O meu amigo Richard Lewis gostaria de contribuir com uma.
- Tem alguma cita��o boa? - A express�o "a nega infernal."
- Essa � dele? - Sem d�vida.
- J� se ouve h� muito tempo. - Mas � dele. "Nega infernal."
Como quando se diz "uma mulher infernal"...
"Uma sogra infernal"... pois �.
Vou falar nisso ao meu s�cio. "Nega infernal."
Bem, vemo-nos no domingo.
Como est�s? O que aconteceu?
- Vais � festa da piscina dele? - Vou, sim.
- Levas cal��es para dar um mergulho? - Da Speedo.
Escuta, vou levar uma pessoa.
- Fazes bem. - � a Susie.
Bem sei...
N�o fa�as muitos coment�rios, porque �...
N�o devia dizer nada, porque n�o �...
S� podes contar � Cheryl, est� bem? A Susie est� gr�vida.
Fizemos as pazes. Vou voltar para a minha casa.
O �nico problema � aquele c�o idiota a que sou al�rgico.
Tirando isso, estou muito feliz. Est� tudo bem. �ptimo, mesmo.
Mas que bela not�cia.
A s�rio, � uma �ptima not�cia. Acredita, vai correr tudo bem.
Nesse caso, s� bem-vindo ao clube dos casados.
Estamos todos muito felizes.
J� disse � minha mulher, "Devias deixar-me sair,
"porque isso aproximar-nos-ia.
"Perguntavas, 'Como foi o encontro?'
"Eu respondia, 'N�o a suporto'."
Como se fala com um homem.
R�amos-nos, d�vamos uma queca e divert�amo-nos � brava.
- Davam uma queca? - Depois do meu encontro.
E se acabasses na cama da tipa com quem sa�ste?
Tamb�m lhe contaria. "Fomos para a casa dela,
"fizemos sexo e tive de arranjar uma desculpa para me vir embora".
- Essa � linda. Gostei. - O mundo perfeito.
Olha s� para isto.
V�o fechar a loja?
Onde vamos comprar o p�o? A nossa padaria preferida.
O que se passa? V�o fechar o neg�cio?
- O senhorio j� n�o quer arrendar. - Que pena.
- Eu sei. � horr�vel. - � realmente uma pena.
Cheg�mos mesmo a tempo, n�o foi?
Ainda estamos no activo. Estamos bem.
�ptimo.
Precisamos de qualquer coisa para a nossa festa da piscina.
Se calhar, precisamos de um bolo.
- Um p�o-de-l�. - Espera. Est�s a gozar comigo?
- Ningu�m vai comer isso. - � o melhor p�o-de-l� da cidade.
� t�o h�mido que parece uma esponja.
Porque n�o levamos este? Tem melhor aspecto.
Vamos levar este. Confia em mim, sim?
- O p�o-de-l�? - Levamos esse.
Mas ningu�m vai comer.
- Quanto custa? - Este � 12 d�lares e 95.
- O qu�? - 12 d�lares e 95?
N�o admira que tenha de fechar a porta.
O Mellon tem uma rica casa, n�o achas?
� demasiado vistosa.
- Oh, Jeffrey. - Isto � t�o bom.
Incr�vel.
- Parece uma esponja deliciosa. - N�o te disse?
N�o como p�o-de-l� desde o jogo de mah-jong da minha av�.
N�o quer dizer que n�o seja bom.
- Onde � que o compraste? - Esquece, v�o fechar.
- Diz-me. - � definitivo. V�o fechar.
- N�o � definitivo. - Como n�o?
- N�o �. - �.
V�o fechar a loja, Jeff. O que precisas de saber mais?
- N�o � definitivo. - Pronto. � a Butterman's.
� uma boa padaria. V�o fechar as portas?
- � uma pena. Coitados. - Se calhar, v�o reformar-se.
N�o sei. J� agora, onde � a casa de banho?
Tens de usar a de servi�o. N�o te deixam entrar em casa.
- O qu�? - N�o te deixam entrar na mans�o.
Querem que as pessoas usem o WC da piscina.
- Por favor. - Ele � especial.
Julga que as regras n�o se aplicam a ele.
Este p�o-de-l� � fant�stico.
Ol�. Est� a divertir-se?
Sim, s� preciso de ir � casa de banho.
Na casinha, h� uma casa de banho.
- N�o posso ir a�? - Lamento. S� aos lavabos exteriores.
� sempre em frente. H� l� muito papel higi�nico.
N�o estou molhado nem nada. N�o vou sujar a casa. Eu limpo os p�s.
Adorava poder abrir uma...
- Excep��o? - Mas n�o posso.
O Sr. Mellon zanga-se comigo.
Conhe�o o Sr. Mellon, n�o se preocupe.
- Conhece o Hugh? - Conhe�o, e n�o h� problema.
Vou meter-me em sarilhos.
Eu resolvo tudo. Estou mesmo aflito.
N�o h� problema, n�o se preocupe. S�o dois segundos. Est� tudo bem.
- � s� uma casa de banho. - � chichi?
- Despacho-me em dois segundos. - S� chichi.
- Diz-me que est�s a divertir-te. - N�o.
Ainda bem que pudeste vir.
Como entraste na casa de banho?
Com muito jeitinho e paleio.
Ningu�m resiste ao charme do David quando come�o a agir.
Sabes o que eu faria? Corria at� l� e atropelava-a.
Viste algu�m do restaurante c�?
S� n�s.
O Ted Danson n�o est�? E o Michael York?
Somos os �nicos idiotas que aceitam estes convites.
Ningu�m do restaurante?
- Porque tivemos de vir? - Viemos, fizemos boa figura.
- Ora viva, Johnny. - O qu�?
Olhem s� para aquele mi�do.
- Francamente, � enorme. - Tem um p�nis maior do que o meu.
N�o � o filho do Hugh?
Vamos embora.
Embora? Parece um circo de aberra��es.
- A Cheryl tem raz�o. Vamos embora. - Parece um circo.
- Temos uma aberra��o. - Por favor, n�o tem gra�a.
Ali h� lugar.
Est� bem.
- � inacredit�vel. - O qu�?
Parecemos sardinhas enlatadas.
Ele merece ganhar a vida.
Vai ser um �ptimo almo�o. Olha para isto.
- Tem calma. Relaxa. - Nem consigo falar, estou sem fala.
- Olha s� na minha direc��o. - � um almo�o com sussurros.
Parece uma coisa de M�fia.
Amanh�, tenho dentista �s 15h00.
Falei com o Hugh Mellon.
- Falaste com ele? - Falei-lhe na tua cita��o.
"Nega infernal".
Ficou interessado. Vai falar com o s�cio.
- Podes entrar para o livro. - Primeiro, este almo�o pago eu.
J� est� na hora de ser reconhecido por isto.
- Sem d�vida. - Mas da maneira certa.
Ent�o, ele disse...
Ele tem a certeza? Sabe que sou eu?
Na verdade, ele conhecia a cita��o,
mas n�o a atribu�a a ti. Pensou apenas que era...
N�o a atribuiu a mim? Fico danado quando n�o reconhecem o meu valor.
Sem d�vida, n�o te censuro.
Falei-lhe do teu especial na festa da piscina.
Certo.
E convidei-o para a projec��o na HBO, amanh� � noite.
Por isso, ele vai, se n�o te importares.
Claro, posso dar-lhe um pouco de graxa.
Boa ideia.
Tem ouvido a conversa toda?
Apanhou a conversa toda?
Estou a almo�ar.
� um almo�o infernal.
O que disse?
Estou a dizer que � um almo�o infernal.
Onde ouviu essa express�o?
- Namorada? - Percebes o que quero dizer?
Isto d� cabo de mim.
Ent�o, o que aconteceu no Alsace?
Alsace, s'il vous pla�t.
- Como queiras. - Ele n�o quer trabalhar connosco.
Eu vi isso.
O que viste?
Tive um problemazito com uma mulher e o marido dela veio atr�s de mim...
E o cozinheiro do Ted? O Josh?
O Josh fez-nos um jantar �ptimo, mas o Larry n�o gostou.
Estava um pouco molhanga.
- N�o temos chefe? - N�o.
- Quanto tempo? - Abrimos daqui a duas semanas.
E n�o temos chefe?
Par�mos de procurar assim que encontr�mos o Randy.
Volt�mos � estaca zero.
A tua cadeira tem bra�os? Olhem s�.
- O qu�? - Um momento.
- N�o tenho bra�os. - O que est�s a fazer?
Vou buscar uma cadeira com bra�os.
O que est�s a fazer? Podes tomar aten��o?
Estamos nesta alhada porque levaste o nosso chefe
para a tua festinha privada.
Pelo menos, estive na festa da piscina. Estou empenhado no neg�cio.
- Na qu�? - Houve uma festa da piscina, ontem.
Eu e o Jeff fomos os �nicos a aparecer. Foi embara�oso.
Acho que lhe devem um pedido de desculpa.
Disse-te que n�o podia ir. Ainda bem que te divertiste.
- Escrevi a data errada na agenda. - Tive um imprevisto de �ltima hora.
N�o temos chefe.
- Foi uma boa festa. Divertimo-nos. - Obrigado por terem ido.
Chega de festas. E os chefes?
Temos de nos empenhar na contrata��o de um chefe.
Tem de haver um esfor�o em conjunto, por favor.
Quando preciso de um editor, fa�o-me � vida.
Saio e ataco. Temos de fazer o mesmo neste caso.
No outro dia, fui a um restaurante. Era uma cafetaria.
Pedi um pouco de molho de ma�� � parte.
Devo dizer-lhes que estava realmente fant�stico.
T�o saboroso. Porque nunca servem molho de ma�� nos restaurantes?
Talvez fosse poss�vel - se, e quando se proporcionar -
come�armos a pensar em ter um acompanhamento assim.
Rica ajuda. Quando procurarem o chefe, vejam se sabe fazer molho de ma��.
H� � venda no supermercado.
Dev�amos inclui-lo na ementa. Ia atrair a clientela.
Tenho de ir a uma reuni�o.
- V�o todos procurar? - Por favor, telefonem.
Para mim, � muito subestimado. � um acompanhamento subestimado.
� verdade que contrataste a Sarah Jessica Parker para gravar um disco?
Sim, porque n�o?
- Quero mostrar solidariedade... - Vai correr tudo bem, n�o te preocupes.
� s� dinheiro. N�o � nada de mais.
O meu dinheiro, Larry. Adeus. Prazer em ver-te, Hugh.
- Adeusinho. - Adeus.
- Muito obrigado por teres ido. - Por favor. Divertimo-nos.
- Foi pena os outros palermas n�o... - Perderam uma boa festa.
O tempo at� ajudou.
Achei um pouco indelicado da parte deles.
N�o me interessa.
Ontem, vi o teu filho, na piscina.
O rapaz tem um p�nis enorme. Est� bem equipado.
- Que conversa � essa? - O teu filho tem um p�nis grande.
Porque me est�s a dizer isso?
- � um elogio. Para qu� tanto alarido? - Qual � o elogio?
Como pode ser mau? Tem um p�nis grande, e depois?
N�o falo das mamas da tua mulher! Que malcriado.
Podes dizer que ela tem um belo par desde que seja um elogio.
Por favor.
Hugh, e n�o "�". Hugh, est� bem?
Lamento que esteja a passar por um momento t�o dif�cil.
Lembras-te da Martine, a ama-seca dos Mellon?
- Da festa da piscina? - Sim, ela tem um problemazito.
Problemazito, � favor. O Sr. Mellon despediu-me.
� a minha mala. N�o tem rodas.
Por isso, ela veio para c�.
Parece que um dos convidados achou que o WC de servi�o era rasca para ele
e conseguiu entrar na mans�o.
Como � que ele descobriu?
Foi a Margarita, a cozinheira.
Ela n�o gosta de mim.
Disse-lhe que eu tinha deixado entrar um convidado.
- Denunciou-a? - � uma bufa.
- E ele despediu-a? - Despediu.
N�o me esqueci do que disse, que ficaria respons�vel por tudo.
Disse-lhe que era eu?
N�o, n�o me chibei. N�o disse nada.
Quando o deixei entrar, lembro-me que disse,
"Se houver problema, eu resolvo". Por isso, c� estou eu.
Terei de exigir que cumpra o que disse, porque n�o tenho outro emprego.
Portanto, sou uma sem-abrigo.
S� n�o cheiro mal.
A sua casa � grande.
Martine, aposto que o Sr. David pode ajud�-la nesta situa��o.
Espero que sim.
N�o pode falar com o Sr. Mellon e esclarecer as coisas?
Se falasse com ele, n�o sei... talvez me readmitisse.
Sou uma ama muito boa.
- Est� bem. - Trouxe uma mala.
Se houver problema, fico c�.
N�o vai haver problema.
- O Larry resolve isto. - Espero que sim.
� uma ideia muito boa, e normalmente f�-lo-ia,
mas eu e o Hugh zang�mo-nos.
O que aconteceu?
H� pouco, estive no restaurante.
Come��mos a falar da festa
e disse-lhe que tinha visto o p�nis do filho dele.
J� viu aquela coisa?!
� enorme.
- Se calhar, fiz mal em comentar. - Se calhar, fizeste mesmo.
Como estava a dizer, vai ser dif�cil falar com ele.
- Porque fizeste isso, Larry? - Arrisquei.
Acho que n�o vai ter problema em encontrar outro emprego.
Nesta cidade, as pessoas adoram amas.
As pessoas precisam de amas.
Preciso das refer�ncias do Sr. Mellon para arranjar emprego.
� a minha �nica refer�ncia. Foi o primeiro emprego de ama.
O que fazia antes?
Trabalhei 15 anos na Magic Mountain, no Looney Tunes Lodge.
� onde as personagens aparecem para dar aut�grafos aos mi�dos.
Eu e o Jeff fomos l� uma vez com a filha dele.
- Foram? - At� entrei l�.
E aquela can��o que estava a tocar...
- Estava sempre a tocar. - Era divertido.
Posso dar-te uma palavrinha na cozinha?
Disse-te para n�o usares a casa de banho.
Porque � que ela veio para c�?
Responsabiliza-me pelo despedimento e n�o tem para onde ir.
Trouxe a mala. Ser� que pensa que vai ficar aqui?
- N�o sei o que ela pensa. - N�o quero um ama infernal c�.
Onde ouviste essa... A express�o "nega infernal"?
O meu pai usava-a muito. Era tudo "infernal".
- N�o, essa � do Richard Lewis. - N�o � do Richard Lewis.
- O meu pai diz isto h�... - Foi o Richard Lewis que inventou.
A quest�o � que n�o a quero aqui, percebeste?
Nem imaginas as coisas que me contou.
S� me contou coisas desconexas.
Disse-me que gosta de fazer festas a cavalos.
- Gosta de um bom cachorro-quente. - Gosta?
Toma banho com as meias cal�adas.
Sinceramente, deve ter um parafuso a menos.
Pode ser um pouco exc�ntrica, mas parece inofensiva.
Espera a�.
O Jeff precisa de uma ama. A Susie est� gr�vida e a deles foi-se.
- A Susie est� gr�vida? - N�o te disse.
Da� que ele tenha voltado para casa. Andam � procura de uma ama.
N�o vais recomend�-la, pois n�o? N�o sabes nada sobre ela.
N�o foi despedida por incompet�ncia, mas por me ter deixado usar o WC.
Se n�o gostarem dela, n�o t�m de contrat�-la.
- Podiam conhec�-la e... - Estamos a fazer-lhes um favor.
Neste caso, saem todos a ganhar. Ningu�m perde.
Tenho de ir comprar um p�o-de-l�.
� o anivers�rio do meu amigo. Vou oferecer-lhe um p�o-de-l�.
- Gosta de p�o-de-l�? - Quem n�o gosta?
Quantos p�es-de-l� lhe restam?
Tenho uma d�zia.
- Uma d�zia? - Sim.
Est� bem... levo-os todos.
Todos? N�o tenho mais caixas.
N�o faz mal. Embrulhe-os em pel�cula aderente.
- Com certeza. - �ptimo. Obrigado.
O que est� a fazer?
Tenha calma. S�o gratuitos.
- Toque a campainha. - Tamb�m n�o posso.
Olhe para mim.
Esta � a Martine, a ama de que te falei.
Ol�, Martine. Sou a Susie Greene. Que raio � isto?
- P�es-de-l�. - P�es-de-l�? Como assim?
� um presente de anivers�rio para o Jeff.
N�o o achas gordo?
Precisa de tantos bolos? Que disparate.
S�o da Butterman's. � o p�o-de-l� da festa que ele adorou.
Ele adorou uma fatia, e n�o 25. Quantos est�o a�?
- Aguentam cinco anos. - Tenho de congel�-los?
- Nem sequer v�m em caixas. - S� tinham pel�cula aderente.
Embrulharam-nos e trouxeste-os?
- V�o fechar a loja. - Ele vai explodir. � gordo.
Nunca mais v�o voltar a faz�-los. S�o os �ltimos.
J� percebi. Devo importar-me?
- Parab�ns. - Porqu�?
- Pelo beb�. Parab�ns. - Como � que sabe?
- Contou-me um passar�o. - Sabias que eu estava gr�vida?
O Jeff disse que eu estava gr�vida? D� azar.
- Nos primeiros tr�s meses... - � uma supersti��o idiota.
Larry, contaste-lhe? Nem sequer a conhe�o.
Quem � ela? A culpa n�o � sua.
- N�o lhe contei... - Contou, sim.
Sabes que mais? Pronto. Escute...
Porque n�o entra e fa�o-lhe uma pequena entrevista?
Parece ser encantadora.
� capaz de ser boa ideia. N�o tenho lugar para p�r isso.
N�o tenho um congelador adequado para isso.
Deixa-os na cozinha.
Martine, minha querida. Entre, por favor.
Sala de Projec��o
- Como est�s? - Estou com n�useas.
Vai correr bem.
J� o fizeste. N�o � em directo.
J� o filmaste.
Vais ficar ali sentado. � bom, j� o vi.
- A HBO gosta, n�o gosta? - Sim, gostam imenso.
Est�s a ver? Est�o c� agora?
N�o, n�o v�m.
V�em-no em casa.
- Em privado? Em casa? - � a maneira correcta de dizer isso?
Pareces um pol�cia da l�ngua inglesa.
� incr�vel. A prop�sito, estive a pensar
que talvez me pudesses apresentar o tipo da editora.
Talvez pud�ssemos conversar antes do programa.
- H� um pequeno problema. - Como assim?
- N�o sei se podes registar a cita��o. - Porqu�?
Ele falou-lhe no p�nis.
- Abordei o assunto. - Porque fizeste isso?
S� estava curioso.
Agora � que j� n�o entro para o livro.
- Est�s a brincar. Ela est� bem? - N�o devias t�-lo convidado. Porra.
Vou j� para casa.
A tua ama atacou a Susie.
O qu�?
Ela est� bem?
Queres que v�...?
Esta noite est� a tornar-se... Valha-me Deus.
- N�o te rales, telefonamos. - Devo ir?
- N�o posso ver isto agora. - Ir?
Se me deixas agora, desmaio.
Tu "esmaias"?
Sim, desmaio.
O que se passa com...?
- Preciso de ti aqui. - Dizes como eu.
- Eu digo "desmaio" - N�o, E-S-M-A-I-O.
N�o dizes desmaio, dizes "esmaio".
- Quem � aquele? - � o mi�do.
� o beb� porno? Porque � que o beb� porno est� aqui?
Ele despediu a ama e ficou sem uma. Agora, tem de cuidar do mi�do.
- N�o quero um mi�do a ver isto. - Como o pai tamb�m est� c�, ele veio.
N�o quero um beb� na projec��o.
� um bom sinal para a cita��o.
Est� c�, veio.
Credo. Foi impec�vel, mas foi de mais e desorientou-me.
Tirei umas f�rias e estava estoirado.
- Odeio este programa. - � para adultos.
Tenho de ver os desenhos animados, por isso, v� isto.
- Quero pipocas. - N�o estamos no cinema.
Quero uma gasosa.
Cala-te tu.
Cala-te tu. Chiu.
- Chiu, anormal. - Chiu, est�pido.
�s um est�pido.
S�o disfun��es novas e melhoradas.
- Quero ir para casa. - Assim que acabar, vamos.
- Caluda. - Cala-te tu, pencudo.
- Olha quem fala. - N�o fales com o meu filho, sim?
Leva o Tio Miltie daqui para podermos ver isto.
- �s est�pido. - Tu � que �s.
- Tu �s mais est�pido. - Ainda �s muito mais.
- N�o sou nada. Tu � que �s. - N�o, �s tu.
N�o fales connosco. Estou a avisar-te.
Ele n�o estaria aqui, se n�o despedisses a ama.
N�o teria, se um cretino n�o a tivesse subornado.
Vai-te lixar, Hugh.
Vai tu.
Est� tudo bem? Telefonei tr�s vezes ontem � noite.
N�o vi as mensagens. Tenho estado ocupado.
- Como est� ela? Est� bem? - Sobe e pergunta-lhe.
- E o beb�...? - Ela est� l� em cima.
Ela tem raz�o. Nunca me deverias ter dito.
Larry, entra.
Meu Deus. Pe�o imensa desculpa pela ama e por tudo.
Larry, aquela ama era maluca.
Era um caso psiqui�trico. Estava doente.
- A ama? Valha-me Deus. - Tinha perturba��es mentais.
N�o sabia, sen�o, nunca a teria recomendado.
Porque me mandarias uma maluca?
Porque faria isso? Nesse caso, o maluco seria eu.
- Tem de ser internada. - O que aconteceu?
Deixei a Sammy sozinha no quarto, a ver televis�o.
De repente, come�a a gritar.
Mam�.
Corri at� l� e a ama enlouqueceu por causa dos Loony Tunes.
Claro. Sabes porqu�? Trabalhou 15 anos no Looney Tunes Lodge
e ouviu aquela can��o vezes sem conta.
Deve ter-se passado ao ouvi-la novamente.
Enlouqueceu, a s�rio.
- Come�ou a ficar maluca. - O que fez?
Come�ou a lutar comigo. Agarrou-me no bra�o.
Come�ou a abanar-me.
e, de repente, estou a lutar .com uma louca. A lutar fisicamente.
Quando dei por mim, est�vamos na varanda.
Na varanda?
- A lutar. - Meu Deus.
- O que aconteceu depois? - Atirou-me da varanda.
A maluca empurrou-me. Tentou matar-me.
Bem, como...?
Vou contar-te tudo, Lar.
A minha queda foi amortecida...
por doze p�es-de-l�.
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